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Real Trends renova imagem e tem forte crescimento

A Real Trends, plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre, se renova melhorando sua imagem e plataforma. A companhia anunciou que, nesta data, conta com mais de 8000 clientes e que no decorrer de 2018 obteve um crescimento de 200%.

A premissa que a startup apoia é “facilitar a vida dos vendedores” por meio de uma solução all-in-one que oferece todas as ferramentas necessárias para vender profissionalmente e diferenciar-se da concorrência.

“Um dos principais objetivos da Real Trends implica em melhorar a experiência de nossos usuários e oferecer todas as ferramentas e funcionalidade para que possam vender mais e melhor; e neste sentido, trabalhamos na melhora de nossa plataforma e do nosso site”, destacou Javier Goilenberg – CEO e Cofundador da Real Trends.

Por sua vez, Patrício Molina, CTO e co-fundador da empresa acrescentou: “As tecnologias e formas de navegação evoluíram muito desde que lançamos a primeira versão da Real Trends, há mais de quatro anos, então também precisávamos atualizar e melhorar”.

Desta forma, a Real Trends continua a evoluir para que seus clientes possam vender mais oferecendo excelentes serviços, otimizando sua gestão diária e aproveitando as oportunidades de mercado em tempo real.

Real Trends na Mercado Livre Experience

A Real Trends participou da Mercado Livre Experience 2018 em São Paulo. Nesta terceira edição, o evento reforçou o seu compromisso com o mercado de tecnologia e e-commerce, contribuindo para que desenvolvedores e vendedores se conheçam e gerem oportunidades. Com esse intuito, milhares de pessoas passaram pelo estande da empresa.
¨É muito importante pra gente conhecer os rostos, tirar as dúvidas e interagir ao vivo com nossos clientes, parceiros e o público em geral. Eventos como esses são muito importantes para confraternizar e profissionalizar o trabalho por meio das palestras e workshops que acontecem no evento¨, salientou Goilenberg na hora de analisar o acontecido em São Paulo no primeiro fim de semana de setembro.

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OLX busca 39 profissionais para diversas áreas da empresa

A OLX está com 39 vagas abertas em diferentes áreas para as regiões de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre as oportunidades, são 11 vagas em Tecnologia, 6 no Comercial, 5 para Produto, 5 também para o Financeiro, 4 no Marketing, 3 em Customer Service e 1 em Estratégia e Planejamento, além de outras áreas. As candidaturas podem ser feitas na página de carreiras da empresa.

Das vagas anunciadas, o destaque vai para a função de Gerente de Desenvolvimento de Software – Big Data, no Rio de Janeiro, no qual a empresa busca por um profissional com background em desenvolvimento de software, forte conhecimento e experiência com métodos ágeis no dia a dia e perfil colaborativo. É necessário ter experiência na gestão de pessoas, já que a vaga é para liderar a equipe de Big Data da OLX e desenvolver as competências de cada funcionário.

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Internet das Coisas: prepare-se para uma onda de novas oportunidades em estratégia de negócios – Por Flávio Stecca, CTO da Movile

Quando o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 bilhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo, em 2014, o mundo passou a conhecer uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ‘internet das coisas’. Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ‘dono’ que perdeu as chaves. Apesar da ‘Internet of Things’ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios.

As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras! Aqui no Brasil, o estudo contratado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para embasar o Plano Nacional da Internet das Coisas, estima que essas tecnologias poderão gerar entre U$ 50 e U$ 200 bilhões por ano, até 2025. Trazendo para a perspectiva atual, basta ver a rápida evolução conceitual e tecnológica do próprio Amazon Echo: se em sua primeira versão o dispositivo respondia a simples comandos de voz por meio de sua assistente pessoal, a simpática Alexa. Hoje, com a ajuda de algoritmos de inteligência artificial, o aparelho executa tarefas de complexidade bem maior. Quer comprar um ingresso para o show da sua banda favorita? A Alexa pode fazer isso antes mesmo de você verbalizar o desejo, ao saber que a sua banda favorita tocará na sua cidade. Vai receber um casal de amigos para um jantar? A Alexa pode se conectar ao serviço de delivery do seu restaurante favorito e fazer o pedido.

