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O novo mundo digital – Por José Formoso, CEO da Embratel

Nunca existiu um momento melhor do que esse para realizar mudanças transformadoras. Faltam apenas dois anos para entrarmos na terceira década do século XXI, cujo futuro será definido a partir do que estamos construindo hoje. Temos uma expressiva quantidade de recursos, possibilidades e oportunidades que irão garantir o sucesso das empresas, mas, para isso, serão necessárias importantes mudanças. Acontecerão de dentro para fora e serão marcadas por diversos desafios, mas, sem dúvida, há mais oportunidades que ameaças. Bem-vindo a nova era, marcada por quem não têm medo de aprender!

As verdadeiras mudanças não acontecerão simplesmente importando uma nova tecnologia ou um novo sistema de gestão. Mudar será uma prerrogativa que exigirá uma nova maneira de pensar, cuja visão de futuro será o ponto central para repensar o que realmente devemos fazer para nos diferenciar do mercado.

Tecnologias que nos cercam já apontam para soluções jamais vistas. Porém, são as escolhas e as pessoas que decidirão o rumo a ser seguido. Diante desse mundo de multipossibilidades, teremos que escolher qual caminho iremos seguir para escolha da melhor estratégia, do caminho de inovação e do formato de transformação esperado.

Nossas ações de hoje devem ser orientadas a partir de uma visão de longo prazo, algo que é muito difícil de implementar no Brasil. Por isso, é possivel afirmar que é um grande desafio dimensionar esse futuro, pois há mais dúvidas que certezas. Não sabemos com precisão o que irá acontecer, mas é certo que o novo ambiente empresarial será cada vez mais VUCA, do inglês: volátil, incerto, complexo e ambíguo.

As estratégias de negócios precisarão ser construídas a partir do cruzamento de duas perspectivas. Primeiramente, temos que pensar nos clientes daqui a dez anos, sabendo que eles terão uma nova maneira de pensar e de consumir. A partir disso, as empresas terão que ser reformuladas por completo, com impactos operacionais, logísticos, econômicos e sociais. Terão que usar novas estruturas de Telecomunicações e de TI muito mais robustas, ampliando as demandas de conectividade, mobilidade, Data Center, Cloud Computing, comunicações unificadas e colaboração, soluções digitais, segurança e vídeo. É certo que muitos produtos, serviços ou soluções que serão essenciais daqui a uma década provavelmente ainda nem foram desenvolvidos, dando um passo além ao crescimento exponencial da tecnologia ao longo dos últimos anos. A tecnologia mudará por completo a forma como as pessoas se relacionam, como vivem, como trabalham e como geram valor para a sociedade.

Diante de tantas novidades e dúvidas, temos certezas sobre alguns comportamentos dos clientes no futuro. Primeiramente, sabemos que tudo será conectado. Os consumidores irão precisar de um sistema que acompanhe seu modo de vidae os hábitos de consumo deverão gerar um volume imensurável de dados. Por isso, os modelos de negócios mais bem-sucedidos serão os desenhados sob demanda, permitindo o consumo conforme a necessidade do momento. O trabalho será flexível e a economia cada vez mais compartilhada.

O trabalho de redesenho das organizações para o futuro deve começar agora. A Embratel, por exemplo, já focada na oferta de soluções de conectividade, capazes de atender às necessidades dos clientes da próxima década, de forma totalmente personalizada. Estamos nos preparando porque o mundo irá demandar cada vez mais gestão e serviços integrados. Sem a conectividade e a integração das tecnologias será subutilizada.
Todos os setores passarão por grandes transformações. A tecnologia médica irá, por exemplo, acompanhar sintomas e prever até uma possível parada cardiorrespiratória antes mesmo dela acontecer. No comércio, você não irá mais precisar carregar seu cartão de crédito ou qualquer outro dispositivo de compra. Seu próprio corpo será a sua senha. No setor do agronegócio, sensores instalados em grandes plantações acompanharão todas as informações sobre o clima, sobre uso de defensivas e sobre o crescimento da plantação. A conectividade irá alcançar todos os lugares.

