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Os perigos do “mantenha-me conectado” – Por Juarez Araújo

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Você sabe por que os sites de Internet (especialmente os de redes sociais) mantêm um “check-box” pedindo pra você MANTER-SE CONECTADO na hora em que você faz o seu login? Não é somente pela facilidade de você não ter de colocar o usuário e as senhas todas as vezes que entrar no site. Parece muito cômodo não ter que fazer isso e é realmente o que eles querem que você pense.

Na verdade essa enorme facilidade está atrelada à captura de seus dados de navegação, costumes de compras, redes sociais visitadas, posts, pesquisas, localização e uma infinidade de dados que não percebemos estar disponibilizando. Os sites que possuem esse mecanismo estão coletando todos esses dados sem que você perceba, porque na verdade você deu a eles essa autorização. No momento em que você clicou no check-box autorizando MANTER-SE CONECTADO a captura dos dados já começou.

Mas aí você pode se perguntar: mas eu não autorizei a coleta de dados, eu simplesmente pedi para “manter-me conectado”. Não é verdade. Em todos esses sites existe um TERMO DE ACEITE em que é dito, com todas as palavras, que os seus dados poderão ser utilizados por eles. Quando você instala um desses aplicativos em seu smartphone ou em seu tablet, esse “termo de aceite” vem logo como primeira página e certamente você clica em EU ACEITO. Após isso você (e todos) que provavelmente não leram o “termo de aceite”, aceitou que seus dados sejam capturados e que sejam utilizados. Uma simples e inocente permissão de “mantenha-me conectado” disponibiliza toda essa infinidade de dados.

Uma das maneiras de se proteger dessa coleta é não clicar para se manter conectado quando for entrar no aplicativo. Sempre que precisar utilizá-lo, coloque seu usuário e senha (como você faz no seu Internet Banking), será muito mais seguro e evitará pelo menos uma coleta vasta dos seus dados.

Uma medida importante é: se fizer login no seu navegador com alguma conta, sempre que for sair dele, não clique simplesmente na tecla FECHAR (que é representada pelo “X” no canto superior direito da tela). Faça logoff, saia do aplicativo ou do navegador para que seus dados fiquem pelo menos não tão expostos.

Outra dica importante é não manter históricos em seus navegadores, eles são exatamente o que as empresas procuram para lhe fazer ofertas e tudo mais. Configure o seu navegador para que apague os históricos e o que chamamos de COOKIES, que são os rastros deixados por eles na sua utilização. Essa dica vale também para todos os aplicativos como uma forma de proteger seus dados de navegação, costumes de compra, etc., principalmente para aqueles aplicativos em que você teve que deixar o número do seu cartão de crédito e dados de cobrança.

Não é muito agradável ter que colocar usuário e senhas todas as vezes que formos utilizar esses aplicativos e navegadores, mas é uma forma de proteger-se. Lembre-se sempre: utilize todos os demais aplicativos e navegadores, como se fossem o seu INTERNET BANKING, sempre faça log off e limpe todos os seus dados de navegação e cookies. Afinal, imagine se os seus dados de navegação e costumes caem em mãos erradas.

Juarez Araújo, diretor comercial da DBACorp (www.dbacorp.com.br)

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Startup: qual a tecnologia e quais os caminhos para o negócio? – Por Juarez Araújo

Por quais caminhos deve-se abrir uma empresa ou um negócio, e o que é o preciso para fazer dar certo?

No Brasil, hoje estão nascendo muitas empresas que se denominam startups, ou seja, empresas em caráter embrionário que estão dando o seu start. Porém, antes de escolher qual tecnologia você vai utilizar na sua, convém primeiro saber alguns percalços que você passará pelo caminho, e isso muito antes de abri-la e de escolher a tecnologia. Abaixo enumerei algumas observações a serem avaliadas antes de se aventurar por esse mundo:

Posso fracassar?

Sim. As estatísticas hoje no Brasil são de que 95% das empresas que nascem não chegam ao seu quinto ano de vida. Portanto, se tem medo ou acha que o fracasso não lhe é facilmente digerível, não se aventure.

