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4 transformações tecnológicas para o setor financeiro

Por Marco Santos

Há uma transformação surpreendente no mercado financeiro desde o surgimento e aplicação de novas tecnologias, como machine learning, Inteligência Artificial, Open Banking, entre várias outras. Além das melhorias empreendidas no setor, essas novidades apresentam também alguns desafios e oportunidades prováveis para transformar o setor.

Essa nova realidade joga pressão em muitas empresas que lidam com restrições apresentadas por camadas profundas de tecnologias antigas, o que resulta em processos inflexíveis e sufocantes. Está na hora delas se renovarem e se adaptarem às novidades para que continuem no mercado e melhorem suas relações com os consumidores.

Abaixo, estão 4 transformações que terão um impacto significativo no setor de serviços financeiros globais e nos negócios corporativos.

Humanização das jornadas dos clientes

A principal tendência para o segmento financeiro é o pensamento voltado aos momentos de vida dos clientes. As instituições estão começando a orientar seus serviços/produtos e a criar plataformas dedicadas às jornadas dos clientes, tentando compreender cada vez mais o momento em que o consumidor se encontra.

Exemplificando, os bancos, ao invés de simplesmente oferecerem seus produtos, como empréstimo para financiamento de uma casa, querem agora ajudar seus clientes a comprarem uma casa. Ou seja, buscam uma humanização, aproximando-se da realidade do consumidor para não só oferecer mais soluções, mas também auxiliar em todos os processos que envolvem a aquisição de um imóvel, como no exemplo citado. É uma ampliação do User Experience (UX), logo que analisa uma jornada muito maior e mais profunda do momento de vida do consumidor.

Disponibilidade global de novas tecnologias

O mercado financeiro está vendo empresas, startups e fintechs aplicando novas tecnologias, como Inteligência Artificial, machine learning, entre outras, em todos os lugares do mundo.

No Brasil, o setor financeiro tem grande potencial e capacidade de desenvolvimento através da utilização do Open Banking e Open APIs e criação de ecossistemas digitais e plataformas de serviços. Estamos cada vez mais utilizando a Inteligência Artificial para a automação de processos e na melhoria da experiência do cliente, que agora integra também a realidade aumentada.

Defesa contra novos concorrentes desafiadores

No momento, algumas das instituições financeiras mais tradicionais ainda lutam para traçar seu rumo para um programa de transformação digital bem-sucedido. Enquanto isso acontece, novos concorrentes na forma de empresas gigantes, como a Apple, Amazon, Google e PayPal e fintechs inovadoras, estão exercendo influência cada vez maior sobre setores de negócios.

Essas instituições financeiras precisam, agora mais que nunca, se atualizar tecnologicamente para trazer novos serviços para o público e manter a estabilidade no mercado.

Modernização da infraestrutura para automação

Para sobreviverem no mercado, as empresas precisam focar cada vez mais na modernização de toda sua infraestrutura e adotar de vez a nuvem, e todos os benefícios que ela pode oferecer, em suas operações. Novas tecnologias, como Inteligência Artificial, blockchain, Open Banking, conectadas com a aprimoração do gerenciamento e a análise de dados, já são vistas como facilitadoras principais nos serviços financeiros.

As suas utilizações oferecem maior suporte à automação de funções críticas de negócios, como monitoramento de conformidade, melhor gerenciamento de liquidez e dos relatórios regulatórios.

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GFT reestrutura operação e fortalece engenharia Agile

Com o novo modelo organizacional e cultura de desenvolvimento de software Agile, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser client-centric

Para incrementar cada vez mais as conexões com os seus clientes, a GFT, empresa de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, passa por uma reestruturação organizacional e também consolida a engenharia Agile para o desenvolvimento de projetos, incrementando as suas entregas de soluções e serviços. Com os novos pilares, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser ainda mais client-centric.

As mudanças caminham no sentido de reforçar a eficiência na captura de valor e necessidades dos clientes, criando propostas mais alinhadas e oportunidades de relacionamento, cooperação e inovação. Desenhada ao longo de três meses e implementada em Janeiro, a reestruturação será a base para a expansão dos negócios e para a operação da companhia no país nos próximos anos.

