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A aceleração nos negócios digitais na sociedade contemporânea

Por Fernando Cirne, CEO da Locaweb


Desde a Revolução Tecnológica, na década de 50, o Brasil e o mundo passaram por processos nas linhas de produção industrial que vem impactando as relações interpessoais, de trabalho e os hábitos de consumo, que se intensificou com o advento da internet e a digitalização dos meios de informação, que transformaram completamente a cultura tradicional, migrando para o digital.

Com os últimos acontecimentos no cenário macroeconômico, o processo de transformação digital das empresas acelerou a projeção de quase uma década em poucos meses e, todos, sem exceção, tiveram que se adaptar: desde os médicos, à telemedicina, as lojas físicas, ao e-commerce, até os restaurantes tradicionais que formavam filas na porta, aos pedidos online e ao delivery. Até mesmo o marketing tradicional, se transformou em uma solução de inteligência digital cada vez mais presente no gerenciamento de múltiplos canais.

Enquanto CEO, já vivenciei muitos desafios, mas essa pandemia veio sem precedentes e acelerou nossas projeções no médio e longo prazo. Estou na liderança de uma das principais empresas de tecnologia do país, que tem ajudado os PME’s a digitalizarem seus negócios nesse momento desafiador. Temos muitos aprendizados a compartilhar, afinal, somos movidos pela resiliência e a paixão por transformar o crescimento de nossos clientes, por isso, conseguimos não só manter as nossas operações em pleno funcionamento, mas também, ajudar a quase 400 mil empresas, que dependem das nossas soluções para sobreviverem e prosperarem no meio digital.

Somos muito otimistas quanto aos novos hábitos da cultura digital, por exemplo, nos meses de abril, maio e junho, o e-commerce cresceu 250% comparado ao mesmo período do ano passado. Os serviços de delivery, outra tendência em alta que não irá cessar com o fim da pandemia, cresceu 3,5 vezes nos últimos meses, validando a importância dessa aceleração.

Os negócios digitais reiteram cada vez mais a presença da tecnologia no dia a dia da sociedade e, com certeza, é um caminho sem volta, que reinventou a forma das pessoas se relacionarem, trabalharem e consumirem produtos e serviços.

A atual crise tem mostrado, cada vez mais, a importância da tecnologia. Conceitos que ainda estavam sendo analisados, tiveram que ser colocados em prática o mais rápido possível, gerando novas possibilidades de reinventar as formas de consumo. Portanto, a cultura digital é o caminho para a resiliência dos negócios a curto e médio prazo e torço para que as pessoas se habituem cada vez mais a esse novo modo de viver.

Fernando Cirne é CEO da Locaweb, sendo responsável também pelas unidades de negócio da companhia. Engenheiro formado pela Universidade de São Paulo, com MBA pelo IBMEC. Desenvolveu parte de sua carreira na Editora Abril, onde começou como trainee e depois foi responsável pelo desenvolvimento da operação de Assinaturas na Internet, que já foi uma das grandes operações de e-commerce no brasil. Atuou também como Diretor de Marketing Direto em Assinaturas, onde além dos esforços de Internet gerenciou as áreas de Telemarketing Ativo e Marketing Direto Off Line. Ainda na Editora Abril atuou Diretor de e-Business, onde foi responsável pela distribuição de conteúdo digital e Database Marketing, atuando com um maiores bancos de dados e operação de BI do mercado. Na Locaweb atuou como CMO, Diretor Geral da Unidade Locaweb.

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Como alavancar o seu e-commerce nos marketplaces

Já imaginou fechar centenas de vendas em poucas horas com um baixo investimento? Na prática, isso pode se tornar realidade por meio de um ou vários marketplaces. A iniciativa surgiu com o intuito de simplificar o sistema de compra-venda ao trazer os benefícios dos shoppings centers para o ambiente virtual. Ou seja, o consumidor tem acesso a vários produtos e serviços de diversas marcas em um único local com apenas um clique. Já do outro lado da tela, os pequenos e médios empresários conseguem aumentar a credibilidade do seu empreendimento e sua lucratividade.

Segundo a Precifica, os marketplaces cresceram 90,7% no último ano. o todo, o nicho foi responsável por 18,5% do faturamento de empresas varejistas. No entanto, o crescimento do empreendimento na plataforma depende da gestão. Diante desta realidade, Thiago Mazeto, head de Experiência do Cliente da Tray, unidade de negócios de plataformas para e-commerce da Locaweb e parceira dos maiores marketplaces do Brasil, como Amazon, Americanas e Submarino, listou as seis principais dicas para ter sucesso nesta jornada. Confira abaixo:

1. Defina o seu produto

“Para vender em um marketplace, é necessário ter uma estratégia de negócio clara e objetiva. Portanto, o primeiro passo para o ingresso neste ambiente trata-se da definição dos produtos a serem comercializados uma vez que não há gastos com aluguel, decoração, colaboradores e outros aspectos”, explica o especialista em e-commerce. Nesta fase, é imprescindível avaliar o portfólio da empresa a fim de encontrar itens que consigam destacar-se no momento do anúncio e dentre a concorrência. Lembrando que nem sempre o que vende bem em uma loja física, terá resultados iguais no e-commerce. Neste processo, também é interessante estudar as plataformas disponíveis para verificar o que as pessoas estão vendendo e qual é o melhor local para integrar a loja em questão de benefícios e público. Depois de consolidar as vendas, é possível investir em branding.

