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Hitachi Vantara recebe o prêmio IoT Breakthrough

A Hitachi Vantara, subsidiária integral da Hitachi, Ltd. (TSW:6501), anunciou que a plataforma Lumada, de IoT, foi contemplada com o Prêmio de Inovação em IoT 2018 como a Solução Empresarial do ano pela IoT Breakthrough.

O programa IoT Breakthrough Awards reconhece tecnologias inovadoras e empresas exemplares que estão conduzindo a inovação no mercado de internet das coisas (IoT). O programa deste ano atraiu mais de 3.000 nomeações globalmente em uma ampla gama de categorias, incluindo IoT industrial e empresarial, cidade inteligente, casas conectadas e automação residencial, carro conectado, entre outras. Todas as indicações do prêmio foram revisadas e avaliadas por um painel de especialistas na indústria de IoT, sendo o candidato mais marcado eleito o vencedor em cada categoria.

Atualmente os dados são gerados mais rápido do que nunca, já que um número cada vez maior de dispositivos, negócios criados com propósitos específicos e máquinas industriais estão conectados à internet. Muitas empresas enfrentam um formidável desafio de três frentes: elas devem gerenciar e analisar o volume, a variedade e complexibilidade de dados gerados de fontes diferentes, tanto na borda quanto no núcleo, e então extrair insights para gerar valor comercial. Foi com esses desafios em mente que a Hitachi desenvolveu a Lumada.

“No centro do crescimento explosivo da tecnologia IoT, em todo o mundo há uma montanha de dados que manifesta a principal oportunidade para as empresas acessarem informações críticas para melhorar seus serviços e produtos”, diz James Johnson, diretor geral do IoT Breakthrough. “A plataforma Lumada da Hitachi fornece uma solução abrangente que ajuda as empresas a enfrentarem o desafio de gerenciar e analisar dados de IoT e seus recursos conectados. Nós estamos entusiasmados por reconhecer o sucesso dos esforços da Hitachi com o IoT Breakthrough Award como a Solução Empresarial em IoT do ano”.

A Lumada ajuda os clientes empresariais e industriais a misturararem dados humanos, de máquinas e de TI para obter uma visão de 360 graus de suas operações e ativos conectados, além de apoiar uma tomada de decisão mais inteligente e melhores resultados comerciais. Ela pode ser implantada no local, na nuvem ou em ambientes híbridos. Sua arquitetura modular e altamente adaptável permite complementar facilmente os investimentos existentes em infraestrutura de dados e ambientes de TI dos clientes. Ela ainda fornece um modo simples de ajudar clientes empresariais e industriais a colocarem mais rapidamente seus negócios e operações de dados para trabalhar, alcançar insights mais aprofundados e perceber todo o potencial das soluções de IoT.

“A Hitachi se sente honrada em ser reconhecida pelo IoT Breakthrough e parabenizamos nossos companheiros”, diz Brad Surak, CP e SO da Hitachi Vantara. “As muitas capacidades inovadoras da plataforma Lumada não seria possível sem as aprendizagens e conhecimentos adquiridos na co-criação de soluções IoT com nossos clientes. Eles são os verdadeiros pioneiros da era IoT e nós somos privilegiados pela parceria para desenvolver soluções orientadas por dados que estão mudando o jeito com que seus negócios – e o mundo – trabalham”.

Os vencedores do IoT Breakthrough Award foram anunciados em 4 de janeiro de 2018. Para ver a lista completa de homenageados, visite http://www.prweb.com/releases/2018/01/prweb15055010.htm.

Para conhecer mais sobre a plataforma de IoT Lumada da Hitachi, visite https://www.hitachivantara.com/en-us/products/internet-of-things/lumada-ecosystem/iot-platform.html.