Tudo indica que teremos um planeta totalmente conectado, com a inovação no centro dessa mudança. Para analisar tantos dados e informações, sistemas de Internet das Coisas (IoT) estarão presente em todas as casas, ruas e empresas. Teremos Cloudficação, com a migração das redes Corporativas também para Nuvem, somado virtualização e a definição por software. Os ambientes serão menos complexos e mais acessíveis do que as soluções atuais. Mas, ainda assim, com performance, qualidade e, acima de tudo, segurança.

Atuar nesse novo cenário será um divisor de águas para as empresas que já estão notado que ninguém inventa nada fazendo as coisas do mesmo jeito. A grande maioria das pessoas fala de avanços por meio de produtos, mas entendo a inovação como um movimento e não como algo materializado e estático. Inovar é aprender, é descobrir novas formas e é mudar o jeito de ser. Inovar é descobrir o que os clientes precisam antes mesmo deles pedirem – ou de saberem.

As dimensões competitivas essenciais em 2020 e nas décadas seguintes apontam para quatro dimensões-chave de tecnologia (Conectividade, Cloud, Conteúdo e Controle) e quatro dimensões-chave de mercado (Global, Local, Empresas e Consumo). Nesse cenário, considerando as dimensões competitivas, teremos um novo desenho da tecnologia, da infraestrutura e das redes para suportar o crescente volume de variados dispositivos, a identificação persnalizada dos donos, o movimento de arquivos para Cloud (Nuvem) e consumidores cada vez mais plugados e exigentes. As empresas terão que se preparar para conseguir melhor performance, melhor custo por transação e serviços de alta qualidade, sempre conforme o gosto de cada consumidor. O faturamento das companhias também mudará, com receitas de produtos próprios, soluções de terceiros e de outros negócios que ainda são desconhecidos.

O que irá definir sucesso nesse novo cenário? A habilidade de mudança. O conceito de transformação acaba muitas vezes sendo pensado a partir da ideia de uma uma nova tecnologia ou um novo processo. Transformar é um imperativo político, e não um processo ou a compra de uma tecnologia. Assim como inovação, a transformação está na esfera das escolhas. É uma opção que as empresas irão precisar definir para conseguir sobreviver.

Parece ilógico, mas muitas empresas ainda não partiram para a transformação. Isso está ocorrendo porque muitos profissionais são céticos em relação a mudanças. O medo do desconhecido tem deixado muitos executivos paralizados. Mas, os líderes transformadores estarão preparados para o novo, interessados em criar uma cultura que permite o aprendizado e preocupados em evoluir de forma contínua e sustentável. Com isso, o caminho da transformação passará pela liderança colaborativa e pela adaptabilidade das pessoas a esse novo cenário.

Estamos no melhor momento para iniciar a transformação e equipar nossas organizações com tecnologia de ponta e quebrando barreiras que pareciam imutáveis. O maior desafio para esse avanço está na decisão em querer fazer a transformação. Tomara que as empresas brasileiras façam sua lição de casa, sem medo de errar para evoluir. Como disse o futurista americano Aalvin Toffler, “os analfabetos do século 21 não serão aqueles que não sabem ler e ou escrever, mas os que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender”.

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Embratel anuncia o novo satélite Star One D2

A Embratel Star One, a maior operadora de satélites do Brasil e da América Latina, anuncia a construção do seu décimo segundo satélite reforçando sua liderança de mercado. O Star One D2, o maior já fabricado pela empresa, deverá ser lançado ao final de 2019. Até outubro deste ano serão anunciados os fornecedores internacionais contratados para sua fabricação e lançamento.

O Star One D2 terá Banda Ka para atender às demandas de backhaul de telefonia celular. Também será equipado com as bandas C e Ku, complementando as ofertas de capacidade para demandas de dados, vídeo e Internet de clientes corporativos, além de ampliar as redes de backhaul celular existentes em Banda Ku.

“Estamos muito felizes com o anúncio desse novo satélite de nossa frota e com a expansão constante da Embratel Star One”, afirma José Formoso, CEO da Embratel, destacando que a meta é continuar acelerando o processo de expansão de backhaul celular e Banda Larga no Brasil e reforçar a posição de liderança como uma das maiores empresas operadora de satélites.

O Star One D2 terá uma potência estimada de 19.280 KW, e massa de lançamento estimada em 7 toneladas. Será construído para ter uma vida útil de mais de 15 anos. Terá 28 transponders (receptores e transmissores de sinais) em Banda C, 24 transponders em Banda Ku e 20 Gbps de capacidade em Banda Ka.

