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Bossa Nova investe em startup que promove vendas omnichannel para restaurantes

De olho em um mercado que cresce rapidamente e exibe maturidade a Bossa Nova acaba de aportar R$ 350 mil na Delivery2me uma plataforma que chegou agitando o mercado de alimentação com uma inovadora proposta de entregar um serviço personalizado e econômico aos empreendedores do ramo gastronômico.

A comodidade que os aplicativos e sites de comida oferecem aos seus consumidores aumenta exponencialmente o consumo de produtos e serviços com entrega em domicílio, pensando nisso, os empresários Pedro Duarte, Tomaz Duarte e Alderi Jr. desenvolveram a Delivery2me.

Lançada em janeiro 2017, a marca permite que o empresário do ramo alimentício disponibilize seus produtos para vendas de delivery, retirada no balcão (to-go) e consumo na mesa em uma plataforma moderna, rápida, funcional e econômica.

“O objetivo é empoderar os donos de restaurantes com ferramentas e informações que permitam a melhor gestão do seu negócio e aumentar suas vendas sem comprometer sua margem de lucro”, afirma um dos sócios, Pedro Duarte.

“A grande sacada é que o sistema livra o restaurante da taxa do delivery Ifood, garantindo liberdade de gestão para os restaurantes que pagam apenas um pequeno valor fixo mensal e, desta forma conseguem redução em seus custos mensais”, explica João Kepler, partner da Bossa Nova.

Como funciona

O empresário acessa o site, cria sua conta grátis por 14 dias e inicia o processo de personalização do seu aplicativo, PWA e site, inserindo sua logo, fotos e esquema de cores; em seguida, orientamos o cadastro do cardápio que, caso deseje utilizar logo seu app, pode iniciar com os produtos mais pedidos e suas ofertas; posteriormente o empresário informa sua área de entrega do delivery, cadastra as mesas pro consumo no local e, em 20 minutos, já está pronto pra vender online sem comiss&otild e;es e com sua própria marca.

A plataforma propõe uma grande revolução na forma com que os donos de restaurantes se relacionam com seus clientes, permitindo conhece-los pelo nome e registrando todo seu histórico de consumo, tanto no salão do restaurante quanto no delivery.

O acesso ao perfil dos clientes permite a criação de produtos e ofertas personalizados, além de dar ferramentas para que seus garçons foquem cada vez mais no atendimento ao invés de ficarem ocupados em tarefas operacionais como anotar e lançar pedidos.

Outra importante evolução é a utilização da tecnologia PWA, que permite aos clientes a utilização do aplicativo sem a necessidade do download para o dispositivo móvel, aumentando assim a facilidade e rapidez da plataforma pelo cliente final.

Neste primeiro ano de atuação no mercado, o Delivery2Me já atende a restaurantes em 09 estados brasileiros: SP, RJ, MG, BA, PA, PE, RN, MA, AC, fato que o coloca entre as maiores empresas do segmento no mundo. Para 2018, os sócios projetam chegar ao final do ano atendendo 1.000 clientes de todo o território nacional.

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Bossa Nova investimentos aposta em startups que promovem segurança de dados

A nova regulação sobre dados na Europa, o escândalo da Cambridge Analytica e a invasão do Banco Inter trouxeram à tona um assunto cada vez mais relevante: o controle sobre os dados coletados por empresas e startups.

Em um mundo cada vez mais digital, a cada minuto são coletados 2,5 quintilhões (são 19 casas decimais) de gigabytes, com dados sendo coletados de praticamente todo cidadão do planeta.

Com a monetização do big data, toda empresa busca coletar dados para que possa usar no futuro. Mas o quão protegida está essa informação?

“Isso se torna cada vez mais relevante, pois a valoração dos dados atrai hackers e outros criminosos cibernéticos que se aproveitam de vulnerabilidades para roubar e comercializar esses dados”, explica João Kepler, partner da BNI.

Pensando nisso, a Bossa Nova Investimentos, maior fundo de investimento em startups do país, vem fomentando startups que atuam com segurança de dados.

“No portfólio da Bossa Nova existem empresas que ajudam a proteger desde a infraestrutura de negócios online até a educar os funcionários das empresas que lidam com dados sensíveis”, revela Pierre Schurmann, partner da BNI.

Uma delas é a CleanCloud, que monitora diariamente o ambiente em nuvem de seus clientes, identifica problemas e gera recomendações de redução de custo e melhoria de segurança. Fundada em 2016, atende diversas outras startups e grandes clientes como Globo e B2W.

“A nuvem é segura, tão ou mais do que ter seus próprios servidores. Mas segurança deve continuar sendo uma preocupação ativa e constante. Vemos que muitas empresas, grandes e pequenas, não tomam alguns cuidados que podem evitar ataques, ou ao menos diminuir seu impacto”, afirma Henrique Vaz, CEO da Cleancloud.

