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Intel colabora com universidades no desenvolvimento de três centros de machine learning no Brasil

A Intel trabalha em parceria com universidades e empresas para desenvolver três centros de excelência em Aprendizagem de Máquinas no Brasil. Serão dois centros em São Paulo juntamente com a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e a Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de um no Rio de Janeiro com a empresa AI2Biz. Os projetos têm o objetivo de colaborar com a indústria e comunidade científica na solução de problemas complexos através do uso de Inteligência Artificial.

A Intel também oferece, por meio desta iniciativa, workshops, ministrados pelas universidades, a toda comunidade científica e de desenvolvedores de software com a finalidade de ressaltar todo o potencial da inteligência artificial no aprendizado de máquinas. Os centros também vão colaborar com clientes da Intel em realizações de provas de conceito, projetos piloto e soluções para diferentes verticais da indústria. Atualmente, há projetos em andamento na área financeira e no setor de petróleo e gás.

“A aplicação de inteligência artificial nos negócios tem um enorme potencial no Brasil. Com esses projetos, estamos acelerando o poder e a velocidade de análise de dados por meio de uma contínua evolução da computação de alta performance, big data e inteligência artificial. A aprendizagem de máquinas cria um mundo mais inteligente e conectado para todos nós”, avalia Mauricio Ruiz, diretor geral da Intel Brasil.

A Intel fornecerá aos projetos de machine learning ferramentas completas para trazer performance às aplicações de Big Data, como Intel Python Distribution, Intel Math Kernel Library e Intel Data Analytics Acceleration Library, que são fundamentais para extrair todo paralelismo dos processadores Xeon e Xeon Phi. Os Centros terão contato com engenheiros de software da Intel de diversos países e contarão com suporte técnico personalizado.

Os centros de machine learning fazem parte de uma iniciativa global da companhia, chamada Intel AI Academy, que visa prover capacitação em Inteligência Artificial para estudantes de Cursos de Computação (Ciência, Engenharia e correlatos) e desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial. As tecnologias de Big Data que fazem uso de algoritmos de Inteligência artificial geralmente demandam grande poder computacional e máquinas de alto desempenho. Os centros de excelência também contarão com ferramentas como o Intel Deep Learning SDK, que facilita o processo de desenvolvimento de aplicações, aumentam a produtividade e aceleram o time-to-market em aplicações de redes neurais profundas (ou Deep Learning).

“As maiores empresas de software do mundo estão desenvolvendo ferramentas de inteligência artificial e disponibilizando essa tecnologia para toda a comunidade. A proposta da Intel de otimizar essas ferramentas para sua arquitetura e estabelecer parcerias com universidades para a validação e difusão desse conhecimento é estratégica para sua liderança no desenvolvimento e produção de processadores”, explica o Prof. Dr. Leandro de Castro, Coordenador do Laboratório de Computação Natural e Aprendizagem de Máquina (LCoN) da Universidade Mackenzie.

“Esta iniciativa conjunta da Intel e AI2Biz Lab (www.ai2bizlab.com.br) disponibilizará recursos técnicos orientados a projetos de Inteligência Artificial, cada vez mais exigidos nos ambientes corporativos, além de criar vínculos com os meios acadêmicos de pesquisa. Nossa missão é tornar as tecnologias de IA não só acessíveis, como aplicáveis aos objetivos de negócios nas mais variadas industrias, observando suas peculiaridades, e promovendo de forma customizada melhorias na eficiência operacional dos clientes, e ganhos reais pelo uso otimizado de recursos.”, reitera Francisco Dutra, CEO da AI2Biz Lab.

“Além de problemas de ciência básica deveremos atacar algumas áreas com forte impacto socioeconômico, como diagnósticos através da análise de imagens médicas e melhoria dos agronegócios com imagens de satélites” disse Sérgio Novaes, diretor científico do Núcleo de Computação Científica (NCC) da Unesp.

Referência à arquitetura da Intel em Inteligência Artificial.
https://software.intel.com/pt-br/ai

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Liga Ventures e Intel anunciam programa para startups ligadas a Internet das Coisas

A Liga Ventures, aceleradora de startups especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações, oficializou, nesta quinta-feira (23), a criação da Liga IoT, uma plataforma de inovação aberta que vai prospectar, selecionar e acelerar startups ligadas à Internet das Coisas. As inscrições para o primeiro ciclo de aceleração já estão abertas. A vertical temática contará com grandes parceiros corporativos e o primeiro a aderir ao programa é a Intel.

O principal objetivo da plataforma é conectar grandes empresas a startups do setor para que explorem oportunidades de negócio ou testem novas tecnologias em conjunto. A Liga IoT cria um ecossistema que foca em compreender e antecipar a revolução que a Internet das Coisas está trazendo para diversos setores como agricultura, varejo, indústria, automação de casas e edifícios e cidades inteligentes.