Segundo Marco Santos, managing director da GFT para a América Latina, todo o planejamento estratégico foi pensado e orientado para entender e fornecer projetos e soluções que ajudem os clientes em sua jornada rumo à transformação Ágil e Digital no seu dia a dia. “A partir de agora, os nossos times (Squads) têm responsabilidade integral da cadeia de valor dos seus respectivos clientes. Isso inclui desde a prospecção, venda, delivery, evolução da relação até o resultado final financeiro de cada cliente”, afirma.

Nesse processo, a empresa também se posiciona para o fortalecimento da cultura de engenharia Agile, construindo um ecossistema que oferece maior flexibilidade e rapidez para trabalhar com inovações e na implementação de soluções em ciclos curtos. “Essa implementação representa uma transformação cultural para todas as áreas da GFT, desde as áreas de negócio e entrega, até as áreas corporativas. Como resultado, vai propiciar maior aceleração para responder às demandas dos nossos clientes e ajudá-los em suas respectivas transformações para modelos Ágeis e Digitais.”, complementa Santos.

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Bancos brasileiros valorizam inteligência artificial, diz pesquisa da GFT

O Estudo Global sobre Digital Banking da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital para o setor financeiro, aponta que 94% das instituições financeiras de grande porte enxergam valor em soluções de IA (Inteligência Artificial). Em nível global, a Inteligência Artificial (AI) pode ser vista como um dos tópicos de maior interesse no setor bancário hoje. A pesquisa revela ainda que a abordagem de “Bank as a Plataform” (BaaP), para criar um modelo aberto de negócios usando APIs, é considerada um elemento relevante que irá moldar o banco digital futuro.

Realizado com 285 profissionais de pequenos, médios e grandes bancos de varejo – com dois participantes no máximo por instituição financeira, o estudo revela as informações e o nível de maturidade sobre Transformação Digital, Inteligência Artificial e Bank as a Platform (BaaP). Os entrevistados ocupam posições de diretoria e gerência em bancos de varejo, tanto em áreas de negócios quanto em TI. A pesquisa foi realizada em oito países: Brasil, Alemanha, Itália, México, Espanha, Suíça, Reino Unido e EUA.

Dentre os principais desafios apontados sobre a implementação de uma estratégia digital estão: a integração de sistemas legados com novas tecnologias (59%), as questões de segurança e privacidade (57%) e a falta de competências internas (51%). O motivador principal para a digitalização, especialmente para grandes bancos de atuação global, é satisfazer ou exceder as expectativas dos clientes.

Inteligência artificial a caminho

A IA está preparada para transformar o setor bancário ao longo da próxima década. A pesquisa mostrou que 83% dos entrevistados veem a importância da IA. O Brasil, o Reino Unido e o México lideram o caminho em termos de reconhecimento da importância da IA, enquanto na Alemanha e na Suíça, países tradicionalmente mais cautelosos, apenas alguns percebem a IA como estratégica.

Com a implementação da IA, os especialistas questionados esperam obter avanços em uma ampla gama de funções empresariais, desde o back office até o contact center, passando pelo planejamento financeiro pessoal e as funções de vendas. Como resultado da aplicação dessas tecnologias, espera-se a redução de custos operacionais (71%) e o maior engajamento do cliente (64%).

“A indústria de banco de varejo, em especial, tem acesso a uma grande quantidade de dados multi estruturados que, atualmente, não está sendo utilizada na sua totalidade. Ao utilizar algoritmos cognitivos, esses dados podem ser processados e organizados para gerar modelos de apoio à tomada de decisão para atender melhor os clientes e se diferenciar competitivamente”, afirma o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

Status da transformação digital no Brasil

Atualmente, quase metade (47%) dos bancos no Brasil estão desenvolvendo estratégias de transformação digital, enquanto que 36% consideram já ter concluído esse processo, elevando o total de bancos brasileiros que dispõem de uma estratégia de transformação digital para 83%.

Em comparação com outros países, o Brasil é o principal país a reconhecer a importância da IA. Cerca de 30% dos entrevistados a consideram estratégica e outros 33% a veem como de importância tática. Somente 3% não acreditam em sua importância.

As três principais soluções de IA a serem adotadas no País compreendem: assistente virtual para clientes, com 52% de intenção de adesão, similar ao observado em outros países, com tecnologias de reconhecimento de linguagem natural; RPA – Robot Process Automation, com foco em eficiência do back office, com 38%; e Robot Advisory com 31%.

Os três principais benefícios da implementação de IA percebidos são: maior engajamento do cliente (66%), seguido de custos operacionais mais baixos (55%) – benefício número um citado mundialmente e, por fim, redução de riscos (28%).

