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Tráfego global de dados móveis crescerá sete vezes até 2021

O alto crescimento do número de smartphones, assim como, usuários móveis, tráfego de vídeo, a velocidade da rede 4G e a Internet das Coisas (IoT) devem elevar o volume do tráfego de dados móveis em sete vezes nos próximos cinco anos. Esta é a conclusão da última edição do Cisco Visual Networking Index (VNI) Global Mobile Data Traffic Forecast, que apresenta as projeções de crescimento mundial do tráfego móvel. Segundo o estudo, até 2021, a população global terá mais telefones celulares (5,5 bilhões) do que contas bancárias (5,4 bilhões), água canalizada (5,3 bilhões) e telefones fixos (2,9 bilhões).

Até 2021, a Cisco projeta que o tráfego de dados móveis atingirá os seguintes marcos:

– O tráfego de dados móveis vai representar 20% do tráfego IP total — em relação a apenas 8% do tráfego IP total em 2016;

– 1,5 dispositivo móvel per capita. Quase 12 bilhões de dispositivos móveis conectados (em relação a 8 bilhões e 1,1 per capita em 2016), incluindo módulos M2M;

– A velocidade de conexão nas redes móveis triplicará de 6,8 Mbps em 2016 para 20,4 Mbps até 2021;

– Conexões máquina-a-máquina (M2M) vão representar 29% (3,3 bilhões) do total de conexões móveis — acima do patamar de 5% (780 milhões) em 2016. M2M será o tipo de conexão móvel com crescimento mais rápido, já que aplicações de Internet das Coisas (IoT) ainda continuam ganhando força em ambientes empresariais e de consumo;

– 4G suportará 58% do total de conexões móveis até 2021 — acima do nível de 26% em 2016, e será responsável por 79% do tráfego total de dados móveis;

– O número total de smartphones (incluindo phablets) será mais de 50% dos dispositivos e conexões globais (6,2 bilhões) — acima de 3,6 bilhões em 2016;

– No Brasil, o tráfego de dados móveis terá um crescimento duas vezes mais rápido que o tráfego IP entre 2016 e 2021; e 77% das conexões móveis no País serão conexões “inteligentes” até 2021, em relação a 52% em 2016.

A explosão do volume de aplicações móveis e a adoção de conectividade móvel pelos usuários finais estão impulsionando o crescimento do 4G, que logo será seguido pelo crescimento do 5G. A previsão da Cisco e de outros especialistas da indústria é de implantações em larga escala de infraestruturas de 5G com início até 2020. “As operadoras de telefonia móvel precisarão contar com recursos inovadores para proporcionar alta velocidade, baixa latência e provisionamento dinâmico que se esperam das redes 5G para acompanhar as novas tendências de serviços móveis com crescentes demandas dos assinantes e de aplicações de IoT”, explica Hugo Baeta, diretor do segmento de operadoras da Cisco Brasil. A Cisco projeta que as redes 5G serão responsáveis por 1,5% do tráfego total de dados móveis até 2021 e gerarão 4,7 vezes mais tráfego do que a conexão média 4G e 10,7 vezes mais tráfego do que a conexão média 3G.

Outras tendências e projeções para tráfego de dados móveis

1. Crescimento do tráfego de dados móveis global

– Até 2021, o tráfego global de dados móveis atingirá 49 exabytes por mês ou 587 exabytes anualmente;
– A taxa anual prevista de 587 exabytes de tráfego de dados móveis para 2021 é equivalente a:
122 vezes mais do que todo o tráfego móvel global gerado apenas 10 anos antes, em 2011.
– 131 trilhões de imagens (por exemplo, MMS).

2. Alto crescimento do vídeo móvel ao vivo

– O vídeo móvel vai crescer 8,7 vezes entre 2016 e 2021 e terá a maior taxa de crescimento entre quaisquer categorias de aplicação móvel. Representará 78% de todo o tráfego móvel até 2021;
– Vídeo móvel ao vivo crescerá 39 vezes entre 2016 e 2021. Representará 5% do tráfego total de vídeo móvel até 2021;
– No Brasil, o tráfego de vídeo móvel crescerá 6,8 vezes entre 2016 e 2021, uma taxa de crescimento anual de 47%.

3. Crescimento em Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA)

– RV mergulha os usuários em um ambiente simulado. RA é uma sobreposição entre tecnologia e mundo real;
– Aplicações de realidade virtual estão se somando à adoção de wearables, tais como headsets. O volume de headsets de RV vai crescer de 18 milhões em 2016 para aproximadamente 100 milhões até 2021 — um crescimento de quase cinco vezes;
– Globalmente, o tráfego de RV vai crescer 11 vezes, de 13,3 petabytes/mês em 2016 para 140 petabytes/mês em 2021 e,
– Globalmente, o tráfego de RA vai crescer sete vezes entre 2016 e 2021, de 3 petabytes/mês em 2016 para 21 petabytes/mês em 2021.

4. Dispositivos wearable conectados no mundo impulsionam o crescimento M2M

– A Cisco estima que haverá 929 milhões de dispositivos wearable no mundo, um crescimento de quase três vezes em relação ao total de 325 milhões em 2016;
– Globalmente, o número de dispositivos wearable com conexões de celulares incorporadas chegará a 69 milhões até 2021 — acima do patamar de 11 milhões em 2016;
– No Brasil, o número de dispositivos werable será de 15 milhões até 2021 – em 2016 eram 5 milhões. E o tráfego M2M no País crescerá 11 vezes entre 2016 e 2021, uma taxa de crescimento anual de 63%.

5. Tráfego de dados móveis transferido para redes Wi-Fi

– Em 2016, 60% do tráfego total de dados móveis foi transportado via Wi-Fi; até 2021, a parcela será de 63% globalmente, e 68% no Brasil.
– Em 2016, o tráfego transferido mensalmente (10,7 EB) excedeu o tráfego mensal móvel/celular (7,2 EB).
– Globalmente, o total de hotspots Wi-Fi públicos (incluindo homespots) crescerá seis vezes entre 2016 (94 milhões) e 2021 (541,6 milhões).
– O tráfego Wi-Fi de dispositivos móveis e apenas de dispositivos Wi-Fi, juntos, vai representar quase metade (49%) do total do tráfego IP até 2020, um crescimento em relação ao patamar de 42% em 2015.

6. Crescimento mundial de tráfego de dados móveis (2016 – 2021)

– Oriente Médio e África terão crescimento de 12 vezes (de 7,3 exabytes/ano em 2016 para 88,4 exabytes/ano em 2021);
– Ásia-Pacífico terá crescimento de sete vezes (de 37,3 exabytes/ano em 2016 para 274.2 exabytes/ano em 2021;
– América Latina terá crescimento de seis vezes (5,4 exabytes/ano em 2016 para 34.8 exabytes/ano em 2021; sendo que no Brasil, o tráfego de dados móveis crescerá cinco vezes (1,8 Exabytes em 2016 para 9,4 exabytes em 2021)
– Europa Central e Oriental terão crescimento de seis vezes (11,1 exabytes/ano em 2021 para 63.0 exabytes/ano em 2021);
– Europa Ocidental terá crescimento de seis vezes (8.8 exabytes/ano em 2016 para 50.3 exabytes/ano em 2021)
– América do Norte terá crescimento de cinco vezes (16.9 exabytes/ano em 2016 para 76.8 exabytes/ano em 2021)

Metodologia de previsão do Cisco Mobile VNI

A previsão do Cisco® VNI para tráfego global de dados móveis (2016-2021) se baseia em previsões de analistas independentes e estudos de uso de dados móveis no mundo real. Sobre essa base são colocadas estimativas da Cisco para a adoção de aplicações móveis, relatórios de uso e velocidades de transmissão. Elementos essenciais, tais como a velocidade de banda larga móvel e poder computacional de dispositivos, também são considerados nas projeções do Cisco VNI.

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Telit adquire a startup do Vale do Silício GainSpan

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT) anuncia a aquisição da startup GainSpan Corporation, provedora de soluções de conectividade sem fio – especializada no design e desenvolvimento de tecnologias Wi-Fi de potência ultrabaixa. A startup possui mais de 90 funcionários de Investigação & Desenvolvimento (I&D) e engenheiros de suporte espalhados em centros de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) em Bangalore, São José e Califórnia.

“À medida que nós entrarmos em uma era de maturidade IoT, começaremos a testemunhar outros novos espaços voltados para a Internet de Sensores, a Internet de Carros e a Internet do Digital”, avalia Oozi Cats, CEO da Telit. Com matriz localizada no Vale do Silício, a startup é responsável pela fabricação e comercialização de chips e módulos para dispositivos alimentados por bateria e propriedade intelectual relacionada (IP), o que inclui network stacks (pilhas de rede) e projetos referência em aplicativos.

A aquisição expande o portfólio da Telit em soluções end-to-end e a posiciona como marca referência no mercado de dispositivos alimentados por bateria e que dependem do Wi-Fi e de outras tecnologias de baixo consumo de energia. As soluções da GainSpan estão presentes em vários segmentos de mercado emergentes da IoT tais como saúde, gestão de edifícios, logística, comercial e industrial.

As soluções da startup oferecem integração de Wi-Fi com tecnologias de baixo consumo como BLE e 6LoWPAN para conectividade segura. Os ativos da GainSpan alinham-se bem com os produtos da Telit, incluindo módulos celulares BT/ BLE e GNSS, além da plataforma IoT, o que reforça a proposta de solução “sensor-to-cloud” da empresa.

Além disso, de acordo com a recente pesquisa da IoT Forecasts da Machina Research, em 2025 a previsão é que 75% das mais de 27 bilhões de conexões IoT serão de curto alcance. As conexões, em grande parte, são compostas pelos vários tipos de Wi-Fi – tecnologia líder em aplicações dentro do cenário IoT e que depende da bateria devido ao seu baixo consumo de energia associado.

