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Smartphones, eletrodomésticos e TVs serão os itens de maior procura na Black Friday

Os smartphones serão o item mais cobiçado para compra na Black Friday, indica pesquisa do Mercado Livre encomendada ao IBOPE Conecta. O produto foi mencionado por 31% dos participantes. Eletrodomésticos (11%) e TVs (6%) contemplam o ranking dos três mais citados. O levantamento revelou, ainda, que 79% pretendem aproveitar as ofertas da Black Friday em 2018. A internet segue como tendência de canal para compra durante o período: 51% dos participantes aproveitará a data – que neste ano cairá em 23 de novembro – para realizar suas compras online. O resultado oscilou positivamente em relação ao ano passado, em que 48% declararam utilizar o canal digital.

Vantagens do canal online

Além da internet, 13% dos consumidores utilizarão as lojas físicas e 37% farão as compras tanto em canais físicos quanto digitais para aproveitar a data.

Na comparação com lojas físicas, o fator determinante para que as lojas online sejam as eleitas para as compras é um melhor preço ou maior desconto, mencionada por 54% dos entrevistados. Além disso, frete grátis (30%), possibilidade de parcelamento (8%) e variedade de produtos (7%) foram os demais fatores citados.

O levantamento foi feito com mil pessoas entre os dias 19 a 25 de setembro, e ouviu participantes de ambos os sexos, maiores de 16 anos e pertencentes às classes A, B e C, de todas as regiões do país.

Adesão à data

O alto índice de adesão à Black Friday (70%) está relacionado a um histórico favorável na data: 95% dos que compraram na edição passada declararam ter tido uma experiência positiva, ao encontrarem bons descontos. Já em relação às razões para não aderir à campanha, a restrição financeira é a principal. Entre os 21% que não tem intenção de consumir na data, mais da metade (51%) mencionou a falta de dinheiro como motivo. Desinteresse foi mencionado por 42% e 7% declararam que não gostam de comprar na data.

Antecipação do Natal, categorias e produtos de desejo

Assim como na edição anterior da pesquisa, metade (50%) dos respondentes usarão a Black Friday para adiantar as compras de Natal. Os demais se dividem entre os que não pensaram a respeito (35%) e os que não pretendem comprar os presentes de Natal nesta data (14%).

As categorias que despertam maior interesse no consumidor são Moda e Acessórios (30%), Celulares (21%), Eletrodomésticos e Linha branca (20%), Saúde e Beleza (19%) e Livros (18%). Em relação à quantidade, 44% pretendem comprar até três produtos na promoção este ano, índice que era de 39% no ano passado; 17% comprarão quatro ou mais produtos e os 39% restantes ainda não se decidiram sobre a quantidade de itens.

Previsão de gastos e formas de pagamento

Em relação à previsão de compras para a Black Friday, 47% pretendem gastar acima de R$ 500. Gastar de R$ 50 a R$100 é a expectativa de 5% e a faixa de preço seguinte, nos valores entre R$ 100 e R$ 250, foi mencionada por 9%. Parcela similar (10%) declarou que seus custos ficarão entre R$ 250 e R$ 350. Os valores de R$350 a R$ 500, foram mencionados por 13%.

Dentre os 42% dos participantes que declararam que vão utilizar o décimo terceiro salário para comprar na Black Friday, 7% utilizarão o valor integral na data, e o restante (35%) informou que utilizará o valor parcial. Enquanto 25% declararam não receber o benefício, os 33% restantes usarão o 13º para outros fins.

Sobre a forma de pagamento, o comportamento do consumidor é praticamente o mesmo que no ano anterior: a opção de pagar alguns itens à vista e outros de forma parcelada no cartão liderou nos dois anos com 35%. Na sequência, 28% declararam nas duas edições da pesquisa que irão parcelar as compras no cartão de crédito. A opção à vista no boleto recuou de 23% para 21% neste ano e o pagamento à vista no cartão de crédito cresceu 14% para 16% na edição de 2018.

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87% dos internautas gostariam de comprar em supermercado sem caixa

O brasileiro está preparado para comprar em um supermercado sem caixa, com cobrança online? Uma pesquisa do IBOPE Conecta realizada com internautas revela que 87% deles comprariam nessa situação, pois acham que seria mais prático, mais rápido e gostam de novas experiências de compra. Para os 13% que não comprariam, o motivo é o receio de não ter alguém para solucionar um problema e por não parecer tão seguro.