Se as possibilidades de novos serviços e produtos que surgem com a sofisticação da Alexa já são impressionantes, imagine quando essa tecnologia atingir todo o resto da economia, presente em muito mais objetos e equipamentos conectados à internet. Basta imaginar que hoje, de acordo com a Internet World Stats, temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet, cerca de 51% da população mundial. O número de aparelhos conectados crescerá bem mais rápido e em progressão geométrica: a previsão é que em 2020 tenhamos mais de 20 bilhões desses objetos conectados. E com a tecnologia conhecida como ‘machine learning’, essas coisas estarão ‘pensando’ suas próprias ideias, baseando seu aprendizado em análises de dados e no comportamento de seus usuários.

As empresas que levarão vantagem sobre a concorrência serão aquelas que conseguirem não apenas reunir todos esses dados coletados por suas máquinas inteligentes, mas analisá-los e processá-los para oferecer serviços que melhorem a vida de seus usuários. Dados coletados e analisados sob um o contexto correto podem fornecer possibilidades surpreendentes. Além de casas inteligentes, já temos lojas inteligentes, estoques inteligentes, linhas de montagem inteligentes, supply chains inteligentes. É por isso que temos que estar preparados: produtos mais inteligentes, segmentados, customizados tornam consumidores mais exigentes com o anseio de atendimento eficiente e personalizado.

Há diversas áreas em que a IoT será disruptiva para as empresas. Vai melhorar o processo de tomada de decisões, que passará a ser mais baseada em dados objetivos ‘colhidos’ pelos próprios produtos, desde a sua elaboração na linha de montagem até à forma com que seus consumidores os utilizam. Isso terá impacto direto também na melhoria da gestão das empresas, reduzindo custos operacionais e otimizando os gastos.

E quais empresas vão conseguir fazer isso bem e surfar essa onda de oportunidades?

Na Movile, nos esforçamos muito para enxergar as disrupções causadas pela tecnologia como oportunidade de crescimento e aprendizagem. Porém, não é somente com uma visão de futuro que se cria uma empresa inovadora. Fomentamos a cultura de errar e aprender rápido, por isso trabalhamos desenvolvendo centenas de pilotos sempre com propósito de fazer a vida de um bilhão de pessoas melhor. Acreditamos que se aprendermos um pouco sobre nossos usuários em cada piloto e trabalharmos duro para resolvermos os problemas e corrigirmos os erros, vamos construir algo que agrega valor na vida das pessoas. Um exemplo disso é o recém-lançado assistente de voz da PlayKids para o Google Home e dispositivos Android. A nossa ideia ao lançar essa feature é oferecer mais uma possibilidade de interação para as crianças. Hoje, a PlayKids é uma plataforma educativa na qual elas interagem com jogos, músicas, vídeos, livros seja pelo tablet ou smart tv’s. Com o assistente de voz do Google, agora elas passam a interagir com a música em um outro formato ainda mais intuitivo. Além da PlayKids, outro serviço é o Rapiddo Click, desenvolvido pela Rapiddo Entregas: por meio de um botão, é possível convocar motoboys cadastrados com uma economia de até 98% do tempo. A novidade tem como foco os restaurantes e serviços de delivery com grande demanda, mas o maior beneficiário será mesmo o cliente final, que receberá sua entrega com mais rapidez. O iFood também apresentou uma solução semelhante para facilitar a vida dos seus usuários: já é possível pedir o delivery do seu prato favorito apertando apenas um simples botão.

Para mim, uma das maiores oportunidades está em quais novas estratégias e modelos de negócios surgirão com essa onda de inovação. Pensar em como catapultar negócios atuais, como encontrar sinergias e complementaridade com o que já dá certo hoje, ou como viabilizar modelos até então inviáveis anteriormente por limitações tecnológicas.

A IoT evoluirá de maneira tão surpreendente que assistiremos a uma revolução dentro da revolução. As coisas não apenas poderão trocar informações entre si, mas realizar transações entre elas. Como isso vai mudar a criação de novos produtos? E a legislação? E a publicidade? Teremos que criar campanhas de marketing específicas para máquinas? Veremos objetos comprando outros objetos, criando uma economia paralela totalmente nova?

Depois de derrubar as paredes das casas inteligentes, prepare-se para a Internet das Coisas bater à porta da sua empresa. Pode ser um mensageiro com uma notícia ruim, ou uma oportunidade pela qual você esperou a vida toda.

