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Com foco no Brasil, AVG lança nova geração de produtos em português para o consumidor final

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A AVG® Technologies N.V. (NYSE: AVG), a empresa de segurança online que fornece software e serviços líderes para proteger aparelhos, dados e pessoas, anuncia hoje o lançamento de seu novo pacote de soluções voltadas ao consumidor final em português. As versões atualizados dos produtos AVG Protection e AVG Performance para PC e Android, agora totalmente em português, incluem novas funcionalidades de detecção de malware, novos ajustes no painel de controle, melhor limpeza de arquivos e total suporte ao for Windows 10.

Os produtos AVG serão, a partir de agora, auto-atualizados constantemente, para que seus usuários possam sempre ter as melhores ferramentas e funcionalidades sem ter de se preocupar com as atualizações. Esse é o primeiro passo da AVG rumo ao modelo de fornecimento de Segurança como Serviço (Security as a Service).

Além de incluir as mais recentes soluções da AVG para Windows, Android, iOS e Mac OSX, as duas linhas de produto oferecem a premiada plataforma AVG Zen®, que torna mais fácil o monitoramento e gestão de proteção e desempenho de um número ilimitado de aparelhos de todos os membros de uma família ou grupo, à partir de um único painel de controle em qualquer PC ou dispositivo Android.

“Seja pelo número de dispositivos que possuímos ou pelo volume e tipos de apps que utilizamos em nosso dia a dia, o mundo digital é, hoje, cada vez intrínseco às nossas vidas; e essa dependência parece não dar sinais de acabar ou diminuir”, afirma Leandro Mantovam, Country Manager da AVG Technologies no Brasil.

“Apesar do cenário parecer cada vez mais complexo, nossa premissa é que consumidores e empresas não podem ficar desprotegidos. É por isso que estamos constantemente desenvolvendo nossos produtos, para que possamos dar aos nossos clientes a paz de espírito de que seus aparelhos estarão sempre protegidos e com desempenho máximo, não importando o quanto esses dispositivos venham a mudar ao longo dos anos”, completa Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG no Brasil.

Conheça as melhorias da nova versão em português:
AVG Antivírus para Windows

• Detecção na nuvem em tempo real: ajuda a encontrar instantaneamente novos malware e brechas, usando a crowd intelligence baseada na nuvem;

• Detecção com Inteligência Artificial: Uma avançada ferramenta de inteligência artificial foi adicionada para identificar proativamente novas ameaças em tempo real, antes mesmo que nosso time do AVG VirusLab as tenha classificado;

• Escudo Online atualizado: na versão PRO foi incluída a detecção na nuvem para identificar downloads maliciosos mais rápido do que nunca.

AVG AntiVirus para Android

• Melhor proteção contra malware: melhor proteção a smartphone ou tablet, graças ao novo Sistema de varredura inteligente baseado na nuvem, com menor tempo de varredura e melhor poder de detecção;

• Antirroubo atualizado: algoritmos atualizados tornam a localização remota mais rápida nas versões FREE e PRO;

• Mais informativo: para tornar os resultados de pesquisa mais fácil de entender, integramos com AVG VirusLab para fornecer mais informações sobre as ameaças que encontramos;

• Modo “Economizar Bateria”: tornamos mais fácil a melhoria da vida útil da bateria, permitindo que você ligue o modo “Economizar Bateria” diretamente do painel de notificação do seu telefone.

AVG Antivirus para Mac

• Nova Quarentena: no AVG Antivírus para Mac agora os usuários podem isolar os vírus infiltrados do resto de seus dispositivos Mac, para que possam decidir como lidar com essa ameaça depois.
AVG PC Tune Up

• Novo painel de ajuste: dando aos usuários acesso rápido a todos os recursos de ajuste e melhor visibilidade de possíveis problemas de desempenho;

• Limpeza de PC atualizada: agora limpa mais jogos do Steam, esvazia a pasta de Downloads e limpa aplicativos adicionais, como o VMware;

• Limpeza de Navegadores atualizada: remove 60 tipos de traços de navegadores dentre eles os mais populares como Internet Explorer, Google Chrome e Firefox.