Que tipo de empreendedor eu sou?

É necessário que você saiba muito bem esta resposta. Faça uma reflexão muito centrada e saiba discernir onde você se encaixa. São três tipos mais comuns:

– Empreendedor por necessidade

É o tipo de empreendedor que nasce não de uma oportunidade, mas porque aconteceu algo que o está levando a isso: perdeu o emprego, não gosta do seu chefe, não gosta da empresa, quer ficar rico, não quer ter horário, quer ser o seu próprio chefe, teve a maior ideia do mundo… E assim por diante. Se você se enquadra em um desses motivos e no tipo de empreendedor, “volte duas casas”, não empreenda, você além de não estar preparado, não tem o motivo certo.

– Empreendedor por ser aventureiro

Eles existem e os motivos que os levam a abrir a sua startup são: tem o dinheiro necessário, consegue pagar as contas, consegue contratar funcionários, consegue montar um escritório, tem network. Aqui, porém, há um item principal que fará falta ao longo da jornada: a carência de um motivo certo. Ter dinheiro, network, contatos, não serão suficientes para manter o negócio de pé. Se esse é o seu caso, “volte três casas” e invista o seu dinheiro no mercado financeiro. As suas chances de retorno serão infinitamente maiores.

– Empreendedor por oportunidade

Esse é o tipo que tem mais chance de dar certo, pois aqui ele reúne as características, como: motivação, encantamento, o incerto é o seu combustível, ele é como um bombeiro – já tem a sua paixão, como um atleta olímpico, cai, se levanta e continua, o risco é o seu combustível. E é aqui que você precisa estar e as características abaixo serão fundamentais para que a startup saia da estatística de morte. E, além disso, você vai ter que aprimorar as suas habilidades para ter espírito de luta nas adversidades, errar e aprender com os erros, ter capacidade para redefinir o seu negócio rapidamente e ter espírito de sacrifício.

Há necessidade de um sócio ou investidor?

Essa é uma etapa bastante sensível na sua jornada. Você vai precisar de um sócio ou investidor quando você precisa de algo que não pode conseguir de outra maneira, e quando ele é o complemento para a sua empresa, quando traz competências que somam às suas. Nesse caso, veja se é melhor um sócio, pois um investidor vai querer o retorno do investimento e pode não trazer tantas competências com as quais você estaria sonhando ou precisando.

Mas, como escolher o sócio?

Você deve escolher o seu sócio levando em consideração o que ele deve ter: honestidade e os mesmos valores que você, que complemente, que tenha a mesma ambição, que esteja no mesmo momento em que você está, que saiba compartilhar os valores e, acima de tudo, que saiba remar junto.

Vamos à ideia?

A ideia nesse quesito será colocada em prática. Porém, antes você precisa saber que uma boa execução é melhor do que a melhor das ideias. Como colocá-la em prática? Em quanto tempo? E a que custo? São mais importantes. Se pergunte por que comprarão de você e não de outros, exponha a ideia, mostre ao maior número de pessoas, veja se ela tem adaptabilidade, se é possível mudá-la do original e, por último, teste a sua ideia.

Escolha o setor ou a indústria onde pretende empreender

Tão importante quanto a sua ideia é o setor em que você irá trabalhar. Você precisa ter um mínimo de conhecimento do setor – não pode ser um iniciante. O setor é uma decisão e não uma consequência. Pesquise e tente encontrar motivos da razão de ainda não terem criado o que você criou neste setor, verifique se é muito caro investir nele (pode ser um motivo de ninguém ter ido adiante), verifique a sua rentabilidade, as margens de lucro, o grau de concorrência, o momento econômico pelo qual ele passa, e se o lugar geográfico onde você quer se estabelecer permite expansão ou está saturado. Esses fatores também são fundamentais para a sua startup dar certo.

E os lucros?

Uma das perguntas que me fazem bastante é: quando o lucro vem? E a minha resposta é: quando ele quiser. Não tem como prever quando o lucro vem. Se você trabalhar todos os itens para montar o seu negócio ou a sua startup, a consequência será lucro ou falha, portanto o lucro virá quando: você vender valor e não preço, quando você aprender que faturamento não é lucro, quando você aprender que a sustentabilidade é mais importante do que crescer e não ter lucro.