*Flávio Stecca é apaixonado por inovação e por estimular o crescimento da Movile. Stecca tem mais de 13 anos de experiência na vanguarda da inovação tecnológica e atualmente é CTO da Movile, desempenhando papel fundamental na criação e desenvolvimento da estratégia de tecnologia da Movile. Dentro do grupo Movile, antes de se tornar CTO, foi CEO da PlayKids, uma das plataformas educacionais para crianças com maior taxa de crescimento. Stecca é formado em Ciência da Computação pela UNICAMP e concluiu os cursos de Gerenciamento Executivo em Harvard, MIT e Stanford.

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O que o e-commerce pode esperar do Dia do Consumidor – Por Cesar Zuntini

Se me lembro bem, o Dia do Consumidor, 15 de Março, era uma data que há três anos passava praticamente despercebida pelo calendário do varejo. Mas para a surpresa do mercado, o evento tem crescido e gerado resultados de vendas animadores para o primeiro semestre. Mesmo com a crise econômica do país, em suas últimas edições, a ocasião alcançou um crescimento anual de 15% a 18%, com um faturamento de, aproximadamente, R$ 265 milhões, segundo a estimativa do e-bit. A boa notícia é que, se mantivermos o mesmo ritmo, este ano essas proporções podem ser ainda maiores no comércio eletrônico.

Com a evolução do evento e toda a expectativa do e-commerce em torno da data, é possível considerar que o Dia do Consumidor, a longo prazo, tem potencial para se tornar sim, a “Black Friday” do primeiro semestre. Há uma mobilização mais intensa, tanto da parte dos usuários, que estão pesquisando mais e buscando por ofertas mais atrativas, quanto nos preparativos das lojas online e redes de afiliados.

A partir desta perspectiva, conseguimos destacar aqui algumas das principais tendências que podem se consolidar no Dia do Consumidor deste ano:

Maior oferta de cupons de desconto

No último ano, o número de códigos promocionais oferecidos pelas lojas online, especificamente para o Dia do Consumidor, cresceu 50% em relação a 2016. A estratégia de disponibilizar os códigos promocionais na ocasião já faz parte das ações de marketing de pequenos e grandes varejistas com o objetivo de atrair novos clientes e aumentar a taxa de conversão na loja. No Dia do Consumidor, os cupons costumam gerar até 40% de desconto nos produtos, dependendo da categoria.

Crescimento do Marketplace

Grandes e-commerces como Walmart, Submarino e Casas Bahia têm aberto cada vez mais espaço para as vendas via marketplace, e, há uma grande possibilidade que este impacto seja percebido pelo mercado nas ações deste primeiro semestre. A vantagem para os usuários é poder contar com um amplo sortimento de produtos oferecidos por diversas lojas dentro dessas plataformas. No entanto, a compra de produtos via marketplace requer um pouco mais de pesquisa pois, mesmo que o item esteja “mais barato” em determinada loja, o valor do frete varia de acordo com a localização de cada fornecedor. Por isso, é importante que o consumidor compare o preço final da compra, para se certificar que está fazendo a melhor escolha.

Preços mais competitivos

Com o aumento de participação de pequenos lojistas via marketplace e uma maior atenção do mercado para o Dia do Consumidor, a tendência é que a disputa pelo menor preço no e-commerce fique ainda mais acirrada, a exemplo do que acontece na Black Friday, em novembro. Mas, para que isso aconteça de maneira sustentável para as lojas online é importante que haja um planejamento eficiente para as vendas, incluindo negociação com fornecedores e empresas de logística.

Cesar Zuntini, Head de Conteúdo e Partnership do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país, e que recentemente iniciou operações no México, Chile e Colômbia.

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Saiba por que 2018 será o ano da consolidação dos marketplaces

Na América Latina se espera um 2018 em que se verão importantes avanços no mundo do e-commerce, ainda mais no setor de marketplaces. A Amazon já vem trabalhando fortemente no México e há alguns meses começou também no Brasil.

Esta situação vem para romper o relativo status quo em que se encontram os marketplaces. Um dos gigantes e líderes do e-commerce da região, Mercado Livre, já começou a mover suas peças para não perder competitividade e seguir impulsionando o desenvolvimento do setor. Subsídios de envios grátis e melhoras nos catálogos do site para mostrar as características dos produtos de uma maneira mais completa, são algumas de suas ações.

