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Os desafios da transformação digital no setor financeiro

Por Gabriel Lobitsky, Diretor de Vendas da Infor para Sul da América Latina

Computação em nuvem, automação de processos robotizados, inteligência artificial e aprendizagem de máquina. Uma nova classe de disruptores digitais está transformando a área de finanças e deixando os CFOs mais conectados do que nunca. Com isso, aumenta a quantidade de desafios, pois é preciso encontrar novas formas de participar, se conectar a líderes empresariais, gerar resultados de receita e gerenciar riscos. No entanto, mesmo com tantas tecnologias disponíveis, estamos bem longe de ver os robôs governando Wall Street e CFOs tradicionais serem substituídos pela máquina.

Mas o que boa parte dos analistas concorda é que a tecnologia desempenhará um papel fundamental no aumento da velocidade e na eficiência das tarefas relacionadas às finanças, facilitando o acesso a informações para tomada de decisão. E, embora estejam em alerta, reimaginando seus papeis frente às disrupções digitais, os CFOs começam a enxergar a tecnologia como uma aliada, principalmente nesse período de aumento do volume de dados.

Mudança fundamental

De fato, as disrupções digitais têm dado às finanças uma oportunidade única para melhorar a produtividade e a qualidade em todo o negócio. Uma pesquisa da consultoria EY com 769 CFOs e líderes de finanças de 32 países mostrou que 69% dos entrevistados acreditam que o papel do líder de finanças está passando por uma mudança, e as tarefas tradicionais são automatizadas ou gerenciados em centros de serviços compartilhados.

No entanto, para usufruir de todo o potencial da transformação digital, as organizações financeiras devem seguir o caminho da crescente demanda por locais de trabalho digitais, implantações flexíveis em nuvem e colaboração entre áreas e departamentos. Uma estratégia digital em negrito deve permitir que os profissionais de finanças compartilhem informações, tomem decisões conectadas e baseadas em dados.

Os CFOs, hoje, já reconhecem a urgência e a importância de aceitar a transformação digital. A maioria dos profissionais sabe que, a menos que a adoção da tecnologia esteja aliada à estratégia dos negócios, as equipes tradicionais ainda têm dificuldades de enxergar o real valor das mudanças. Mas, não há segredo: a tecnologia ajudará os profissionais de finanças a se aprofundar em uma quantidade, cada vez maior, de dados criados para encontrar tendências latentes, fornecendo aos CFOs e seus parceiros de negócios insights acionáveis ligados às informações e riscos críticos.

A conexão é a chave. As equipes de finanças podem trabalhar em parceria com a de vendas e definir modelos que funcionem. Assim, é possível oferecer ao cliente final uma experiência real. Eles também devem aproveitar a colaboração e ferramentas de integração de sistemas para tornar o processo em tempo real mais preditivo.

Plano para uma organização financeira mais inteligente

O avanço da tecnologia disruptiva acontece quando as empresas estão voltadas para o futuro, com o objetivo de projetar um modelo operacional que equipe pessoas para a nova economia digital. E os analistas concordam: será necessário melhorar parceria e habilidades para alinhar os esforços financeiros com o negócio, já que o objetivo de uma organização é tornar mais ágil e inovadora, para se adaptar ao aumento das demandas dos clientes da era digital. É fundamental, portanto, que as finanças e a área de negócios se comuniquem para otimizar processos e desenvolver estratégias que criem valor para toda a cadeia – o negócio, os clientes e os clientes dos clientes.

A curiosidade intelectual e a capacidade de fazer perguntas comerciais e operacionais adequadas serão os atributos fundamentais de um grande parceiro comercial de finanças. O resultado dessa mudança de paradigma nas operações financeiras é que o investimento digital impulsionará aumentos significativos na satisfação do cliente.

A mudança da transformação digital é tão rápida, que enfrentar a volatilidade e a incerteza será o novo ‘normal’ para os CFOs, e não há dúvida de que a tecnologia – envolvendo as pessoas adequadas para aproveitar seus benefícios – desempenhará um papel fundamental na transformação da função de gestor de finanças nos próximos anos.

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A voz será o sistema operacional do futuro

Por Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor

No ano passado, descobri o poder da Inteligência Artificial ao pedir para a Alexa comprar itens básicos para a minha casa e otimizar minha lista de compras. Em Julho desse ano, também percebi o quanto a Inteligência Artificial pode ser benéfica para o ambiente corporativo. Ao ver um profissional recém contratado por uma empresa, que nunca havia usado o ERP, pedir para o sistema gerar um relatório de posição de estoque planejada para o CD da empresa, no Arizona (EUA), para entregar em 10 dias, e achei incrível. A familiarização do usuário com o novo sistema foi imediata, mesmo sem nunca ter usado a solução. Com essa reflexão, quero chamar a sua atenção para um ponto importante na Inteligência Artificial: o poder da voz.

A inteligência artificial começou a ser aplicada aos poucos nas nossas tarefas diárias, e o nosso trabalho não poderia ficar de fora dessa tendência. Na minha vida pessoal e profissional, a IA dá flexibilidade, liberdade, e tempo – um recurso tão precioso, que chega a ser escasso nos dias de hoje. Eu não preciso parar para fazer um pedido de reposição para a minha geladeira. Para falar a verdade, eu não preciso nem sentar, consigo conciliar minha lista de compras a outras atividades importantes do meu dia. E, no lado profissional vejo que o mercado de tecnologia está investindo em levar a IA para o ambiente corporativo, e todo esforço é para fazer a tendência virar realidade e gerar resultados.

Hoje, já há projetos pilotos para usar a IA em atividades administrativas como enviar uma resposta padrão de e-mail, solicitar férias de funcionários, gerar relatórios; e em tarefas mais complexas como gestão de estoque e até de ativos. Uma prova de que a IA chegou em diversos setores é o resultado de uma pesquisa da Vanson Bourne, que afirma que as empresas que não adotarem a Inteligência Artificial nos próximos três anos correm o risco de tornarem-se irrelevantes. No entanto, mesmo estando na era da inovação, muitas empresas ainda não sabem o que a transformação digital pode fazer em termos de economia real.

E o que ela pode fazer é otimizar o tempo por meio do poder da voz. Como no exemplo do novo colaborador que usa a inteligência artificial para monitorar seu estoque e gerar um relatório futuro. A tecnologia pode ajudar empresas a melhorar a eficiência dos seus profissionais e também reduzir custos de recursos humanos, já que o tempo destinado ao treinamento para uso das ferramentas corporativas pode ser bem menor. Além disso, a redução de erros pode ser significativa. Imagine que o usuário que citamos precisa solicitar para o sistema de vendas e planejamento de operações (S&OP) um relatório dos pedidos que não conseguirá atender, e de maneira estratégica, sem deixar de atender clientes-chave. Ao entender a voz de comando do colaborador, o sistema responde, de forma inteligente, as alternativas para atender aos requisitos da empresa. Com isso, os ganhos são enormes, principalmente na satisfação dos clientes.

Hoje, os ERPs mais modernos estão na nuvem e contam outros aspectos tecnológicos que ajudam a melhorar a produtividade, e se somados à Inteligência Artificial, as empresas terão disponíveis mais que um assistente virtual para fornecer conselhos e gerar relatórios – estamos falando de uma ferramenta que ajudará decisores de negócios em ações mais assertivas – evitando a execução manual que depende de filtros e cenários, e que sempre podem estar passíveis a erros e/ou esquecimento de algum parâmetro. Afinal, as máquinas hoje são 100% dependentes do fator humano.

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Brandili melhora a segurança e o controle do negócio com ERP da Infor

A Infor, líder de softwares de negócios desenvolvidos por indústria e na nuvem, anunciou hoje que a Brandili, empresa do setor têxtil, conseguiu ótimos resultados na segurança e melhor controle do negócio com o ERP da Infor.

