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Dados conduzem negócios à nova realidade – Por Rafael Aielo*

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Já ouviu falar da cultura movida por dados, ou Data-Driven Culture? Estamos percorrendo uma transformação permanente no modo em que dirigimos nossos negócios e, principalmente, as nossas vidas. Neste exato momento, uma verdadeira enxurrada de dados, ou 2.5 quintilhões de bytes por dia, é gerada para nortear indivíduos, empresas e governos – e está dobrando a cada dois anos.

Toda vez que fazemos uma compra, uma ligação ou interagimos nas redes sociais, estamos produzindo esses dados. E com a recente conectividade em objetos, tal como relógios, carros e até geladeiras, as informações capturadas se tornam massivas e podem ser cruzadas para criar roadmaps cada vez mais elaborados, apontando e, até prevendo, o comportamento de empresas e clientes.

Imagine uma geladeira avisando que o seu pudim favorito está acabando, e que o mercado mais próximo da sua casa o está vendendo com desconto. Agora, pense que um dispositivo RFID pode identificar a sua chegada ao mercado e cruzar um perfil de compras, sugerindo outras marcas de pudim e produtos similares pelo smartphone.

Quando pensamos na análise de todos esses dados, de diversas fontes conectadas, estamos descrevendo as bases fundamentais de Big Data e da Internet das Coisas. Esse conceito deixou de ser uma projeção onírica do futuro para se transformar em uma indústria que movimentará, segundo o IDC, US$ 1,7 trilhão em 2020. Serão mais de 50 bilhões de dispositivos conectados.

Nas empresas, conceitos como o Bring-Your-Own-Device (BYOD), Big Data e Analysis of Things, estão impulsionando novas estratégias baseadas em mobilidade e aproveitamento de dados. Segundo um levantamento do Gartner, 34% das empresas brasileiras devem investir em Big Data até o final do ano. Somente com investimentos em BI e Analytics, o mercado local deverá movimentar cerca de US$ 790 milhões em 2015.

Atualmente, as informações transitam em todas as camadas das empresas e proporcionam inteligência para tomadores de decisão em diferentes áreas. De muitas formas, a tecnologia se tornou uma commodity, de fácil acesso, oferecendo inteligência a empresas cada vez menores. Apesar de o tradicionalismo das PMEs, as novas startups estão surgindo com um DNA baseado na Terceira Plataforma. Em muitos casos, elas possuem os dados como o principal ativo da empresa.

E com o avanço das tecnologias de Cloud Computing, as ferramentas de Analytics deixam de exigir investimentos altíssimos em infraestrutura física de TI, podendo ser disponibilizadas na nuvem a custos mais acessíveis. E mais, a possibilidade de fazer análises em tempo real combinou na entrega de mapas mais velozes e assertivos. Ao demorar na preparação das informações, muitas vezes o negócio se transforma e os resultados já não oferecem mais relevância preditiva. De qualquer forma, isto não significa que não estão tirando proveitos dos seus dados.

No século passado, o físico e teórico alemão, Albert Einstein, afirmou que ter informação não é o mesmo que possuir conhecimento, conceito que perdura até hoje. Atualmente, coletar e analisar dados não é garantia para oferecer inteligência efetiva ao negócio. Por isso, na cultura dirigida por dados, novos profissionais surgem com indiscutível importância. Cientistas e especialistas de dados são qualificados para processar informações e identificar oportunidades valiosas à estratégia de negócios. Do mesmo modo, as ferramentas estão evoluindo e o advento de Advanced Analytics está reforçando a importância do aproveitamento estratégico – e preditivo – das informações.

Estamos em um caminho sem volta, e cada vez mais essa nova realidade impulsionará diferentes mercados e mudanças significativas no modo em que ofertamos e personalizamos produtos e serviços. Certamente, as organizações estão absorvendo uma cultura totalmente movida por dados e contribuirão de forma crucial no desenvolvimento de uma nova era: a era da inteligência.

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AppDynamics divulga previsões para 2016

A AppDynamics, empresa líder em inteligência de aplicativos, divulga suas previsões para 2016 sobre IoT, o avanço das máquinas e segurança de dados, nas palavras de Prathap Dendi, gerente geral de tecnologias emergentes da AppDynamics. Abaixo confira o texto:

1) Em 2016, seremos mais humanos e mais sociais por causa das máquinas. Errar é humano – a perfeição requer uma máquina. Acredito muito que a próxima revolução industrial será baseada em máquinas conectadas. Essas máquinas, sejam elas os dispositivos vestíveis , carros inteligentes e autônomos ou infraestrutura tecnológica de grande escala, estarão trabalhando juntos para criar uma sociedade mais segura, saudável e social. Temos, como exemplo, o carro autônomo. Os carros autônomos garantem a segurança porque também prezam pela segurança de todos os carros a sua volta. As buzinadas mal educadas logo serão um hábito esquecido de nossos antepassados. Existe um número crescente de ferramentas para ajudar a automatização de interações humanas e ‘sociais’, como aplicativos para automatizar seus feeds de redes sociais (ou seja: Facebook Parse SDK para IoT). Também existem ferramentas que fazem as máquinas compartilharem informações de maneira pró-ativa, da mesma maneira que um ser humano – entre os quais os prédios inteligentes com sensores que podem dizer quanta energia ‘eles’ conseguem economizar. Mas, esse tipo de automação não nos deixa menos humano simplesmente por envolver uma máquina. Na realidade, essa automação nos conecta com uma parcela muito maior da humanidade. As máquinas conseguem colher quantidades imensas de dados que, depois de devidamente analisados e traduzidos, oferecem informações inéditas sobre as motivações do ser humano e como podemos ser melhores.

2) O hardware está “comendo” o software: todos os processos de negócios serão ligados a um ou mais dispositivos de IoT até o final do ano que vem. De acordo com o Gartner, a IoT já representa 5 bilhões de dispositivos e deve atingir 25 bilhões até 2020. Além de criar problemas de escala, essa situação também aumenta a demanda sobre a infraestrutura e os aplicativos. Hoje, praticamente qualquer processo de negócio que depende ou está ligado a algum software, ou seja, a grande maioria, terá alguma ligação com IoT – sensores inteligentes, atuadores, equipamentos com tecnologia NFC e muito mais. Por exemplo, empresas de seguros passarão a depender mais de software para realizar diagnósticos, os veículos serão cada vez mais autônomos, alertando o motorista da necessidade de realizar uma revisão em função das condições do veículo, e as fábricas terão a oportunidade de otimizar suas operações com sensores ligados a seus equipamentos. E existem muitos outros exemplos.

3) A adoção de IoT será mais rápida entre países em desenvolvimento. Os países industrializados já possuem uma infraestrutura física consolidada (p.ex., estradas, concessionárias de serviços públicos e transporte) e será um grande desafio migrar para uma tecnologia totalmente nova. Por esse motivo, acredito que os países em desenvolvimento que ainda estão criando infraestrutura – como o Brasil, China e Índia – devem avançar muito mais em termos de IoT que os países mais avançados. Para uma país em desenvolvimento, é muito mais fácil instalar novos sensores e conectar dispositivos onde prédios comerciais não existem. Eles possuem o tempo e a necessidade econômica que nós não temos para construir novas cidades. A China e outros países em desenvolvimento terão mais oportunidades de implementar processos de IoT por que estão começando do zero, em vez de serem obrigados a trabalhar com ou modificar infraestruturas existentes. Em resumo, a IoT será um promotor de crescimento econômico – enquanto é apenas considerada algo ‘legal’ em países mais tecnologicamente avançados, como os EUA.

4) Privacidade de Dados: 2016 será o divisor de águas para o ‘dilema moral de programação’. Em 2015, alguns dos maiores ataques virtuais de todos os tempos aconteceram em todos os segmentos. Eu acredito que 2015 foi apenas o ‘trailer’ para 2016. Não sou um grande fã dos grupos que dizem que ‘o mundo está acabando’, mas o imenso volume de dados coletados pela IoT me faz perguntar se realmente entendemos as implicações da privacidade de dados. Todos os dias, novos dispositivos se conectam com a Internet e reduzem as diferenças entre o software e hardware. A fabricação de hardware para IoT ainda está crescendo rapidamente; milhões de programadores de software precisam garantir que seus processos de desenvolvimento estão focados em segurança e, ao mesmo tempo, responder as necessidades de seus usuários. Os dispositivos industriais e residenciais de IoT não podem parar, e isso quer dizer que precisamos acelerar o desenvolvimento de software para garantir o sucesso e a inovação em relação à IoT. Mas, o cenário representa o que eu chamo de um crescente ‘dilema moral de programação’ e em 2016 estaremos diante de um divisor de águas. Estamos chegando perto de um momento importante, quando os governos e as empresas – e, consequentemente, os desenvolvedores – serão obrigados a agir. Os médicos têm seu juramento hipocrático de não prejudicarem seus pacientes, então por que os desenvolvedores não teriam a responsabilidade de escrever programas que não prejudiquem seus usuários? É um problema de desenvolvimento, e será importante trabalharmos juntos para criar os padrões e o código moral necessários para as crescentes preocupações em relação à segurança de nossas informações.