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Carência de habilidades no setor de agritech está atrasando a inovação em IoT, segundo pesquisa da Inmarsat

Mais de 60% das empresas respondentes alegam precisar de mais funcionários qualificados para aproveitarem ao máximo as oportunidades oferecidas pela tecnologia

O potencial da tecnologia da Internet das Coisas (IoT) para impulsionar a inovação, a eficiência e o aumento da produtividade no setor agrícola corre risco, uma vez que as empresas de agritech estão necessitando requalificar com urgência seus atuais funcionários e embarcar em campanhas de recrutamento para garantir que possam contar com as capacidades específicas para continuarem a se desenvolverem. De acordo com uma pesquisa independente encomendada pela Inmarsat, enquanto a grande maioria das empresas de agritech se movem em direção à adoção da IoT, uma parte significativa delas não possui o pessoal ou as habilidades necessárias para aproveitar a tecnologia.

A Vanson Bourne, especialista em pesquisa de mercado, entrevistou profissionais de 100 grandes empresas de agritech em todo o mundo e mostrou que, enquanto mais de 46% das empresas desse setor relataram uma implantação total de soluções IoT e 16% outras iniciaram uma implantação parcial, muitas não possuem hoje as habilidades necessárias para fazer isso de forma eficaz. Além disso, as empresas precisam elevar suas habilidades no nível estratégico, no qual 65% dos entrevistados identificaram uma insuficiência, bem como na administração e entrega da implantação da IoT, para o qual mais de 50% dos entrevistados disseram que faltava pessoal.

A pesquisa também elenca os conhecimentos específicos de IoT que faltam para as empresas de agritech. Cerca de 55% destas relataram uma falta de pessoal de segurança cibernética; já para 53%, necessidade de habilidades de ciência analítica e de dados é um fator preocupante.

Chris Harry-Thomas, diretor de Desenvolvimento Setorial de Agricultura da Inmarsat, comentou a respeito dos resultados: “A IoT é a linha de frente da Quarta Revolução Agrícola, e fornece um sistema nervoso digital com uma rede de dispositivos e sensores conectados e automatizados. Os agricultores estão utilizando essas tecnologias para melhorar drasticamente a eficiência e a precisão de suas operações, automatizando os sistemas de irrigação de modo que a água só seja entregue onde for necessária, e otimizando a fertilização para melhorar os rendimentos”.

“Enquanto a automação desses processos reduz a necessidade de intervenção manual no campo, ela está criando novas necessidades de funcionários qualificados em áreas como análise de dados e segurança cibernética que, como já vimos em nossas pesquisas, faltam hoje no setor”.

“Com a transformação digital em pleno andamento, muitos setores tradicionalmente mecânico-físicos como a agricultura estão correndo para recrutar especialistas digitais para apoiar suas ambições de IoT. Competir com as empresas de tecnologia do Vale do Silício na busca de pessoal qualificado será um desafio para o setor de agro tecnologia, mas à medida que essas empresas decidam assumir o ônus da segurança de dados para aumentar sua participação de mercado no setor, torna-se fundamental que recrutem pessoal com a capacidade de fazê-lo”.

Chris conclui afirmando que o estabelecimento de parcerias estratégicas com terceiros pode ajudar as empresas de agro tecnologia a fecharem as lacunas em suas carteiras de habilidades de IoT: “As empresas precisam aprimorar o seu pessoal existente e atrair novos talentos, se quiserem desenvolver soluções IoT bem-sucedidas. No entanto, no prazo mais longo, o foco deverá ser no estabelecimento de parcerias estratégicas com especialistas de IoT. Com maiores economias de escala, parceiros especializados podem projetar soluções complexas de IoT em múltiplas redes de comunicação, incluindo dados de satélite e celulares, para implantar redes IoT sofisticadas e automatizadas em todo o setor agrícola”.

Para ver o hotsite da pesquisa e baixar o relatório ‘The Future of IoT in Enterprise’ completo (em inglês) acesse: http://research.inmarsat.com/.

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Embratel e T-Systems anunciam parceria para oferecer conectividade IoT no Brasil

A Embratel e a T-Systems acabam de anunciar uma parceria para oferta de conectividade IoT (do inglês, Internet das Coisas) para o mercado brasileiro. O acordo vai permitir a oferta, no Brasil, do IoT Service Portal, já disponibilizado pelo Grupo Deutsche Telekom em diversos mercados globais, incluindo Europa, Estados Unidos e China.

