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Girls in Tech Brazil promove evento sobre Investimento Anjo em São Paulo

Uma ideia na cabeça não vai para frente sem recursos para tal. Para ajudar você a conseguir os fundos que a sua Startup precisa, a Girls in Tech Brazil promove o encontro “Investimento Anjo para Startups”, no dia 05 de setembro às 19h no Espaço Cubo. A palestrante da noite é Maria Rita Spina, diretora executiva da Anjos do Brasil e fundadora do MIA – Mulheres Investidoras Anjo.

Para participar, basta se inscrever na página do evento. Os ingressos do 1º lote custam apenas R$ 30 (com as taxas), mas corra que as vagas são limitadas! Vale lembrar que os eventos do Girls in Tech Brazil são abertos à participação de homens.

O Investimento Anjo é o investimento efetuado por pessoas físicas com seu capital próprio em empresas nascentes com alto potencial de crescimento (as startups). Além do capital, estes investidores também empregam seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para apoiar a empresa investida. Daí vem o uso do termo “anjo”.

A Girls in Tech (GiT) é uma iniciativa global sem fins lucrativos que busca promover o engajamento de mulheres que lidam com novas tecnologias. Composto por profissionais com capacidade para inspirar e liderar, é objetivo do grupo incentivar o crescimento da presença de mulheres inovadoras e empreendedoras no ambiente de tecnologia, criando condições para que tenham sucesso e que assumam posições de destaque nesse ecossistema.

nvestimento Anjo para Startups
Data: 05 de setembro
Hora: 19h30
Ingressos: 1º lote R$ 30 (até 14/08) | 2º lote R$ 35 (até 27/08) | 3º lote R$ 40 (até 04/09)
Local: Espaço Cubo Coworking
Endereço: R. Casa do Ator, 919 – Vila Olímpia, São Paulo – SP, 04546-003.

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Super Acelera da Fiesp envia melhores startups para o Vale do Silício

A cada ano mais de mil empresas iniciantes tentam ser as melhores no Concurso Acelera Startup, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Agora, no Super Acelera Fellowship Fiesp, a peneira é ainda mais fina. Participam dele os melhores empreendedores que passaram pelas 14 edições do Concurso Acelera Startup, sendo nove na capital e cinco no interior do estado. O prêmio para as cinco melhores startups é a participação em um programa de aceleração de 3 meses no Vale do Silício, na Bridge SV, nos EUA. Organizado pelo Comitê Acelera Fiesp (CAF) e pela Fiesp), o Super Acelera Fellowship Fiesp acontece nos dias 31 de maio e 1º de junho na sede da entidade.

O Super Acelera foi criado para atender à necessidade de internacionalização e troca de experiências das startups com o Vale do Silício, que é considerado o berço da inovação mundial.

Uma banca experiente, formada por diretores dos comitês e departamentos da Fiesp e parceiros especiais, como o Ciesp, Sesi-SP, Senai-SP, Sebrae-SP, selecionará cinco startups, entre as quinze finalistas, para participar do programa de aceleração no Vale do Silício oferecido pela Fiesp.

Todos os finalistas terão o seu tempo de apresentação para essa bancada, depois de ter um dia inteiro de mentoria de especialistas de diversas áreas.

Sobre o Concurso Acelera Startup

O Concurso Acelera Startup é o maior evento de investimento-anjo da América Latina e tem como objetivo fomentar o empreendedorismo, além de integrar as necessidades e as expectativas dos empreendedores e dos investidores interessados em investir em projetos e/ou empresas inovadoras.

Os participantes, previamente selecionados pela Comissão Organizadora, têm a oportunidade de participar de palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias, inclusive com investidores. Os melhores empreendedores (finalistas) têm a oportunidade de apresentar os seus negócios, no modelo de “elevator pitch”, à banca de investidores mais seleta do mercado. Dentre os finalistas, os mais bem avaliados são considerados vencedores do concurso, para fins de premiação.

Nas últimas edições do evento, foram recebidas mais de 22 mil inscrições de todo o Brasil e participaram mais de 300 mentores e mais de 250 investidores. Somando as edições anteriores (2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), o evento já gerou investimentos de mais de R$ 10 milhões.

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Camila Farani assume a presidência do Gávea Angels. É a primeira mulher à frente de um Fundo de Investidores-Anjo no país

Camila Farani, Cofundadora da Lab22, Gestora de Startups e Cofundadora do MIA – Mulheres Investidoras Anjo, assume posição de Presidente no Gávea Angels, um dos primeiros grupos de investimento anjo do Brasil com mais de 10 anos de existência.