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Internet of Things (IoT) Business Creation Patent Strategy

TechIPm (http://www.techipm.com) has announced the addition of an IoT strategic patent development and monetization consulting service to its offerings.

Goldman Sachs defines the IoT as the third wave of internet revolution: By connecting billions of devices to the internet, the IoT can open up a host of new business opportunities and challenges. Even though the IoT is getting a huge attention recently the concept of interconnected billions of devices is not new and has been under development for over 10 years. Thus, there are a large number of related patented technologies that can be exploited for developing new products/services, and thus, new business for the emerging IoT market.

Many patent applications and newly issued patents can be further developed for creating new values by amending and creating claims and generating follow-on patents to encompass emerging technology and products/services trends, market demands, and strategic exploitation goals. TechIPm provides consulting for improving existing patents to obtain maximum ROI. TechIPm also provides consulting on developing new patents that can lead to new IoT product/service development exploiting the strategic patent preparation & prosecution, white space analysis, and scenario analysis.

A strategically packaged patent portfolio is the collection of patents that the integrated value propositions of each patent of the portfolio target specific value propositions that are provided by emerging new products/services. TechIPm develops the strategically packaged patent portfolio in alignment with a client’s specific IoT business interests (e.g., smart home automation). TechIPm’s methodology for developing the strategically packaged patent portfolio is based on a deep understating of the IoT technologies, extensive experiences in patent analysis and development, and insights into the emerging IoT market. The strategically packaged patent portfolio can be used for monetization through patent sale, patent licensing, commercialization, spin-off, patent banking, and patent-backed financing. TechIPm also can provide consulting on developing monetization program for exploiting the IoT strategically packaged patent portfolio.

For detailed information, please visit

http://www.slideshare.net/alexglee/best-practices-of-ip-patent-strategy-iot-internet-of-things-case-study

TechIPm, LLC is a research and consulting company specializing in emerging technology strategic patent R&D and monetization.

TechIPm, LLC consulted diverse industry players in the field of Telecom, electronics, IT, and computer.

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Gartner diz que Cidades Inteligentes terão 1,6 bilhão de coisas conectadas em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, estima que 1,6 bilhão de coisas conectadas serão usadas em Cidades Inteligentes em 2016, um aumento de 39% em comparação com 2015.

“Prédios comerciais inteligentes serão os principais usuários de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) até 2017, seguidos pelos residenciais, que terão mais de 1 bilhão de dispositivos conectados em 2018”, afirma Bettina Tratz-Ryan, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Segundo o Gartner, os imóveis comerciais têm se beneficiado da implementação de IoT, pois essa tecnologia cria uma visão unificada da gestão de instalações, assim como de operações de serviço avançadas, com a coleta de dados e a utilização de milhares de sensores. “Presente principalmente em grandes áreas, como zonas industriais, regiões de escritórios, shopping centers, aeroportos e portos, a IoT pode ajudar a reduzir custo de energia, gestão de infraestrutura e manutenção predial em até 30%”, diz a analista.
Os aplicativos comerciais que favorecem o crescimento de loT em edifícios comerciais são organizados por sistemas de gestão de informação predial, que determinam a gestão operacional, especialmente associados à eficiência energética e aos serviços centrados no usuário. Em 2016, as câmeras e webcams de segurança comercial, assim como os LEDs de interiores, chegarão ao crescimento total, representando 24% do mercado de IoT em Cidades Inteligentes.

A implementação de loT em edifícios comerciais continuará crescendo rapidamente nos próximos anos, e seguirá o ritmo até 2018, passando a cifra de 1 bilhão. “Os incentivos para a implementação de IoT em imóveis comerciais alimentará o seu desenvolvimento. As regras de Modelagem de Informação Predial (Building Information Modeling – BIM) do Reino Unido, por exemplo, requerem que toda construção do setor público iniciada em 2016 cumpra com a BIM nível 2”, explica Bettina Tratz-Ryan, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. A BIM utiliza modelos de dados vindos de diversas fontes de informação, incluindo IoT, que será usada em imóveis comerciais no futuro.

Nas casas inteligentes, os aplicativos de IoT que estão impulsionando o crescimento são as TVs, caixas de descodificação, lâmpadas e outras ferramentas inteligentes de automação residencial, como termostatos, sistemas de segurança e utensílios de cozinha inteligentes. “A maturidade de crescimento das plataformas residenciais inteligentes, por meio do ecossistema de utensílios residenciais, entretenimento informativo e sensores residenciais, fará com que os investimentos residenciais ultrapassem os dos prédios comerciais em 2018”, diz a executiva.

Residências inteligentes representarão 21% do total de IoT em uso nas Cidades Inteligentes em 2016, e registrarão o maior aumento nos próximos cinco anos. “Os padrões de dispositivos e de wireless serão embutidos em mais aparelhos. As residências serão interconectadas à informação e capacitadas de forma inteligente, tornando-se um ambiente de serviços integrados que fornecerão valor para a residência e para o ambiente individual,” acrescenta.

Na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), que aconteceu em Paris, muitos países estiveram empenhados em definir metas ambientais para reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa e em melhorar os padrões ambientais. “Graças aos dados coletados por sensores, as Cidades Inteligentes podem interagir e se engajar com os habitantes e os negócios, criando um ambiente colaborativo,” afirma.

Em Singapura, por exemplo, os sensores dos pontos de ônibus podem identificar pessoas com necessidades especiais, e os ônibus são avisados com antecedência para permitir que as pessoas idosas tenham tempo de embarcar. Em Málaga e Madri, as bicicletas equipadas com sensores ambientais e os carrinhos do correio registram a poluição do ar, enviando dados a um site acessível ao público. “Os cidadãos podem contribuir ativamente para o desenvolvimento e a direção estratégica da cidade. Ao mesmo tempo, os negócios se tornam mais habilitados a utilizar os dados do sensor para criar sua proposta de valores”, afirma a analista do Gartner.

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O varejo e a integração de todas as coisas – Por Gastão Mattos*

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As comodidades promovidas pela tecnologia vêm impactando todos os setores e, evidentemente, no varejo não seria diferente. A cada dia o consumidor fica mais exigente e anseia por atendimento, serviços e conteúdo personalizados, resultando em uma melhor experiência de compra.

Enquanto a tendência Omini channel obriga o setor de varejo a inovar para satisfazer os novos desejos do consumidor, mesclando a gestão da loja física com os canais online a fim de que o cliente possa utilizar os serviços de ambos da maneira que preferir, a Internet of Things promete revolucionar ainda mais este universo, gerando novas oportunidades e uma imensa cadeia de serviços.

Uma vez que o varejo cada vez mais está focado no relacionamento com os consumidores do que apenas a venda de produtos, a IoT permite estabelecer este novo fluxo, focando na personalização. A tendência é que tudo seja conectado e interativo, com potencial para a oferta de serviços e em tempo real, tornando-se um canal muito importante para comunicação com os clientes.

Os beacons (pequenos objetivos interativos para enviar mensagens) são exemplos do que este futuro tão próximo pode representar para o varejo e já são bastante utilizados na Europa e Estados Unidos para enviar cupons de desconto, mensagens de boas-vindas, informações sobre os produtos, entre outros. Com o seu desenvolvimento, a IoT permitirá a existência de um ecossistema ao redor de cada produto, tornando a experiência do consumidor cada vez mais interessante e interativa, o que certamente influenciará positivamente na conversão de vendas.

Mas, se por um lado a IoT oferece uma gama de oportunidades para o varejo em geral, por outro traz uma série de desafios seja para lojas físicas ou online. Ao ter mais canais ou coisas conectados e disponíveis para serviços e vendas de produtos, será necessária uma gestão ainda mais segura e eficiente. Neste sentido, o impacto também será grande na cadeia de meios de pagamento, já que estes também deverão ser integrados a estes novos objetos conectados, além de que, possivelmente, surgirão outras formas de pagamento ao longo desta trajetória. Soluções de conciliação serão totalmente essenciais para atender a essa complexidade para que os lojistas não se percam no caminho e, ao mesmo tempo, sigam as tendências exigidas pelo consumidor.

O comportamento dos compradores continuará a ser guiado pelas facilidades que o universo cibernético oferece, não há retorno para este movimento. Seguir de perto estas tendências é fundamental para o sucesso dos negócios. E, se inovação é a palavra do momento, integração é a base para o seu uso.