Será o segundo satélite da frota de quarta geração, denominada família D. Complementará a cobertura de Banda Ka do Star One D1, ampliando as ofertas de Internet e Banda Larga e abrangendo as Regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil. Também viabilizará o aumento de serviços de dados corporativos para órgãos do Governo e empresas dos mais diversos setores.

O Star One D2 ocupará a posição orbital de 70° W e também garantirá a continuidade dos serviços em Banda C e Ku do Star One C2. Com a Banda Ku, o satélite irá garantir o fornecimento de capacidade para dados, vídeos e Internet para órgãos do Governo e grandes empresas que atuam nas Américas do Sul e Central, incluindo o México. Também possibilitará a transmissão de sinais para as ofertas de TV por Assinatura. Já a Banda C garantirá a manutenção e crescimento das ofertas de sinais de TV Aberta por utilizar a hot position de 70° W.

“Com o Star One D2, vamos ampliar nossa presença territorial com mais capacidade satelital para o mercado celular, corporativo e de vídeo”, diz Gustavo Silbert, Diretor Executivo da Embratel.

O novo satélite será controlado a partir do maior e mais moderno centro de operações de satélites do Brasil e da América Latina, localizado em Guaratiba (Rio de Janeiro) e operado por uma equipe altamente especializada. Fará parte das ofertas da Embratel Star One para atender clientes como as maiores empresas do Brasil, as principais emissoras de TV, canais independentes, bancos e governo, recebendo e transmitindo sinais de televisão, rádio, telefonia, Internet e dados para atividades empresariais e aplicações de entretenimento, telemedicina e tele-educação.

Como líder e precursora de soluções via satélite na América Latina, a Embratel Star One foi a primeira empresa no mundo a receber o certificado ISO 9001:2000 pelo serviço de controle de satélite a partir de seu centro. Essa certificação a coloca como uma das mais confiáveis dentre as operadoras de satélites devido à qualidade de seus sistemas e sua equipe altamente capacitada. A Embratel Star One também é credenciada de acordo com as normas do Inmetro (Brasil), da Ansi-Rab (Estados Unidos) e RVA (Holanda), além de participar ativamente na SDA (Space Data Association), principal instituição que presta serviços de vigilância espacial a Operadores de Satélites.

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Os Desafios da Transformação Digital – Por José Formoso

José Formoso, CEO da Embratel

Os próximos anos serão marcados pelo avanço significativo do processo de transformação digital das empresas. Mais da metade das médias e grandes organizações brasileiras investirão em projetos do setor de Tecnologia da Informação já a partir deste ano. Para que a transição digital ocorra com êxito, desafios deverão ser enfrentados com firmeza, especialmente por executivos responsáveis por viabilizar esse movimento dentro das companhias.

Transformação, no mundo corporativo, representa mudança de escala e nos componentes fundamentais de uma empresa. A transição tecnológica que temos presenciado ao longo dos últimos anos está impulsionando novos modelos de negócios e fazendo as grandes organizações repensarem suas ofertas, formas de distribuição, necessidades e desejos dos clientes finais.

As poucas companhias globais que saíram à frente e já são consideradas bem-sucedidas no processo de transformação digital focam em três pontos fundamentais: experiência do cliente, processo operacional e modelo de negócios. Em todos os casos, o sucesso vem por meio da combinação entre a atividade digital e uma forte liderança, em um movimento que já tem nome e está sendo identificado como Maturidade Digital. Essas organizações já estão no próximo nível e serão seguidas por milhares de concorrentes nos próximos anos.

O avanço só será possível com ambientes cada vez mais tecnológicos, repletos de modernas soluções de TI, mobilidade e telecomunicações. Aplicações serão armazenadas em ambientes Cloud (na Nuvem) e aplicativos tomarão conta das empresas, promovendo agilidade e ganhos de performance para os negócios.

Os sistemas, antes administrados apenas pelas áreas de TI, estão extrapolando esse departamento e permeando todos os departamentos da organização, tornando siglas anteriormente reconhecidas como técnicas em linguagem de negócios. Fique certo: você ouvirá cada vez mais termos como Cloud Computing, Analytics, Big Data, Data Center, Mobile, APP e Social Business.