“Fiquei muito honrada em assumir a presidência do Gávea! Há quatro anos quando entrei no Gávea Angels, olhava os outros investidores com muita admiração e achava que eles eram inatingíveis. Hoje, assumindo esse cargo de relevância, me sinto muito lisonjeada e principalmente, reconhecida por investidores que possuem um background muito relevante”, contou ela.

O processo dentro do Gávea funciona da seguinte maneira: O empreendedor submete seu Pitch pelo site, que é avaliado por um comitê de operações que faz todo o processo de triagem das startups. Depois desse processo, 3 projetos são selecionados para se apresentarem presencialmente em um fórum que acontece de 5 a 6 edições durante o ano. É no fórum que os empreendedores têm contato com toda a rede de investidores da associação e conseguem realmente vender a sua ideia.

O Gávea Angels é uma associação sem fins lucrativos e conta com uma série de investidores que dedicam o seu tempo sem nenhum tipo de monetização. Camila destaca que é muito difícil manter um grupo ativo e reunido por mais de 10 anos, ainda mais se tratando de uma instituição sem fins lucrativos, por isso, ela pretende implementar uma gestão mais profissionalizada com foco em governança. À frente da Gávea, Camila pretende trabalhar em cima de 3 pontos principais:

Aumentar o deal flow – número de propostas de investimento que chegam ao capitalista de risco. Camila conta que o deal flow também passará a ser cada vez mais online e dinâmico. Hoje basicamente a captação é online, mas os empreendedores precisam participar presencialmente do fórum. A ideia é que não necessariamente eles precisem estar ali presentes, mas que todas as startups tenham acesso aos investimentos de uma forma mais dinâmica.

Atrair mais fundos de investimentos – Camila acredita que existe um gap entre os investidores e empreendedores que receberam investimento de anjo. Como conseguimos otimizar o ciclo de investimento? Como fazer com que aquela empresa melhor capacitada seja melhor direcionada para ter contato com os fundos? Uma startup precisa de ciclos de investimento, por isso a ideia é trazer esses fundos de investimentos mais perto do Gávea Angels. A forma como isso será feita ainda está sendo decidida.

Trazer startups internacionais para o Brasil – Ao invés de termos que ir até o Vale do Silício ou para outro lugar para entender como outras startups e ecossistemas funcionam, a ideia da Camila é trazer startups internacionais para o Brasil, para que elas fiquem um período específico, trocando experiências com os empreendedores brasileiros. O grupo pretende implementar a ideia por meio de parcerias que já estão sendo firmadas.

“Quero que todo o processo se torne mais acessível e mais direto para os empreendedores e investidores”, comenta.

Camila é a primeira mulher à frente de um fundo de investidores-anjo no País e se sente lisonjeada pela confiança e respeito depositado, mas isso garante uma responsabilidade muito maior de trabalho para que realmente consigam evoluir com o cenário empreendedor brasileiro.

“Existem tantas boas investidoras anjo no Brasil, eu quero que elas participassem mais! Precisamos de mais mulheres liderando diversos tipos de fomento ao empreendedorismo”, provoca Camila. E por que precisamos de mais mulheres? Simplesmente porque já foi comprovado que as mulheres se inspiram em outras mulheres. “Não adianta querermos aumentar o número de empreendedoras se não temos mulheres investidoras para servirem como ponto de referência para quem está começando”.

E o que falta para que mais startups recebam investimento? Para Camila a resposta é educação e conhecimento! Ela acredita que estamos vivendo uma revolução, assim como aconteceu com a espécie humana. Como ainda é tudo muito novo, ambos estão amadurecendo, startups e investidores. “Talvez falte capacitação tanto dos empreendedores quanto dos investidores para efetivamente construir uma cadeia de valor e de investimento”.

Sobre a “banalização” do investidor anjo com o surgimento de cada vez mais eventos de captação de recurso e de equity crowndfundings, Camila destaca dois vieses: de certa forma essas iniciativas acabam ampliando o leque de oportunidades para os empreendedores, mas ali existem investidores que são meramente financeiros, com algumas exceções. Se esse ponto não for levado para as discussões e estratégias de negócio da startup, isso acaba sendo um ponto negativo.