Sobre a Braspag – Empresa do grupo Cielo, a Braspag é líder no desenvolvimento de soluções para processamento de pagamentos (gateway de pagamentos), conciliação, antifraude, tokenização e checkout. Em 2015 a empresa completa 10 anos de trabalhos focados em soluções que viabilizam a melhor conversão possível para seus clientes. Possui presença direta nos principais países da região, e com conectividade nos Estados Unidos por empresa do mesmo grupo. No Brasil, tem como clientes as principais empresas de comércio eletrônico, oferecendo soluções inovadoras, confiáveis, seguras e com o melhor custo-benefício do mercado. Além disso, a Braspag é a única empresa do setor que está formalmente comprometida com o Pacto Global da ONU, mantendo suas estratégias alinhadas aos princípios relacionados aos Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Contra a Corrupção.

Gastão Mattos: CEO com experiência de mais de 20 anos na indústria de pagamentos eletrônicos, Gastão Mattos foi diretor na Credicard entre 1990 e 1995, vice-presidente de marketing da Visa por mais de 6 anos, presidente da M-Cash de 2006 a 2011 e fundou a consultoria GMATTOS Projetos de Marketing, empresa responsável desde 2002 por desenvolver projetos com foco no e-commerce como negócio.
Graduado em Engenharia e com pós-graduação em Engenharia de Produção, ambas pela Escola Politécnica da USP, foi presidente da Câmara Brasileira de Comércio (www.camara-e.net) entre 2003 e 2005. Desde 2011 é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

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Startups: inscrições prorrogadas para a primeira turma da nova aceleradora Mundi Lab

A Mundi Lab (http://mundi-lab.com/), aceleradora de startups espanhola promovida pela Munich Re (www.munichre.com), maior resseguradora do mundo, prorrogou até dia 29 de novembro as inscrições para sua primeira turma global de acelerados.

Desenvolvida para facilitar a entrada de empresas com produtos aplicáveis aos mercados de seguros e resseguros dentro da estrutura da Munich Re, a Mundi Lab busca por 10 startups digitais em estágio amadurecido e com atuação principalmente na península ibérica e américa latina.

“Esse programa de aceleração desenvolvido pela Munich Re tem características muito interessantes, principalmente para startups em um estágio um pouco mais avançado, pois além de não cederem equity para participarem, terão uma oportunidade incrível de fazer negócios com uma gigante do setor”, afirma Luisa Ribeiro, CEO da Gema Ventures e advisor da Mundi Lab para a América Latina.

Como funciona?

Primeira fase (aceleração intensiva de 5 semanas + demo day)

Com duração de 5 semanas, o programa acontecerá quase em sua totalidade dentro da infraestrutura alocada no “Madrid International Lab”, espaço de fomento do empreendedorismo e internacionalização da economia local e resultado de uma iniciativa da Câmara Municipal de Madri que atrai startups do mundo todo. Alguns eventos também ocorrerão no Google Campus de Madri.

As startups escolhidas não cedem participação acionária para ingressarem, assim como não têm nenhum custo inicial. Dentre os benefícios disponibilizados às startups destacam-se a oportunidade de contar com mentores – ligados à Munich Re ou Mundi Ventures – destinados individualmente para cada uma delas; diversos workshops; networking com executivos chave do setor e com a comunidade empreendedora. Os empreendedores também terão a oportunidade de conhecer a ampla rede de profissionais, parceiros e clientes da Munich Re, e o mais importante – lançar um programa piloto com a mesma ou com seus principais clientes. Ao final do processo será realizado um Demo Day internacional onde todas as startups se apresentarão aos principais players do mercado.

“A parceria com startups tem o objetivo de dar liberdade aos empreendedores para que inovem sem restrições, sem amarras. Nossa contribuição se dá no sentido de facilitar o entendimento do mercado, dar um enfoque estratégico às prioridades e decisões, e em última instância com capital”, Rodrigo Belloube, CEO da Munich Re do Brasil.

Segunda fase (programa piloto de inovação Munich Re)

Os melhores projetos passam para a segunda fase e ingressam automaticamente no programa piloto de inovação da Munich Re. Com duração de 12 meses, ocorrerá remotamente e terá maior ênfase em implementar o go-to-market e validar a solução no mercado com o auxílio de especialistas das indústrias de seguro e resseguro.

Dados comprovam busca do setor por inovação

As novas tecnologias estão transformando o setor de seguros, até então dito como tradicional. É um fato. O setor de tecnologia para seguros é hoje “a menina dos olhos” para investidores. Segundo relatórios das maiores consultorias de tecnologia, startups com foco em tecnologia para seguros levantaram US$ 2,12 bilhões em financiamentos desde 2010, dos quais US$1,39 bilhões desde o início de 2014.

O ano de 2015 já bate recorde, com mais de 800 milhões de dólares levantados. Não há dúvidas que os avanços em Big Data, soluções mobile e da chamada “Internet das Coisas” mudarão a relação entre clientes e seguradoras. “No Brasil o seguro de vida individual apresenta um potencial de crescimento extraordinário. Existe uma demanda não atendida muito grande e acreditamos que a indústria tem muito espaço para acolher ideias inovadoras que possam vir de startups para atrair e reter novos consumidores”, afirma Edgar Kataguiri, Diretor de Vida da Munich Re do Brasil

Ao enxergar esse cenário, as seguradoras estão buscando se aproximar ainda mais de seus usuários, oferecendo produtos e serviços complementares para a indústria tradicional. Uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture, entre 141 executivos de seguradoras em todo o mundo, mostra claramente que, para acompanhar esse novo momento do mercado de seguros:

– 72% das seguradoras estão formando novas parcerias de distribuição;

– 61% das seguradoras está planejando para oferecer produtos e serviços complementares aos de seguros;

– 43% das seguradoras pretendem ou já adquiram startups /soluções tecnológicas;

Inscrições abertas no site http://www.fundacity.com/mundi-lab/apply/519.

Informações gerais
Término das inscrições: 29 de novembro
Duração do programa: 29 de fevereiro a 7 de abril
Demo Day: 8 de abril

Sobre o Mundi Lab
Mundi Lab é um programa de aceleração de startups com alcance mundial, desenvolvido para facilitar a entrada no mercado de empresas com soluções inovadoras aplicáveis aos mercados de seguros e resseguros.

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Tecnologias que irão revolucionar o mercado de automóveis – Por Henry Manzano*

Esqueça aquele sonho de ter um Herbie, o fusca turbinado, pois o setor automobilístico está passando por uma nova revolução com o desenvolvimento de carros inteligentes. Em um futuro não muito distante, a Internet das Coisas (IoT) vai mudar o modelo de veículos que conhecemos atualmente. Já é possível encontrar funcionalidades tão inovadoras em paineis de automóveis que os carros são mais do que meios de locomoção e se tornam verdadeiros computadores de rodas. Um estudo recente da Tata Consultancy Service (TCS) mostra que só em 2015 cada empresa do setor dee automóveis investirá em média 93,5 milhões de dólares em projetos de IoT no mundo e este número pode passar para 102 milhões de dólares até 2018.

Aquela velha dificuldade de estacionar em uma vaga apertada está se tornando ultrapassada pois, hoje em dia, o carro já consegue fazer isso sozinho. Esta era uma ideia, inimaginável há alguns anos, mas já é uma realidade e é o primeiro passo para o desenvolvimento de veículos totalmente autônomos.

Grandes empresas de tecnologia desenvolvem protótipos e testam carros totalmente autônomos, que são capazes de se guiar sozinho, sem a necessidade de um condutor. Esses automóveis oferecem total segurança e funcionam com tecnologias de câmeras de detecção que permitem ao carro identificar o que acontece ao seu redor, e com tecnologias e programas instalados que o ajudam a avaliar a situação e agir corretamente.

Há muita expectativa para que até 2030 que os veículos já estejam em circulação pelas ruas e guiando passageiros com total funcionamento tecnológico. Uma pesquisa da Automotive Industry Solutions (IHS) prevê que o número de ‘carros conectados’ vai saltar de 23 milhões em 2014 para mais de 150 milhões em 2020.

A indústria automotiva está investindo basicamente em três principais fontes de receita de IoT: infotainment (informação e entretenimento) dentro dos carros como serviços de streaming, interação e verdadeiras assistentes pessoais que sabem da sua agenda, monitoramento de desempenho do veículo (carros capazes de fazer o próprio diagnóstico em caso de defeito) e assistentes de segurança do condutor (como câmeras de monitoramento e condução do veículo). Cada vez mais, muitos desses recursos estarão disponíveis no mercado e inúmeros projetos estão em teste e desenvolvimento neste momento.

Em meio a toda essa mudança, as empresas automotivas não colheram grandes vitórias de receita ainda. As empresas registraram um aumento de receita média de 9,9% de suas iniciativas em Internet das Coisas em 2014 sobre 2013, e projetam um novo aumento relativamente modesto de 12,3% entre 2015 e 2018, segundo estudo da TCS.

