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Startup implanta compliance em empresas

A corrupção virou pauta dos noticiários no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e até o governo, recebem destacada cobertura da imprensa.

Para se ter uma ideia, em 2017, o ranking de corrupção da Transparência Internacional, que avalia a percepção da corrupção, teve uma piora significativa. O Brasil está no 96° lugar na lista do ano passado, que examinou a corrupção do setor público em 180 países. Segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2016, 65% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance.

Os dados são bastante agravantes e negativos para o país de um modo geral, gerando desconfiança e instabilidade. No entanto, acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos.

Foi pensando nesse cenário que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia na regularização e controle de forma mais certeira da empresa contra possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores”, afirma Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

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Principais pilares de um programa de compliance

Uma empresa que possui um programa de compliance bem estabelecido tem atribuições que lhe garantem maior credibilidade, conferindo à empresa transparência, ética, segurança e estabilidade jurídica. O compliance auxilia na garantia de que as conformidades estão sendo seguidas dentro da instituição.

Para um programa de compliance ser efetivo, existem alguns pilares que tangem esse núcleo. Fábio Moreno, CEO da IComply, lista quais são os principais tópicos mais relevantes no que se trata de conformidade.

– Suporte da alta administração: Buscar interação e comunicação constante com os colaboradores auxilia os altos cargos a ficarem mais atentos com a conduta e também com os treinamentos de compliance. Além disso, o bom comportamento deve servir como exemplo para os funcionários.

– Treinamentos: Utilizar vários métodos pode fazer a diferença, como aplicativos que proporcionem vídeos criados especificamente para o treinamento, games, estudos de caso e encenação de casos concretos. É importante que seja algo tranquilo e interativo. Ademais, uma vez que os treinamentos demandem menos tempo útil do seu funcionário, é mais provável que haja interesse e que ele se disponha a realizá-los.

– Gestão de terceiros: Basicamente deve-se realizar o mesmo que é feito com seus funcionários: treinar e dar, constantemente, uma série de modelos de comportamentos que você deseja ver repetido. Além de tudo, no momento da escolha por um terceiro, procure algum que já possua uma cultura empresarial de ética e moral e que tenha um programa de compliance efetivo.

– Canal de denúncias: É importante que esse canal seja anônimo, para que os funcionários se sintam mais à vontade para fazer suas denúncias sobre casos de corrupção ou sobre funcionários que por ventura estejam com má conduta.

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Como se proteger contra corrupção de terceiros

Imagine que você precisa entregar um produto no Rio Grande do Sul. Para tal, contrata um carreto para realizar a entrega. No trajeto, o caminhoneiro é autuado pela fiscalização por alguma irregularidade e, para se livrar, paga alguma quantia ao policial para se esquivar das punições. Mesmo que o profissional seja de uma empresa terceirizada, o contratante – por lei – deve arcar com as consequências de todas atitudes ilegais.

Como então se proteger contra corrupção de empresas terceirizadas?

Desde a edição da Lei Anticorrupção, também conhecida como Lei da Empresa Limpa (Lei nº 12.846/2013) e do seu decreto regulamentar (Decreto 8.420/2015), o legislador passou a exigir uma fiscalização do contratante sobre a atuação fim desse terceiro contratado, como contratados PJ, subcontratados e fornecedores.

Essa realidade pode ser verificada, por exemplo, com a adoção da responsabilidade objetiva do contratante pelos atos de qualquer terceiro que, em seu nome, realize um ato de corrupção.

“Se você contrata um despachante para liberar alguma carga sua, e ele, buscando acelerar o processo o faz por um ato de corrupção, ainda que você não saiba, ela continua sendo em seu benefício e você responderá como se tivesse corrompido”, aponta Fábio Moreno, CEO da IComply, ferramenta que tem como missão facilitar o processo de gestão e manutenção da área de compliance nas empresas.

Em termos de conformidade e integridade é impossível garantir um risco zero, tendo em vista que o profissional de Compliance lida com o modelamento do comportamento humano. Sendo assim, é possível influenciar, mas não garantir que determinado comportamento será executado ou seguido.

Partindo dessa realidade, Fábio Moreno destaca duas frentes de trabalho que podem ser realizadas:

1ª – É possível influir sobre o comportamento do seu terceiro. Não é fácil, mas é possível. Da mesma forma que tentamos reconstruir uma cultura empresarial, podemos influir na cultura daqueles que atuam em nome da sua empresa. Não há muito segredo, basicamente deve-se realizar o mesmo que é feito com seus funcionários: treinar e dar, constantemente, uma série de modelos de comportamentos que você deseja ver repetido.

2º – Escolha um terceiro que já possua uma cultura empresarial de ética e moral e que tenha um programa de compliance efetivo. Nessa situação, ainda será necessário realizar treinamentos de sintonia, mas não deve ser necessário construir uma cultura.

Essas duas frentes de trabalho são o objetivo, o fim a ser atingido. O modo pelo qual você vai alcança-lo é o meio. Hoje, é possível afirmar que o mercado brasileiro já conta com uma série de profissionais, empresas e tecnologia que podem tornar essas frentes de trabalho uma realidade.

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Startup cria aplicativo que caça corruptos

A corrupção virou pauta de todo o dia no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e governo, recebem destacada cobertura da mídia.

Todo esse clima de desconfiança que tomou conta do país acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos. Para se ter uma ideia, segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2013, 30% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance. Esse percentual subiu para 65% em 2016.

Foi pensando nesse cenário brasileiro que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia o empresário a regularizar e controlar de forma mais certeira sua empresa de possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores.”, Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários.”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

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