Outra opção de cobrança, o totem, como já existe nos estacionamentos de shoppings, precisa de um pouco mais de incentivo, pois 45% dos entrevistados afirmam nunca ter usado o totem quando disponível em algum ponto de atendimento. Entre os que já usaram, a ferramenta agrada: 61% acham mais prático e 45% dizem que o atendimento é mais rápido, além dos 15% que preferem não falar com um atendente.

A pesquisa também questionou sobre as Guide Shops, estabelecimentos como uma vitrine de produtos, geralmente ligados a um e-commerce. Por enquanto, são desconhecidas no Brasil, já que 80% dos entrevistados nunca ouviram falar nesse tipo de loja, mas gostariam de comprar. Para os 14% que afirmam que não comprariam, os principais motivos são receio do produto vir errado ou com defeito, não levar o produto para a casa na hora e a falta de confiança nesse tipo de serviço. Os poucos (4%) que já compraram nessas lojas, gostaram: 70% ficaram satisfeitos com a experiência.

Outro método que começa a aparecer em maior número no país é o de pagar apenas aproximando o celular da maquininha. Mais da metade dos internautas brasileiros (57%) já ouviram falar desse tipo de pagamento, mas nunca o utilizaram. Outros 31% também não conhecem, mas ficaram interessados em utilizar. Por enquanto, apenas 2% já utilizaram, sobretudo em lojas de roupas e supermercado.

O IBOPE Conecta também perguntou qual o sistema de pagamento inovador preferido do internauta. Pagar com a biometria é o escolhido por metade dos entrevistados (48%), seguido de pagar com o celular (27%) e reconhecimento facial (12%). Apesar do desejo de avanço tecnológico, 42% acreditam que o Brasil não tem capacidade de ter essas tecnologias como lojas sem atendentes, pagamentos via celular e outros. Também há a barreira cultural: 64% preferem pagamento com cheque e 49% preferem o sistema de carnê/boleto bancário (as respostas eram de múltipla escolha).

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 8 a 13 de março, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

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36% das empresas já perderam um candidato durante a admissão, aponta pesquisa do IBOPE CONECTA

A pesquisa “Contratações Brasileiras: analógicas ou digitais?” realizada pela Acesso Digital, empresa de tecnologia focada em oferecer soluções digitais que desburocratizem as relações entre pessoas e empresas, em parceria com o IBOPE CONECTA revela que 36% das empresas brasileiras já perderam candidatos devido à burocracia na contratação, sendo que para 42% o que mais impacta é o envio de documentos. Para solucionar essa questão, 91% dos entrevistados acreditam que em breve todo o processo de contratação será digital. Para facilitar e encurtar o tempo de envio e checagem de documentos, atualmente, já existem no mercado softwares como o Acesso RH, aplicativo onde o próprio funcionário realiza todo o processo de admissão de maneira 100% digital.

Dados da pesquisa apontam que 50% das empresas solicitam de 6 a 10 documentos para concluir o processo de contratação, sendo que para processar e validar todos os documentos de um novo colaborador são necessárias de 2 a 5 pessoas em 72% dos casos. Com isso, o processo de admissão leva em média de 4 a 7 dias em 43% das empresas consultadas. Com a digitalização de processos, usando o Acesso RH por exemplo, os dias viram horas e a quantidade de pessoas envolvidas cai drasticamente.

“Lançamos o Acesso RH para ajudar a resolver este cenário que vivenciamos todos os dias na área de Recursos Humanos e que a pesquisa mostra ser um grande gargalo. Além disso, percebemos que o Brasil ainda está defasado em comparação a outros países como Estônia, Israel, China, Índia e Estados Unidos, que investem pesado em tecnologia. Na Estônia, por exemplo, já é possível casar ou, até mesmo, se aposentar pela internet”, destaca Diego Martins, CEO e fundador da Acesso Digital e responsável pela pesquisa. O executivo aponta que a substituição do método tradicional de contratação também gera economia para as empresas, sendo que 54% dos entrevistados gastam até R$ 100 por funcionário durante um processo de admissão.