Ainda há muito caminho para percorrer e as empresas automobilísticas precisam investir em fatores que trarão o sucesso para projetos de IoT. Um viés importante a ser levado em consideração na indústria é que as companhias precisam deixar de pensar apenas como fábricas de carro e passar a se enxergarem como empresas de software.

No atual cenário, muitas empresas de tecnologia pretendem investir e abocanhar uma grande fatia deste bolo que costumava ter poucos nomes. Se os grandes players do setor automotivo não investirem em projetos integrados e revolucionários com novos designs, eles perderão muito espaço. Pois é a inovação que vai gerar novas oportunidades de negócios e de receitas.

*Henry Manzano é CEO para América Latina da Tata Consultancy Services (TCS)

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Indústria automobilística precisa estar preparada para era móvel e conectada, aponta KPMG

Depois de décadas de sucesso com um modelo de negócios que permaneceu praticamente inalterado, a indústria automotiva está encarando a era móvel e conectada. Como consequência disso, várias tendências importantes terão uma influência significativa sobre o futuro da mobilidade e o padrão atual do setor automotivo sofrerá pressão de todos os lados.
Segundo o estudo “Operárias ou donas do jogo: A indústria automotiva está na encruzilhada de uma era altamente digitalizada”, realizado pela KPMG, as montadoras ainda buscam suas melhores alternativas para tirar proveito do fato de que, no futuro, o carro não será o único foco do negócio e que crescerá a importância de os dados do consumidor estarem conectados de maneira inovadora para gerar novos fluxos de receita para a indústria.

“Empresas como a Apple e o Google já estão mostrando o que a tecnologia e a inteligente utilização de informações cotidianas podem oferecer com inovações no dia a dia das pessoas, incluindo aquelas relacionadas ao automóvel. Sendo assim, as montadoras tradicionais lidam com enorme pressão temporal para adequar seu modelo de negócios para os próximos anos o mais rápido possível, de modo a fazer frente a esses concorrentes”, afirma o diretor de relacionamento da KPMG no Brasil para a indústria automotiva, Ricardo Bacellar.

Segundo a publicação, essa nova tendência levanta a questão sobre qual será o posicionamento ideal das montadoras no novo ecossistema que se anuncia. “Chegou a hora das empresas decidirem se permanecerão apenas como fornecedoras de veículos, deixando o caminho livre para novos entrantes concorrerem entre si pelos dados do cliente, o verdadeiro tesouro, ou se serão capazes de permanecer como protagonistas do jogo e expandir seu modelo de negócios para além da produção de automóveis, acompanhando seus clientes durante todo seu ciclo de vida e oferecendo-lhes produtos e serviços customizados”, analisa Bacellar.

Diante disso, a publicação aponta pelo menos quatro temas fundamentais para um posicionamento estratégico bem sucedido nos próximos anos: mudanças profundas no modelo de relacionamento com os clientes; conectividade e data analitics como plataforma para novos modelos de negócio; ciclos de inovação mais curtos e customização como armas de fidelização; e a Internet of Behaviour se sobrepõe à Internet of Things.

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Crise impulsiona projetos IoT no formato pay-as-you-grow

Para incentivar a criação de soluções disruptivas em época de crise financeira, Telit atualiza seu modelo de negócios, permitindo ao empreendedor pagar de acordo com o crescimento de seu projeto IoT no mercado. Novo portal e plataforma em nuvem serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015

O cenário econômico negativo impulsionou uma nova tendência de mercado: o pay-as-you-grow ou, no português, “pague conforme o seu crescimento”. Voltado para pequenos empreendedores, o modelo de negócios tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e pode ser encontrado no portfólio de serviços da líder global em Internet das Coisas – Telit. Recentemente atualizado, o portal IoT e plataforma em nuvem deviceWISE serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015, em São Paulo.

Para Ricardo Buranello, VP da Telit para a América Latina, a democratização da eletrônica e da TIC abriu espaço para os pequenos investidores interessados em inovar pagando pouco, trazendo ao mercado projetos disruptivos, com sólidas taxas de crescimento e voltadas para o consumo, automatização industrial, telemedicina, segurança e qualidade de vida urbana. “Mesmo com a recessão, a Internet das Coisas oferece grandes oportunidades de fomento à inovação, sendo o Brasil um país de grande potencial e que representa 70% do mercado latino americano de IoT”, afirma.

Na apresentação do portal e plataforma em nuvem, o executivo pretende trazer alternativas economicamente viáveis para o pequeno investidor, com foco em inovação. “Apresentaremos o nosso modelo de negócios, mostrando como a integração do portfólio de hardware, software e serviços da Telit estão moldando o universo de IoT e permitindo que as empresas inovem em velocidade recorde e com custos e riscos limitados”, diz Ricardo.

Mesmo que o empreendedor esteja apenas começando ou já operando milhares de dispositivos remotos globalmente, o portal IoT da Telit torna mais fácil a conexão de “objetos e aplicativos” ao integrar qualquer dispositivo, ativo de produção e sensores remotos a sistemas de aplicativos móveis e sistemas empresariais baseados na web por meio de qualquer rede sem fio.

Com a atualização do portfólio, as PMEs têm a chance de conectar qualquer dispositivo às necessidades do cliente, sejam frigoríferos, carros ou dispositivos médicos, com a finalidade de saber informações sobre manutenção do equipamento, temperatura, bateria, entre outros dados de interesse do consumidor. O modelo de negócios pay-as-you-grow é utilizado também por grandes players como McDonald’s, John Deere e Verizon Wireless. O Microchip Masters Brasil será realizado no dia 12 de novembro, no Immensità Espaço de Eventos, em São Paulo.

Serviço: Microchip Masters Brasil 2015
Data: 12 de novembro
Local: Immensità Espaço de Eventos, São Paulo
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, n. 392 – Jardim São Paulo

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Internet das Coisas: O uso da tecnologia em sistemas urbanos inteligentes – Por Adriana Andréa Rodrigues*

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A larga expansão da plataforma mobile tem auxiliado no desenvolvimento de ambientes interoperáveis, em que cidadãos se inserem na Sociedade da Informação por intermédio das Tecnologias da Informação e Comunicação, estabelecendo novos processos comunicativos e usufruindo de serviços públicos digitais.

Trata-se de uma crescente integração entre objetos interconectados por meio da internet, que mediam ações e informações entre outros objetos e cidadãos, sendo independentes de intervenção humana e configurados para oferecer facilidades para o cotidiano da sociedade, permitindo a existência de uma rede amplamente conectada e gerando uma significativa massa de dados (Big Data) proveniente de diferentes dispositivos eletrônicos.

Este cenário, de materialização de ambientes permeados de informação, cujos variados objetos podem conectar-se sem fio à internet e entre si, é compreendido como Internet das Coisas.

O termo Internet das Coisas (IdC) ou IoT, acrônimo de Internet of Things, é usado como sinônimo de ambientes conectados, computação ubíqua, comunicação máquina a máquina (Machine to Machine Communication – M2M), web das coisas, internet do futuro e objetos inteligentes (Smart Things). A partir destes termos, pode-se inferir como a IdC, em uma Era Digital de franca expansão, com a massiva utilização de smartphones, tablets, notebooks, passa a ocupar e incorporar os hábitos dos cidadãos.

Não obstante, a IdC é entendida como um fenômeno, ubíquo e em constante evolução, cujas inovações potencializam soluções capazes de promover o desenvolvimento socioeconômico e a melhoria da qualidade de vida, baseadas em aplicações interativas que, além de conter informações estáticas, contém informações em tempo real referentes aos objetos do meio físico urbano.

Dentre as tecnologias presentes nestes ambientes conectados, destacam-se RFID (Radio Frequency Identification), NFC (Near Field Communication), QR Code (Quick Response), redes wireless e sensores sem fio. Estas tecnologias são normalmente integradas em aparelhos eletrônicos, unindo o mundo real ao digital e servindo como importantes instrumentos para solucionar ou minimizar problemas urbanos, assim como auxiliar na realização de tarefas cotidianas.

A IdC descreve um cenário de funções incorporadas em muitos objetos dos espaços urbanos; microchips implantados em seres vivos, capazes de trocar informações entre si, com as pessoas ou com o ambiente; objetos com sensores embutidos para coletar diferentes tipos de dados e ajudar a entender o comportamento das cidades, a exemplo das cidades inteligentes (Smart Cities) sendo estrategicamente planejadas sob os pilares da conectividade e automação.

AS CIDADES INTELIGENTES

Iniciativas para a construção e o desenvolvimento de cidades inteligentes preconizam a adoção de tecnologias na infraestrutura urbana, em que sejam capazes de coletar e transmitir informações em tempo real acerca da dinâmica das cidades, quer seja de seres humanos, animais, objetos ou na investigação de eventos climáticos.