AVG Cleaner for Android

• Novo App Manager: dá aos usuários uma visão geral imediata dos apps que mais consomem recursos em uma única tela e ajuda a se livrar deles de uma vez por todas.

AVG Cleaner para Mac

• Novo iPhoto Cache cleaning: impede que arquivos de “cache” do iPhoto tomem espaços importantes que geram a necessidade de deletar fotos com o passar do tempo.

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AVG alerta: ferramenta do Windows 10 pode gerar problema de privacidade

O Windows 10 trouxe uma série de novos recursos e ferramentas para seus usuários, dentre eles o Wi-Fi Sense, projetado para facilitar a conexão com a Internet para Windows Phone. O problema, alertam os especialistas da AVG Technologies, empresa de segurança on-line de 202 milhões de usuários ativos, é que essa inovação pode expor os usuários e comprometer sua privacidade.

Conforme explicação na página da própria funcionalidade do Windows, o Wi-Fi Sense:

– Possibilita conexão automática às redes abertas compartilhadas que ele (re)conhece;

– Aceita termos de uma rede Wi-Fi de utilização em seu nome e fornece informações adicionais para as redes que requerem isso;

– Permite ao usuário trocar o acesso à rede Wi-Fi protegida por uma senha com seus contatos para dar e ter acesso à Internet sem ter a acesso a senhas de outros usuários da rede de Wi-Fi.

“Apesar destas características serem potencialmente convenientes para o usuário, existe a preocupação com a segurança e privacidade. Ao acionar esta funcionalidade o aparelho se conecta automaticamente às redes Wi-Fi disponíveis. O problema é que nem todas as redes abertas estão seguras, podendo conectar outras pessoas deliberadamente mal-intencionadas. Acessando a Internet nesses locais o usuário pode ter seu tráfego interceptado por um cibercriminoso”, explica Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

Aceitar termos de uma rede Wi-Fi de utilização automática em seu nome também pode não ser a melhor escolha para o usuário, pois não se sabe se a página de destino é legítima ou criptografada.

Ao solicitar um endereço de email ou outras informações pessoais para validação, o sistema dá uma chance de avaliação da confiabilidade de um provedor, mas o Wi-Fi Sense aparentemente disponibiliza os dados do usuário para qualquer rede que solicita, podendo causar um problema de privacidade.

O último recurso, por sua vez, partilha senhas de Wi-Fi com os contatos do usuário, o que é um pouco menos preocupante, mas ainda depende da total confiança nas pessoas que integram essa lista de contatos. Em combinação com as outras duas características, ao receber uma senha de rede a partir de um contato, o usuário poderia se conectar automaticamente a uma rede de pessoas mal-intencionadas e potencialmente entrar em risco.

Como desativar o Wi-Fi Sense?

Desabilitar o Wi-Fi Sense é simples. No Windows 10 do dispositivo vá em Configurações > Wi-Fi > Wi-Fi Sense > Desativar.

Dicas para uso seguro Wi-Fi

Quando se trata de usar a internet do smartphone, geralmente alguns cuidados são necessários:

– Hackeamento do Wi-Fi-: essa é a ameaça mais comum ao usar Wi-Fi público. Quando o usuário se conecta a uma rede pública (em um restaurante, aeroporto ou hotel, por exemplo), outros usuários podem interceptar o tráfego de Internet, coletar senhas, acessar fotos, e-mails privados, cookies do navegador e muitas informações pessoais;

– Rastreamento de Wi-Fi: atualmente, softwares especializados permitem que praticamente qualquer pessoa consiga usar o sinal Wi-Fi do celular para rastrear a localização e até identificar um usuário. O Rastreamento Wi-Fi é ainda mais preocupante porque a maioria dos usuários de smartphones deixam o Wi-Fi ligado quase o tempo todo;

– Outra questão gerada por esse uso da rede sem fio é que grandes redes varejistas, hoje, usam o sinal Wi-Fi para analisar o comportamento de usuários nas lojas ou em dentro das cidades e podem, até mesmo, rastrear a identidade do usuário sem que este tenha conhecimento.

