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ICI e Hemepar celebram Termo de Cooperação Técnica

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, e o diretor geral do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), Paulo Roberto Hatschbach, assinaram nesta tarde Termo de Cooperação Técnica entre as duas instituições. A parceria prevê a utilização do aplicativo para dispositivos móveis Hemogram, desenvolvido pelo ICI, com o objetivo de promover e incentivar a doação de sangue, envolvendo população e organizações de saúde que mantém bancos de sangue.

O Hemepar fará o cadastro das solicitações de doação de sangue no aplicativo e divulgá-lo nos meios de comunicação, com a finalidade de manter os bancos abastecidos e sensibilizar permanentemente a população quanto à necessidade de doação.

Já o ICI, além de disponibilizar para utilização o Hemogram, deve hospedar e manter o banco de dados do mesmo, além de promover constante evolução tecnológica do aplicativo.

Para o diretor geral do Hemepar, Paulo Roberto Hatschbach, trata-se de uma ferramenta que “vai ajudar a salvar vidas”. O diretor e sua equipe comentaram que estão com plano de contingência em função da Jornada Mundial da Juventude, que acontece na semana que vem. “É habitual ter um plano em função de grandes eventos”, explicou a assistente social Nely Coimbra Moura. “Como há previsão de muitas pessoas em deslocamento, se acontecer algo que demande nosso serviço precisamos estar preparados.”

Hatschbach disse que a população brasileira é solidária, porém sempre é necessário lembrar as pessoas sobre a necessidade das doações. “Grandes eventos, fim de ano, início do inverno, férias são períodos em que as coletas diminuem muito, por isso contamos com apoio da mídia para lembrar os doadores”, relatou. “Acreditamos que o Hemogram nos dá a possibilidade de chegar mais próximo das pessoas, de maneira rápida, e com muita abrangência devido à integração com as redes sociais.”

Segundo Elvira Folda, da divisão de Gestão da Qualidade do Hemepar, “os jovens estão distantes da doação”. “Esse aplicativo vai nos aproximar da geração Y, que está sempre conectada e apressada. Podemos tentar conscientizar essa população”, disse.

O aplicativo

Criado para mobilizar a comunidade a se tornar doadora voluntária de sangue, o Hemogram permite que os usuários visualizem e façam pedidos de doação, além de cadastrar seu perfil e tipo sanguíneo. O objetivo do ICI é estimular a solidariedade e aumentar a oferta de sangue para confortar pacientes que buscam doadores. Assim, a população compartilha a causa com amigos e dissemina a prática de doação.

Para utilizar o Hemogram, basta ter cadastro no Passaporte Curitiba (www.passaportecuritiba.org.br) e baixar o software no tablet ou celular, pelo link: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.org.curitiba.ici.hemogram. No momento, o aplicativo está disponível para download apenas para o sistema operacional Android.

Equipes

Participaram da reunião para assinatura do Termo de Cooperação Técnica o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, e o diretor geral do Hemepar, Paulo Roberto Hatschbach. Eles foram acompanhados pelo chefe de gabinete do Instituto, Carlos Hideo Hossaka, e os seguintes representantes do Hemepar: Katia Grilo, divisão de Pesquisa Científica; Nely Coimbra Moura, assistente social; Elvira Folda, divisão de Gestão da Qualidade; e Jonatas Nunes, suporte de informática.

Assistiram também à celebração do Termo a equipe de desenvolvimento do Hemogram, composta pelo coordenador Julio Cesar de Brito, Frederico Augusto de Camargo, Caio Cascaes, Rodolpho Luiz Reis Vieira, João Guilherme Costa Guimarães, Felipe Zaramella Saad e Bruna Lopes. O desenvolvimento do aplicativo contou também com a participação de Stephan Rodrigues Garcia, que não pode comparecer ao evento.

Fonte: ICI

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Secretários de Administração e Tecnologia de Curitiba elogiam estrutura do ICI

Fabricio Zanini, Paulo Miranda, Fábio Scatolin e Luís Mário Luchetta

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, recebeu nesta segunda-feira (15) os secretários municipais de Administração, Fábio Dória Scatolin, e Informação e Tecnologia, Paulo Roberto Miranda. Acompanhados também pelo diretor técnico Fabricio Zanini, os secretários circularam por todas as áreas do Instituto, conhecendo sua estrutura organizacional.
Zanini apresentou soluções desenvolvidas pelo ICI para a Prefeitura de Curitiba, como um case de Business Intelligence da Central 156, e a consequente visualização desses dados em plataforma de geoprocessamento.
O secretário Fábio Dória Scatolin disse que foi “muito boa” a visita, pois foi a primeira vez que ele pode conhecer mais do ICI. “Já estive várias vezes no Instituto para as reuniões do Conselho de Administração”, comentou. “Esta foi a primeira apresentação que acompanho. Temos que avaliar esse trabalho como ferramenta de política pública e otimizar sua utilização.”
Paulo Roberto Miranda ratificou as palavras de Scatolin: “Precisamos explorar melhor o potencial dessas ferramentas de tecnologia da informação.”

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Novo presidente do ICI apresenta objetivos estratégicos do instituto

Desde que assumiu, interinamente, a presidência do Instituto Curitiba de Informática, o empresário Luís Mário Luchetta se empenha no sentido de fazer do ICI uma instituição respeitada pela sociedade por prover soluções integradas de tecnologia da informação e comunicação de forma ágil e inovadora fomentando o desenvolvimento e a integração da indústria nacional de tecnologia da informação e comunicações.

