Tag IaaS

2018: é hora de mudar e consumir infraestrutura de TI como serviço – Por Silnei Kravaski

A forma de consumir TI está mudando e isso é fato. Flexibilidade é a palavra da vez e na medida em que as áreas de tecnologia ganham espaço e importância dentro das organizações, surge também uma série de questionamentos a respeito da melhor forma de maximizar os recursos, não só financeiros como também humanos, investidos na gestão da infraestrutura de TI. Com um novo ano começando, talvez seja o momento de refletir se não é a hora também ser disruptivo e mudar a formar como sua empresa tem consumido TI.

Segundo o IDC, 80% do tempo das equipes de TI é despendido erroneamente com atividades operacionais e rotineiras, como, por exemplo, reuniões e na gestão da infraestrutura propriamente dita (provisionamento de armazenamento, servidor e rede, monitoramento e soluções de problemas, entre outros). Por outro lado, apenas 14,5% do tempo disponível relacionam-se à inovação e aos novos projetos. Essa conta é no mínimo contraditória e é nesse sentido que emergem os conceitos de TI Flexível e de utilização de infraestrutura de TI como serviço, que se configuram como protagonistas nessa mudança de como se consome TI. Mas, o que é isso? Quais as vantagens?

Vamos às respostas: TI Flexível é um serviço de infraestrutura escalável no qual o cliente paga apenas pelo o que usar (Opex). O modelo oferece uma plataforma expansível de TI e instalações para dimensionamento eficiente, de forma modular, o que deixa o cliente pronto para crescer conforme as necessidades de seu negócio. O ponto chave é que a empresa já consegue obter um ganho tecnológico e financeiro logo de cara, afinal não é preciso esperar meses para a expansão da infraestrutura de TI, uma vez que, o pagamento baseia-se no consumo e alinha o fluxo de caixa ao uso da capacidade real.

Enquanto a aquisição no modelo tradicional proporciona uma capacidade de provisionamento incerta (muito alta ou muito baixa para as necessidades daquela organização), a TI Flexível atende à demanda real utilizada. Além disso, o tempo de resposta e integridade dos dados são maiores, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme.

Em suma, essa flexibilidade da infraestrutura de TI como serviço permite manter as operações impecáveis e liberar recursos e tempo para inovações. Isso faz total diferença em um cenário no qual as empresas mais bem sucedidas serão aquelas que aderirem à transformação digital e usarem todo o potencial de TI em conjunto com as inovações organizacionais, já que velocidade tornou-se uma das palavras-chaves nessa economia digital. É preciso agir e inovar com rapidez para manter-se à frente da concorrência e destacar-se em seu mercado.

Silnei Kravaski é Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, a unidade especializada em serviços e soluções da Planus Tecnologia

Tags, , , , , , , , ,

Huawei apresenta soluções de tecnologia para o mercado financeiro no Ciab FEBRABAN 2017

Durante o Ciab FEBRABAN 2017, congresso de tecnologia da informação para instituições financeiras, que ocorre entre os dias 06 e 08 de junho, em São Paulo, a Huawei apresentará suas soluções de TI para o mercado financeiro Financial Cloud Solution, de nuvem financeira; a Check Image Data Management Solution, para gerenciamento de dados de imagem); solução remota de bancos VTM (Virtual Teller Machine Remote Banking Solution) e a Solução de SaaS e IaaS em parceria com a Cloud Vivo e Inteligência de Software BRQ.

O tema central da 27ª edição do CIAB é “Ser Digital”. A Huawei, que já atua em sinergia com essa tendência, reforçará sua visão para o sistema financeiro de plataformas abertas e computação em nuvem para ajudar no desenvolvimento de uma TI mais ágil, Big Data para operações inteligentes e banco remoto com vídeo para direcionar inovações em negócios bancários. Estas tecnologias de ponta promovem a transformação dos bancos digitais e a Huawei mostrará como definir, criar e implantar novas arquiteturas, serviços e soluções.

“A tecnologia já impulsiona o setor financeiro rumo a era digital. As instituições financeiras enfrentam uma série de desafios na integração omni-channel e na capacidade de processamento da Big Data em plataformas abertas e flexíveis. Por isso, as soluções da Huawei têm como objetivo auxiliar o setor bancário a enfrentarem os atuais desafios da transformação digital”, explica Huang Congliang, Presidente da Huawei Enterprise Brasil.

Solução de Nuvem Financeira (Financial Cloud Solution)

A desintermediação financeira, a liberalização de juros e o financiamento pela internet dificultaram a expansão dos negócios dos bancos comerciais. Eles estão lançando financiamento online, Big Data e estratégias de experiência do cliente para manter a liderança no mercado. No entanto, seus sistemas de TI tradicionais não podem atender aos novos requisitos de serviços devido à alta dependência de mainframes, resultando em custos elevados; escalabilidade limitada, que impede a implantação de novos serviços e operação e manutenção ineficientes com operações manuais. A Solução de Nuvem Financeira da Huawei pode reduzir os custos de operação e manutenção de TI, além de uma implementação ágil do sistema de tecnologia.

Solução de Gerenciamento de Dados de Imagem (Check Image Data Management Solution)

O crescimento de dados não estruturados, como as imagens de cheques, reduz o tempo de backup para todos os arquivos. A ineficiente consulta desses dados impacta na investigação de casos e no processamento de reclamações de clientes. Raramente dados usados consomem os principais recursos de memória. Solução de Gerenciamento de Dados de Imagem da Huawei ajuda a gerenciar de forma econômica os inúmeros dados não estruturados.