A Intel está engajada na iniciativa que irá abrir portas para que startups possam testar novas soluções e explorar oportunidades de negócios com seus clientes e parceiros. “Acreditamos no trabalho de startups como uma maneira de acelerar a chegada da Internet das Coisas no Brasil. Como se trata de um mercado novo e de alto potencial, há um enorme espaço para tomar à frente da inovação e gerar produtos e serviços de alto valor agregado”, comenta Maurício Ruiz, diretor geral da Intel Brasil. “A Intel desenvolve soluções de hardware e software para Internet das Coisas que são referência mundial. Através da Liga IoT, podemos utilizar esses recursos para apoiar os empreendedores que irão fazer a diferença no futuro.”

A iniciativa se soma a outros programas que a Liga Ventures possui com empresas como Porto Seguro, AES Brasil, EMBRAER e Mercedes-Benz. “Para nós, é muito importante ter a Intel como grande parceira na Liga IoT. Estamos seguros de que juntos ofereceremos muitas oportunidades para os empreendedores que participarem do programa” é o que diz Rogério Tamassia, Sócio-diretor da Liga Ventures.

A plataforma Liga IoT

Serão selecionadas 5 startups de hardware ou software com soluções em Internet das Coisas em temas como agricultura, varejo, indústria, veículos conectados, automação de casas e edifícios, cidades inteligentes e outros.

As startups passarão por um programa de aceleração de quatro meses em São Paulo. Durante esse período, vão ter acesso a tecnologias e executivos da Intel, com quem podem explorar sinergias e oportunidades de negócio, além da rede de mentores da Liga Ventures e a amplo networking com potenciais parceiros e investidores.

Os principais objetivos são desenvolver o ecossistema de IoT no Brasil e explorar novas oportunidades de negócio. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups.

As inscrições para o 1° ciclo de aceleração da Liga IoT já estão abertas e vão até o dia 03 de abril. Startups e grandes empresas que queiram saber as novidades dessa iniciativa podem acessar o site http://liga.ventures/iot.

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Intel e FAPESP irão financiar pesquisa em criptografia pós-quântica

A Intel Brasil e a FAPESP lançaram uma chamada para propostas que investigam a implementação de hardware em criptografia pós-quântica. O edital financiará a pesquisa acadêmica em instituições de ensino superior e de pesquisa no Estado de São Paulo. As propostas selecionadas terão financiamento de até dois anos, renováveis caso apresentem progresso e comprometimento contínuo na direção da pesquisa.

A criptografia pós-quântica busca o desenvolvimento de algoritmos de tempo polinomial, que servem para resolver os problemas matemáticos ultra complexos que permeiam a criptografia moderna de chaves públicas, como a fatoração de números inteiros, logaritmos discretos, ou logaritmos discretos com curvas elípticas. A criptografia pós-quântica explora algoritmos de chave pública alternativos que possam apresentar resistência a ataques de computadores quânticos.

A computação quântica é uma das grandes promessas da tecnologia e uma área em franco crescimento. Na computação clássica, os bits retêm um entre dois estados, “ligado ou desligado”, ou “0 ou 1”. Já na computação quântica, os chamados qubits podem existir em um ou mais estados simultaneamente. Um computador quântico com n qubits pode suportar 2n estados ao mesmo tempo. O resultado final são computadores com capacidade para realizar cálculos muito mais complexos do que os computadores atuais e em um intervalo de tempo menor.

O uso de computadores quânticos também necessita uma revisão de toda a base de algoritmos e métodos criptográficos existentes. Os sistemas criptográficos atuais são baseados na dificuldade de se resolver equações polinomiais, na complexidade exponencial da fatoração em números primos ou em códigos de correção de erros. Como os computadores quânticos são muito mais complexos do que um computador comum, eles precisarão usar novos métodos criptográficos, chamados de pós-quânticos.

Apesar de já existirem linhas de pesquisa em algoritmos pós-quânticos, é necessário um trabalho adicional para entender os aspectos de sua implementação em hardware. É este trabalho que será o foco das pesquisas financiadas pela Intel e pela FAPESP.

São elegíveis pesquisadores brasileiros de Ensino Superior vinculados a instituições de pesquisa no Estado de São Paulo. Requisitos adicionais, condições e restrições do Programa FAPESP de Pesquisa Cooperativa para Inovação Tecnológica (PITE) descrito no www.fapesp.br/pite são aplicados ao edital 9719. O prazo de inscrições encerra em 13 de novembro de 2015 e a chamada está disponível em: www.fapesp.br/9719.

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Computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a taxa oficial de inflação no Brasil, contabiliza um aumento de 81,04% no custo de vida dos brasileiros nos últimos 10 anos². Os computadores, entretanto, puxados por iniciativas públicas e privadas, teve uma das maiores quedas de preço entre os eletroeletrônicos na última década, com o preço médio caindo em 61,32%.
De uma forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo na média. O computador fica ainda abaixo desse índice, graças a uma série de fatores que incluem a isenção de impostos sobre os produtos de informática; aumento da fabricação local de componentes; queda do dólar; aquecimento da economia local e o próprio aumento da escala do mercado brasileiro, que hoje disputa as primeiras posições mundiais em consumo de PCs.
Como base de comparação no mesmo período, o preço do carro novo teve um aumento de 6,23% no mesmo período. Mesmo com aumento no volume de vendas e queda no IPI (Imposto sobre Produto Industrializado). “A queda de preço do computador, aliado à maior diversificação dos produtos no mercado brasileiro e um esforço conjunto de todo o ecossistema tornaram o projeto de inclusão digital do Brasil um estrondoso sucesso – nunca o computador foi tão acessível para as camadas mais baixas da população”, comentou Fernando Martins, presidente da Intel Brasil. “Dez anos atrás, ter um computador em casa era o sonho de muitas famílias na classe C. Hoje, este sonho nunca esteve tão próximo da realidade.”

