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Internet das Coisas desempenhará um papel de liderança na proteção de trabalhadores agrícolas

A fazenda do futuro utilizará tecnologias de Internet das Coisas (IoT) para criar ambientes de trabalho mais seguros e reduzir riscos para a força de trabalho. É o que diz um estudo independente encomendado pela Inmarsat, empresa de comunicações móveis globais por satélite (LSE: ISAT.L), que mostra que metade das empresas agritech (de tecnologia agrícola) fortalecerá as práticas de segurança e saúde do setor por meio da adoção de IoT.

A Vanson Bourne, empresa especializada em pesquisas de mercado, entrevistou 100 empresas agritech de todo o mundo como parte do estudo The Future of IoT in Enterprise da Inmarsat. Ela mostra que 49% das empresas agritech colocam a melhoria da saúde e da segurança como uma das principais motivações para o desenvolvimento de soluções IoT, acima de monitorar mudanças ambientais (48%) e identificar ganhos de eficiência e oportunidades de redução de custos (45%). Na mesma linha, 40% esperam que a IoT melhore significativamente as práticas de saúde e segurança em um futuro próximo.

Comentando os resultados, Chris Harry-Thomas, diretor de Estratégia Agritech da Inmarsat Enterprise, revela: “Apesar dos esforços do setor para melhorar a saúde e a segurança na agricultura, uma pesquisa (em inglês) da Organização Internacional do Trabalho revela que a taxa de acidentes fatais permaneceu elevada e a agricultura continua sendo o setor mais perigoso do mundo. A pesquisa estima que 170 mil trabalhadores agrícolas morrem em serviço todos os anos e que milhões de outras pessoas são lesionadas em acidentes com maquinaria agrícola ou sofrem efeitos negativos no longo prazo sobre a saúde decorrentes da exposição a agrotóxicos e pesticidas.

“Com a Quarta Revolução Agrícola já em curso, a IoT pode oferecer às empresas agritech uma grande quantidade de soluções para esses desafios. Sistemas automatizados habilitados pela IoT podem reduzir o risco, afastando os trabalhadores dos procedimentos mais perigosos como o levantamento de materiais pesados ou o uso de máquinas perigosas. Máquinas automatizadas também podem em geral reagir mais rapidamente a emergências, monitorando e parando equipamentos antes que ocorra uma ameaça à segurança do trabalhador. O setor também está aproveitando a Internet das Coisas com as tecnologias wearable. Esses dispositivos integrados em relógios, capacetes e roupas podem detectar quedas e monitorar a saúde do pessoal por meio da medição da frequência cardíaca e da temperatura, permitindo que as empresas agrícolas reajam mais rapidamente às emergências e forneçam atendimento médico de urgência a quem se ferir”.

Harry-Thomas acrescenta: “À medida que a agricultura se expande para terras novas e distantes, a conectividade terrestre torna-se cada vez mais limitada. Os trabalhadores também são expostos a um risco maior, pois estão mais isolados e mais distantes dos serviços de emergência. A comunicação por satélite, portanto, tem um papel integral a desempenhar, pois permite que as tecnologias de ponta sejam acessadas nas áreas mais remotas do planeta, equipando fazendas com redes de dispositivos automatizados e sensores para proteger os trabalhadores”.

“Temos uma paixão por aumentar o impulso da Internet das Coisas e criar ambientes de trabalho mais seguros e mais produtivos em todo o mundo. É encorajador ver que o setor está tomando medidas para desenvolver e implementar essas tecnologias e salvaguardar a saúde, segurança e bem-estar de seus funcionários”.

As redes de comunicações por satélite oferecem uma elevada cobertura e confiabilidade, que é crítica em casos de condições climáticas extremas ou de emergência, ou ainda ampliando a conectividade a locais remotos. Ativos em até 99,9% do tempo, os serviços de banda L da Inmarsat estão permitindo que as soluções IoT mudem a cara da agricultura.