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Seis tecnologias que vão revolucionar as PMEs

Chatbots, inteligência coletiva e blockchains parecem ser termos quase incompatíveis a um pequeno negócio? Para quem está hoje dentro do mercado de software na nuvem, é importante entendê-los e tentar trazer seus conceitos para o dia a dia.

Se você é empreendedor, não pode deixar de conhecer as tendências em tecnologia que prometem mudar a forma de conduzir os negócios – e a sua empresa – em 2017. “Qualquer tamanho de negócio terá de ligar o radar para as novidades em tecnologia, mesmo que sua empresa não seja exatamente da área, já que a transformação está acontecendo de maneira intensa”, afirma Klaus Michael Vogelberg, Chief Technology Officer da Sage.

Os empresários devem ficar atentos às oportunidades que as inovações tecnológicas podem trazer para seu negócio, permanecendo competitivos e oferecendo serviços de alto nível.

E essas tendências terão papel fundamental nos próximos anos para as PMEs, pois elas podem ter alto impacto tanto na produtividade, ao simplificar a gestão quanto na competitividade das empresas, oferecendo novas oportunidades e modelos de negócio.

Conheça as tendências que vão revolucionar os negócios em 2017:

1. Chatbots

Interfaces autônomas como chatbots ou agentes digitais vão se tornar cada vez mais comuns em diferentes dispositivos para que os empresários façam a gestão de seus negócios. Essas interfaces vão mudar de forma significativa como humanos e computadores trabalham e se relacionam entre si. Enquanto no passado as pessoas usavam o teclado ou o mouse para interagirem com seus computadores, gradualmente começarão a conversar com os sistemas por gestos, como movimento das mãos, cabeça ou olhos. A experiência do usuário se tornará não apenas mais conveniente, mas também mais divertida – os sistemas trabalharão de maneira autônoma e terão capacidade de autoaprendizagem. Em alguns casos, o software poderá agir sem a participação do usuário, ou perguntar mesmo sobre algo uma única vez e utilizar essa informação para atividades futuras.

Em junho de 2016, a Sage lançou globalmente o seu primeiro chatbot de contabilidade, o Pegg. Voltado a pequenas e médias empresas, o sistema atua como um assistente inteligente que permite aos usuários acompanharem despesas e gerenciarem as finanças, utilizando aplicativos de mensagens como Facebook Messenger e Slack. No Brasil, o chatbot é capaz de emitir notas fiscais de serviço por meio de um bate-papo com o assistente virtual. Para isso, basta que o usuário cadastre qual o serviço prestado e em nome de quem deve ser feita a emissão da nota. O bot já será capaz de interpretar os dados e gerar a nota, ocultando complexidades da contabilidade e permitindo que os empresários administrem as finanças a partir de conversas e realizando o processo de forma tão simples quanto escrever uma mensagem. Ao digitalizar uma informação de forma instantânea, o incômodo do arquivamento de recibos e despesas acaba, assim como a necessidade de papel e de registro de dados.

2. Inteligência Artificial

A inteligência artificial e coletiva é outra tendência a que os empreendedores devem estar atentos. Com o aumento do volume de dados gerado por diferentes dispositivos e a análise de dados se tornando cada vez mais acessível, as empresas precisam encontrar maneiras de extrair conhecimento da riqueza atual do Big Data.

A Sage aconselha que as PMEs trabalhem conjuntamente. Se pequenos e médios empreendedores juntarem forças e dividirem, por exemplo, o computer power e os dados com outras companhias de forma estruturada e sistemática, elas podem se beneficiar dessa colaboração recebendo uma maior e melhor base de informações e uma inteligência de dados superior. Similar a mecanismos de crowdsourcing, essa rica base de dados possibilitaria às empresas entenderem melhor o comportamento dos consumidores, suas necessidades, o que oferecer a eles e em quais áreas investir.

3. Blockchain

Criado para organizar transações de bens digitais entre as duas partes de uma forma totalmente inovadora, os empreendedores também devem analisar cuidadosamente se a nova tecnologia de blockchain pode impactar os atuais modelos de negócio e como isso se daria. Particularmente, todos os negócios que trabalham como intermediários entre duas partes – como advogados, imobiliárias ou corretores financeiros – podem ser afetados por essa nova abordagem. Inclusive os contadores também podem ser impactados na forma como farão negócios no futuro, já que a blockchain pode eliminar uma parte significativa da carga de trabalho – como o controle e agendamento de transações, transferência de dinheiro ou pagamento de faturas – executado atualmente por profissionais destas áreas.

Ao invés de serem utilizados intermediários como bancos, autoridades estatais ou plataformas de negócio, as blockchains permitem que as pessoas transfiram esses ativos de uma forma direta e segura, o que representa uma forma totalmente nova de organizar transações de ativos digitais entre as duas partes. Um registro descentralizado e compartilhado, essencialmente um banco de dados de ativos divididos entre vários participantes, aliado a algoritmos cripto-econômicos, servem de base tecnológica para uma blockchain.

Todos os participantes de uma blockchain (os chamados nodes) têm acesso ao registro compartilhado, que contém um inventário com todos os ativos digitais relevantes. Todas as partes dessa rede possuem suas próprias cópias idênticas do registro. Quaisquer mudanças feitas são aplicadas em todas as cópias em questão de minutos, ou até mesmo segundos. Desta forma, o sistema é transparente e dá segurança aos participantes sem a necessidade de que qualquer outra autoridade legitime a operação.

4. Uso do dinheiro

A forma pela qual as pessoas utilizam o dinheiro e transferem seus pagamentos de uma conta para outra mudou de forma notória: hoje os aplicativos possibilitam que usuários realizem pagamentos de forma fácil e que façam compras por dispositivos móveis ou websites. Por outro lado, sistemas de contabilidade são pouco amigáveis aos usuários e menos integrados. Por exemplo, é comum que as empresas não tenham a possibilidade de realizar pagamentos de faturas ou controlar facilmente suas transações financeiras entre parceiros, fornecedores ou os respectivos bancos com apenas um clique.

Em 2017, novas soluções permitirão que as empresas estabeleçam pagamentos de ponta a ponta, com seus fornecedores e clientes. Isso possibilitará que os canais de pagamentos se tornem onipresentes, imediatos e disponíveis a qualquer momento, e serão totalmente integrados aos sistemas de contabilidade. Todas as partes, como plataformas de comércio eletrônico, bancos, fintechs ou parceiros, serão beneficiados pelos padrões de programação (API), que poderão ser usados para criar novos serviços e que possibilitarão processos integrados e totalmente automáticos de pagamentos e transações financeiras.

5. Infraestrutura

Em 2017, mais empresas – pequenas e médias – irão substituir seus software locais e autônomos por soluções integradas e em nuvem, que operam em plataformas, como a Salesforce.com. Tal plataforma oferece a seus usuários acesso a inúmeros aplicativos de negócios e serviços integrados. Além disso, as companhias também se beneficiarão com o uso de aplicativos para dispositivos móveis de plataformas como a operada pela Apple Mobility Partner Program.

O grande benefício dessas plataformas é que oferecem, até para as menores empresas, acesso a soluções inovadoras de software de gestão, o que seria financeiramente inviável menos de uma década atrás. As plataformas em nuvem estão democratizando a forma pela qual algumas empresas conseguem acesso a aplicativos de última geração e tecnologias inteligentes e escaláveis, já que permitem que empreendedores descubram novas formas de trabalhar por meio de uma boa infraestrutura capaz de receber qualquer tipo de informação de seus parceiros ou da Internet das Coisas (IoT), analisá-la e então criar algo novo e produtivo.

6. Internet das Coisas (Internet of Things – IoT)

A grande quantidade de dados originária de todos os tipos de sensores incorporados em máquinas, carros, celulares, roupas ou até mesmo humanos (como, por exemplo, para monitoramento médico), resultará em um verdadeiro tesouro de dados, consequentemente criando variados novos serviços.

O fluxo de dados para desenvolver o negócio de cada PME pode ser pensado da seguinte forma:

• A mecânica vai desenvolver novos serviços, como manutenção preventiva para todos os tipos de infraestrutura técnica;

• Companhias de logística irão aprimorar suas frotas de caminhão utilizando dados de trânsito de diferentes fontes, incluindo dados de cidades inteligentes, semáforos, ruas e outros veículos;

• Serviços de portaria irão desenvolver todos os tipos de vigilância com a concretização de novas tecnologias de casas inteligentes;

• Empresas de varejo e donos de lojas poderão se conectar a dispositivos de casas inteligentes, como geladeiras ou outros eletrodomésticos, para abastecer seus clientes automaticamente com bens e serviços;

• Serviços de atendimento médico móvel irão inovar no trabalho de assistência por meio de todos os tipos de novos dispositivos, a fim de aprimorar seu apoio a pessoas idosas que moram sozinhas.

As ferramentas estão disponíveis e são financeiramente acessíveis para empresas de todos os portes. Até o final do ano, muitas outras vão surgir. Aproveitando o potencial que essas tecnologias trazem, seus resultados serão mais efetivos e estarão mais protegidos, assim como o de seus clientes e parceiros.

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Dahua assina acordo estratégico com a DBAPP com foco em segurança IoT

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A tecnologia IoT promete ser a principal evolução tecnológica dos próximos anos, mas ainda precisa superar desafios de segurança. Ao redor do mundo, as companhias unem esforços para responder às demandas de proteção de rede e a Dahua Technology em conjunto com a DBAPP Security, companhia líder em segurança de dados e aplicações web na China, em busca de defesa em situações de risco, segurança de acesso e pessoal, uniram esforços e, desta maneira, a Dahua pretende entregar soluções e serviços com os mais altos padrões de proteção.