Estas informações em tempo real sobre as questões urbanas, a partir da aplicação de métodos próprios de análise, analíticos ou preditivos, podem servir como um robusto instrumento de apoio à tomada de decisão para os setores responsáveis na administração das cidades.

São as cidades inteligentes e as regiões monitoradas por sensores que captam informações dos postes de luz, possibilitando a redução nos custos de energia; geram informações sobre o trânsito representadas em mapas sinóticos, por meio do emprego de geotecnologia; medem a qualidade do ar e o nível de ruído.

Os cidadãos serão usuários de diversas aplicações e terão, cada vez mais, acesso em tempo real aos serviços urbanos, do consumo de água à escolha do posto de saúde.

O SETOR PÚBLICO

O planejamento urbano é uma atividade contínua para a tomada de decisão, constituindo a preparação para a gestão futura, uma vez que promove a antecipação de fenômenos futuros, buscando minimizar os problemas urbanos.

Isto posto, os governos podem ser grandes usuários das aplicações da IdC, cujas tecnologias podem reduzir custos e melhorar a qualidade da prestação de serviços públicos, identificando áreas de oportunidades para que as cidades possam estabelecer e empregar estratégias que combinam a gestão da água, redes inteligentes, gestão de resíduos, estacionamento inteligente, entre outros; planejar uma cultura de IdC para favorecer o ativismo no sistema político, conciliando lei e realidade, conjugando informação e desenvolvimento; compartilhar experiências, plataformas e melhores práticas da IdC, no sentido de minimizar a fragmentação das soluções tecnológicas, bem como tornar os cidadãos mais inclusivos na construção das cidades inteligentes.

Um exemplo interessante da adoção da IdC na gestão pública é o sistema urbano de mobilidade sustentável em uso no Centro de Operações de Mobilidade, sediado no Instituto Curitiba de Informática (ICI) e integrante do projeto piloto do Programa Ecoelétrico da Prefeitura Municipal de Curitiba, que permite o monitoramento on-line da frota de carros elétricos, bem como a manutenção dos eletropostos instalados pela cidade.

O monitoramento dos indicadores, tais como energia elétrica consumida, número de viagens, distâncias percorridas, entre outros, é viabilizado pela utilização da tecnologia RFID, integrante dos dispositivos do sistema instalados tanto nos veículos quanto nos eletropostos, além da adoção de outras tecnologias inteligentes associando telemetria, Big Data e Business Intelligence.

Em resumo, até julho deste ano, o projeto já havia alcançado uma poupança total equivalente a 7.556,38 kg de CO2, registrando-se a maior poupança em julho de 2014 (947 Kg) e a menor em setembro do mesmo ano (266,25 kg). Desde o seu lançamento, os veículos que integram a frota do Programa Ecoelétrico já percorreram um total de 60.451 km. Em termos de energia, o total consumido até a data corresponde a 10.732,31 kWh, sendo que no mês de julho de 2015, a frota consumiu um total de 539,13 kWh.

Atualmente, estão sendo realizados testes-piloto para algumas tecnologias de comunicação sem fio (Bluetooth, GSM/GPRS, RFID) em um gateway para redes de sensores sem fio, em que se pretende o reconhecimento de características dos veículos que estacionam nas vagas sensorizadas, além da comunicação com os veículos elétricos. A nova funcionalidade poderá auxiliar na gestão do trânsito das cidades, bem como ser integrada ao sistema urbano de mobilidade.

De fato, os gestores do setor público têm uma excelente oportunidade de agir, a partir da utilização da IdC na implementação e alcance dos objetivos das políticas públicas, incluindo o aumento do crescimento econômico e melhorias na sustentabilidade ambiental, segurança pública, prestação de serviços do governo e produtividade.

Não obstante, em termos de política pública, líderes de governo terão que estabelecer diálogos e entendimentos claros sobre os riscos de privacidade que acompanham a IdC. Tão importante quanto a informação e a inteligência tecnológica são a estratégia, o planejamento e as políticas públicas que irão orientar e regular as aplicações da IdC no desenvolvimento das cidades.

Neste sentido, torna-se necessário que os governos, nas esferas federal, estadual e municipal, avaliem onde e como podem usar a IdC em suas funções administrativas, bem como o papel que a IdC poderia desempenhar na realização mais ampla dos objetivos socioeconômicos, serviços públicos e a vida cotidiana em geral, em um provimento de interação entre sociedade civil e sociedade política.

*Adriana Andréa Rodrigues (arodrigues@ici.curitiba.org.br) é mestra em Gestão Urbana pela PUCPR (2014). Pós-graduada em Tecnologia da Informação com ênfase em Administração Pública pela Universidade Positivo (1997) e em Gestão de Projetos pela FAE/CDE (1995). Bacharel em Informática pela Universidade Positivo (1993). Tem experiência na área de TIC, com ênfase em planejamento estratégico, planejamento de informações e gestão de TI. Atua como pesquisadora-responsável no Instituto Curitiba de Informática (ICI), em linhas de pesquisa para a Mobilidade Urbana Sustentável e Gestão da Informação no Processo Decisório, associadas ao Centro de Operações de Mobilidade do Programa Ecoelétrico.

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O poder dos dispositivos móveis no comércio online

Por Gastão Mattos*

O evento anual Summit 2015 Shop.org é uma verdadeira vitrine de novidades do varejo mundial, no qual o e-commerce se destaca com as ações multicanal – aliada à tendência da Internet of Things – e o crescimento exponencial dos dispositivos móveis para acessar lojas online. Nos Estados Unidos, 47% das pessoas acessam as lojas de comércio eletrônico por esses aparelhos, sendo 30% via smartphones e 17% nos tablets. Por lá também a tendência é que a preferência pelas datas promocionais realizadas no comércio eletrônico, como a Cyber Monday, do que as focadas no varejo físico, que é o caso da Black Friday norte-americana.

Entretanto, os dispositivos móveis ainda representam forte influência para o consumo offline. De acordo com a Forrester, em 2014, US$ 977 bilhões de um total de US$ 1,6 trilhões em vendas no varejo físico foram influenciadas pelo uso da navegação mobile. No mesmo período, foram realizadas US$ 35 bilhões em compras online por meio destes aparelhos. Ainda segundo a pesquisa, 12% das compras online são provenientes de smartphones e 16% dos tablets. A empresa aponta que apenas 22% dos lojistas online norte-americanos identificam que tipo de device está sendo usado pelo consumidor, o que pode explicar a baixa conversão observada, uma vez que a personalização dos sites para determinados dispositivos pode ser prejudicada. Entre os consumidores que abandonaram carrinhos de compra por algum problema de navegação nestes devices, 56% tentam fazer a mesma compra via um desktop, mas 26% desiste totalmente da compra e 17% tenta fazê-la em uma concorrente, ou seja, há uma perda de 43% de consumidores em potencial por problemas com a navegação mobile.

Dada a importância desses dispositivos, 70% das empresas apostam na geração e melhoria de conteúdo nas lojas online e em redes sociais. Entre as mídias citadas estão o Instagram, Pinterest e blogs, além de conteúdos em vídeo, fotos em alta definição, reviews, tutoriais e social content. Alguns lojistas também utilizam o envio de e-mail marketing após a compra com novas informações sobre o produto adquirido. A ideia tem alcançado bons níveis de fidelização e baixas ocorrências de atritos ou devoluções, o que significa elevar o grau de confiabilidade do consumidor no estabelecimento, além de reduzir o custo de frete com a diminuição das devoluções.

Por falar em frete, outra pesquisa da Forrester, também apresentada durante o evento, apontou que 55% dos consumidores online decidem a compra de acordo com o valor do frete. A facilidade de pesquisa também é um importante fator de decisão, com 47% e a avaliação de outros compradores ficou em 45%. Outros itens como quick view do produto (30%), capacidade de salvar o carrinho e comprar depois (29%), visualizações alternativas do produto (25%) e vídeos demonstrativos (8%) também foram apontados pelos entrevistados. Os resultados deixam claro que o investimento em uma boa infraestrutura e em soluções que tragam mais informações e facilidades para o consumidor interferem de maneira bastante significativa na taxa de conversão. Embora a avaliação tenha sido realizada com consumidores norte-americanos, essas necessidades e exigências também são percebidas no mercado brasileiro, que está em constante expansão.

Por último, e não menos importante, temos as lojas multiplataforma e multicanal, que se conectam com seu público-alvo por diversos meios, como o uso de aplicativos para agregar valor e auxiliar o consumidor a escolher o produto adequado. Algumas empresas têm obtido grande sucesso ao construir uma migração e ligação eficiente entre e-commerce, m-commerce e call to action, como é o caso da QVC.

Todos esses insights deixam claro que a convergência de mídias, dispositivos e meios de compra são fundamentais para atrair o consumidor que acompanha a evolução da tecnologia e as facilidades por ela promovidas e faz questão de utilizá-las de acordo com a sua vontade também no universo das compras online.