Também atuando na proteção de sistemas online, porém no nível de aplicação, temos a GoCache, empresa nacional que oferece soluções de última geração em CDN, SSL, WAF e Firewall no formato SaaS. A GoCache tem foco no mercado brasileiro e diversos pontos de presença distribuídos geograficamente no Brasil, uma de suas principais vantagens perante os grandes players internacionais deste mercado.

“Nossa oferta tem como foco a simplicidade e rapidez na configuração, permitindo aos nossos clientes que acelerem e protejam seus sistemas online em menos de 15 minutos”, afirma Guilherme Eberhart, CEO da GoCache.

Segundo previsão do instituto Gartner, até 2020, 95% das falhas de segurança ocorridas em cloud serão causadas unicamente por falhas humanas e não da infraestrutura.

Já a PhishX, startup de cybersecurity global, líder na América Latina e países emergentes, com foco de atuação através da sua plataforma de segurança digital centrada em pessoas, mercado conhecido, globalmente, por PCS (People-Centric Security).

Atualmente, mais de 150 empresas utilizam a plataforma de mudança comportamental da PhishX, para estabelecer o hábito de segurança digital ao dia-a-dia de todos os colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes, com a finalidade de reduzir a incidência de fraudes digitais que acometem as pessoas que interagem de alguma forma com os sistemas computacionais destas companhias.

“No mundo dos negócios ou na vida pessoal, a tecnologia está onipresente, mas o comportamento adequado frente ao uso destas tecnologias e o desconhecimento sobre os riscos a que elas estão sujeitas, ainda é o principal e maior desafio. Por isso que se observa o crescimento acentuado da demanda por plataformas e serviços on-line focados, escaláveis, acessíveis e que possuem como propósito, levar o conhecimento sobre cybersecurity para todas as pessoas, em qualquer lugar, momento e dispositivo”, afirma Pedro Ivo, CEO e cofundador da PhishX.

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Bossa Nova investe na Startup YetGo, líder do segmento de Mobilidade Urbana do Norte do Brasil

A famosa Startup de mobilidade urbana da região Norte do Brasil, a YetGo que foi lançada em 2016, acaba de receber uma rodada de investimento SEED da Bossa Nova Investimentos, a maior micro Venture Capital do Brasil em número de investimentos e empresa referência na América Latina.

Liderada pelos investidores Pierre Schurmann e João Kepler, a Bossa Nova investiu em uma participação proporcional a 15% da YetGo. “O aporte deste capital de uma Venture Capital como a Bossa Nova que é gerida por empreendedores que investem, é um grande marco na história de nossa empresa, pois valida nosso Product Market fit e nos abre portas para o mundo, nos colocando sobre os holofotes do mercado como um todo”, afirma Gervásio Moreno, CEO da YetGo.

A YetGo é lider de mercado no norte do Brasil: Pará, Amazonas e Amapá e no Nordeste opera no Ceará, Maranhão e Bahia. Com esse aporte, reforça sua participação regional e inicia seu plano de expansão com operações em alguns estados do sul e sudeste, dentre eles: Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo.

“2018 é um ano de crescimento, estamos ultrapassando as fronteiras nacionais e iniciando as operações também em Santiago no Chile e, no próximo mês já preparando nossa entrada na Europa por meio de Portugal” comemora Morgado

“Hoje a YetGo consegue brigar pelo segundo lugar no número de chamadas no Brasil, e com este aporte irá consolidar suas operações atraindo mais serviços e negócios para a startup”, explica João Kepler. “Um dos modelos que serão adotados é atender todas as startup da rede Bossa além de empresas parceiras das startups, ou seja, um grande mercado se encontra a vista através dessa rodada de investimentos”, diz kepler.

No final de 2017, a YetGo alterou seu modelo de negócio para uma cobrança mensal fixa ao motorista, o que de maneira disruptiva gerou um grande impacto positivo no negócio. “Tivemos excelente aceitação por parte de motoristas, devido aos altos valores pagos no modelo de cobrança percentual dos concorrentes, o que nos possibilitou gerar um fluxo financeiro saudável aos nossos parceiros e também a prática de um preço justo para nossos usuários”, comemora Morgado.

Pierre Schurmann, manager partner da Bossa Nova, comenta que a Bossa Nova já investe em startups de mobilidade urbana e no setor autotech em startups como a Vai.Car, a CarGuru, a AutoMobi , a Insta Carro, a Payparking e também a Credere e agora o investimento na YetGo vai ampliar e consolidar a entrada da Bossa Nova neste segmento.

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Startups: Os perigos do investimento mútuo conversível – Por João Kepler

Estou presenciando ultimamente o vencimento de contratos de investimentos através do modelo mútuo conversível entre investidores Anjo e Startups.

