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Estudo mostra que 78% das empresas brasileiras não aproveitam todos os benefícios do uso de testes contínuos na entrega de software

Apesar de 71% das organizações brasileiras apontarem o uso de teste contínuo como essencial ou importante, somente 22% adotam esta prática de última geração, que permite executar testes com antecedência e com frequência, de forma automática e constante, no desenvolvimento de software e aplicações. Esta é a principal conclusão do estudo global da CA Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia corporativa do mundo, sobre a adoção de testes contínuos na entrega de software.

De acordo com o levantamento “Testes Contínuos como um elemento fundamental da empresa digital”, esses 22% fazem parte dos chamados líderes globais que se beneficiam de aumento na velocidade, qualidade e eficiência na entrega de software, resultando em um melhor retorno dos investimentos e entrega contínua, conforme os seguintes números:

– Probabilidade 2,6x maior de redução de defeitos acima de 50%;

– Confiança 1,9x maior na velocidade de entrega;

– Confiança 2,4x maior na qualidade do produto;

– A probabilidade de os líderes trabalharem em organizações com aumento rápido de receita é 3,9x maior.

Embora 93% dos entrevistados globais tenham relatado que a automação de testes é importante na entrega das soluções gerais da empresa, apenas 1 a cada 5 disse que atingiu um bom nível de cobertura na automação de testes (80% ou mais). A maioria dos entrevistados atribuiu a dependência de processos manuais a dificuldades à falta de ferramentas e automação em quase todos os aspectos do processo de teste: desde a geração de testes, até atividades fundamentais, como o gerenciamento rápido, seguro e eficiente de dados do processo.

“Para assegurar a entrega de aplicações com qualidade e agilidade, é fundamentar adotar a prática de testes contínuos – testes e QA não devem ser apenas uma fase sequencial e isolada no desenvolvimento de software, mas sim permear todo o ciclo e ser realizada de forma contínua”, afirma João Fábio Valentin, VP de Solution Sales para DevOps da CA Technologies para América Latina. “A pressão que TI tem recebido de negócios para inovar, prover serviços e aplicações mais rápido e entregar uma experiência excepcional aos clientes nunca foi tão grande. Por isso, utilizar tecnologias modernas, como geração sintética de massa de dados e dar capacidade ao desenvolvedor de testar suas aplicações (teste de stress e segurança) durante o ciclo desenvolvimento – o que chamamos de SecDevOps – devem ser consideradas”, conclui Valentin.

A importância de automatizar os dados dos testes também foi apontada como uma grande necessidade para garantir que estejam disponíveis quando necessário e evitem informações pessoalmente identificáveis. Contudo, a maioria dos entrevistados sentiu que não era eficiente nesta área, mesmo que isso facilitasse a proteção de dados pessoais nos ambientes de desenvolvimento e teste e atendesse à legislação cada vez mais rígida de privacidade de dados.

Em todo o estudo, os entrevistados realçaram a importância das metodologias modernas, como a implementação de Desenvolvimento Ágil, Entrega Contínua e DevOps. Quando solicitados a escolher as ferramentas mais relevantes na entrega de software, 57% dos entrevistados brasileiros apontaram a combinação de Desenvolvimento Ágil e Entrega Contínua, que juntas otimizam a integração das atividades no decorrer do ciclo de vida de desenvolvimento do software. No geral, uma abordagem holística e balanceada de práticas e ferramentas modernas está mudando a forma como o software é desenvolvido e promovendo a transformação dos negócios de múltiplos setores.

Testes contínuos aplicados às telecomunicações

Um exemplo de empresa brasileira que foi pioneira na adoção de testes contínuos é a Oi, que, junto com a prestação de serviços convergentes de telecomunicações, oferece um portfólio de soluções de TI hospedadas em plataforma de computação em nuvem para empresas de todos os portes. Cerca de 50% dos casos de testes executados na companhia estão relacionados à geração de massa de dados, um volume considerável, tanto no plano de execução quanto no orçamento e cronograma de testes.

“Precisávamos aumentar a velocidade dos testes e, possivelmente, reduzir seus custos”, conta Alcino Vieira, Gerente de Qualidade de Sistemas da Oi. No final de 2015, o time de TI da Oi estruturou uma frente de trabalho com a missão de reposicionar a área de Qualidade de Sistemas e, com isso, solucionar os problemas com geração de massa de dados, automação de testes, virtualização de serviços e orientação de testes ao negócio. Com estas premissas, a companhia realizou um processo de seleção funcional e técnico, escolhendo a solução CA Data Test Manager que, de acordo com o executivo, se diferenciou das demais na geração de dados sintéticos. “Com a decisão, estruturamos um time dedicado e centralizado. Esta equipe, além do desenvolvimento e manutenção dos scripts, é responsável pela capacitação e preparação de novos times”, explica Vieira.