Cloud Computing, antes visto como apenas uma tendência, é o hit do momento, inclusive por ter conquistado a confiança do mundo corporativo. Seus atrativos são interessantes pela segurança, custo e facilidade de uso. Quem achava que o armazenamento na Nuvem não passaria de um momento enganou-se, sobretudo pelas novas ofertas que permitem a utilização conforme a necessidade e, principalmente, o pagamento de acordo com o uso. Em tempos de reinvenção dos negócios, é sensacional poder pagar por serviços de TI como um serviço de utilities, como energia elétrica ou água.
Nesta nova era digital, as empresas terão que acompanhar os usuários finais na busca de modelos colaborativos, envolvendo companhias estabelecidas com startups que possuem poucos meses de vida. A tendência é termos tudo conectado e integrado em uma única rede, cuja base serão os serviços de telecomunicações. Estimativas apontam que teremos 50 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) no mundo em 2020 e, em dez anos, esse número irá quadruplicar. Apesar de as áreas de TI estarem presentes no novo modelo, estudos indicam que mais de 95% dos projetos de Big Data, Business Analytics e IoT terão origem no setor de negócios para solucionar problemas da operação ou necessidades da equipe de marketing.

O crescimento da IoT está intrinsicamente relacionado ao uso de Cloud, Big Data e Business Analytics – importantes ferramentas de entendimento e inovação de negócios. Em dois anos, metade dos dados de IoT estarão armazenados em ambientes na Nuvem. Uma cifra surpreendente diante das declarações de empresas que falavam até há pouco tempo que tinham receio de ambientes Cloud. Os movimentos de mercado mostram que estruturas terceirizadas com companhias renomadas e com gestão de técnicos especializados são mais seguras e, portanto, menos suscetíveis a problemas que gerem perda de dados.

Em um cenário com concorrentes globais e não mais regionais, a transformação digital será o principal trunfo das companhias brasileiras para despontar nos próximos anos. Inovação e tecnologia de ponta serão os fatores de sucesso para distinguir líderes de seguidores. Não há tempo a perder. Prepare sua empresa para inovar!

José Formoso, CEO da Embratel

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Rio 2016 é o evento mais conectado de todos os tempos

Embratel, Claro e NET, Patrocinadores e Fornecedores Oficiais de Serviços de Telecomunicações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, anunciam a conquista de uma série de recordes que tornam o Rio 2016, o maior evento esportivo do mundo, o mais conectado e o mais compartilhado de todos os tempos.

“Como fornecedores de todos os serviços de Telecomunicações, Embratel, Claro e NET desempenharam um papel fundamental para o sucesso dos Jogos, oferecendo uma infraestrutura robusta, de alta qualidade e compatível com a grandiosidade do evento”, comemora José Félix, Presidente da América Móvil no Brasil, destacando que o resultado foi obtido graças ao planejamento e trabalho incansável desenvolvido ao longo dos últimos anos por cerca de 3.000 profissionais do Grupo.

“Estamos muito orgulhosos por termos participado desse projeto desde a sua concepção e pelo sucesso da infraestrutura disponibilizada para o maior e mais conectado evento de todos os tempos”, diz José Formoso, CEO da Embratel.

“O Rio 2016 é o evento mais compartilhado do mundo. Foram mais de 100.000 horas de imagens de TV, dezenas de bilhões de minutos de vídeos e de streaming ao vivo transmitidos para cerca de 5 bilhões de pessoas de cerca de 200 países”, diz Daniel Barros, CEO da NET.

Números gigantes

O tráfego nas redes de telefonia móvel nas Venues de competição superou em mais de dezoito vezes o volume registrado durante a Copa do Mundo de 2014. O volume total de tráfego nas redes fixa e móvel da Embratel e Claro no Rio de Janeiro atingiu 3,25 Petabytes, quase três vezes o volume registrado em Londres 2012 (1,15 Petabyte). Esse volume de dados equivale a 5 bilhões de fotos ou a 580 milhões de músicas.

Nas 100 Venues, a rede do Grupo América Móvil registrou uma média diária de 1,7 milhão de dispositivos (celulares, smartphones e tablets) conectados simultaneamente durante as Olimpíadas e Paralimpíadas, gerando mais de 22 milhões de chamadas de voz e 79 milhões de conexões de dados.

