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Brasil tem novo Marco Legal de Ciência e Tecnologia

O Governo Federal publicou hoje o decreto 9.283/18 que regulamentou o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, previsto na Lei 13.243/2016 e na Lei 10.973/2004 e em outros normativos. A medida contou com forte apoio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, principalmente no que se refere aos trechos relacionados ao setor privado.

Segundo o ministro Marcos Jorge, o texto reforça o normativo brasileiro principalmente no que se refere aos incentivos à inovação, pesquisa e desenvolvimento no setor privado, com destaque para o setor produtivo. “Este é um resultado de um trabalho construído em conjunto. Além do governo federal e da iniciativa privada, também houve o trabalho da academia e dos integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social”, afirma.

Para o secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, “o novo marco legal vai tornar menos burocrática a relação de empresas com instituições públicas de pesquisa, criar instrumentos novos de apoio à inovação como o bônus tecnológico, além de permitir a participação acionária de instituições científicas, tecnológicas e empresas públicas em empresas inovadoras. O marco também vai regulamentar a encomenda tecnológica com empresas, para destacar as principais”, explica.

Fonte: MDIC

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Governo lança programa de internacionalização de startups

As startups brasileiras terão, a partir desta sexta-feira, mais um incentivo para se internacionalizar. Foi lançado, em São Paulo, o StartOut Brasil, novo programa do governo federal que levará, por ano, 60 empresas para participar de semanas de imersão nos mais variados ecossistemas de inovação do mundo. O governo investirá R$ 3 milhões por ano no projeto.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) é um dos realizadores do StartOut Brasil. Como explicou o secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, a expectativa do governo é que as empresas tenham um maior volume de negócios no exterior e tragam boas práticas de gestão dos mercados de inovação mais maduros.

Para isso, as empresas selecionadas para participar do programa receberão apoio em todas etapas do processo de internacionalização. “O MDIC, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, Apex-Brasil, Sebrae e Anprotec, estará ao lado das startups do momento de planejamento ao softlanding, que é quando elas chegam no mercado de destino para se instalarem. Nós temos certeza que as empresas irão conquistar o mundo com o StartOut Brasil”, declarou Souza no lançamento do evento.

Primeira missão

A primeira missão será realizada de 3 a 8 de dezembro, em Paris. Uma das empresas selecionadas foi o Portal Telemedicina, uma plataforma que utiliza inteligência artificial para processamento de exames e informações médicas. Para Rafael Figueroa, CEO da empresa, a viagem a Paris será uma oportunidade para ampliar a rede de contatos no exterior.

“É muito importante as startups brasileiras já nascerem com mentalidade global. Isso nos torna mais competitivos lá fora. E, com certeza, participando de uma missão organizada pelo governo brasileiro, teremos acesso facilitado a especialistas, investidores e empreendedores franceses, o que será muito importante para nosso processo de internacionalização”, disse.

Além da Portal Telemedicina, outras 13 startups irão participar da missão em Paris. Confira a lista: Molegolar, Sellead, N2N Virtual, Asel Tech, Aya Tech, Simbio
Checkmob, Synappse Assist, Birdmind, Biosolvit, Ergon Projetos, Noeh e Filho sem fila.

StartOut Brasil

O StartOut Brasil selecionará, por ciclo de imersão, até 15 startups com potencial de internacionalização para participar de missões no exterior. As empresas terão acesso à consultoria especializada em internacionalização, mentoria com especialistas no mercado de destino e treinamento de pitch. Além disso, durante a missão, cumprem agenda de trabalho montada para promover a prospecção de clientes e investidores e a conexão a ambientes de inovação, com visita a aceleradoras e incubadoras. Também são realizados seminários de oportunidades e reuniões com prestadores de serviço. No último dia da missão, é realizado um demoday para investidores.

Quando retornam ao Brasil, as empresas terão apoio para definir sua estratégia de internacionalização e realizar a efetiva instalação no mercado-alvo (softlanding).

Próximos destinos

Em outubro, 13 startups participaram da missão piloto do StartOut Brasil, em Buenos Aires, na Argentina. A iniciativa fez parte de uma ação conjunta entre os governos do Brasil e da Argentina para aproximar os ecossistemas de inovação dos dois países.

