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Tallis Gomes é eleito pelo MIT como um dos jovens mais inovadores do mundo

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A Revista MIT Technology Review revelou nesta quarta-feira, 16 de agosto, sua lista anual de inovadores abaixo dos 35 anos. Por mais de uma década, a empresa de mídia global reconhece talentos cujo trabalho tem um grande potencial para transformar o mundo. Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e Singu, foi reconhecido na categoria “Empreendedor” por seu trabalho realizado.

Tallis Gomes, já entrou na lista da Forbes 30 under 30, já foi eleito o empreendedor mais inovador no Brasil também pela MIT Technology Review e “Young Leader of The Year 2015”, pela Latin Trade por seu trabalho liderando a expansão da Easy Taxi através de 35 países, 4 continentes e mais de 400 cidades. Sob sua gestão, Easy Taxi liderou o negócio de transporte em todo o mundo e sua saída aconteceu no final de 2014.

Atualmente Tallis é fundador da Singu, startup do setor de beleza e bem estar. A Singu é líder do mercado no Brasil, já entrega dezenas de milhares de pedidos por mês, usando um algoritmo para aumentar a eficiência da agenda do provedor, o que lhes permite ganhar cerca de quatro vezes mais do que ganharam em salões tradicionais. Por causa do seu esforço para promover a mudança social, Tallis foi eleito como um dos Inovadores menores de 35 anos pela MIT Technology Review.

“Ao longo dos anos, tivemos sucesso em reconhecer jovens inovadores, cuja mudança transformará a maneira como o mundo pensa sobre o que a tecnologia pode fazer”, diz o editor da Revista David Rotman. “Os homenageados passados incluem Larry Page e Sergey Brin (2002), os cofundadores do Google; Mark Zuckerberg (2007), o co-fundador do Facebook; E Jonathan Ive, o principal designer da Apple. Estamos orgulhosos de nossas seleções e da variedade de realizações que eles celebram, e estamos orgulhosos de adicionar Tallis Gomes a esta prestigiada lista”, complementa.

Os homenageados deste estarão na edição impressa de setembro/ outubro, que atinge os jornais em todo o mundo em 29 de agosto. A cerimônia será na conferência EmTech, realizada entre os dias 6 a 9 de novembro em Cambridge , Massachusetts (EUA).

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Prova de conceito é aposta de empresas para projetos inovadores

Viabilizar a inovação no dia a dia da empresa, sem gastar muito, com agilidade e aumento das chances de sucesso. Esta é a nova estratégia que muitas empresas estão utilizando para oportunizar um novo negócio por meio do Proof of Concept Design (PoC Design). Trata-se de um laboratório experimental, com a utilização desta prova de conceito, para testar projetos e avaliar não apenas a sua viabilidade técnica, mas principalmente se os usuários desejam a solução e se estão dispostos a pagar por ela, antes de colocá-la no mercado.

A utilização do PoC Design é uma nova tendência que tem conquistado muitas empresas. Mas a metodologia não é novidade, a IBM já a utilizava na década de 80. A corporação queria uma solução para substituir as máquinas de escrever por computadores, com a ideia as pessoas falarem e o computador fazer o registro. Mas antes de desenvolver o projeto, reuniram potenciais clientes do software para simular a rotina com o novo programa. Com o feedback, a IBM entendeu que não valeria o alto investimento naquela época – ainda que a tecnologia fosse viável, aspectos comportamentais da época impediam sua adoção. Hoje, é comum a tecnologia Closed Caption nas TVs, e os Speech to Text , que converte a fala em texto, como GPS, Whatsapp, Gmail, Siri e o próprio Watson, da IBM.

Com a Apple não é diferente. Para chegar a um produto inovador como o IPhone foram realizadas muitas tentativas de produtos e serviços até chegar ao resultado final. Em 2004, a empresa chegou até a lançar um celular em parceria com a Motorola, o ROKR E1. Conhecido como o “pai do iPhone”, o modelo tinha um player com suporte às músicas do iTunes, em uma época em que ainda era comum a compra de músicas. A experiência foi um fracasso, mas a Apple adquiriu conhecimento sobre produção de celulares com a Motorola, que influenciou na criação do IPhone, lançado anos depois.

Grandes organizações têm orçamentos e equipes dedicadas à inovação, mas para a maioria das empresas a realidade é outra. Paulo Renato Oliveira, diretor criativo da Action Labs, empresa que trabalha com esta metodologia de modelar negócios, produtos e serviços inovadores, esclarece que muitas ideias acabam sendo descartadas até que se chegue a um grande produto.

“O produto ou serviço inovadores não surgem nas empresas com processos tradicionais. A inovação não é um momento de genialidade, mas um resultado de uma postura de negócios e de processos que tornam a empresa ´fértil` para inovação. É preciso criar rotinas e procedimentos que colocam a inovação no dia a dia da empresa. A experimentação, rápida e com custo relativamente baixo, pode virar uma rotina de negócios para empresas de todos os portes”, comenta.

As empresas que optam por trabalhar com PoC design estão descobrindo uma nova maneira de inovar para conquistar mais clientes e obter melhores resultados, com custo reduzido. “Com esta metodologia é possível dedicar 10% do orçamento para uma prova de conceito e, depois, ter muito mais chance de investir corretamente os outros 90%. É muito mais assertivo para se criar um novo produto ou serviço que tenha tração junto aos consumidores”, explica Paulo.

O processo de aplicação do PoC para um negócio leva, em média, entre 21 e 45 dias, dependendo da complexidade e desenvolve-se pelas etapas de imersão, ideação, priorização, prototipação e teste. O projeto Ei, Doutor! passou por este processo pela Action Labs. Paulo destaca que o desenvolvimento inicial previa uma complexa plataforma de gestão de dados, com a análise preditiva de condições de saúde dos usuários, ao custo de cerca de R$ 600 mil.