O site oficial dos Jogos, hospedado em servidores Embratel, registrou cerca de 600 milhões de acessos, sendo 33% mais visitado do que o site de Londres 2012 que atingiu 450 milhões de visitantes únicos em 2012.

A infraestrutura de Telecomunicações da Embratel, Claro e NET funcionou com alta disponibilidade e qualidade. O Rio 2016 também superou todas as marcas da Copa do Mundo de 2014. Ao todo, foram registrados 345 milhões de minutos (100 vezes maior que a Copa), 22 milhões de chamadas (17 vezes), 79 milhões de conexões de dados (650% mais conexões) e 2,43 Petabytes de dados na rede móvel (370 vezes).
A Família Olímpica e a equipe de organização dos Jogos Rio 2016 receberam 33.000 chips de voz e dados da Claro. Além disso, foram instalados 15.900 pontos de TV por Assinatura, 15.200 linhas fixas e 8.000 pontos de acesso Wi-Fi em 60 instalações olímpicas. Toda essa infraestrutura beneficiou o público presente no evento, além de 50.000 voluntários, mais de 15.000 atletas, comitivas de 200 países e mais de 25.000 jornalistas que tiveram acesso a uma rede gratuita e ultrarrápida.

Desafios

Os serviços de Telecomunicações da Embratel, Claro e NET foram utilizados em toda a infraestrutura do Rio 2016 sendo mais de 3.900 provas, incluindo 834 competições com medalhas. Os eventos olímpicos de maior criticidade e complexidade foram as cerimonias de Abertura e Encerramento (respectivamente 05 e 21/agosto). Da mesma forma, pela alta concentração de pessoas em um único local; a estreia de Usain Bolt na prova de 100 metros do Atletismo (12/agosto); e a final do Futebol Masculino, no Maracanã (20/agosto). Além disso, o Ciclismo de Estrada (10/agosto) demandou planejamento de telemetria e cobertura móvel especial para todo o trajeto percorrido pelos ciclistas – 250 quilômetros para homens e 140 quilômetros para mulheres. Nas Paralimpíadas, os destaques foram as adaptações em tempo recorde de todos os locais de prova para atender aos novos requisitos das competições, enquanto ocorriam simultaneamente a desmobilização de parte da infraestrutura após os jogos olímpicos.

Cerimônia de Abertura

Na Cerimônia de Abertura do Rio 2016 (05/agosto), o tráfego na rede móvel da Claro (1,7 Terabyte) foi 2,4 vezes maior do que todo o tráfego móvel, segundo a Anatel, na final da Copa do Mundo de 2014 (0,7 Terabyte) que, até então, era o maior tráfego já registrado no Brasil. Isso significa que cada pessoa presente no Maracanã enviou e/ou recebeu o equivalente a 44 fotos de alta definição, contra um volume de 18 fotos de 2014.
Na Abertura dos jogos, cerca de 70% das conexões à Internet feitas por clientes Claro foram realizadas por meio de Wi-Fi e da rede 4GMax, e 30% por 3G. As mídias sociais foram responsáveis por cerca de 25% do tráfego no estádio do Maracanã.
Como esperado, o tráfego de download foi concentrado nas horas que antecederam a festa de abertura, com recorde registrado às 19h, uma hora antes do início da cerimônia. O volume de upload teve situação oposta, com pico exatamente meia hora depois do início do evento (20h30), devido ao alto volume de compartilhamento de fotos e vídeos. O monitoramento on-line confirmou que o Backbone da Embratel foi bem dimensionado para um evento desse porte.

Recorde de dados

Nos Jogos Olímpicos, o período de 9 a 12 de agosto foi o de maior tráfego na rede do Grupo América Móvil no Brasil, com média diária acima de 120 Terabytes. Na avaliação dos técnicos, o dia 12 de agosto foi o recordista por conta da grande quantidade de competições e pela estreia de Usain Bolt na prova de 100 metros do Atletismo. A data registrou mais de 1,8 milhão de dispositivos conectados simultaneamente, com cerca de 4 milhões de conexões de dados e 7,5 milhões de chamadas de voz. Nesse dia, mais de 84.000 estrangeiros utilizaram os serviços de roaming de voz e de dados da Claro.