E os custos?

Tem que ter em mente que os custos existirão mesmo sem que você os deseje, temos como exemplo o que chamamos de custos fixos, ou seja, são aqueles custos que, faça chuva ou faça sol, você vai ter que arcar com eles: aluguel, conta de água, luz, condomínio, telefonia, manutenção etc. Portanto: controle os seus custos fixos e variáveis, não faça dívidas fixas e lembre-se que os custos consomem o seu lucro.

Enfim, deu certo. Mas qual tecnologia eu escolho?

Escolher a tecnologia para que a sua startup funcione vai depender do ramo de atuação e do tipo de negócio. Porém, algumas tecnologias você vai ter que ter e descrevo abaixo algumas que certamente lhe ajudarão a desenvolver a produtividade:

TECNOLOGIAS NECESSÁRIAS – Todas gratuitas

Hoje em dia quase nenhuma startup compra ativos (servidores e softwares), existem várias alternativas que funcionam “na nuvem” e certamente será a sua melhor opção.

PIPEDRIVE – Ótimo software, bastante voltado ao Controle de Vendas: www.pipedrive.com

AGENDOR – Também muito bom software de CRM e Controle de Vendas: www.agendor.com.br

LIBREOFFICE – Ótimo software grátis com Editor de Texto, Planilhas e muito mais – pt-br.libreoffice.org/

ZOHO MAIL – Hoje o Google oferece o Gmail como alternativa gratuita. Porém, quando você registrar o domínio da sua empresa terá que habilitá-lo. Hoje existe uma ferramenta (Zoho Mail) que lhe permite ter até 10 contas de e-mail grátis com domínio próprio.

Comece já em: www.zoho.com/mail/

PLANILHAS FINANCEIRAS – Você vai precisar de um mínimo de organização financeira (além da emissão das Notas Fiscais Eletrônicas), contas a pagar e a receber, e fluxo de caixa também entram aqui. Hoje existem várias planilhas que fazem esse trabalho de maneira bastante boa e organizada.

Procure por sites e aplicativos confiáveis para apostar no seu negócio. A partir desse momento, é só seguir em frente e se empenhar para fazer dar certo!

Juarez Araújo, diretor comercial da DBACorp

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Seis estratégias na migração para a nuvem – Por Juarez Araújo

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A nuvem (cloud) é hoje um símbolo da internet, e como permite uma grande capacidade de armazenamento de computadores e servidores compartilhados por meio da rede, realizar a migração de informações e dados para a nuvem (cloud), é uma estratégia cada vez mais adotada pelas empresas e gestores de tecnologia. Ela vai de encontro a uma das principais preocupações atuais dos CIO´s das empresas: a redução de custos. No entanto, é imprescindível pensar no passo a passo.

Para realizar o início dessa “jornada para a nuvem”, é necessário conhecer os detalhes e os números do seu ambiente de TI, ou seja:

1.Realizar um bom e atualizado inventário de hardware e software

Números reais de comportamento da infraestrutura, consumo e uso de métricas de performance e acessos, segurança da informação e um dedicado capacity planning (planejamento de capacidade), são algumas das etapas essenciais para qualquer migração com excelência.

2. Avaliar quais são os tipos de dados armazenados

Segregá-los por nível de importância para a empresa, distribuindo os recursos de acordo com as necessidades e sempre visando atender da melhor maneira os SLAs (Service Level Agreement – tempo permitido de desligamento) de todas as aplicações e serviços contidos no portfólio de TI.

3. Definir o tipo de nuvem que será utilizada

Inicialmente, pode-se realizar a virtualização dos equipamentos físicos, passando por uma Cloud Híbrida (virtualização de ambientes utilizando tanto uma rede interna quanto a internet), e posteriormente por uma Cloud Privada (virtualização de ambientes em uma rede privada, como uma rede empresarial) ou Pública (virtualização de ambientes pela internet), sendo que todas elas permitem o melhor aproveitamento, distribuição, criação rápida e possibilidade de ajustes de novos recursos.