2. Precificação

Em qualquer marketplace, o consumidor pode organizar suas buscas por menor preço e comparar com todas as opções disponíveis. Então, além de produtos e serviços de qualidade, as pessoas também estão em busca de valores que caibam no bolso. “Neste caso, a atitude ideal é analisar a precificação da concorrência a fim de desenvolver uma margem de preço justa para determinado mercado. No início, talvez seja preciso sacrificar parte do lucro para ganhar relevância e vender mais posteriormente. Dica: promoções são uma ótima forma de se destacar e continuar tendo o lucro esperado. Com uma promoção de R$5,00, o lojista pode vender muitos mais do que o esperado e recuperar o investimento, por exemplo”, revela Mazeto.

3. Ganhe relevância

A construção dos anúncios deve ser feita com calma para agregar valor ao produto por meio de imagens em alta qualidade e descrições detalhadas, o uso do SEO é recomendado para ganhar relevância nas buscas dos consumidores.

4. Seja o seu maior crítico

Tanto na fase de escolha dos produtos que serão vendidos quanto nas operações diárias do e-commerce, o empreendedor deve ser o seu maior crítico. Fazer uma autoavaliação dos produtos vendidos, preços, condições, descrições e imagens é saudável para qualquer negócio.

5. Encante o seu gerente

Quando um e-commerce faz a integração com um marketplace, o empreendedor ganha um parceiro: o gerente de marketplace. O relacionamento com esse profissional é um ponto crucial para o sucesso da loja, uma vez que ele pode priorizar a empresa quando houver uma boa oportunidade.

6. Encante os clientes

Atualmente, os clientes priorizam experiências de compra personalizadas – o que significa oferecer um atendimento de excelência de ponta a ponta. Ou seja, compreenda as reais necessidades dos clientes, tenha condições de pagamento flexíveis, não abuse do frete, cuide do empacotamento do produto e do atendimento após a compra e entrega, fidelizando o cliente não só no marketplace, mas no e-commerce da loja. Entretanto, engana-se quem pensa que o atendimento ao consumidor termina no momento em que ele recebe o produto. “É preciso atrair o consumidor para uma segunda compra. Portanto, envie um cupom de desconto ou comece um relacionamento via WhatsApp ao convidá-lo para conhecer a loja virtual. Outra opção é trabalhar em redes sociais da marca, pois um investimento de R$ 100 pode gerar um retorno de R$ 500”, pontua o head de Experiência do Cliente da Tray.

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Edge Computing: o que é, onde se aplica e qual a relação com a cloud?

Por Alexandre Glikas

Em tradução livre, Edge Computing significa computação de ponta, ou de borda, isto é, um sistema mais próximo que permite às organizações processarem um volume maior de dados de modo mais rápido e eficiente.

Para entender melhor, é importante compreender o atual cenário tecnológico. Estamos mais conectados do que nunca. Portamos e operamos dispositivos, móveis ou não, que geram e processam um grande volume de dados. E tudo fica armazenado na nuvem, o que permite que as informações estejam sempre acessíveis.

No entanto, o aumento de dispositivos conectados leva a uma limitação óbvia e inevitável: o elevado volume de dados deve ser proporcional aos recursos de computação, o que pode acarretar altos custos ao negócio; utilização excessiva da rede; alta latência; indisponibilidade e redução da confiabilidade dos sistemas.

Assim, já começamos a observar iniciativas de empresas que aproximam os serviços de nuvem ao perímetro da rede. Dessa forma, as operações de armazenamento e processamento aproximam-se das fontes dos dados, trazendo resultados mais ágeis. Isso é Edge Computing. A ideia é realocar parte do poder computacional do data center para as extremidades (edges) da rede, incluindo pontos próximos ou o próprio dispositivo.

Por meio dessa tecnologia, os aparelhos IoT podem transmitir dados para um equipamento próximo, como um gateway, capaz de compreender e processar as informações e dar respostas rapidamente, reduzindo a necessidade de transferir dados à nuvem para então devolver o resultado.

Para entender como pode ser aplicado no âmbito corporativo, veja como a necessidade de maior disponibilidade e agilidade estão presentes em nosso cotidiano. Quando usamos um aplicativo para alugar casas, saber como está o clima, fazer agendamentos, pedir táxis, entre outras coisas, ficamos impacientes quando o sistema demora a dar uma resposta ou simplesmente está indisponível. Isso acontece porque ele depende muito do processamento e armazenamento externo, centralizado na nuvem.

Essa demora ou indisponibilidade dentro de uma organização pode impactar na perda de negócios e qualidade operacional. Então, se a empresa implementar uma infraestrutura de edge, por meio de um data center modular local, por exemplo, processos importantes e cargas de trabalho podem ser processados rapidamente, com uma latência quase imperceptível.

Quais impactos traz ao negócio?

Um dos grandes ganhos do Edge Computing para o negócio é a não dependência de um data center distante, bastando ao gestor gerenciar a periferia da rede, ou seja, os pontos próximos de processamento e armazenamento. Mas, assim como toda tecnologia em evolução, aqui também é necessário estar atento a alguns riscos que podem impactar o negócio.

