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T2 Software lança plataforma de Internet industrial

A T2 Software anuncia o lançamento de sua plataforma de Internet industrial chamada Neosensor. A novidade traz uma nova realidade ao setor industrial e acelera a adoção de novas tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial com foco no aumento de produtividade. O principal atrativo é que a T2 Software oferece todo o processo em forma de serviço, desde o hardware até o software, diminuindo o investimento e agilizando a implementação.

Para o diretor da T2 Software, Rodrigo Klein, o Neosensor está totalmente alinhado no conceito da Indústria 4.0, que sugere fábricas cada vez mais inteligentes e que geram informações em tempo real para os tomadores de decisão. “Com a aplicação do IoT (Internet das Coisas) na concepção do Neosensor, temos uma nova dimensão na relação entre o que acontece no chão de fábrica e quem precisa tomar decisões. Com o Neosensor é possível ter informações em tempo real, agilizando a tomada de decisão e melhorando os processos. É literalmente a “fábrica falando” com os gestores sobre o estado dos seus processos e equipamentos”, explica o executivo.

Quando Klein usa a expressão “fábrica falando”, ele leva em consideração a velocidade com que os dados são processados e informados aos gestores. Se o sistema perceber uma mudança de comportamento em determinado conjunto de dados recebidos, como por exemplo uma sequência de paradas na linha de produção ou aumento de temperatura de um equipamento ou de uma área, o gestor passa a receber alertas informando os problemas e de que é preciso fazer ajustes, manutenções ou até mesmo troca de equipamentos. “E todo esse monitoramento é feito minuto a minuto, dando um panorama “realtime” da produção”, reforça Klein.

Implantação — A implantação também é outro ponto que chama atenção. Todo o sistema pode ser instalado em poucos dias. “Os equipamentos são todos sem fio e interligados via Rádio Frequência. Não é necessário investir em obras civis para passagem de cabos e, em muitos casos, nem é preciso se utilizar da infraestrutura de TI da empresa, pois o equipamento já coleta e transmite a informação para a nuvem por WIFI ou Rede GPRS. Essa informação poderá ser acessada por qualquer tipo de dispositivo”, explica Klein.

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Conferência traz uma das maiores autoridades globais sobre internet industrial

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A I Conferência Internacional da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII) será uma oportunidade ímpar para as empresas brasileiras ingressarem ou aprofundarem conhecimentos em relação à transformação digital que já está revolucionando a vida das pessoas e o ambiente dos negócios.

O evento será realizado nos dias 10 e 11 de maio em Joinville, Santa Catarina, paralelamente à Expogestão, um dos maiores encontros de negócios do Sul do país. Entre os palestrantes, uma das maiores autoridades globais da Internet Industrial – Richard Mark Soley, Presidente do Internet Industrial Corsortium, e Gilberto Peralta, Presidente da General Electric do Brasil.

Programação

No primeiro dia (10/5) a Conferência Internacional terá uma programação exclusiva para os cerca de 100 participantes. Serão duas palestras, “Internet Industrial e os impactos da transformação digital nos negócios e na vida das pessoas”, feita pelo presidente da ABII, José Rizzo, e “Criação e evolução do IIC”, por seu presidente, Richard Mark Soley. Criado há 3 anos, o IIC já reúne cerca de 300 empresas de 30 países, incluindo os grandes players mundiais do universo digital, como AT&T, IBM, GE e Intel.

Além das palestras, a programação de 10/5 inclui dois painéis, abordando questões práticas que geram dúvidas entre as empresas interessadas em inserir seus negócios nesta onda que está sendo chamada de Quarta Revolução Industrial: “A inserção na era Internet Industrial – e riscos em ficar de fora deste movimento” e “A aceleração da convergência entre tecnologia da informação (TI) e operação (TO)”. Haverá, também, um workshop, no qual empresas de manufatura e potenciais usuários identificarão e colocarão em análise ideias e necessidades ligadas à Internet Industrial, para que sejam discutidas com provedores de solução e, juntos, possam gerar um mini-projeto no formato testbed (experimentos).

O primeiro dia da Conferência Internacional da ABII encerra com os integrantes deste evento se unindo à plenária da Expogestão 2017 para assistir à palestra “Depois da Tempestade”, que será realizada pelo economista e apresentador do programa Manhattan Connection do canal GloboNews, Ricardo Amorim.