Confira a programação completa da missão em Buenos Aires

No ano que vem, serão realizadas quatro missões de internacionalização. Em maio, as startups brasileiras terão a oportunidade de conhecer o ambiente de inovação de Berlim. No segundo semestre, as empresas serão irão a Miami e Lisboa, em agosto e novembro.

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

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InovAtiva Brasil divulga startups selecionadas para o 1° Ciclo de Aceleração de 2017

Nesta segunda-feira, 20, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e o Sebrae divulgaram os nomes das 300 startups escolhidas para a primeira etapa. Foram selecionadas empresas inovadoras iniciantes de 18 setores da economia, com destaque para tecnologia da informação (25%), serviços (16%), saúde (12%) e agronegócios (11%). Essas empresas estão espalhadas por 103 cidades de 24 Estados – São Paulo (24%), Minas Gerais (13,33%) Rio de Janeiro (10%) tiveram o maior número de startups aprovadas.

A cada ano, o InovAtiva bate recorde de inscrições ao oferecer capacitação em empreendedorismo inovador; acesso a mentores nacionais e internacionais; conexão com possíveis parceiros e investidores; além de suporte para internacionalização e vantagens na adesão a outros programas de fomento oferecidos por instituições parceiras.

‘‘Nesse ciclo foram 1.793 propostas submetidas, 30% a mais que o melhor resultado anterior, o que significa que a competição foi muito maior, temos 300 empresas realmente qualificadas”, comemora Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC. Ele destacou que o objetivo do InovAtiva Brasil é qualificar startups com ideias e tecnologias incríveis, mas com pouco conhecimento de negócio. “São empreendedores com grande potencial, mas que em geral ainda não falam a língua do mercado, não sabem como atingir o seu cliente e abordar um potencial investidor. Auxiliamos nesse primeiro passo e entregamos elas mais estruturadas apenas quatro meses depois”, completa.

“O InovAtiva traz uma série de impactos positivos para as empresas participantes. Esses resultados podem ser percebidos no aumento da sobrevivência das empresas, da expectativa de faturamento e da valorização no mercado em que atuam”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Leandro Carioni, diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação CERTI, se mostra confiante com a seleção para o programa. “A conexão entre os mentores e empreendedores cria um ambiente propício para novas oportunidades como a geração de novos negócios e empregos. Com certeza as startups que estão entrando nesse ciclo vão aproveitar todos os benefícios que o InovAtiva oferece para acelerar o crescimento dos negócios”, destaca.

A TheBio, uma empresa de inovação biotecnológica focada em uma vacina capaz de apresentar resultados superiores às do mercado no cuidado das enfermidades animais, foi uma das 300 selecionadas pelo atual ciclo. Daniela Droppa, CEO da startup espera traçar e definir os processos na aceleração da maneira mais acertiva possível. ‘‘Com os cursos oferecidos pelo InovAtiva, vamos nos capacitar e aprender bastante. O programa vai contribuir para o nosso sucesso, assim como abrirá portas para investidores e também vai proporcionar prioridades em alguns editais de seus parceiros’’, comenta. A empresa está no processo de pré incubação na Incubadora de Base Tecnológica (ITEC) há quatro meses e este é o primeiro processo de aceleração que participa.

Os selecionados passarão por cursos de modelagem e validação da proposta de valor, acesso ao mercado, modelagem financeira das startups e acesso a capital. Ao final da primeira fase de mentorias, os participantes se encontram em Bootcamps regionais e entram em contato com mais mentores em oficinas e workshops presenciais.

Após o evento, serão selecionadas as 125 startups finalistas para mais dois meses de mentorias e a participação no evento que fecha a preparação dos empreendedores e conecta eles a potenciais investidores, clientes e parceiros, no Demoday InovAtiva. Em 2016, a startup Exchange Now ficou entre as eleitas pelos investidores e executivos como uma das mais bem preparadas no Demoday. ‘‘A plataforma online do programa foi o que mais nos atraiu. Depois dessa participação e a abertura para apresentar nosso negócio, saímos mais seguros do que quando entramos no InovAtiva’’, reforça o CEO Marcos Almeida.