Um deles e talvez o principal, está relacionado à segurança. Se você traz o armazenamento e o processamento para a borda da rede, distribuindo para diversos pontos, aumenta substancialmente o tamanho da superfície exposta a ataques. Eles podem se tornar portas de entrada desprotegidas.

Há também a preocupação com o custo da implementação e o gerenciamento das extremidades. Dentro de um ponto de vista escalável, quanto maior a infraestrutura de TI, maiores serão os valores usados para expandir, operar e monitorar. Os custos acabam crescendo proporcionalmente à ampliação do negócio.

No entanto, essa é apenas uma das perspectivas, pois muitos defenderão o Edge Computing como uma solução mais segura, uma vez que os dados não precisam trafegar na nuvem, permanecendo em um ambiente seguro e controlado.

Edge Computing e cloud: qual a relação?

Por conceito, as duas tecnologias são opostas quando se referem ao local de processamento e armazenamento. Ao passo que a nuvem mantém a operação em um data center central, em um servidor remoto, o Edge Computing realoca o processamento nas bordas da rede, em pontos mais perto dos dispositivos.

Apesar de diferentes, eles não se substituem. Na realidade, são complementares. Por exemplo, regras de análise podem ser criadas em nuvem e, então, enviadas para os dispositivos periféricos para um processamento próximo.

Assim, não se trata de uma discussão acerca de qual tecnologia dominará os próximos anos, mas sim, sobre o que as empresas têm feito hoje para garantir a qualidade, a segurança e a disponibilidade de serviços e informações com base nos recursos já existentes.

Alexandre Glikas, diretor-geral da Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb.

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Multi CD para e-commerce: essa estratégia é para você?

Por Tiago Girelli

Assim como qualquer outro negócio, o e-commerce possui os seus mais diversos desafios. Entretanto, há um, em especial, que insiste em assombrar o varejista virtual: o estoque. Chega um momento na trajetória de todo lojista em que este pilar estremece e basta uma decisão errada para ruir.

O termo Multi CD quer dizer multi centros de distribuição, que nada mais é do que a descentralização do estoque em vários outros, no intuito de otimizar o serviço e atender melhor o consumidor. Atuar nesse modelo é excelente para um e-commerce de abrangência nacional, por exemplo, já que ele favorece a logística e, consequentemente, a satisfação do cliente.

Esse é o tipo de estratégia que enche os olhos de qualquer empreendedor, contudo, é preciso ter certeza de que o negócio está pronto para arcar com as necessidades e custos que ela demanda.

Pontos de distribuição em diferentes locais exigem galpões ou empresas especializadas nesses serviços, além de transportadoras parceiras em cada base. Toda essa operação gera custos que precisam ser colocados na ponta do lápis e analisados com atenção.

Se o valor para a manutenção extrapolar o budget destinado a essa proposta, a melhor opção é deixar para outro momento. Utilizar o sistema no e-commerce requer planejamento para que os custos sejam um investimento, e não prejuízo.

Há outro ponto que merece bastante atenção na hora de pensar sobre esse modelo: a logística reversa. Trocas e devoluções são rotina no comércio online, porém, enquanto lidar com esse processo em um ambiente restrito é simples, na estratégia Multi CD é necessário um pouco mais de planejamento.

Neste caso, o lojista deve criar um plano de ação dedicado à política de troca e devoluções, capacitando colaboradores e parceiros para prestarem esse atendimento ao cliente. O sistema operacional também precisa estar preparado para gerenciar a entrada e saída de produtos, a fim de evitar a estagnação de determinados itens nos CDs.

Um processo de troca ou devolução mal executado por um único centro de distribuição pode afetar a imagem da companhia, comprometendo os esforços para o crescimento do negócio.

Após ler todas essas informações, você pode vir a pensar: “será que essa tática não é para mim?”. Sim, ela é. A estratégia Multi CD acompanha o crescimento das empresas, surgindo naturalmente. Em algum momento a necessidade de múltiplos estoques vai bater na porta do seu e-commerce, e, quando essa hora chegar, você já vai saber tudo o que precisa fazer.

Tiago Girelli, diretor da divisão corporativa da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

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Locaweb abre inscrições para 4ª edição do programa “Quero ser Dev”

Referência em serviços digitais, a Locaweb anuncia a quarta edição do “Quero Ser Dev”. O programa tem como objetivo formar jovens desenvolvedores para o mercado de trabalho, por meio de treinamento personalizado e gratuito, oferecendo aos candidatos capacitação técnica em diversas linguagens de programação. Aqueles que apresentarem melhor desempenho serão selecionados para trabalhar nas áreas de tecnologia e produtos.

Todos os interessados devem estudar ou terem concluído cursos de Ciências da Computação, Estatística, Matemática, Sistemas da Informação, Engenharia da Computação ou áreas correlacionadas, ainda que em nível técnico. As inscrições podem ser realizadas entre 6 de agosto e 14 de setembro, por meio do hotsite www.queroserdevlocaweb.com.br. A previsão é que os selecionados iniciem os trabalhos na empresa a partir de março de 2019.