*Gastão Mattos: CEO Com experiência de mais de 20 anos na indústria de pagamentos eletrônicos, Gastão Mattos foi diretor na Credicard entre 1990 e 1995, vice-presidente de marketing da Visa por mais de 6 anos, presidente da M-Cash de 2006 a 2011 e fundou a consultoria GMATTOS Projetos de Marketing, empresa responsável desde 2002 por desenvolver projetos com foco no e-commerce como negócio.
Graduado em Engenharia e com pós-graduação em Engenharia de Produção, ambas pela Escola Politécnica da USP, foi presidente da Câmara Brasileira de Comércio (www.camara-e.net) entre 2003 e 2005. Desde 2011 é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

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CIOs buscam apoio para embarcar na Transformação Digital

Marcelo Issa, diretor de Alianças e Marketing do Grupo AÇÃO

O ano não está sendo fácil – e ninguém disse que seria. Relatórios do Banco Central já preveem uma retração de 2,7% na economia brasileira, o pior resultado nos últimos 25 anos. Somente de julho a setembro, as instituições internacionais de avaliação de riscos de crédito, que classificam a atratividade de um país para investimentos, já colocaram o Brasil em cheque – algumas trocando o grau de investimento pelo de “mau pagador”.

Mais do que nunca, é necessário que a indústria se reinvente para atender a um mercado consumidor que teme a economia, reduz investimentos e anda com um pé ou dois atrás. Para o setor de TI não é diferente. Mesmo em plena era de transformação digital e Internet das Coisas (IoT), as empresas brasileiras estão reduzindo as expectativas de crescimento e puxando a rédea dos departamentos de TI.

Estamos vivendo um momento de renegociação dos contratos e os CIOs querem continuar inovando e alcançando a eficiência operacional. Para isso, precisam de alguém que possa entender esta dificuldade e oferecer soluções à medida de cada necessidade.

O papel de Trusted Advisor – ou conselheiro de confiança, ganha maior importância diante deste cenário. As empresas de tecnologia querem mostrar para o mercado, principalmente as PMEs – historicamente mais conservadoras – que soluções de Cloud e Big Data & Analytics, por exemplo, mesmo com baixo investimento, já são tangíveis.

Essas empresas necessitam, mais do que nunca, buscar a eficiência operacional, não apenas pela inovação, mas também sabendo usar da melhor forma o que já possuem e com pequenas adequações, além de tecnologias para gerenciar tudo isso. É preciso entender as dores e dificuldades dos clientes para realmente ajudá-los.

Para atender a esses requisitos, muitos integradores estão buscando alianças estratégicas com o Grupo AÇÃO, pioneiro no modelo S-VAD (Solution Value-Added Distributor), ou distribuidor de Soluções de Valor Agregado. É um modelo de relacionamento com o canal onde o distribuidor é alicerce para que a revenda possa participar em projetos de soluções. A AÇÃO atende as demandas e requisições dos clientes, gerando valor ao orquestrar múltiplos canais, que operam com múltiplos fabricantes em uma mesma oportunidade, garantindo a construção de uma solução completa para o cliente.

Mas, até que ponto esse papel se torna um fator primordial de sustentabilidade? Durante o EMC Forum 2015 – São Paulo, um dos mais importantes eventos de Big Data e Cloud do país, o presidente da EMC Brasil, Carlos Cunha, pontuou que os fornecedores de tecnologia também precisam entrar no negócio dos clientes e pensar como eles. É um momento de redefinição em toda a cadeia de TI e uma responsabilidade com a retomada da economia pelo avanço tecnológico.

No início do ano, um estudo da Frost & Sullivan apontou investimentos em Big Data em 34% das empresas brasileiras até 2016 – a maior parte delas pela primeira vez. A mesma pesquisa mostrou que as empresas estão buscando serviços de consultoria para construir um “road map” e iniciar a adoção de ferramentas de analytics. Com elas, as empresas podem coletar e gerenciar dados de clientes, da empresa e do mercado. Essas informações ajudam na tomada de decisões, na retenção de clientes e até na descoberta de novas ameaças e oportunidades.

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Indra apresenta sistemas inteligentes de eficiência energética no Latin American Utility Week

A Indra, uma das maiores empresas de consultoria e de tecnologia na América Latina, participa do Latin American Utility Week, que reúne diversos profissionais para discutirem tendências e a modernização do setor de utilities. Juan Prieto, gerente do mercado de Energia da Indra, ministrará uma palestra no dia 24, às 11h20, sobre ferramentas para redução efetiva de perdas de energia. A Feira e a Conferência serão realizadas entre os dias 23 e 25 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

No estande, a Indra fará a demonstração de todo seu portfólio para a área de utilities com destaque a duas soluções inovadoras em eficiência energética: sistema de IoT Smart Home e de gestão de perdas e medidas.

Sobre smart home, tecnologia bastante utilizada na Europa, a Indra dispõe de um equipamento chamado Node#1, que funciona como um gateway inteligente, concentrando todos os sensores e equipamentos da casa, como termostatos, sensores de presença e de fumaça, smart plugs, medidor de energia, água e gás, entre outros, para que o morador possa não só gerencia o seu consumo de maneira mais eficiente, mas também dispor de serviços que agreguem conforto e segurança ao seu dia a dia, como regular a temperatura ou ser notificado de invasões, por exemplo. O equipamento dispõe de tecnologia de ponta, conectando-se aos diferentes sensores por protocolos abertos e disponibiliza as informações ao cliente de maneira fácil e inteligente.

Outra frente de atuação da Indra é a tecnologia que contribui para a gestão da distribuição de energia elétrica de forma inteligente, sob o conceito de smartgrid. A empresa fornece a solução inGRID (Indra Smartgrids) e parte dela trata da gestão de medidas e controle de perdas. A oferta completa abrange o serviço de consultoria técnica e de processos; implementação de sistemas de análise de detecção de perdas e gestão de controle; e terceirização do processo de gestão de fraude.

A solução inGRID foi desenvolvida no Brasil, no Centro de Excelência em energia elétrica da Indra, localizado em Campinas, interior de São Paulo. Atualmente, essa tecnologia encontra-se implantada em várias empresas do Brasil e também fora do país, como na República Dominicana, Colômbia, Venezuela, Peru e Argentina.

A palestra de Juan Prieto seguirá a linha da exposição da Indra na feira. Ele falará sobre o impacto das mudanças sociais, econômicas, técnicas e de organização no aumento ou redução de fraudes nas redes de eletricidade, de gás e de água e de que forma ferramentas tecnológicas podem controlar o gerenciamento das utilities.

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Gartner apresenta etapas de transição para o local de trabalho digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, apresenta a pesquisa 2015 CIO Survey, com dados sobre o posicionamento dos CIOs em relação às recentes transições tecnológicas. De acordo com o levantamento, muitas organizações já estão adiantadas na transição da era da industrialização do setor de TI para a era da economia digital, mas algumas práticas antigas ainda permanecem. Tais ações devem ser atualizadas ou abandonadas, para que se possa adotar plenamente tanto o local de trabalho digital como a abordagem operacional ágil da TI bimodal.

As novas práticas que devem ser adotadas pelos executivos serão debatidas no Symposium/ITxpo 2015, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, e que terá sua edição brasileira de 19 a 22 de outubro (segunda a quinta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel. O evento reunirá cerca de 2.000 profissionais da área, incluindo 450 CIOs, e 40 analistas do Gartner.

1. Expanda os horizontes do planejamento de TI – A pesquisa aponta que 84% do planejamento dos CIOs ainda está fundamentado em uma margem de ação de dois anos. O aumento desse prazo contribui de forma mais estratégica para o sucesso da empresa no longo prazo. “Dada a expectativa de vida de muitos investimentos em tecnologia, isso também ajudará os líderes de TI a tomar melhores decisões de investimento. Aumentar o prazo permite que a organização ganhe vantagem competitiva, capitalizando a tecnologia emergente de forma mais cautelosa, assim como o capital humano e as tendências de consumo”, afirma Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner. Para auxiliar nessa transição, o Gartner recomenda um processo de planejamento chamado de ´Impact 2020´. Com ele, primeiro, é preciso identificar os resultados desejados para 2020, e então determinar habilidades, atitudes e expectativas da sua organização e de seus funcionários. Use essas definições para localizar com precisão as tecnologias e serviços necessários para alcançar esses resultados. Trabalhando com Tecnologia da Informação, Recursos Humanos, representações e instalações de negócios, o ´Impact 2020´ permitirá que você sintetize as tendências nessas áreas.

