Page

Tag inovação

HackBrazil divulga os cinco finalistas

Um tijolo de isopor mais barato e sustentável. A identificação automatizada de ervas daninhas no plantio de cana-de-açúcar. Inteligência
artificial para apurar informações sobre ações judiciais.

Uma plataforma online para agilizar o licenciamento ambiental. E um app que diz tudo sobre a localização e a lotação de ônibus urbanos em tempo real. Essas são as cinco ideias finalistas da HackBrazil, competição de inovação e tecnologia da Brazil Conference at Harvard & MIT, que acontece nos dias 6 e 7 de abril em Boston, Massachusetts. As cinco equipes finalistas foram escolhidas para virem apresentar os projetos, com todas as despesas pagas, para um júri especial ao final do primeiro dia, e o vencedor será premiado com R$ 50 mil.

“A segunda edição da HackBrazil teve 572 equipes inscritas, um crescimento de mais de 70% comparado com o ano anterior, então estamos muito satisfeitos! Mais ainda porque os projetos continuaram de alto nível!” afirma Ivo Montenegro, copresidente responsável pela HackBrazil, que nasceu no segundo semestre de 2016, a partir de uma ideia de criar uma plataforma para transformação da realidade brasileira usando a tecnologia. A iniciativa então evoluiu para uma competição com uma etapa de mentoria,
proporcionando às equipes a oportunidade de desenvolverem soluções mais elaboradas.

Das equipes inscritas, 25 foram selecionadas para participar da Fase Maker, em que trabalharam com mentores altamente qualificados para desenvolver seus projetos.
No primeiro ano, foram 329 equipes inscritas, de todas as regiões do Brasil e também de 7 estados americanos. As duas equipes que empataram como vencedoras, Bubu Digital e Diagnóstico Público, receberam US$ 1 mil cada, na final apresentada por Luciano Huck.

Conheça os projetos finalistas

CromAI (SP): tecnologia para ajudar o agricultor a detectar ervas daninhas por
processamento de imagem em plantações de cana-de-açúcar.

Inovação Tecnológica (PB – Faculdade Maurício de Nassau de Campina Grande): o
Tijopor é um tijolo de construção civil, que tem o isopor reciclável como matéria prima e
que não passa pelo processo de queima como o tijolo comum, resultando em um material
duplamente sustentável e com baixo custo de produção.

IP (DF): Atrium é uma solução de inteligência artificial para que escritórios de advocacia
que atuam junto aos Tribunais de Justiça, consigam informações estruturadas, de forma
rápida, sobre a atuação dos magistrados.

WayCarbon (MG): o LicenTIa é uma plataforma para facilitar o licenciamento ambiental
no Brasil, permitindo o acesso a outros estudos de impacto e informações públicas
relacionadas, além de permitir que o processo seja analisado on-line pelos órgãos ambientais.

TopDown (SP): o aplicativo Milênio Bus foi desenvolvido para otimizar a mobilidade
urbana de transporte público, informando para os usuários o local do veículo e quantos
passageiros tem em cada um, em tempo real.

Tags, , , , , ,

Magazine Luiza entra em lista de empresas mais inovadoras da América Latina da Fast Company

O Magazine Luiza entrou na lista de empresas mais inovadoras da América Latina, elencada pela revista americana Fast Company. A varejista é a única da lista que não é uma empresa nativa digital, comprovando o sucesso da empresa em se digitalizar.

Ao lado do Magazine Luiza na lista estão apenas outras quatro empresas brasileiras. Dentre elas, a 99 e a Nubank. “Ficamos felizes por sermos reconhecidos por uma publicação que é referência no mercado de tecnologia”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. “Mostra que uma empresa brasileira pode ser protagonista no universo digital e que a inovação não é monopólio do Vale do Silício.”

DNA de inovação

O histórico de inovação do Magazine Luiza é grande. Em 1992, ainda sob a tutela de Luiza Helena Trajano, a empresa criou as “lojas eletrônicas”, pontos de venda sem estoque e sem mostruário, nos quais os produtos eram exibidos aos clientes por meios de fitas de vídeo cassete em TVs.

A empresa também foi a primeira a lançar um social commerce, o Magazine Você. A ferramenta começou em redes sociais como o Orkut e hoje é uma plataforma independente que permite que os usuários façam, até, venda porta a porta.

O grande responsável pela virada digital do Magazine Luiza, no entanto, foi o Luizalabs. O laboratório de inovação foi lançado em 2012 e, desde então, é focado em transformar os produtos do Magazine Luiza.

Hoje, o Magazine Luiza oferece uma experiência digital de venda em seus pontos físicos não só nas capitais, mas também nas lojas dos rincões do Norte e Nordeste.

Grande parte da estratégia do Magazine Luiza está na internet. Hoje, um terço do faturamento da companhia vem das vendas online e as operações são completamente integradas.

Tags, , , , , ,

Brasil tem novo Marco Legal de Ciência e Tecnologia

O Governo Federal publicou hoje o decreto 9.283/18 que regulamentou o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, previsto na Lei 13.243/2016 e na Lei 10.973/2004 e em outros normativos. A medida contou com forte apoio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, principalmente no que se refere aos trechos relacionados ao setor privado.

Segundo o ministro Marcos Jorge, o texto reforça o normativo brasileiro principalmente no que se refere aos incentivos à inovação, pesquisa e desenvolvimento no setor privado, com destaque para o setor produtivo. “Este é um resultado de um trabalho construído em conjunto. Além do governo federal e da iniciativa privada, também houve o trabalho da academia e dos integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social”, afirma.

Para o secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, “o novo marco legal vai tornar menos burocrática a relação de empresas com instituições públicas de pesquisa, criar instrumentos novos de apoio à inovação como o bônus tecnológico, além de permitir a participação acionária de instituições científicas, tecnológicas e empresas públicas em empresas inovadoras. O marco também vai regulamentar a encomenda tecnológica com empresas, para destacar as principais”, explica.