¨Na América Latina as vendas no e-commerce representam apenas 3% do total de vendas, enquanto em países como Estados Unidos já chega a 10% e na China a 25%. O jogo está apenas começando” ressalta Javier Goilenberg, CEO e Co-Fundador da Real Trends uma plataforma de análise e gestão em tempo real para quem trabalha com e-commerce.

O modelo de Fulfillment junto com o uso de tecnologias de Big Data e Machine Learning são algumas das estratégias utilizadas pelos especialistas do comércio eletrônico que decidem tomar a frente em questões de inovação.

Goilenberg analisa a situação para explicar melhor do que se tratam estes instrumentos. “Com o desenvolvimento do modelo de Fulfillment, o vendedor pode enviar seus produtos a um deposito gigante do Mercado Livre ou da Amazon e então, quando uma compra é realizada, eles podem se encarregar do envio, escolhendo o melhor meio de entrega, garantindo os melhores tempos de despacho e assegurando uma excelente experiência aos compradores, assim como a Amazon vem fazendo nos Estados Unidos há vários anos”.

No caso pontual do Mercado Livre, segundo Goilenberg, “graças ao uso do Big Data, um vendedor que utiliza a Real Trends pode analisar todo o mercado, conhecendo a participação de mercado de cada setor, os produtos mais vendidos, rankings de vendedores, distribuições de preços, entre outros. Isto é possível já que se coleta informações de tudo o que é publicado no Mercado Livre todos os dias e se transforma centenas de gigas de dados em informação de valor. Com esta informação, por exemplo, o vendedor pode descobrir que existem certos produtos que vendem bem e saber a que preço teria que vendê-los para ganhar estas vendas. Também pode descobrir oportunidades em certos nichos ou decidir com informação 100% certeira quais de seus produtos devem receber maior atenção”.

Já o Machine Learnig consiste basicamente em que um sistema não se comporte sempre da mesma maneira, mas que aprenda continuamente a partir do comportamento de seus usuários e melhore seu serviço. Segundo o fundador da Real Trends, a partir de sua plataforma “utiliza-se a Machine Learning para sugerir automaticamente ao vendedor uma resposta para uma pergunta de um potencial comprador. A medida que o vendedor vai respondendo mais perguntas com este “sugeridor de respostas” vai se otimizando e lhe oferece maior qualidade de respostas automáticas. Estou seguro de que veremos cada vez mais implementações de Big Data e Machine Learning em plataformas de e-commerce, assim como em qualquer plataforma online”.

Sem aprofundar demais o tema, hoje Big Data e Machine Learning estão presentes no dia a dia de plataformas de entretenimento como Spotify, que recomenda listas e artistas baseado no que o usuário escutou anteriormente e no que escutam seus amigos. Outro caso é o Netflix, que sugere que sugere quais séries e filmes podemos gostar, a partir de uma análise não somente do que foi assistido anteriormente, mas também com base em outros milhões de usuários que assistiram o mesmo que nós. Também em redes sociais como o Facebook e o Instagram que recomendam conteúdo que podemos gostar ou o Linkedin, que sugere pessoas que podem nos ser atrativas para agregar nossa rede de contatos.

Por último, o Publicador Massivo, que é uma ferramenta exclusiva da Real Trends, busca simplificar a vida do vendedor do Mercado Livre. “Aquele vendedor que controla um inventário de menos de cem produtos, pode publicá-los um a um e manter o estoque e os precos atualizados manualmente. No entanto, para os grandes vendedores que têm mais de quinhentos produtos, vendê-los e trabalhá-los um a um ficaria bem mais difícil. O Publicador Massivo permite subir ao Mercado Livre milhares de produtos de forma mais simplificada: com um arquivo de Excel. Por sua vez também serve para o vendedor atualizar qualquer atributo de seus produtos de forma massiva”, comenta Goilenberg.

Frente a este panorama de melhora na experiência de compras online, os custos de envios subsidiados e o continuo crescimento da penetração da internet nos diferentes países, será novamente um ano onde o e-commerce seguirá ganhando terreno do mercado tradicional offline.

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