Rede Wi-Fi, 3G e 4G

A cobertura de 4G e Wi-Fi nas arenas, na Vila Olímpica, no Live Site e na recém-inaugurada Linha 4 do Metrô funcionou alta qualidade e disponibilidade, o que permitiu que atletas e milhões de brasileiros compartilhassem suas emoções durante os Jogos, realizando ligações e trocando mensagens, fotos e vídeos.
O Parque Olímpico da Barra foi o local com maior quantidade de acessos à Internet durante as Olimpíadas, seguido pelas áreas de competições de Copacabana, Maracanã e Deodoro. Nas áreas públicas do parque também foram registrados os mais elevados índices de qualidade. A efetividade dos acessos de voz (2G e 3G), e de dados (3G e 4G) foi superior a 99,95%. Isso significa que em cada 10.000 tentativas de acesso às redes, 9.995 foram completadas com sucesso.
O tráfego total na rede móvel (3G e 4G) da Claro foi de 2,43 Petabyte durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Cerca de 50% das conexões à Internet feitas por clientes Claro foram realizadas por meio da rede 4GMax, e as demais por meio de 3G. O Wi-Fi, disponível nos locais de competição e de não competição, gerou um volume adicional de dados de cerca de 15%. O desempenho foi excelente devido à implantação e otimização de 97 novas estações de transmissão 3G e 4G para reforço do sinal nas instalações olímpicas.

Roaming

Os serviços de Roaming bateram recordes nos Jogos mais conectados da história. A Claro foi responsável por 50% do roaming internacional. A Claro registrou 400 mil usuários únicos em roaming internacional em sua rede durantes os Jogos Olímpicos e 310 mil, durante os Paralímpicos. Dia 12 de agosto foi a data com o maior número de clientes registrados na rede durante os Jogos Olímpicos, com 84 mil usuários únicos, e 15 de setembro foi dia recorde durante as Paralimpíadas (56 mil usuários únicos).
Nas Olimpíadas, os visitantes dos Estados Unidos foram responsáveis por 17% do total dos serviços de Roaming, seguidos pela Argentina (14%) e por Portugal (11%). Nas Paralimpíadas, Portugal foi o país com maior volume de usuários na rede da Claro (22%), seguindo pela Argentina (19%) e Estados Unidos (11%).
“Para atender a alta demanda de turistas de diferentes partes do mundo assinamos novos acordos de Roaming e criamos um Call Center exclusivo com profissionais especializados”, explica Rodrigo Vidigal, Diretor de Marketing da América Móvil Brasil para o mercado pessoal. “Nosso trabalho também se diferenciou na Vila Olímpica e no Parque Olímpico, locais nos quais disponibilizamos também atendimento presencial nos idiomas Inglês e Espanhol”, acrescenta.

Chip para estrangeiros

Para melhor atender aos clientes estrangeiros que vieram ao Brasil para prestigiar ou para trabalhar nos Jogos Rio 2016, a Claro disponibilizou três ofertas exclusivas: o Claro Visitors (pré-pago destinado às delegações e imprensa internacional); o Chip Atleta (exclusivo para os atletas como presente de boas-vindas e com alguns serviços disponíveis); e a Promoção Claro 2016 (oferta especial com pacote de voz, Internet e SMS, além de WhatsApp, Facebook e Twitter ilimitados).
Além dos 33.000 chips para a Família Olímpica, foram ativados mais de 19.000 chips para turistas estrangeiros, superando em 74% o volume realizado na Copa do Mundo de 2014 no Brasil. No Rio 2016, esse público trafegou mais de 81 Terabytes de dados e 5 milhões de minutos em nossa rede.