Paulo Renato Oliveira analisa que o PoC indicou que a plataforma seria “inútil” sem dados, pois as empresas e operadoras de saúde não tinham estas informações. Portanto, o projeto deveria começar falando com o usuário final, para que ele alimentasse estas informações, que seriam então compartilhadas com as operadoras de saúde.

“Antes de desenvolver a plataforma, criamos uma metodologia de captação das informações, que custou menos de 10% do valor. Isto se mostrou um produto tão essencial para o mercado que, no momento de investir na plataforma completa, nós já tínhamos receita para viabilizar o próprio desenvolvimento, com mais de 15 mil usuários na plataforma”, avalia o empresário.

Clêner Almeida, diretor executivo da Via Saúde, empresa fundadora do projeto Ei, Doutor!, explica que a plataforma foi criada com a Action Labs para tornar o negócio assertivo. “É um trabalho conjunto, finalizamos a primeira fase, mas estamos em constante atualização. Identificamos o melhor modelo, de acordo com a necessidade de absorção do mercado, e desenvolvemos a plataforma. Colocamos o projeto no ar graças a este tipo de ação. Sem isso, talvez teríamos seguido caminhos errados e mais longos”, detalha Clêner Almeida.

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Curitiba é eleita a primeira Fab City brasileira

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Curitiba foi eleita na última semana, em Santiago, no Chile, a primeira Fab City do Brasil pelo Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha, Centro MIT para Bits e Átomos e a Fundação Fab, instituições que formam o Grupo Fab City. Ser Fab City é pertencer a um novo modelo urbano que prestigie o desenvolvimento da produção local para transformar as cidade em autossuficiente e conectada. Barcelona (Espanha), Boston e Detroit (Estados Unidos), Cambridge (Inglaterra), Amsterdam (Holanda), Paris (França) e Santiago (Chile) já são Fab Cities.

A Fab City é um projeto global lançado em 2011 para desenvolver cidades auto-suficientes localmente produtivas e globalmente conectadas. É um projeto de formato descentralizado e aberto com ações propostas para que as cidades se tornem auto-suficientes até 2054, conseguindo produzir 50% da energia, dos alimentos e dos produtos que consome, além de gerar relevante tecnologia para os cidadãos.

“Ser uma Fab City é mais um importante passo que Curitiba dá na área da inovação. Essa conquista é mérito do Vale do Pinhão e da visão de futuro do prefeito Rafael Greca e em breve se desdobrará em várias ações e projetos para Curitiba”, comentou Frederico Lacerda, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

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Belém recebe 1o Encontro de Inovação AmazonLaunch

Belém irá sediar no próximo dia 4 de setembro o maior encontro de inovação e empreendedorismo da Amazônia. Batizado de AmazonLaunch, o evento será realizado pela consultoria Kyvo Design-Driven Innovatione e pela agência SIM, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Minério e Energia do Estado do Pará (SEDEME).

Atualmente, as maiores empresas brasileiras, assim como de outros países, estão debruçadas em entender como podem incrementar seus resultados com um planejamento focado em inovação. Ao trazer especialistas e profissionais que são referências para empreendedores e grandes corporações do país, o AmazonLaunch abre uma oportunidade relevante para que se discuta a importância da economia criativa e seus benefícios para o Estado do Pará e toda a região Norte.

“Costumamos dizer que todos querem lançar o novo Uber. Até para não correrem o risco de serem Uberizados, movimento que já aconteceu, por exemplo, com o setor de transporte de passageiros mundo afora”, diz Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo.

Neste sentido, a realidade do Estado mostra quão necessária é a disseminação da discussão e o incentivo a novos negócios que tenham potencial disruptivo. Ou seja, transformador. De acordo com o último relatório do Endeavor sobre a vocação empreendedora das 32 principais cidades do país, Belém ocupa apenas a 26ª posição do ranking. Sem dúvida, um resultado negativo para a capital de um Estado com enorme potencial econômico, seja na agricultura, indústria e serviços, ou na extração mineral.

No AmazonLaunch, serão discutidos os seguintes temas: Indústria 4.0, Como o Empresariado Paraense pode se preparar para a Economia Do Futuro; Como a empresa de meios de pagamento Visa está trabalhando com Inovação; Segurança e Aspectos Jurídicos para Investimentos em Startups; e Porquê e Como Investir em Startups e Economia Criativa. A organização já selecionou profissionais com histórico de sucesso nos temas, além de empresários locais, que poderão tratar dos desafios e oportunidades da região. Entre eles, Hilton Menezes, da Kyvo, Érico Fileno, head de inovação da Visa, Antônio Castilho, sócio da Vector Capital, e Afonso Lobato, sócio do Silveira, Athias, Soriano de Mello, Guimarães, Pinheiro &Scaff Advogados.

Os ingressos para o AmazonLaunch custam R$ 250,00 e podem ser encontrados no site http://www.amazonlaunch.com.br/. O AmazonLaunch conta também com o apoio da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), PRODEPA, SECTET, SEBRAE, SETUR, ADVB/PA, ACP, CONJOVE e CME.

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Ranking apresenta as principais inovações do varejo no mundo

A Affinion, líder global em soluções de retenção e engajamento de consumidores, divulgou recentemente o Digital Innovations Report. Essa é a quarta edição do estudo, realizado pela Retail Insider, portal de varejo de grande reconhecimento internacional, com colaboração da Affinion. A análise tem como objetivo destacar as inovações tecnológicas mais importantes para a indústria do varejo e apontar as tendências globais do setor.

O estudo foi liderado por Glynn Davis, fundador da Retail Insider, e Guy Chiswick, Managing Director da Webloyalty, empresa da Affinion Group, e, para alcançar o seu alto nível de credibilidade, contou com uma metodologia robusta e com um comitê de análise formado por experts da indústria de varejo, como Daniel Heaf – SVP de Comércio Digital da Burberry, Paul Wilkinson – Head de Pesquisas em Tecnologia da Tesco Labs e Miya Knights – Head Global de Tecnologia de Varejo da Planet Retail.