O segundo dia da Conferência Internacional ABII (11/maio) tem programação na parte da manhã, também integrada à Expogestão 2017. Serão realizadas palestras e painel com o tema “O novo mundo da Internet Industrial”, com Richard Soley (Presidente do IIC) e Gilberto Peralta, presidente da General Electric do Brasil.

Inscrições

Além dos membros da associação, a I Conferência Internacional ABII está aberta à participação de profissionais de outras empresas e entidades interessadas em ingressar na era da transformação digital. O ingresso do evento para não-associados terá investimento de R$ 900,00 e inclui almoço e happy hour no dia 10 de maio. As inscrições devem ser feitas pelo site www.abii.com.br, clicando no banner do evento.

Os participantes da I Conferência Internacional ABII interessados em assistir à programação da Expogestão 2017 no dia 9 de maio e no período da tarde de 11 de maio também podem adquirir um passe completo da Expogestão 2017, com investimento adicional de R$ 890,00.

Potencial da Internet Industrial

A Transformação Digital engloba tecnologias emergentes como inteligência artificial, nuvem, analytics, robótica avançada e internet das coisas. A aplicação isolada ou combinada destas tecnologias está criando novos modelos de negócio e tornando outros obsoletos.

É neste contexto que avança a Internet Industrial, conectando equipamentos e máquinas que operavam isoladamente e gerando grande volume de dados em tempo real. O tratamento dessa massa de dados por softwares de análise gera informações capazes de criar ganhos de eficiência e vantagens competitivas acentuadas para as empresas de diversos setores, como manufatura, transporte, geração de energia e cuidados com a saúde.

Especialistas estimam que até 2020 a Internet Industrial conectará 50 bilhões de coisas e que este mercado, nos próximos 15 anos, movimentará cerca de US$ 15 trilhões.

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Centro de Pesquisas da GE no Brasil exporta solução de Internet Industrial

Parte importante da transformação da GE na maior empresa digital industrial do mundo, o Centro de Pesquisas Global da companhia no Brasil se dedica a desenvolver soluções que otimizem a comunicação entre máquinas e pessoas para eliminar novos e antigos obstáculos e identificar oportunidades. O resultado desse trabalho é a primeira exportação de tecnologia desenvolvida pela unidade, que levará o conceito de fábricas inteligentes para Aberdeen, na Escócia.

“O time de pesquisadores da GE no Brasil explora o conceito de Big Data na automação da indústria, otimizando resultados de diferentes segmentos. Desde o ano passado, trabalhamos em um sistema capaz de rastrear e localizar ativos em tempo real em uma fábrica. O projeto piloto rodou em uma unidade da GE no interior de São Paulo e agora estamos exportando o mesmo conceito tecnológico para duas plantas da GE Oil & Gas, na Escócia”, explica Marcelo Blois, líder da área de Software & Analytics do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil.

O software irá monitorar e localizar as ferramentas que circulam entre as fábricas de Aberdeen e Montrose – cidades que ficam a cerca de uma hora de distância –, o que pode causar desde perdas até tempo ocioso de equipamentos na linha de produção à espera desses ativos. A expectativa é que, a partir de 2017, a nova tecnologia traga um benefício de £ 1,2 milhão por ano para as duas unidades juntas. “A solução da GE é o primeiro passo para que a cadeia de produção trabalhe de forma completamente conectada, possibilitando que a indústria atinja um novo patamar por meio da Internet Industrial”, afirma Blois.

Os primeiros testes foram iniciados em outubro deste ano na área de Test & Assembly da planta de Aberdeen, que produz equipamentos subsea como árvores de natal e cabeças de poço. A previsão é que a tecnologia seja completamente implementada no início do próximo ano e passe a funcionar em todos os departamentos das duas fábricas.

Aplicabilidade no Brasil

No Brasil, a tecnologia vem sendo utilizada para monitorar em tempo real os materiais em processo da unidade da GE Oil & Gas em Jandira (SP), proporcionando um controle de inventário muito mais ágil. “Cada ordem de produção aberta na fábrica significa ter quantidades diferentes de 20 a 30 componentes sendo processados dentro da planta. Antes do software, o inventário dos materiais em processo (WIP) era feito fisicamente, ou seja, contados de um a um, parando a unidade por três dias todos os anos”, esclarece Wilson Pedroni, gerente da planta de Jandira da GE Oil & Gas.