Como resultado, a T-Systems Brasil, braço da Deutsche Telekom para oferta de serviços corporativos e soluções e serviços globais de TIC, e a Embratel, líder em telecomunicações e com forte atuação em mobilidade corporativa e em TI, estão anunciando um acordo que vai permitir a comercialização de conectividade IoT no mercado brasileiro. Por meio da parceria, a T-Systems Brasil vai utilizar a rede da Embratel/Claro, tornando-se uma MVNO (Mobile Virtual Network Operator). A oferta do serviço começa no início de 2018.

“Atualmente, toda grande companhia precisa de conectividade para os aplicativos IoT que estão procurando implementar. Certamente nossa parceria com a Embratel vai permitir à T-Systems Brasil e ao Grupo Deutsche Telekom trazer serviços inovadores para o mercado brasileiro”, afirma Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil.
“Por meio desta parceria, a T-Systems terá acesso à melhor tecnologia do mercado. Com o suporte da Embratel, a T-Systems terá conectividade, disponibilidade e qualidade de rede para suportar as operações de IoT de seus clientes globais no Brasil”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.
O IoT Service Portal, da Deutsche Telekom, permite aos seus usuários operar e controlar, em tempo real, comunicações M2M (Machine-to-Machine), permitindo às áreas de negócios monitorar todos os seus cards M2M com seus correspondentes planos de dados e volumes de transmissão.

Além disso, os usuários podem ativar, bloquear ou desabilitar seus SIM Cards M2M e também mudar seus planos de dados e funcionalidades. Para controlar a transmissão de dados, eles podem criar alertas para cada card, recebendo notificações automaticamente. O portal é acessível por meio de uma conexão segura e suas funcionalidades podem ser facilmente integradas com ambientes de TI já existentes graças a APIs (Application Programming Interfaces) que podem ser utilizadas automaticamente.

Conectividade IoT em diferentes indústrias e fronteiras

Mais e mais companhias de setores como o automotivo, energia, saúde e transporte vem operando internacionalmente, enfatizando a necessidade de integração das soluções locais de IoT com um contexto global. Estas empresas levam a integração móvel, com os mais diferentes tipos de equipamentos IoT, às suas sedes, permitindo o acompanhamento de consumo de dados em tempo real, ou o controle remoto de máquinas, monitorando sua operação. Por isso, o IoT Service Portal da Deutsche Telekom foi desenvolvido com estes desafios em mente, oferecendo conectividade gerenciada em todo o mundo.

Mais informações sobre o IoT Service Portal da Deutsche Telekom e suas ofertas dedicadas podem ser obtidas em: http://iot.telekom.com/en/

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PTC investe na região Latam e contrata Abel Roberth Jr. e Soraia Teixeira

A PTC (Nasdaq: PTC), empresa de tecnologia fornecedora de soluções de Internet das Coisas, Realidade Aumentada, PLM (Product Lifecycle Management) e Indústria 4.0, anuncia a contratação de Abel Roberth Junior e Soraia Teixeira.

Abel, é o novo Executivo Sênior de Contas Estratégicas da PTC para a região Sul da América Latina, que inclui Brasil, Argentina, Chile, Uruguai Bolívia e Peru. Ele irá coordenar a expansão da PTC nos mercados de telecomunicações, seguros e bancos.

Abel é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Mackenzie e em Estratégia de Transformação Digital pela Universidade de Boston. Com mais de 16 anos de experiência desenvolvendo grandes e importantes negócios para empresas como a Compaq, TNL Group, Oracle e IBM, tem forte experiência na venda de soluções para diferentes indústrias como Bancos, Serviços Financeiros, Seguros, Telco e Utilities. Sua mais recente atividade foi na IBM como Hybrid Cloud Executive focado em SaaS, IaaS e IA Solution Sales.

Já Soraia Teixeira, irá atuar em pré-vendas na América Latina com a função de Especialista Técnica apoiando a equipe comercial no desenvolvimento de novos negócios nas áreas de IOT e inovação digital junto aos diferentes mercados de atuação da empresa.