Entre os rankings apresentados no Digital Innovations Report está o Top 10 International Innovations, que aponta para as principais novidades globais do varejo, e para as tendências da indústria. Veja as dez iniciativas mais interessantes do ano:

1 – Macy’s Go! / Hointer
A loja de departamento dos Estados Unidos, Macy’s, trabalhou com a Hointer, loja de Seattle especializada em moda, para renovar os provadores de uma de suas lojas na Califórnia. O cliente pode buscar os produtos no aplicativo da Macy’s, em seu celular, ou em um tablet disponibilizado pela empresa, escolher o tamanho, e o item será enviado diretamente para o provador. O aplicativo ainda oferece dicas de assessórios que combinem com cada produto selecionado.

2 – Operator / UberRUSH
A Uber e o assistente de compras Operator trabalharam juntos para que os clientes comprem mercadorias por meio de chat com especialistas. Eles irão comprar o produto, em nome do consumidor, e será entregue em até uma hora, por UberRUSH. O serviço funciona, inicialmente, na Califórnia.

3 – Volumental / Nordstrom
A loja de departamentos dos Estados Unidos Nordstorm se tornou a primeira no varejo a utilizar a solução da Volumental para o tamanho dos pés. Utilizando o Retail Sensor Platform da Intel, a solução tira um scan volumétrico 3D de cada pé do cliente para capturar com exatidão o formato e indicar o calçado perfeito para cada consumidor.

4 – Kroger app
A rede de supermercados norte-americana Kroger teve uma série de upgrades significativos em seu aplicativo, buscando melhorar a experiência de seus clientes. O app salva automaticamente qualquer lista de compras feita pelo usuário, além de oferecer uma experiência melhor nas lojas, ao mostrar a localização exata de cada produto nos corredores e reorganizar a lista, a cada nova inclusão de itens, para que os clientes façam as compras da forma mais rápida e eficiente.

5 – ThirdLove / Bloomingdales
Para ajudar as mulheres que não encontram um sutiã ideal satisfatório, a ThirdLove desenvolveu um software que mede a forma de cada corpo, para encontrar o sutiã perfeito para ele, analisando duas selfies – uma frontal e uma lateral – tiradas com top ajustado ao corpo. A empresa fez uma parceria com a Bloomingdales, que permite às consumidoras provarem o modelo na loja.

6 – Relay Robot
Desenvolvido no Vale do Silício, pela Savioke, o Relay Robot vem sendo utilizado em redes de hotéis, como a Starwood Hotels & Resorts Aloft e a InterContinental Hotels, para serviço de quarto. Ele cria um mapa do hotel, por GPS, e utiliza seus sensores para evitar colisões e fazer entregas nos quartos. A próxima geração irá incluir reconhecimento de voz, para responder dúvidas dos hóspedes.

7 – Sonae / WiiGo
Testado nas lojas Sonae, em Portugal, o carrinho de compras da WiiGo usa sensores de movimento para seguir os consumidores pela loja. Inicialmente desenvolvido para clientes com mobilidade reduzida, o WiiGo pode ser útil para todos os consumidores que buscam melhorar sua experiência de compras.

8 – Ainz&Tulpe
A loja de Tóquio da Ainz&Tulpe, empresa japonesa de cosméticos, instalou telas interativas em suas vitrines para encorajar os turistas que não falam japonês a entrar na loja para consultoria de beleza. As vitrines digitais mostram mulheres com diferentes looks e, ao tocar no seu preferido, a cliente recebe um cupom para uma sessão de maquiagem. A iniciativa representou alta de 40% no número de turistas na loja e de 10% nas vendas, por dia.

9 – Kaufland / FindBox
A FindBox é uma solução para clientes que buscam trocar itens antigos por similares, utilizado nas lojas da Kaufland, na Alemanha. O cliente coloca o item na FindBox, que usa um sistema multicâmera para criar uma imagem 3D. Uma vez que o item é identificado pela FindBox, o consumidor é direcionado para o item similar na loja.

10 – NYX / Olapic
A marca de maquiagens norte-americana NYX utiliza selfies de mídias sociais, que os clientes enviam para a comunidade da empresa, para mostrar às consumidoras seus produtos em pessoas normais, não modelos. Essas fotos são incluídas em vídeos em telas maiores da loja, ou em telas pequenas, posicionadas perto dos produtos. Os clientes podem usar o código do produto, para ver como ele realmente fica nas pessoas. Todas as imagens são analisadas pelo algoritmo da Olapic, que identifica as mais adequadas para anúncio, antes de irem para as lojas.

O estudo completo pode está disponível no site da Retail Inside.

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Finep Conecta: R$ 500 milhões para projetos conjuntos de empresas e ICTs

Para estimular o setor privado e a academia ao desenvolvimento conjunto de inovação, a Finep vai oferecer melhores condições de apoio a empresas que investirem em projetos de pesquisa em parceria com institutos de ciência e tecnologia (ICTs) e universidades. O novo programa da financiadora, batizado de Finep Conecta, foi lançado pelo presidente da Finep, Marcos Cintra, nesta sexta-feira, 11/8, durante a reunião do Conselho Superior de Inovação e Competitividade (Conic), na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Cintra participou da mesa principal da reunião ao lado de Rodrigo Rocha Loures, presidente do Conic; de Roberto Aluisio Paranhos e Antonio Carlos Teixeira Álvares, vice-presidentes do Conselho; de Mário Neto Borges, presidente do CNPq; de Oswaldo Massambani, superintendente da Finep em São Paulo; e do vereador Angelo Andrea Matarazzo.