Nesta nova era, onde a IoT está em constante e veloz evolução, a necessidade por segurança é crescente. As duas companhias montaram um time focado em dispositivos de segurança de rede IoT para promover a análise, utilização e pesquisa de dados IoT. Um laboratório virtual será montado em conjunto para o estudo e discussão sobre desenvolvimento técnico, de ameaças e de sistema de arquitetura de segurança IoT.

O laboratório também será utilizado para a divulgação de novidades e resultados da pesquisa, construindo uma rede de informações sobre o tema para promover aplicações mais amplas e complexas para produtos e soluções que utilizem a tecnologia. A cerimônia de assinatura do acordo foi acompanhada pelo CEO da Zhejiang Dahua Technology, Fu Liquan, e o CEO da DBAPP Security, Fan Yuan.

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Ranking das Top 50 Tecnologias de Internet das Coisas (IoT) inclui solução da Vertiv

A Vertiv, anteriormente conhecida como Emerson Network Power, conquistou o reconhecimento dos experts da publicação especializada em canais CRN. A solução ICOM-S faz parte da lista CRN Top 50 aplicações para Internet of Things. A Vertiv tem liderado o desenvolvimento de tecnologias que habilitam a Internet das Coisas em Data Centers e em sites de Edge Computing. Isso é feito com o suporte do iCOM-S, um software que realiza a orquestração de diferentes equipamentos de um Data Center. Há casos em que o uso do iCOM-S promove até 50% de redução do consumo de energia e da emissão de CO2 dos Data Centers.

“Muitas de nossas soluções são compatíveis com aplicações IoT”, afirma Tiago Khouri, Diretor de Marketing e de Planejamento da Vertiv América Latina. “Além disso, nossa plataforma opera com protocolos de comunicação neutros, possibilitando a interconexão segura com equipamentos de diferentes provedores em uma arquitetura Best in Class”.

“O crescente mercado de Internet das Coisas tem um enorme potencial criativo, e a capacidade de melhorar diversos aspectos das nossa vidas”, afirma Robert Faletra, CEO da The Channel Company, a publishing house por trás da CRN. “O ranking CRN’s Internet of Things 50 celebra líderes de tecnologia que exploram este potencial de forma inovadora e consistente. Suas soluções transformarão a maneira como nós trabalhamos e vivemos.”

A lista Internet of Things 50 está disponível no URL: crn.com/iot50.

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Sophos divulga tendências de ciberataques em 2017

O ano de 2016 já tinha sido palco não só de um grande número, mas também de uma grande variedade de ciberataques, desde os DDoS de alto perfil que controlam as câmeras de segurança ligadas à internet, até à suposta invasão da rede de computadores liderada por hackers russos durante as eleições americanas. Vimos ainda um aumento dos cenários que envolvem violação de dados, em pequenas e grandes empresas, e perdas significativas no que diz respeito à informação pessoal.

A Sophos reuniu tendências de ciberataques atuais e emergentes que acredita serem as principais ameaças para o ano de 2017. Entre os mais preocupantes estão os ataques DDoS com equipamentos IoT (sigla em inglês para Internet das Coisas) e os ataques contra estados e sociedades.

Os ataques DDoS IOT destrutivos vão aumentar. Em 2016, o malware Mirai conseguiu demonstrar o massivo potencial destrutivo dos ataques DDoS em um cenário com equipamentos IoT inseguros. Os ataques do Mirai exploraram apenas um número reduzido de equipamentos e vulnerabilidades, e utilizaram técnicas de identificação de senhas bastante básicas. No entanto, os cibercriminosos terão a vida ainda mais facilitada tendo em conta os inúmeros equipamentos IoT que existem com códigos desatualizados, baseados em sistemas operacionais com baixa manutenção e em aplicações com vulnerabilidades bastante conhecidas.

Mudança de ataques exploit para ataques sociais direcionados. Os cibercriminosos estão aprimorando suas técnicas contra a maior vulnerabilidade que existe: os humanos. Os ataques estão cada vez mais sofisticados e convincentes para enganar os usuários. Por exemplo, é bastante comum ver um e-mail direcionado, que aborda o destinatário pelo nome e menciona uma dívida pendente que o remetente pretende cobrar. Por medo ou curiosidade da dívida, o usuário se sente tentado a clicar no e-mail que o direciona para um link malicioso, iniciando o ataque. Esses ataques de phishing deixaram de ser facilmente reconhecidos pela presença de erros mais óbvios, como acontecia, e agora estão direcionados se passando por bancos e autoridades.

Exploração da infraestrutura antiga e insegura da internet. A maioria dos usuários da internet ainda confiam em protocolos antigos que se estabeleceram no início da internet. Por exemplo, ataques contra o protocolo BGP (Border Gateway Protocol) podem interromper, sequestrar ou desativar potencialmente grande parte da internet. O protocolo BGP é a espinha dorsal da internet, usada para rotear solicitações na internet. O ataque DDoS que ocorreu em outubro contra a Dyn, uma das principais empresas fornecedoras de serviços DNS do mundo, afetou o acesso à internet em diversas partes do mundo. Provedores e empresas de grande porte podem tentar responder a esses ataques, mas em caso de falhas terão de arcar com sérios danos se os hackers optarem por explorar as falhas mais profundas da internet.

O ransomware continua em evolução. À medida que mais usuários reconhecem os riscos do ataque ransomware por e-mail, os criminosos continuam explorando outros vetores. As novidades podem vir com um malware que reinfecta mais tarde, muito depois do resgate ser pago, ou também com ferramentas internas e de malware não executável para, dessa forma, evitar a detecção na proteção de endpoint, que foca nos arquivos executáveis. Alguns exemplos recentes têm solicitado primeiro o compartilhamento do arquivo infectado com duas pessoas antes de devolver o arquivo descriptografado. Os autores do ransomware também estão começando a utilizar técnicas diferentes da criptografia como, por exemplo, excluindo ou corrompendo cabeçalhos de arquivos. E, finalmente, com ransomware antigo ainda flutuando pela web, os usuários podem ser vítimas de ataques sem solução porque os locais de pagamento não existem mais.

Aumento de ataques de dispositivos IoT. Os usuários de dispositivos IoT podem não notar ou sequer se importar se o equipamento de monitoramento dos seus bebês está sendo utilizado para atacar um website. Contudo, uma vez que hackers tem o domínio de um dispositivo em uma rede privada, eles podem comprometer todos os outros equipamentos que estão conectados na mesma rede, como notebooks que podem conter uma série de dados pessoais. Em 2017, mais incidentes como esse serão frequentes, além de ataques por meio de câmeras e microfones para espionar residências.

Infraestrutura financeira com maior risco de ataque. O uso de phishing direcionado ou whaling (caça à baleia) continua a crescer. Esses ataques usam informação detalhada de executivos das empresas com o objetivo de enganar funcionários para comprometer contas e viabilizar o pagamento aos fraudadores. Para esse ano, são esperados esses ataques às infraestruturas financeiras, como o que ocorreu em fevereiro ao Swift – sistema global que bancos utilizam para realizar transações de milhões de dólares todos os dias – e que custou US$81 milhões ao Banco Central de Bangladesh.

Ataques contra órgãos dos Estados e contra a população. Os ataques tecnológicos se revelam cada vez mais políticos. Por exemplo, investigadores conseguiram demonstrar ataques que permitiram que um eleitor vote repetidamente, de forma fraudulenta, sem ser detectado. Mesmo que os Estados não realizem ataques desta natureza contra os sistemas eleitorais de seus adversários, a ideia de que estes ataques são possíveis é, por si só, uma arma verdadeiramente poderosa. A população, por sua vez, sofre com a desinformação e enfrenta sérios riscos como, no caso deste exemplo, ter o sistema de votação comprometido.

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Internet das Coisas é destaque na Campus Party Brasil

A Konker patrocina a Campus Party Brasil; encontro de comunidades da internet que integram cultura, tecnologia, comunicação e entretenimento eletrônico. O evento acontece do dia 31 de janeiro a 05 de fevereiro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo e deve reunir cerca 100 mil visitantes.

Durante os cinco dias da feira, a Konker preparou uma série de atividades para aproximar os visitantes das soluções de IoT (Internet das Coisas) no Espaço Konker e uma série de oficinas e palestras. Além disso, a empresa realizará o lançamento oficial da versão pública da Plataforma Konker.

O Espaço Konker funcionará como uma ambiente de mentoria. Nele os visitantes participarão de desafios, workshops e diversas atividades sobre IoT.

Na quarta-feira (01), das 12h30 às 13h30, a Konker marca presença na Arena Maker, em parceria com a Fazedores.com. Érico Netto, IoT Hardware Specialist da Konker promove a oficina “Crie protótipos e construa rapidamente soluções conectadas”. O encontro tem como objetivo apoiar os participantes a conectar e controlar dispositivos, visualizar e entender seus dados com o uso da Plataforma Konker, desenvolvida com tecnologias de código aberto. “Queremos, junto com a comunidade, ajudar a fortalecer a internet das coisas” afirma Rafael Ferraz, Product Marketing Manager da Konker.

Na Arena Robótica, na quinta-feira (02) e no sábado (04), das 17h00 às 18h00, a Konker apresenta O Workshop e Oficina “descomplicando a Internet das Coisas”, destinado a todos os participantes que queiram entender mais sobre o conceito e a Plataforma. Na sexta-feira (03), o “Workshop sobre hardware e software livre” acontece no palco da Arena Open Source. A ideia é discutir a prototipagem na aceleração e otimização do desenvolvimento de novos produtos, de maneira rápida, com baixo custo.