Para visitar o microsite da pesquisa e baixar o relatório “The Future of IoT in Enterprise – 2017” completo (em inglês) – acesse: http://research.inmarsat.com/.

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Carência de habilidades no setor de agritech está atrasando a inovação em IoT, segundo pesquisa da Inmarsat

Mais de 60% das empresas respondentes alegam precisar de mais funcionários qualificados para aproveitarem ao máximo as oportunidades oferecidas pela tecnologia

O potencial da tecnologia da Internet das Coisas (IoT) para impulsionar a inovação, a eficiência e o aumento da produtividade no setor agrícola corre risco, uma vez que as empresas de agritech estão necessitando requalificar com urgência seus atuais funcionários e embarcar em campanhas de recrutamento para garantir que possam contar com as capacidades específicas para continuarem a se desenvolverem. De acordo com uma pesquisa independente encomendada pela Inmarsat, enquanto a grande maioria das empresas de agritech se movem em direção à adoção da IoT, uma parte significativa delas não possui o pessoal ou as habilidades necessárias para aproveitar a tecnologia.

A Vanson Bourne, especialista em pesquisa de mercado, entrevistou profissionais de 100 grandes empresas de agritech em todo o mundo e mostrou que, enquanto mais de 46% das empresas desse setor relataram uma implantação total de soluções IoT e 16% outras iniciaram uma implantação parcial, muitas não possuem hoje as habilidades necessárias para fazer isso de forma eficaz. Além disso, as empresas precisam elevar suas habilidades no nível estratégico, no qual 65% dos entrevistados identificaram uma insuficiência, bem como na administração e entrega da implantação da IoT, para o qual mais de 50% dos entrevistados disseram que faltava pessoal.

A pesquisa também elenca os conhecimentos específicos de IoT que faltam para as empresas de agritech. Cerca de 55% destas relataram uma falta de pessoal de segurança cibernética; já para 53%, necessidade de habilidades de ciência analítica e de dados é um fator preocupante.

Chris Harry-Thomas, diretor de Desenvolvimento Setorial de Agricultura da Inmarsat, comentou a respeito dos resultados: “A IoT é a linha de frente da Quarta Revolução Agrícola, e fornece um sistema nervoso digital com uma rede de dispositivos e sensores conectados e automatizados. Os agricultores estão utilizando essas tecnologias para melhorar drasticamente a eficiência e a precisão de suas operações, automatizando os sistemas de irrigação de modo que a água só seja entregue onde for necessária, e otimizando a fertilização para melhorar os rendimentos”.

“Enquanto a automação desses processos reduz a necessidade de intervenção manual no campo, ela está criando novas necessidades de funcionários qualificados em áreas como análise de dados e segurança cibernética que, como já vimos em nossas pesquisas, faltam hoje no setor”.

“Com a transformação digital em pleno andamento, muitos setores tradicionalmente mecânico-físicos como a agricultura estão correndo para recrutar especialistas digitais para apoiar suas ambições de IoT. Competir com as empresas de tecnologia do Vale do Silício na busca de pessoal qualificado será um desafio para o setor de agro tecnologia, mas à medida que essas empresas decidam assumir o ônus da segurança de dados para aumentar sua participação de mercado no setor, torna-se fundamental que recrutem pessoal com a capacidade de fazê-lo”.

Chris conclui afirmando que o estabelecimento de parcerias estratégicas com terceiros pode ajudar as empresas de agro tecnologia a fecharem as lacunas em suas carteiras de habilidades de IoT: “As empresas precisam aprimorar o seu pessoal existente e atrair novos talentos, se quiserem desenvolver soluções IoT bem-sucedidas. No entanto, no prazo mais longo, o foco deverá ser no estabelecimento de parcerias estratégicas com especialistas de IoT. Com maiores economias de escala, parceiros especializados podem projetar soluções complexas de IoT em múltiplas redes de comunicação, incluindo dados de satélite e celulares, para implantar redes IoT sofisticadas e automatizadas em todo o setor agrícola”.