A nova linha de crédito da Finep, que estará disponível para as empresas a partir desta segunda-feira (14/8), prevê mecanismos como taxas de juros menores e prazos e carências mais longos. Além disso, dependendo do grau de inovação da proposta, a Finep vai financiar até 100% do projeto – que deve ter valor mínimo de R$ 5 milhões. No total, serão disponibilizados R$ 500 milhões para a iniciativa em 2017.

A falta de articulação entre empresas e instituições de pesquisa é um dos principais obstáculos à pesquisa tecnológica no País. “A cooperação fortalece e dinamiza o sistema nacional de inovação”, destaca Marcos Cintra. De acordo com ele, os principais objetivos como o Finep Conecta são levar o conhecimento gerado nos ICTs e universidades para as empresas e ao mesmo tempo irrigar a pesquisa acadêmica com parte dos recursos usados para empréstimos. “Vamos aproximar o setor produtivo da comunidade científica e financiar parte da necessidade de custeio da academia”, afirma o presidente da Finep.

Exemplo internacional

A academia possui grande valor potencial às empresas, como recursos humanos de qualidade, infraestrutura de pesquisa avançada e possibilidade de transferência de tecnologia. Hoje, a maior parte dos pesquisadores brasileiros está no Governo e no ensino superior – 74%, contra 26% oriundos do setor empresarial.

Países como Suécia, Japão, Finlândia, Suíça e Irlanda possuem iniciativas semelhantes no setor de CTI, com programas que priorizam o aumento dos recursos para projetos conjuntos. Na França, por exemplo, se um ICT apresentar projeto em parceria com uma empresa ganha pontos extras e mais facilidade para obtenção de recursos. A Espanha é outro país que oferece facilidades para empresas e ICTs que trabalham juntos.

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SPIN Summit 2017 debate o desenvolvimento tecnológico com nomes relevantes de Brasil e Israel

Nos dias 9 e 10 de agosto, ocorre o SPInnovation Summit 2017, que tem o objetivo de aproximar empresários e investidores de Brasil e Israel para estimular a geração de novos negócios tecnológicos no país. Durante o evento, serão realizadas palestras e sessões sobre o desenvolvimento do setor, com a participação de autoridades e nomes importantes do mercado.

“O SPIN Summit 2017 se apresenta como uma plataforma de negócios para um cenário brasileiro emergente em tecnologia, que chama a atenção de investidores relevantes na área, como é o caso de Israel. Dessa maneira, é possível compartilhar conhecimentos e criar novas parcerias para desenvolver o mercado tecnológico com o trabalho em conjunto dos dois países”, ressalta Ric Scheinkman, Diretor-presidente da Harpia Capital e Diretor da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria.

SPInnovation Summit 2017

Data: 9 e 10 de agosto de 2017

Horário: 8h30 às 18h

Local: Clube Hebraica

Endereço: R. Hungria, 1000 – Pinheiros, São Paulo – SP

Mais informações: www.spin2017.com

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Fumsoft firma parceria com rede internacional de inovação

A Fumsoft agora faz parte da rede BIN@, um grupo que promove a inovação e a internacionalização de empresas de base tecnológica. Fundada, em 2010, pelas universidades do Porto (Portugal), Sheffield (Inglaterra) e USP (São Paulo), a rede atua com foco na identificação de oportunidades, na organização de missões científicas, tecnológicas e na criação de condições para a internacionalização de startups nascidas em ambiente acadêmico.

Para Pedro Coelho, coordenador de P&D e Inovação da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, cofundador e coordenador geral da rede BIN@, a Fumsoft é uma instituição que desenvolve programas nas áreas de empreendedorismo (aceleração de startups), qualidade, internacionalização, inovação e que tem como missão induzir o desenvolvimento da cadeia produtiva da tecnologia de informação em Minas Gerais. Por ser um parceiro muito alinhado com a estratégia e missão da rede BIN@ pode alavancar a participação de instituições do estado nas atividades do grupo.

“A Fumsoft poderá ter um papel fulcral no alinhamento de interesses das empresas de TI de Minas Gerais com outros parceiros da rede BIN@. Foi com entusiasmo que acolhemos a entidade como associado da rede, estou certo que todos teremos a ganhar com essa colaboração”, completa.

Conexões – Segundo Coelho, anualmente e alternadamente, uma das universidades fundadoras da rede BIN@ organiza um evento internacional, visando a dinamização das atividades do grupo e para proporcionar condições para o desenvolvimento de parcerias com valor econômico e impacto social. O programa desses eventos inclui um conjunto de sessões abertas, ações temáticas, workshops, desafios de design e desenvolvimento de produto, uma mostra de tecnologias e outros eventos complementares, com acesso livre e gratuito. “Este ano, na Roménia, iniciamos uma nova atividade – os Mid-Term events – dando oportunidade a outros parceiros de participarem ativamente na promoção das atividades da rede BIN. No próximo ano, o 2.º Mid-Term event irá acontecer na Polônia, e será organizado pela Universidade Técnica da Silésia”, comenta.

A rede BIN@ realiza missões internacionais envolvendo startups e spin-offs. “Essas ações facilitam a internacionalização de atividades de investigação e de comercialização dos nossos parceiros. Temos vários casos de sucesso em países como Chile, Brasil, Uruguai, Suécia, Reino Unido, República Checa, Portugal, entre outros”.

Possui também um programa de softlanding para empresas em pré-incubação que oferece a possibilidade a jovens empreendedores de abordarem mercados internacionais, obtendo apoio local de incubação, numa 1ª fase free-of-charge. Atualmente, conta com um projeto de pré-incubação no UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, composto por estudantes finalistas da USP em São Paulo.

Realiza várias outras iniciativas como a constituição de consórcios e identificação de parceiros para projetos de P&D, acompanhamento de visitas institucionais para apresentação do ecossistema local de inovação, ações de matchmaking b2b, a2b e a2a (a-academia; b-business), entre outras.