Fonte: MDIC

Tags, , , , , ,

Lições que as empresas tradicionais podem aprender com as startups

A Nova Economia, mudança criada pela tecnologia, está revolucionando a cultura de gestão corporativa e desafiando os modelos de empreendimentos tradicionais. As startups, empresas inovadoras e disruptivas, estão influenciando as companhias maiores e já consolidadas, que buscam remodelar o negócio para alcançar essa inovação. Um exemplo é a Coca-Cola, que firmou algumas parcerias com startups, que renderam, apenas em 2016, 20% de todo o crescimento da multinacional. São diversas as lições que os empresários podem aprender com os novos CEOs. Para isso, Renato Mendes, sócio da Organica, empresa focada na aceleração de negócios e pessoas dentro da lógica da Nova Economia, e Ana Julia Ghirello, fundadora da abeLLha, incubadora de negócios de impacto, separaram algumas dicas. Confira:

Criar uma cultura de negócios orientada ao cliente

A principal medida a ser adotada é conversar com os clientes para entender qual deve ser o caminho do negócio a ser seguido. “A partir de uma lógica de manter um diálogo permanente e de absorção das reclamações, é preciso entender as críticas como uma oportunidade de oferecer ao cliente um melhor serviço”, explica Renato.

Buscar inovação a partir dos feedbacks dos clientes

Após as conversas com o cliente, a crítica recebida deve se tornar uma hipótese de melhoria a ser testada de forma rápida e com o menor custo possível. Sempre buscar a inovação aproveitando os feedbacks dos clientes. “Se ela funcionar, o ideal é que a empresa aplique e busque a escala. Caso contrário, deve ser descartada. É preciso trabalhar em uma dinâmica de melhoria contínua”, diz o sócio da Organica.

Executar mais

As startups planejam menos e executam mais. A partir do momento que a empresa foi orientada pelo cliente, não é preciso planejar por dois anos para só depois colocar em prática. “O conceito de MVP (Minimum Viable Produc), usado pelas startups, é lançar a novidade quando já tiver uma proposta mínima de valor, de forma rápida. Com o resultado, ir melhorando e evoluindo o produto”, completa Renato Mendes.

Troca de experiências

Enquanto as startups podem ensinar essa nova forma de produto e inovação, as empresas tradicionais auxiliam os novos CEOs na escala e na estabilidade. “É importante que as empresas mais estruturadas troquem ensinamentos e auxiliem as startups com o que as fizeram estar tanto tempo ativas no mercado”, diz Ana Julia Ghirello, CEO da AbeLLha.

Tags, , , , , , , ,

Inovação no setor de energia e seu impacto no serviço

Por Alexsandro Labbate

À medida que inovadores tecnológicos como a Amazon e Netflix redefinem constantemente a experiência do consumidor, a expectativa de hoje em relação ao nível de serviço prestado tornou-se sem precedentes em todas as indústrias, inclusive no setor de energia e utilities. Tecnologias novas e emergentes, como assistentes virtuais, redefiniram o serviço “sob demanda” e todos os segmentos precisam se adaptar para manterem-se competitivos.

Em 2017 o Brasil voltou a receber investimentos no setor de energia. Nos primeiros três meses do ano, o ingresso de capital estrangeiro atingiu US$ 5,560 bilhões, quase o dobro do total registrado em todo o ano de 2016. Além disso, o governo federal anunciou que pretende concluir a reforma proposta para a regulamentação do setor já no início de 2018, o que deve impulsionar ainda mais o mercado.

Os serviços públicos são tradicionalmente uma indústria altamente regulamentada e, muitas vezes, avessos ao risco como resultado. Isso pode tornar mais lenta a adoção de novas tecnologias, mesmo que a mudança apoie uma abordagem centrada no cliente. No entanto, para que as empresas do mercado de Utilities consigam prosperar, devem incorporar tecnologias inovadoras que proporcionem respostas mais rápidas, incluindo uma estratégia preventiva.

Aliada a essa necessidade imediata de disrupção das empresas, a questão é: como os serviços públicos podem manter o ritmo? A inovação provou impulsionar melhorias no atendimento ao cliente, e o setor de Utilities deve estar preparado para tirar proveito da tecnologia e incorporá-la em sua estratégia global de negócios.

Internet das Coisas no setor de energia

Estima-se que 20,8 bilhões de “coisas” conectadas serão utilizadas mundialmente em 2020, gerando novas oportunidades para os serviços no setor de energia. Os sinais enviados de e para dispositivos conectados estão crescendo exponencialmente à medida que mais dispositivos conectados emergem. O uso de Big Data, Machine Learning, Inteligência Artificial (IA) e armazenamento em nuvem juntos fornecem informações valiosas de uma abundância de dados. A comunicação proveniente da Internet das Coisas (IoT) e do Machine-to-Machine (M2M) permite um nível de decisões e ações automatizadas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Os benefícios para as organizações são grandiosos. Aplicações de monitoramento remoto podem economizar bilhões em custos com transporte e gerenciamento de força de trabalho para as empresas de energia. Com os potenciais efeitos positivos sobre a experiência do cliente e seu valor comercial associado, fica evidente a necessidade de acompanhar a inovação.

Usinas elétricas, por exemplo, podem utilizar equipamentos habilitados para IoT para suportar um grid, enviando detalhes de desempenho para grandes instalações de Big Data que podem então sinalizar problemas ao centro de controle. Aliando esse tipo de tecnologia às ferramentas de gerenciamento de serviços em campo, os problemas tornam-se menos prejudiciais: quando um problema é sinalizado, o técnico mais adequado pode ser enviado com as ferramentas e conhecimentos necessários, promovendo uma solução rápida e estratégica em apenas uma visita. As interrupções e outros problemas que causam maiores dores de cabeça para os clientes podem ser resolvidos com mais rapidez por meio de sensores incorporados, que fazem a manutenção online de todos os equipamentos e oferecem visibilidade de sua saúde. Em vez de o cliente detectar um grande problema, o sensor pode fornecer atualizações em tempo real capazes de prever quando o equipamento pode falhar. Isso economiza o tempo e a dor do cliente, melhorando sua experiência.

Inteligência artificial no setor de energia

A Inteligência Artificial (IA) é definida como “simulação da inteligência humana processado por máquinas, especialmente sistemas de computador”. O termo também inclui tecnologias como robótica e processos como a automação. De acordo com Andy Peart, da Artificial Solutions, “até 2020, a inteligência artificial será tão crítica para os negócios e para o atendimento ao cliente como o website foi há 20 anos, ou o aplicativo móvel foi cinco anos atrás”. A IA é capaz de processar grandes quantidades de dados de maneira muito mais rápida do que os humanos. Para o setor de energia, isso significa que os processos automatizados podem lidar com as tarefas repetitivas e demoradas, aumentando a eficiência, enquanto os funcionários se concentram no trabalho e no atendimento ao cliente, que requer um elemento humano.