A primeira fase é composta pela análise de currículo, testes online, dinâmicas em grupo e entrevistas presenciais. Os aprovados participam de um treinamento, no Campus Code, com duração de nove semanas, onde terão a oportunidade de atuar com profissionais experientes e aprenderem conceitos de programação, como Ruby, Rails, Arquitetura MVC, Git, HTML5, CSS3 e JavaScript. Além disso, serão convidados a participarem de eventos internos e online na Locaweb para vivenciarem a cultura da empresa.

“Buscamos talentos que sejam apaixonados por desenvolver e se divirtam ao programar em diferentes linguagens. Queremos ajudá-los a expandir suas técnicas e habilidades, abrindo espaço para que possam aprender na prática junto conosco. Trata-se de uma grande oportunidade para quem deseja fazer história dentro de uma Big Tech Company”, afirma a gerente de Recursos Humanos da Locaweb, Raquel Parente.

De acordo com o relatório “Global Recruiting Trends 2018”, divulgado pelo LinkedIn, 78% das empresas acreditam que diversidade é uma das tendências que mais tem impactado o processo de seleção e contratação de profissionais na atualidade e 62% acreditam que além de ressaltar a cultura da organização, melhoram os resultados financeiros.

“Na Locaweb acreditamos que equipes diversas são mais produtivas, inovadoras e engajadas. Por isso, valorizamos as características individuais dos funcionários e entendemos que a diversidade entre os profissionais proporciona o ambiente ideal para o desenvolvimento de novas habilidades”, complementa Raquel.

Nesta edição são esperados mais de 2 mil candidatos, ultrapassando o número de inscritos do ano anterior. Os selecionados terão entre seus benefícios, remuneração compatível com o mercado; assistência médica e odontológica; seguro de vida; horário flexível; vale refeição para consumo dentro da empresa; vale-transporte ou estacionamento no local; programa de qualidade de vida (academia, massagem relaxante e ginástica laboral); sala de relax com videogame, mesas de ping pong, pebolim e pufes para descanso.

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Dia dos Pais deve ter alta de 35% no e-commerce

Pesquisa realizada pela Tray, unidade de e-commerce da Locaweb, mostra que, para este Dia dos Pais, o valor total em vendas dos e-commerces deve crescer 35% em comparação com o ano anterior. O período deve seguir o mesmo caminho de alta das outras datas comemorativas, com exceção do Dia dos Namorados, que foi impactada pela greve dos caminhoneiros.

Nos últimos anos, o Dia dos Pais vem apresentando um gráfico ascendente nas vendas online. Tanto em 2016 como em 2017 houve aumento no número de vendas de 35,07% e 43,91%, respectivamente. Já em relação aos pedidos, o acréscimo foi de 30,04% e 31,56% nos últimos dois anos. Puxam as vendas os segmentos de moda e calçados, seguidos por cosméticos e eletrônicos.

“Acreditamos que o aumento da confiança do consumidor e maior comodidade nas compras online sejam as principais motivações para o crescimento das vendas. Além disso, a possibilidade de comprar um presente e encaminhar para diferentes endereços, sem a necessidade de entregar pessoalmente, facilita também para àqueles que não podem estar presentes na data, mas querem mostrar aos pais que foram lembrados”, explica Willians Marques, diretor-geral da Tray.

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Você sabe calcular corretamente o preço que coloca em seus produtos?

Por Vinicius Guimarães

Sabe dizer se, neste exato momento, o preço dos seus produtos está correto? Pense bem: eles cobrem os custos de aquisição, de movimentação e distribuição, bem como os encargos e ainda garantem uma margem de lucro? Para chegar a esse valor, é necessário, antes, entender o conceito que ajuda a formar o preço de venda, ou seja, o markup.

O markup é usado para a formação do preço de venda, sempre aplicado sobre o custo dos produtos. Basicamente, depois de identificar o custo da unidade, soma-se uma margem de lucro. Nessa conta, é preciso lembrar de incluir as despesas, os impostos e todos os demais encargos que incidem na venda.

O índice pode ser usado para definir os preços dos produtos de forma individual ou genérica, dependendo das necessidades e estratégias do negócio. É o caso de alguns itens que têm valor mais baixo (com o lucro menor) para garantir um volume de vendas maior e aumentar a competitividade. Por outro lado, existem mercadorias que podem permitir uma margem de lucro maior e, consequentemente, um valor mais elevado.

Não é possível determinar o índice ideal de markup, visto que ele varia entre os mercados em que as empresas atuam, podendo oscilar até mesmo de negócio para negócio. Para encontrá-lo é preciso relacionar as despesas fixas e variáveis, os custos operacionais, impostos, encargos e qualquer outro gasto da organização com as atividades. Dependendo do lucro esperado, é possível encontrar mais de um markup para o mesmo item.

Independentemente do ramo de atuação e dos produtos e serviços oferecidos, a lógica é uma só: o preço passado para os clientes deve cobrir os gastos e ainda proporcionar lucro. Mas, apesar disso ser do conhecimento de muitos gestores, a falta de planejamento e definição de estratégias podem significar perda da lucratividade ou, até mesmo, em casos mais extremos, gerar prejuízos financeiros. Isso quer dizer que não basta apenas levantar os custos e definir o lucro. Também é preciso identificar o público, conhecer a percepção de valor (que é diferente de preço) que os consumidores têm dos produtos, bem como analisar o volume de vendas e o market share.