A queda no preço significa que até mesmo computadores com a mais recente tecnologia estão disponíveis a um preço acessível para a população. Enquanto em 2003 um computador com configuração básica, equipado com processador Intel Celeron de 1.3 GHz, 128 MB de memória e sistema operacional Windows XP, custava entre R$ 1.890 a R$ 2.300 no grande varejo, atualmente já é possível adquirir computadores modernos, com tela sensível ao toque e o novo sistema operacional Windows 8 por preços que começam a partir de R$ 1.300,00.
Segundo Fernando Martins, presidente da Intel Brasil, essa drástica redução no preço dos computadores é possível porque com o aumento do número de pessoas com renda para consumir tecnologia, é possível reduzir o preço ao consumidor. “Atualmente, o consumo de produtos eletrônicos e de tecnologia crescem no Brasil porque estão bem no alto da lista de prioridades de consumo das famílias”, afirma o presidente.

Acumulado jan 2003 a abril 2013

Índice geral 81,05%

TV, som e informática -52,62%
Microcomputador -61,32%
Veículo próprio 27,67%
Automóvel novo 6,23%
Compra de automóvel usado -18,58%

*fonte: IBGE

Mais acessibilidade atrai as classes C e D

Em pesquisa recente realizada pela Intel famílias das classes ABCD em que as pessoas já utilizam computadores, seja no trabalho, em LAN Houses, ou na casa de familiares e amigos – 24% das famílias ainda não possuem computador . Para essas famílias, o computador é a compra mais adequada por atender de forma completa às necessidades de todos os membros da família.

Entre essas famílias que ainda não possuem computador em casa, 46% pretendem comprar um dentro de 18 meses. Dessas, 52% consideram comprar um notebook e 48% consideram a compra de um desktop; enquanto apenas 8% pensam no tablet como o primeiro dispositivo computacional e 5% consideram a compra de um smartphone.

O computador figura como prioridade nas compras de eletrônicos dessas famílias, e seis em cada dez entrevistados declararam sua intenção de comprar um computador ainda em 2013.“O que torna o computador atraente para as famílias na classe C e D não é somente o preço, que nunca esteve tão acessível, mas também a capacidade do computador de mudar a realidade das famílias, por meio do acesso à informação, educação, lazer e cultura”, afirmou Fernando Martins. “O investimento realizado em um computador retorna de muitas maneiras, tornando a compra uma prioridade para o brasileiro médio.”

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Intel lança concurso de tecnologias inovadoras de interação

A Intel Brasil está à procura de desenvolvedores de software empenhados em criar a próxima geração de interfaces interativas, utilizando as novas tecnologias de interação da Intel – denominadas Perceptual Computing ou Computação Perceptual.

A tecnologia de Perceptual Computing irá mudar a forma como interagimos com os computadores, ao adicionar recursos importantes como reconhecimento de gestos, voz e expressões faciais, além de realidade aumentada, ao conjunto de ferramentas que utilizamos atualmente para interagir com os computadores. Com o Perceptual Computing, os desenvolvedores de software ganham novas ferramentas para criar experiências interativas realmente inovadoras para os usuários.

Para participar, os desenvolvedores podem se inscrever no site Perceptual Challenge Brasil da Intel e submeter uma ideia de um aplicativo que utilize os recursos de tecnologia Perceptual: reconhecimento de gestos, rastreamento e identificação de faces, reconhecimento e síntese de voz ou realidade aumentada. As 30 melhores ideias passam para a fase dois do concurso.
Os 30 desenvolvedores que encaminharem as melhores ideias receberão uma “Camera Creative Interactive Gesture Developer Kit” capaz de aproveitar todos os recursos da tecnologia Perceptual. De posse deste kit os desenvolvedores poderão colocar suas ideias em prática na criação do aplicativo submetidos. Ao final do concurso cultural, os dez melhores aplicativos criados irão receber prêmios como Ultrabooks™ e smartphones com Intel Inside e apoio de marketing e promoção dos apps, oferecidos pela Intel.
“Faz parte do compromisso da Intel com a comunidade de desenvolvedores do Brasil trazer o que existe de mais avançado em tecnologia para que nossos profissionais possam se tornar referências globais em inovação e tecnologia” disse Juliano Alves, gerente de marketing de software na Intel Brasil. “Com esse concurso cultural, estamos identificando os grandes talentos do software no Brasil que irão ajudar a criar uma nova realidade de software interativos.”

Para participar do Intel Perceptual Challenge Brasil, acesse o site da Intel. Os projetos podem ser cadastrados até o dia 24 de junho de 2013.

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