A planta do interior de São Paulo, que rastreia cerca de 4 mil ativos, agora é capaz de reduzir o tempo de inventário dos materiais em processo para um único dia, economizando aproximadamente US$ 300 mil por ano. Além disso, a análise do posicionamento e tempo de permanência das peças nos diferentes lugares da fábrica podem indicar gargalos nos processos fabris e apontar oportunidades de melhorias.

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Hannover Messe: Deutsche Telekom apresenta plataforma de IoT

A Deutsche Telekom está anunciando novas plataformas, parceiros e produtos durante a Hannover Messe. A maior e mais importante feira industrial do mundo abriu suas portas na última segunda-feira, 25. Em sua terceira participação no evento, a Deutsche Telekom demonstra como é simples iniciar um projeto de Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial. Como no Cebit, o slogan da companhia é: “Digitization. Simply. Make it happen.”

Para levar pequenas e médias empresas para a era da Internet Industrial, a Deutsche Telekom vai trabalhar com um mix formado por 80% de pacotes padronizados e 20% de soluções customizadas. “Nosso conhecimento em diversas áreas, da conectividade de redes a análise de dados, passando pela integração de sistemas, faz com a IoT seja um território familiar”, diz Anette Bronder, diretora da T-Systems e, há nove meses, a responsável pela Divisão Digital do grupo. “O mercado agora está começando a se interessar, com clientes realizando testes parta entender o que é possível. Projetos pilotos rapidamente se tornarão amostras de soluções para o setor industrial e, depois, em produtos padronizados. Só é preciso começar”.

Para ajudar os clientes a começarem rapidamente seus projetos de Internet Industrial, a Deutsche Telekom está apresentando o “Cloud of Things Starter Kit” na feira de Hannover. O kit contém software, sensores que reúnem dados e um SIM card para transmissão de dados e acesso à plataforma de cloud da DT para o processamento destes dados.

O kit pode ser utilizado, por exemplo, para monitorar a temperatura de uma máquina ou os movimentos de um equipamento de construção, tudo em tempo real. Os clientes podem facilmente utilizar e instalar o serviço, cuja estruturas de preço consiste basicamente de um valor base, acrescido de uma taxa por utilização.

Os clientes que quiserem ir além do simples monitoramento e quiserem controlar seus equipamentos remotamente, receberão da Deutesche Telekom o “Predictive Maintenance Kit” por um preço fixo. A oferta completa oferece suporte a automação de processos de manutenção, da análise de danos e desgaste da máquina até a conclusão de um pedido de serviço. A análise de dados também pode ressaltar pontos específicos, permitindo aos usuários prever danos potenciais antes que ocorram. De acordo com a companhia, a manutenção preditiva tem o potencial de reduzir os custos de manutenção em até 30%.

Para criar uma plataforma de IoT confiável, o grupo está reforçando o conceito de neutralidade de fabricantes, como fez com cloud computing, e formando parcerias com líderes de mercado como Microsoft, Cisco, Huawei e SAP. Destas parcerias surgirão novas ofertas, como a Predix, uma plataforma em nuvem para dados industriais e análise de dados criada pela GE Digital.

Com o conhecimento industrial da GE e as funcionalidades de conectividade, operação de TI e segurança da Deutsche Telekom, os dois parceiros poderão oferecer ao mercado uma solução one-stop para inovação digital em segmentos como manufatura, transportes, energia e saúde.

“A tarefa agora e mover os serviços de digitalização dos laboratórios para a vida real”, afirma Bronder. Para a executiva, a complexidade da digitalização ainda assusta muitas empresas: de um lado, o número de fornecedores vem crescendo rapidamente, dificultando a tomada de decisões. De outro, a conexão de indústrias vai além da cadeia de valor de cada empresa, obrigando que, antes de mais nada, estas companhias construam relações de confiança entre si.

É aqui que a Deutsche Telekom afirma ter uma proposta única de valor. “Ninguém é capaz de implementar o conceito de Internet das Coisas por conta própria. É por isso que estamos investindo em um ecossistema de plataformas, parceiros e produtos que nos permita oferecer aos nossos clientes uma solução completa, fim a fim, de modo simples”, explica Bronder.

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