Além da importância geral para os resultados, vale lembrar que a precificação também está intimamente relacionada aos clientes, sendo um dos principais aspectos considerados na decisão de compra. Esse fator se torna ainda mais relevante quando o nicho é bastante competitivo, com vários concorrentes.

Nesse contexto, para cobrar mais caro, é preciso apresentar algum valor que agregue um diferencial — e ainda se certificar que ele é compatível com o público. Por outro lado, preços muito baixos podem gerar prejuízos, por não cobrirem todos os custos relacionados à venda.

Entender o markup é a melhor forma de conseguir precificar as mercadorias e garantir um bom retorno financeiro com as vendas, assim como aplicar um preço justo para os clientes, o que torna ainda mais sadia a competitividade do negócio.

Vinicius Guimarães é coordenador de marketing e inside sales da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

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Seis empresas de tecnologia com vagas abertas

Enquanto mais de 12,7 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil , segundo dados do IBGE, o mercado de tecnologia segue aquecido.

As oportunidades são diversas tanto no que diz respeito aos cargos oferecidos quanto nos segmentos de atuação das empresas, provando que o avanço tecnológico realmente abre portas para candidatos.

Confira:

Nimbi

Empresa de tecnologia especializada em supply chain management, que desenvolve soluções que aumentam a produtividade e geram economia para as organizações, está com vagas para: Estagiário de relacionamento, Assistente de Logística, Comprador Júnior- MRO, Comprador Business Service Júnior, Analista Compras Pleno, Analista de logística Júnior, Analista de Logistica Pleno e Analista de Logística Sênior. Os interessados devem enviar o currículo com o título da vaga para: carla.moraes@nimbi.com.br

Locaweb

Empresa fornecedora de serviços de tecnologia, a Locaweb tem sempre vagas em aberto nos mais diversos departamentos. Os interessados devem ficar atentos às oportunidades divulgadas no site da companhia www.locaweb.com.br/carreira/#

BgmRodotec

Referência em sistemas de gestão para transportadores de cargas e passageiros, a companhia oferece vagas para Analista Financeiro, Consultor Comercial e para implementação de software, Desenvolvedor e Jovem Aprendiz, todos em regime CLT para a cidade de São Paulo. A empresa oferece benefícios como seguro de vida, vale transporte, vale alimentação, plano de saúde e odontológico. Os interessados devem mandar e-mail como título da vaga para: rh@bgmrodotec.com.br

Semantix

Startup especialista em Big Data, Inteligência Artificial e Internet das Coisas tem vagas para Account Manager Pleno ou Sênior, Engenheiro de Dados, e User Interface Designer (UI) Júnior ou Pleno. Informações e inscrições no site: http://www.semantix.com.br/trabalhe-conosco/.

Synapcom

A companhia de Full service para e-commerces, Synapcom está com vagas abertas para Analista de Client Service e Analista Desenvolvedor de Sistemas Web. Os interessados podem enviar o currículo para cv@synapcom.com.br com o nome da vaga e pretensão salarial.

Tray

Desenvolvedora de plataforma para e-commerces, a Tray está com vagas abertas para cargos de Programador Ruby I e II e Analista do Sucesso do Cliente. Os interessados devem enviar o currículo para rh@tray.net.br

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Locaweb Corp adquire Cluster2GO

A Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb, anuncia a aquisição total da Cluster2GO, uma das maiores empresas de gerenciamento de serviços multicloud do Brasil. Com a compra, a especialista em serviços para o público corporativo, passa a oferecer multicloud por meio de uma solução que permite aos ambientes públicos e privados funcionarem de maneira independente e se conectarem apenas quando necessário, além da gestão dos serviços.

Com a crescente preocupação das empresas para manterem seus dados seguros, a nuvem híbrida deixou de ser uma tendência para se tornar necessidade. Acompanhando esse movimento, há algum tempo a Locaweb Corp vinha pesquisando a respeito do setor, no qual já desejava atuar. Dessa forma, chegou até a Cluster2GO.

Há 18 anos no mercado, a Cluster é parceira oficial da Microsoft (Azure), Amazon Web Services (AWS), Oracle e Google, que credenciam a marca para atuação em diversos setores do mercado corporativo, como bancos, telecomunicações e indústria farmacêutica. Hoje, conta com cerca de 200 clientes, entre eles Cielo, Roche, Dotz e Banco Volks.

“Com um portfólio de serviços focado em multicloud, a Cluster2GO conquistou um espaço relevante no mercado nacional para atuar na transformação digital de algumas das maiores empresas do país. Também devemos isso à parceria que temos com a Microsoft (Azure) e a Amazon (AWS), que foi decisiva para oferecermos soluções cada vez mais competitivas. E nada melhor do que começar o ano em uma nova fase, na qual contaremos com outra expert, pioneira em cloud computing no Brasil, mas dessa vez fazendo parte dela”, ressalta Fábio Alexandre Vieira, cofundador da Cluster2Go.

Com a aquisição, a Locaweb Corp se une a uma das principais plataformas multicloud da América Latina para o segmento corporativo. A Cluster2GO permanece com sua operação inalterada e passa a contar com toda a estrutura da Locaweb.

