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Uber é o aplicativo de transporte de passageiro mais usado no Brasil

“Vou de Uber!”. Essa frase já se tornou comum em algumas cidades brasileiras, e isso tem um motivo. Pesquisa do CONECTA revela que o Uber é usado por 54% dos internautas brasileiros, o que o torna o app mais utilizado no país. Esse é o resultado do CONECTAí Express, pesquisa online nacional, multiclientes.

Confira quais são os apps mais utilizados

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O Uber é usado sobretudo por homens, jovens entre 25 e 34 anos, moradores do Nordeste e internautas das classes A e B. Por sua vez, os internautas que mais usam o 99Taxis estão no Sudeste e pertencem a classe A. O estudo mostra também que 43% dos usuários de internet não têm app de transporte de passageiro.

Mapas

O CONECTA também perguntou aos internautas qual aplicativo de mapas/GPS usam. O Google Maps é o mais citado, com 85% das menções.

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A pesquisa aponta que o Waze é usado, principalmente, por internautas com mais de 55 anos, da classe A e moradores do Sudeste.

Transporte público

Já em relação ao transporte público há ainda muito espaço para crescimento dos aplicativos, já que 76% dos internautas dizem que não têm um app desse serviço. O mais citado é o Moovit, mas apenas por 9% dos entrevistados.

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Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAí Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

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80% dos internautas brasileiros fazem downloads de filmes, séries e shows

O CONECTA, por meio da 3ª onda do CONECTAí Express, pesquisa nacional online, identificou que 80% dos internautas brasileiros realizam downloads de filmes, séries e shows. Os aparelhos mais usados para fazer esses downloads são, em ordem de utilização, computador/notebook, smartphone, tablet e smartv.

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Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2016 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta, de forma exclusiva, rápida e econômica.

Sobre o CONECTA

CONECTA é a plataforma web do IBOPE Inteligência. Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de painéis online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital. Acesse nosso site e cadastre-se! Acumule pontos, troque por prêmios e concorra a sorteios. Transforme o mundo com a sua opinião e com as suas ideias! www.conectaibrasil.com.br

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O jovem internauta brasileiro possui perfil em 7 redes sociais

Apresentado no youPIX SP Festival 2014 nesta quinta-feira, estudo do CONECTA, comunidade online de pesquisa (www.conectaibrasil.com.br), mostra que o jovem internauta brasileiro possui, em média, perfil em 7 redes sociais. As mais populares são: Facebook (96% possuem perfil), YouTube (79%), Skype ( 69%), Google+ (67%) e Twitter (64%).

Navegar nessas redes é um hábito de 90% dos internautas de todo o país com idade entre 15 e 32 anos. Outras atividades comuns na web são buscar informações (86%), acompanhar notícias (74%), assistir a vídeos (71%), ouvir musica (64%) e trocar e-mails. “Engana-se quem já decreta a morte dos e-mails, já que esses jovens ainda recebem em média 2,8 emails diariamente”, avalia Laure Castelnau, diretora executiva do CONECTA.

Boa parte do acesso às redes ocorre em dispositivos móveis. O aplicativo do Facebook está presente em 88% dos celulares dos jovens, seguido dos aplicativos de email (84%), YouTube (81%) e WhatsApp (79%). Em tablets, o Facebook está instalado em 61%, os e-mails em 57% e o YouTube em 59%.

Em alguns casos, o uso desses aplicativos já se tornou um vício: 89% dos internautas estão continuamente conectados ao Facebook, 87% ao WhatsApp, 80% aos emails e 63% ao Instagram.

No caso dos aplicativos de entretenimento, serviços e informação, os mais usados são jogos (66% em celulares e 54% em tablets), previsão do tempo/clima (54%/29%), internet banking (39%/29%) e notícias (34%/28%).

Empresas e internautas – De acordo com o estudo do CONECTA, 47% dos internautas gostam de dar feedback às marcas e 40% querem interagir com suas marcas favoritas dando seus feedbacks.

Um terço dos jovens internautas brasileiros (34%) acreditam que as informações mais confiáveis sobre as empresa são as divulgadas em seus websites, porém 41% declaram que para encontrar informações confiáveis sobre marcas, produtos e serviços buscam outras fontes de informação.

