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E se São Paulo fosse uma Smart City?

Por Carlos Bokor e Mauricio de Paula

Em uma cidade de milhões de pessoas, analisar cada indivíduo é a chave para o sucesso! Destaque no mundo corporativo, a tecnologia de análise de dados está transformando as relações Empresas x Consumidores e começa a dar suas primeiras colaborações aos serviços públicos. Por meio da captação de informações, empresas públicas e órgãos federais começam a conhecer melhor os cidadãos atendidos, além de ter maior controle sobre seus processos internos, melhorando o atendimento à população e melhorando o aproveitamento da “máquina pública”. O Big Data, tecnologia responsável por esse tipo de processo, armazena, separa e analisa as informações disponíveis nos mais diversos canais, transformando hábitos, preferências e gostos em “respostas”. Essas respostas guiam os gestores para melhor atender o cliente, oferecer produtos certos ou até mesmo mudar sua operação interna. Considerando que os serviços públicos também devem estar voltados a seus clientes, no caso nós, contribuintes, como o Estado pode construir uma Smart City?

O que é uma Smart City?

Smartphones, Smartcars, seja o “Smart” que você quiser, todos esses dispositivos tem uma característica em comum: usar a tecnologia e inteligência artificial para analisar informações de forma sistêmica, traçando padrões e “respostas” que ajudem suas tarefas diárias. Em uma “Cidade Inteligente” não é diferente, por isso temos que ficar atentos a essa classificação: pontos de Wifi, iluminação com lâmpadas de LED e outras medidas tecnológicas que não tenham impacto direto na vida da população não podem ser consideradas “Smart”, mas sim modernas. A Smart City real usa os mais diversos tipos de tecnologia para melhorar as condições de vida da população, muitas vezes impactando setores que não dependem ou não aparentam usar tantos dispositivos assim, como o transporte público ou a gestão de recursos naturais, por exemplo.

Utilidades:

O setor de utilities, ou utilidades, é aquele que cuida da parte de infraestrutura dentro de uma cidade. Serviços de água e esgoto, iluminação e distribuição de energia são exemplos de “utilities” que compõem a grande São Paulo e podem ser impactadas diretamente pelo uso desse tipo a tecnologia: O conhecimento do histórico de consumo, por exemplo, permite que empresas de água e esgoto tenham visibilidade da operação total, identificando possíveis fraudes e vazamentos. O controle do fluxo de água poderia ajudar na distribuição, permitindo que os órgãos responsáveis manejassem fontes de agua por exemplo, escolhendo o manancial que gere menos custos com tratamento como fonte em períodos de menor consumo e estratégias complementares em picos de demanda.

Atualmente, a SABESP já tem um projeto de análise de dados em andamento, investindo em um “container de dados” que agrupa todas as informações disponíveis na rede de agua e esgoto. O principal resultado do investimento foi o dobro de retorno na área de auditoria, o que gerou lucro real além de economia de água.

Mobilidade:

Só o paulistano sabe como é difícil se locomover na maior cidade do país. Seja por meio do transporte público, carro particular ou até mesmo o famoso Uber, a maioria da população de São Paulo estão insatisfeitos com o seu ir e vir. As opções tecnológicas para esse setor são um pouco mais avançadas e exigem investimento em infraestrutura, conhecimento e equipamento: um dos melhores exemplos de evolução na mobilidade individual atual é o Waze, aplicativo popular que, além de servir como GPS, leva o motorista pelo caminho mais rápido.

Se o Waze facilita tanto a vida das pessoas ao pensar no “individual”, imagine um software desenvolvido pensando no coletivo, analisando os roteiros diários de cada morador de São Paulo, podendo fazer assim melhores trajetos e gestão de sinaleiros por exemplo. Com um pensamento mais futurista, esse tipo de informação pode dar ínicio a uma nova forma de gestão de ruas, em que o fluxo da cidade seria controlado de forma inteligente, adaptando diariamente os sentidos do trânsito por exemplo. No transporte público, o monitoramento do Bilhete Único, principal meio de pagamento de passagens, poderia gerar uma série de informações diárias, possibilitando, por exemplo, uma melhor gestão de frotas, oferecendo mais transporte em horários de pico. Tudo isso de forma certeira e integrada entre todos os meios públicos de locomoção. Hoje já percebemos que a CPTM e o Metrô começam a tentar tomar atitudes “smart”, adotando linhas expressas e controle de tráfego inteligentes, mas que ainda podem melhorar com o uso do Big Data.

No final do dia, o que percebemos é que as informações necessárias para transformar São Paulo em uma cidade inteligente já estão na “mesa”, sendo uma possível mina de ouro para os serviços públicos. Modernizar a máquina estatal abre possibilidades para um melhor aproveitamento dos servidores públicos, melhorando a qualidade de vida dos próprios servidores e da população que depende dos seus serviços, trazendo ganhos reais para a sociedade.