Embora o Brasil seja o país mais empolgado em relação à IA, a pesquisa mostra que os níveis de preparo dos sistemas de TI estão abaixo da média mundial. Os principais desafios no País são infraestrutura técnica escalável (interna versus nuvem), a disponibilidade de especialistas para preparar e fazer curadoria do sistema cognitivo, a infraestrutura capaz de alimentar os algoritmos e as parcerias com fintechs e fornecedores de IA.

Em relação ao BaaP, cerca de 20% dos bancos brasileiros possuem uma estratégia em andamento, embora somente 13% começaram a implementá-la. Entre os países pesquisados, o Brasil ainda está em um nível intermediário de maturidade em relação a adoção da estratégia Bank as a Platform. Os três principais benefícios do BaaP esperados no Brasil são: redução dos custos operacionais (47%), capacidade de desenvolver novos aplicativos (47%) e maior engajamento dos clientes (43%).

Já os três principais desafios enfrentados pelos bancos brasileiros são similares aos dados mundiais: 63% antecipam dificuldades com a complexidade dos sistemas existentes na organização, 57% em questões de segurança e 43% em falta de experiência e habilidades adequadas.

Entre os entrevistados com conhecimento em BaaP, a modernização de aplicativos é a mudança citada com mais frequência (50%), seguida da migração de dados para a nuvem (38%) e a aquisição de uma nova plataforma bancária centralizada (25%).

Principais motivadores para a transformação digital

Os resultados mostram que o motivador número um para avançar na transformação digital dentro das organizações financeiras é satisfazer as expectativas dos clientes, segundo as respostas de 60% dos participantes. Em seguida, vem o aumento de receitas a partir de novos serviços ou produtos (51%) e a redução de custos operacionais (47%).

Um número considerável de bancos já tem uma estratégia definida de transformação digital sendo implementada ou desenvolvida. Cerca de 34% dos entrevistados afirmam ter uma estratégia de transformação digital definida, já 53% possuem uma estratégia em fase de desenvolvimento. O Reino Unido e a Suíça estão na vanguarda desta área: 100% das instituições de todos os tamanhos afirmam que já definiram ou estão desenvolvendo sua estratégia de transformação digital.

A abordagem Bank as a Platform como um passo importante na agenda da transformação digital

Bank as a Platform é uma abordagem de negócios na qual o banco e seus parceiros disponibilizam serviços de qualquer tipo aos clientes, e onde os clientes vem para obtê-los e consumi-los. Essa abordagem tem várias implicações na arquitetura de negócios e tecnologias das instituições, como por exemplo o uso de APIs para expor serviços, a necessidade de garantir simetria de informação entre os vários players da plataforma e o desenho de novos produtos a partir de componentes de vários participantes da plataforma.

Cerca de 69% de todos os bancos participantes já consideraram o BaaP como estratégia de negócios e acreditam que o BaaP terá um impacto de grande a moderado em seu modelo de negócios. Os principais benefícios do BaaP são aumento do engajamento do cliente com 62%, seguido da capacidade de desenvolver novas aplicações com 55% e menores custos operacionais (51%). O Reino Unido e a Espanha lideram a adoção do BaaP, enquanto o México, o Brasil e a Itália continuam cautelosos, sendo que muitos bancos ainda não consideram implementar uma estratégia.

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GFT implementa estratégia Digital do Banco Sabadell

A aliança cobre uma ampla gama de serviços dentro da estratégia de transformação digital do banco. “O Banco Sabadell e a GFT desfrutaram de uma história de sucesso conjunta com base na confiança mútua desde 2001. Além disso, a nossa expertise aliada ao entendimento do negócio do segmento financeiro nos dá condições de oferecer exatamente o que nossos clientes precisam”, afirma Marika Lulay, CEO da GFT.

“Há 16 anos a GFT tem sido uma parceira de TI de confiança para nós. Somado a isso, a equipe da companhia demonstrou o conhecimento e compromisso necessários para nos apoiar em um projeto altamente complexo, que foi a integração do TSB Bank ao nosso Grupo. Agora, confiamos novamente na GFT para nos apoiar na implementação da nossa estratégia digital em todo o Grupo”, afirma Miguel Montes, managing director do Banco Sabadell.