O Mútuo Conversível, usado pela maioria dos investidores Anjo no mercado, nada mais é do que o adiantamento de capital condicionado a conversão futura da dívida em quotas da Startup, o investidor não entra diretamente no quadro social da empresa.

O principal objetivo de fato é afastar obrigações trabalhistas e tributárias do investidor Anjo que em tese fornece além do dinheiro, mentoria, conexões e know-how, o chamado Smart Money. Ou seja, o investidor disponibiliza seus recursos por um prazo determinado e, após esse período, no vencimento do contrato o investidor tem a opção de converter o valor aportado em uma fatia da Startup ou retirar-se do negócio. E é exatamente na fase de converter ou não do capital investido que existe o perigo e o desentendimento desse modelo específico de investimento.

Quando vence o mútuo que é por direito um Título Executivo, o investidor Anjo poderia cobrar da Startup o valor aportado devidamente corrigido, até porque a opção é dele de converter ou não. Mas e se o negócio fechou ou quebrou? E se a startup não progrediu ou cresceu? Se a Startup precisa de novas rodadas de investimento? O que fazer? Pagar o investidor Anjo? O risco não deve ser somente do lado do empreendedor, o investimento anjo é amplamente divulgado como de RISCO TOTAL.

O perfil do investidor de startups é buscar aportar uma quantia e esforço de tempo e inteligência para que o negócio cresça, com a esperança de recuperar o valor investido multiplicado por x em algum tempo. Além disso, é imprescindível que o investidor se mantenha protegido de eventuais prejuízos, débitos, obrigações e processos judiciais que a investida venha a possuir.

Então, quais são as opções que poderiam ser combinadas antes da assinatura do contrato de mútuo? Quais seriam as condições e opções para o não pagamento do título após o vencimento com autorização e entendimento das partes?

1. A Renovação do Mútuo;

2. Se não estiver performando e o anjo não ver sinais de “turn over”. Simplesmente sair por zero ou por R$ 1,00;

3. Conversão em ações da Startup, realizar a transformação da Sociedade em uma sociedade por ações;

4. Possibilidade de fazer uma secundária para outro Investidor.

Existem sim outras opções, inclusive outros modelos como, por exemplo, o contrato de participação (Lei complementar 155), mas cobrar o pagamento do contrato vencido, não deveria ser uma única alternativa, a não ser em casos de má fé e/ou gestão temerária por parte do empreendedor ou em caso excepcional e extremado.

Em minha opinião, o contrato de mútuo é uma improvisação pois a operação real é de investimento e não de crédito, ou seja, o valor aportado em uma Startup por um Investidor anjo profissional, jamis deveria ser a título de empréstimo de fato, a não ser se o investidor não souber o que está fazendo.

Minha dica é:

· Para os Empreendedores: Se tiver um contrato de mútuo em andamento, cuide de conversar com seus investidores sobre isso antes do vencimento dele; Se ainda vai fazer um contrato de mútuo conversível, verifique a possibilidade de deixar as alternativas ao pagamento do mútuo muito mais detalhadas, antes de assinar qualquer documento.

· Para os Investidores: Se quer remunerar seu dinheiro, mútuo no investimento Anjo, não deve ser tratado como uma promissória. Se quer renda fixa, melhor deixar seu dinheiro no banco.

João Kepler Braga

Empreendedor, especialista em startups, e-commerce, marketing digital, empreendedorismo e vendas, speaker internacional, reconhecido como um dos conferencistas mais sintonizados com inovação e convergência digital do Brasil. Kepler foi premiado como um dos maiores incentivadores do ecossistema empreendedor brasileiro e é associado nas Investidoras Bossa Nova Investimentos e Seed Participações. Foi, também, vencedor do prêmio Spark Awards da Microsoft, como investidor anjo do ano.

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Projeto para compra secundária de participação de Investidor Anjo em Startup é lançado no Brasil

Bossa Nova Investimentos, Micro Venture Capital sediada no Brasil, cria projeto original em parceria com a Anjos do Brasil, a maior rede de investidores anjo do país, que possibilita ao investidor anjo saídas de seus investimentos e ao mesmo tempo impulsiona o ecossistema de investidores em inovação no país

Em uma ação inédita na América Latina e principalmente no Brasil, o projeto irá alimentar e incentivar ainda mais o investimento anjo no país. Segundo Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil, “as poucas opções de saída disponíveis para os investidores anjo brasileiros limitam sua capacidade de reinvestirem em novas startups, uma vez que utilizam apenas recursos próprios, assim, esta parceria irá contribuir muito para o crescimento do ecossistema como um todo”.

A partir de agora, os investidores anjo que tenham investimentos em startups em seu portfólio poderão ter um caminho mais claro para realizar saída delas. Para isso, é necessário que apresentem à BNI sua startup investida ou o seu portfólio de startups contendo as seguintes informações: nome e site da empresa; valor investido e data do investimento; valuation na entrada; valuation hoje; cap table na startup e qual o percentual que deseja vender.

