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Crise gera boa opção de negócios para startups

Gerente da aceleradora pernambucana Jump participará do comitê de TI da Amcham Recife para falar sobre empreendedorismo e aceleração

Economizar e tornar o negócio mais eficiente. Tais medidas além de serem uma necessidade para as empresas no atual momento de crise são também uma oportunidade de negócio para as startups. De acordo com o gerente de aceleração da aceleradora pernambucana JUMP, Pedro Souza, diante de um momento de contingenciamento de gastos as startups com projetos capazes de promover economia e otimização para os negócios têm boas chances de conseguirem a preferência dos investidores. Para falar sobre o processo de aceleração no atual momento, Souza participa no dia 15 deste mês do comitê de TI da Amcham Recife, às 8h, no Amcham Business Center, Pina.

Souza cita o exemplo da Teslabit (acelerada pela Jump), que oferece serviço de gestão energética, fornecendo em tempo real dados relativos à energia consumida e à sua qualidade. Ele comenta também o caso da startup Flowup, cujo serviço permite acompanhar o custo-benefício de cada projeto em andamento na companhia em termos de dinheiro e eficiência.
Ele lembra que, embora algumas aceleradoras no país estejam de fato sentindo os efeitos da crise e reduzindo investimentos, no geral ainda há muitos recursos sendo aplicados em empresas inovadoras. Segundo dados do clube de investimento Fundacity, o ritmo de investimentos das aceleradoras permaneceu estável em comparação com o ano passado, atingindo o montante de R$ 170 milhões no primeiro semestre de 2015.

“Startups trabalham com inovação, que é algo necessário em tempos de crise e em tempos de bonança. Boas ideias sempre vão contar com investimentos”, diz Souza. Levantamento da Fundacity mostrou que nos próximos 12 meses as áreas em que as aceleradoras brasileiras mais planejam investir são Educação e saúde, sendo apontadas por respectivamente 85% e 77% das aceleradoras.

O gerente da Jump comenta que a expectativa da aceleradora pernambucana é acelerar cerca de 100 empresas nos próximos 5 anos, esperando que pelo menos 10% delas emplaquem no mercado.

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