Por conta dessas vulnerabilidades, o Laboratório de Inovação da AVG em Amsterdã, Holanda, desenvolveu o AVG Wi-Fi Assistant para ajudar a combater esses problemas.

O AVG Wi-Fi Assistant pode criptografar todos os dados do dispositivo ajudando a garantir que, mesmo em caso de invasão, os dados do usuário permanecem seguros.

Para ajudar a evitar o problema de rastreamento do Wi-Fi, por exemplo, o AVG Wi-Fi Assistant impede que o dispositivo se conecte automaticamente a redes Wi-Fi públicas ao desligar o Wi-Fi quando o usuário não estiver usando. Isso também ajuda a mantê-lo a salvo de rastreadores.

“A AVG vem constantemente pensando em soluções que possam tornar o uso da tecnologia ainda mais seguro e prático, sem que o usuário tenha que temer exposições excessivas e riscos desnecessários no seu dia a dia”, finaliza Sumrell.

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AVG alerta: evite golpes na "Black Friday"

A “Black Friday”, dia dedicado mundialmente a super descontos nas lojas e redes de varejo para queima de estoque, que acontece sempre um dia após a comemoração do “Dia de Ação de Graças” americano, está chegando. Este ano, as ofertas acontecerão no dia 28 de novembro e, apesar dos descontos tentadores, as compras podem ser uma grande cilada se não forem feitas de maneira segura.
Por este motivo, a AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 188 milhões de usuários, alerta: os descontos nos sites de varejo atraem não somente o consumidor, mas também cibercriminosos. Lojas virtuais e promoções falsas, além de spams com links maliciosos, são apenas alguns dos golpes que podem ser aplicados.
Com o intuito de ajudar o cliente a realizar boas compras sem nenhum problema, a AVG dá dicas para aproveitar as promoções com segurança:

1. Cuidado ao informar seus dados pessoais: Se você não estiver efetuando uma compra, não há motivos para que informe seu endereço, número de telefone e informações do cartão de crédito. Nunca disponibilize seus dados pessoais e bancários por e-mail ou clique em links que te direcionem a outro site para verificação de informações pessoais.

2. Não fique sem antivírus: Sempre instale softwares de segurança e os mantenha atualizados. Para realizar compras pela internet é imprescindível que seu computador, smartphone ou tablet esteja protegido por um antivírus.

3. Crie uma senha para cada conta: Crie sua própria senha e as mantenha atualizadas. Anote-as e guarde as informações em um local seguro.

4. Se possível tenha um cartão de crédito só para as compras online: Isso facilita na hora de rastrear e detectar transações e atividades suspeitas. Certifique-se que seu cartão tenha proteção contra roubo. Guarde os comprovantes de suas compras online.

5. Atenção às promoções recebidas por e-mail: Os spams com ofertas são uma das principais ferramentas dos golpistas. Os links disponibilizados no e-mail podem remeter à uma loja online falsa, para roubo de dados bancários e/ou instalação de software malicioso no computador.

6. Cuidado com links patrocinados: Os links patrocinados podem ocultar os mesmos riscos das promoções por spam, preste atenção e tenha cuidado.

7. Verifique a reputação do e-commerce: Faça uma pesquisa na internet ou com pessoas de confiança sobre a reputação da loja online que pretende comprar. Veja se o site tem certificado digital e conexão segura.

“O importante é agir com bom senso e cautela. Essa época do ano é uma grande oportunidade para cibercriminosos praticarem fraudes com cartões de crédito e débito e clonar identidades. Seguindo as dicas, é possível aproveitar as vantagens do e-commerce sem surpresas desagradáveis”, ressalta Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

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Pesquisa da AVG: um em cada três adolescentes já se arrependeu de uma postagem nas redes sociais

A última pesquisa da série Digital Diaries realizada pela AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 182 milhões de usuários, descobriu que quase um terço dos adolescentes entre 11 e 16 anos (28%) já se arrependeu de alguma postagem on-line. A pesquisa também revelou que 32% já pediram a alguém para remover conteúdos on-line sobre eles, 61% porque não gostaram do conteúdo e 28% por considerarem o conteúdo muito pessoal.