Publicidade online – Banners irritam 43% dos internautas, mas, ao mesmo tempo, 49% prestam atenção e 44% concordam que essas peças contêm informações interessantes sobre promoções.

A pesquisa aponta também que 41%, na maioria das vezes, se cadastram impulsivamente para receber emails com novidades e depois acabam nem prestando atenção nessa comunicação. Os cadastros mais frequentes para receber newsletter ocorrem nos sites de e-commerce onde costumam realizar compras (47%), em sites de emprego (39%) e das marcas favoritas (36%). “É preciso estar atento à frequência de envios, já que para metade dos entrevistados, uma newsletter por semana é suficiente”, afirma a executiva.
A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 9 de julho de 2014, com 1.513 internautas de todos os estados do país, sendo 1030 participantes do painel CONECTAí e 483 internautas da base do youPIX.

Sobre o CONECTA

CONECTA é a plataforma web do IBOPE Inteligência, organização do Grupo IBOPE. Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de painéis online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital.

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Metade dos brasileiros é favorável à realização da Copa do Mundo no Brasil

Metade da população brasileira é a favor da realização da maior competição do futebol mundial no Brasil: 51% versus 42% que são contra, mostra pesquisa do IBOPE Inteligência sobre a Copa do Mundo de 2014. Em fevereiro, data da última pesquisa sobre o assunto, 58% eram a favor e 38% contra.

No entanto, a população fica dividida quando avalia as chances de sucesso do evento no país. Os que acreditam que a realização da Copa tem grandes chances de ser bem-sucedida somam 36%, enquanto os que acham que as chances são pequenas totalizam 31%. Outros 28% declaram que há médias chances de sucesso.

O levantamento também investigou se, na percepção dos entrevistados, as pessoas em geral estão torcendo mais para que o evento dê certo ou se estão torcendo mais para que o evento dê errado. Assim, 59% dizem que os brasileiros estão torcendo mais para que dê tudo certo, ao passo que 22% acreditam que a população quer que dê tudo errado. Outros 12% têm a percepção de que as pessoas estão indiferentes nesse aspecto. Os que não sabem ou preferem não responder somam 7%.

E ao serem perguntados sobre o que eles próprios desejam, 71% dos entrevistados dizem querer que dê tudo certo e 11%, para que tudo dê errado. Os que não torcem por nenhuma dessas situações totalizam 14% e 4% preferem responder ou não sabem.
Em relação aos sentimentos para o torneio, os negativos prevalecem sobre os positivos. A soma dos sentimentos negativos superam os negativos em 23 pontos percentuais, quando somadas as três principais menções dos entrevistados. Em fevereiro, os aspectos positivos superavam os negativos em nove pontos percentuais.

Em maio, os sentimentos mais citados, pelo lado negativo, são preocupação (30% x 27% em fevereiro) e desperdício (29% x 28% na pesquisa anterior), percentuais que sobem para 39% e 37%, respectivamente, entre os que possuem ensino superior completo. Pelo lado positivo, as principais menções são para alegria (26% x 29% em fevereiro) e esperança (18% x 20% no estudo passado), que sobem para 43% e 23%, respectivamente, entre aqueles que possuem renda familiar de até um salário mínimo.

Termômetro
Para medir o interesse dos brasileiros em relação à Copa, o IBOPE Inteligência solicitou que os entrevistados indicassem em um termômetro o seu grau de envolvimento com o torneio. Os resultados foram bem divididos: 39% declaram que o seu envolvimento com o evento está ‘frio’ (eram 24% em janeiro de 2011, quando essa pergunta foi feita pela primeira vez), sendo que 18% dizem que em seu termômetro a temperatura está ‘gelada’ (o nível mais baixo de envolvimento com o evento). Outros 30% indicam que estão bastante envolvidos e apontam as temperaturas mais ‘quentes’ no termômetro (somavam 37% em janeiro de 2011), mas somente 7% e 5%, respectivamente, mencionam as temperaturas ‘fervendo’ e ‘muito quente’. Outros 28% (37% no levantamento anterior) apontam a temperatura morna como a mais adequada para medir seu envolvimento com a competição.