2. Invista em tecnologias pós-nexo – O nexo das forças (celular, mídias sociais, Nuvem e informações) não é uma realidade distante, ele já está aqui. Os CIOs estão começando a pensar sobre – e até buscam ativamente – as tecnologias pós-nexo. De fato, dados do Gartner sugerem que os CEOs avançaram ainda mais nesse caminho e já consideram que as tecnologias de nexo e os negócios digitais sejam uma realidade atual. Essas tecnologias, que serão abordadas no Symposium/ITxpo 2015, incluem Internet das Coisas (IoT), máquinas pensantes, desenvolvimento humano, impressão 3D e robótica. A maioria dos CIOs entrevistados já começaram a investigar, ou até mesmo a implantar, tecnologias relacionadas à IoT, máquinas inteligentes ou tecnologia de desenvolvimento humano. A adoção será amplamente difundida, de forma que o que diferenciará as organizações será o modo de implantação. “Essa área deverá ser tratada com sensibilidade, para que o funcionário veja a tecnologia como uma vantagem que ajudará em seu desenvolvimento e, como resultado, o tornará mais importante para a empresa. Uma parceria entre Tecnologia da Informação, Recursos Humanos e líderes de empresas é necessária para garantir uma implementação abrangente, eficiente e sensível às preocupações dos funcionários”, diz Matt Cain, Vice-Presidente e Analista Distinto do Gartner.

3. Concentre os indicadores no engajamento dos funcionários – Os custos e os níveis de serviços com TI são os dois indicadores mais usados para verificar o desempenho do CIO. Ambos são remanescentes da era da industrialização do setor de TI. Demonstre mais claramente a contribuição do grupo de TI nos resultados da empresa, promovendo novos indicadores com base em seu valor não financeiro e em sua contribuição para inovação. Esses indicadores auxiliarão a empresa a concentrar-se no engajamento dos funcionários, o que pode ser definido como o quanto os funcionários estão dispostos a ajudar a atingir os objetivos da organização e a participar ativamente da comunidade. Trabalhando com o departamento de RH, a equipe de TI pode contribuir para o encorajamento dessa ação por meio da promoção de um ambiente de trabalho mais próximo ao do cliente, permitindo maiores níveis de colaboração, reconhecimento, bem-estar e transparência. Expanda o foco do grupo de TI para além da tecnologia, da automação e da manutenção. Em um período de mudanças no local de trabalho, o engajamento dos funcionários se torna uma prioridade para garantir que a força de trabalho adote novos modelos de negócios.

O Gartner Symposium/ITxpo 2015 oferece aos CIOs e executivos estratégicos de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas neste momento decisivo, no qual é preciso adaptar-se à nova onda digital que arrebata o mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Há preços diferenciados nas incriçções para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/symposium

Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2015
Mais Importante Encontro de CIOs e Executivos de TI do Mundo
Data: 19 a 22 de outubro de 2015 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Para TCS, Internet das Coisas é a maior aposta para o setor de mineração

Segundo o IDC, o mercado global de Internet das Coisas (IoT) deve crescer de US$ 655,8 bilhões em 2014 para US$ 1,7 trilhão em 2020. Uma das empresas que deverá contribuir para que essa previsão seja alcançada é a Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, que está desenvolvendo novas tecnologias para o setor de mineração baseadas na “Internet das Coisas”.

Uma das novidades já em fase de testes é a gestão de equipamentos e veículos conectados para minimizar o número de acidentes em um campo de mineração. Um item de trabalho obrigatório, como capacete, luva ou bota, pode ser conectado aos caminhões para emitir alertas sonoros quando existir algum risco e, até mesmo, provocar a parada imediata do veículo, evitando acidentes graves como atropelamentos nos postos de trabalho. Além de zelar pelo bem-estar dos empregados, a inovação tecnológica ainda evita o prejuízo financeiro que é gerado quando a mineradora é forçada a paralisar suas atividades, já que as perdas são superiores a 1,5 milhão de dólares por dia parado em um campo.

“Estamos investindo pesado no programa TCS Connected Universe onde oferecemos a implementação de aplicações baseadas em Internet das Coisas para as organizações dos mais diferentes setores de mineração a saúde, seguro e manufatura”, explica Henry Manzano, CEO para América Latina da TCS.
Outra solução projetada e desenvolvida pela TCS especialmente para as mineradoras é um sistema de comunicação via rede Wi-Fi gratuita, de frequência média e à prova de falhas que funciona até mesmo no subsolo. Sua utilização aumenta a segurança das equipes de trabalho no subsolo, pois fornece comunicações ininterruptas e confiáveis, apesar das difíceis condições ambientais das minas. Além disso, também ajuda os operadores de superfície a localizar e se comunicar com os mineiros subterrâneos no caso de eventuais catástrofes.

“Colocamos ao alcance dos nossos clientes todas as novidades tecnológicas que,além de evitarem acidentes e prejuízos, ainda aumentam a segurança, eficiência e consequentemente o faturamento das companhias”, explica Manzano.

Dados de mercado apontam que hoje as mineradoras investem cerca de 25 bilhões de dólares em Tecnologia da Informação (IT) e Tecnologia das Operações (OT) em todo o mundo. A América Latina é responsável por quase 2 bilhões de dólares desse montante.

As unidades Engineering and Industrial Services e Digital Enterprise Solution da TCS desenvolveram em parceria diversas ofertas relevantes aos clientes de mineração e manufatura, com o objetivo de alcançar otimização, integração, e endereçar prioridades relacionadas a saúde e segurança.

A companhia fez progressos significativos ao dar suporte a seus clientes em sua convergência de IT-OT, uma prioridade para a maior parte das empresas de mineração. Atualmente a TCS presta consultoria a 26 postos de mineração no Brasil, fornece soluções e consultoria para diversas empresas do setor na América Latina e atende as maiores companhias de mineração do mundo.

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Intel Developer Forum aposta em experiências imersivas para o futuro

Falta exatamente uma semana para o início do Intel Developer Forum – IDF e a Intel dá algumas pistas sobre os anúncios oficiais que serão feitos durante o evento, que ocorre entre os dias 18 e 20 de agosto, no Moscone Center, em São Francisco.

A aposta da Intel é o crescimento de experiências interativas e imersivas, que representam o futuro da computação. Este ano, a empresa compartilhará sua visão para a indústria e novas tecnologias que permitem ao ecossistema de desenvolvedores e engenheiros de sistemas a criação de novos produtos para facilitar a vida das pessoas. Desde novas experiências 3D até a tecnologia wearable, Big Data e Internet das coisas, a Intel apresentará aplicações que impactarão a vidas das pessoas.

Os principais especialistas da Intel estarão presentes para compartilhar as visões da empresa para essa tendência. O discurso de abertura do CEO da Intel, Brian Krzanich, vai discutir a evolução da tecnologia e a crescente personalização da computação, que está criando oportunidades sem precedentes para a empresa e para desenvolvedores numa nova onda de inovação na indústria.
Outras apresentações irão explorar em profundidade essa tendência, incluindo:

18/8 – Mega sessão Changer Gaming – Doug Fisher e Kirk Skaugen, juntamente com jogadores profissionais e desenvolvedores de jogos, discutirão a rápida evolução da indústria de jogos – estendendo a sua influência a outras indústrias, como brinquedos, publicidade e eSports ao abraçar novas tecnologias – incluindo realidade virtual, realidade aumentada, rastreador de movimento ocular e câmeras 3D (RealSense) para novas experiências imersivas.

18/8 – Mega sessão A Day in the Life Security – Chris Young irá descrever como a Intel Security vive o trabalho essencial de salvaguardar comunicações, conteúdo, comunidades e comércio. Ele irá mostrar a solução True Key™ em ação, a maneira mais fácil e segura para explorar o mundo digital. Em primeira mão, Young trará perspectivas sobre o que é preciso para proteger verdadeiramente o mundo sempre conectado.

19/8 – Mega sessão IoT and Big Data Insights – Diane Bryant e Doug Davis irão explorar como no mundo conectado de hoje todos os dispositivos, cada decisão e cada aspiração deixa uma marca digital única. A partir dos mais modernos dispositivos (incluindo robôs) para a nuvem, a combinação da Internet das coisas com a análise de Big Data fornece uma enorme oportunidade, mas também uma grande complexidade. Ter uma plataforma que é fácil de usar, personalizável e inovadora é fundamental para realizar os serviços eficientes, escaláveis e personalizados que irão capitalizar o potencial desta oportunidade.

19/8 – Mega sessão 5G: Innovation from Client to Cloud – Aicha Evans e Sandra Rivera discutem como as redes 5G irão proporcionar uma melhor conexão para o nosso ambiente físico, com a necessidade de ampliação do suporte a novos formatos (wearables e sensores IoT) e tecnologias imersivas (realidade aumentada). As redes 5G precisarão ser inteligentes e não apenas rápidas, o que significa que os operadores terão de implementar tecnologias de rede eficientes, como as funções de rede de virtualização (NFV) e redes definidas por software (SDN), além de novas tecnologias de interface aérea.