De acordo com Alexandre Glikas, diretor-geral da Locaweb Corp, a expectativa é acelerar ainda mais o crescimento. “Com a entrada da Cluster2GO, prevemos um crescimento de 35% para 2018. Estamos prontos para oferecer a perfeita integração entre os principais players, com serviços especializados de migração, gestão operacional multicloud, consumo inteligente, banco de dados, monitoramento e segurança”.

Locaweb

Com a aquisição da Cluster2GO por uma de suas unidades, a Locaweb também vê seus números crescerem. A compra deve elevar o faturamento da empresa para 400 milhões.

Esta é a quinta aquisição da companhia nos últimos 6 anos. Desde então, vem ampliando seu portfólio para fortalecer a atuação em mercados como e-commerce e marketing cloud. Trata-se de uma estratégia da marca, que enxerga nas aquisições uma forma de entrar em mercados antes inexplorados para continuar acelerando o seu crescimento.

“A Locaweb está passando por um novo momento, em um ano muito especial. Completamos duas décadas em 2018 e temos como objetivo tornar a Locaweb líder no fornecimento de serviços digitais no Brasil. Com essa compra, vamos aumentar nosso leque para atender de forma ainda mais assertiva todas as necessidades dos nossos clientes corporativos”, afirma Fernando Cirne, presidente da Locaweb.

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Cinco passos para ter uma vida digital mais segura

Por Rafael Abdo , gerente de segurança da informação da Locaweb

Ao mesmo tempo em que a navegação na Internet está cada vez mais facilitada e difundida na sociedade, as ameaças e os ataques virtuais não param de crescer. Os cibercriminosos, pessoas que cometem crimes virtuais, parecem estar sempre um passo à frente das autoridades.

Além disso, os usuários não estão fazendo sua parte para terem uma vida digital mais segura: pesquisa da Kaspersky Lab, especialista em antivírus, divulgada em 2017, aponta que 51% das pessoas entrevistadas afirmaram usar métodos inseguros para lembrar senhas, enquanto 22% já revelaram dados confidenciais por acidente. Sendo assim, confira cinco passos para se prevenir da ação dos criminosos na web:

Fortaleça suas senhas: seja do banco, e-mail ou redes sociais, o furto de senhas sempre foi o objetivo principal dos criminosos virtuais. Para não ser mais uma vítima, é preciso ter uma combinação forte que dificulte a ação dos bandidos. O ideal é utilizar a criatividade e fugir de informações óbvias, como datas de aniversários e sequências numéricas simples (como 123456). A recomendação é usar, pelo menos, 16 caracteres no código – além de manter uma senha para cada site. Também é importante incluir entre as boas práticas a troca periódica de senhas e a utilização de cofres de senha como lastpass ou 1password.

Atenção ao tipo de informação compartilhada nas redes sociais: a grande maioria dos usuários disponibiliza em seus perfis dados pessoais que podem facilitar a aplicação de ataques de engenharia social, termo utilizado para descrever situações onde alguém faz uso da persuasão, abusando da ingenuidade e confiança do usuário, para obter informações sigilosas. Recomenda-se diminuir a quantidade de informações compartilhadas, sobretudo check-in/check-out, números de documentos, endereços e telefones. Além disso, é importante limitar sempre a visualização do conteúdo apenas para amigos.

Cuidado com redes públicas: o avanço dos dispositivos móveis fez explodir a rede Wi-Fi. A internet sem fio está praticamente em todo o lugar, inclusive por meio de redes públicas em pontos turísticos e lugares com grande fluxo de pessoas. Porém, elas são mais vulneráveis, o que faz um ataque ser mais propenso. A recomendação é nunca utilizar redes sem fio de terceiros. Caso não tenha outra alternativa, antes de enviar informações pessoais ao usar redes públicas, gratuitas ou compartilhadas, certifique-se de que o ambiente online está protegido com o ícone do cadeado ao lado da barra de navegação. Uma alternativa é utilizar uma rede virtual privada (VPN), garantindo a segurança dos seus dados.

Confira as solicitações de acesso de aplicativos e serviços: aplicativos e serviços gratuitos na Internet utilizam seus dados pessoais para comercializarem publicidade personalizada de acordo com hábitos e comportamentos. Se você deseja limitar isso, é preciso conferir as permissões e os termos de uso antes de realizar o download do app.

Preste atenção nos e-mails: os e-mails ainda são a principal arma dos cibercriminosos para roubar informações e senhas. A tática mais frequente é o phishing, que atrai a atenção do usuário e o estimula a clicar em links e aplicações. Desconfie de mensagens duvidosas que receber, mesmo que o remetente seja uma pessoa de confiança – afinal, elas também podem ter sido vítimas de ataques virtuais.

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Assistente virtual traz agilidade e informação aos clientes da Locaweb

2017-06-05 (1)

Um dos grandes desafios que as empresas têm atualmente é oferecer um atendimento rápido, objetivo e eficaz aos clientes em todos os seus canais digitais. Foi pensando nisso que a Locaweb, líder em hospedagem de sites no Brasil, implantou a solução AgentBot em seu canal de atendimento automatizado ao cliente, criado pela Aivo, empresa que propõe uma nova experiência de relacionamento com os clientes no universo online.