Com a implementação, a solução da CA Technologies foi integrada a outras ferramentas, como HP ALM, CA Agile Requirements Designer e CA Service Virtualization. “Depois que a solução CA Test Data Manager entrou em operação, iniciamos as primeiras ondas de automação de massa de dados a partir dos grupos de casos de testes com maior recorrência em 2016”, afirma o executivo, ressaltando que a praticidade de desenvolvimento e a usabilidade da solução chamaram a atenção do time.

Com a solução da CA Technologies, o tempo de geração de massa de dados teste relacionados à criação e análise de crédito de um cliente caiu de 15 horas para 40 segundos, permitindo a otimização dos processos para maior cobertura e qualidade dos testes.

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Transformação digital eleva em 50% receita de empresas no Brasil

A CA Technologies, empresa norte-americana especialista em softwares para impulsionar a transformação digital de empresas, anunciou ontem os resultados de um estudo global que mensurou os ganhos das corporações com a adoção de tecnologia. A pesquisa foi conduzida pela Coleman Parkes a pedido da CA e ouviu 1.770 executivos de TI em 21 países, incluindo 76 profissionais brasileiros.

O estudo apontou que os investimentos em transformação digital aumentaram em 37% a receita de empresas globais e em 50% a das brasileiras. Isso é reflexo do incremento da eficiência operacional nessas companhias: os processos de trabalho fluem melhor, os funcionários trabalham estimulados e há economia em custos.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje, são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

Francisco Dal Fabbro, vice-presidente de Agile Management da CA na região, reforça que a transformação não é só digital, mas cultural. “A inovação tem de chegar a produtos, processos, serviços e operações, de forma ágil. A transformação digital determina quem vai vencer os concorrentes e quem vai ser ultrapassado. ” A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização.

Mas nenhuma estrutura de tecnologia é suficiente se não for segura – e a segurança hoje não é mais aquela das barreiras, mas sim a que dá acesso de maneira rápida às informações exatas, para as pessoas certas, tendo como base a identidade do usuário e dispositivos, que acabam sendo os únicos pontos de controle confiáveis. A pesquisa da CA mostra que empresas que adotam segurança centrada em identidades, de forma transparente, têm clientes mais satisfeitos e fiéis, além de colaboradores mais produtivos.

“A visão moderna da segurança corporativa é de uma camada transparente que abrange todo o processo de criação e operação de um sistema ou aplicativo de forma automática e sem gerar dificuldades. Ela é construída para se auto conectar e, assim, proteger o que deve ser protegido. Com a diversidade de ambientes, dispositivos e tipos de dados crescendo cada vez mais, assegurar a confidencialidade e o acesso às informações é vital”, diz Denyson Machado, diretor sênior de Segurança da CA na América Latina.

Segundo o estudo, 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach. Por outro lado, 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados.

VEJA OS DESTAQUES DO ESTUDO DA CA:

A Transformação digital:

• Aumentou em 37% Global / 50% Brasil as receitas das empresas;
• Aumentou a eficiência operacional em 38% Global / 52% Brasil;
• Proporcionou 40% Global / 58% Brasil clientes mais satisfeitos; E 38% Global / 50% Brasil de clientes mais fiéis;
• Tornou possível ter 38% Global/ 52% Brasil funcionários mais produtivos;
• Reduziu em 37% Global / 48% Brasil os custos com TI;
• 39% Global / 52% Brasil mais qualidade no desenvolvimento de apps;

Agile

• Usuários avançados de Agile agem 40% Global/ 28% Brasil mais rápido diante de oportunidades
• A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização

Devops

• Usuários avançados de Devops agem 42% Global/ 36% Brasil mais rápido diante de oportunidades;

Segurança

• Empresas que usam segurança centrada em identidade têm:
o Negócios que crescem 69% Global ;
o Empregados 67% Global / 65% Brasil mais produtivos;
o Clientes 69% Global / 78% Brasil mais satisfeitos;
• 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach
• 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados

Dados gerais

• 71% Global / 78% Brasil das empresas aumentou alcance digital;
• 69% Global / 83% Brasil das companhias melhorou experiência do cliente;
• 66% Global/ 78% Brasil das empresas aumentou retenção do cliente;
• Para 82% Global / 88% Brasil segurança tem de ser centrada em identidade, mas só 25% Global / 23% Brasil são avançados nessa modalidade.

A pesquisa completa está disponível neste link: https://www.ca.com/us/rewrite/articles/agile/accelerating-velocity-and-customer-value-with-agile-and-devops.register.html

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E-commerce vive o Natal do “usuário rei”

Poucos períodos são tão importantes para o comércio como o Natal. Seja nas lojas físicas ou on-line, é a época para conquistar clientes em meio a uma acirrada concorrência. A crise econômica vem deixando o brasileiro cauteloso na hora de ir às compras. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que os consumidores gastarão 22% menos neste Natal – pouco mais de R$ 100 por presente. Com a cultura digital cada vez mais forte, a internet surge como uma alternativa para economizar. Ela permite uma compra planejada, com facilidades na comparação de preços e um leque maior de opções de pagamento. Segundo a consultoria Stylight, 20% do volume de vendas no e-commerce mundial é gerado durante o período natalino.