Para mais informações, acesse businessandinnovation.net

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FGV EAESP abre Fórum Permanente de Inovação no Setor Público

O Fórum de Inovação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará no dia 22 de agosto, a partir das 8h00, debate sobre a importância de inovar no setor público. O objetivo é abrir caminho para incorporar inovações relevantes no setor público que simplifiquem, desburocratizem, agilizem e reduzam custos do setor.

Para que o Brasil recupere seu protagonismo mundial torna-se vital disponibilizar serviços públicos eficazes em desempenho e custo. Será preciso desvencilhar-se de modelos do século XX para atender as demandas do século XXI. Esta mudança será mais rápida e eficaz se houver sinergia e alinhamento entre os meios empresarial, acadêmico, governo e sociedade para avaliar e propor mudanças que alavanquem o desempenho do setor público.

O evento de lançamento do Fórum Permanente de Inovação no Setor Público será coordenado por Florencia Ferrer, pós-doutora em Governo Eletrônico e Especialista em Inovação no Setor Público e Miguel Sacramento, professor doutor da FGV EAESP e especialista em Cenários Futuros e contará com a presença de Pedro Parente, presidente da Petrobrás; Floriano Pesaro, secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo; Regis Matos, presidente do CONSEPLAN; Gustavo Nogueira, secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte; Daniel Annenberg, secretário de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo; Roberto Agune, membro do Conselho de Gestão da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia da Prefeitura de São Paulo; Cibele Franzese, doutora em Administração Pública e Governo e Paulo Tafner, economista e pesquisador do IPEA.

Inscrições: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=3368&P_IDIOMA=0

Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento, basta contatar a assessoria.

SERVIÇO

Evento: Fórum Permanente de Inovação no setor público

Data: 22 de agosto de 2017, das 8h às 17h30

Local: FGV EAESP, Salão Nobre, Rua Itapeva, 432, 4º andar, São Paulo, SP

Programação

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Integração é requisito básico para inovar – Por Valdir Cardoso

Diante do atual cenário de inovações na indústria da mobilidade, os times de engenharia já não podem trabalhar em áreas de desenvolvimento desconectadas, cada qual fazendo a sua parte para entregar o seu melhor – como se nenhuma influenciasse a outra. Integrar diferentes disciplinas numa mesma plataforma de desenvolvimento é o grande desafio da engenharia para inovar e se manter competitiva.

A indústria chegou num estágio de desenvolvimento em que precisa atender simultaneamente diversos requisitos – muitas vezes conflitantes – que envolvem diferentes áreas como segurança, custo e durabilidade. Talvez o grande segredo da engenharia moderna seja formular o problema para conseguir colocar todas as necessidades do cliente em cima de equações que representam as diversas áreas da Física envolvidas.

Até então avaliada como item secundário, a conectividade se tornou um diferencial de mercado. Cada vez mais os motoristas valorizam as avançadas centrais multimídias, mas não desejam, por exemplo, perder a visibilidade na direção quando acessam os botões. Este é somente um exemplo prático que demonstra o quão importante é observar simultaneamente os diversos requisitos na hora do desenvolvimento.

Essa perfeita integração entre os diversos sistemas de um produto, que devem funcionar de maneira colaborativa, representará aos novos veículos a mesma revolução observada nos computadores com o advento da internet. Os carros já estão deixando de serem equipamentos mecânicos para se tornar computadores conectados, que conversam com outros computadores para saber o que estão fazendo.

Dessa maneira, o que está em debate é a condição para o avanço das inovações na indústria da mobilidade, que precisa criar protocolos onde áreas que originalmente eram independentes passem a se comunicar. Somente assim, os times de engenharia conseguirão desenvolver produtos realmente competitivos, que se encaixem nas tendências de mercado.

A integração de áreas precisa ser fomentada desde a fase conceitual do produto, afinal decisões iniciais não contam com protótipo físico. O primeiro passo então é agregar tecnologias de simulação nas etapas iniciais do projeto. Dada a evolução dos sistemas computacionais de simulação, que hoje conseguem cada vez mais aproximar o mundo real do virtual, já é possível interagir com um produto virtualmente.

Já no estágio de desenvolvimento, é necessário dispor de uma plataforma que combine várias disciplinas, como análise estrutural, dinâmica de fluídos e dirigibilidade, todas num ambiente onde seja possível fazer as devidas conexões. Vale lembrar que de nada adianta ter uma ferramenta que integre testes e simulações se não houver know how. Portanto, a empresa que tiver capital humano certamente avançará.

A indústria também precisa dispor de tecnologias de testes eficientes, que sejam mais inteligentes para que façam a interface do ser humano no produto e respondam as perguntas o mais rápido possível, afinal as empresas precisam estar preparadas para responder a mudanças que acontecem de maneira cada vez mais drástica. É preciso evoluir nas práticas de engenharia para estar à altura desses novos desafios.

Agora é a onda da multidisciplinaridade. Ou a indústria surfa nessa onda agora, ou perde a chance de competir. Quem tiver interesse em discutir o assunto está convidado para o 15º Simpósio SAE BRASIL Automaker de Testes e Simulações, que reunirá especialistas de montadoras, empresas de testes e de simulações, consultorias e universidades dias 15 e 16 de agosto, no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo.

Valdir Cardoso, presidente da Altair Brasil e chairperson do 15º Simpósio SAE BRASIL Automaker de Testes e Simulações

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Vale da Eletrônica recebe empresas mais inovadoras do mundo para festival de inovação

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IBM e Google, We Work e Uber, Tomorrowland e NellyRodi. Apesar da atuação em diferentes áreas, todas as empresas citadas estão entre as mais inovadoras do mundo em seus segmentos. São exemplos a serem seguidos. Por isso mesmo, todas elas terão representantes na programação do Hack Town 2017 (www.hacktown.com.br), um dos eventos mais disruptivos do país. O Hack Town acontece no feriado prolongado de 07 a 10 de setembro em Santa Rita do Sapucaí (MG), cidade de 40 mil habitantes próxima à capital paulista, também conhecida como Vale da Eletrônica pela quantidade de escolas e startups de tecnologia.