Carlos Bokor é diretor da Teradata Brasil. Mauricio de Paula é Senior Business Consultant da Teradata Brasil.

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Pizzarias investem em aplicativos próprios para fidelizar clientes

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Para fidelizar seus clientes, e conquistar novos consumidores, pizzarias de São Paulo começam a investir no desenvolvimento de seus próprios aplicativos para atender com ainda mais agilidade, comodidade, e oferecer descontos e promoções a todos os perfis de clientes. Até então, os restaurantes utilizam apenas os aplicativos market place, que conectavam usuários a todos os tipos de restaurantes, mas esse cenário fez um novo movimento: entrada de aplicativos próprios, desta forma, o cliente consegue ir direto ao estabelecimento pelo celular, e fazer seu pedido.

É o caso da Pizzaria Panini, Maurício de Paula, proprietário do estabelecimento, aderiu a tendência, e 10% de suas vendas totais são através do aplicativo próprio, e esse número tende a aumentar ainda mais. “Inicialmente optamos pelos aplicativos de pedidos tradicionais para fazer um teste, com o passar do tempo a demanda foi crescendo e investi no aplicativo da pizzaria”, comenta Maurício. “Ter o app da minha pizzaria é muito mais vantajoso e econômico,”, completa.
Em um comparativo realizado pela Pizzaria Panini, em um ano (de setembro de 2015 a setembro de 2016) o aplicativo aumentou suas vendas em 10%. “Em 2017 a previsão é que aumente para 25%” explica Maurício

A cada 100 pedidos, 10 são diretos pelo aplicativo da pizzaria. “O costume de pedir por aplicativo é uma realidade que veio para ficar. Com a nossa plataforma cada vez mais estruturada, conseguimos a cada dia atrair e fidelizar mais consumidores”, explica Maurício.
Através do app é possível fazer o pedido com promoções e descontos exclusivos, ter acesso completo ao cardápio e foto das pizzas, com a opção de adicionar ou remover ingredientes, personalizando sua pizza – quem utiliza o app já tem 10% de desconto garantido além de outros benefícios.

De acordo com a Apuesp – Associação Pizzarias Unidas do Estado de São Paulo – o aplicativo próprio é uma forma mais eficaz e inteligente de aproximar a marca ao consumidor. Os aplicativos oferecem desde cardápio até avaliação sobre o atendimento e produto, incluindo promoções e descontos. “Uma das estratégias utilizadas pelos donos de pizzarias para driblar a crise é investir em tecnologia. Quem está seguindo esta receita está conseguindo aumentar suas vendas”, diz Ricardo Vilibor, presidente da associação. “Os aplicativos nos fornecem respostas imediatas sobre a qualidade do produto e a satisfação do cliente, desta forma, podemos investir em promoções especificas e novos produtos conforme a demanda” finaliza Ricardo. Atualmente a Apuesp oferece aos seus associados parceria com desenvolvedores de aplicativos como Wabiz, CCM e Ecomanda.

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Loja do futuro mostra novas possiblidades tecnológicas para o mercado varejista brasileiro

A Latam Retail Show 2016 irá acontecer entre os dias 23 e 25 de agosto, apresentando o que há de mais novo para o varejo brasileiro, abordando conceitos como “grandes ideias que inspiram”, “melhores práticas nos negócios” e “o futuro do consumo”. Dentro da feira teremos a “cereja do bolo”, a Loja do Futuro: um local que vai mostrar novas tendências e práticas de mercado que já estão a disposição do mercado varejista.

Para a Loja do Futuro, o GS&MD preparou quatro ambientes, sendo eles: moda, alimentação, beleza e conveniência. Independente da seção que o participante esteja, ele vai ter a possibilidade de experimentar o conceito de “Experiência 5.0”, que nada mais é que a integração entre loja e consumidor, permitindo que os varejistas presentes sintam “na pele” esse tipo de conceito.

A Loja do Futuro apresentará três tipos de experiência, envolvendo a jornada do consumidor, do vendedor e do gestor, gerando diferentes visões, sensações e análises, criando uma experiência diferenciada. No interior da loja a integração entre pessoas e tecnologia promete propiciar ao visitante integração física e digital, possibilitando a personalização, atendimento consultivo de alta performance, ativação e total controle de todos os dados analíticos para melhora dos resultados.