Com a recente explosão no uso de aplicativos móveis para todos os tipos de tarefas – inclusive comprar – o e-commerce vive uma revolução. A última pesquisa WebShoppers mostra que as compras feitas por meio de tablets e smartphones já respondem por 10% do total. A principal motivação para essa modalidade é a praticidade. “Se o aplicativo ou sistema da loja on-line não rodar em 3 segundos, o consumidor pode desistir da compra e ir para a concorrência”, alerta o vice-presidente de soluções de Enterprise Management da CA Technologies, João Fábio Valentin. “Com a Economia dos Aplicativos a pleno vapor, este será o Natal do ‘usuário rei’.”

Se, desde o surgimento da internet, a grande questão do comércio eletrônico em períodos de pico era manter no ar e com bom desempenho os sites, agora a preocupação ganha contornos refinados e complexos. Além de, claro, garantir a estabilidade da página, é fundamental oferecer ao consumidor digital uma navegação amigável, rápida, segura e que rode tão bem no smartphone quanto no desktop. É fundamental, por exemplo, oferecer funcionalidades de zoom nas imagens dos produtos e um checkout em um ou dois passos.

“O ponto chave para um e-commerce estender sua plataforma para a mobilidade é o design. O usuário espera ter em seu celular uma experiência tão ou mais rica do que no browser”, diz João Fábio Valentin. “Já há casos de empresas que dão prioridade às compras via aplicativo em detrimento da web. Esse é o futuro do e-commerce.”

Valentin avalia que o comércio eletrônico no Brasil vem amadurecendo e ocupa uma posição de vanguarda em termos de infraestrutura, desempenho e segurança. Um dos pontos de melhora diz respeito ao investimento em nuvem, especialmente na elasticidade da nuvem. Nessa modalidade, o provedor de nuvem direciona mais espaço de acordo com a necessidade de processamento da empresa, de forma automática. Assim, reduz-se o risco de um site, por exemplo, não suportar um grande volume de acessos.

Tecnologia da CA para o e-commerce

Para fazer frente aos desafios da Economia dos Aplicativos no e-commerce, a CA Technologies, companhia especializada em acelerar a inovação de empresas, conta com soluções tecnológicas de ponta. Atualmente, cerca de 25% do volume de negócios da CA é proveniente de clientes das áreas de e-commerce e de serviços financeiros para dar suporte ao e-commerce.

Para uma operação bem-sucedida no Natal, um varejista deve começar a pensar sobre sua base tecnológica com no mínimo seis meses de antecedência. Esse prazo é importante para que ele possa tirar o máximo proveito de soluções voltadas ao monitoramento e, assim, se antecipar à demanda dos consumidores. São 3 meses de monitoramento e análise, mais 3 meses para tomar decisões e executar as mudanças apontadas na etapa anterior.

Veja os produtos da CA direcionados a esse mercado:

CA APM – Gerencia a performance de sistemas e experiência do usuário na web. Mostra visualmente mudanças nos sistemas de TI para que as equipes possam identificar rapidamente quando e onde elas ocorreram e no impacto resultante do serviço. Além disso, ajuda a reconhecer rapidamente os problemas que surgem e entender intuitivamente aqueles mais complexos e recorrentes.

CA Mobile App Analytics – Monitora o desempenho de aplicativos móveis para obter informações sobre a experiência, desempenho e utilização pelo usuário final. Fornece a analistas, desenvolvedores de aplicações, operações de TI e equipes de suporte monitoramento integral sobre a experiência do usuário e a saúde do aplicativo. Identifica e investiga problemas e fornece às equipes dados reais dos clientes, para que sejam feitas as correções necessárias na próxima atualização do app.

CA UIM – Monitora de forma unificada sistemas de TI e serviços na nuvem do negócio. Solução de monitoramento de TI escalável que permite visualizar em 360 graus o rendimento dos sistemas e da infraestrutura. Permite utilizar visualizações, alarmes e relatórios sofisticados para prevenção proativa de problemas.

CA Capacity Manager – Utiliza as informações existentes sobre desempenho para apresentar recomendações automatizadas sobre otimização e estimativas de utilização que balanceiam as cargas de trabalho do data center. Isso permite que a empresa dimensione corretamente seu ambiente de TI e garanta resultados com confiança no seu ambiente físico, virtual e em nuvem. Gerencia a capacidade da infraestrutura de atender futuras necessidades da empresa, como um aumento no número de acessos.

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