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Desafios do RH: uma perspectiva de negócio

A mais recente pesquisa da Affero LAB, em parceria com o IBOPE Inteligência, traz um panorama atual de como a área de RH é percebida no contexto organizacional

No estudo, mais de 600 executivos, com cargos de decisão em grandes empresas, apontaram suas perspectivas sobre o papel do RH e seu posicionamento nas questões estratégicas das organizações. Com uma amostra composta por 46,4% de profissionais de RH e 53,6% das demais áreas da organização, a proposta da pesquisa foi fazer uma análise comparativa e verificar como o RH é percebido por seus próprios profissionais e pelas outras áreas.

De acordo com Alexandre Santille, co-CEO da Affero Lab, concorrência, maior mobilidade e economia baseada no conhecimento, são algumas das mudanças que fazem com que os profissionais de RH sintam-se cada vez mais cobrados a se envolver, efetivamente, com os resultados de negócios. “Além das suas práticas tradicionais como recrutamento, seleção, benefícios, recompensas, o RH sofre pressão para atuar mais estrategicamente, agregando valor por meio do capital humano”, diz Santille.

Nesse cenário, saber o quanto a área de RH é envolvida nas questões estratégicas e o peso que a alta liderança realmente dá para a aprendizagem e desenvolvimento torna-se uma oportunidade de entender os desafios atuais desta área que ganha cada vez mais importância na arena dos negócios.

Destaques apontados pela pesquisa:

• Profissionais das demais áreas indicam “Lucratividade” (29,3%) e “Crescimento da organização” (28,1%) como as questões mais prioritárias, enquanto profissionais do RH apontam “Gestão de talentos” (25,9%) e “Redução de custos” (22,5%). Esses dados, de certa forma confirmam a percepção de que as demais áreas dão menor atenção à gestão de talentos do que o RH , priorizando desafios que estão mais diretamente ligados aos resultados de negócio.

• Há uma grande disparidade entre as áreas quanto à importância do “Desenvolvimento de lideranças”, que dispara entre os profissionais de RH (53,4%) em relação aos profissionais das outras áreas (26,6%). Isso pode estar relacionado, por um lado, ao entendimento habitual do RH, que vê a liderança como uma das principais responsáveis por engajar pessoas e estimular a performance. E por outro, à dificuldade das demais áreas em relacionar a qualidade da liderança aos níveis de turnover e aos níveis de excelência na performance da organização, por exemplo.

• Os dados demonstram como as áreas de negócios ainda não reconhecem o RH com um papel estratégico atuante. Apenas 29,7% dos profissionais das outras áreas têm a percepção de que o RH esteja envolvido nas decisões estratégicas. Curioso observar que a percepção do RH quanto à sua própria participação nas decisões estratégicas é muito superior (60,6%) do que observado pelas outras áreas.

• 73,0% dos profissionais de RH afirmam que T&D é algo muito importante para a organização contra apenas 56,1% de outras áreas. Esses dados mostram o grau de importância que o RH dá ao desenvolvimento do capital humano da organização, mas também revelam a defasagem em perceber essa importância estratégica entre os profissionais das áreas mais diretamente responsáveis pelos resultados de negócio.

•O RH está muito mais satisfeito (50,8%) com o próprio trabalho do que seus “clientes” das outras áreas (18,7%), que revelam grau de satisfação baixo quanto às iniciativas de T&D propostas pela área de RH. Um alerta para que o RH procure entender melhor a efetividade das intervenções de aprendizagem e desenvolvimento que implementa.

• Todos parecem concordar que os fatores que mais preocupam o CEO sejam “Custos” (34,9% RH e 25,8% outra áreas) e “Crescimento” (17,3% RH e 22,9% outras áreas) da organização. Curiosamente, apesar de toda discussão em torno da escassez de profissionais capacitados para enfrentar os desafios atuais no cenário de negócios, na percepção das outras áreas e do próprio RH “Talentos” aparece em penúltimo lugar como fator de maior preocupação para o CEO.

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