As empresas de energia devem adotar a inteligência artificial para aprimorar o agendamento, ajustando o envio dos colaboradores automaticamente de acordo com as mudanças no ambiente, incluindo clima e condições do trânsito. Com base em fatores como demografia do cliente, histórico do consumidor e tipo de tarefa, a tecnologia consegue antecipar a probabilidade de cancelamento de compromissos e automatizar lembretes para chamadas de maior risco e, com isso, preparar o técnico para essa possibilidade.

Inovação e Elemento Humano no setor de energia

É importante ter em mente que o setor de energia é inerentemente um provedor de serviços. Apesar das significantes oportunidades disponíveis para os serviços de energia atenderem aos padrões de serviço esperados pelos clientes, o verdadeiro segredo é combinar estrategicamente as capacidades tecnológicas com as habilidades do técnico. O que garante a excelência do serviço não é tecnologia em si, mas sim as tarefas que ela consegue realizar para liberar um técnico ou engenheiro humano – ou para aumentar as capacidades humanas. Falar sobre automação, inteligência artificial e internet das coisas pode gerar certo receio nos trabalhadores que temem serem substituídos por máquinas, mas a realidade é que a inovação funciona melhor como um híbrido de tecnologia e trabalho humano. As empresas que, estrategicamente combinarem funcionários qualificados com tecnologias inovadoras, não só conseguirão produzir um serviço diferenciado como aprimorarão sua imagem e vantagem competitiva no mercado.

Alexsandro Labbate, Diretor Global de Marketing da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

Tags, , , , , , ,

Finep e BNDES vão financiar projetos de inovação no setor mineral no valor de R$ 1,4 bi

A Finep e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovaram investimento de mais de R$ 1,4 bilhão em pesquisas, desenvolvimento e inovação na área de mineração e transformação mineral. Os projetos foram selecionados no âmbito do edital Inova Mineral – segunda rodada. Ao todo, foram escolhidas 19 propostas, de um total de 50 inscritas. A demanda superou a primeira etapa da chamada, quando foram recebidas 42 propostas – das quais 24 foram aprovadas, com R$ 737 milhões em investimentos previstos.

O maior número de projetos aprovados é voltado para tecnologias e processos para redução e mitigação de riscos e impactos ambientais, como a recuperação e aproveitamento de resíduos: cerca de 37% (7) do total de projetos selecionados, totalizando pouco mais de R$ 1 bilhão. A linha, inclusive, foi a que mais recebeu propostas (15 no total).

De acordo com Maurício Syrio, superintendente de Inovação em Indústria, Engenharia e Serviços da Finep, após o rompimento, em novembro de 2015, da barragem da Samarco, em Mariana (MG), era esperado que viessem em maior número os projetos com foco na preservação do meio ambiente. “Alguns propõem o reaproveitamento de rejeitos e evitam, assim, a necessidade de barragens”, afirma Syrio.

Outro destaque diz respeito aos minerais estratégicos, os chamados “Portadores de Futuro”, como terras raras, grafita, lítio, silício e titânio. As 5 propostas aprovadas, com valor total de R$ 290 milhões, representam aproximadamente 26% do total selecionado. A linha foi a segunda mais concorrida, com 11 projetos enviados.

As outras linhas são: Tecnologias de Mineração (3 projetos); Desenvolvimento e Produção Pioneira de Máquinas, Equipamentos, Softwares e Sistemas (3); e Minerais Estratégicos com Elevado Déficit Comercial: Fosfato e Potássio (1). Segundo Pedro Paulo Dias, gerente do Departamento de Mineração e Metais do BNDES, as empresas selecionadas com propostas mais maduras devem começar a receber desembolsos ainda em 2018.

Sobre o programa

O Inova Mineral tem como objetivo estimular o desenvolvimento de novas tecnologias no setor de mineração e transformação mineral. O programa, que prevê investimentos até 2023, já fomentou um total de 90 planos de investimentos em inovação e sustentabilidade no setor, que representam uma demanda por recursos da ordem de R$ 2 bilhões. Os investimentos aprovados contemplam um conjunto de cerca de 60 empresas e 30 instituições de ciência e tecnologia.

Tags, , , , , , ,

Florianópolis lança Programa de Incentivo Fiscal à Inovação

Os empreendedores residentes de Florianópolis já podem inscrever seus projetos no Programa de Incentivo Fiscal à Inovação da Prefeitura de Florianópolis, que é similar à Lei Municipal de Incentivo à Cultura, mas voltado exclusivamente para inovação. São aceitos projetos que proponham empreendimentos inovadores na capital catarinense, vinculados a um Arranjo Promotor de Inovação (API); e também projetos que desenvolvam ou aprimorem um serviço, sistema, ou produto inovador, propostos por MEI ou MPE com sede em Florianópolis, também vinculados a um API.

“Essa é a nossa Rouanet manezinha de inovação. Foi um dos principais pedidos do setor que conseguimos atender e agora aguardamos a participação dos empreendedores. Temos certeza que esses projetos farão a diferença para a nossa cidade”, afirma o prefeito Gean Loureiro.

Os APIs reúnem empresas e instituições com o objetivo de desenvolver os segmentos. São oito APIs em Florianópolis: Turismo, Economia Criativa, Cultura e Entretenimento; Saúde, Equipamentos médicos e Insumos; Educação; Comércio e Serviços; Pesca, Maricultura e Agronegócios; Transportes e Mobilidade; Tecnologias de Informação, Comunicação, Microeletrônica e Nanotecnologia e em Energia.

O valor máximo por projeto é até 50% do limite de faturamento anual de microempresa. O prazo máximo de execução é de dois anos. Os projetos aprovados recebem uma “Carta de Autorização” e assinam contrato com a Prefeitura. Com isso, podem obter até 20% do ISS devido e até 20% do IPTU devido de contribuintes incentivadores estabelecidos no município em uma conta bancária aberta especificamente para receber os recursos do projeto. Os contribuintes incentivadores recebem um ”Certificado de Incentivo Fiscal” para obterem o respectivo desconto do valor junto à Prefeitura quando for pagar o ISS ou o IPTU. Para participar, basta acessar: http://spii.pmf.sc.gov.br/.