Para ver o hotsite da pesquisa e baixar o relatório ‘The Future of IoT in Enterprise’ completo (em inglês) acesse: http://research.inmarsat.com/.

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A banda larga para voos será um mercado de 130 bilhões de dólares em 2035

As companhias aéreas devem se beneficiar de receitas significativas no crescimento de comércio eletrônico, publicidade e conteúdo premium viabilizado por banda larga

A London School of Economics and Political Science prevê que companhias aéreas da América Latina irão gerar US$1,9 bilhão de ganhos incrementais

26 de setembro de 2017: a banda larga a bordo tem o potencial de criar um mercado global de 130 bilhões de dólares nos próximos 20 anos, resultando em uma receita adicional de US$ 1,9 bilhão para as companhias aéreas da América Latina. Esta é a conclusão de uma pesquisa de estudo inédita ‘Sky High Economics: Quantifying the commercial opportunities of passenger connectivity for the global airline industry’ (em português, Economia do Céu: quantificação de oportunidades comerciais de conectividade para passageiros para a indústria aérea global), realizada pela London School of Economics and Political Science (LSE) em associação com a Inmarsat (LSE: ISAT. L), a fornecedora líder no mundo de comunicações globais móveis via satélite.

Potencial de mercado

Com base em dados atuais da IATA e fontes da indústria, o estudo Sky High Economics desenvolveu um modelo de previsão independente. O modelo prevê que os rendimentos complementares viabilizados por banda larga para as companhias aéreas terão quatro principais fluxos de receita:

• Cobranças para o acesso à banda larga – oferecer conectividade para passageiros a bordo

• Comércio eletrônico e “destination shopping” – fazer compras a bordo de aeronaves com maior leque de produtos e ofertas em tempo real

• Publicidade – pagamento-por-clique, impressões, acordos de patrocínio com anunciantes

• Conteúdo premium – oferecer conteúdo ao vivo, vídeo por demanda e pacote de acesso W-IFEC

Atualmente, apenas cerca de 53 de uma estimativa de 5000 companhias aéreas em todo o mundo oferecem conectividade de banda larga a bordo. Seguindo a forte demanda por parte de passageiros, a internet a bordo estará amplamente difundida em aviões comerciais até 2035. Atualmente, as companhias aéreas recebem um adicional de 17 dólares por passageiro por serviços complementares ‘tradicionais’, como compras ‘duty free’ e vendas de varejo, alimentos e bebidas a bordo. As receitas complementares viabilizadas por banda larga irão acrescentar um adicional de 4 dólares até 2035.

Vetores de crescimento

As operadoras de serviço completo pretendem reivindicar a maior parte das receitas de companhias aéreas (63%), gerando 19 bilhões de dólares até 2035. Com as maiores oportunidades obtidas nos tempos de voo mais longos, a receita adicional virá da capacidade de maximizar as plataformas de comércio eletrônico e de acordos com provedores de conteúdo para oferecer pacotes premium. O estudo ‘Sky High Economics’ prevê que as operadoras de baixo custo irão gerar 11 bilhões de dólares até 2035, sendo que a maior parte virá da venda de conectividade para os passageiros.

Diferenças regionais

A pesquisa também identificou que em termos regionais, a maior oportunidade para serviços adicionais viabilizados por banda larga está na região Ásia-Pacífico. Impulsionadas pelo crescimento do número de passageiros e pela disponibilidade de serviços, as companhias aéreas da região Ásia-Pacífico irão se beneficiar de 10,3 bilhões dólares em receitas complementares até 2035, seguidas pelas companhias da Europa (8,2 bilhões de dólares) e América do Norte (7,6 bilhões de dólares). A América Latina se beneficiará com US$ 1,9 bilhão de dólares, Oriente Médio com US$ 1,3 bilhão e África com US$ 590 milhões.