Desenvolvido para que as empresas possam responder os seus clientes em tempo real, o AgentBot é capaz de entender a linguagem natural que as pessoas utilizam para se comunicar. No caso da Locaweb, a empresa resolveu implantar o assistente virtual após perceber que uma quantidade considerável de seus atendimentos eram relacionados a dúvidas relativamente simples de se responder e seu tipo de cliente mais atendido, desenvolvedores de sites, possuíam um perfil mais adepto a canais digitais para suporte técnico. “Antes de implantar o chatbot, cerca de 55% dos contatos dos clientes eram feitos via nossa Central de Atendimento e atendidos por agentes humanos através de chat. Já tínhamos uma wiki bem rica e estruturada para autoatendimento, mas, ainda assim, a maior parte dos chats eram relacionados a dúvidas básicas de utilização dos nossos serviços e solucionados pelos nossos agentes com o uso de frases prontas ou indicações de tutoriais da própria wiki”, explica Allan Diniz, Gerente de Planejamento e Qualidade do Atendimento da Locaweb.

Foi analisando essa necessidade que a empresa percebeu que um assistente virtual poderia dar conta de responder aos casos mais simples, transferindo para o atendimento humano apenas as situações mais complexas e que demandam maior profundidade de análise, e, então, decidiu investir no robô Giba, referência ao fundador da Locaweb, Gilberto Mautner. O assistente virtual auxilia os clientes da companhia em atendimentos pós-vendas, especificamente quando há dúvidas de suporte técnico ou pagamentos. “Com o robô cuidando dos casos mais simples de se resolver, além de otimizar custos operacionais, conseguimos atender com mais velocidade, afinal, a resposta do Giba é imediata, enquanto a de um humano costuma ser um pouco mais demorada”, comemora Allan.

Atualmente, a Locaweb conseguiu alcançar um índice de 44% de atendimentos solucionados integralmente pelo AgentBot, sem necessidade de interação humana, já que os demais assuntos são bastante complexos, ficando a cargo de uma equipe de atendimento técnica e especializada. “Ainda temos muitas oportunidades de evoluir nesse sentido e aumentar ainda mais a retenção, ensinando o robô a lidar com coisas que ele ainda não é capaz e também integrando-o com sistemas internos da Locaweb, para que ele possa atender automaticamente a solicitações como enviar uma cópia de boleto ou alterar características do seu serviço contratado”, explica o executivo.

Todo cliente Locaweb tem acesso a uma interface administrativa via web, chamada de Central do Cliente, onde o usuário pode, entre outras ações, solicitar o atendimento via chat para algum assunto ou serviço, e é atendido pelo robô Giba na maioria deles.

O projeto foi desenvolvido e implementado entre as equipes da Aivo e da Locaweb, que integraram o AgentBot com o sistema de chat e oferecem “treinamento” diário ao robô para que ele “aprenda” a responder corretamente às dúvidas principais que chegam até ele, além de testes de estresse. Outra característica do AgentBot da Locaweb é que ele foi customizado para entender a mesma questão relacionada a diferentes produtos. Uma pergunta “como atualizo para a última versão?”, por exemplo, pode ser respondida de diversas formas, de acordo com a conversa anterior do cliente e com produtos específicos.

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10 dicas para reduzir a taxa de rejeição no seu e-commerce – Por Thiago Mazeto

De que adianta seu site ser líder em visitas se isso não se traduz em vendas para você? Tão importante quanto a visibilidade, a taxa de rejeição é um índice primordial quando você precisa avaliar o desempenho do seu e-commerce. Contudo, pode não ser tão simples medir este indicativo, já que os motivos que levam um potencial cliente a abandonar seu site são os mais variados possíveis.

Entender a taxa de rejeição provê informações valiosas sobre seu público-alvo, a qualidade do seu conteúdo e que estratégias de marketing adotar para ter o melhor resultado possível. Desta maneira, preparamos 10 dicas de boas práticas que podem impulsionar seu negócio e reduzir a taxa de rejeição. Confira:

1) Capriche no conteúdo

Procure sempre ter conteúdos de valor para seu público-alvo, seja na sua landing page, blogs ou perfis nas redes sociais. Também é importante manter as informações atualizadas, mostrando aos mecanismos de busca e clientes que você acompanha o mercado e as suas novidades;

2) Preste atenção no layout

Não adianta ter o melhor e mais atual conteúdo na sua página se você entrega isso de uma forma esteticamente negativa. O layout deve sempre ser limpo e agradável, sem usar cores muito chamativas – reserve-as para os botões de Call To Action e outros elementos de destaques. Prefira também fontes sem serifas e que facilitem a leitura;

3) Navegabilidade é preciso

Menus escondidos, imagens e páginas que demoram muito para carregar. Os fatores que podem afetar a navegabilidade se apresentam de inúmeras formas e evita-los é de suma importância para reduzir a taxa de rejeição do seu e-commerce. Prefira plataformas leves e intuitivas para capturar a atenção do seu público;

4) Utilize práticas de SEO

O Search Engine Optimization (SEO) é uma poderosa ferramenta que pode colocá-lo à frente dos seus concorrentes. Sempre crie conteúdos otimizados para aumentar as chances da sua página aparecer em primeiro lugar nos sites de busca e capturar a atenção de clientes em potencial;

5) Mantenha o tráfego internamente

Sempre que possível, faça links internos que direcionam o internauta a outras páginas e conteúdos dentro do seu site. Desta forma, você mantém os visitantes por mais tempo dentro do seu e-commerce, aumentando as chances de convertê-los em clientes.