Fonte: Prefeitura de Florianópolis

Tags, , , , , , ,

Finep e EMBRAPII se unem para financiar projetos de inovação em acordo cooperativo

Para fortalecer o apoio à inovação brasileira e agilizar a oferta de financiamentos facilitados, a Finep e a EMBRAPII – Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, ambas ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, assinaram acordo de cooperação no dia 18 de janeiro, na sede da Finep no Rio de Janeiro. A ideia é criar um fast track para otimizar a atuação das duas instituições por meio da troca de informações sobre suas carteiras de clientes, facilitando o acesso aos recursos técnicos e financeiros oferecidos.

O presidente da Finep, Marcos Cintra, destaca a importância da complementariedade de ações: “A EMBRAPII é como um selo de qualidade que vai permitir mais rapidez na concessão dos financiamentos, porque as empresas indicadas por eles já terão passado por um crivo rigoroso”.

Jorge Guimarães, presidente da EMBRAPII, explicou que a Associação atua de forma tríplice, unindo empresas, governo e centros de pesquisa organizados como Unidades EMBRAPII, sendo 42 as existentes atualmente. “De todas as nossas parcerias, a Finep é a única que apoia os dois lados – as unidades EMBRAPII e as empresas”, destaca.

A EMBRAPII financia 1/3 dos valores de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) realizados em parcerias com suas Unidades, de forma não-reembolsável, ou seja, o dinheiro não precisa ser devolvido no fim do projeto. A responsabilidade pelo restante do valor (2/3) é dividida entre a empresa parceira e a Unidade. A Finep entra aí, concedendo financiamentos de longo prazo, com juros baixos e de forma rápida às instituições beneficiárias da cooperação. “Pretendemos ainda no primeiro semestre de 2018 começar os desembolsos ligados a esse acordo”, disse Wanderley de Souza, diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep.

O acordo terá vigência de dois anos. Para a concessão do financiamento, os projetos deverão estar em fase avançada de negociação, condicionado à efetiva contratação, ou contratados pela Unidade EMBRAPII ou Polo EMBRAPII IF, já contando, dessa forma, com os respectivos recursos financeiros disponibilizados pela EMBRAPII.

A cooperação prevê que empresas de todos os setores possam solicitar financiamento à Finep, desde que apresentem um projeto de inovação de produtos, processos ou serviços nas áreas de atuação da EMBRAPII, como: biotecnologia, agronegócio, engenharia, eletrônicos, Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC, entre outros.

“Precisamos aumentar a competitividade da indústria nacional, o que depende em grande parte da sua capacidade inovadora. No entanto, inovar tem um custo. Com os recursos que serão garantidos pela Finep, oferecemos uma oportunidade para viabilizar a execução da ideia”, disse Jorge Guimarães. A expectativa é que sejam disponibilizados este ano cerca de R$ 3 bilhões para financiamentos a empresas por parte da Finep.

Tags, , , , , , , , , , ,

Bradesco lança InovaBra Lab em sua sede em Alphaville

O Bradesco inaugurou esta semana o inovaBra lab, laboratório colaborativo cujo principal objetivo é acelerar o desenvolvimento de inovações do Banco juntamente com parceiros de tecnologia.

Localizado no Núcleo Bradesco em Alphaville, São Paulo, o espaço de 1.700 m² abrange laboratórios de tecnologia, co-working, arena para eventos, laboratório para prototipação e experimentação, espaço para certificação, além de um ambiente destinado exclusivamente a parceiros do Banco no lab: Cisco, Dell EMC, Google, IBM, Intel, Microsoft e Oracle, que poderão trabalhar conjuntamente com as áreas de tecnologia e negócios do Bradesco.

“O lab uma iniciativa única no Brasil. É o primeiro laboratório criado para acelerar o processo de inovação a partir desse modelo colaborativo. Com isso, o cliente terá a seu serviço um banco muito mais inovador, que consegue dar velocidade no lançamento de novos produtos e serviços para melhor atendê-lo”, explica Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco.

O inovaBra lab oferece uma infraestrutura completa e preparada para impulsionar soluções inovadoras lado a lado com as empresas parceiras, como realização de certificações de tecnologias e experimentações de novas soluções, prototipagem, eventos, hackathons, entre outros. O espaço será ocupado por diversas áreas de tecnologia do Banco, incluindo os Departamentos de Pesquisa e Inovação (DPI), Arquitetura e Tecnologia da Informação (DATI), Infraestrutura de Tecnologia da Informação (DITI) e Sistemas (DS), que trabalharão em colaboração no processo de experimentação, homologação e certificação.

“Para os parceiros, o lab será como uma grande vitrine, pois poderão mostrar seus produtos e serviços para várias áreas do Banco ao mesmo tempo. E ao trabalharmos juntos, eles entenderão nossas necessidades mais rapidamente, trazendo soluções com agilidade. É uma relação ganha-ganha”, completa Minas.

É o caso da IBM, parceira do Bradesco há mais de 60 anos. “Juntos, tiramos do papel projetos que revolucionaram o sistema bancário do nosso país e impactaram a vida de milhares de brasileiros. O lançamento do inovaBra lab traduz o DNA de inovação do Bradesco e ajuda, na prática, a acelerar projetos que transformarão ainda mais a forma como enxergamos e lidamos com um banco hoje. Estamos felizes por estar nesse projeto com nossa IBM Cloud e sabemos que iniciativas como essa, que constroem um verdadeiro hub de inovação, só reforçam a importância de tecnologias como o Watson, a computação em nuvem e a segurança da informação, que contribuem para o progresso de negócios e tornam a sociedade mais inteligente e conectada”, afirma Tonny Martins, presidente da IBM Brasil.

O espaço também trará outros parceiros do Bradesco, como o Google. Fabio Coelho, presidente da empresa no Brasil, reforça a importância da iniciativa e do trabalho que as empresas vêm desenvolvendo juntas nos últimos anos. “Acreditamos que o inovaBra lab será um dos berços da inovação no mercado financeiro e a participação do Google nesta iniciativa consolida a parceria entre as duas grandes companhias”.