A confiança demonstrada pelo banco, segundo Marika, encoraja a companhia a acompanhar os bancos internacionais em suas iniciativas de transformação digital. “Nosso objetivo é desenvolver soluções que estão na vanguarda do mercado, oferecendo a mais alta qualidade e confiabilidade”, explica ela.

A colaboração entre o grupo Banco Sabadell e GFT ocorre desde 2001. Um dos projetos mais recentes foi a integração do TSB Bank Group. Em março de 2015, o Banco Sabadell anunciou a aquisição desse grupo britânico e a integração de TI foi um elemento estratégico. Com um orçamento de 450 milhões de libras, mais de 1,4 mil especialistas em TI trabalham neste projeto até dezembro de 2017. Como um parceiro de TI de longa data, a GFT também se qualificou para várias áreas do projeto TSB, como Mobile App, Gestão de Hipotecas e Empréstimos, Gerenciamento de Dados do Cliente e Arquitetura Front-end. Cerca de 300 especialistas da GFT de diferentes locais no Brasil, Espanha, Polônia e Reino Unido estão envolvidos nesse projeto, trabalhado em paralelo com dez tecnologias diferentes e aplicações altamente complexas.

Segundo o managing director Latam da GFT, Marco Santos, o acordo de colaboração traz novas oportunidades para projetos de longo prazo relacionados à transformação digital e, para uma companhia com cultura global como a GFT, estas oportunidades também se abrem ao grupo. “Hoje, por exemplo, temos cerca de 40 profissionais trabalhando em projetos do Sabadell a partir do Brasil. Além disso, a GFT planeja contratar 50 profissionais brasileiros para atuar na Espanha até o final do ano para atender à crescente demanda de projetos de Tecnologia da Informação oriundos de instituições financeiras internacionais”, finaliza Santos.

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GFT aumenta a receita consolidada em 5% no primeiro semestre de 2017

A GFT Technologies SE (GFT), companhia global de Tecnologia da Informação, aumentou em 5% a receita consolidada no primeiro semestre de 2017, passando de 208,03 milhões de euros no segundo semestre de 2016 para 217,77 milhões de euros neste período. Ajustado à contribuição de receita da Habber Tec Brasil, adquirida em abril de 2016, a GFT obteve crescimento orgânico de 3% nos primeiros seis meses.

O segmento Europa Continental continuou o seu crescimento dinâmico com projetos de transformação digital para bancos de varejo e aumentou a receita em 15%, totalizando 111,55 milhões de euros no primeiro semestre de 2017. No mesmo período de 2016, a receita foi de 96,71 milhões de euros. No segmento Américas e Reino Unido, apesar do bom desempenho geral nas receitas, o corte de custos em dois grandes clientes em meados do segundo trimestre levaram a uma queda de 5% nas receitas do segmento, passando de 110,84 milhões em 2016 a 105,77 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Além disso, foram realizadas algumas mudanças no time de vendas da GFT no Reino Unido e na América do Norte com foco em soluções de transformação digital para grandes bancos nesses países.

No Brasil, a GFT continuou com sua estratégia de crescimento, apresentando uma receita de 11,89 milhões de euros no primeiro semestre de 2017 contra os 6,19 milhões de euros registrados no mesmo período do ano anterior. “O resultado se deve especialmente à aceleração da demanda do setor financeiro em projetos de transformação digital, incluindo canais digitais, backoffice digital, colaboração via API‘s, migração cloud, transformação de legados e laboratório de jornadas digitais. A aquisição da Habber Tec Brasil também contribui positivamente com o crescimento dos negócios e com a incorporação de novas práticas em nosso portfólio”, revela Marco Santos, managing director Latam do Grupo GFT.

Número de funcionários cresce 5%

Até 30 de junho de 2017, o quadro de funcionários em tempo integral da GFT contava com 4.739 colaboradores, o que corresponde a um crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2016, quando o número de colaboradores era de 4.493.

O segmento Américas e do Reino Unido contava com 1.222 colaboradores em tempo integral em 30 de junho de 2017. Em 30 de junho de 2016 o número registrado foi de 1.213. Já o número de colaboradores no segmento Europa Continental cresceu 7%, passando de 3.174 em 30 de junho de 2016 para 3.398 nos primeiros seis meses de 2017.

Perspectivas para 2017

O Grupo GFT confirma sua orientação para o exercício de 2017, ajustado em 10 de julho de 2017, e estima uma receita consolidada de 425 milhões de euros, EBITDA de 42 milhões de euros e EBT de 26 milhões de euros para 2017.