4. Definir o tamanho dos recursos a serem utilizados

A computação em nuvem nos fornece um fácil e ágil escalonamento, permitindo-nos adequar a quantidade de recursos computacionais de acordo com o real e atual consumo. Esse escalonamento gera redução de custos, melhora na performance e garante a estabilidade e confiabilidade no novo ambiente.

5. Como será monitorada a sua nuvem

É necessário lembrar também de um ponto fundamental: a monitoração. Levar em consideração o software utilizado para monitorar o novo ambiente de TI, como servidores, bancos de dados, banda de rede e o armazenamento, também contribui para que o ambiente em nuvem permaneça robusto e confiável.

6. Escolha um parceiro de confiança

Para realizar essa jornada para a nuvem, você deve contar com uma empresa especializada e certificada, que irá avaliar qual o tipo de nuvem mais indicado aos negócios e dados da empresa, além de uma topologia e arquitetura bem estudada, permitindo à empresa operar da melhor maneira possível e atendendo com excelência a necessidade de negócios.

Quanto mais estudamos um ambiente, mais descobrimos suas exigências, suas necessidades, quais são as aplicações que requerem maior capacidade de recursos em sua infraestrutura, e quais são os candidatos a serem migrados para a nuvem. Assim, sua empresa mantém uma boa organização, mas principalmente, estruturação de informações essenciais ao desenvolvimento.

Juarez Araújo, Diretor comercial da DBACorp

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Ascenty firma parceria com DBACorp

Mais um parceiro acaba de se juntar ao programa de canais da Ascenty Data Centers, que foi reestruturado com o objetivo de ampliar a presença da empresa no mercado brasileiro. A nova parceria foi firmada com a DBACorp, empresa especializada em suporte e monitoração de bancos de dados – Oracle, SQL Server, mySQL e DB2 – e serviços de infraestrutura e monitoração – Microsoft e VMWare.

“Com isso, passamos a oferecer também serviços de data center aos nossos clientes, que ganham mais força na gestão dos seus ativos de infraestrutura e banco de dados”, ressalta Juarez Araújo, diretor comercial da DBACorp. “Esse é um grande diferencial que estamos trazendo para o mercado, a partir da união da expertise da DBACorp com a infraestrutura da Ascenty”, acrescenta.

Com matriz em São Paulo e filial no Rio de Janeiro, a DBACorp oferece um portfólio de produtos e serviços que tem o objetivo de garantir o funcionamento da infraestrutura de TI dos seus clientes – o que inclui instalação, configuração, suporte técnico, virtualização e monitoração proativa, dentro dos padrões exigidos pelos fabricantes. Possui uma equipe especializada e certificada para executar projetos nessas áreas.

A partir de agora, seu portfólio incluirá os serviços de data center de alta qualidade, disponibilidade e confiabilidade da Ascenty – colocation, cloud computing, hosting, serviços gerenciados, ambientes híbridos e telecomunicações. A empresa possui dois data centers em operação – localizados em Campinas e em Jundiaí, no interior de São Paulo -, ambos com certificação Tier III do Uptime Institute, principal autoridade internacional nessa área.

Além disso, a Ascenty está construindo mais dois data centers, também dentro dos padrões especificados por essa instituição: um deles em Hortolândia, na região de Campinas, e o outro na região metropolitana de Fortaleza (município de Maracanaú), no Ceará. A infraestrutura da Ascenty inclui ainda 2.500 km de redes de fibras ópticas próprias no estado de São Paulo.

“O objetivo do nosso programa de canais é montar um grupo seleto de parceiros estratégicos, para desenvolver projetos de qualidade para os clientes”, afirma Fábio de Mauro, gerente de canais da Ascenty. “Para isso, estamos buscando parceiros que enxerguem nossos serviços como um fator capaz de agregar valor às suas soluções e alavancar o seu negócio, entregando aos clientes soluções completas, fim a fim”, acrescenta.

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