Plataforma de inovação do Bradesco

O lab é mais uma iniciativa da plataforma de inovação do Bradesco, o inovaBra, que conta ainda com o inovaBra startups, inovaBra ventures, inovaBra internacional, inovaBra hub, inovaBra polos e inovaBra inteligência artificial.

O próximo lançamento, previsto para fevereiro, é o inovaBra habitat, espaço de co-inovação dedicado à geração de negócios de alto impacto baseados em tecnologias digitais disruptivas como Blockchain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Open API e Plataformas Digitais.

Mais informações em www.inovabra.com.br.

Tags, , , , , , ,

O que podemos aprender com o modelo de sucesso de Inovação de Florianópolis?

Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES

Florianópolis foi eleita, pelo 3º ano consecutivo, a segunda cidade mais empreendedora do País, segundo o Índice de Cidades Empreendedoras – ICE 2017, publicado pela Endeavor Brasil. Essa classificação é resultado de um histórico de mais de 30 anos de investimento em tecnologia, focado no conhecimento e na colaboração. A cidade se consolidou como um modelo de sucesso de inovação, com iniciativas públicas e privadas de fomento, que podem ser replicadas em outras regiões do Brasil.

O ponto de partida para o desenvolvimento de um ecossistema de inovação no setor tecnológico na cidade foi a implantação da Universidade Federal de Santa Catarina, em 1960, voltada para os cursos de engenharia e, posteriormente, a criação da Fundação Certi – que foi responsável pela Incubadora Celta, a primeira e do Brasil. Houve também um movimento interessante de organização do setor privado, como a criação da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), da Incubadora Midi Tecnológico. Mais recentemente, em 2015, foi criado Programa Excelência SC, desenvolvido pelo Sebrae/SC, Fiesc e Fecomércio/SC, que reúne boas práticas de companhias com foco na inovação.

Da perspectiva das políticas públicas de incentivo, a prefeitura de Florianópolis contribui criando um conselho de inovação, composto por várias entidades do setor e também com várias ações e legislação para incentivar a competitividade das empresas. Nessa linha, neste último mês, o Governo do Estado criou o “Pacto pela Inovação” para integrar a academia, governos, empresas e a sociedade civil.

O programa Geração Tec, uma iniciativa também do governo estadual, foi criado para o desenvolvimento de jovens talentos, bem como o Sinapse da Inovação, ação da Fapesc e Fundação Certi, para fomentar o empreendedorismo. Além disso, o governo apoia o Parque Tecnológico Sapiens, resultado de um trabalho em parceria com a Fundação Certi.

Entre outras iniciativas, a cidade também possui condomínios empresarias com o foco no setor tecnológico – como o Corporate Park, localizado na SC 401, denominada como a rota da inovação.

Em um passado recente, Florianópolis dependia de cargos públicos, comércio e turismo. Hoje, a cidade, além de reter os seus jovens, consegue atrair mentes brilhantes para o desenvolvimento baseado no conhecimento, que se tornou um ativo para a cidade. Este processo ficará ainda melhor quando o governo começar a proporcionar dados abertos, pois, com isto, o empreendedorismo será ainda maior e o ecossistema de inovação poderá ser fomentado de forma natural e orgânica.

Para 2018, a expectativa é que os investimentos em inovação aumentem bastante, uma vez que tem sido perceptivo o aumento dos espaços de coworking, de profissionais capacitados e do volume de oportunidades de emprego no setor. Além disso, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Finep e o BNDES têm incrementado suas iniciativas de financiamento para inovação.

Por outro lado, ainda que Florianópolis seja um exemplo de inovação, como um living lab, há espaço para melhorar e tornar suas empresas ainda mais competitivas. Com a evolução do mercado, na era do conhecimento, este deve passar a ser um grande ativo das empresas, cujo valor deve ser percebido pelos agentes de fomento e pela sociedade. Por isso, é muito importante construir um ecossistema de inovação que atenda a esses novos modelos de negócios, baseados no conhecimento.

Historicamente, muitas foram as iniciativas modelo da cidade – desde a criação da Universidade Federal de Santa de Catarina, focada na engenharia, até a implementação de políticas de incentivo da prefeitura e do governo do Estado.

No entanto, as maiores lições que podemos aproveitar desse case de sucesso é a importância da integração entre os atores e a organização da classe empresarial buscando o bem comum.

Florianópolis se desenvolveu com empresas que nasceram e se fortaleceram na região, dando um grande destaque aos processos de incubação e do fomento às companhias nascentes. Nesse contexto, a exemplo da cidade, um dos esforços da ABES têm sido criar canais de diálogo entre os diferentes atores do mercado em esfera nacional (governo, educação, empresas) para desenvolver uma agenda coletiva, com o objetivo de aprimorar a competitividade global do Brasil.

A capital catarinense é um exemplo importante, uma cidade que pode ser considerada um parque tecnológico urbano a céu aberto e hoje possui um dos melhores IDHs do Brasil – resultado de muito trabalho conjunto, por mérito de diferentes atores que se doam para formar um ecossistema de inovação.

Tags, , , , , ,

Estudo aponta as tendências de inovação mais desejadas pelo mercado

Com a finalidade de entender quais são as tecnologias e inovações demandadas pelo mercado e as que vêm sendo desenvolvidas por startups, o movimento 100 Open Startups acaba de lançar o estudo “As tendências de inovação mais desejadas pelo mercado e as oportunidades para startups”.

A lista, composta por 43 tecnologias, é uma compilação do relatório do Observatório de Inovação de Negócios da Comissão Europeia, do Index de Tendências Tecnológicas da KPMG e da pesquisa realizada na base do movimento 100 Open Startups.

Foram recebidas 3.665 respostas de aceleradoras, executivos de grandes empresas, investidores e especialistas. As top cinco tendências, na opinião do mercado, são Big Data, Internet das Coisas, Design para Inovação, Inovação em Modelos de Negócio para Competitividade Global e Experiência do Consumidor.