Neste link, você confere a lista completa.

Fonte: InovAtiva Brasil

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Arranjos Produtivos Locais respondem por 660 mil empregos no Sul

Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) situados no Sul são responsáveis por mais de 660 mil empregos, em 2015. Ao todo são quase 37 mil empreendimentos na Região envolvidos em APLs. Essas vagas são distribuídas em 83 arranjos de 508 municípios e abrangem 30 setores da economia brasileira, como confecções, móveis, tecnologia da informação e agroindústria. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Os estados de Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS) são os que mais possuem APLs. Em SC, mais de 277 mil pessoas trabalham nas 12 mil empresas organizadas em arranjos. Já no RS, são 17 mil empreendimentos que empregam 242 mil pessoas. No Brasil, atualmente existem 677 APLs, em 2.175 municípios. As atividades desenvolvidas representam 59 setores da economia nacional, os principais são confecções, agricultura, móveis e turismo.

Conferência

Em razão da importância dos APLs para a geração de emprego e renda em todas as Regiões do Brasil, o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL), coordenado pelo MDIC, realiza a 7ª Conferência Brasileiras de Arranjos Produtivos Locais nos dias 9 e 10 de dezembro, em Brasília. A conferência tem como principal objetivo discutir políticas públicas para o setor e estimular o desenvolvimento regional. O evento conta com uma extensa programação com palestras, oficinas e trocas de experiências entre iniciativas de todo o país. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site do evento.

APLs

Empresas que estão localizadas em um mesmo território e que são do mesmo setor ou fazem parte da mesma cadeia produtiva podem se reunir em Arranjos Produtivos Locais para aumentar a competitividade e melhorar o desenvolvimento produtivo local. “A estratégia de êxito dos APL vincula modernas estruturas de Governança para a competitividade, que permitem a articulação de produtores no contato das cadeias produtivas e de seu entorno e destes com a instituições públicas e privadas de tecnologia. Além disso, essas estruturas proporcionam o fomento e a qualidade da atividade industrial e um poder de promoção do desenvolvimento regional, por meio da criação de riqueza e não apenas por meio de medidas compensatórias. A Conferência dos APLs constitui um marco único, que une o Governo Federal, os Estados da Federação e o setor produtivo, de forma a aliar essas duas perspectivas: a competitividade e o desenvolvimento regional e nacional.” explica o secretário do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Carlos Gadelha.

Os agentes econômicos que fazem parte de arranjos produtivos locais muitas vezes compartilham maquinário para conseguirem aumentar a produção, realizam capacitações e treinamento em conjunto, além de outras atividades que geram ganho para todas as empresas.

SERVIÇO:

7ª Conferência Brasileira de APLs

Dias: 9 e 10 de dezembro

Local: Centro de Eventos Brasil 21

SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A – Brasília-DF

Inscrições: www.conferenciabrasileiraapl.com

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Venture Capital e empreendedorismo

Ao analisar o desenvolvimento da indústria de Venture Capital, os integrantes da sessão “Venture Capital: a ebulição na base do ecossistema” do Congresso ABVCAP, reconheceram os avanços da indústria, mas também o longo caminho que é preciso percorrer para ampliar a inovação no País.

Augusto Ferreira da Costa Neto, gerente do Departamento de Investimento em Participações da Finep – Inovação e Pesquisa, comentou que desde 2000 já investiu R$ 700 milhões em 34 fundos, sendo que 70% da carteira é dedicada a Venture e Seed Capital .
Marcos Vinícius de Souza, Secretário de Inovação do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – também falou do projeto InovAtiva Brasil, programa de capacitação, mentoria e conexão para startups, que foi vencedor do Prêmio de Inovação em Gestão Pública do Ministério do Planejamento em 2014.

Mas ambos concordam com o despreparo dos empreendedores, lamentam a falta de bons projetos e ainda projetos bens escritos. Para eles, temos um ambiente de negócios pouco propício para o desenvolvimento de startupso que implica, inclusive, na queda de patentes brasileiras divulgada pelo INPI esta semana, mostrando que em 2013 retornamos ao mesmo patamar do início da década. “Caiu enormemente o número de empresas que inovam ou pretendem inovar. Precisamos trabalhar na busca de um ambiente de negócios melhor”, argumenta Rodrigo Menezes, Coordenador do Comitê de Empreendedorismo, Inovação, Capital Semente e Venture Capital da ABVCAP e sócio da Derraik&Menezes Advogados.