Novidades

A Brandili enfrentava alguns desafios e precisava melhorar os seus processos de operação. Tais como:

– Controle de todas as etapas do processo produtivo;
– Otimização e integração de processos de negócio;
– Redução de custos;
– Redução de lead time;
– Redução dos níveis de estoques;
– Consistência na base de informações;
– Informações uniformes em toda a empresa;
– Granularidade de informações;
– Redução de erros manuais;
– Pessoas mais direcionadas à análise do que input de informações;
– Implementação do custo real.

O processo de escolha do ERP para a Brandili começou com a definição de uma série de requisitos para atendimento às necessidades atuais e futuras da empresa. Foram convidadas para participar da cotação de preços apenas empresas com renome de mercado e com implantações de sistemas realizadas com sucesso. A Infor foi escolhida em função do atendimento ao maior número de requisitos e, desta forma, foi necessário um menor número de customizações.

Após a implementação, foram anunciados os seguintes resultados:

– Antes do ERP uma nota fiscal era lançada em 5 telas diferentes e havia grande dificuldade de ter a mesma informação em diversos setores da empresa. Após a implementação do ERP a nota fiscal é lançada apenas uma vez e é toda integrada: a mesma informação alimenta todos os setores;
-As compras já são totalmente definidas na requisição de compra: preço, quantidade, prazo, fornecedor, tributos, etc, reduzindo a possibilidade de erros no lançamento da nota;
– Os colaboradores passaram a dedicar mais tempo para análise de informações ao invés de trabalhos operacionais para uma melhor tomada de decisões;
– Automatização de processos manuais;
– Obtenção do custo real detalhado a nível de SKU;
– Fornecimento detalhado de informações para alimentar o planejamento estratégico da empresa;
– Redução de lead time;
– Redução de números de colaboradores em áreas administrativas.
– Acuracidade dos estoques;
– Melhoria na avaliação por parte da auditoria externa;
– Segurança nos controles operacionais;
– A implementação do ERP possibilitou a implementação de solução de business intelligence para controle e acompanhamento diário das principais variáveis do nosso negócio;
– Redução do lead time de fechamento contábil.

“Estamos muito satisfeitos com a implementação do Infor ERP LN. O ERP é muito estável, confiável e possui uma gama ampla de funcionalidades, com a qual conseguimos controlar todos os nossos processos de negócios. Agora, após a implementação do LN a empresa pode se focar em atividades estratégicas que trarão melhores resultados sem se descuidar de seus controles, afirmou Flávia Brandes, Diretora Administrativa Financeira, Brandili.

As organizações já sabem que um mesmo software para todas as empresas não é o melhor, que as funcionalidades específicas são um grande benefício. Infor LN. fornece recursos para apoiar processos, para setores específicos, como a indústria têxtil, e as organizações podem melhorar suas ofertas substancialmente, além de obter mais eficiências. Brandili está assumindo a liderança na forma como atende o seu cliente e estamos orgulhosos de desempenhar um papel integral no apoio à sua transformação empresarial”, diz Gabriel Lobitsky, Diretor de Vendas da Infor para Brasil e Sul da América do Sul.

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EAM: a tecnologia que apoia a segurança do trabalho

Por Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor para Brasil e Sul da América Latina

Os riscos são umas das principais preocupações dos gestores, que investem tempo avaliando a complexidade dos projetos para compreender as ações que podem impactar a companhia. Por isso, quando se trata de segurança, a redução de riscos surge como uma missão, e os profissionais da área sempre alertam que a maioria dos incidentes têm origem em três fontes: pessoas, equipamentos e ambiente – ou, geralmente, na combinação desses fatores. Dentro de um cenário econômico desafiador, em que as paradas geram perdas incalculáveis e causam uma avalanche de problemas, a adoção de tecnologias capazes de prever incidentes, como o EAM (Enterprise Asset Management, em inglês) devem ser consideradas para minimizar o risco de perdas que ameacem a segurança em uma organização.

Para ilustrar como a falta de investimentos em ferramentas proativas coloca em xeque a segurança, há diversos casos no Brasil em que as perdas prejudicaram pessoas, o meio ambiente e a marca, como o emblemático caso da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, que deixou rastros de destruição na comunidade e arredores; quando falamos em segurança no trabalho, as estatísticas também lembram que entre 2015 e 2016, mais de 25,2 mil acidentes foram registrados pela Previdência Social, no Brasil, envolvendo ferramentas, máquinas, equipamentos, veículos, dentro do ambiente interno das empresas. Hoje, a Previdência Social gasta o equivalente a R$ 1,00 a cada 7 minutos em acidentes de trabalho de profissionais registrados, e o número só cresce. Quer ver? Acesse o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, do Ministério Público observatoriosst.mpt.mp.br/.

Claro, que muitos desses eventos estão associados ao descuido do ser humano em relação às boas práticas de segurança que impactam a economia do Brasil e das empresas. No entanto, a tecnologia tem o papel de apoiar a criação de políticas para minimizar as não conformidades que colocam as operações em risco. Hoje, as funções dos softwares de manutenção e gestão de ativos (EAM – Enterprise Asset Management, em inglês) vão além da gestão básica de ativos físicos e industriais, pois com machine learning e inteligência artificial, a comunicação entre máquinas e previsões baseadas em fatores reais pode evitar problemas sérios de segurança. E são esses que impactam os negócios, pessoas reais e o próprio meio ambiente de uma maneira séria. Há ações simples, que podem facilitar a comunicação entre empregador e empregado e evitar falhas graves. Veja:

Empodere as pessoas da sua empresa:

Talvez, a parte mais difícil seja administrar pessoas. Por isso, embora não seja possível estar em todos os lugares em todo tempo, é possível criar processos de segurança para que esse item seja parte integral de todas as atividades da empresa. É claro que tudo começa no planejamento, dessa forma, permitir que as pessoas estejam envolvidas com o reporte de problemas pode ser um bom começo.

Crie processos simples e intuitivos

Uma organização que pretende eliminar acidentes e erros precisa entender que as necessidades de segurança são parte do dia a dia das operações. É preciso criar processos simples de serem assimilados por todos os envolvidos no processo produtivo. Para que questões como identificação de perigos, instruções básicas e avançadas de segurança, sejam facilmente assimiladas por pessoas de diferentes culturas e níveis de escolaridade.

Crie uma rotina de segurança:

O problema é que o assunto Segurança é tratado como uma medida tardia e não preventiva. Criar um check list de segurança não é difícil, e pode ser feito por meio dos dispositivos móveis. No entanto, o reforço das ações básicas depende da força de vontade da organização de incluir o item no processo diário da empresa.

Adote um EAM

Em todas as organizações há não conformidades que precisam ser geridas e monitoradas, e soluções de gestão de ativos, conhecidas como EAM, permitem identificar as situações que colocam em risco os custos e a qualidade da empresa. É preciso deixar a tecnologia fazer a parte mais difícil, pois o EAM pode cuidar e monitorar todos os ativos da empresa, permitindo a manutenção preventiva e baseada em uso (preditiva) e a visibilidade sobre o andamento dos processos, como a inspeção periódica às medidas de segurança. Por meio dos KPIs (indicadores de performance), é possível mensurar o sucesso da implementação de programa de manutenção e dar ao público interno o acesso às informações que podem evitar grandes perdas.

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Infor anuncia Coleman, plataforma de inteligência artificial para indústrias

A Infor, provedora de aplicações empresariais por mercado e desenvolvidas para a nuvem, durante o Inforum 2017, em Nova York, anunciou o lançamento do Coleman, uma aplicação empresarial de inteligência artificial para indústrias que será entregue por meio do Infor CloudSuite.

O Coleman é uma solução intuitiva, que opera na superfície das aplicações, minera dados e usa machine learning para melhorar processos como gestão de estoque, rota de transportes, manutenção preventiva, além de fazer recomendações usando a Inteligência Artificial para ajudar os usuários a tomar decisões inteligentes, de forma rápida.