“Como Big Data & Analytics e Internet das coisas integram o desenvolvimento de outras tendências, essas acabam se destacando como as mais desejadas e também exploradas. Entretanto, o estudo aponta oportunidades de desenvolvimento de inovação em setores menos explorados em relação à demanda existente, como Computação Quântica, Nanotecnologia, Realidade Aumentada, Impressão 3D, além do desejo por Parcerias Público Privadas”, explica Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

O estudo também traz as soluções oferecidas pelas startups, demonstrando as principais oportunidades de desenvolvimento de projetos inovadores. Segundo Rondani, ao analisar os resultados, identificou-se que há um grupo de startups atuando nessas áreas. “Com isso, estimulamos as empresas iniciantes a atuarem nessas tendências e as grandes empresas e investidores a encontrarem as soluções e conhecimentos que necessitam, além de incentivar a articulação de políticas públicas para o desenvolvimento do conhecimento demandado”, comenta Rondani.

Com operações na América Latina e Índia, a plataforma 100 Open Startups conta com o engajamento de mais de 5.000 executivos de 500 grandes empresas de um lado e mais de 4 mil startups ativas e 200 investidores do outro. Das startups cadastradas na plataforma, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, são consideradas atraentes e preparadas para colocar suas inovações no mercado em parceria com grandes empresas. Também já foram gerados, nos últimos dois anos, mais de 700 contratos entre as startups e as grandes empresas.

O estudo completo está disponível em formato de ebook no site http://www.openstartups.net. Basta preencher o formulário para receber o conteúdo gratuitamente por e-mail.

Tags, , , , , ,

Engineering do Brasil é selecionada para integrar projeto Ítalo-Brasileiro de inovação tecnológica nas áreas de Big Data e Indústria 4.0

O projeto da Engineering – multinacional italiana fornecedora de soluções e serviços de TI – foi selecionado dentre os demais concorrentes para receber financiamento e integrar o “Joint Lab on Big Data for Industry 4.0”, uma iniciativa da Fundação Cultural Ítalo-Brasileira (Fibra) – órgão criado pela Embaixada do Brasil em Roma e pela Universidade de Bologna (UNIBO) para a promoção da ciência e de pesquisas entre os dois países. O projeto conta ainda com a participação da prestigiada Universidade de Santa Catarina (UDESC) em conjunto com o Laboratório de Tecnologias de Gestão (LabGES), além de outras empresas brasileiras e italianas.

A ideia é implementar um Joint Lab ítalo-brasileiro entre as duas instituições de educação e empresas privadas da área, com a colaboração de acadêmicos, estudantes e especialistas das empresas, para desenvolver pesquisas e soluções em Big Data para Indústria 4.0, com foco principal em Manufatura e Gerenciamento de Água. Mais especificamente, o projeto visa estudar modelos inovadores e ampliar o valor agregado da Tecnologia da Informação nas empresas, analisando soluções existentes para Joint Labs atuais e propondo novas abordagens para fomentar desenvolvimentos tecnológicos.

O laboratório visa criar uma troca de informações entre diferentes parceiros com diferentes origens e reunir o mundo acadêmico e as indústrias com uma abordagem multidisciplinar para promover o nascimento de novas ideias e iniciativas. Será a reunião das melhores competências do mercado e das universidades para alcançar inovações analisando soluções existentes e desenvolvendo projetos de pesquisa para aperfeiçoar tecnologias voltadas para diversas áreas.

O desenvolvimento dessas pesquisas e soluções proporcionarão não somente inovação, mas também uma maior segurança e assertividade para os Gestores, que poderão apoiarem-se em dados aprofundados para legitimar suas decisões na administração.

“A Engineering está muito feliz em fazer parte deste projeto ambicioso e enriquecedor e disponibilizará os melhores profissionais e recursos para atender esta demanda. Com certeza servirá para troca de informações, intercâmbio de profissionais, rompendo as fronteiras por meio da tecnologia e se transformando no alicerce necessário para a inovação nos futuros projetos, principalmente os voltados para Manufatura e Gerenciamento de Água”, explica o CEO da Engineering do Brasil, Filippo di Cesare.

Tags, , , , , , , ,

Porto Digital apresenta o REC’n’Play

Imagine uma grande vila de inovação. Onde conhecimento, criatividade e talento se encontram ao mesmo tempo. É assim que o Recife Antigo ficará de 30 de novembro a 3 de dezembro durante o primeiro festival de experiências digitais, Rec’n’Play. Realizado pelo Porto Digital, Ampla Comunicação e o Grupo Duca, o evento contará com sete temas centrais (trilhas): tecnologia da informação, internet das coisas, design, games, fotografia, eSports e música que contarão com eventos simultâneos e sequenciais, entre palestras, oficinas, apresentações e mostra de cases de sucesso. O modelo da programação em vários palcos foi pensado para gerar novos vínculos entre os participantes e a cidade. O festival conta com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife e Governo de Pernambuco (Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer – Seturel e Empetur) e apoio é do Sebrae em Pernambuco.

O termo trilha traz uma dimensão conceitual para o festival, implicando na interação entre atividades no campo da educação, que podem se desdobrar em puro entretenimento e que podem, mais adiante, se converter em negócios. Cada trilha está sob responsabilidade de um curador. Os curadores compõem um time formado por pessoas que estão no mercado, na esfera pública ou privada, desenvolvendo serviços de grande impacto em seu segmento.

O Rec’n’Play terá como foco a criação de um ambiente para negócios. Na trilha de tecnologia da informação, por exemplo, as startups serão o foco de discussões acerca de propriedade digital, administração de pequenos negócios, além dos benefícios da tecnologia nesse tipo de negócio. Já a o segmento de internet das coisas (IoT) discutirá seus benefícios e potencial dentro da economia brasileira.

O universo de games também tem espaço garantido dentro do festival. Serão duas trilhas destinadas exclusivamente a discutir o assunto e o mercado brasileiro e internacional dos jogos eletrônicos, além de uma parte especifica para os eSports, especial de profissionalização dos campeonatos de games, que vem ganhando cada vez mais espaço no mundo dos negócios. Na trilha de música, que contará com diversas apresentações, entre elas Tagore na abertura do evento, os games voltam como nicho de mercado na criação de trilhas para os jogos.

A ideia do Porto Digital em promover o Rec’n’Play foi dar ao ecossistema local e ao Recife um evento de grande porte que dialogue com a cidade, em um ambiente onde a inovação e o empreendedorismo andam juntos com a arte, a cultura, a ciência e a tecnologia. “Não temos a ambição de formular sozinhos todas as questões abordadas pelo festival. Por essa razão, identificamos e mobilizamos parceiros para que eles atuem como curadores do Rec’n’Play”, explica Francisco Saboya, presidente do Porto Digital. “Assim, vamos trabalhar as mais diversas áreas, entre elas, games, cidades sustentáveis e inteligentes, robótica e internet das coisas. Todas divididas em trilhas”, completa.