Menezes disse ainda que é preciso capacitar mais os executivos para startups e que a bagagem e o networking dos empreendedores nas mentorias melhoram muito o seu desempenho.

Já Anderson Thees, sócio da Redpoint eVentures, acredita que a média geral dos empreendedores melhorou nos últimos 3 anos. “Os aventureiros foram embora”, diz ele, mas faz a ressalva de que o setor que atua é naturalmente mais maduro para empreender. “Também temos um mercado muito promissor. A indústria digital cresceu mais de 20% no ano passado. Temos 100 milhões de pessoas online e mais 100 milhões querendo entrar”, pondera.

O secretário de inovação do MDIC terminou o debate falando da próxima edição do InovAtiva Brasil, que vai abrir vagas para mentores online, e terá cooperação internacional com alguns países como Reino Unido, França, Alemanha, Estados Unidos para capacitar o empreendedor a internacionalizar sua empresa. “Precisamos ainda melhorar algumas questões regulatórias para dar mais segurança jurídica aos investidores e melhorar o ambiente de negócios no Brasil. Com isso feito, não precisamos nos preocupar com o dólar”.

Sobre o Congresso ABVCAP

Organizado pela Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital, o evento aconteceu no Rio de Janeiro, nos dias 07 e 08 de abril, e é reconhecido como o maior encontro do setor de participações na América Latina. Reunindo players nacionais e internacionais da indústria de PE&VC e abrindo as comemorações dos 15 anos da entidade e a consolidação do setor, o evento trará discussões sobre o atual cenário desse setor, e vai mostrar que a indústria de participações está otimista em relação aos investimentos de longo prazo no Brasil devido a crescente ascensão da classe média e ao grande mercado consumidor.

O Congresso da ABVCAP contou com o patrocínio do BNDES, CVC, FINEP, KPMG, BM&FBOVESPA, Guernsey, EY, Merrill Data Site, Diligent, Bank of America Merrill Lynch, CAF, Deloitte, PWC, SEBRAE;Bradesco BBI, Mattos Filho Advogados, Pinheiro Neto Advogados e SP Capital IQalém da parceria institucional da ABDI, Apex-Brasil e BID/Fumin.

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Governo estimula investimentos em startups

As startups, empresas especializadas na oferta de serviços e bens inovadores, ganharam mais apoio do governo brasileiro. Por meio de um acordo assinado com a organização sem fins lucrativos, Anjos do Brasil, que apoia o empreendedorismo inovador brasileiro, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai buscar maneiras eficientes de auxiliar o desenvolvimento deste segmento empresarial.

De acordo com o secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto, o acordo irá possibilitar criar novas políticas públicas para estimular o chamado ‘investimento anjo’, que se direciona às empresas startups. “Contamos com a atuação da Anjos do Brasil fornecendo informações sobre o setor e, principalmente, desenvolvendo juntos instrumentos de apoio a esse segmento. Esses instrumentos poderão ser projetos específicos, como contratação de estudos e capacitação ou ainda aperfeiçoando o marco regulatório vigente”, afirma o secretário.

Fujimoto ressaltou ainda que o acordo não traz somente benefícios para investidores anjos ou empreendedores. “Ele criará o desenvolvimento de políticas públicas mais reais, diretamente ligadas a esse universo e que ajudarão também no crescimento de um país mais próspero e que aposta nos seus talentos”, disse.

Para a Anjos do Brasil, esse acordo representa um passo importante para a consolidação do segmento. “É uma grande honra podermos cooperar com o MDIC para o fomento do investimento anjo e para o desenvolvimento do empreendedorismo brasileiro. Consideramos este acordo um passo muito importante para que sejam desenvolvidas políticas e ações de estímulo a esta prática fundamental para o financiamento de negócios inovadores” afirma Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil.
Sobre a Anjos do Brasil

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