O Dr. Alexander Grous (B. Ec, MBA, M.Com, MA, PhD.), do Departamento de Mídia e Comunicações, LSE e autor de Sky High Economics disse: “A oportunidade disponível às companhias aéreas é enorme. O estudo Sky High Economics prevê a criação de um mercado de 130 bilhões de dólares nas próximas duas décadas. Se as companhias aéreas, globalmente, puderem oferecer uma conexão de banda larga confiável, isso será o catalisador para a implementação de pacotes mais criativos de publicidade, conteúdo e comércio eletrônico. Veremos acordos de negócio inovadores serem feitos, parcerias serem formadas e modelos de negócios serem fundamentalmente modificados para que novos participantes tenham oportunidades nos 100 bilhões de dólares das companhias aéreas. A receita complementar viabilizada por banda larga tem o potencial de criar um novo mercado e é algo que as companhias aéreas precisam planejar agora.”

Frederik van Essen, vice-presidente senior de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Inmarsat Aviation, comentou: “A medida que começarem a agir mais como varejistas, as companhias aéreas perceberão os benefícios de eliminar a lacuna da conectividade a bordo. Isso resultará no desbloqueio de 15 bilhões de dólares por ano em receitas complementares adicionais na próxima década e será uma das maiores fontes de crescimento. A chave para este potencial e a obtenção de receitas eventuais de 30 bilhões de dólares, é a internet rápida e de alta qualidade a bordo que seja confiável e sem interrupções.”

A Inmarsat está transformando a indústria da aviação global trazendo conectividade plena para cada aeronave e rota de voo no mundo. A Inmarst é a primeira e única operadora com uma completa rede de satélite de alta produtividade (HTS) de próxima geração abrangendo o mundo todo. A Inmarsat é também a única operadora de banda larga de aviação capaz de conectar a aeronave completa desde a cabine de passageiros até a cabine de comando. As soluções para passageiros oferecidas pela Inmarsat são líderes no mundo e complementadas por seus serviços de operações e segurança certificados pelos padrões da indústria. O ‘GX Aviation’ é o primeiro serviço global de banda larga de alta velocidade a bordo no mundo a partir de uma única operadora. Isto permite que passageiros de companhias aéreas naveguem na internet, transmitam vídeos, verifiquem mídias sociais e muito mais durante os voos, com uma experiência de conectividade a bordo comparável aos serviços de banda larga móvel disponíveis em terra.

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Parceria entre Inmarsat e Actility fornecerá plataforma global única para a Internet das Coisas

A Inmarsat (LSE:ISAT.L), líder em serviços de comunicações móveis globais via satélite, firmou parceria com a Actility, líder no setor em redes de longa distância e baixa potência (LPWAN) e membro fundador da LoRa Alliance, para oferecer uma solução de ponta-a-ponta de Internet das Coisas (IoT) para conectar ativos em qualquer lugar do mundo por meio de redes públicas e privadas.

Esta parceria combina a conectividade global da Inmarsat com o ThingPark™ da Actility, a plataforma de gestão de IoT, para entregar uma solução integrada para a internet das coisas. Ela reúne conectividade, serviços e dispositivos IoT em uma única plataforma de gerenciamento de serviços para conectar objetos em qualquer lugar do planeta, mesmo nos locais mais remotos e hostis.

“A Inmarsat conta com uma longa e bem-sucedida história no fornecimento de conectividade remota”, afirma Greg Ewert, presidente da Inmarsat Enterprise. “Esta parceria proporciona uma flexibilidade adicional para as redes IoT – ou seja, integradores de sistemas e clientes que utilizam a conexão da Inmarsat e a solução da Actility poderão conectar todos os seus ativos em uma única plataforma, sem ter que perder tempo e recursos para lidar com vários provedores, sem falar na redução de custo e da complexidade causada por múltiplos contratos de roaming. A parceria também coloca a Inmarsat em uma posição mais próxima do mercado da Internet das Coisas.”