Tags, , , , , , , , ,

Tallis Gomes recebe prêmio do MIT como um dos jovens mais inovadores do mundo

Na noite da última quarta-feira, (8), a Revista MIT Technology Review premiou Tallis Gomes em sua lista anual de inovadores abaixo dos 35 anos. Por mais de uma década, a empresa de mídia global reconhece talentos cujo trabalho tem um grande potencial para transformar o mundo. Tallis, que é fundador da Easy Taxi e Singu, foi reconhecido na categoria “Empreendedor” por causa do seu esforço para promover a mudança social.

“Minha jornada aconteceu lá atrás, em Carangola [cidade que nasceu no interior de Minas Gerais], quando eu acreditava em algumas coisas que a grande maioria não acreditava. Foi com base nessa mania que eu construí e estou construindo minha carreira”, explica o Tallis. “Eu acredito que é possível transformar a vida das pessoas humildes através do trabalho e meritocracia. Hoje com a Singu conseguimos transformar a vida de milhares de mulheres que viviam em situações quase que de risco. Com a Singu e graças ao trabalho que elas desenvolvem, elas podem escolher boa parte do caminho que querem trilhar”, completa.

Tallis é fundador da Singu, startup do setor de beleza e bem estar, líder do Brasil e América Latina neste segmento. Hoje a empresa entrega dezenas de milhares de pedidos por mês, usando um algoritmo para aumentar a eficiência da agenda do provedor, o que lhes permite ganhar cerca de quatro vezes mais do que ganharam em salões tradicionais.

“Ao longo dos anos, tivemos sucesso em reconhecer jovens inovadores, cuja mudança transformará a maneira como o mundo pensa sobre o que a tecnologia pode fazer”, diz o editor da Revista David Rotman. “Os homenageados passados incluem Larry Page e Sergey Brin (2002), os cofundadores do Google; Mark Zuckerberg (2007), o co-fundador do Facebook; E Jonathan Ive, o principal designer da Apple. Estamos orgulhosos de nossas seleções e da variedade de realizações que eles celebram, e estamos orgulhosos de adicionar Tallis Gomes a esta prestigiada lista”, complementa.

A cerimônia de premiação aconteceu na Conferência EmTech, realizada entre os dias 6 a 9 de novembro em Cambridge , Massachusetts (EUA).

Tags, , , , ,

BID aprova US$ 1,5 bi para Brasil investir em inovação

Empréstimo do BID apoiará a FINEP para fortalecer a inovação em setores estratégicos, potencializar a modernização de MPMEs e aumentar o crescimento de empreendimentos tecnológicos.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou uma linha de crédito condicional para projetos de investimento (CCLIP na sigla em inglês) de US$ 1,5 bilhão para o Brasil, destinada a aumentar a produtividade das empresas brasileiras por meio de mais investimentos privados em inovação e maior dinamização do sistema nacional de inovação do país.

Essa aprovação inclui uma primeira operação de US$ 703,6 milhões para o programa “Inovar para Crescer”, que será executado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Do montante total da operação inicial, o BID financiará US$ 600 milhões e a Finep entrará com US$ 103,6 milhões.

O BID pretende acompanhar o governo do Brasil na construção de um caminho sólido para níveis de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos no longo prazo. O programa “Inovar para Crescer” chega em um momento crítico para a economia brasileira e aposta em uma estratégia de crescimento baseada na inovação que ajude a reverter a deterioração econômica dos últimos anos.

O programa procura enfrentar desafios importantes como a escassez de investimentos privados em inovação, a baixa complexidade da estrutura produtiva e a insuficiência de dinamismo empreendedor. Além disso, pretende ampliar o financiamento para a inovação em setores estratégicos priorizados pela Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O programa inclui quatro componentes principais. O primeiro é o apoio à inovação em sete setores estratégicos prioritários: indústria química, mineração e transformação mineral, biocombustíveis avançados, agroindústria, alimentos e bebidas, tecnologias de informação e comunicação, saúde e metalurgia. Serão financiados projetos de inovação por meio de recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para empresas e recursos não reembolsáveis para instituições científicas e tecnológicas.

A segunda linha de apoio busca promover a modernização de micro, pequenas e médias empresas com potencial inovador pela adoção de tecnologias. Os projetos serão apresentados em um sistema de “janela aberta” e serão financiados pela Finep de forma indireta através de bancos de desenvolvimento e agências autorizadas em nível regional e estadual.

O terceiro componente vai apoiar o crescimento de empreendimentos inovadores de base tecnológica, financiando suas necessidades em etapas precoces para ajudá-los a cruzar o conhecido “vale da morte” e avançar para as fases finais de desenvolvimento de produtos, de introdução no mercado e/ou de ampliação da escala produtiva. Por fim, o quarto componente financiará iniciativas experimentais de inovação aberta e estudos de prospecção e roadmapping tecnológicos em setores prioritários, bem como o fortalecimento das capacidades institucionais da Finep para a difusão do conhecimento e a avaliação do impacto de suas intervenções.

O programa apoiará a Finep para consolidar seu papel como a principal agência pública de fomento à ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Desde sua criação em 1967, ela tem como missão implementar as atividades do governo federal direcionadas a promover o desenvolvimento de tecnologias de vanguarda que melhorem a competitividade do país em nível mundial e servir como catalisador do progresso social e econômico. A Finep financia iniciativas em todo o espectro da cadeia de inovação tecnológica, pesquisa básica, pesquisa aplicada e desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores.

Tags, , ,

O Velho Mundo e o Novo Mundo na transformação digital das empresas

Por Alexandro Barsi

Ano após ano a tecnologia evolui e aumenta o leque de oportunidades para as empresas, que, por sua vez, devem inovar para não ficar para trás no universo digital. Porém, segundo pesquisa da Enterprise Strategy Group (ESG), apesar de 71% das organizações no mundo concordarem que para manter a competitividade é preciso se transformar digitalmente, apenas 5% delas já estão com esse processo em andamento.