“Alinhamos o nosso portfólio para trabalhar com soluções de transformação digital para temas futuros, como blockchain, cloud migration, API’s, canais Digitais, backoffice, inteligência artificial e indústria 4.0, que estão se tornando cada vez mais importantes no setor financeiro, explica Marika Lulay, CEO da GFT.

Dados financeiros detalhados estão disponíveis na seção Investor Relations do site da GFT:

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GFT Curitiba procura 50 profissionais brasileiros de TI para trabalhar na Espanha

Para atender a crescente demanda de projetos de Tecnologia da Informação oriundos de instituições financeiras internacionais, a GFT Espanha está contratando 100 profissionais a partir de suas unidades de negócios latino-americanas, localizadas no Brasil, Costa Rica e México.

Desse montante, 50 oportunidades são específicas para profissionais brasileiros especialistas em desenvolvimento front-end e back-end, Big Data e arquitetos com bons conhecimentos em tecnologias como Java, Spring, Hibernate, HTML5, JavaScript, Angular, React, Python, Hadoop, Spark ou com experiência em desenvolvimento de API’s.

Os requisitos para concorrer às vagas da GFT Espanha são inglês fluente e formação na área da Tecnologia da Informação, Computação ou áreas correlatas. Para se candidatar, os profissionais devem se cadastrar na página www.gft.com/empleo ou enviar o currículo para careerIberia@gft.com até o dia 30 de agosto de 2017.

“Hoje, o Brasil gera um grande número de profissionais de Tecnologia da Informação altamente qualificados e que almejam uma experiência internacional, o que vai ao encontro da cultura global da GFT, que é ampliar e enriquecer a experiência de seus funcionários por meio de oportunidades que incentivam o desenvolvimento de uma carreira internacional. Somente em 2016, expatriamos 70 colaboradores brasileiros para trabalhar no exterior”, explica o managing director Latam do Grupo GFT, Marco Santos.

A operação espanhola contratou quase 100 profissionais estrangeiros para atuação na Espanha e a meta deste ano é repetir o sucesso da campanha. “Tivemos um aumento global na demanda por projetos relacionados à transformação digital no setor financeiro, que gerou um crescimento em projetos de longo prazo em diferentes áreas, envolvendo diversas tecnologias de ponta, e por isso precisamos incorporar novos profissionais à nossa estrutura. A GFT Espanha oferece muitas oportunidades de carreira e programas de incentivo para todos os seus colaboradores, pois faz parte da nossa cultura corporativa proporcionar o melhor ambiente de trabalho e que incentive nossos colaboradores a crescer. A campanha do ano passado foi bem-sucedida e muitos profissionais talentosos, interessantes e internacionais se juntaram a nossa equipe na Espanha”, pontua Carlos Eres, managing director da GFT Espanha.

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GFT promove mudanças globais com foco em inovação para Fintechs e Startups

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, acaba de promover duas mudanças em suas estruturas globais para atuar como uma ponte de inovação entre fintechs e instituições financeiras.

A primeira trata-se da inauguração do recentemente ampliado e totalmente renovado Digital Innovation Lab, localizado em Sant Cugat del Vallès, na Espanha, que foi reformulado para incentivar a inovação por meio da co-criação, oferecendo um espaço aberto a organizações bancárias e startups, principalmente as fintechs. Juntos, eles poderão projetar de forma colaborativa o futuro digital dos serviços financeiros.

No Brasil, o conceito já é desenvolvido no LAB localizado no escritório de Alphaville, em São Paulo, que também se beneficiará da nova investida, uma vez que as equipes brasileira e espanhola promoverão ainda mais o intercâmbio das melhores práticas.

Os modelos desenvolvidos nos GFT Innovation Labs são baseados em conceitos inovadores ou disruptivos, como aplicações revolucionárias de pagamento móvel ou soluções personalizadas de gerenciamento de contas com base nos perfis individuais e necessidades dos clientes.

Além disso, o Digital Innovation Lab dispõe de instalações que simulam situações reais da vida cotidiana, nas quais a tecnologia já está mudando a forma de interação entre as pessoas, como por exemplo, uma loja com opções de compras on-line para combinar a experiência digital omnichannel com cenários de compras físicas ou um espaço que simula uma casa, onde é possível criar uma série de cenários de interação entre bancos e clientes que usam dispositivos móveis, como smartphones ou através de canais mais convencionais.