Sábado (04), Adriano Lima, CEO da Konker, sobe ao Palco Inovação para um bate papo sobre como inovar em um mundo cada vez mais conectado. “Estima-se que até 2020 mais de 20 bilhões de “coisas” estejam conectadas à internet, fundamentando o conceito de Internet of Things. Vamos falar sobre a situação atual e como inovar neste cenário” declara Adriano.

Na sequência o Head de Tecnologia da Konker, Wellington Mariusso, lança oficialmente a versão pública da Plataforma Konker. “As possibilidades são muitas e para qualquer setor de atuação. A Plataforma permite administrar milhões de dispositivos, garantindo conectividade em tempo real, análise de dados e tomadas de ação de forma automática e inteligente”, destaca Wellington.

A cobertura completa da participação da Konker na Campus Party pode ser acompanhada nas redes sociais da empresa.

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IDC Brasil prevê retomada de projetos em 2017 e crescimento de cerca de 2,5% para o mercado de TIC

Apesar do cenário ainda recessivo, necessidade de transformação digital deve impulsionar investimentos das empresas neste ano, com destaques para o amadurecimento do mercado de Cloud, ampliação dos orçamentos de segurança, experimentação de aplicações de realidade aumentada e virtual, e ganho de escala em Analytics/Cognitve, além do início do crescimento de IoT

São Paulo, 26 de janeiro de 2017 – A IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, divulga suas previsões para o setor em 2017. No Brasil, a perspectiva para o ano é de um crescimento de cerca de 2,5% em relação a 2016, puxado pelo segmento de TI, que deve crescer 5,7%, enquanto telecom deve permanecer estável, com aumento de 0,4% no período. Para Denis Arcieri, diretor geral da IDC Brasil, agora é o momento de retomar projetos, com um cenário mais previsível no âmbito político, e principalmente, no contexto econômico. “Não há mais espaço para postergar projetos de transformação e inovação e mais de 6% dos CIOs pretendem investir para melhorar a estratégia de entrega multicanais em 2017”, diz ele.

A IDC aponta o processo de transformação digital (DX) como um caminho sem volta para as empresas em busca de eficiência e competitividade. Segundo recente pesquisa, no Brasil pouco mais de 10% das empresas já investem cerca de 5% de seu faturamento em tecnologias inovadoras. A transformação digital se baseia em cinco pilares – liderança, omni-experience, informação, modelo de negócio e fonte de trabalho, que permeiam diferentes tecnologias e segmentos do mercado de TIC que se destacam nas previsões da IDC para este ano.

“A transformação digital interfere em diversos aspectos, na medida em que novas competências tecnológicas alavancam mudanças e impulsionam novos modelos de negócios, integração de produtos e serviços físicos e digitais, melhores experiências dos clientes, e mais
eficiência operacional e organizacional”, diz Luciano Ramos, gerente de Pesquisa e Consultoria de Software e Serviços da IDC Brasil.

De acordo com as previsões da IDC, o segmento de Telecom se manterá estável em 2017 e coerente com a tendência dos últimos anos, continuando a se digitalizar, com aumento no consumo de dados e redução na base de voz. O mercado corporativo segue em declínio, compensado pelo crescimento do mercado residencial. O número de conexões 4G vai passar de 108 milhões no Brasil, representando 40% da base total.

Segundo André Loureiro, gerente de Pesquisa e Consultoria de TIC da IDC Brasil, é necessário aumentar a cobertura e melhorar a qualidade de serviços para atender à demanda fora das capitais, onde atualmente está concentrado o consumo. A utilização de serviços OTT (Over the Top) deve continuar crescendo e gerando mais tráfego, principalmente de vídeo, assim como modelos “0800 de dados” e “zero-rating”, que permitem o acesso gratuito a determinados serviços, sem cobrança de dados. “Atualmente há também grandes oportunidades para as operadoras em TI e segurança, por conta de serviços baseados na nuvem, datacenter e software como serviço”, comenta Loureiro.

Depois de um ano conturbado, os investimentos em segurança devem ser retomados e ampliados já no primeiro semestre e ultrapassar US$ 360 milhões até o final de 2017. As principais áreas de interesse dos gestores de segurança para novos projetos são Gestão de Identidades (IAM), com 58% de intenções de investimento, e Correlação de Eventos (SIEM), com 57% de intenções. Um desafio para esses executivos será endereçar cenários de IoT (Internet das Coisas) complexos, por meio do endurecimento e da padronização de práticas de segurança para dispositivos conectados. De acordo com Ramos, hoje cerca de 79% dos executivos de segurança não consideram que as práticas para lidar com Segurança da Informação em IoT estejam bem definidas no mercado.

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), por sinal, deve pegar embalo no segundo semestre, com a definição de uma política pública e de incentivos pelo BNDES, comenta Pietro Delai, gerente de Consultoria e Pesquisa de Infraestrutura e Telecom da IDC Brasil. A previsão é de que o ecossistema de IoT no Brasil dobre de tamanho até o final da década, superando US$ 13 bilhões. O avanço do IoT estará conectado com o uso de Analytics, fundamental para transformar dados em valor para os negócios, e com computação em nuvem, que será a plataforma para processamento desses dados – até 2019, cerca de 43% dos dados de IoT serão tratados na nuvem.

Delai também destaca o Blockchain (banco de dados distribuído que guarda um registro de transações permanente e à prova de violação) como um elemento importante de transformação digital que continuará em ritmo lento. Alguns projetos foram desenvolvidos em 2016 e outros virão ao longo de 2017. “É uma tecnologia disruptiva, mas sua adoção é gradual. Os desafios regulatórios e de compliance são imensos no Brasil”, explica Delai.

Já o mercado de Business Analytics Software crescerá 4,8% em 2017, movimentando US$ 848 milhões no Brasil. Em busca de decisões mais rápidas e assertivas, as organizações vão investir em capacidades analíticas para trazer cada vez mais inteligência e insight a cada processo em seus negócios. O reconhecimento da importância de informações não estruturadas, especialmente daquelas vindas de redes sociais e de interações diretas com clientes, vai dar força às iniciativas de Big Data.

A tecnologia Cognitive/AI também merece destaque, assumindo uma posição importante à frente da mudança das fontes de trabalho nas organizações para suportar com muito mais força os processos de relacionamento com o cliente e de tomada de decisão. Segundo Luciano Ramos, a expectativa é que nos próximos três anos o mercado quintuplique os investimentos nesta tecnologia, ainda em fase inicial, para atendimento inteligente ao cliente, respostas automatizadas, e chatbots.

O mercado de Smartphones, que apresentou queda nas vendas em 2016, voltará a ganhar fôlego em 2017, com previsão de crescimento de 3,5% em unidades em comparação ao volume do ano passado. A troca média dos aparelhos ocorre a cada dois anos e pelo menos 37% da base instalada ativa foi adquirida antes de 2015.

A tecnologia AR/VR (Realidade Aumentada/Realidade Virtual) aparece com boas perspectivas em 2017. A previsão da IDC é que o mercado brasileiro dobre em unidades, ultrapassando a barreira dos 100 mil produtos. Segundo Reinaldo Sakis, gerente de Pesquisa e Consultoria de Consumer Devices da IDC Brasil, estima-se que uma em cada 10 das maiores empresas voltadas para o consumidor experimentará AR/VR como parte de seus esforços de marketing neste ano. Há aplicações em fase de teste no país nas áreas de arquitetura (construção de modelos VR), serviços (manutenção automobilística com AR), varejo (loja virtual com AR e VR) e indústria (aplicações de modelos de alta complexidade).

Até pouco tempo vista como tendência, a computação em nuvem chega em 2017 como mainstream. De acordo com a IDC Brasil, o mercado de Cloud pública deve crescer 20% neste ano, atingindo US$ 890 milhões. “Há muitos casos de sucesso, e as empresas já conhecem os benefícios da nuvem e estão superando seus receios ao perceber que provedores estão aumentando a segurança”, diz Pietro Delai. Apesar do cenário ainda recessivo, as empresas devem investir em Cloud por conta de vantagens como redução de custos e mais agilidade a entrega de soluções.

Na migração das empresas para a nuvem, um papel que ganha importância é o dos Cloud Brokers. “Até 2018, 85% dos ambientes serão multicloud, conjugando serviços de mais de uma nuvem pública para atender suas necessidades de negócios, não só por uma questão de custos, mas também das capacidades de cada provedor. Os brokers vão se tornar grandes intermediadores, ajudando as empresas na tomada de decisões e no gerenciamento desses ambientes”, comenta Luciano Ramos. A previsão é de que eles terão uma fatia significativa nas receitas dos provedores, chegando a 50% dessas receitas até 2020.

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A segurança da rede na nova realidade dos provedores de serviços – Por Leonardo Pinheiro

Estamos no limiar de uma nova era digital. As redes não só precisam ser maiores e mais rápidas, elas também precisam ser dinâmicas, flexíveis e intuitivas. Elas precisam fazer parte de uma internet integrada, mais ampla e global, em que os dados e a inteligência são compartilhados de forma dinâmica entre usuários, dispositivos e organizações tradicionalmente isolados.

Para atender a essa demanda, as redes estão sendo redesenhadas para incorporar a hipervirtualização, aplicativos inteligentes e serviços baseados em software que eliminam vários dispositivos na camada física. Para que isso funcione, duas coisas devem acontecer. Primeiro, muitas atividades e decisões que atualmente exigem intervenção humana precisam ser automatizadas. Segundo, cada organização (não importa o seu tamanho) precisa reconhecer que não consegue fazer isso sozinha.

Os provedores de serviços exercem um papel central neste novo paradigma. Mais e mais dados serão despejados nas redes. Mais usuários e dispositivos precisarão de acesso imediato aos dados onde quer que estejam armazenados, de qualquer lugar e usando qualquer dispositivo imaginável.