A pesquisa global, que questionou quatro mil adolescentes sobre privacidade on-line, traçou um panorama de ‘luta por controle’. Embora 70% tenham afirmado ter realizado alterações em suas configurações de Facebook para dificultar o acesso a seu perfil e 71% terem dito que entendem o que é privacidade on-line, apenas 29% reconheceram que de fato conhecem todos os seus amigos no Facebook.

“Os jovens querem tirar o máximo das redes sociais ao compartilhar conteúdos, mas devem estar cientes de que nem tudo é o que parece ser on-line e que ameaças podem surgir. Se não agirmos agora para aconselharmos e educarmos essa juventude, principalmente no que diz respeito a contatos com estranhos, podemos estar diante de uma bomba-relógio, que é a questão da privacidade digital. Para essa geração, estar conectado é tão importante quanto comer. A Internet é por onde passam a maior parte de seu dia e é onde acontecem muitas de suas relações com outras pessoas. Se não conseguirmos educá-los para fazer o certo nas redes sociais, iremos falhar em fornecer a proteção que eles precisam para levar uma vida on-line segura”, explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil.

Nesta idade, os adolescentes ainda parecem confusos sobre o quanto é “demais” no compartilhamento on-line:

• Um quinto dos adolescentes falaria on-line com um amigo sobre coisas profundamente pessoais;
• 28% dos adolescentes já falaram com um amigo ou parente sobre compartilhar coisas demais na Internet;
• Dentre aqueles que afirmaram ter pedido para algum conteúdo on-line ser removido, 18% disseram que a postagem havia sido feito por sua mãe;
• 09% disseram sentir que compartilham coisas demais on-line;
• 14% já tiveram que retirar algum conteúdo postado a pedido de alguém.

“Todo mundo pensa que só porque os adolescentes de hoje cresceram com computadores portáteis e smartphones, eles têm uma compreensão inata de como se comportar e se manter seguro on-line. A realidade é que todos nós temos abraçado a Tecnologia sem fazer muitos questionamentos e o resultado é a erosão de nossa privacidade on-line,” diz Tony Anscombe, Evangelista de Segurança Sênior da AVG Technologies.

“De certa forma, os pais são tão culpados quanto os adolescentes. Eu já falei anteriormente sobre o conceito de ‘sharenting’, no qual os pais compartilham conteúdo sobre seus filhos on-line, criando uma ‘pegada digital’ sobre a qual eles não têm escolha ou controle depois. Como pai de um adolescente, acredito que precisamos ser responsáveis pelo impacto social que as novas tecnologias têm em nossos filhos e em nossa família – seja definindo um padrão seguro para nosso próprio comportamento on-line, seja e orientando os deles”.

A pesquisa também identificou que:

• Apenas 12% disseram possuir tranca em seus quartos. Por outro lado, a maioria (78%) possui senha em seus aparelhos- embora 70% tenha afirmado que seus pais sabem alguma ou todas as suas senhas de acesso;
• 38% estavam cientes de que um familiar tinha acessado seu dispositivo sem permissão;
• 18% disseram que alguém da sua família tinha encontrado informações privadas em seu dispositivo que eles não queriam que ninguém visse.

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AVG alerta: vazamento de fotos não acontecem só em Hollywood, saiba como se prevenir

Muitas celebridades foram surpreendidas nos últimos dias com a exposição de fotos pessoais na Internet, muitas delas nuas. Estima-se que mais de 100 personalidades tiveram suas contas invadidas e suas fotos expostas no site 4chan.org. Esse acontecimento reaqueceu a discussão sobre privacidade e segurança na Internet evidenciando a vulnerabilidade a qual se está exposto nos dias de hoje. Diante disso, a AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 182 milhões de usuários, apresenta alguns pontos aos quais os usuários precisam atentar para um uso mais seguro da Internet.

Alguns experts levantaram a possibilidade da invasão ter sido facilitada por uma falha na plataforma iCloud da Apple. A empresa está investigando, segundo informado em nota divulgada na última semana, mas afirma que não encontrou, até o momento, evidências de que as falhas tenham sido de responsabilidade dos programas da empresa.

