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PTC apresenta solução de inovação para a indústria farmacêutica

Atualmente, a indústria farmacêutica e as empresas fabricantes de dispositivos médicos enfrentam oportunidades e desafios transformadores. A cadeia de valor dos serviços de saúde está sendo interrompida e substituída por abordagens mais colaborativas, baseadas em resultados e conduzidas por métricas para a saúde dos pacientes. Com a impressão 3D e aplicativos de assistência médica conectados, a promessa de dispositivos médicos personalizados já é uma realidade.

Segundo Sylvio De Vincenzo, Head de IoT e IIoT da PTC, as ondas de inovação vem chegando e as empresas que não as adotarem, correm o risco de desaparecerem, como são os casos de grandes líderes do passado que não existem mais. Por isso, olhar para estas ondas e saber como adotá-las, pode significar seu sucesso ou não. “O futuro da inovação está aqui – agora”.

Porém, a indústria farmacêutica deve equilibrar a inovação em equipe com os rigores de um ambiente de engenharia de produto regulado e crítico para a segurança. Para alcançar a lucratividade, o objetivo é fornecer produtos médicos inovadores usando processos de engenharia e qualidade, controlados por etapas. Ao mesmo tempo, um foco na qualidade e conformidade é fundamental. O investimento na tecnologia certa torna possível o equilíbrio entre qualidade, conformidade e lucratividade.

Soluções IoT, IIoT e RA para a indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica sempre foi um mundo complexo de tomada de decisões em alta velocidade, mudanças constantes e grande quantidade de dados – e não diminuirá a velocidade nem se tornará mais simples tão cedo. Pensando nisso a PTC criou uma plataforma que contempla soluções de IoT, IIoT e realidade aumentada que exploram os desafios enfrentados e a abordagem necessária para aproveitar esse ambiente em evolução e a criar a fábrica conectada inteligente do futuro.

Vincenzo define a indústria 4.0 como um processo que ‘dá inteligência para algo que já existe’, com o objetivo de melhorar resultados. E fornece uma estratégia de implementação: “Pense grande, comece pequeno e cresça rápido”.

A plataforma de soluções de IoT, IIot e RA da PTC foi apresentada em evento realizado pela Sindusfarma, na semana passada, em São Paulo, que contou com a participação de especialistas apresentando soluções e estudos de caso.

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Novartis anuncia novo CEO no Brasil

A farmacêutica Novartis anuncia Alexandre Gibim como novo CEO no Brasil. O executivo assume a liderança do grupo e chega com a missão de potencializar as oportunidades do negócio, com o lançamento de cerca de 50 produtos nos próximos cinco anos, ampliar o acesso a medicamentos inovadores e trabalhar para criar um ambiente de colaboração entre os vários negócios da companhia no Brasil.

“Estou contente por contribuir com uma companhia como a Novartis, que está na vanguarda da ciência no mundo, reimaginando as práticas da medicina para prolongar e melhorar a vida das pessoas. Vamos seguir com o nosso propósito de vencer pelos pacientes, gerando empregos e contribuindo com a cadeia produtiva, sempre pensando em devolver à sociedade mais do que recebemos”, afirma Gibim.

O executivo também acumulará o cargo de diretor-geral da área de Oncologia Brasil, função que ocupa há mais de três anos. Nesse período, ele esteve focado na estratégia de levar acesso a medicamentos inovadores e diferenciados à população. Partindo dessa perspectiva, sua gestão trouxe resultados positivos para a Novartis Oncologia. Nos últimos três anos, a divisão dobrou o número de pacientes atendidos pela companhia para tratamentos oncológicos.

A Novartis investe consistentemente em pesquisa e desenvolvimento no país e, nos últimos três anos, investiu mais de R$ 222 milhões em estudos clínicos, beneficiando mais de 30 mil pacientes em parceria com mais de 300 centros de pesquisa no Brasil. A empresa conta com cerca de 2,7 mil colaboradores e possui duas fábricas, uma em Cambé (PR), e outra em São Paulo (SP).