Ao atuar como um parceiro dos negócios por meio da Inteligência Artificial, o Coleman tem alto poder de processamento, linguagem natural, reconhecimento de imagem, além de escutar, falar e conversar por chat com os usuários para ajudá-los a fazer melhor uso da tecnologia. A plataforma desenvolve um relacionamento, que pode ser processado pelo Infor Ming.le, solução de colaboração social da Infor, ou pela própria interface do usuário.

Estudos mostram que a eficiência do usuário melhora com a interação social, principalmente por meio do recurso de voz – afinal, o ser humano fala de 3 a 4 vezes mais palavras do que digita por minuto. Ao processar uma grande quantidade de dados pelo CloudSuite, o Coleman automatiza pesquisas e agrega funções que podem otimizar o trabalho do usuário em 20%, por semana, gerando ganhos significativos na produtividade.

“A Infor investiu anos para automatizar processos que seguem regras claras, como de contabilidade e manufatura. Estamos apostando em machine learning e no acesso a grandes quantidades de dados para dar assistência a usuários com menos estrutura e processos de decisões complexas, conversas, e predições”, afirma Charles Phillips, CEO da Infor.

O Coleman ajuda a otimizar a força de trabalho de quarto formas:

Interações – interações são mais eficientes e naturais, e oferecem melhor experiência aos usuários;
Produtividade – parceiro para aumentar a produtividade;
Automação – gerencia tarefas repetitivas e permite que o usuário foque em trabalhos mais estratégicos;
Insights – provê insights inteligentes para ajudar o usuário a tomar decisões;

Alguns exemplos do que o usuário pode fazer com o Coleman:

– Perguntar sobre o balanço de recebíveis da empresa;
– Conselhos sobre a melhor oferta para o cliente;
– Pedir para indicar o responsável de vendas de determinada conta;
– Perguntar sobre preço que pode ser cobrado por um quarto de hotel;
– Questionar números mensais de vendas em determinada região e período;
– Perguntar o tempo de descanso remunerado de um funcionário;
– Pedir uma solicitação para determinado ítem;
– Solicitar aprovação da promoção de um funcionário.

Alguns elementos do Coleman já estão disponíveis, como gestão preditiva de estoque para a área da saúde, gestão de precificação para o setor de hospitalidade, previsão, planejamento de classificação, gestão de promoção para varejo. No próximo ano, a expectativa é iserir o Coleman nas soluções de CloudSuite para indústrias.

Coleman: uma homenagem a Katherine C. Johnson, pioneira em Ciência, Tecnologia e Engenharias

O nome Coleman foi escolhido em homenagem a Katherine Coleman Johnson, a matemática e física que ajudou o homem a chegar à lua por meio de seus cálculos. Katherine Johnson era ótima em matemática desde muito jovem. Superou os obstáculos da segregação e se tornou uma figura essencial no Programa Espacial dos Estados Unidos. Recebedora da Medalha Presidencial da Liberdade, Katherine teve sua história narrada no filme ‘Estrelas Além do Tempo’, de 2016. Com uma paixão por ciência, tecnologia, engenharias e matemática (STEM, em inglês), ela é uma inspiração para engenheiros e cientistas.

Em comunicado, a família de Katherine Johnson afirmou: “estamos felizes e honrados pela Infor escolher a matriarca da nossa família para representar a inovação analítica e continuar investindo em excelência. Para muitos, ela é um símbolo de resiliência, fonte de coragem e a prova de que tudo é possível. Para Katherine Coleman Johnson, o valor das coisas está no conhecimento compartilhado e não no adquirido”.

Assista ao vídeo da Infor em homenagem a Katherine Coleman Johnson.

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Infor reforça estratégia com setor de hospitalidade

A Infor, provedora líder de softwares de negócios desenvolvidos por indústria e na nuvem, anunciou hoje que o setor de hospitalidade tem passado por um momento de expansão. As soluções para empresas de turismo, hotelaria, jogos (como cassinos e casas de jogos) e restaurantes, que ampliam a visibilidade empresarial, têm interfaces modernas para os usuários e desenvolvimento flexível, contribuíram para a expansão do relacionamento com mais de 3 mil organizações no ano fiscal de 2017, encerrado em maio.

Entre novos clientes da Infor e os que expandiram o relacionamento com a companhia estão as marcas Trumpo Hotels, AMResorts, 1 Hotel Brooklin Bridge (uma propriedade da rede Starwood hotel), Hersha Hospitality, Unscripited Durham e The Time Nyack (todos do grupo Dream Hotel), Holekulani, e Hotel Fantasyland, e rede Accor, da América Latina.

“No Vienna House, precisávamos oferecer aos nossos hóspedes uma experiência moderna e bonita e encontramos na Infor o foco que precisávamos, alinhado ao valor da companhia, e por isso escolhemos implementar o Infor HMS”, afirmou Stefan Urdl, diretor de TI do Vienna House. “O Infor HSM é flexível o bastante para entender nossas necessidades únicas, de nos dar insights valiosos sobre nossas propriedades. Assim, podemos ter acesso a informações importantes para as tomadas de decisões de negócios”.

As soluções da Infor para hospitalidade são destinadas a ajudar clientes a se diferenciar em um cenário competitivo e concorrido, por conterem funcionalidades específicas e escaláveis que permitem entregar resultados mensuráveis. As soluções que integram a suíte de hospitalidade da Infor permite melhor interação social, móvel, analítica, e tecnologias em nuvem para agilizar as operações e melhorar a experiência dos hóspedes.

“A presença da Infor no setor de hospitalidade cresceu muito ano passado, e esse ano queremos reforçar o relacionamento da companhia com esse setor, que também passa a ser uma das nossas prioridades no Brasil e América Latina”, afirmou Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor para Brasil e Sul da América Latina.

Para Stewart Applbaum, vice-presidente sênior de hospitalidade da Infor, o intuito da companhia, globalmente é continuar a estreitar o relacionamento com o setor, e expandir a atuação nos próximos anos: “temos trabalhado para desenvolver novos produtos, melhorar os existentes e pretendemos continuar investindo em inovação e transformação para os nossos clientes”.

A Infor fez melhorias nas soluções EzRMS e HMS, nos últimos anos. As duas soluções-chave para a suíte de hospitalidade passaram por atualizações. Agora, o EzRMS, conta com a capacidade de machine learning e modelos preditivos mais dinâmicos, que tornaram o sistema mais preciso, com resposta rápida para situações inesperadas e menos dependente de histórico de dados; o Infor HMS, para clientes de jogos, também ganhou o novo módulo HMS Gaming, que permite aos usuários procurar pelo registro do jogador de forma rápida, facilitando sua localização e até sua premiação, além de prover informações em tempo real para toda a organização, com uma boa experiência para o usuário.

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Clientes digitais versus empresas analógicas – Por Gabriel Lobitsky

A palavra transformação digital pode até parecer mais uma tendência tecnológica, afinal, todos ainda falam em nuvem, e da mesma forma como o cloud computing veio para ficar, a transformação digital também. A prova disso são as estimativas de mudanças em diversos setores da economia que são preditas em estudos.

O primeiro, da IDC, mostra que essa transformação terá um impacto superior a US$ 1 trilhão nos gastos das empresas esse ano; outro, da Accenture, afirma que até 2020, 25% de toda a nossa economia será digital e 48% do trabalho que fazemos hoje já não existirá em cinco anos. Por último, a mais recente pesquisa do Facebook afirma: até 2020, 80% dos serviços de customer service como conhecemos hoje não existirão. Mas, será que as empresas estão preparadas para o impacto dessas mudanças?

Vamos falar sobre o setor de manufatura

A indústria nunca esteve tão tumultuada e aquecida como atualmente. Mesmo falando em novos progressos, modelos de negócios e aquecimento do setor, há, ainda, uma dificuldade com o básico, que é demonstrado pelas baixas taxas de crescimento ocasionadas por atrasos em processos operacionais e de gestão. Mas, de que lado a indústria vai ficar? No das oportunidades ou das barreiras?