Do início do mês de maio até aqui, Luís Mário tem trabalhado no sentido de definir objetivos estratégicos, que servirão de metas do Instituto até 2016. As primeiras ações já apresentam resultados animadores e são baseadas na experiência e competência que também levaram Luchetta à presidência nacional da Assespro – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação.

Em texto publicado no site do ICI, Luís Mário Luchetta aponta as estratégias que vão servir para manter o instituto na vanguarda das soluções de tecnologia para a gestão pública em Curitiba, no Paraná e no Brasil. Leia o texto na íntegra.

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Entidades setoriais apoiam lançamento da CERTICS

Em cerimônia no Auditório do CTI Renato Archer, em Campinas, foi lançada oficialmente a CERTICS – Certificação de Tecnologia Nacional de Softwares e Serviços Correlatos. O evento contou com as presenças de Virgílio Almeida, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Sepin/MCTI); Rafael Moreira, coordenador-geral de software e serviços de TI; e Victor Mammana, diretor do CTI Renato Archer, além dos presidentes das principais entidades setoriais.

A CERTICS, uma das iniciativas do programa TI Maior anunciado em agosto de 2012, foi criada com o objetivo de potencializar a capacidade de transformação do mercado brasileiro de TI. Sua principal meta é alavancar a autonomia tecnológica, a capacidade de inovação e a geração de negócios baseados em conhecimento, que são os princípios do desenvolvimento nacional sustentável. Ela tem como público-alvo organizações desenvolvedoras de software instaladas em território nacional, dos mais diferentes portes, nichos de mercado e modelos de negócios. A certificação é voluntária e serve de instrumento às empresas que buscam a qualificação para a preferência em compras públicas* e diferenciação no mercado.

A indústria brasileira de software e serviços de tecnologia da informação, através de suas mais representativas entidades – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Assespro; Federação das Empresas de Informática – FENAINFO; Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX; e Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações – SUCESU – tornaram público o seu apoio à iniciativa CERTICS por entenderem que se trata de uma linha de ação que terá impacto positivo na indústria nacional, bem como na ampliação da base tecnológica brasileira, fortalecendo a competitividade do país e a geração de produtos e serviços de alto valor tecnológico.

“Trata-se de um instrumento de extrema importância dentro do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior) para impulsionar a indústria brasileira de software e serviços de TI, uma das maiores do mundo, reconhecida internacionalmente por sua criatividade, competência e fonte de talentos. Além de facilitar a aquisição de programas pela administração pública direta ou beneficiar as empresas com a linha de crédito do Prosoft, específica para o setor, a CERTICS tem como uma de suas principais finalidades a geração de competências tecnológicas no país”, avalia Ruben Delgado, presidente da SOFTEX.

Para Luís Mário Luchetta, presidente da ASSESPRO Nacional, desde o lançamento do plano TI Maior, o governo brasileiro reconheceu publicamente a importância estratégica do setor nacional de tecnologia da informação, para todos os demais setores da economia, produtivos e não produtivos, e a CERTICs, vem ao encontro da demanda setorial que temos, de valorizar a produção nacional. “Ainda veremos as regras que serão anunciadas, e esperamos que o MCTI tenha aproveitado todas sugestões que encaminhamos, inclusive através da resposta a consulta pública”, complementa.

Edson Leal, presidente da SUCESU Nacional, acredita que “esta iniciativa é uma oportunidade para as empresas de TI instaladas no país melhorarem os seus produtos e processos, priorizando a inovação e a competitividade, propiciando ao Brasil papel de destaque no cenário mundial de exportação de produtos do segmento de TI”.

Na visão de Márcio Girão, presidente da FENAINFO, a CERTICS é um instrumento importante para estabelecer um equilíbrio entre a demanda de produtos nacionais e importados de software. “Além disso, traz no seu bojo um fator de certificação não só do produto, mas de sua qualidade, fazendo com que os compradores públicos e privados tenham um referencial oficial e formal sobre a qualidade da solução que está sendo adquirida”, conclui.

O mercado brasileiro de software – O mercado brasileiro de software e serviços de TI é o maior da América Latina e figura entre os dez maiores do mundo. Segundo dados do Observatório SOFTEX, unidade de estudos e pesquisas da entidade, mesmo com uma forte demanda interna as companhias brasileiras vêm ampliando cada vez mais a sua presença nos principais mercados mundiais e, no ano passado, a receita líquida do país com exportação atingiu a cifra de US$ 1,9 bilhão.

Aproximadamente 73 mil empresas, em sua maioria de micro e pequeno porte, compõem esta indústria e mais de 95% delas possuem menos de 20 pessoas ocupadas. No período 2003 a 2009, o número de empresas cresceu a uma taxa anual de 4,3%. Cerca de 604 mil pessoas, entre sócios e assalariados, atuam nesse setor econômico considerado prioritário pelo Governo Federal.

*Decreto nº 7.174/10 e à Lei nº 12.349/2010, que estabelecem preferência de compras para produtos e serviços resultantes de desenvolvimento e inovação tecnológica realizadas no Brasil (Poder de Compra Governamental)

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Luís Mário Luchetta fala sobre importância da Assespro

Em uma entrevista para o programa de tv Valor Agregado, o presidente nacional da Assespro Luís Mário Luchetta fala sobre o papel da entidade na representação do setor de tecnologia da informação. Ele também conta como surgiram os Arranjos Produtivos Locais de Software do Paraná, considerados grandes exemplos de associativismo para outras regiões do Brasil. Acompanhe o vídeo:

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