No recorte regional, os entrevistados do Sul do país apresentam um percentual menor de conhecimento de tecnologias para admissão de funcionários, com apenas 29% declarando que conhecem a maioria das soluções digitais disponíveis no mercado. O Sudeste lidera o ranking com 42% dos entrevistados admitindo alto conhecimento com relação a tecnologias voltadas para RH. O Nordeste e Norte/Centro-Oeste apresentam 35% e 37% de conhecimento, respectivamente.

Tendo em vista que as tecnologias digitais aceleram o tempo de contratação de colaboradores, diminuem os custos e ajudam a reduzir o retrabalho na fase de admissão, 78% das empresas planejam modernizar seus processos nos próximos anos. 47% das empresas informam que sentem uma pressão da liderança em prol da modernização da área de Recursos Humanos, com a chegada do eSocial a tendência fica ainda mais forte. “Além de garantir a qualidade das informações o Acesso RH também checa todas as informações para garantir que estejam enquadradas na nova regulamentação do eSocial”, destaca Gabriel Pirajá, head do Acesso RH na Acesso Digital.

Para 61% dos entrevistados, a identidade digital é a principal tecnologia que permitirá contratação seja 100% digital. Na Acesso Digital isso já é uma realidade e os dados de profissionais que migrarem para empresas que também utilizam o Acesso RH só precisarão fazer o envio dos documentos uma única vez, pois as informações ficam salvas no sistema. Com isso, os brasileiros não precisarão mais entregar documentos em papel para serem contratados.

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IBOPE divulga ranking de e-commerces com maior índice de recomendação no Brasil

O IBOPE CONECTA, referência no comportamento do consumidor digital, e o IBOPE DTM, unidade de marketing de relacionamento e big data do IBOPE Inteligência, realizaram o estudo Customer Experience Report (CX Report) para comparar os 34 principais sites de e-commerce do Brasil e descobrir a satisfação e a experiência dos consumidores no ambiente online. Pelo estudo, o comércio eletrônico com índice mais alto é a Netshoes, com 71% de clientes que recomendam a marca, resultado 36% maior do que a média (52%) dos e-commerces pesquisados. Em segundo lugar está a loja de moda Zattini, também do Grupo Netshoes, com 69%, seguido pela Saraiva (64%).

Para chegar a esses índices, IBOPE CONECTA e IBOPE DTM calcularam o índice de satisfação e recomendação das marcas dos consumidores. Além de Netshoes, Zattini e Saraiva, foram avaliados e-commerces como Amazon, Walmart, Submarino, entre outros.

Para Alexandre Yamada, gerente Máster – Inteligência, da Netshoes, os números são resultado de um trabalho de amadurecimento do e-commerce. “Proporcionar uma experiência diferenciada ao consumidor é importante para a confiabilidade e apreço do cliente em relação à marca, e o comércio eletrônico já está abraçando essa lógica. Nós, do Grupo Netshoes, acreditamos que a compra não se encerra com um click. Existe todo um processo de pós-venda. Acompanhar para que a entrega seja feita no prazo e facilidade para a troca, por exemplo, são serviços que fazem parte do processo e que devem ser realizados com excelência no meio eletrônico”.

A pesquisa também possibilita medir os aportes de consumidores entre os e-commerce pesquisados. Os números mostram que a probabilidade de um cliente comprar na Netshoes após ter visitado um de seus principais concorrentes é de 70%. Outro resultado apresentado pelo estudo é a proporção dos que efetuaram alguma compra nos sites pesquisados nos últimos 12 meses. Nesse quesito, o top três é composto por Americanas.com, que possui 47%; Mercado Livre, com 39%;e Netshoes, com 32%.

Para Laure Castelnau, diretora executiva do IBOPE CONECTA, o CX Report é um instrumento poderoso para análise competitiva, apontando quais as marcas estão acima ou abaixo do índice médio da categoria. O estudo não é feito apenas para e-commerce, mas para muitas categorias, tais como bancos, automóveis, operadoras de telefonia, artigos esportivos, produtos de beleza, entre outros. Bernardo Canedo, diretor executivo do IBOPE DTM completa: “Nosso objetivo é criar parâmetros de mercado para esses indicadores de satisfação e recomendação, permitindo que as próprias marcas possam se desafiar e estabelecer metas formais de satisfação dos consumidores”.

Essas informações foram coletadas em setembro de 2016, por meio de 2 mil entrevistas online com homens e mulheres de todo o país, a partir dos 16 anos, das classes socioeconômicas A,B e C.

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