É evidente que o setor pode ter sucesso com a próxima geração de tecnologias, pois a digitalização, internet das coisas, machine learning, big data e realidade virtual aumentada mudarão a forma de trabalho em muitos setores, permitindo que as indústrias, por exemplo, tenham uma visão completa do presente e futuro da sua cadeia de abastecimento.

Embora o setor esteja lidando com dores constantes, a digitalização na manufatura já está acontecendo. Existem diversos casos de sucesso que comprovam isso, vemos empresas como Ferrari, Dunlop Aircraft Tyres, JR Watkins aproveitando o melhor das aplicações em nuvem e dos ERPs. Hoje, com o apoio da tecnologia, essas empresas conseguem melhorar a produtividade e ter uma visibilidade melhor dos seus negócios.

O que Uber e Airbnb têm para ensinar?

Foco no cliente e na experiência do consumidor. É assim que empresas com o modelo de entrega de serviços, como Uber e Airbnb, têm para ensinar. Hoje, serviços básicos de carona e hospedagem podem ser solicitados por um custo relativamente menor do que os ofertados pelos modelos tradicionais, e com uma experiência superior, mas o que essas empresas podem ensinar às indústrias está resumido nos seguintes pilares:

– Desenvolvimento de uma estratégia centrada no cliente

– Preocupação com a experiência do consumidor

– Foco no efeito final e não apenas no produto

Hoje, as tecnologias têm o potencial de fazer grandes mudanças e virar o jogo para o setor de manufatura, que pode ir muito além da indústria 4.0, com modelos de negócios centrados em ofertar serviços de valor e personalizados aos seus clientes.

As tendências como machine learning, internet das coisas e big data estão aí para ensinar a indústria que é possível pensar à frente do seu tempo. Afinal, a era da digitalização da manufatura exigirá que as empresas não pensem apenas no design do produto, emissão da ordem de pedido, embarque e entrega. Será preciso estar atento à experiência pós consumo, e, para isso, o setor de manufatura precisará respirar analytics e KPIs, pois toda boa experiência começa nos bastidores: com a compreensão do que os dados têm a dizer.

Gabriel Lobitsky, diretor de Vendas da Infor

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Big Data e Machine Learning no centro da transformação digital – Por Gabriel Lobitsky

A análise de dados vai além do big data e sua crescente adoção. Recentemente, uma pesquisa da Forrester Research mostrou que, em média, 40% dos líderes de análise de dados globais afirmam que já estão implementando ou expandindo o uso da tecnologia de big data, e 30% dos que ainda não adotaram planejam fazer até o próximo ano. Não há dúvidas sobre a capacidade da ciência de dados em transformar indústrias e modelos de negócios tradicionais. No entanto, a adoção massiva fomenta a discussão sobre a transformação de dados em insights e da sua evolução, o machine learning, capaz de ‘prever problemas futuros’ ao usar algorítimos e análise de padrões de dados para identificar e indicar soluções efetivas para problemas de negócios.

Ao usar algorítimos e uma linguagem matemática, a ciência de dados pode criar soluções transformadoras para as empresas. Com uso de análises preditivas, o big data e o machine learning permitem traçar estratégias, otimizar ações, interagir com os clientes e, claro, impulsionar vendas. Mas isso só é possível porque a nuvem ampliou o poder computacional sob demanda, facilitando a armazenagem e análise de dados. Hoje, modelos preditivos são capazes de entender o lado crítico de cada operação por meio do software.

Veja como as tecnologias podem gerar insights e transformar algumas operações:

Supply Chain: complexo para muitas empresas, o bom funcionamento das operações é essencial para minimizar custos com atrasos e falta de produtos no estoque. Os cientistas de dados estão fazendo uso total do poder computacional para modelar os cronogramas e antecipar informações sobre acontecimentos que podem impactar negativamente as operações, como a combinação de machine learning e big data. Juntas, as tecnologias dão melhor visibilidade e compreensão para as empresas identificarem os atrasos normais e os que são resultados de imprevistos, como desastres naturais, greves, etc.

Logística: a ciência de dados está permitindo que a próxima geração de software empresarial, resultado de soluções preditivas, fale ao usuário a quantidade de inventários necessários para atender demandas futuras; que informe como precificar os itens para garantir a lucratividade em longo prazo; e aponte os portos com melhores capacidades para embarques, com o intuito de minimizar o impacto dos atrasos.

Varejo: normalmente, aplicações inteligentes de CRM atuam de forma preditiva no setor, e mostram potenciais compradores e produtos mais buscados. As tecnologias complementares, como sensores e RFID, dão às lojas uma visibilidade mais ampla do estoque para saber localização e movimentação de um produto, por exemplo. Se associada a interpretação dos dados, as tecnologias permitirão uma verdadeira transformação digital nas lojas físicas, que poderão não apenas compreender a jornada do consumidor, mas ofertar produtos e itens específicos. No setor de vestuário, por exemplo, os dados capturados por sensores podem ampliar a oferta de produtos que se ajustem ao gosto e tamanho do cliente. E, esse mesmo tipo de solução pode apoiar a gestão da armazenagem e do estoque no varejo, por disponibilizar informações sobre níveis de inventário, eliminando a necessidade de uma contagem manual e demorada, com mais incidência a erros.

A ciência de dados precisa ser compreendida como um componente fundamental para a transformação digital, pois é a única forma de criar soluções que, de fato, impactam na tomadas de decisões. Os algorítimos empregados ao software não devem ser como uma caixa preta fechada, que não mostra aos usuários o que está acontecendo por dentro, e por outro lado, não precisa bombardear o usuário com informações desconexas. É preciso um meio termo para que a ciência se torne acessível e compreensível para todos, principalmente para os usuários das empresas com operações críticas, como varejo, logística e supply chain, em que a palavra otimização é um imperativo.

Gabriel Lobitsky, Vice Presidente da Infor para Brasil e América Latina

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Infor lança solução de análise de dados para CRM

A Infor, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, disponibilizou o Infor Sales Intelligence para CRM. Esta ferramenta faz parte do conjunto de soluções Infor Customer Experience Management e foi desenhada para ajudar as organizações a priorizar clientes com base na probabilidade de compra, fazer recomendações direcionadas e facilitar a interação com cada cliente. Com essa solução, as empresas podem melhorar o apoio à equipe de vendas, que utiliza os dados já coletados por meio do histórico de transações e outros detalhes do cliente, potencializando as vendas e desenvolvendo relacionamentos mais fortes com os clientes.

O Infor Sales Intelligence para CRM utiliza algoritmos avançados de ciência de dados para fornecer os melhores resultados. O sistema também possui capacidade de aprendizado contínuo e ajusta seus métodos automaticamente quando maiores ganhos são identificados. Ao contrário de muitas soluções que se baseiam em agregar cegamente clientes ao funil de vendas, o Infor Sales Intelligence para CRM permite que as companhias concentrem esforços onde existe maior necessidade real e diferenciam sua estratégia com base no estágio em que o cliente está no ciclo de compras. Maximizando cada relacionamento, a solução ajuda a criar uma interação mais relevante com os clientes com base em suas necessidades individuais – aumentando a satisfação e fidelizando.

A nova ferramenta da Infor é fácil de implementar, não requer integração pesada e oferece resultados instantâneos. Os dados comumente disponíveis, como informações relevantes do cliente e de transação, são fornecidos à Infor para que os usuários possam começar a usar a solução imediatamente. Além disso, os algoritmos de machine learning incorporados ao Infor Sales Intelligence para CRM ajustam-se automaticamente.