20/8 – Mega sessão Making The Future – Genevieve Bell vai explorar o movimento maker. Com o poder, capacidades e disponibilidade crescentes da tecnologia, combinado com o seu custo decrescente, qualquer pessoa terá a possibilidade de se tornar um desenvolvedor de novas soluções. Bell vai ilustrar o tema com um projeto que está ajudando na luta contra o Ebola.

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Internet das Coisas está criando novos fornecedores de software, diz Gartner

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia pesquisas que apontam que a Internet das Coisas (IoT) está transformando diversos fabricantes em novos fornecedores de software, que necessitam de soluções de Licenciamento e Gestão de Direitos (Licensing and Entitlement Management – LEM).

Ao deslocarem o valor do produto do hardware do dispositivo para o software que opera no aparelho, e aplicando uma estratégia de licenciamento adequada, os estrategistas de fabricação de produtos podem maximizar o potencial dos valores de receita. Essas e outras tendências serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“A IoT está criando um novo tipo de fornecedor de software, para o qual o Licenciamento e Gestão de Direitos é vital para proteger, diferenciar e monetizar suas ofertas. Esperamos que, até 2020, deixar de empregar um sistema de LEM resulte em uma queda de 20% no potencial de receita gerada por software para fabricantes de dispositivos conectados à IoT”, afirma Laurie Wurster, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Diversos fabricantes ainda aplicam uma mentalidade tradicional para seus produtos, e não consideram as oportunidades de receita adicionais de software e aplicativos incorporados controlados por licenciamento. A maioria dessas empresas são novas fornecedoras de software, principalmente fabricantes de dispositivos e de equipamentos originais, que agora podem monetizar seu software, bem como os dispositivos, por meio da IoT. Para essas empresas, a IoT representa uma oportunidade comercial significativa.

“Ao monetizarem o software em seus dispositivos, os fornecedores poderão aumentar e propulsionar fontes de receita, criando bilhões de dólares em valor adicional. A estimativa é de que existam mais de 25 bilhões de ‘coisas’ no mercado. Se os fabricantes pudessem coletar, em média, US$ 5 por software de cada unidade instalada, isso geraria uma receita adicional estimada em US$ 130 bilhões”, afirma a Diretora de Pesquisas do Gartner.

Em um futuro próximo, a IoT conduzirá transformações comerciais para diversos fabricantes, permitindo o uso do software no dispositivo para diferenciar ofertas de produtos e soluções. Como fornecedores na indústria de software tradicional, os fabricantes de dispositivos precisam proteger e monetizar a propriedade intelectual contida nos aplicativos.

“Ao controlarem a funcionalidade do produto, os recursos e as capacidades dos dispositivos conectados à Internet por meio de licenciamento flexível, os fabricantes poderão competir melhor em mercados novos e atuais. Além disso, a configuração controlada pelo software fornece aos fabricantes mais flexibilidade para regionalizar suas ofertas e desenvolver soluções de nicho para mercados específicos, sem precisar fabricar unidades de manutenção de estoque de produto separadas”, afirma Laurie Wurster, Diretora de Pesquisas do Gartner.

A pesquisa do Gartner indica que a maioria dos fabricantes de dispositivos não possui, ou ainda implementará, sistemas de Licenciamento e Gestão de Direitos comerciais para monetizar a IoT. Isso acontece porque, historicamente, eles não tiveram grande quantidade de propriedade intelectual de software para proteger. Segundo a consultoria, inicialmente eles tentarão construir capacidades de LEM internamente, uma vez que já possuem o histórico técnico e de engenharia que desenvolveu o hardware.

“Para alguns, reconhecer a necessidade de uma solução LEM é uma primeira etapa viável. No entanto, os fabricantes estão começando a questionar os motivos de reverter recursos de alto valor para o desenvolvimento e a manutenção de sistemas de LEM. Conforme aumenta a necessidade de dimensionar e reagir rapidamente às condições de mudança do mercado, os fabricantes podem eventualmente começar a comprar soluções prontas. Fornecedores de produtos comerciais continuam a expandir seu conjunto de capacidades e a investir na busca de novos modelos de licenciamento. Isso torna essas soluções uma alternativa atraente para fabricantes de dispositivos que não desejem construir e manter um software interno de LEM”, diz a Diretora de Pesquisas do Gartner.

Essas e outras pesquisas inéditas serão apresentadas na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos. Para fazer sua inscrição, basta contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/security. O evento oferece às empresas um direcionamento estratégico sobre os atuais conflitos entre as novas oportunidades geradas pelos negócios digitais e a necessidade de proteção de dados, propondo soluções por meio da análise de cases, tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/security.

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BlackBerry adquire AtHoc para garantir a segurança de colaborações e comunicações em massa

A BlackBerry Limited (NASDAQ: BBRY; TSX: BB), empresa líder global em comunicações móveis, anunciou hoje um acordo definitivo para a aquisição da AtHoc. Os detalhes da transação não foram divulgados.

A AtHoc é uma das empresas líderes de comunicação em rede em caso de crise. A plataforma de software da AtHoc permite a troca de informações críticas em tempo real entre pessoas, dispositivos e organizações durante operações de continuidade dos negócios e de proteção à vida. A plataforma será integrada ao portfólio empresarial e à rede global confiável da BlackBerry para oferecer aos clientes novos recursos para a proteção, segurança e comunicações corporativas de missão crítica. A aquisição permitirá que a AtHoc amplie sua presença global, aumente suas vendas e disponibilize novas aplicações em uma plataforma segura para comunicações em massa. Com essas novas aplicações, seria possível, por exemplo, integrar soluções da AtHoc com o BBM Meetings durante situações de alerta para disponibilizar feeds de vídeo ao vivo ou transmitir mensagens, permitindo a colaboração em tempo real entre líderes e tomadores de decisão.

A plataforma de comunicações em rede em situações de crise da AtHoc envia alertas a todos os tipos de dispositivos – incluindo iOS, Android, desktops PC e Mac, painéis digitais, rádios, telefones IP e terminais como sirenes, centrais de alarme de incêndio e alto-falantes. Isso facilita a conexão e intercâmbio de informações entre indivíduos e organizações em caso de crise. Além de ser a fornecedora líder de soluções para o Departamentos de Defesa (DoD) e de Segurança Nacional dos Estados Unidos, a AtHoc também colabora com empresas públicas e privadas em todo o mundo, incluindo instalações industriais e provedores de cuidados com a saúde.

“A BlackBerry está fazendo investimentos estratégicos em segurança, privacidade e na Internet das Coisas. Com a aquisição da AtHoc, vamos oferecer soluções de comunicação a partir de uma perspectiva integral e de ponta a ponta”, afirma John Chen, Presidente Executivo e CEO da BlackBerry. “Temos uma longa história garantindo a segurança das comunicações de missão crítica para o setor público e para empresas com as mais altas exigências de regulamentação – e estamos muito orgulhosos disso. A tecnologia e experiência da AtHoc serão fundamentais para ajudar a BlackBerry a conectar e garantir a segurança de uma ampla gama terminais”.

“A AtHoc e a BlackBerry compartilham a visão de conectar o mundo de forma segura”, comenta Guy Miasnik, Presidente e CEO da AtHoc. “Departamentos federais, agências estaduais e locais e empresas privadas dependem da AtHoc para garantir a segurança de suas comunicações durante os momentos mais críticos. Incorporados pela BlackBerry, vamos poder escalar nossos negócios mais rapidamente e ampliar nosso alcance global, além de introduzir novos aplicativos para a plataforma AtHoc, sem perder de vista nossos clientes corporativos e governamentais”.

A AtHoc é reconhecida como empresa “Líder” pela Gartner, uma consultoria de analistas do setor, e encabeça a lista com base na sua capacidade de cumprir com os requisitos do Quadrante Mágico da Gartner para Serviços de notificações em massa e emergências dos Estados Unidos1. A BlackBerry oferece as soluções de mobilidade mais seguras do mundo por mais de duas décadas e recebeu mais de 70 aprovações e certificações governamentais, mais que todos os outros fornecedores de mobilidade. A plataforma BlackBerry 10 é a única solução de mobilidade a receber a certificação Full Operational Capability (FOC) para funcionar nas redes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A BlackBerry é uma parceira confiável de mobilidade de todos os governos do G7, 16 dos governos do G20, 10 de cada 10 dos principais bancos e escritórios de advocacia globais e das cinco maiores empresas nos setores de saúde, serviços de investimento, petróleo e gás.

A transação deverá ser concluída no terceiro trimestre fiscal de 2016 da BlackBerry e estará sujeita a condições habituais de fechamento de contratos.

[1] Quadrante Mágico da Gartner para Serviços de notificações em massa e emergências dos Estados Unidos, 31 de março de 2014, Gartner

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