“Com a evolução do LAB de Barcelona, todo o Grupo tem a ganhar. A capacidade de demonstrar soluções disruptivas com foco no cliente para diversos segmentos está muito aumentada agora: mais fintechs poderão expor suas soluções e, desse modo, complementarão as jornadas desenhadas e mais tecnologias inovadoras poderão ser testadas. Como esse trabalho é compartilhado entre os Lab’s, todos terão acesso aos ganhos proporcionados”, pontua o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

O segundo investimento trata-se da expansão do campus de inovação CODE_n, que funciona como um hotspot para a comunidade pioneira digital em Stuttgart, na Alemanha, mesmo local onde a companhia mantém sua sede.

Quatorze novos espaços, que poderão ser utilizados como salas ou escritórios por startups selecionadas, serão instalados. O CODE_n SPACES fornece um espaço para startups digitais, equipes de inovação de empresas internacionais e gestores com experiência prévia em empreendedorismo.

O conceito bem-sucedido irá incluir um lounge relaxante e uma área comum totalmente equipada e modernas salas. “Ainda há uma forte demanda por ambientes e locais de trabalho adaptáveis e dinâmicos – não apenas para startups, mas também para equipes de inovação de empresas já estabelecidas”, afirma Ulrich Dietz, CEO da GFT e iniciador da CODE_n.

À medida que os processos de negócios rumam cada vez mais em direção à tecnologia digital, as empresas veem que não têm escolha a não ser repensar a forma como trabalham seus modelos de negócio. “Isso fica mais fácil de alcançar em um ambiente inspirador, que preze pelo espírito empreendedor – fora de sede da empresa com suas estruturas rígidas. Pensando a longo prazo, os empresários também precisam da infraestrutura certa para tornar o crescimento dinâmico possível”, afirma sênior manager & head of digital transformation da GFT no Brasil, Ricardo Zanini.

As instalações do CODE_n fornecem um local de partida de atividades criativas e desafiadoras, e que catalisem a inspiração que leva a algo novo. As startups também encontram amplas oportunidades de networking e acesso a um valioso know-how. Startups de qualquer setor da indústria podem se candidatar on-line a qualquer momento. O principal requisito é ser um modelo de negócio convincente e bem encaminhado, e de preferência baseado nas tecnologias mais recentes.

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Pagamento móvel cresce, aponta análise global da GFT

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, anuncia o lançamento de sua análise de mercado que mostra o desenvolvimento de pagamentos móveis em uma base global e estabelece recomendações importantes para o setor financeiro.

As soluções de pagamento móvel continuam ganhando importância em nível global, com pioneiros no setor vindos de regiões da Ásia-Pacífico e África, onde poucos indivíduos possuem uma conta bancária tradicional. Dentro da Europa, o Reino Unido, a Espanha e a Itália estão na vanguarda da inovação de pagamento móvel, enquanto na Alemanha ainda existe a necessidade de otimização da experiência de varejo e de uma mudança de mentalidade por parte dos consumidores que ainda estão começando a usar os pagamentos móveis. No Brasil, o estudo mostra uma acelerada evolução, com entrada de novos players, especialmente Fintechs, convivendo com os tradicionais provedores do mercado que também buscam inovação em serviços de pagamento.

O estudo intitulado ‘“Pagamentos Móveis 2016: análise do mercado atual, impactos e recomendações para o setor bancário” fornece uma visão abrangente dos oito principais mercados internacionais: Alemanha, Suíça, Espanha, Itália, Reino Unido, EUA, Brasil e China. A análise compara a evolução destes mercados chave, e os progressos alcançados desde o último estudo realizado pela GFT em 2012, analisando como o mercado tem se desenvolvido desde então e onde é necessária uma ação decisiva no setor bancário.

Em muitos países, novos competidores estão abrindo o seu caminho dentro do mercado. Dentre os entrantes, de um lado temos, por exemplo, os fabricantes de smartphones, que trazem consigo um amplo conhecimento do sistema operacional móvel aliado às ideias de negócios disruptivas, e de outro, as poderosas empresas de internet, particularmente interessadas na monetização dos seus relacionamentos com os clientes por meio de uma carteira móvel. “O futuro das operações de pagamento é determinado pela evolução das cadeias de criação de valor que estão crescendo e cada vez ficando maiores e mais complexas. Outros concorrentes na área ainda dominada por bancos e operadoras de pagamento são as FinTechs”, pontua o diretor executivo da GFT Alemanha, Bernd-Josef Kohl.