“As análises continuam a gerar decisões de negócios, e as organizações precisam fazer mais do que apenas coletar dados de clientes – elas precisam usá-los de forma inteligente. Ao analisar as preferências do cliente, as empresas são capazes de alocar os recursos onde eles são mais rentáveis e, finalmente, ajudar o negócio a crescer”, comentou Jason Rushforth, gerente geral e vice-presidente da Infor Customer Experience Suite. “As aplicações inovadoras de ciência da informação da Infor são capazes de desvendar o potencial dos dados de uma companhia para melhorar os relacionamentos com os clientes e podem fornecer a vantagem que uma organização precisa em um mercado altamente competitivo”.

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Drone para gestão de ativos é o novo lançamento da Infor

A Infor, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, em parceria com a Drone Aviation Corp. (DAC) (OTCQX: DRNE), anunciou a nova Solução Drone Enterprise Asset Management (DEAMS), desenhada para solucionar os desafios da indústria, permitindo gerenciamento e manutenção de ativos com segurança e eficiência.

A Infor e a DAC acreditam que a aplicação da tecnologia tethering de drones em pequenos projetos de Enterprise Asset Management (EAM) pode ter um impacto significativo para o sucesso de um ativo. Com a habilidade de um drone conectado por cabo para executar funções como pousar e observar, captura de vídeo e varredura a laser, o drone pode substituir muitas das atividades maçantes, desagradáveis e perigosas de inspeção e conformidade.

Ao combinar as tecnologias de ponta patenteadas da Drone Aviation Corp com o sistema Infor Enterprise Asset Management, os clientes dos setores público e privado agora podem se beneficiar da capacidade flexível de drones para inspecionar edifícios, plataformas de petróleo, usinas, vias férreas e outros ativos lineares e não-lineares de forma eficiente e segura.

Graças à capacidade de voo flexível, os drones, ou sistemas de aviões não tripulados (UAS) são capazes de se estender para além das restrições típicas de gerenciamento de ativos para capturar imagens de alta qualidade que fornecem aos participantes um nível mais completo de visibilidade. Ao utilizar tecnologias emergentes para gerenciar ativos de infraestrutura, as organizações podem obter mais valor na maximização dos ciclos de vida do produto e instituir um plano preventivo de manutenção que pode evitar pausas dispendiosas. A tecnologia de drone foi rapidamente padronizada e é comprovadamente confiável desde que foi introduzida no mercado, além disso, atualmente a tecnologia é mais acessível e eficaz do que as técnicas anteriormente utilizadas em ambientes e indústrias de capital intensivo do setor público.

A parceria entre a Infor e a Drone Aviation ajuda a automatizar os principais processos de negócios que fornecem às organizações soluções integradas de gerenciamento e manutenção de ativos. O DEAMS oferece uma abordagem de gerenciamento de inspeção e manutenção que pode gerar insights de negócios e melhorar os processos de tomada de decisão de uma empresa. Os drones ancorados da Drone Aviation possuem câmeras avançadas, incluindo estabilização térmica, que podem ampliar a imagem para mostrar os detalhes de um item que está sendo inspecionado e podem ser operadas com segurança por horas com a energia e os dados sendo transmitidos de forma segura pelo cabo ao operador no chão.

“Nossa visão para a tecnologia drone sempre estendeu além do hardware físico em si, encarando o drone como uma extensão crítica da rede onde seus sensores são capazes de capturar e retransmitir dados essenciais e informações para seus usuários em tempo real. Através da parceria com a Infor e com a criação da solução DEAMS, estamos tornando essa visão em realidade e ajudando os clientes em uma ampla gama de indústrias a aproveitar os drones para atender seus desafios exclusivos de gerenciamento de ativos”, comentou Jay Nussbaum, presidente e CEO da Drone Aviation Corp. “A experiência da Infor em análise de dados os torna um parceiro ideal no desenvolvimento desta solução única de ponta a ponta e estamos ansiosos para apoiar a sua equipe conforme eles trazem esta nova e poderosa solução para o mercado”.

“Nossos clientes operam em ecossistemas cada vez mais complexos, muitos dos quais incluem orçamentos cada vez menores e infraestruturas antiquadas que dependem fortemente da maneira como os recursos e ativos são gerenciados. Com a solução DEAMS, os clientes são capazes de adotar uma abordagem automatizada para a manutenção de ativos e realocar pessoal para executar outras tarefas essenciais”, disse Wayne Bobby, vice-presidente da Infor Federal. “Esta solução foi desenvolvida especificamente para fornecer gerenciamento de ativos eficiente, confiável e seguro para obter conformidade e maximizar o ciclo de vida do produto”.

O Infor DEAMS utiliza o Infor ION®, um middleware desenvolvido para necessidades específicas, que processa os dados coletados pelos sensores internos dos drones e os integra com o Infor EAM e as aplicações de manutenção, reparo e revisão (MRO). Os dados também podem ser analisados com uma ferramenta de analytics fácil de usar para gerar informações precisas sobre a vida útil do ativo, permitindo uma tomada de decisão mais rápida e eficaz.

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Koch investirá mais de 2 bilhões de dólares na Infor

A Infor, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anunciou um acordo definitivo com a Koch Equity Development LLC (“KED”), subsidiária de investimento e aquisições da Koch Industries Inc., que vai investir mais de 2 bilhões de dólares na companhia. O investimento fornecerá acesso a Infor a um capital de crescimento adicional que visa acelerar inovação, expandir distribuição e continuar a criar soluções disruptivas para a indústria de aplicações corporativas.

O investimento da KED valida a estratégia e crescimento da Infor – uma jornada de investimentos em produtos, inovação e cultura empresarial. A Koch Industries é uma multinacional americana com 100 mil colaboradores pelo mundo e, segundo estimativas da Forbes, a segunda maior empresa privada nos Estados Unidos com receita anual de aproximadamente 100 bilhões. O investimento feito pela KED fortalece a base de capital da Infor e proporciona uma porta de entrada em um ecossistema de negócios de transformação digital.

A Infor se tornou a primeira empresa a transferir aplicações críticas da indústria para a nuvem e agora conta com mais de 66 milhões de usuários. O crescimento da receita de dois dígitos da companhia no último trimestre foi impulsionado por um aumento anual de 130% na receita de SaaS, além disso, mais da metade das receitas de software da Infor agora derivam de aplicações em nuvem.

A estratégia de Cloud da Infor é baseada no uso da plataforma da Amazon Web Services, o que permite o investimento em funcionalidades específicas da indústria com uma verba que seria necessária para manter a própria infraestrutura do Data Center. O amplo conjunto de aplicações em grande escala, na nuvem, da Infor, que abrange ciência de dados e design de última geração, proporcionam uma base para modernizar empresas de saúde, moda, varejo, distribuição, setor público e manufatura discreta e de processos.

A equipe de gerenciamento da Infor é encabeçada pelo Chief Executive Officer (CEO) Charles Phillips, que está levando a empresa para uma nova fase de crescimento, investimento e inovação.

“A Koch é uma das maiores empresas privadas do mundo com holdings diversificadas e vastos recursos para apoiar a próxima fase de crescimento da Infor e estamos empolgados com o apoio deles”, comentou Charles Phillips, CEO da Infor. “Algumas das maiores empresas do mundo procuraram a Infor em busca de uma alternativa moderna com opções legadas disponíveis para aplicações essenciais aos seus negócios. A Infor tem a escala e capital para fornecer uma plataforma digital para a Global 5000”.

Sob a liderança de Phillips, a Infor investiu aproximadamente 2 bilhões de dólares em design e desenvolvimento de produto nos últimos 5 anos e entregou mais de 400 novos produtos, 1.700 integrações e 16 mil funcionalidades de indústria em sua linha de produtos CloudSuite. Hoje a Infor tem mais de 15 mil colaboradores e opera em mais de 170 países. Alguns dos marcos importantes incluem:

Primeira empresa da indústria da nuvem: Por construir funcionalidades específicas por indústrias em suas aplicações – ao invés de deixar a responsabilidade desse ponto crítico com consultores externos – a Infor se tornou a primeira empresa a executar aplicações críticas empresariais na nuvem para organizações de saúde, produção, varejo e setor público. As empresas já não querem mais se comprometer com consultorias de alto custo que por não terem conhecimento específico do setor acabam fazendo aprimoramentos genéricos nos software.