Ser digital já é obrigação no panorama corporativo. É uma visão diferenciada de onde o negócio está e onde quer chegar. Se fosse para fazer uma alusão, seria a transição do Velho Mundo para o Novo Mundo. Quebrar os paradigmas e o tradicionalismo é necessário para que se dê início à conversão, mudando os aspectos da cultura das empresas, a começar pelas pessoas. Só assim o caminho à modernidade será alcançado sem radicalidade e rupturas.

As empresas devem realizar uma análise de todo o cenário atual, possibilitando a definição de estratégias e ações capazes de facilitar essa mudança. Ferramentas que possibilitem que os gestores enxerguem os caminhos a serem seguidos proporcionam maior efetividade e assertividade na tomada de decisões. Além disso, a digitalização faz com os resultados possam ser mensurados por meio de novos indicadores, que ajudam a mostrar qual a melhor trajetória a ser percorrida.

Com ativos que facilitem os processos das companhias, a experiência digital não deve ser algo apenas “da porta para fora”, mas também no ambiente interno, para aumentar a efetividade ao possibilitar uma visão diferenciada tanto por parte dos clientes quanto dos colaboradores, melhorando a experiência dos usuários.

Soluções que classifiquem o digital como parte de um ecossistema que integra gente, tecnologia, inovação e método promovem a transformação digital de ponta a ponta de um negócio, conectando o consumidor com a companhia, potencializando seus resultados e, consequentemente, aumentando a percepção de valor que o cliente tem sobre a empresa.

Alexandro Barsi é sócio-fundador e CEO da Verity, especializada em consultoria para transformação digital e gestão de ponta a ponta.

Tags, ,

Finep promove Encontro para Inovação em SC

A Finep realiza, nos dias 6 e 7 de novembro, o terceiro Encontro Finep para Inovação, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC). O objetivo da iniciativa é intensificar a atuação da financiadora junto a parceiros e potenciais clientes da região Sul.

O evento, gratuito e aberto a empresas de todos os portes, contará com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e do presidente da Finep, Marcos Cintra, além de toda a diretoria executiva da agência de inovação. Também estarão presentes o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o presidente da Fapesc, Sergio Luiz Gargioni.

Na ocasião, a Finep apresentará novas iniciativas de apoio à inovação: o Finep Conecta (para aproximar empresas e universidades); o Finep Startup (que pretende aportar recursos e conhecimento com participação no capital de empresas em estágio inicial); e o Programa de Telecomunicações (linha de financiamento exclusiva para aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais).

Com R$ 500 milhões disponíveis, a mais nova linha da financiadora, batizada de Finep Conecta, oferece melhores condições de apoio a empresas que investirem em projetos em conjunto com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) e universidades. O programa prevê mecanismos como taxas de juros menores e prazos e carências mais longos. Além disso, dependendo do grau de inovação da proposta, a Finep pode financiar até 100% do projeto – que deve ter valor mínimo de R$ 5 milhões. O prazo de pagamento do empréstimo chega a 16 anos.

O programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Para isso, a financiadora vai investir até R$ 1 milhão em cada startup selecionada. Uma nova rodada para submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

Já a linha de financiamento para a aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais busca auxiliar a retomada do crescimento do setor no País. Os recursos, da ordem de R$ 630 milhões, são reembolsáveis e serão disponibilizados via Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

Além dos novos produtos, a Finep atualizou suas condições operacionais, em agosto, por meio da qual passou a oferecer prazos de pagamento de até 12 anos e carência de até quatro anos, dependendo do grau de inovação do plano apresentado.

Atendimento individualizado para empresas

No dia 7 de novembro, empresários locais e dos demais estados do Sul terão a oportunidade de agendar atendimentos individualizados com especialistas da Finep. A rodada de negócios servirá para esclarecer dúvidas sobre funcionamento de linhas e programas, itens financiáveis, condições de financiamento, formulário de submissão de propostas, entre outros pontos. Cada cliente será encaminhado para a linha de financiamento ou para o programa adequados à sua demanda.

Durante o encontro, a Finep assinará ainda memorandos de entendimento com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para o desenvolvimento de novos produtos e cooperação técnica entre as instituições.

O evento também contará com uma palestra do presidente da Fapesc sobre inovação e desenvolvimento regional; entrega de placas de reconhecimento a empresas inovadoras do Sul; e mesa redonda com empresas e instituições locais já apoiadas pela Finep, que compartilharão com o público suas experiências.

Serviço (entrada gratuita: solicite confirmação de presença para o e-mail encontrofinep@alvoeventos.com.br)
Data: 6 e 7 de novembro
Hora: 1º dia – 14h30 às 19h / 2º dia – 8h30 às 18h
Local: Centro de Eventos da FIESC
Endereço: Rod. Admar Gonzaga, 2765 – Itacorubi – Florianópolis/SC

Tags, ,

Toronto sediará hub global de inovação urbana da Alphabet

A SideWalk Labs, empresa do grupo Alphabet e que atua na promoção de cidades mais inteligentes, eficientes e adequadas para os cidadãos, junto a Google e outras corporações que estão na vanguarda da revolução tecnológica no mundo, acaba de firmar parceria inédita com o Waterfront Toronto, organização responsável pela administração e revitalização da zona portuária da principal cidade da província de Ontário, no Canadá.

O projeto, chamado “SideWalk Toronto”, se propõe a pensar e implementar na região dos portos ao leste da cidade tecnologias que apoiem um desenvolvimento urbano sustentável, conectado e focado nas pessoas. A SideWalk Labs se comprometeu a investir US$ 50 milhões na região, que conta com 350 hectares. A Waterfront Toronto, por sua vez, recebeu C$ 1,25 bilhão em investimentos dos governos municipal, provincial e federal, destinados a melhoria de infraestrutura da comunidade.

A partir do próximo ano tem início o planejamento e processo de consulta pública que debaterá as inovações a serem implantadas em áreas como mobilidade, moradia, economia e governança local, lazer, destinação de resíduos, energia e segurança, entre outros temas.

Esse é um importante passo para testar novas tecnologias e pensar em um modelo de desenvolvimento urbano sustentável, que servirá como exemplo para ser reproduzido em larga escala globalmente.
Saiba mais em: Sidewalk Toronto

Tags, , , , , ,