6) Evite links externos

Complementando a dica anterior, fuja ao máximo dos links que redirecionam para páginas externas. Obviamente, há momentos em que é necessário citar alguma informação de fonte externa, apenas se certifique de que o link seja aberto em uma nova aba.

7) Sugira produtos e faça comparativos

Outra forma de manter o visitante na sua página é oferecer recomendações e comparativos. Mostrar produtos semelhantes buscados por outros clientes é um método popular de sugerir um novo item e pode agradar quem está em busca de informações antes de efetuar uma compra.

8) Seja criativo com seus CTAs

Os Call To Action (CTA) são as chamadas que induzem o visitante a tomar alguma ação. Neste momento, ser criativo ajuda a fisgar a atenção do internauta. Use cores chamativas, botões flutuantes que acompanhem a rolagem da página e abuse dos mapas de calor para descobrir quais partes da sua página são mais visualizadas e saber onde posicionar seus CTAs.

9) Mapeie para facilitar

Seu site pode ter exatamente o que o visitante quer comprar, mas se ele não conseguir chegar até o produto, você perderá a venda. Por este motivo, é importante ter um mapa do site, que aponte exatamente onde está a informação ou item que ele deseja encontrar. Indexar seu mapa também é uma boa prática para aumentar a visibilidade nos sites de busca.

10) Fique sempre alerta

Mesmo tomando todas as precauções e seguindo essas dicas, influenciar a taxa de rejeição não é um trabalho do dia para a noite. É necessário estar sempre monitorando suas métricas para perceber em quais áreas é preciso focar mais seus esforços e quais ações surtiram efeito positivo.

Thiago Mazeto, Gerente de Marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

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Grupo Locaweb tem novo diretor de tecnologia

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O Grupo Locaweb, líder isolado em hosting no Brasil, anuncia seu novo CTO. Alexandre Cadaval já exercia o cargo de gerente executivo de projetos corporativos no Grupo há quase dois anos, e trouxe na bagagem a experiência do trabalho realizado na DHC Outsourcing (atual UOLDIVEO), como diretor de operações e produtos, além de ter sido sócio em uma integradora
de sistemas.

“Essa promoção faz parte da estratégia do Grupo para aproveitar bem todos os seus talentos internos. Somado isso ao ótimo desempenho do Cadaval e à sua vasta experiência no mercado de tecnologia, acreditamos que a Locaweb trilhará um caminho com ainda mais excelência e conquistas”, afirma Flávio Jansen, presidente do Grupo.

Formado em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica da USP, atua a mais de 25 anos no mercado de TI, com experiência emgerenciamento de projetos complexos, gestão de equipes e arquitetura de computadores e redes.

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Locaweb lança produto voltado para empreendedores

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A Locaweb anuncia o lançamento da Revenda cPanel, mais uma opção de plataforma voltada especialmente para desenvolvedores que buscam comercializar hospedagens de sites de forma ainda mais profissional. Com sistema operacional Linux, o produto oferece até 300 GB de espaço e 3 TB de transferência. Os preços variam de R$49,90 a R$149,90, com sites, domínios e subdomínios, bases de dados MySQL e caixas postais ilimitados em todos os planos.

Com o maior espaço em disco do mercado, a Revenda é ideal para empresas que precisam gerenciar vários sites a partir de uma interface amigável e para revendedores de hospedagem que desejam economizar com infraestrutura.

De acordo com Camila Kamimura, gerente de marketing de produtos da Locaweb, os novos planos de Revenda cPanel vêm para complementar o portfólio da empresa para que revendedores possam escolher o painel de administração de sites que preferirem, contando com uma infraestrutura de qualidade à sua disposição.

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Locaweb lança Revenda de E-mail Marketing

A Locaweb, pioneira em cloud computing no país e líder em Hosting & Infrastructure Services no Brasil e América Latina em 2011, segundo a International Data Corporation (IDC), lança a Revenda E-mail Marketing. A nova plataforma foi exclusivamente desenvolvida para atender as necessidades dos profissionais que trabalham com planejamento, criação e envio de e-mails marketing.

A nova solução garante a infraestrutura necessária para que agências digitais e desenvolvedores web ofereçam ainda mais possibilidades de divulgação customizada aos seus clientes. Além disso, o serviço permite o gerenciamento de campanhas de forma profissional e com todo o controle de envios.

A partir de agora é possível controlar diversos usuários, mensagens enviadas e emitir relatórios por meio de um painel único. O custo para adquirir esta plataforma se inicia em R$199,90 e os planos variam de acordo com a necessidade de envios da empresa.

A ideia da ferramenta surgiu com a crescente demanda pelo serviço de E-mail Marketing da Locaweb, que reúne mais de 24 mil clientes na base e aproximadamente 450 milhões de disparos de e-mails por mês. Em janeiro, a Locaweb recebeu o selo “White Star”, concedido pela SPAMHAUS, que reconhece o trabalho de empresas de todo o mundo no combate ao SPAM.

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