Ao colocar as diversas características de micro-verticais da indústria em suas aplicações, os clientes de setores específicos podem compartilhar essas características em um ambiente de nuvem multicliente. Aplicações especializadas diminuem o custo e tempo de implementação e facilitam o upgrade e as melhorias futuras. Ao permitir o gerenciamento e integração de processos essenciais com aplicações de CRM, HCM, marketing e outros na nuvem, a Infor entrega um CloudSuite completo e específico para indústrias alvo, e isso gerou um crescimento significativo e acordos mais lucrativos.

Laboratórios de ciência dinâmicos: perto do campus do M.I.T. (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em Kendall Square, em Massachusetts, nos Estados Unidos, a Infor montou uma equipe de cientistas de dados com mais de 70 doutores e ex-professores para entregar análises preditivas, machine learning, e otimização para casos específicos para indústrias selecionadas. Com isso, Inovações acerca de classificações de varejo, otimização de inventário e segmentação de precificação tornaram-se possíveis devido ao Infor Dynamic Science Labs e ao acesso a dados em uma nuvem de grande escala com potência ilimitada.

Agência criativa: a Infor foi a primeira empresa de aplicações corporativas a construir uma agência criativa em Nova Iorque. A agência, chamada Hook & Loop, foca na experiência do usuário e design, uma fraqueza histórica de aplicações corporativas. Ao aproveitar o vasto cenário de talentos de design de Manhattan, a Hook & Loop redefiniu a experiência de usuário na categoria de aplicações de negócios. A Infor lançou recentemente a H&L Digital, uma consultoria para projetos de transformação digital centrada no cliente.

Rede de comércio global: O Infor ION, uma plataforma de middleware de última geração que é mais simples e aberta do que middlewares tradicionais, aproveita o Apache ESB open source e um simples modelo de publicar e inscrever baseado em XML utilizando padrões OAGIS. A agilidade em integrar aplicações da Infor e de outras empresas fez o ION se tornar um dos produtos da Infor com crescimento mais rápido.

A Infor é a única fornecedora de aplicações de negócios com uma rede de comércio direta. A rede GT Nexus da empresa conecta mais de 28 mil negócios, bancos, fornecedores de logística, corretores e portadores para processar transações e possibilitar colaboração e visibilidade entre esses parceiros comerciais.

Comentários de líderes

“Nos últimos 15 anos, a Infor evoluiu de uma empresa pequena para umas das mais importantes companhias de software no mundo e tem sido incrível fazer parte disso”, comentou Jim Schaper, membro do conselho executivo da Infor.

“O apoio que estamos oferecendo a Infor marca um dos maiores investimentos que a KED já fez, e demonstra a confiança que temos na tecnologia, equipe e no modelo de negócios da Infor”, afirmou Matt Flamini, presidente da KED.

“A capacidade da Infor em ajudar empresas de diversas indústrias a automatizar e melhorar a eficiência é relevante para nosso vasto portfólio de companhias que investimos. Estamos ansiosos para explorar oportunidades de co-inovação”, comenta Brett Watson, diretor sênior de gerenciamento da KED.

“Estamos muito satisfeitos com o progresso que a equipe da Infor demonstrou nesse momento de grandes oportunidades em em aplicações de tecnologia empresarial”, disse David Dominik, diretor de gerenciamento da Golden Gate Capital, que fez seu primeiro investimento na Infor em 2002. “O investimento da KED é um grande aval e estamos ansiosos para trabalhar em conjunto e apoiar o gerenciamento, à medida que entregamos aplicações de software líderes de indústria a uma crescente lista de clientes pelo mundo”.

“Continuamos como investidores importantes da Infor e vamos continuar a apoiar a empresa nos próximos anos”, comenta Rishi Chandna, diretor de gerenciamento da Golden Gate Capital.

Resumo da transação

Espera-se que essa transação, que está sujeita às condições usuais de fechamento e aprovações regulamentares, seja fechada no início de 2017. O investimento da KED será uma combinação de ação ordinária e preferencial.

Os acionistas já existentes da Infor, que incluem a Golden Gate Capital, a Summit Partners e a Management vão manter seu controle sobre a empresa. A KED terá o direito de apontar quatro de nove diretores para o conselho da empresa matriz da Infor.

Morgan Stanley e Bank of America Merrill Lynch são os principais consultores financeiros da Infor e Gibson Dunn é o consultor legal externo. Credit Suisse também forneceu conselhos financeiros a companhia. Kirkland & Ellis LLP é consultor legal externo da Golden Gate e Summit Partners. Rothschild, Inc. é consultor financeiro exclusivo da KED e Jones Day é o consultor legal externo.

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Como a TI pode melhorar a confiança da indústria em meio à crise? – Por Lisandro Sciutto

O índice que mede a confiança do empresário brasileiro em relação ao desempenho da indústria já melhorou no último mês, segundo a CNI, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) chegou ao melhor patamar de confiança para o próximo semestre – confiança que não acontecia desde 2014. Isso mostra que por mais passageiras que as crises econômicas sejam, elas ainda têm o potencial de fazer as empresas olharem com atenção para o futuro.

Hoje, por meio do software, a barreira da conectividade foi quebrada permitindo que o setor tenha acesso a ferramentas modernas não apenas para conectividade com parceiros por meio do conhecido EDI (intercambio de dados eletrônico), mas também para gestão de redes globais de gestão suprimentos, em que a colaboração com fornecedores permite ter total visibilidade dos processos de despacho, aduanas, pagamentos, e embarque de cargas, assim como o controle dos fluxos de inventários. Com isso, os empresários conseguem aumentar eficiências em todos os níveis dentro de casa e quando a empresa participa do mercado global.

A indústria, que é amplamente afetada pela queda do consumo, precisa atuar de forma estratégica nos momentos desafiadores da economia e vislumbrar crescimentos futuros. Mas como fazer isso quando o setor não vai bem e os números estão abaixo do esperado?

O segredo está em alinhar a adoção de TI à estratégia dos negócios. Nesses momentos, é praticamente obrigatório que as empresas otimizem custos e ganhem eficiência a partir dos processos já existentes a fim de atender às demandas do mercado. Buscar ferramentas certas pode ajudar a melhorar os processos internos, identificar gargalos, e tornar a empresa estratégica ao focar em pilares como: planejamento corporativo, estratégia de sustentabilidade, processos enxutos e post-mortem com uso do software.

A disponibilidade de ERP’s modernos e soluções de EAM com foco na sustentabilidade de equipamentos industriais deixam as empresas bem amparadas nos momentos mais sombrios da economia. Atualmente, eficiência é um imperativo para o setor, e um dos problemas globais que a área enfrenta. Com essas soluções, as empresas conseguem olhar para os seus ativos e saber onde é possível economizar para investir nos momentos de bonança. Por isso, é preciso entender a tecnologia como estratégica para ajudar as empresas a terem processos enxutos (conceito de lean manufacturing) e a fazer a análise post-mortem de projetos existentes – o que permite à indústria enxergar elementos que tiveram ou não sucesso, antes de promover grandes mudanças.

Com suporte da TI em áreas administrativas e produtivas, também é possível ajustar a capacidade de produção de acordo com as demandas do mercado, para não fabricar produtos a mais e evitar o aumento dos custos com processos que podem ser planejados como a manutenção de uma máquina. O planejamento está diretamente associado à adoção de tecnologia, levando empresas do setor a otimizar processos para reduzir custos e aumentar a produtividade. E, vamos combinar: desperdícios, sucateamentos e horas de máquinas paradas são custosos para qualquer empresa – principalmente na crise. Por isso, o momento para as empresas olharem para os seus ativos, desenvolver uma estratégia de sustentabilidade e produção e fazer a análise post motern é agora quando a crise dá lugar para a reflexão e nos prepara para a próxima onda de consumo e expansão da economia. Neste momento um dos grandes pontos que o setor precisa resgatar é que a eficiência só acontecerá com tecnologia envolvida no processo.