A análise de dados e o futuro do varejo – O consumidor moderno é cada vez mais analítico: pesquisa antes de qualquer compra, vê os reviews do produto, opiniões sobre a entrega, durabilidade, garantia e outros vários fatores antes de uma compra. Ao varejista que não quer ficar para trás, cabe adotar esse comportamento, deixando a agressividade de outros tempos para ser mais assertivo, mais pessoal. Pensando nisso, o GS&MD apresenta o “cérebro” da Loja do Futuro, a “brain room”. Para Maurício de Paula, consultor de negócios sênior para a indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata “os dados são o caminho para o futuro do varejo. Independente do seu nível de concordância ou não com essa afirmação, o fato é que as tecnologias digitais e móveis, mídias sociais e a internet (das coisas e sem as coisas) geram informações para ajudar os varejistas a fazerem novas perguntas de negócios, descobrir respostas e capitalizar oportunidades sem precedentes”. De acordo com a Teradata, empresa responsável pela central de análises, o centro de analytics vai mostrar como um bom gestor pode acompanhar todos os processos dentro de sua loja, adquirindo conhecimento sobre suas operações, vendas e experiência de compra do consumidor, sempre com o intuito de gerar novos insights positivos.

Para Maurício, a loja do futuro que está cada vez mais no “presente” será uma excelente oportunidade para os participantes da feira conferirem as novas práticas de mercado e o tal “Big Data”. Toda essa tecnologia será demonstrada de forma pragmática, mostrando como o mercado do varejo pode e deve aplicar a análise de dados e novas tecnologias a fim de criar aplicações analíticas que estejam diretamente relacionadas as tomadas de decisões, impactando os processos de negócio geradores de receita.

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O caminho do sucesso do seu e-commerce passa pela “busca”

O consumidor moderno é cada vez mais empoderado, busca as melhoras saídas, busca os melhores preços, busca as melhores avaliações. Você achou que a palavra “busca” foi usada muitas vezes? Isso foi só para ilustrar a importância desse mecanismo na estratégia de vendas da sua empresa.

Em tempos nos quais o e-commerce segue crescendo, não apenas em volume de vendas e clientes, mas também em número de produtos ofertados (fenômeno do Marketplace) é normal que fique cada vez mais difícil de se encontrar o que é desejado usando um contexto de navegação convencional, que filtra as buscas em categorias, subcategorias e lista de produtos. O cliente moderno quer encontrar o que ele busca com apenas uma pesquisa, um click. Além desse fator comportamental, temos dados que mostram que a busca de um e-commerce é o primeiro mecanismo a ser usado por um consumidor dentro de um website. Caso essa experiência não seja positiva, é possível que você esteja mandando esse cliente direto para o concorrente, tendo um abandono silencioso e perigoso, que muitas vezes define o insucesso ou prejuízo da sua operação online.

A “busca” em dados – Segundo pesquisa da Teradata, 75% dos consumidores só olham a primeira página de resultados de uma pesquisa. Desses clientes, 35% deles dão atenção somente aos três primeiros itens da lista, ou seja, você tem uma amostra de erros e acertos muito pequena, exigindo mais assertividade do que complexidade.

A análise de dados a favor da sua busca pelo sucesso – Eu sei como escrever? O café é espresso ou expresso? Eu talvez não saiba o nome da marca, nem o nome técnico do produto, mas eu quero um item específico, será que a busca vai retornar algum resultado que atenda o meu desejo de compra? E se retornar vai ser o produto ou um conjunto de produtos que realmente estão relacionados aquilo que estou buscando? Analisando esse tipo de informação (o que está sendo procurado, como, pesquisas que retornam “zero produtos” aos visitantes, etc.) pode-se obter uma série de insights diferentes que se tornam ações práticas de correção ou mesmo de “aprendizado” para o motor de buscas, otimizando as conversões em vendas.

Soluções para pequenos, médios e grandes – Hoje, as ferramentas de análise de dados atendem todo o tipo de varejista virtual. Segundo Mauricio de Paula, consultor sênior para indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata, ‘Todos os e-commerce deveriam se beneficiar desse tipo de abordagem: hoje existem soluções “prontas” que podem ser customizadas e rapidamente aplicadas, gerando valor instantâneo não necessitando de grandes investimentos na largada do projeto, podendo inclusive explorar modelos como “as a Service”, atendendo a cada demanda e poder de investimento.

Como resultado, no curto prazo essas melhorias podem gerar aumento nas conversões e na satisfação de compra dos usuários. No médio e longo prazo essas medidas podem ocasionar a criação de uma inteligência associativa que pode ser utilizada para melhorar questões relacionadas a lealdade entre outras aplicações analíticas, como: afinidade de produtos, comportamento dos consumidores/segmentação de clientes, etc.

Ficou interessado? Está “buscando” soluções para a ferramenta de pesquisa do seu e-commerce? Venha participar do Comitê de E-commerce, organizado pelo IBEVAR e Teradata. O evento, que acontece dia 16/08, na sede do IBEVAR, irá discutir os temas mais relevantes para a gestão inovadora de um e-commerce, seus desafios e principais ferramentas de análise de dados disponíveis para esse mercado virtual. Para maiores informações: contato@ibevar.org.br

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