“Em toda a Europa, muitos países já dispõem de alguns métodos de pagamento contacless (“sem contato”). Em 2020, na Alemanha, todos os terminais de pontos de vendas (PoS) devem suportar esse tipo de pagamento. Para o setor bancário, isto implica uma ampla gama de novas oportunidades de negócios. “Graças à sua infraestrutura e muitos anos de experiência com os serviços de pagamento, as intituições de crédito possuem condições para assumir uma posição chave no futuro do ecossistema móvel”, aponta Kohl.

As principais instituições financeiras podem também se aproveitar da confiança estabelecida entre os seus clientes, especialmente em relação à proteção de privacidade. De acordo com um estudo recente*, três em cada quatro consumidores têm mais confiança em utilizar um aplicativo de seu próprio banco na hora de realizar uma operação de pagamento móvel, do que uma solução de um provedor de TI ou da Internet, cuja proporção é de um para 10.

Além disso, o mercado da zona euro será exposto a uma nova dinâmica através da introdução de novos serviços de pagamento instantâneo. Até 2018, os pagamentos em tempo real devem ser possíveis na Zona Euro, inicialmente entre as empresas e os indivíduos. Os requisitos legais com os quais a União Europeia pretende reforçar a competitividade e a segurança no mercado de pagamento móvel devem somar uma pressão adicional sobre as instituições de crédito. Com a implementação da PSD2, diretiva europeia dos serviços de pagamento, tais empresas serão obrigadas a garantir que provedores externos tenham acesso aos dados de contas que eles hospedam para os clientes, uma grande mudança em relação a atual “proteção” da relação com o cliente.

Com a sua profunda compreensão das tendências emergentes no mercado e o seu conhecimento das empresas que operam no setor financeiro, a GFT concebeu valiosas recomendações relativas a modelos de negócio e oportunidades de mercado e os potenciais modelos de cooperação. “O foco deve claramente ser sobre a experiência do usuário final. O contato adequado com o cliente representa um elemento essencial no estabelecimento de bons serviços de pagamento móveis. É a experiência do usuário que explicita a diferença entre o sucesso e o fracasso do mercado e isso fundamentalmente resulta em ganhar a fidelidade do cliente ou perdê-lo”, explica o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

A análise da GFT oferece valiosas avaliações sobre a evolução prevista dos sistemas móveis de pagamento ao longo dos próximos anos. Para apresentar o estudo, a GFT realizará um webinar no dia 30.11 às 11h. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. As inscrições poderão ser realizadas pelo site http://bit.ly/2fvGET0 ou através do telefone (11) 2176-3253 (com Andressa Oliveira).

Webinar “Pagamentos Móveis 2016: análise do mercado atual, impactos e recomendações para o setor bancário”

Data: 30 de novembro de 2016
Horário: Das 11h às 12h (horário de Brasília – Brasil)
Local: Em um computador com áudio e acesso à internet (os detalhes de conexão serão enviados aos participantes inscritos um dia antes do evento).

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GFT investe R$ 5 milhões em novas operações

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, anuncia o investimento da ordem de R$ 5 milhões para ampliação de suas estruturas. Desse montante, R$ 3 milhões serão dedicados ao novo site, que será inaugurado em Curitiba, capital do Estado do Paraná, com capacidade para atender 200 colaboradores. O restante, R$ 2 milhões, faz parte do investimento para ampliação do site de Alphaville, região metropolitana de São Paulo, para receber mais 150 profissionais, totalizando 1000 posições no Brasil.

O investimento da companhia dobrará suas operações para atender o crescimento das demandas do Brasil e dos projetos internacionais em Digital. Ambas inaugurações estão previstas para serem lançadas em dezembro de 2016. Periodicamente, a GFT vem promovendo uma série de ações para ampliar sua capacidade de atendimento local e na América Latina. Entre eles, estão as expansões dos seus centros de desenvolvimento, localizados em Sorocaba e Alphaville, devido ao fortalecimento e crescimento da companhia no País.