Ela acredita que a proposta do equity crowndfunding tem muito a acrescentar, aumentando o número de investidores e incentivando o mercado, mas em algum momento será levantada a bandeira da necessidade da capacitação. Por que? Pois como em todo processo de investimento existem jargões e termos jurídicos, e os investidores precisam saber que podem não conseguir um retorno imediato. “É muito importante esse entendimento por ambas as partes, investidores e empreendedores. Eu como investidora, assumo o papel de capacitar os investidores, levantando todos os pontos que devem ser analisados”.

O Gávea Angels tem o perfil de investir em startups de todos os segmentos, desde que sejam negócios com alto potencial de crescimento e que possuam modelos já tracionados, mas não deixa de olhar projetos em fase pré-operacional, devido a pluralidade e diversidade de expertise dos investidores em sua rede.

Para se dedicar 100% ao Gávea Angels, Camila não está mais à frente do grupo Boxx, focado em soluções para alimentação para o varejo e serviço. Como Cofundadora do MIA – Mulheres Investidoras Anjo, ela continua participando das decisões, mas não tão ativamente no dia-a-dia. A partir de agora, a operação do MIA estará ligada a Anjos do Brasil com Maria Rita Spina, utilizando o mesmo modus operandi da associação.

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Startup marQ Systems recebe aporte de R$ 1 milhão de investidor anjo

O objetivo é expandir o investimento em até R$ 5 milhões. A startup voltada ao mercado de wearable devices possui planos de internacionalização dos produtos em 2016

Com o início das operações ocorrido em fevereiro de 2015, a marQ Systems, startup especializada no desenvolvimento de tecnologias vestíveis de monitoramento para animais de estimação, crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais recebeu aporte inicial de R$ 1 milhão, realizado por um investidor anjo ligado ao setor de telecomunicações. O objetivo é expandir o investimento em até R$ 5 milhões em 2016.

A quantia será utilizada para P&D, Capital de Giro e ações de marketing. Além do aporte, foram aplicados R$ 1 milhão para o desenvolvimento e fabricação da primeira solução de monitoramento da marca, o easepet, oriundo de investimentos próprios. “O aporte que recebemos consolida esta etapa da marQ coroando nossos esforços na identificação de nichos e criação de soluções que realmente façam sentido aos nossos clientes e que possam trazer retorno no cenário atual. Nossa primeira linha, por exemplo, é direcionada a um mercado que atravessa os anos de crise sem ser abalado: o de animais de estimação”, afirma Luciana Schavacini, sócia fundadora da marQ Systems.

O primeiro produto a ser lançado pela startup, o easepet, é voltado para o monitoramento de cães e gatos e visa atender a um mercado de produtos para animais de estimação em constante expansão, mesmo na crise financeira. Só no ano passado, foram gastos R$ 16,7 bilhões com produtos e serviços para os bichinhos – segundo levantamento pela Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). Ainda de acordo com o estudo, o segmento pet é responsável pela geração de mais de três milhões de empregos.

A escolha da linha de produtos e serviços da marQ Systems foi resultado de uma extensa pesquisa, com compras e análises de dispositivos em quatro continentes. “Após o easepet, lançaremos dois novos produtos e plataforma voltados para humanos. Em paralelo, expandiremos o easepet para outros países ainda em 2016, sempre analisando cuidadosamente as oportunidades para não perder o foco no seu principal mercado, que é o brasileiro. Temos, por exemplo, interessados em nosso know-how e produtos na América do Norte e Europa”, revela Daniel P. Rosenfeld, CEO da marQ Systems.

Fundada pelos sócios Luciana Schavacini, Tiago Albino e Daniel Rosenfeld, o diferencial da startup é oferecer inovação tecnológica por meio de gadgets vestíveis ligados à Internet das Coisas. Devido à lacuna de mercado, identificada pelos próprios sócios quando precisaram deste tipo de solução, por bons produtos que façam mais do que calcular calorias e atividade física, a marQ Systems foi criada e objetiva oferecer soluções com peso e tamanho reduzidos, aliadas a uma plataforma web e mobile intuitiva, e que também inclui funcionalidades complementares ao monitoramento.

“Pensando em easepet, o que torna a nossa solução exclusiva no mercado é ir além do rastreamento: estamos desenvolvendo parcerias dentro do mundo da medicina veterinária para que a plataforma seja também um canal de informação para os tutores dos animais, além de ser um meio de comunicação com o médico veterinário do pet”, finaliza o CEO.

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