A Inmarsat anunciou recentemente sua entrada para a LoRa Alliance, uma organização sem fins lucrativos que promove o padrão de conectividade LoRaWAN para redes de longa distância e baixa potência (LPWAN). Esta parceria significa que os ativos que utilizam o padrão LoRa agora podem se conectar às redes globais da Inmarsat com uma integração e interoperabilidade contínua, mesmo em áreas onde a cobertura celular ou terrestre não esteja disponível ou não seja confiável.

Esta nova parceria ainda traz consigo novas capacidades e alcance global para soluções de rede IoT, promovendo o crescimento explosivo de sensores e aplicativos altamente capazes e financeiramente acessíveis de IoT.

“A Actility está entusiasmada em poder colaborar com a Inmarsat para oferecer aos clientes globais uma solução de ponta-a-ponta e um único ponto de gerenciamento de serviços para conectar seus ativos e realizar negócios de IoT em qualquer lugar do mundo por meio da plataforma ThingPark™ LoRaWAN”, afirma Olivier Hersent, CEO e CTO da Actility.

Para mais informações, visite o estande (8.0E40) da Inmarst no Mobile World Congress 2016 ou assista à demonstração de construção inteligente que ocorrerá no Inmarsat Developer Conference, em Londres, de 01 de fevereiro a 29 de março.

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Inmarsat confirma a data de lançamento de seu terceiro satélite Global Xpress

A Inmarsat (LSE: ISAT.L), fornecedora líder de serviços de comunicações móveis globais por satélite, confirmou hoje que o terceiro satélite do programa de transformação Global Xpress (GX) – o Inmarsat-5 F3 (I-5 F3) – foi programado para ser lançado do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, às 09h44 (Brasília) da sexta-feira dia 28 de agosto.

O I-5 F3, o terceiro satélite Global Xpress a ser lançado, cobrirá a região do Oceano Pacífico e, juntamente com o Inmarsat-5 F1 e o Inmarsat-5 F2, cria o primeiro serviço de banda larga de alta velocidade globalmente disponível do mundo entregue por uma única operadora.

Todos os satélites da quinta geração da Inmarsat foram construídos pela Boeing Satellite Systems International Inc. (“Boeing”), na Califórnia. O lançamento está sendo empreendido pela International Launch Services (“ILS”) para a Inmarsat, utilizando um veículo de lançamento Proton.

O Global Xpress fornecerá velocidade de banda larga cerca de 100 vezes mais rápida do que a constelação de quarta geração (I-4) da empresa. Ele oferecerá novas oportunidades para os clientes dos setores tanto público como privado, para melhorar significativamente a sua conectividade e acessar aplicativos que requerem muita largura de banda, mesmo nas regiões mais remotas e inacessíveis do mundo.

Rupert Pearce, CEO da Inmarsat, disse: “A conclusão da constelação Global Xpress será um marco significativo para a nossa organização, e é fundamental para a entrega de uma nova era nas comunicações móveis por satélite que mudará o futuro para todos nós. Acreditamos que nossa tecnologia GX impulsionará a inovação e proporcionará suporte a serviços e soluções de valor agregado para os nossos clientes governamentais e empresariais em terra, no mar e no ar; em oportunidades tão diversas como a marinha mercante, a aviação executiva e comercial, o governo, energia e recursos, e segmentos empresariais de VSAT. Estamos particularmente satisfeitos que o GX dará suporte a programas vitais, permitindo que os governos atendam às necessidades em rápida transformação do nosso mundo, incluindo a transformação das sociedades remotas que hoje estão servidas inadequadamente por redes terrestres”.

O primeiro satélite Global Xpress – o Inmarsat-5 F1 – foi lançado em dezembro de 2013 e iniciou seu serviço comercial em julho de 2014, cobrindo a Europa, o Oriente Médio, a África e a Ásia. Ele foi seguido pelo lançamento do Inmarsat-5 F2 em 1º de fevereiro de 2015, que cobre as Américas e o Oceano Atlântico e que iniciará seu serviço comercial no final deste mês.

Após o bem-sucedido lançamento do I-5 F3, a Inmarsat espera iniciar os serviços comerciais globais do GX até o final do ano.

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