Seguindo a linha de crescimento, a empresa investiu em Centros de Excelência e Práticas de Especialização, vencendo a inércia do mercado local brasileiro através de um crescimento contínuo, especialmente por conta das demandas de mobilidade, BigData Analytics, Transformação Digital, Modelo de Entrega Ágil e DevOps de instituições financeiras.

“Os movimentos da GFT no Brasil, bem em meio a essa crise desmedida que estamos vivendo, comprovam o potencial que enxergamos no País”, pontua o regional managing director Latam da GFT, Marco Santos.

Tratando-se de operações internacionais, a frente Global Delivery Model da operação brasileira que, por sua vez, se baseia na exportação internacional de projetos e serviços de TI, tem contribuído bastante para que a operação nacional tenha uma abordagem forte e profissional, que contempla consultoria e desenvolvimento de projetos baseados em alta eficiência operacional, Metodologia Agile e Entrega Contínua que, finalmente, remete a custos mais competitivos.

Somado a isso, estão aquisições como da empresa Adesis, focada na oferta Digital, que virou o grande foco de projetos no Brasil. Esta compra reforçou a presença da GFT no México, aumentando consequentemente a presença na América Latina, que já conta com operações no Brasil e na Costa Rica. Este movimento somou-se à estratégia da aquisição feita em 2014 da Rule Financial, que abriu as portas para o Brasil passar a cuidar da operação na América Latina por conta da grande atuação da Rule na Costa Rica. “Agora, a ideia é dar um grande salto com este novo site de Curitiba, que anunciaremos o início da operação no próximo mês”, finaliza Santos.

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Agile Banking, uma cultura bancária além das Transformação Digital

Nem só de tecnologia vive a Transformação Digital dos bancos. É necessário muito mais. As instituições financeiras têm que conseguir um diferencial que permita realmente materializar a transformação digital, evitando investir em simples aplicações móveis com design avançado que bombardeiam os clientes com alertas.

O foco da transformação digital não se refere apenas à tecnologia, mas também à experiência do usuário, à conveniência, à oportunidade e à agilidade. Para alcançar isso, é necessária uma boa base tecnológica somada à cultura do Agile Banking.

A sociedade digital em que vivemos demanda proximidade e agilidade. As instituições financeiras, cientes dessas demandas, ao identificarem a possível ameaça que as FinTechs têm representado às gigantes do mercado, vêm buscando estabelecer quadros de cooperação com estas empresas revolucionárias como forma de não perderem mercado e não ficarem para trás na corrida . Essas startups do mundo financeiro surgiram como pequenos modelos para as entidades que buscam a transformação digital.

O que as Fintechs oferecem que tanto pode interessar aos seus concorrentes em potencial? Principalmente, agilidade, além de experiência do usuário e, por quê não, também empatia? Há três parâmetros que tradicionalmente estão longe dos bancos, mas agora são, cada vez mais, exigências dos clientes.

Os princípios de empatia com o cliente, a experiência do usuário como o foco dos processos e a agilidade são os requisitos para que a cultura do Agile Banking seja implantado em instituições financeiras. Mas, o que exatamente é Agile Banking?

O Agile Banking vai além da tecnologia e dos processos, ainda que necessários. Isso implica uma mudança cultural: mudar a visão e missão. Ela exige o abandono do paradigma da redução de custos para dar aos clientes o que eles esperam e quando precisam.

Fala-se muito da estreita relação com o cliente, da adequação, personalização, incluindo a impressão e a opinião do cliente. E esta é a chave. Retêm-se um cliente pelo potencial de sua perda. Se basearmos nosso recrutamento e retenção nos itens facilmente mensuráveis, tais como custos, vamos perder a batalha. No final, quem mais perderá será o cliente. Hoje, ganhamos e mantemos os clientes se somos ágeis, se respeitarmos as suas emoções e geramos uma experiência agradável e que realmente os ajude.

Obviamente, as instituições financeiras precisam deter uma base tecnológica adequada: metodologias ágeis de desenvolvimento, integração contínua e DevOps. Em suma, sistemas capazes de processar informações em tempo real para tomar decisões assertivas. Também é necessário um novo conceito de tratamento do cliente: um planejamento novo e profundo do papel dos escritórios, nos quais a experiência do usuário seja priorizada. Podem parecer muitos elementos, mas basicamente são apenas componentes de uma única cultura: Agile Banking. Tudo isso vai levar as instituições financeiras para onde seus clientes precisam que elas estejam.

*Marco Santos, managing director Latam do Grupo GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro.

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