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Bancos Conectados: o futuro das instituições financeiras – Por Ricardo Munhoz

Muitos bancos já utilizam ou experimentam tecnologias inteligentes, oferecendo serviços cada vez mais exclusivos, rápidos e eficientes. Montar uma estratégia digital faz com que o banco torne-se cada vez mais competitivo no mercado diante dos seus concorrentes, além de fidelizar as novas gerações e acompanhar o processo de transição dos que não estão acostumados com o universo digital.

A criação de um Banco Conectado, que segue ganhando força nos mercados pela proposta de integrar todas as áreas, deve sempre começar pela estratégia prioritária, seja ela a receita, uma redução de custos ou uma inovação imprescindível ao mercado. Abaixo, listei seis pontos de partida que podem ajudar a iniciar rapidamente a jornada das instituições financeiras para o modelo operacional de Banco Conectado:

Relações melhores e mais proveitosas

Integrar os clientes de modo a aprimorar a lucratividade e encorajar a lealdade com ofertas abrangentes, definição de preços em tempo real e produtos dinâmicos.

Melhor experiência do cliente

Engajar os clientes por meio de interações personalizadas da próxima geração e permitir que gerenciem seus assuntos financeiros como quiserem.

Aumento da eficiência dos processos

Criar com rapidez a melhor relação custo/benefício, permitindo inovação em escala industrial, novas plataformas e operações baseadas em indicadores de desempenho.

Adoção de novas tecnologias

Reduzir o custo de TI com tecnologia sob demanda, agilizando a comercialização de novos produtos e utilizando melhor a lógica analítica de Big Data.

Entrada de novos parceiros

Incorporar serviços bancários em bens de consumo e integrar ofertas com varejistas, empresas automotivas ou fornecedores.

Foco na segurança cibernética

Investir em sistemas de segurança que permitam aumentar a confiabilidade e liberdade dos clientes, evitando situações de fraudes e que coloquem em risco os dados dos consumidores.

Estes são apenas exemplos de pontos de partida potenciais para a jornada de transformação de um banco. O que está claro é que ficar parado não é mais uma opção. Não há encruzilhadas nem direções alternativas a considerar.

Escolhendo o ponto de partida com base nas prioridades, é possível edificar uma instituição bancária de sucesso sobre um ecossistema de parceiros e clientes altamente rentável. O objetivo deve ser o mesmo dos grandes bancos: ter um modelo de negócios voltados para o cliente, colocando o banco na liderança em termos de envolvimento, rentabilidade, competitividade e eficiência.

É essencial saber por onde começar e o Banco Conectado oferece o vínculo decisivo, proporcionando a transformação operacional necessária para isso. Essa mudança tem tudo a ver com o lugar que a organização quer ocupar no mercado. Está relacionada, ainda, à manutenção da posição de relevância por meio da escolha de tecnologias que alinhem o banco a seus clientes e parceiros e à regulamentação. Também impacta no modo de se diferenciar no aspecto digital – escolhendo o papel que deve representar e como a marca será conhecida em uma era voltada para o cliente.

Ricardo Munhoz, diretor de Mercados da Atos América do Sul

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Atos e Quartet FS lançam dispositivo de Big Data para facilitar o regime de compliance no sistema bancário

Por meio de sua marca Bull de produtos de alta tecnologia e software, a Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), lança um dispositivo de Big Data destinado às instituições financeiras. A solução, que é uma parceria com a Quartet FS, fornecedor da plataforma ActivePivot de análises in-memory, agiliza a análise de dados e aprimora o processo de tomada de decisões operacionais.

Essa tecnologia inédita in-memory foi integrada com o servidor bullion, produzido pela Bull, criando um dispositivo capaz de garantir adesão às regras bancárias futuras da FRTB (Revisão Básica de Livro de Negociação).

Benefícios do novo dispositivo

A combinação da ActivePivot (plataforma de banco de dados e computação in-memory desenvolvida pela Quartet FS) e as capacidades inéditas do servidor bullion (servidor x86 de alta capacidade da Bull – o novo dispositivo de Big Data para o setor financeiro) oferecem:

– Um motor de computação otimizado para várias medições de risco (incluindo VaR, déficit previsto, CVA e P&L) que ajuda a instituição financeira a preparar sua estrutura de compliance para atender aos futuros regulamentos bancários da FRTB (Revisão Básica de Livro de Negociação);

– Uma combinação de análises poderosas, simulações e uma ferramenta decisória – todo dentro de uma plataforma de hardware poderosa e escalável;

– A capacidade de processar grandes volumes de dados – mais de dez terabytes – em tempo real com períodos de latência muito baixos;

– Uma solução completa, totalmente integrada e fácil de implementar que ajuda a controlar custos.

Tecnologia in-memory para processamento de dados em tempo real

Com a transformação digital, as companhias precisam analisar quantidades imensas de dados para calcular e visualizar riscos e oportunidades e tomar decisões imediatas.

Com a introdução de regras financeiras mais restritivas, todos os bancos devem saber como calcular riscos e verificar os resultados desses cálculos a qualquer momento, quando exigido pelo regulador.

A tecnologia in-memory da Quartet FS é capaz de processar grandes volumes de dados com períodos de latência muito baixos. É a única solução capaz de oferecer essas duas visualizações agregadas / granulares simultaneamente em uma mesma plataforma.

“A decisão de implementar a ActivePivot no servidor bullion permite explorar toda a flexibilidade da arquitetura Java da plataforma. Combinando a nossa tecnologia in-memory de última geração e a experiência no mercado financeiro com a excelência da Atos no setor de hardware, podemos oferecer a qualquer instituição financeira uma solução completa para calcular e verificar riscos diariamente e cumprir com as regras da FRTB. Isso tudo por meio de uma plataforma personalizada de hardware modular”, disse Georges Bory, um dos fundadores da Quartet FS.

“Esse anúncio representa mais um passo em nosso plano de apoiar clientes durante a transição para o Big Data. A fim de responder às necessidades dos bancos, decidimos adotar a tecnologia ActivePivot, da Quartet FS, uma solução efetiva in-memory que complementa nosso servidor bullion muito bem”, disse Arnaud Bertrand, vice-presidente Sênior e chefe de Big Data * HPC da Atos.

* bullion: adotado por mais de 100 milhões de usuários finais no mundo inteiro

A linha bullion já foi adotada em grande escala por muitas companhias e governos, principalmente na Europa, África e Brasil. Os servidores bullion, da Bull, a marca de produtos de tecnologia e software da Atos, possuem uma capacidade de memória inédita no mercado (até 24 TB).

A arquitetura modular e escalável, variando de dois até 16 soquetes (até 288 cores), é perfeita para otimizar o investimento do cliente. A escalabilidade da linha bullion oferece a flexibilidade necessária para atender às necessidades futuras do cliente, simplesmente agregando ou realocando capacidade.

Essas qualidades e o anúncio recente de que o bullion bateu o recorde de desempenho bruto, comprovam os níveis excepcionais de desempenho desse servidor x86, o melhor servidor corporativo para aplicações in-memory.

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