Com esse fluxo de entrada de dados e conexão de dispositivos, aumentam também as oportunidades de atuação paralela dos cibercriminosos. Para fornecer a proteção necessária, os provedores de serviços terão que considerar três aspectos para sua infraestrutura de segurança:

1. Política: Você deve garantir que a política de segurança siga os dados, não importa para onde eles vão. Você não consegue proteger cada dispositivo no caminho dos dados ou da transação. E você não pode contar que os usuários tomarão boas decisões sobre segurança.

Se os dados estiverem se movimentando entre uma rede corporativa e um ambiente do provedor de serviços, uma boa ideia para ambos é adotar o mesmo tipo de solução de segurança. Se instalada corretamente, isso pode garantir a aplicação consistente de políticas de segurança e de requisitos de verificação do tráfego entre os domínios que pertencem à organização e outros externos. As ferramentas de gerenciamento e coordenação também podem trabalhar juntas, o que significa que a inteligência de ameaças pode ser captada e correlacionada, não importa onde a ameaça apareça.

2. Procedimentos: Imagine a segurança como sendo função de uma malha (fabric) que se estende por todo o ambiente distribuído, dos dispositivos de IoT aos servidores na nuvem. Normalmente, um gerente de segurança de TI monitora até 14 painéis, muitas vezes correlacionando manualmente os eventos e dados entre eles. Isso simplesmente não é sustentável, principalmente porque o tempo para responder às ameaças é cada vez menor e o escopo da rede continua aumentando.

Adicione a essa mistura a falta de recursos capacitados na gestão de segurança e você estará detonando uma explosão de vulnerabilidades combinadas a sistemas de segurança complexos que, na verdade, reduzem a visibilidade e o controle. Esta é uma oportunidade para que os provedores de serviços forneçam serviços de segurança de valor agregado às organizações que não possuem a escala, as habilidades e as tecnologias necessárias para gerenciar e entregar segurança com eficácia em ambientes de redes altamente distribuídas.

3. Tecnologia: Use soluções desenvolvidas para responder à próxima geração de ameaças. A maioria das soluções de segurança faz um bom trabalho de identificação e prevenção de ameaças que ocorrem de formas previsíveis. Mas os ataques realmente bons não são assim. É necessária uma coordenação entre os múltiplos dispositivos para reconhecer ataques de múltiplos vetores. As ferramentas precisam colaborar entre si para fornecer respostas apropriadas e segmentar a rede de forma dinâmica para conter as ameaças de maneira inteligente. E não é possível esperar intervenções humanas.

Os provedores de serviços também precisam se preocupar com as ameaças emergentes que logo afetarão a integridade e a segurança das suas redes e de seus clientes.

O primeiro problema é que a IoT traz novas fontes de ameaças que precisam ser levadas em consideração. Muitos dispositivos que utilizam a IoT tais como sensores são headless (sem interface do usuário), então é impossível instalar um software cliente final neles. A primeira linha de proteção é o controle do acesso. Mas com o aumento no volume de tráfego e dos dispositivos, as organizações precisam de uma estratégia única de controle do acesso, que cubra as várias inserções locais, remotas e na nuvem, aplicando uma política unificada. Isso pode exigir que a política seja gerenciada centralmente, mas aplicada de forma distribuída, incluindo a coordenação com as políticas de acesso do provedor de serviços.

O segundo problema é que as novas ameaças e a inteligência de ameaças estão se perdendo em meio às grandes quantidades de dados que passam sem inspeção pela rede: a IDC calcula que as empresas analisam somente 10% dos dados que trafegam em suas redes. O restante são dados “não estruturados” ou “qualitativos” de conteúdos como pesquisas online e formulários com respostas, fóruns de clientes e redes sociais, documentos e vídeos, e chamadas ao serviço de atendimento e informações das equipes de vendas.

Entramos numa nova era das redes, com ambientes cada vez mais complexos e portanto a segurança precisa se adaptar. A resposta à complexidade é simplicidade combinada à coordenação dinâmica e automatizada dos elementos de segurança. E os provedores de serviços, com seus recursos e habilidades operacionais estão em posição única para auxiliarem as empresas de todos os segmentos a entrarem nessa nova era, de forma segura e preparada. Segurança não é só prevenção de ataques mas também uma plataforma indispensável para se ampliarem os negócios e as oportunidades na nova economia digital.

Leonardo Pinheiro, gerente de vendas regionais da Fortinet Brasil

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A tecnologia como agente transformador da experiência de compra – Por Brian Krzanich

Quando você faz compras online, provavelmente, não leva em consideração a quantidade de dados que gera.

Atualmente, os dados podem ser considerados o centro do relacionamento entre clientes e varejistas. O último varejista on-line que você visitou sabe o que você inicialmente estava interessado em comprar e o que você acabou comprando. Ele também sabe quais itens foram colocados no carrinho, mas não foram comprados.

Os dados podem ser medidos, analisados e acessados remotamente, de qualquer lugar. Eles serão os diferenciais para o crescimento dos varejistas e para que eles engajem e ampliem a sua base de clientes. Até agora, dados detalhados sobre os compradores estavam disponíveis apenas para as lojas online. Na Intel, acreditamos que cada vez mais os varejistas serão separados entre os que possuem dados e usam para crescer e otimizar a experiência de compra e aqueles que não possuem e tomam suas decisões baseadas na “experiência” e em observações subjetivas.

Quando usados de forma eficiente, os dados fornecem aos clientes um maior controle e aos varejistas mais informações. A Intel demonstrou na semana passada durante o “Retail Data Show” da NRF, em New York, ferramentas e outras tecnologias centradas em dados, que têm por objetivo transformar drasticamente tanto as experiências na loja, quanto as de compra online.

As tecnologias de Internet das Coisas (IoT) e de nuvem da Intel impactam a cadeia de fornecimento de ponta a ponta. Os sensores IoT coletam dados que podem ser analisados. Os data centers processam a informação e dão utilidade aplicável no negócio. Por exemplo, com as tecnologias da Intel é possível ver quais itens não estão na localização correta na área de vendas, além de levantarem o inventário da loja em tempo real, incluindo o que está no estoque. Elas podem até indicar quais itens entram nos provadores, mas nunca chegam até ao caixa.

Para ajudar a transformar a maneira com a qual as pessoas compram e como as lojas podem atendê-las melhor, a Intel apresenta a Intel® Responsive Retail Platform (Intel® RRP). Ela fornecerá uma profunda compreensão sobre como as lojas e como as pessoas interagem. E, ao longo dos próximos cinco anos, a Intel planeja investir US$ 100 milhões na indústria do varejo com essa nova plataforma. O investimento possibilitará os varejistas a unificarem cada parte de suas operações, criarem um impacto positivo em seus resultados e resolverem os desafios da operação do negócio.

A plataforma de varejo coleta múltiplas fontes de dados para conectar os ambientes digitais e físicos. Com os objetivos de reduzir custos e aumentar as vendas, a solução ajuda a reabastecer o estoque de forma eficiente, posicionar funcionários e outros recursos, além de rastrear o inventário – da cadeia de fornecimento até a vitrine da loja. A Intel® Responsive Retail fornece informações em tempo real sobre o que os clientes estão comprando, o que procuram além do gerenciamento do estoque.

As ferramentas centradas em dados são apenas o começo de onde a tecnologia levará a experiência de varejo. Hoje, varejistas inovadores como o Alibaba estão incentivando os clientes a usarem a realidade virtual para comprar em qualquer lugar do mundo sem sair de casa. Os clientes estão se engajando em experiências de compra personalizadas em realidade virtual, enquanto a tecnologia imersiva está abrindo portas para que os varejistas alcancem novos clientes e mercados de forma criativa.

A realidade virtual está encorajando clientes e varejistas a usarem os dados e as análises para maximizar o investimento e impactar o varejo. Com tecnologias, como robótica e inteligência artificial para reduzir a carga imposta sobre os funcionários, cada aspecto da loja e da cadeia de fornecimento permitirá que os funcionários foquem mais no cliente e em melhorar o desempenho da loja.

Estamos desenvolvendo tecnologias que ajudarão a transformar a experiência de compras em um futuro próximo. Ao unir a realidade virtual com o poder dos dados, ajudaremos a criar a loja do futuro – inteligente, rápida de resposta, conectada e segura.

Brian Krzanich (@bkrunner) é CEO Global da Intel

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Quatro previsões de BI e Analytics para 2017

Allan Pires, CEO da multinacional dinamarquesa Targit para a América Latina e Texas, revela as principais estratégias de TI que definirão o futuro

Aumento da liderança via Self-Service BI

Self-service é a prática de se obter um benefício sem a necessidade do intermediário, tendo em vista a redução de custo e de espera na hora de executar uma atividade. No mundo dos negócios, não poderia ser diferente. Podemos fazer alusão ao conceito chamado Customer Self-Service (CSS), que funciona da mesma forma que um autoatendimento, mas dentro das corporações. Como facilitador, a ferramenta oferece acesso imediato às informações e processos de negócios, sem a necessidade de uma equipe de TI especializada presente para a análise dos dados da empresa. O Self-Service BI é a modernização da conhecida ferramenta de Business Intelligence, podendo ser manejada oportunamente por um executivo ou profissional não especializado e, com isso, é possível descentralizar o processo de análise por meio de uma interface de fácil manuseio. As vantagens com a adoção de um modelo self-service são inúmeras como disponibilidade 24/7, redução de custo na criação e manutenção das análises e processos, além do alto grau de confiabilidade. Estas novas ferramentas tecnológicas também estão prontas para uso e disponíveis em Market Places Digitais e dispositivos móveis.