Como uma das maiores empresas de segurança digital do planeta, a AVG acredita que esse caso foi apenas mais um lembrete de que, uma vez que a informação tenha se tornado digital, existem inúmeros riscos de segurança envolvidos. Infelizmente, esta é uma lição que grande parte dos usuários aprende da forma mais dolorosa. É como a atriz britânica Emma Watson descreveu em sua conta do Twitter: “Pior do que ver a privacidade de mulheres serem violadas nas mídias sociais é ler os comentários que demonstram a total falta de empatia com o caso”.

Pensando nesta e em outras situações de risco na rede, a AVG elaborou uma série de dicas para a proteção e privacidade on-line. Algumas podem até já serem corriqueiras para o usuário, mas vale sempre reforçar:

• Crie senhas difíceis: Apesar da especulação de culpa do iCloud, já foi sugerido que um ou mais hackers exploraram as senhas de cada uma das 100 contas invadidas. Ou seja, o melhor é não facilitar a ação dos cibercriminosos. Não use datas de aniversários ou outras datas comemorativas nem nomes e palavras de dicionário e crie senhas diferentes para cada conta on-line.

• Considere desligar o carregamento automático para a nuvem: Essa troca pode ser muito conveniente para a sua privacidade. Para desligar o compartilhamento automático do iCloud, vá até configurações, iCloud, e então vá até as fotos e mude a opção para Off.

• Use criptografia: Existem no mercado software próprios para smartphones capazes de proteger suas informações contra invasões ao criptografar seus documentos. Esse tipo de recurso é importante para qualquer um que guarde informações pessoais ou de negócios em seu aparelho de telefone móvel.

• Pense seriamente um usar um aparelho USB: Se você deseja compartilhar informações pessoas ou fotos com uma pessoa específica, porque não usar um pen drive ou outro aparelho USB? Pense nisso.
“Com esse ataque às celebridades, ficou evidente que as informação de todos estão em jogo todos os dias na Internet. Estamos diariamente vulneráveis aos ataques de hackers e esse caso deve ser um lembrete de que devemos nos responsabilizar de forma ativa pela proteção de nossas informações”, alerta Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

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Big Data: deslumbramento X 'Grande Irmão'

Por Mariano Sumrell

Num mundo cada vez mais conectado e informatizado, é surpreendente a quantidade de dados digitais armazenados no mundo. Atualmente, estima-se a marca dos 1,8 zettabytes (1 zettabyte equivale 1 bilhão de gigabytes). O setor de tecnologia da informação prevê um crescimento anual de 40% e, desta forma, chegaremos aos 7,9 zettabytes de informações armazenadas digitalmente até 2015.

A maior parte desses dados é não-estruturado e sua análise não pode ser feita com as técnicas tradicionais de bancos de dados relacionais ou multidimensionais. E é disso que se trata o Big Data: a análise de uma quantidade massiva de dados, em geral, não-estruturados. Essa análise requer dezenas, centenas ou até mesmo milhares de servidores rodando softwares em paralelo.

O Big Data traz uma série de possibilidades que incluem melhoria nas previsões meteorológicas, previsão de terremotos, uso de fotos de satélite para fornecer informações de vagas de estacionamento livres em grandes cidades, prospecção de petróleo, aplicações de Business Intelligence, Google Dengue Trends (avaliação em tempo real da incidência de dengue baseado em busca de determinado termos de pesquisa no Google) e análise de comportamento e perfil de compra de consumidores.

O lançamento do Google Glass e outros wearable devices que surgirão no mercado traz ainda mais lenha para a fogueira do Big Data. O Google Glass, com sua câmera e mais treze sensores, vai gerar uma quantidade colossal de dados, além de possibilidades infindáveis de informações que pode oferecer ao usuário baseado em sua posição, movimento, hábitos e atividades anteriores.

Mas, junto com as inúmeras possibilidades empolgantes e desejáveis, o Big Data traz uma grande preocupação: a privacidade. Notícias sobre o programa de vigilância do governo americano, o PRISM; a enorme quantidade de informações dos indivíduos que empresas como o Google têm acesso (dados de navegação, agenda, contatos, e-mails, círculos de relacionamentos e muito mais) e o vazamento de informações marcadas como privadas nas principais redes sociais, principalmente o Facebook, são motivo de preocupação às pessoas sensibilizadas com a questão da privacidade.