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EMS e Bosch firmam parceria estratégica para implementar a primeira Indústria 4.0 no setor farmacêutico na América Latina

Da esquerda para a direita Wolfram Anders, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina; Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS;Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC; Besaliel Botelho, presidente da Robert Bosch América Latina; e Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina
Foto: André Montejano/LZP Produções

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, que tem como principal foco de investimento a inovação, se une à Bosch, empresa multinacional alemã fornecedora de tecnologia e serviços, para alavancar a Indústria 4.0 em suas unidades fabris no país. A implementação de máquinas conectadas pretende tornar a produção do laboratório mais inteligente e eficiente, trazendo um crescimento significativo na capacidade produtiva da empresa nos próximos 3 a 5 anos. O contrato entre as empresas foi firmado na última semana, na sede da EMS, em Hortolândia, na presença de Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC; Luiz Borgonovi, presidente da EMS; Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS; Besaliel Botelho, presidente da Robert Bosch América Latina; Wolfram Anders, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina e Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina.

O laboratório é o primeiro do setor farmacêutico na América Latina a adotar soluções da indústria 4.0 e a implementação ocorrerá, inicialmente, por meio de um projeto piloto em uma linha de embalagem de medicamentos e no processo de Gerenciamento da Manutenção. A expansão dessa tecnologia para outras linhas e equipamentos, bem como para o restante da cadeia produtiva, desde a entrada da matéria-prima até a saída do produto final, deve ser o próximo passo da parceria. Nesse primeiro momento, a Bosch, uma líder mundial em soluções 4.0 para a indústria farmacêutica e referência do modelo na Europa – onde o movimento das empresas rumo à implantação de máquinas conectadas é mais intenso, desenvolveu um software específico para a indústria farmacêutica, chamado Pharma i 4.0 Solution Platform, um Manufacturing Execution System (MES). O programa será instalado nas máquinas que a EMS já possui em sua planta em Hortolândia, transformando-as em equipamentos mais conectados, seguindo o conceito de “fábricas inteligentes”. Além disso, toda a manutenção será informatizada, permitindo o registro dos serviços executados em tempo real, bem como proporcionando maior velocidade e assertividade na análise das causas das falhas e solução dos problemas. Na indústria 4.0, os sistemas monitoram os processos físicos, criam uma replicação virtual e tomam decisões descentralizadas com base nos dados levantados pelos computadores, possibilitando a identificação e resolução de erros de forma mais rápida e assertiva. Com a ferramenta da Bosch, é possível analisar e armazenar uma grande quantidade de informações ao mesmo tempo, de forma dinâmica, rápida e eficiente.

“As soluções Bosch para a Indústria 4.0 foram customizadas para atender às necessidades específicas da EMS, fornecendo transparência para todos os processos e dados essenciais das máquinas, a fim de contribuir para que a empresa mantenha uma alta performance de seus equipamentos e tome decisões em tempo real baseadas em fatos concretos”, explica Volker Melges, diretor da divisão Pharma da Robert Bosch América Latina. “Além de máquinas individuais, o Pharma i 4.0 Solution Platform também pode monitorar diversas linhas simultaneamente e fornecer uma importante base para otimizar a produtividade. Para isso, o sistema grava informações de vários equipamentos de produção e as armazena centralmente. Para transferência de dados de forma precisa, o Pharma i 4.0 Solution Platform é calibrado para usar as máquinas Bosch, além disso, com uma interface eletrônica adequada, a solução também pode ser usada com eficiência em equipamentos de produção de terceiros”, afirma Melges.

A utilização da inteligência artificial na indústria tem uma série de pontos positivos, como ganho de eficiência, elevação da produtividade, economia e otimização dos recursos, diminuição de chance de erro humano, redução do tempo de parada inesperada das máquinas e do gasto de energia, além da possibilidade de emissão de relatórios de dados (“Big Data”), que podem gerar informações conforme a necessidade da empresa.

Dessa maneira, o trabalho que antes era operacional, passa a ser, cada vez mais, automatizado, sendo controlado por inteligência artificial. Nesse cenário, o colaborador passa a assumir um papel mais estratégico, agindo como analista dos dados levantados pelos computadores, podendo tomar algumas decisões com base nas informações coletadas, relacionadas, por exemplo, à eficácia do equipamento ao estoque disponível de material, a interrupções ou a danos em determinada peça. Isso permite identificar a origem dos problemas e os pontos com potencial de otimização. “A ideia é que esse novo sistema seja aprimorado e continue evoluindo e que, no futuro, todas as nossas plantas fabris possam otimizar cada vez mais seus recursos, produzindo de maneira mais inteligente e eficiente”, diz Tobias Henzel, vice-presidente de operações da EMS.

A princípio, será realizado um projeto piloto – para teste e identificação de pontos de melhoria – em uma das quatorze linhas automatizadas da unidade de embalagens de medicamentos sólidos, que opera no moderno complexo fabril da EMS, em Hortolândia. As instalações do projeto piloto terão início em junho de 2018, com entrega completa prevista para o fim do ano.