Diga adeus ao limite de exploração dos dados

Ao longo dos últimos anos, acompanhamos de perto a questão da consumerização da TI, termo utilizado para explicar a entrada de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho, seja celular, notebook ou tablet. Muitas das análises realizadas pelos dispositivos móveis – criadas em ferramentas como o Excel – eram limitadas quanto ao volume de dados e não permitiam combinações de diversas informações ao mesmo tempo. Agora, com a introdução de novas funcionalidades em soluções já existentes no mercado, e Targit é um exemplo dessa realidade, a captura de dados em diferentes formatos se tornou possível, atendendo demanda projetada para TI Bimodal e para modernas plataformas de Business Intelligence. O InMemory Engine e o Data Discovery Unlimited proporcionam alta performance e flexibilidade, além de combinar dados (mash-up) e criar rápidas e novas análises.

Uma crescente dependência de serviços na nuvem

Os serviços na nuvem ainda cumprem o seu papel de grande importância dentro de projetos das pequenas, médias e grandes corporações. E no mundo do Business Intelligence, não poderia ser diferente – tanto como fonte de dados quanto como plataforma de entrega de BI. Um número crescente de usuários de BI precisa ser capaz de se conectar facilmente, integrar e analisar dados de fontes fora do armazém de dados existente. Não só é importante ser capaz de extrair dados de arquivos do Excel e CSV, mas também de aplicativos baseados em nuvem, como Google Docs, Google Analytics, Salesforce, Quandl, entre outras inúmeras fontes de dados baseadas em nuvem ou na Web. Este serviço desempenha um papel extremamente analítico e oferece uma visão abrangente de KPIs da empresa em relação à concorrência. Ferramentas de análise baseadas em nuvem e híbridas introduzem um novo tipo de flexibilidade em comparação a estrutura tradicional de um armazém de dados. Este é um grande benefício para as empresas que optam por aproveitar, uma vez que a liberdade da infraestrutura tradicional de BI pode reduzir drasticamente o custo total de propriedade do BI.

Internet das Coisas: o aumento do valor dos projetos de análise preditiva

O futuro é claro. Com o aproveitamento de grandes quantidades de dados acionáveis da Internet das Coisas, a análise preditiva tem sido, em grande parte, uma fantasia futurista para a maioria das empresas. Contudo, em 2017 teremos um aumento na disseminação de sensores, algoritmos e tecnologias que ajudarão as empresas a capturar e prever eventos futuros, incluindo o aproveitamento da Internet das Coisas (IoT). Mas como analisar dados real-time e ter uma visão holística do negócio? Esta é a proposta das novas versões de ferramentas de BI & Analytics. Como já sabemos, a curva de crescimento da geração atual de dados nada mais é do que uma progressão geométrica. Considerando a geração de dados das “coisas”, teremos um novo fator de aceleração. Precisamos ser capazes e competentes para analisar o fluxo crescente de dados e encontrar novos padrões de crescimento e ruptura, pontos de correção de curso, etc. Assim como a Internet das Coisas está literalmente ligada à saúde e bem estar dos usuários, o Analytics está ligado diretamente à capacidade de analisar dados de qualquer coisa e converter em mensuração assertiva para a saúde dos negócios.

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Segurança máxima: Como a tecnologia pode apoiar a gestão de presídios

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As tecnologias mais avançadas disponíveis hoje para reforçar a segurança em presídios incluem a capacidade de detectar automaticamente quando alguém se aproxima do muro do presídio, câmeras de aço inoxidável resistentes a golpes de uma tonelada e com design anti-agarramento, analíticos de vídeo capazes de detectar princípios de tumulto a partir do barulho e equipamentos de áudio que facilitam a comunicação dos gestores com os detentos em áreas internas e externas.

Essas tecnologias, oferecidas pela fabricante sueca Axis Communications, já estão disponíveis no Brasil, e algumas já são utilizadas em presídios no Brasil e no exterior. Uma delas é o Axis Perimeter Defender, que faz uma análise contínua da movimentação no perímetro do presídio. Através de uma combinação de câmeras, software e alto-falantes IP, o sistema detecta quando alguém se aproxima do muro, tanto do lado de dentro, numa possível tentativa de fuga, quanto do lado de fora, numa potencial tentativa de jogar produtos para dentro. Ao detectar essa presença, o sistema alerta automaticamente os operadores na central de monitoramento, e pode acionar de imediato uma sirene ou emitir uma mensagem dissuasiva.

O alto-falante de rede AXIS C3003-E, estilo corneta, é um dispositivo IoT (Internet of Things) que projeta um som com alcance de 100 metros. Com um único cabo de rede, o alto-falante recebe energia e se conecta diretamente a um sistema de gerenciamento de vídeo ou a um sistema de telefonia Voz sobre IP (VoIP), já que suporta o protocolo SIP. Ao associar um número de telefone ao aparelho, basta o usuário ligar para o número e falar normalmente ao telefone para ter a fala amplificada.

O áudio também pode ser uma ferramenta importante na identificação de ocorrências. A câmera de rede AXIS Q8414-LVS, feita de aço inoxidável e resistente a atos de vandalismo, possui um microfone interno que capta o áudio e pode ajudar a identificar situações urgentes como barulho de uma luta corporal, gritos e pedidos de ajuda. A câmera ainda grava imagens mesmo em ambientes em total escuridão, com o LED infravermelho, e tem um design que deixa a câmera no canto da parede, sem que o preso tenha meios de se segurar na câmera para arrancá-la.

Uso em presídios

Existem tecnologias inovadoras já em uso em prisões brasileiras e estrangeiras. No Centro de Correção do Condado de Worcester, em Massachussets, nos Estados Unidos, são mais de 100 câmeras de alta resolução da Axis espalhadas pelos 12 pavilhões. A resolução Full HD permite aos operadores monitorarem de perto as expressões faciais dos presos, e entender possíveis tentativas de rebelião numa fase inicial.

Em um dos casos, os vídeos ajudaram os investigadores na identificação de membros de facções rivais em meio a uma briga que terminou com um esfaqueamento. Como resultado, os participantes foram acusados formalmente perante a justiça e receberam uma sentença adicional.

No Brasil, a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Sejus-Ce), criou uma central de vídeo monitoramento IP em Fortaleza para poder monitorar, à distância, grande parte do sistema prisional do estado. Foram 566 câmeras AXIS instaladas em todo o entorno das unidades prisionais, nas áreas externas, de acesso e também na área administrativa de cada uma.

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O futuro do consumo já chegou – Por Gastão Mattos

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O futuro do consumo certamente está conectado ao uso de tecnologias inovadoras e cada vez mais complexas, a fim de aprimorar sempre a experiência de compra, que deve ser fácil e acessível, porém única.

De um lado estão as mais variadas tendências que incluem o uso de robôs, realidade virtual (VR), realidade aumentada (AR) e Internet das Coisas (IoT), trazendo mais inteligência automatizada às diversas etapas do processo de compra e à experiência do consumidor. Do outro, a necessidade de profissionais altamente capacitados e que acompanhem este desenvolvimento de forma que a interação humana seja igualmente satisfatória.

Estes foram alguns dos assuntos abordados no Retail´s Big Show, realizado nesta semana em Nova Iorque e que fazem vislumbrar um futuro iminente ao mesmo tempo que exige um olhar atual para o mercado visto por dentro.

Treinamento e capacitação foram apontados como um dos grandes desafios do varejo. Uma pesquisa da Delloite realizada nos Estados Unidos aponta que apenas 47% dos consumidores consideraram positiva a interação com lojistas durante as compras em 2016. Por outro lado, um estudo do Gartner aponta que em 2020, mais de 85% das interações com o consumidor não incluirão humanos e que os chatbots serão a aplicação mais importante da inteligência artificial (AI). Mas, além da questão “atendimento” que se mantém necessária no momento atual para reter o cliente, o acelerado avanço tecnológico tem gerado a necessidade de profissões que não existiam há poucos anos ou mesmo de acompanhar esta evolução para se manter capacitado no mercado. De acordo com a Cisco, 1 milhão de empregos em cibersegurança em todo o mundo estão disponíveis pela ausência de profissionais gabaritados para a função.

Outro exemplo é o cargo de analista de dados, criado no ano passado, que tem se mostrado essencial para cumprir as necessidades do negócio, devido às inúmeras possibilidades de explorar as informações geradas pelos consumidores na internet, a fim de oferecer produtos e serviços de maneira mais personalizada e elevar a conversão de vendas. Segundo o Gartner, até 2020 os algoritmos devem ser utilizados para ajudar os profissionais a serem mais eficientes em suas tarefas.

O Gartner também prevê que em 2020 a realidade aumentada irá redesenhar o comércio eletrônico e cerca de 100 milhões de usuários utilizarão esta tecnologia para comprar online. Entretanto, esta previsão já começa a ser tornar realidade em alguns países, como os Estados Unidos e China.

A Intel apresentou durante o Retail´s Big Show o robô Tally – a primeira prateleira autônoma do mundo – da Simbe Robotics. Tally analisa dados do comportamento de compra do consumidor em tempo real, além de captar imagens a fim de atualizar o inventário das prateleiras garantindo maior precisão e economia de tempo, uma vez que a atividade normalmente é realizada manualmente.

A gigante de tecnologia também mencionou tecnologias de AR para gestão de estoques e óculos que permitem a identificação dos itens a serem manuseados pelo funcionário de forma que estes sejam colocados nos locais certos. Já a tecnologia de VR permite o monitoramento e simulação de displays nas lojas com sensores que identificam o posicionamento de maior interesse dos consumidores, sugerindo novos arranjos de produtos para otimizar a conversão. A companhia destacou que estas tecnologias já estão disponíveis em 2017.