Soraia é PHD em Engenharia pela USP e tem mais de 13 anos de experiência em gestão de equipe, consultoria e coordenação de projetos de diferentes complexidades nas áreas de inovação e automação industrial (sistemas HMI/SCADA, PIMs, gerenciamento de batelada e MES). Sua última atuação foi na Softtek na posição de arquiteta de soluções para definição e planejamento de processos e soluções técnicas relacionadas à eficiência operacional, IIOT (Industrial Internet of Things), ambiente cloud, gestão de consumo de energia e projetos de sistemas de execução de fabricação.

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5 previsões para a Internet das Coisas em 2018

A tecnologia conhecida como Internet das Coisas (IoT) está se tornando cada vez mais popular mundialmente. E no Brasil não é diferente. Em 2017, foi possível acompanhar a evolução das conexões entre máquinas, que passaram a ser adotadas em grandes empresas brasileiras, como bancos, operadoras de telefonia e, principalmente, varejistas.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil fechou o mês de outubro de 2017 com 14,8 milhões de conexões máquina a máquina (M2M), usadas em diversas aplicações. Isso representa um crescimento de 20,1% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

Segundo Gabriel Dias, PhD em IoT e líder de projetos da Semantix, empresa especialista em Big Data, Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Análise de Dados, o ano de 2018 será especialmente relevante para o caminho de consolidação da tecnologia. O especialista listou cinco previsões que devem permear esse tipo de conexão nas suas mais diversas aplicações. Veja:

1. Soluções de IoT para área rural e indústria de base irão despontar no Brasil

O primeiro grande fator de impacto nas tendências do ano que vem é o Plano Nacional de IoT, elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O documento apontou que os setores rurais, sustentados pelo agronegócio, e as indústrias de base possuem uma alta capacidade de desenvolvimento, uma vez que são responsáveis por grande parte do PIB nacional. Podemos esperar programas de investimento do BNDES que incentivem novos negócios na área agrícola e nas indústrias de base.

2. Serviços baseados em IoT melhorarão a experiência do cliente

Com a chegada de novos dispositivos e serviços no mercado brasileiro, grandes empresas investirão no marketing para melhorar a experiência dos clientes do varejo. Por exemplo, ao chegar em um estabelecimento, o cliente poderá receber um alerta sobre a promoção de um produto que ele demonstrou interesse quando visitava a loja virtual.

3. As leis europeias deverão permitir a comercialização de dados IoT

Quase metade dos analistas de dados de empresas americanas dizem que já comercializam seus dados, enquanto que apenas 35% da França e 38% da Alemanha o fazem. Reconhecendo este atraso, a Comissão Europeia emitirá orientações para incentivar o uso de tecnologia avançada e estimular a economia de dados. Incentivado pelo avanço europeu, o Brasil deverá evoluir com o projeto de lei PL 5276/2016, que trata da comercialização de dados pessoais.

4. Os wearables ainda não serão adotados por todos

Em 2018, os dispositivos vestíveis – ou wearables – irão crescer. Mas ficarão ainda longe de uma adoção completa. De acordo com a consultoria Gartner, serão comercializados cerca de 347 milhões desses dispositivos em todo o mundo. Até 2021, esse número ultrapassar os 500 milhões. No entanto, a Forrester Research, através de um relatório publicado em Novembro, prevê que, diferente dos aparelhos celulares, os relógios inteligentes, o mais difundido dos wearables, ainda devem ficar restritos a um grupo restrito de pessoas. No Brasil, os valores dos smartwatches ainda são altos e as vendas ainda são modestas, mas já existem opções que começam a ficar mais comuns nos grandes centros urbanos.

5. A adoção de IoT baseada em blockchain aumentará 5%

O blockchain, tecnologia usada para processar as transações das criptomoedas, como o Bitcoin, ainda não está pronto para implantações em larga escala que exigem confiabilidade, estabilidade e integração com a infraestrutura tecnológica existente. Mas, ideias promissoras estão começando a surgir e a evolução das tecnologias impulsionarão a adoção de blockchain em 2018.

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