Os colaboradores da empresa serão guiados passo a passo para utilizar o Pharma i 4.0 Solution Platform, da instalação ao controle de processos. Serão qualificados para operarem as máquinas no novo modelo e estarão conectados em tempo real com técnicos da Bosch.

“A EMS aposta na Indústria 4.0 para continuar otimizando e aprimorando seus produtos e processos. Com isso, a companhia reforça seu pioneirismo no mercado de medicamentos no Brasil, seu contínuo investimento em pesquisa e desenvolvimento, e sua ousadia em nome da promoção da saúde e bem-estar das pessoas. A EMS orgulha-se de, mais uma vez, ser parte da história, ao se tornar a primeira farmacêutica – e empresa da área de saúde – a se lançar na Indústria 4.0 na América Latina”, finaliza Henzel.

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Aché investe R$ 500 milhões em expansão de operações para Nordeste e Norte

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O Aché Laboratórios Farmacêuticos anuncia a expansão de suas operações industrias e de distribuição para Pernambuco. O acordo com o Estado foi selado em cerimônia na manhã de hoje, no Palácio do Campo das Princesas, em Recife, com a presença do governador Paulo Câmara, secretários do governo, representantes da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) e executivos do laboratório farmacêutico. O Aché vai investir mais de R$ 500 milhões com a construção de uma fábrica de medicamentos em uma área de 250 mil m², além de um Centro de Distribuição na região metropolitana de Recife.

O projeto será desenvolvido em fases. A expectativa é de que a nova unidade, quando estiver em plena operação, em 2021, aumente a capacidade produtiva instalada do Aché em aproximadamente 50%, suportando o crescimento projetado para os próximos 15 anos. A previsão é que as novas operações gerem cerca de 500 empregos diretos, além de, aproximadamente, 2.500 postos de trabalho indiretos.

“Já presente na região, o Aché vai ampliar sua atuação no Nordeste e Norte, mercados em pleno crescimento e de extrema importância para a companhia. A nova fábrica em Recife também se configura como importante plataforma de exportação, acelerando nosso programa de internacionalização. A iniciativa está em linha com a estratégia de crescer por meio da inovação e excelência operacional com foco nos clientes e consumidores de uma forma sustentável, levando mais vida às pessoas onde quer que elas estejam”, afirma Paulo Nigro, presidente do Aché”.

“Criamos a parceria com uma empresa que acredita na inovação e em novos processos para ganhos de produtividade. Estou muito confiante que vamos progredir com parcerias, trabalho e com pessoas que acreditam que investir em Pernambuco vale a pena. A partir de hoje, o Aché passa a ser uma empresa pernambucana e de todos os pernambucanos”, afirma Paulo Câmera, governador de Pernambuco.

Crescendo de Norte a Sul

O plano de expansão é fruto do Planejamento Estratégico do Aché, criado em 2015 para direcionar o crescimento da companhia até 2030. A expectativa é de dobrar a receita líquida da empresa a cada cinco anos, defendendo o core business, fundamentado em medicamentos sob prescrição, além de ampliar a presença em outros segmentos em que o Aché atua, como MIP (medicamentos isentos de prescrição), Genéricos, Nutracêuticos, Dermocosméticos e Cuidados Especiais.

Para impulsionar seu crescimento, a companhia iniciou um processo de reestruturação dividindo o País em duas regiões: uma que compreende o Sul/Sudeste; e a outra o Nordeste/Norte. Isso permitirá ao laboratório fortalecer sua atuação por meio de grande capilaridade nacional.

Em abril de 2016, o Aché realizou a aquisição da Nortis Farmacêutica, de Londrina (PR), para ampliar e fortalecer sua presença em antibióticos, alcançando capacidade de produção mensal de 1,2 milhão de blísteres e 400 mil frascos. Em junho, a companhia anunciou também a aquisição da divisão farmacêutica do laboratório Tiaraju, empresa gaúcha voltada à produção de fitomedicamentos. Ao adquirir a divisão de fitomedicamentos da Tiaraju, o Aché, já estabelecido como indústria nacional de ponta, inovadora e com amplo e completo portfólio para tratamento nas mais variadas classes terapêuticas, demonstra seu compromisso com a prevenção de doenças, orientando e motivando a população a adotar um comportamento saudável, para se ter uma vida mais longa e com qualidade.