Em sua terceira edição, o Hack Town reúne o que há de mais inovador no campo da tecnologia, do empreendedorismo e das artes. Além de empresas altamente reconhecidas pela sua capacidade de inovação, outro atrativo do evento é a presença de projetos independentes, ainda desconhecidos pela maioria, mas altamente disruptivos. A programação inclui palestras e workshops de protagonistas em temas como empreendedorismo, tecnologia, sustentabilidade, mercado musical, inovação, marketing, educação, games, cidades, entre outros.

Entre os mais de 100 palestrantes já anunciados, de um total de mais de 200, estão nomes como Henrique von Atzingen, líder do Thinklab, área de inovação e pesquisa da IBM; Sérgio Gama, especialista em desenvolvimento, computação cognitiva e internet das coisas também na IBM; Bruno Delfino, gerente de marketing no Google; Nataly Bonato, community manager na WeWork; Luciano Freitas, gerente de marketing na Uber, Mauricio Soares, diretor de marketing da Plusnetwork, produtora responsável pelo Tomorrowland Brasil; e Evilásio Miranda, diretor para América Latina do bureau de tendências francês NellyRodi. Profissionais de empresas e projetos nacionais inspiradores e independentes, como We Fab, Hybrid Colab, INATEL, Around The World in 80 Music Videos, Handmade, Mutato, Blockchain Academy, Foxbit, C.E.S.A.R., AI News e Balaclava Records também fazem parte da longa lista de palestrantes.

O formato do Hack Town, inspirado pelo SXSW, evento de inovação que ocorre em Austin, nos Estados Unidos, também chama a atenção. As palestras e workshops acontecem simultaneamente em locais intimistas como bares, restaurantes e salas de aula, e os participantes montam sua grade com aquilo que querer ver. “Entre uma palestra e outra, conhecidos e desconhecidos caminham juntos para o local da próxima atividade escolhida, percorrendo distâncias curtas a pé, e o networking flui naturalmente”, conta João Rubens Costa, um dos organizadores do Hack Town. “A inovação em contraste ao charme da cidade pequena, com elementos típicos do interior de Minas Gerais, fazem do Hack Town uma experiência única”, completa.

Para Ralph Peticov, também organizador do Hack Town, o público, que vem de todo Brasil, principalmente pela proximidade com São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, aproveita as palestras ao máximo, mas também acaba optando por alugar um sítio ou uma casa para se hospedar, fazer churrasco e até mesmo festas com velhos e novos conhecidos. “A busca de quem vem ao Hack Town é por unir uma imersão na vida de cidade pequena, fora das capitais, enquanto tem contato com assuntos altamente inovadores e com as principais mentes criativas do país”, conclui.

O Hack Town acontece de 07 a 10 de setembro de 2017 em Santa Rita do Sapucaí (MG). Os ingressos promocionais e a programação parcial estão disponíveis no site oficial (www.hacktown.com.br).

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Parque de Software de Curitiba atrai atenção de visitantes estrangeiros

São cada vez mais frequentes as visitas de delegações estrangeiras ao Parque de Software de Curitiba. A mais recente foi de uma comitiva da América Latina, que participou de um evento sobre cidades inteligentes. Veja como foi.

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Quais problemas sociais a tecnologia pode resolver?

É perceptível o quanto a tecnologia revolucionou e criou milhares de negócios em todo o mundo, linhas de produções inteiras foram automatizadas e novas soluções facilitaram muito o dia a dia da população mundial.

Mas a tecnologia pode ser parte da solução de problemas sociais? Pode interromper modelos de organizações onde o progresso em questões sociais ainda é baixo? Nas últimas três décadas, por exemplo, a taxa de pobreza em todo o mundo foi reduzida em 50%. Houve aumentos significativos na expectativa de vida e diminuições significativas na mortalidade infantil.

Mas, questões sociais urgentes permanecem. Recentemente, um grupo de estudo da Wharton School of Business, na Universidade da Pensilvânia divulgou um estudo sobre uma teoria de que as organizações dedicadas a causas sem fins lucrativos e mudanças sociais devem adotar a Mudança Social como uma Plataforma (SCaaP).

No nível mais óbvio, o SCaaP significa a utilização de tecnologia e plataformas digitais da mesma maneira que as empresas as usam, porém com fins sociais. O uso das mídias como ferramentas de comunicação e plataformas de tecnologia digital antecipam a capacidade de distribuição, escala, transparência e reduzem custos. Todas essas são coisas boas para organizações, agora dedicadas a resolver problemas sociais.

Mas isso também significa modificar ou até mesmo abandonar modelos a favor dos valores do mundo das plataformas digitais, que tipicamente colocam a organização no centro de suas metas e objetivos.

Aqui estão alguns exemplos de como SCaaP está sendo usado no mundo real.

– A BroadSoft, no início de 2017, fechou uma parceria com a Cruz Vermelha, agora, todos os contacts centers da instituição são em nuvem, facilitando o atendimento a vítimas de desastres naturais e a captação de novos voluntários em todo o mundo.

– Na DonorsChoose.org, os doadores individuais podem desenvolver projetos em sala de aula. Antes, isto era algo que apenas grandes filantropos podiam fazer; agora, qualquer pessoa que deseja se tornar um doador de conhecimento pode se conectar na plataforma.

– O Power of Us Hub, desenvolvido pela Salesforce.org é um fórum on-line que usa colaboração. Os autores estimaram que mais de 98% das questões postadas nos fóruns são respondidas pelas comunidades participantes. O Hub é usado por mais de 30 mil empresas dedicadas à mudança social.