A Alibaba é uma das lojas que já dispõe de VR para compras. A tecnologia possibilita que o usuário conecte o seu smartphone dentro do óculos de VR para que possam caminhar virtualmente pela loja, verificar produtos e consultar características e preços. A solução foi lançada no Dia do Solteiro (11/11), data criada pela loja para que as pessoas comprem presentes para si mesmas e a de maior consumo online no mundo. De acordo com o IDC, em 2017, 30% das empresas Global 2000* voltadas para o consumidor já devem utilizar tecnologias AR e VR em ações de marketing.

No Brasil já estão disponíveis algumas tecnologias de AI como o Watson da IBM, voltado para atendimento, além de iniciativas como o Tron, que possui o mesmo princípio do Watson, mas segundo os desenvolvedores, interage de modo natural e é capaz de fazer deduções lógicas e análises de sentimento. Embora seja um grande passo tecnológico para o país, ainda há muito o que se avançar se comparado com outros mercados.

Estas e outras inovações tecnológicas transformarão definitivamente o e-commerce que conhecemos hoje, fazendo da experiência de compra um verdadeiro entretenimento, além de otimizar atividades com a automatização de processos que garantirão economia de tempo e dinheiro aos lojistas. Segundo o Gartner, em 2022 a IoT permitirá que pessoas e empresas economizem até 910 milhões de euros em serviços de manutenção, devido à capacidade tecnológica de identificar irregularidades antes que aconteçam.

Para se manter lucrativo no mercado, é fundamental acompanhar estas tendências para oferecer melhores experiências ao consumidor e usufruir integralmente dos benefícios em agilidade, praticidade e economia que estas novidades proporcionam. O ponto máximo é alinhar habilidades humanas aos recursos artificiais, de forma que estes coexistam harmonicamente para o contínuo aprimoramento deste futuro, que já estamos vivendo.

*classificação da revista Forbes para as maiores empresas do mundo

Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do Grupo Cielo.

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Cinco previsões sobre cibersegurança para 2017

A FICO (NYSE:FICO), empresa provedora de soluções analíticas para a tomada de decisões, anuncia suas previsões em cibersegurança para 2017. De acordo com a empresa, em 2016 o mundo da segurança cibernética mostrou que a inovação dos hackers está em uma trajetória crescente. “Essa é a má notícia. A boa é que as empresas e as pessoas também estão muito mais conscientes das ameaças cibernéticas do que há um ano”, diz Doug Clare, vice-presidente da FICO.

1 – Consumidores responsáveis com a própria cibersegurança

As pessoas se preocuparão muito mais com sua própria cibersegurança. Os hackers descobriram que dispositivos inteligentes, como porteiros eletrônicos e geladeiras, são entradas para redes domésticas Wi-Fi e logins do Gmail – e certamente isso é apenas o começo. À medida que os consumidores adotam mais dispositivos inteligentes e acionáveis via redes Wi-Fi em suas casas (conhecido como a “Internet das Coisas” ou a sigla IoT, em inglês), e mais atividades diárias, como bancos e compras são realizadas online, a segurança do ambiente de tecnologia doméstica se torna extremamente importante. Em 2017, devem surgir novos serviços que permitam aos consumidores avaliarem sua própria segurança cibernética.

2 – Consumidores e empresas reconhecerão o potencial da ameaça da IoT

As pessoas e empresas finalmente reconhecerão o potencial de ameaça dos dispositivos IoT. Além dos porteiros eletrônicos e dos refrigeradores, os dispositivos de IoT, como carros autônomos, podem apresentar sérias ameaças à segurança. Foi identificado que o ataque ao Dyn, por exemplo, partiu de um malware que infectou o sistema operacional de vários dispositivos insuspeitos – como babás eletrônicas, brinquedos e impressoras. Por isso, cada vez mais as pessoas e empresas tratarão a segurança como uma prioridade em suas decisões de usar ou não um dispositivo IoT.

3 – Biometria vai se tornar a maior vulnerabilidade em segurança

Dados biométricos podem se tornar a maior vulnerabilidade na segurança das pessoas. Começando com o TouchID da Apple, a identificação biométrica passou a ser o mainstream. Mesmo impressões digitais de crianças de três anos estão sendo capturadas quando visitam a Disney World. A biometria é considerada mais segura do que as senhas baseadas em dígitos, mas, ao mesmo tempo, apresenta potencial explosivo nas mãos dos hackers. Segundo a organização americana Identity Theft Resource Center, que ajuda vítimas de roubo de identidade, as impressões digitais roubadas podem ser um grande problema no futuro se a tecnologia biométrica for usada para autenticar contas bancárias, sistemas de segurança domésticos e até mesmo checagens de segurança em viagens.

4- Consumidores vão priorizar a segurança na hora de escolher empresas

As pessoas se preocuparão mais com segurança ao escolher as empresas com quem farão negócios. Com as ações de hackers atingindo todo tipo de organização, como por exemplo a divulgação tardia de comprometimentos envolvendo o Yahoo!, que ultrapassam mais de um bilhão de dados de clientes e são apontados como os maiores vazamentos em toda a história da internet, e os ataques aos servidores do Dyn (o diretório global de domínios de internet) em outubro último, as pessoas estão mais preocupadas do que nunca com crimes que envolvam violações de dados. Em 2017, a demanda dos consumidores será por entender melhor sobre o nível de segurança das empresas que escolhem.

Assim como as companhias recebem certificados verdes (favorável ao meio ambiente) ou por promover a igualdade de gênero ou anda por ter locais de trabalho livres de acidentes, os clientes procurarão algum tipo de selo de garantia nas empresas com as quais se relacionam para comprovar que tenham uma forte postura em relação a segurança cibernética.

5 – Empresas também vão priorizar a segurança na hora de escolher os parceiros

Empresas de todos os setores começarão a prestar mais atenção aos ciberataques em 2017, escolhendo companhias responsáveis para se fazer negócio. O risco da internet é incrivelmente amplo e, com essa consciência, as empresas escolherão seus inúmeros parceiros de negócios, mantendo uma estreita vigilância com os parceiros mais importantes.

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T-Systems e Roambee unem forças para liderar os mercados de logística inteligente e monitoramento de ativos

A T-Systems, provedora alemã de soluções e serviços de TI, e a Roambee, empresa de IoT sediada no Vale do Silício, acabam de anunciar uma parceria global para a oferta de soluções de visibilidade em tempo real para os mercados de bens de consumo e ativos das Américas, África, Ásia e Europa. Juntas, as duas empresas vão utilizar o modelo de negócios “on-demand” para entregar uma solução fim-a-fim que possibilitará visibilidade, rastreamento e monitoramento de produtos embarcados e ativos em trânsito ou em campo.

Para isso, a Roambee vai prover aplicativos oferecidos no modelo de software como serviço (SaaS), que incluem sensores portáteis sem fio e software baseado em nuvem, relatórios robustos e análise preditiva. A solução será oferecida a partir de uma plataforma altamente escalável da T-Systems, oferecendo acesso a uma infraestrutura global de data centers altamente seguros e soluções em nuvem de seu ecossistema de parceiros.

Como parte do acordo, a Deutsche Telekom Strategic Investments aportou US$ 3,1 milhões na Roambee.

“As soluções da Roambee trazem mais valor para nosso ecossistema global de parceiros em internet das coisas. Isso combinado com a nossa estrutura multi-cloud e experiência em integração de sistemas, vai nos permitir transformar empresas em todo o mundo com aplicações IoT”, afirma Anette Bronder, diretora da Divisão Digital da T-Systems.

Paul Warrenfelt, vice-presidente sênior de vendas e gerenciamento de serviços da T-Systems para as Américas, disse estar “animado com a tremenda gama de produtos, serviços e tecnologias que estamos trazendo juntos para o mercado e que vão ajudar nossos clientes e ampliar sua eficiência para atingir excelência operacional”.

“Com mais de 100 clientes ao redor do mundo, a Roambee está vivendo um momento de crescimento acelerado no mercado de IoT. Com a T-Systems como nosso parceiro estratégico, seremos capazes de ampliar o atendimento a nossos clientes e conquistar novos. Agora não temos que nos preocupar em construir nossa própria estrutura global de serviços, que é necessária para manter a qualidade e a riqueza de experiência de nossos clientes”, afirma Sanjay Sharma, CEO e fundador da Roambee.

Solução

A solução da Roambee é formada por equipamentos equipados com sensores portáteis sem fio, chamados “Bees” e uma plataforma de software baseado em nuvem. Os Bees e o software coletam grandes volumes de dados dos sistemas de gestão (ERPs), dos sensores e externos para entregar análise preditiva que amplia a eficiência operacional, reforça o engajamento dos clientes, reduz riscos e garante métricas para o cálculo de retorno sobre o investimento (ROI).

Beneficiando uma grande gama de segmentos, a solução permite, por exemplo, o monitoramento em tempo real da temperatura e o status de localização de medicamentos sensíveis durante seu transporte, isso com o uso de dados e alertas em tempo real, que permitem ações imediatas em caso de necessidade.

Melhorar o monitoramento de ativos em campo requer alto nível de confiança no sistema de monitoração, nos relatórios e na conformidade regulatória. A tecnologia Roambee entrega tudo isso, tornando simples para os negócios ampliar sua eficiência, implementar o gerenciamento de risco e transformar dados em valor mensurável.

A T-Systems vai operar o serviço a partir de seu data center na Alemanha, atendendo a regulamentação de privacidade de dados. Os clientes receberão alertas em tempo real, relatórios, históricos e análises de dados que atenderão aos mais altos padrões de segurança de dados.