O cenário está formado. As condições para a existência do “Grande Irmão” previsto por George Orwell na década de 40, no seu memorável “1984”, estão aí. O Big Data é inexorável. Resta saber se a sociedade saberá como coibir, ou se será possível coibir, as violações aos direitos individuais que podem advir do seu mau uso.

Mariano Sumrell é diretor de Marketing da AVG Brasil

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Riscos e cuidados com armazenamento em nuvem

Por Mariano Sumrell

O uso de serviços em nuvem data dos primórdios da internet com o e-mail, numa época em que a expressão computação na nuvem ainda não era usada.

De lá para cá é difícil encontrar alguém ou alguma empresa que não utilize esse tipo de ferramenta da Google, Microsoft, Amazon, Dropbox, Evernote e milhares de outros fornecedores. O uso inclui agendas pessoais e corporativas, armazenamento e compartilhamento de arquivos, ERP (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial), CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) e muitos outros.

Mas as constantes notícias sobre falhas de segurança de servidores em nuvem, como a recente notícia de violação de senhas do Evernote, colocam em xeque a credibilidade desses serviços. Uma pesquisa da IBM, divulgada no início de 2012, também é motivo de preocupação: mais da metade dos entrevistados afirmaram que sua política de segurança de TI não é suficiente para atender às necessidades de cloud computing e de social business. Mas quais são os riscos e o que podemos fazer para minimizar a possibilidade de ataques?

O primeiro ponto a ser considerado é que a computação em nuvem traz mais riscos aos usuários. Isso ocorre porque os centros de processamentos de dados tradicionais podem bloquear os acessos vindos de fora desses centros, diminuindo as possibilidades de invasão, apesar de limitar as possibilidades de uso. Já na nuvem, pessoas de todo o mundo se conectam, ou seja: todos os usuários são “de fora”, impossibilitando o uso desse filtro aplicado em sistemas tradicionais de armazenamento.

Com isso em mente, como os sistemas são atacados? Duas formas podem ser exploradas. A primeira é simplesmente invadir os servidores da nuvem explorando falhas de segurança na configuração ou na programação. A segunda forma é atacar a partir da violação da senha do usuário ou do ataque ao computador usado por ele.

Dessa forma, os sistemas em nuvem acabam sendo uma porta de entrada para uma modalidade de ameaça conhecida como APT (Advanced Persistent Threats). Tendo como foco os dados armazenados por órgãos governamentais, empresas multinacionais, de infraestrutura e serviço público, esse tipo de malware instala-se nos equipamentos e, de forma silenciosa, coletando dados e manipulam sistemas. Grande parte dos APTs começa com campanhas pishing, portanto a segurança dos países, de instituições governamentais e particulares está também nas mãos de seus colaboradores, que podem ser os “transmissores” de sérias ameaças.

Como se proteger?
Se o serviço for terceirizado, a segurança dos servidores na nuvem dependerá do próprio fornecedor e é possível contratar empresas especializadas para fazer auditoria de segurança, inclusive testes de invasão.

Mas a proteção dos dados armazenados em nuvem também depende dos usuários, que devem proteger suas senhas e seus computadores. Temos algumas dicas:
• Opte por senhas não comuns como “1234”, “qwerty”, data de nascimento ou palavras em qualquer língua;
• Use senhas diferentes para serviços diferentes. Assim, se a senha de um serviço for comprometida, os outros serviços continuam seguros;
• Lembre-se de que não há privacidade em mensagens de e-mail. Portanto, muito cuidado ao enviar informações sensíveis;
• Use um bom antivírus;
• Faça as atualizações periódicas de segurança do antivírus, sistema operacional, navegadores e todos os aplicativos.
Ao armazenar seus dados em nuvem, verifique as configurações de segurança do serviço contratado, mantenha um back-up das informações mais importantes e lembre-se de que a proteção dos seus dados também depende de você. Navegue na internet com atenção e prudência para aproveitar os benefícios da conectividade com tranquilidade.
*Mariano Sumrell é Diretor de Marketing da AVG Brasil

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