– Historicamente, pessoas que não podiam estar fisicamente presentes em sala de aula tinham acesso limitado a educação. As plataformas on-line transformaram isso. A Southern New Hampshire University é uma faculdade com serviço estritamente online. O modelo de plataforma, semelhante aos varejistas online, faz cursos convenientes e acessíveis para um grupo maior de alunos, incluindo os mais velhos e desfavorecidos.

Alguns observadores implantaram a ideia de que estudantes desfavorecidos podem criar carteiras online que mostrem suas habilidades, em vez de confiar em currículos tradicionais. O modelo de currículo tradicional e linear tende a revelar sem querer as lacunas e muitas vezes são revisadas com um indicador de métricas, como educação completa ou histórica de trabalho constante, que os estudantes desfavorecidos podem não ter. Uma abordagem mais criativa e de portfólio pode demonstrar melhor as capacidades de um candidato.

As mesmas forças digitais que trouxeram avanços as empresas e as indústrias, também estão sendo usadas para transformar ativamente as organizações envolvidas no bem social. Plataformas e redes em serviço à humanidade.

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Startup Agrosmart é selecionada para a Kairos Society

Fazer parte de uma rede global de empresas influentes e inovadoras do mundo. Esse é o caso da Agrosmart, startup que traz para o setor agro o conceito de cultivo inteligente e fazendas conectadas, que foi selecionada para integrar o time da Kairos 50 (K50), grupo com as 50 empresas mais inovadoras do mundo.

Considerada braço da Kairos Society, organização sem fins lucrativos, o projeto tem como objetivo ajudar empreendedores ao redor do mundo a se desenvolver. O evento, realizado em abril nos Estados Unidos, reuniu jovens empreendedores promissores, líderes governamentais, investidores e alguns do mais poderosos executivos do país.

“Fazer parte desse projeto mundial com as empresas mais inovadoras do mundo é um grande passo para o momento de crescimento que a Agrosmart vive, pois vai de encontro ao que queremos levar para nossos clientes, a inovação do setor. Acredito que essa experiência será enriquecedora para nós”, afirma Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart.

A aprovação do projeto chamou atenção da secretária geral e conselheira de métodos de sustentabilidade e mudanças climáticas da ONU (Organização das Nações Unidas), que apostou no projeto da Agrosmart e decidiu se juntar ao conselho da empresa, tornando-se membro do board.

“Termos o reconhecimento de uma representante da ONU, na área de sustentabilidade, é gratificante. Nosso principal objetivo é proporcionar soluções inteligentes e conectadas para o campo e por meio da seleção da Kairos percebemos que estamos no caminho certo”, finaliza Mariana.

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Amdocs vence quatro premiações globais de inovação e negócios

Em 15 de maio, a Amdocs foi agraciada com dois dos principais prêmios “Leading Lights Awards” concedidos pela Light Reading, conceituada publicação do setor, em cerimônia de gala realizada em Austin, Texas (EUA). Vencedora na categoria “Outstanding Communications Technology Vision” (Marcante Visão Tecnológica de Comunicações), esse título posiciona a Amdocs como a empresa que possui a visão estratégica mais inovadora e transformadora para o setor de comunicações global baseada na nova plataforma Aia, que reúne tecnologias de próxima geração como: inteligência artificial, machine learning, fog networking, robótica, drones, realidade virtual ou aumentada e qualquer outro desenvolvimento que dê forma a um mundo 5G. Na mesma noite, a Amdocs venceu também a categoria “Best Deal Maker” (Melhor Negociadora) como reconhecimento à bem-sucedida aquisição simultânea de três empresas privadas estabelecidas em diferentes países. A compra da Vindicia, Brite: Bill e Pontis fizeram parte da estratégia da Amdocs que visa expandir seu portfólio digital e auxiliar, cada vez mais, os provedores de serviços a se transformarem para capturar o mundo dos serviços on-demand e do imediatismo digital.

Apenas uma semana depois, em 23 de maio, a empresa foi também vencedora em duas categorias na premiação da Global Telecom Business Innovation (GTB), ocorrida em Londres, Inglaterra. Os prêmios GTB são especialmente importantes para a Amdocs por serem resultado de uma apresentação conjunta conduzida pela empresa e seus clientes (Sprint, XL e Axiata). A Sprint e a Amdocs foram reconhecidas por seu inovador projeto PlanIT, desenvolvido em vários canais. Esta solução permite que os clientes da Sprint tenham total visibilidade e controle sobre a utilização de dados de contas individuais ou familiares com a mesma profundidade de um agente de “contact center”, onde e quando quiser, apenas usando um único widget. Já a inovação premiada no projeto XL-Amdocs gira em torno da experiência dos consumidores nas lojas da operadora. Trabalhando com a Amdocs, a XL conseguiu estender o canal de engajamento digital ao varejo e digitalizar a experiência da loja. Dessa forma, quando os agentes recebem seus clientes, eles já têm acesso a todas as informações para conduzir conversas personalizadas e minimizar o tempo de interação.

Saiba mais sobre a Amdocs e os prêmios nos links abaixo:

GTB Innovation Awards (Londres, 23 de maio)

And the GTB consumer-service innovation awards go to… XL Axiata, Sprint, and Amdocs!

Light Reading’s Leading Lights awards (Austin, Texas, 15 de maio)

Amdocs wins TWO Leading Lights awards (and we’re very proud about it!)

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CFA Society Brazil lança prêmio de inovação financeira

Até 17 de julho estão abertas as inscrições para a primeira edição do Prêmio CFA Society Brazil de Inovação Financeira, que tem como objetivo fomentar a pesquisa na área de finanças e gerar um banco de ideias para o desenvolvimento do mercado brasileiro.

Promovida pela CFA Society Brazil, a iniciativa reconhecerá as melhores monografias sobre os temas: inovação nos mercados financeiros e de capitais; novos rumos na relação entre setor público e mercados; e avanços na regulação de conduta dos participantes dos mercados.