Cobertura completa

NET e Claro HDTV transmitiram 25 canais em alta definição de todas as emissoras detentoras dos direitos de transmissão no Brasil (canais de TV aberta e TV por Assinatura) durante os Jogos Olímpicos. Além desses canais, as empresas disponibilizaram os 40 canais do SporTV Play para TVs, computadores, tablets e smartphones. “Preparamos uma programação especial para permitir que os clientes assistissem o evento mais conectado do planeta a partir de qualquer tela, onde e quando quisessem”, explica Marcio Carvalho, Diretor de Marketing da América Móvil para o mercado residencial e Combo.
A audiência dos canais de esportes detentores de direitos de transmissão dos Jogos Rio 2016 bateu recorde histórico com a programação olímpica. “Nunca antes os canais de TV por Assinatura tiveram os níveis de audiência que tivemos durante os Jogos Olímpicos. Foi também a primeira vez em que 100% das competições foram transmitidas e acompanhadas em todas as telas”, complementa Carvalho.
Até o encerramento das Paralimpíadas, o conteúdo sobre jogos olímpicos disponível no NOW – serviço de vídeo sob demanda da NET e Claro HDTV – atingiu 2,5 milhões de streamings. Esse número representa quase 5 vezes mais do que o registrado nas Olimpíadas de Londres (2012). O evento mais assistido pelo NOW foi a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, seguido das modalidades de Ginástica Artística, Futebol, Vôlei, Atletismo e Natação. Ao todo, estão disponíveis no NOW mais de 700 eventos entre competições de todas as modalidades, cerimônias de abertura e encerramento e programas jornalísticos.

Qualidade, Alta Disponibilidade e Segurança

O Backbone da Embratel foi expandido na cidade do Rio de Janeiro para os jogos e, com isso, tornou-se a maior rede já construída para um único evento. Sua extensão de 370 quilômetros equivale a 3.000 campos do Maracanã enfileirados em linha reta. A altíssima disponibilidade na transmissão de dados e de imagens de todas as competições do Rio 2016 foi garantida graças à redundância tripla (com mais de 1 milhão de quilômetros de fibras ópticas) (mais de 3 voltas completas na Terra). Com capacidade total de 160 Gigabits, o Backbone conectou mais de 77.000 pontos de acesso à rede, distribuídos em 100 Venues.
“Atingimos indicadores de qualidade superiores aos níveis internacionais de grandes eventos”, afirma Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel. “O funcionamento dos centros de controle foi perfeito e com trabalho ininterrupto durante 7 dias por semana e 24 horas por dia”, explica o executivo.
As mais de 3.900 competições geraram cerca de 100.000 de horas de transmissão de imagens para mais de 500 emissoras de TV de cerca de 200 países. Para garantir o sucesso dos Jogos, o Grupo América Móvil também utilizou toda a sua infraestrutura disponível no Brasil, com mais de 181.000 quilômetros de cabos ópticos, 17.000 quilômetros de cabos submarinos, 17.000 ERBs (Estações Rádio Base de Telefonia Móvel), 8 satélites e 5 Data Centers.

Ativações com as marcas

Segundo o Datafolha, a Claro ficou em terceiro lugar no ranking das marcas patrocinadoras mais lembradas pelos consumidores. NET e Embratel também ficaram bem posicionadas, na 11ª posição, à frente de grandes empresas de serviços e varejo.
No Digital, a Claro foi a segunda marca com maior número de menções associadas aos Jogos Rio 2016, segundo o ranking Sprinklr 2016.
“O ponto alto para o atingimento deste resultado foi um intenso trabalho de planejamento, que permitiu, sem aportes adicionais, implementarmos uma série de ações coordenadas e integradas, muito antes do início dos Jogos no Brasil”, afirma Rodrigo Vidigal, Diretor de Marketing da América Móvil para o Mercado Pessoal.
O grupo contou com o apoio de uma empresa especializada em marketing esportivo e que já havia demonstrado sua expertise em edições anteriores dos Jogos Olímpicos. Juntas, definiram um programa coordenado de ações, que englobou a participação nos eventos de pré-teste dos jogos, apoio e patrocínio das tochas Olímpica e Paralímpica, ações de hospitalidade, entre outras, incluindo a implementação de um stand de 300m2 dentro do Parque Olímpico da Barra da Tijuca.
As marcas também lançaram promoções como a MultiPrêmios para clientes da Claro e da NET, que puderam concorrer a milhares de prêmios, inclusive ingressos para assistirem aos jogos de perto. Visitantes estrangeiros puderam também adquirir o Chip Visitors, com um pacote de 4GB e redes sociais grátis, para poderem compartilhar as emoções dos jogos mais conectados de todos os tempos durante sua estada no Brasil
Todas estas ações foram suportadas pelas campanhas on e off line, criadas e desenvolvidas pelas agências de propaganda do grupo (Talent e FBiz), já dentro do novo posicionamento “Vem ser Gigante”.
No ambiente digital, a timeline #momentogigante engajou o público a vivenciar e compartilhar todos os momentos dos Jogos. A iniciativa rendeu à Claro a 6ª colocação entre as hashtags mais utilizadas durante os Jogos Olímpicos no Brasil.