Lisandro Sciutto, diretor de produtos da Infor LATAM

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Infor anuncia Data Migration Accelerators e aposta em agilidade na migração para a nuvem

A Infor, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anunciou o Infor Data Migration Accelerators para ajudar seus clientes a fazerem a transição segura de implantações instaladas in loco para a nuvem com facilidade. Com o Infor Data Migration Accelerators, os clientes podem minimizar os riscos da migração das implantações para cloud, enquanto colhem os benefícios de maior flexibilidade, agilidade e segurança robusta. A Infor Services se alinhou com a BackOffice Associates, líder de soluções de governança da informação e modernização de dados, para ajudar os clientes a gerenciar um dos ativos mais críticos: os dados. Os Accelerators, alimentados pela BackOffice Associates, estarão disponíveis através do Infor Services e inicialmente servirão 3 áreas de produtos: Infor M3, LN, S3 e gerenciamento de ativos empresariais (EAM). Também disponível através do Infor Services está a Infor Enterprise Data Stewardship Platform, que pode gerenciar a governança da informação em toda a empresa.

Migração de dados é uma tarefa considerável e, para muitos CIOs as preocupações com a complexidade podem prevenir que as empresas alcancem os benefícios de uma infraestrutura moderna e baseada em nuvem. Como uma empresa de mentalidade “a nuvem em primeiro lugar”, a Infor reconhece a necessidade de os clientes fazerem a transição com risco mínimo de ruptura e imprecisões para o vasto volume de dados envolvido. Parecidos com o Infor Implementation Accelerators, esse portfólio de ferramentas de migração de dados é desenhado especialmente para abordar os desafios que evitam que os clientes tirem proveito dos benefícios consideráveis em mover aplicações essenciais para a nuvem, como flexibilidade, agilidade e segurança, além de upgrades contínuos com menores rupturas.

“Migração de dados é uma das maiores preocupações que os CIOs têm na tentativa de fazer a transição para uma infraestrutura moderna e baseada em cloud. Eles querem colher os benefícios da nuvem, mas preocupam-se com seus enormes volumes de dados. O Infor Data Migration Accelerators proporciona uma abordagem simples para identificar complexidades e traçar um curso para migração de dados precisa do início ao fim”, comenta Darren Saumur, Vice-Presidenete Sênior da Infor Services. “Ao nos alinharmos à BackOffice Associates, nós fortificamos o processo de migração de dados para garantir que nossos clientes ganhem visibilidade e reduzam riscos quando estiverem fazendo a transição para a nuvem”.

Trabalhando através do Infor Services, uma equipe global de mais de 5.300 especialistas, o Infor Data Migration Accelerators mitiga muitos dos desafios que podem se tornar bloqueios para a migração de dados de um sistema legado para uma aplicação moderna na nuvem. O Infor Services permite que as empresas façam a transição ao entregar orientação especializada para gerenciar qualidade de dados ao longo do processo de migração, o que ajuda a reduzir riscos, diminuir potenciais tempos de inatividade e aumentar o valor geral do investimento em TI.

“Mudar de um complexo ambiente de TI in loco para uma implantação de cloud requer uma abordagem automatizada e estratégica enraizada em qualidade de dados e governança da informação sensata”, afirma Alex Berry, COO e presidente da BackOffice Associates na América do Norte. “A Infor é uma organização que exemplifica a evolução da tecnologia através da abordagem em cloud e, como uma indústria líder, eles também reconhecem a necessidade de serem nossos parceiros para garantir que os clientes tenham o melhor gerenciamento de dados quando estão migrando para a nuvem”.

A solução de migração de dados está disponível para clientes nas Américas do Norte e Sul, Europa e região da Ásia-Pacífico:

· Infor Data Migration Accelerator para M3

· Infor Data Migration Accelerator para LN

· Infor Data Migration Accelerator para S3

· Infor Data Migration Accelerator para EAM

· Infor Enterprise Data Stewardship Platform

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Infor Healthcare inicia interoperabilidade clínica na América Latina

A Infor, provedora de aplicações específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anuncia hoje na Feira Hospitalar Brasil, seu compromisso em ajudar as empresas da área de saúde do Brasil e América Latina a alcançar seus objetivos de interoperabilidade clínica, por meio do investimento na solução Cloverleaf Suite, uma tecnologia líder de mercado, com um mecanismo de integração empresarial que acelera, de forma segura, a inclusão de dados dos pacientes em diferentes sistemas dentro ou fora do ambiente de healthcare da empresa.

O Cloverleaf é uma tecnologia crítica para hospitais modernos que querem operar um ambiente baseado em dados e atender os padrões internacionais HL7 como FHIR (Interoperabilidade rápida de recursos da saúde, em inglês), que padroniza a troca de informações eletrônicas no setor.

Hoje, 72% dos hospitais com 150 leitos nos Estados Unidos usam as soluções da Infor, junto com aproximadamente 5 mil clientes de 30 países. Isso inclui 300 hospitais na Alemanha, 82% hospitais públicos na Holanda, e mais de 200 no Canadá.

“Os hospitais na América Latina chegaram a um ponto crítico com o número e a complexidade dos sistemas clínicos, que têm crescido rapidamente; e é difícil manter os dados sincronizados”, afirmou Joel Rydbeck, diretor da Infor Healthcare Latam.

“A indústria de Healthcare continua avançada, e essa transformação tem levado a necessidade de otimizar a performance e gerar valor. Como líder do mercado de saúde em TI, a Infor está bem posicionada para prover soluções avançadas para a indústria de saúde da América Latina”,.

“Para acelerar essa oportunidade na América Latina, a companhia está participando da Feira Hospitalar, apresentando soluções focadas no setor de Healthcare”, afirmou Paulo Padrão, VP da Infor Brasil. A Infor está comprometida em agilizar o fluxo de dados e apoiar as organizações da área de saúde focadas no cuidado contínuo dos pacientes.”

“A parceria com a Infor nos torna capazes de atender melhor os clientes, principalmente nossos pacientes e médicos. A tecnologia nos permitiu mudar a forma como nossos dados estão estruturados e padronizados, e também ajuda nossa empresa a preparar-se para o padrão FHIR, de troca de informações eletrônicas para a área da saúde”, afirmou Shafiq Rab, médico, vice-presidente e CIO da Hackensack University Medical Center, o quarto maior hospital dos Estados Unidos em termos de admissões.

Na MedStar Mobile Healthcare, a Infor foi capaz de ajudar a organizar e integrar diferentes dados e sistemas de informações, independente do sistema de origem, formato da mensagem ou transmissão de protocolo. “Trabalhar com a Infor nos torna eficientes para compartilhar informações com menos incidência de erros. Isso ajuda clínicos da emergência com rápido acesso a informações sobre tratamentos dos pacientes, mantendo a conformidade do padrão HIPAA (de dados eletrônicos da saúde) e melhora o cuidado do paciente”, afirmou Doug Hooten, diretor executivo do MedStar Mobile Healthcare. “A Infor é um parceiro que compartilha a visão para prover um serviço eficiente, confiável e de baixo custo para emergência médica e para a comunidade”.

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A energia como moeda empresarial

Por Tadeu Longo*

Atualmente, os CFOs e CEOs enfrentam encargos crescentes de despesas com energia, que podem representar até 80% dos gastos operacionais e de manutenção. Mas não é só isso, os regulamentos de conformidade mais estritos sobre as emissões de gases do efeito estufa, resíduos e água também entram na lista de preocupações das empresas, que têm buscado reforçar o resultado financeiro ao identificar as ineficiências energéticas e buscar formas de melhorar a eficiência operacional. O que leva a necessidade de entender melhor as demandas de energia, capacidades de conservação, e a desenvolver uma estratégia abrangente de sustentabilidade.