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A Cibersegurança está redefinindo o mercado de videovigilância – Por Sergio Fukushima

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Estamos entrando em uma Era em que milhões de dispositivos serão capazes de armazenar e transmitir dados através da internet. Recentemente, a Consultoria Gartner, em um prognóstico, afirma que até o final do ano haverá 6,4 milhões de ‘coisas’ conectadas globalmente e, com a crescente quantidade de dados gerados, compartilhados e guardados através do modelo de computação em nuvem, é fundamental proteger-se contra possíveis vulnerabilidades de soluções conectadas à rede – incluindo o acesso não autorizado às imagens de câmeras de videovigilância em instalações importantes por parte de grupos de hackers independentes ou supostamente atendendo ao interesse de governantes.

Além de crescente, a preocupação com a cibersegurança de câmeras é tecnicamente fundamentada porque, de maneira geral, qualquer dispositivo conectado à rede é passível de ser explorado por pessoas não-autorizadas. No entanto, isso não quer dizer que qualquer câmara de qualquer fabricante está igualmente sujeita a potenciais ataques – existem dispositivos bastante vulneráveis e outros muitos menos vulneráveis. Além disso, há uma série de medidas preventivas que fabricante e usuários podem tomar.

Na realidade, possuir uma proteção mais alta contra ameaças cibernéticas depende da política de TI de cada empresa ou organização governamental, combinada com uma análise de risco. É possível criar sistemas mais seguros ao reduzir áreas expostas e mitigar riscos, incluindo considerações sobre o compromisso do fabricante com o tema, e a importância dada à proteção da privacidade e ao respeito à inacessibilidade das imagens das câmeras por agentes externos mal-intencionados.

Dado que os sistemas de videovigilância estarão cada vez mais conectados devido aos inúmeros benefícios da tecnologia IP, como o acesso remoto ou a integração, é importante realizar uma avaliação de riscos e implementar políticas de segurança no desenvolvimento e implantação de um sistema de vídeo IP. As avaliações de risco têm sido uma prática comum no planejamento de sistemas de videovigilância e configuração de dispositivos de vídeo em rede.

Como medida de proteção, é de suma importância reduzir a área de exposição a estes riscos e diminuir a níveis mínimos a superfície de ataque. Se estes dispositivos, serviços e aplicativos não precisam estar interconectados, o usuário deverá limitar a conectividade entre eles. Além disso, segmentar o sistema de vídeo do núcleo minimiza os riscos de adversidades entre os equipamentos.

O reforço à segurança de um sistema ainda deve incluir uma estratégia de configuração adaptada às necessidades específicas do usuário para enfrentar o panorama volúvel de ameaças. O primeiro passo é compreender o uso de protocolos de segurança propostos pela indústria, incluindo a autenticação/autorização de usuário multinível por contrassenha, criptografia SSL/TS, 802.1X, filtragem de IP e gestão de certificados.

Por fim, é fundamental que o fabricante de câmeras inteligentes atualize continuamente o firmware com novas características, correções de erros e patches de segurança. Para combater a maior variedade de ameaças, os usuários têm que estar alertas às atualizações de seus provedores e prestar especial atenção às melhores práticas para a prevenção de ataques através dos sistemas de câmeras em rede. A tranquilidade no futuro depende das escolhas realizadas no presente e, se não é possível blindar-se 100% contra ataques, é certo que o mercado apresenta caminhos mais vulneráveis e outros menos.

Sergio Fukushima, gerente técnico da Axis Communications

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Indústria 4.0: a visão do integrador de soluções – Por Jorge Brito

Indústria 4.0, Manufatura Avançada e Manufatura Digital são termos bastante utilizados nos dias de hoje para fundamentar a chamada Quarta Revolução Industrial, que dá continuidade aos antigos movimentos marcados pela evolução das máquinas.

A Primeira Revolução Industrial surgiu na Inglaterra em meados do século XVIII, tendo como fator preponderante a mecanização dos processos fabris. A Segunda, por sua vez, foi caracterizada pela eletrificação das indústrias. Já a Terceira trouxe a eletrônica e o IT para o chão de fábrica.

Finalmente, a Quarta Revolução Industrial está associada ao desenvolvimento de sensores, processos, ITC e soluções/aplicações de alta disponibilidade, o que garante maior conectividade entre as máquinas de uma fábrica e, por consequência, maior assertividade na tomada de decisões.

Esse mais recente movimento tecnológico também pode ser chamado de Revolução da Informação, visto que há uma integração de dados no desenvolvimento de novos produtos e soluções.

Sendo assim, a Quarta Revolução Industrial nos apresenta o dado certo, do local certo, no momento certo e no dispositivo certo. Tal cenário exige uma rastreabilidade na cadeia de processo, dado que o empresário, o diretor industrial e o Plant Manager se preocupam em obter a informação adequada a tempo de tomar decisões e potencializar seu negócio. Isso pode ser resumido em duas palavras: visibilidade e, mais importante ainda, previsibilidade.

A seguir, alguns pontos de interesse do mercado e fatores de sucesso para a Manufatura Avançada:

– Análise preditiva (M2M mais IoT e Big Data);
– Produtos, processos e máquinas conectados (M2M mais IoT);
– Fábricas inteligentes – Smart Factories (M2M mais IoT);
– Integração e soluções completas (E2E);
– Alto conhecimento no negócio do cliente (Core Business);
– Alto conhecimento das tecnologias envolvidas, tais como: Agile Methodology, RFID, Mobiles;
– Projetos que utilizam tecnologias abertas (Open Source Technology);
– Alto poder computacional com alta disponibilidade (Cloud Computing, High Availability Data Center).

Jorge Brito, Head M2M, IoT, I4.0 e Inovação na T-Systems do Brasil

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Legrand apresenta suas últimas inovações conectadas na CES 2017

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Pelo terceiro ano consecutivo, a Legrand, como especialista global em infraestruturas elétricas e digitais para prédios, está participando da Exposição de Eletrônicos de Consumo (CES — Consumer Electronics Show) em Las Vegas, de 5 a 8 de janeiro de 2017. Para ilustrar a implementação acelerada de seu programa Eliot, a Legrand está apresentando uma nova solução de controle de casa conectada, Céliane com Netatmo, um novo sistema de entrada de porta conectada, Classe 300, e o sistema de Gerenciamento Digital de Iluminação, uma solução de gerenciamento profissional de iluminação conectada. O foco no programa Eliot é ainda mais acentuado por destacar as parcerias da Legrand. Vinda na esteir a do recente lançamento do Eliot nos EUA, a participação na CES 2017 evidencia a dinâmica da inovação alimentada pela Legrand em relação à Internet das Coisas e a noção de interoperabilidade.

“Nossa presença na CES 2017 reflete nossas ambições globais sobre o mercado de prédios inteligentes”, declara o presidente e CEO da Legrand, Gilles Schnepp. “Nossa estratégia envolve o desenvolvimento de soluções conectadas inovadoras, estabelecendo infraestrutura apropriada e promovendo a interoperabilidade através de parcerias, de forma a se adaptar a todos os requisitos”.

O programa Eliot em ação na CES 2017 — produtos e soluções conectados para uma experiência do usuário gradualmente aperfeiçoada

Como os dispositivos conectados representam uma das três pedras fundamentais do programa Eliot, a Legrand decidiu expor produtos especialmente para a casa conectada. A variedade de Céliane com Netatmo de switches e tomadas conectadas incorpora o esforço da Legrand para inovar e popularizar a casa inteligente. Essa nova variedade torna mais fácil instalar luzes, venezianas rolantes ou termostatos conectados e controlá-los localmente ou remotamente, usando um interruptor ou um smartphone, ou simplesmente por comando de voz.

Em seu estande, a Legrand também está exibindo o novo sistema de entrada de porta conectada, o Classe 300, que tem se comprovado altamente bem-sucedido desde seu lançamento na Europa em outubro de 2016. Ele possibilita aos usuários agir (ver, falar, dar acesso) a qualquer tempo, de um tablet ou smartphone, através do aplicativo Door Entry, que pode ser baixado gratuitamente, e sem qualquer assinatura.

Especificamente para o mercado americano, a Legrand também está promovendo sua solução conectada de gerenciamento digital de iluminação (DLM — Digital Lighting Management), para gerenciamento profissional de iluminação de prédios do setor comercial, tais como lojas).

Iluminação com suporte de infraestrutura elétrica e digital que é sempre mais escalável, robusta e segura

Para dispositivos conectados se comunicarem, eles precisam não apenas de redes de alto desempenho, mas também de uma infraestrutura dentro do prédio, que permita conectá-los a essas redes. Essa é a segunda pedra fundamental do programa Eliot. A Legrand está aperfeiçoando sua infraestrutura com um toque na nuvem, ao colocar toda sua variedade de produtos em uma única Nuvem da Legrand e lançando sua API própria.

Parceria e interoperabilidade: no cerne da estratégia de IoT da Legrand

A terceira pedra fundamental do programa Eliot, a interoperabilidade, está no cerne da abordagem da Legrand. Como isso é uma pré-condição essencial para o desenvolvimento de dispositivos conectados, a Legrand está agindo de múltiplas formas, para ajudar a definir os padrões a esse respeito. Em jogo está a capacidade de promover o uso de linguagens abertas, capazes de se integrar com sistemas terceirizados e intercambiar dados. É por isso que a Legrand está se posicionando como uma geradora de serviços terceirizados, ao fornecer as instalações elétricas confiáveis e duráveis, sem as quais muitos serviços não podem ser disponibilizados aos usuários. A Legrand é uma parte em diversas parcerias com associadas como, por exemplo, The French IOT, Zigbee Alliance, Thread Group ou la Poste.

Legrand na CES

Legrand: Sands Expo, A-D Hall: estande número 43900 / Legrand & Netatmo: Sands Expo, A-D Hall: estande número 43700

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