O primeiro colocado irá receber R$ 20 mil, o segundo R$ 12 mil e o terceiro, R$ 8 mil. O trabalho consiste de uma monografia de 30 a 60 páginas e um dos requisitos é que o autor já seja graduado. Os resultados serão divulgados no dia 25 de agosto. Mais informações estão disponíveis em: https://cfasociety.org.br/premio/.

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Fomento, Inovação e Competitividade – Por Jamile Sabatini Marques

Que o brasileiro é um povo criativo, todos sabem. Mas se beneficiar dessa criatividade para gerar um país mais competitivo é o que precisamos aprimorar. Empresas que se destacaram quanto a sua criatividade foram fomentadas por um ambiente de negócios propício para sua atividade, gerando produtos inovadores e se tornando referências mundiais, como o Facebook e Instagram, ambos com brasileiros na concepção de seus projetos.

Para termos um país mais competitivo, precisamos dar mais voz aos empreendedores criativos, que acreditam em um projeto e correm atrás para serem os primeiros em mercados globais. Para que isso ocorra, precisamos fomentar serviços e produtos pioneiros para que estejam no mercado e sejam competitivos.

O fomento por meio de recursos financeiros, relacionamento e gestão faz com que as empresas acelerem a sua curva de crescimento, ganhando tempo precioso em um mercado competitivo, onde estar à frente fará a diferença para nos tornarmos referência.

O Brasil precisa criar condições para que existam mais fundos de investimentos em venture capital (Venture Funds), que façam as apostas em ideias, serviços e produtos inovadores, desde a fase inicial.

Isso pode ser feito com poucos ajustes na Lei do Bem para que as empresas beneficiadas possam aplicar seus recursos em Venture Funds fomentando empresas brasileiras nascentes, com a aquisição de quotas, ações ou notas de débito conversíveis.

A ABES tem trabalhado nestes aspectos, demonstrando a importância de se fomentar a inovação para termos um Brasil mais competitivo. As agências de fomento, como BNDES, FINEP, CNPq e FAPs estão buscando um caminho, conhecem a importância desse tema, mas ainda precisamos aperfeiçoar, ter mais recursos e correr mais riscos. Hoje, as garantias exigidas das mentes criativas são incompatíveis com o mercado do conhecimento, com empresas nascentes e muito boas ideias morrem pela falta de fundos, quando já estão quase lá.

A legislação brasileira com foco em inovação está sendo aperfeiçoada para que estejamos atualizados e competitivos, com o Governo recuperando seu papel de indutor da inovação. Sabe-se que países que investem em inovação estão entre as principais potências mundiais. O retorno do investimento feito em empresas inovadoras se dá na forma de impostos, empregabilidade, desenvolvimento regional e principalmente na formação de quadros gerenciais voltados para a inovação e criatividade.

Países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) têm buscado investir em inovação por meio do incentivo fiscal, sendo esta uma tendência mundial. O Brasil precisa fomentar para sair da crise, crescer e gerar competitividade. Por meio de pequenos aperfeiçoamentos, a Lei do Bem e a Lei de Informática podem e devem contribuir para a geração de novos produtos e serviços, com novas ou antigas empresas, fomentando o empreendedorismo e intra-empreendedorismo.

Jamile Sabatini Marques é diretora de Inovação e Fomento da ABES -.Associação Brasileira das Empresas de Software.

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Executivos de TI discutem Internet das Coisas e tecnologias inovadoras em debate na FGV EAESP

No próximo dia 7/06, executivos de TI e de negócios interessados ou envolvidos em projetos de Internet das Coisas (IoT) poderão participar de uma discussão promovida pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP). O evento é o primeiro organizado pelo Projeto IoT, iniciativa do Centro de Tecnologia e Informação Aplicada (GVcia) que visa mapear as aplicações públicas e privadas de IoT no país nos próximos três anos.

“Os ambientes empresarial e social estão no início de um grande ciclo de transformação digital que trará grandes oportunidades e desafios”, diz o professor Alberto Luiz Albertin, coordenador do projeto. “E a Internet das Coisas une os mundos físico e digital ao permiti a busca e a integração plena das pessoas, das organizações, das coisas e das informações”.

O debate tem como objetivo apresentar algumas das principais visões e estimular a discussão sobre Internet das Coisas e outras tecnologias como propulsoras da inovação tecnológica. As inscrições, gratuitas, devem ser feitas devem ser feitas pela internet.

SERVIÇO

Evento: Internet of Things: Inovação Digital muito além da integração das coisas

Data: 07 de junho de 2017, das 8h às 13h30

Local: FGV-EAESP, Salão Nobre, Rua Itapeva, 432, 4º andar, São Paulo, SP

Inscrições gratuitas: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=3253&P_IDIOMA=0

AGENDA

8h00 Recepção e Abertura

8h30 O GVcia e o Projeto IoT (Alberto Luiz Albertin, FGV-EAESP-GVcia)

9h00 A Oferta Tecnológica para a Inovação Digital

O mundo conectado (Luiz Carlos de Faray de Aquino, Oi)
A infraestrutura viabilizadora (Norberto Tomasini Junior, TIVIT)
Os serviços que transformam (André Avai Scatolini, Resource IT)
11h00 A Demanda pela Inovação Digital

O varejo conectado (Jesus de Francisco Garcia, Livraria Cultura)
Transformando Dados em Satisfação do Cliente (Alexandre Baulé, Embraer)
O setor de saúde se transformando (Alexandre de Barros, DASA)
12h30 O Ambiente propício para a Transformação Digital (Conselho de Executivos do GVcia)

13h30 Encerramento

Empresas Parceiras: Oi e Resource IT

Empresa Patrocinadora: TIVIT

Realização: GVcia – Centro de Estudo de Tecnologia de Informação Aplicada

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