Live Sites

No Parque Olímpico da Barra da Tijuca, os visitantes compareceram em peso ao estande das marcas Claro, Embratel e NET. Ao todo, mais de 320.000 pessoas estiveram no local até o dia 18 de setembro. Foram mais de 43.000 fotos foram feitas com as Tochas Olímpica e Paralímpica.
O tour de realidade aumentada, que mostrava os visitantes em vários locais de competição, teve mais de 27.000 participações, o que gerou 12.486 fotos foram impressas com essa experiência. A marca Claro esteve presente também nos palcos principais dos ‘live sites’ da Barra e de Deodoro, locais onde foram realizados shows, transmissão de jogos e várias outras atrações.

Desempenho mundial

Em conjunto com os brasileiros, Claro e Embratel comemoram as conquistas dos atletas que participaram do Rio 2016. Oito dos esportistas patrocinados pelas marcas conquistaram medalhas: Rafaela Silva (judô), Alison Cerutti (vôlei de praia), Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Arthur Zanetti (ginástica artística), Ágatha Bednarczuk e Bárbara Seixas (vôlei de praia), e o fenômeno da natação paralímpica, Daniel Dias, que conquistou nove medalhas e se tornou o atleta com maior prestígio em sua modalidade.
“É uma grande satisfação apoiar atletas que, além de campeões, são exemplos para o Brasil”, afirma Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.
O esporte é um dos principais pilares de comunicação das marcas que incentivam a atividade por acreditar que esse movimento envolve, inspira e une as pessoas. Por isso, possuem uma plataforma esportiva diferenciada, que inclui patrocínio de atletas de alto rendimento. Segundo o executivo, cada disputa, cada medalha, cada sorriso, cada gota de suor e cada lágrima ajudaram a contar a história do Time Claro Embratel nos Jogos Rio 2016. “Os atletas, assim como a Embratel e a Claro, somaram anos de um esforço que parecia invisível, mas que entregou o melhor no maior evento esportivo do planeta”, diz o executivo.

Reconhecimentos

“Nada se compara a uma edição dos Jogos Olímpicos. Para este sucesso, três questões são fundamentais: o transporte, os voluntários e as telecomunicações – alguém para contar esta história para o mundo inteiro”. Carlos Arthur Nuzman, Presidente do COB – Comitê Olímpico do Brasil.

“É isso o que a Embratel trouxe para nós: confiabilidade na entrega dos serviços de telecomunicações”. Sidney Levy, Diretor Geral do Comitê Rio 2016.

“A OBS, que trabalha em todas as edições dos Jogos Olímpicos, está verdadeiramente fascinada e encantada com os resultados que Embratel, Claro e NET nos proporcionaram”. Mario Reis, Diretor de Telecomunicações da OBS – Olympic Broadcasting Services.

“Nós podemos ver que o Rio de Janeiro teve o melhor desenvolvimento do Brasil nos últimos anos. E, uma vez que essa infraestrutura vai estar aqui, permanecer aqui, os cariocas podem se beneficiar dela. O interesse por esses Jogos foi maior do que em qualquer outro. O público consumiu mais conteúdo em plataformas novas do que em qualquer Olimpíada. Antes mesmo dos jogos terminarem, a NBC, por exemplo, anunciou que alcançou 2,25 bilhões de streamings ao vivo. Isso significa 750 milhões a mais do que todos os outros Jogos juntos”. Thomas Bach, Presidente do COI – Comitê Olímpico Internacional.

“A Embratel assumiu o desafio de entregar uma infraestrutura estável, sólida e confiável para um evento global tão grande e importante quanto os Jogos Olímpicos. E realizou a entrega com perfeição absoluta”. Craig Lau, Vice-Presidente de Tecnologia da NBC.

“Parabéns, Embratel, pela incrível conectividade que os Jogos tiveram. Acho que é a melhor experiência que já tive em grandes eventos em termos de Internet e sinal de celular”. Alan Adler, CEO da IMM BR Esporte e Entretenimento.

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