Com as informações fornecidas, a BNI, que tem interesse em aumentar seu portfólio de investimentos em startups, fará as analises necessárias para a escolha e decisão de aquisição. É preciso que a startup esteja de acordo com a tese de investimento da Bossa Nova, ou seja, startups com modelos de negócios B2B ou B2B2C, que sejam negócios inovadores, digitais e escaláveis, com mais de 1 ano de vida, que já estejam validados, operando, faturando (mesmo que pouco) e rumo direcionado ao break-even. Além disso, que tenha anuência dos fundadores e demais investidores.

Outro ponto importante é que a startup deve manter um ou mais investidor Anjo no cap table, que pode ser o mesmo, fazendo uma saída parcial ou outro que fique no negócio. Isso significa dizer que para a Bossa Nova, o smart Money do Anjo é muito importante para a continuidade da Startup. “Ter opções claras de saídas, tanto em possibilidades, quanto de tempo, é um dos maiores gargalos hoje no mercado para a entrada de novos investidores e também para que os mais antigos possam continuar investindo”, comenta João Kepler, partner da Bossa Nova, que esse ano foi eleito novamente o melhor Investidor Anjo do Brasil pelo prêmio Startup Awards.

Os segmentos alvo da Bossa Nova são de educação, saúde, fintech, agro, lawtech, soluções para PME, softwares para varejo (mas não venda de produtos no varejo). A Bossa Nova, não investe em negócios de mídia (adtech), governo, e-commerce (que vendam produtos), games ou hardware. Além disso, avalia outros pontos como: modelo de negócios, tração, time e tam (Total Adressable Market).

A única contrapartida exigida pelo projeto é que o investidor anjo que pretender efetuar a venda de sua participação deverá reinvestir 50% do valor recebido a título de cash out em uma nova startup a ser escolhida por ele mesmo dentro da plataforma da Anjos do Brasil. “Acreditamos que, com esta iniciativa, ajudaremos o ecossistema brasileiro a crescer e se profissionalizar ainda mais”, declara Pierre Schurmann, Managing Partner da Bossa Nova.

A Bossa Nova reservou o valor de R$ 5 milhões para a operação. Maior investidora em número de startups da América Latina, a BNI já investiu nos últimos 12 meses R$ 19,5 milhões em 110 startups.

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Bossa Nova investe em Startup Fintech que ajuda o mercado de concessionárias a vender mais e melhor

O Credere acaba de receber um aporte da Bossa Nova (maior Micro Venture Capital da América Latina em número de investimentos) no valor de R$ 700 mil e se prepara para ampliar sua presença no Brasil. A startup que nasceu em 2013 auxilia as equipes nas concessionárias a organizar o processo comercial em torno do financiamento bancário, principal modalidade de venda nesse segmento.

Hoje a ferramenta registra aproximadamente 14mil propostas de financiamento/mês em sua plataforma, cadastradas por concessionárias espalhadas por 18 estados brasileiros.

“Surgimos como um formulário online para substituir as famosas fichas de papel, hoje conectamos a concessionária aos bancos, tornando o processo de vendas através de cdc muito mais rápido, moderno e eficiente” comenta Fred Alecrim, sócio investidor da Credere.

A ferramenta traz uma série de benefícios para as concessionárias e seus times, diminuir a perda de negócios por erro humano é uma delas. “Hoje uma parcela importante das propostas de financiamento negadas poderia ter virado venda, não foram aprovadas pelo banco por algum motivo reversível, ou seja, por alguma falha humana no processo. Com o Credere queremos mudar esse cenário, nosso grande objetivo é ajudar os concessionários a melhorar seu aproveitamento de vendas a partir da carteira de clientes que eles já têm”, comenta Orlando Seabra, sócio fundador do negócio.

Além de modernizar o processo o Credere permite que os gestores tenham uma visão global da movimentação em torno das vendas via CDC. Taxa de aprovação, rendimento das equipes, características das propostas cadastradas, performance dos bancos, registro de base de dados de clientes interessados, são alguns dos pontos que ficam à disposição de quem usa.

Segundo João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos, a solução é forma inteligente de controlar e agilizar os processos de financiamentos internos nas concessionárias, trazendo agilidade, facilidade e opções aos compradores. “O mercado precisava de uma ferramenta ágil e autônoma separada dos sistemas tradicionais das concessionárias”, conclui.

“Com esse investimento conseguiremos acelerar planos que estão no nosso radar há tempos: integração com mais bancos, adição de produtos financeiros, app para celular e tablet, melhoria dos relatórios; aumentaremos a velocidade para tornar nosso produto cada vez mais útil e estratégico no segmento”, finaliza Orlando.

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