Até pouco tempo, muitas empresas gerenciavam a energia de forma muito fragmentada. Hoje, para determinar as causas do gasto e do desperdício de energia e aprovar programas com o objetivo de reduzir e prevenir gastos em excesso, as organizações precisam de procedimentos sistêmicos para determinar o uso de energia em seus recursos operacionais como parte integrante do gerenciamento diário dos seus ativos.

Os EUA, por exemplo, perdem dois terços de cada quilowatt de energia que é produzido, o que chega 20% do desperdiçado no mundo todo. Reduzir a demanda e melhorar a eficiência operacional para uma ampla gama de equipamentos usados na operação das instalações e processos de manufatura são formas diretas e econômicas de economizar energia. Essa abordagem também é adequada para resolver questões ambientais pelos próximos 40 anos, até que haja um avanço mundial em termos de energia limpa, confiável e escalável.

A energia desperdiçada muda de forma quando não é usada para a finalidade pretendida e acrescenta um custo igualmente importante. Os custos ambientais para gerar a energia necessária – seja desperdiçada ou não – e o impacto ambiental da energia recém-transformada (calor, vibração, maior utilização de energia pelos recursos) contribuem para aumentar a pegada de carbono da empresa. Mas esse valor não é medido em dólares, e sim em moeda de gases do efeito estufa e no potencial de mudança climática.

Antes, as empresas tinham a visão de que a energia representava um custo fixo para os negócios, mas isso tem mudado. Hoje, as organizações perceberam que o uso da energia é baseado em recursos, e que é a eficiência individual que determina o custo final. Desse modo, olhar para o estoque excessivo, tempo de inatividade e outros fatores materiais que visam reduzir o desperdício total sem integrar o desempenho energético não tem sido suficiente, e as organizações que deixam de abordar sua eficiência energética correm um grande risco econômico.

Uma abordagem de boas práticas para o gerenciamento de recursos, chamada de sustentabilidade global de recursos, tem ajudado empresas a gerenciar os recursos e determinar se eles consomem mais energia que o esperado, o que ajuda a otimizar o desempenho e impulsionar os resultados financeiros. Ao usar uma tecnologia avançada de gerenciamento de recursos empresariais (EAM), as empresas podem projetar essa importante tarefa de forma mais rápida e eficaz. E com muitos dados gerados sobre o uso de energia dos processos comerciais de ponta a ponta, os sistemas avançados de EAM também podem ajudar a reunir, documentar e analisar sistematicamente essas informações, além de identificar não conformidades, comunicar e contabilizar os dados usando métodos precisos, reproduzíveis e oportunos para atender necessidades pontuais nas organizações.

É importante reunir dados quantitativos e qualitativos sobre o uso de energia, pois dados quantitativos representam uma visão “após o fato” do resultado financeiro do uso de energia, mas a informação qualitativa abrange informações de recursos individuais e a sustentabilidade de cada recurso para atingir as expectativas projetadas de ciclo de vida. Por isso, o uso de energia tem um impacto dramático no resultado financeiro e na lucratividade da empresa.

Um novo padrão para visualizar o uso de energia

As organizações podem desenvolver uma abordagem sistemática para investigar o papel do uso da energia, emissão de gases, resíduos e água pelos recursos globais usando o EAM combinado com a norma ISO 50001:201, publicada pela ISO (International Standards Organization), sobre sistemas de gerenciamento de energia, requisitos com orientações de uso que estabelecem uma forma confiável e sistemática para investigar a relação entre o uso de energia e o gerenciamento de recursos. Em vez de aceitar a filosofia tradicional de que o uso de energia é um custo fixo, a norma especifica uma forma para desenvolver, implementar, manter e melhorar um sistema de gerenciamento de energia para que a organização possa seguir uma abordagem ordenada a otimizar a eficiência energética, identificando o recurso que mais consome e o quanto é consumido.

A norma aborda o custo de energia como forma de apresentar os benefícios financeiros e ambientais que as organizações podem obter como gerenciamento sistemático de energia. Organizações públicas e privadas podem usar essa norma para controlar os custos por meio da redução de desperdícios no uso da energia.

Organizações com grandes instalações e operações industriais já praticam o gerenciamento de ativos empresariais (EAM) há anos. Um EAM bem sucedido envolve tecnologia avançada e um gerenciamento mais inteligente de recursos que permite que as organizações possam permanecer competitivas. Isso é ainda mais importante hoje, por causa do clima econômico incerto, do aumento da concorrência global, das pressões regulatórias mais estritas e das infraestruturas envelhecidas.

A visão de longo prazo do EAM sempre se concentrou em maximizar a disponibilidade, confiabilidade e desempenho dos recursos e, simultaneamente, minimizar o custo total de propriedade, e agora a sustentabilidade – que ajuda identificar hora certa de substituir o recurso por uma alternativa mais eficiente, e assim gerar mais eficiência energética. Essa premissa também faz parte do EAM, e por isso, a gestão correta dos recursos com base em uma tecnologia eficiente e de ponta ajuda as empresas a otimizar seus ativos e economizar, trazendo um resultado financeiro positivo aos negócios.

*Tadeu Longo é especialista e ERP e EAM para a Infor

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Infor reporta aumento de 7% em moeda constante na receita do terceiro trimestre do ano fiscal

A Infor, desenvolvedora de aplicações de negócios para a nuvem e especializada em indústria, anunciou resultados positivos no terceiro trimestre do ano fiscal de 2016, que terminou em 31 de janeiro desse ano. A receita total aumentou 2% em taxas de câmbio real, enquanto em moeda constante¹ o resultado positivo foi de 7% em comparação com o mesmo período de 2015. Houve também crescimento nas taxas de licença de software e receitas de assinaturas, tendo um aumento no faturamento do setor de 23% em taxas de câmbio real e 27% em moeda constante durante o período. O faturamento² non-GAAP total aumentou 3% na taxa de câmbio real e 7% em moeda constante. Se comparado com terceiro trimestre do ano fiscal de 2015, os honorários por licença de software e o faturamento non-GAAP por adesões subiram 28% em taxas de câmbio real e 32% em moeda constante nesse terceiro quarto de ano. A Infor também contou com o crescimento de seus Serviços de Consultoria (ICS) além de ter incorporado mais de 600 novos clientes no último trimestre.

“O terceiro trimestre foi mais um grande trimestre para a Infor, mantendo o crescimento nos negócios enquanto realizamos uma bem sucedida transição ao modelo de negócios na nuvem,” comenta Charles Phillips, CEO da Infor. “Os investimentos da Infor em produto, desenvolvimento da marca, serviços de consultoria e cobertura da força de vendas continuam dando bons resultados, como se vê no nosso pipeline de vendas. Impulsionada pelos SaaS, a Infor começa seu último quarto de ano com o melhor resultado da empresa na história.”

Os setores de varejo e saúde continuam crescendo com um excelente desempenho no trimestre, apoiadas pelo crescimento dos SaaS (Software como serviço, em inglês) nos serviços financeiros e na GT Nexus. A GT Nexus teve seu melhor desempenho em venda de SaaS neste terceiro quarto, primeiro quadrimestre completo depois da compra da empresa pela Infor em setembro de 2015.

A Infor também anunciou um investimento de U$D 25 milhões na Predictix, provedora de analytics para o setor varejista, dando continuidade na impulsão da empresa para fornecer a inovação necessária para um mercado que sofre com interrupções contínuas. Como parte deste acordo, a Infor será re-seller da Predictix, implementando, administrando e dando suporte à solução de análise da empresa dentro da nuvem Infor. Além disso, a aplicação da Predictix está sendo usada no desenvolvimento do CloudSuite Retail da Infor, um novo aplicativo oferecido na nuvem e projetado para o mercado de varejo.

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