Em sua atuação como empresa corresponsável pelo desenvolvimento social, o Aché avaliará junto à sociedade local o interesse na implantação de programas voltados ao esporte, em escolas municipais, no entorno de sua futura fábrica. Com isso, reafirma seu propósito de levar mais vida às pessoas onde quer que elas estejam, acreditando no poder transformador da cultura, das artes, da educação e do esporte para uma vida mais plena e feliz.

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Sandoz lança desafio para jovens empreendedores resolverem problemas globais de acesso à saúde

A Sandoz, divisão de medicamentos genéricos e biossimilares do Grupo Novartis, anuncia hoje o lançamento da Sandoz HACk – Healthcare Access Challenge – uma competição global que tem como objetivo engajar jovens a promoverem ideias e soluções inovadoras para ajudar a resolver problemas de acesso à saúde em todo o mundo.

“Pesquisa global da Sandoz sobre a percepção do acesso à saúde envolvendo 12 nações mostrou que os brasileiros estão entre os mais preocupados com o tema no próprio país. Desta forma, é necessário um esforço em conjunto de diferentes setores na busca de soluções colaborativas”, conta André Brázay, diretor geral da Sandoz Brasil. “Com esta iniciativa global da Sandoz, estamos buscando fomentar ideias criativas que consigam reimaginar o acesso aos cuidados com a saúde usando a tecnologia como uma forte aliada. Muitas vezes, pequenas ideias inovadoras podem impactar em grandes mudanças”, aponta.

Apesar dos avanços realizados na medicina moderna, mais de dois bilhões de pessoas no mundo não conseguem os medicamentos de que necessitam e mais de 400 milhões não têm acesso aos serviços básicos de saúde.

Além disso, a tecnologia móvel tem mudado radicalmente a forma como os cuidados são prestados e a influência destes dispositivos na área da saúde continuará a evoluir em todo o mundo. Pensando nisso, a Sandoz Hack lança o desafio e incentiva a atual geração de empresários e pensadores criativos para inscrever ideias que utilizam tecnologias móveis para ajudar a resolver os desafios de acesso aos cuidados de saúde em diferentes regiões.

Os esforços combinados dos setores público e privado, incluindo a indústria farmacêutica, organizações sem fins lucrativos e governos promoveram avanços significativos para enfrentar os desafios do acesso aos cuidados de saúde em todo o mundo. No entanto, estas iniciativas sistemáticas em grande escala precisam ser apoiadas pela sociedade, impulsionada por soluções inovadoras de pequena escala que podem fazer uma grande diferença. Foi com isso em mente que o Sandoz Hack foi lançado.

Como participar?

Se você tem uma grande ideia para criar um aplicativo, serviço móvel ou alguma outra tecnologia que possa ajudar pessoas que não têm acesso aos medicamentos, faça sua inscrição.

Sandoz HACk está aberto para inscrições de pessoas entre 18-35 anos de idade em todo o mundo até o dia 30 de novembro de 2016.

Inscrição – Pré-requisitos

Conhecimento avançado em Inglês

É preciso entrar na competição por meio da página do Facebook Sandoz Global postando um vídeo de 1-2 minutos ou um texto de 150-200 palavras com a sua ideia inovadora

Caso selecionado, é preciso ter disponibilidade para viajar para Londres, em março de 2017 (todas as despesas serão pagas)

Premiação

As ideias dos participantes serão escolhidas e desenvolvidas em parceria com a comunidade on-line antes de serem apresentadas a um comitê de juízes.

Por meio de um processo de avaliação, seis projetos finalistas serão publicados no OpenIDEO – uma comunidade global que reúne as principais organizações e indivíduos que trabalham em conjunto para prover soluções para os maiores desafios da saúde no mundo. A equipe do OpenIDEO irá ajudar os finalistas a construir, desenvolver e aperfeiçoar suas ideias para que estejam prontas para a próxima fase da competição.

Além disso, receberão orientações da equipe da Sandoz que também oferecerá um grupo de mentores especialistas nas áreas de marketing, comunicação, gestão de projetos, finanças e negócios para ajudar a consolidar a ideia.

Após essas etapas, os finalistas serão convidados a participar do WIRED Saúde 2017, em Londres, para apresentar os projetos. WIRED Saúde é um evento global que discute soluções inovadoras para o setor da saúde. Em sua quarta edição, esse evento contará com cerca de 300 médicos, executivos renomados da área de saúde, cientistas e investidores que têm interesse em explorar a evolução e o futuro do setor da saúde.

Os três vencedores serão escolhidos no WIRED 2017 e serão premiados com 20 mil euros.

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