Solução Remota de Bancos VTM (Virtual Teller Machine Remote Banking Solution)

Os clientes querem mais e melhores serviços, mas a consolidação da indústria força os bancos a manter os custos e aumentar a linha de fundo. Solução Remota de Bancos VTM (Virtual Teller Machine Remote Banking Solution) da Huawei permite a implantação de “mini-ramos” em qualquer lugar onde forem necessários. Além disso, fornece 24/7 serviços automatizados que melhoram a experiência do cliente, aumentando o volume de negócios e oferece serviços centralizados e especializados que reduzem os custos. A solução VTM da Huawei é a porta de entrada para saídas multifuncionais de autoatendimento em tempo integral, serviços de caixas automáticos e implantação eficiente.

Solução de SaaS e IaaS em parceria com a Cloud Vivo e Inteligência de Software BRQ

A Huawei, por meio da parceria com a Vivo e BRQ, passa a oferecer serviços de Software como Serviço (SaaS) e Infraestrutura como Serviço (IaaS) pela Nuvem Vivo. A utilização de virtualização e a convergência de IT possibilitam prover recursos de computação e infraestrutura, incluindo serviço de host, backup e redes. A grande diferença é que esta oferta está baseada em sistemas elásticos sob demanda. Este serviço também proporciona segurança para as aplicações que estiverem baseadas nesta solução de nuvem.

Nesta parceria, destacam-se as seguintes características:

• Segurança dos dados: realiza a gestão de direitos de acesso, gerencia a criptografia de dados, realiza o arquivamento periódico, assim como backup utilizando nivelamento de armazenamento;

• Segurança da rede: por meio de múltiplas tecnologias de segurança tais como, firewall, antivírus, varredura de vulnerabilidades e possíveis ataques. Estes são alguns serviços realizados para que os dados estejam seguros nesta rede.

• Suporte em regime 24/7 em todos os sistemas incluindo uma ampla variedade O&M partner´s para detectar e corrigir problemas.

Ciab FEBRABAN

Dias 06 a 08 de junho de 2017
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04757-020
Estande Huawei: B21 da CIAB Febraban 2017.

Painel de Cloud Computing: o uso de SDNs como serviço
Data: 6 de junho
Horário: 14h às 15h15

Painel de Cloud Computing para o mercado financeiro
Data: 6 de junho
Horário: 15h30 às 16h45

Painel de telecomunicações: o futuro da conectividade no Brasil
Data: 8 de junho
Horário: 14h às 15h15

Tags, ,

Gartner explica o papel dos CIOs na conscientização do uso seguro da Nuvem

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, explica que, em um mundo no qual os furos de segurança nas grandes empresas dominam as manchetes, o desafio não está na proteção da Nuvem em si, mas nas políticas e tecnologias para defesa e controle da tecnologia Cloud.

Embora a maioria das empresas esteja familiarizada ou pelo menos tenha uma ideia do que é Cloud Computing (Armazenamento em Nuvem), ainda há muita confusão e conceitos equivocados sobre o que a plataforma tem a oferecer. Os analistas do Gartner debaterão a ambiguidade que cerca a computação em Nuvem na Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2017, que acontece em São Paulo nos dias 25 e 26 de abril. Na visão dos especialistas do Gartner, o mercado brasileiro precisa acabar com as incertezas que possui em relação à Cloud para que as companhias cresçam usando essa tecnologia.

“A computação em Nuvem continua sendo popular e amplamente incompreendida. Os questionamentos sobre o que ela entrega para uma empresa são um misto de preocupações reais e fictícias com relação à segurança e ao controle dos seus diferentes modelos”, explica Jay Heiser, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Estudos do Gartner apontam que, até 2018, 60% das empresas que implementarem ferramentas apropriadas de visibilidade e controle da Nuvem obterão um terço a menos de falhas. A migração das cargas de trabalho para essa plataforma não implica em perda da segurança. Na verdade, os fornecedores de IaaS em Nuvem oferecem recursos que garantem aos usuários acesso às informações de que eles precisam e permitem que eles acompanhem detalhes sobre “quem, o que, quando e onde”. As empresas ganham muito com a segurança em Cloud.

O Gartner prevê que, até 2020, a Nuvem Pública para infraestrutura como serviço (IaaS, do termo em inglês Infrastructure as a Service) apresentará no mínimo 60% menos incidentes de segurança do que os Data Centers convencionais. O Gartner também concluiu que a estratégia dos grandes fornecedores da plataforma é tão boa ou até melhor do que a da maioria dos Data Centers corporativos e que a segurança não deve ser mais considerada uma razão forte contra a adoção de serviços em Nuvem Pública. Entretanto, essa mudança não é tão simples quanto migrar atividades de dentro da companhia para Cloud e as equipes de segurança precisam alavancar a infraestrutura programática do modelo IaaS na Nuvem Pública. A automação máxima dos processos removerá o potencial erro humano, normalmente responsável por ataques de segurança desastrosos. Os Data Centers corporativos também poderiam ser automatizados, mas normalmente não oferecem a infraestrutura programática necessária.

A utilização de IaaS terá uma taxa de adoção lenta e nem todos os fornecedores de IaaS terão soluções compatíveis com a plataforma em Nuvem Pública. Os líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem usar os recursos nativos dos fornecedores de IaaS e integrar testes de aplicações e outras funcionalidades de reconhecimento de vulnerabilidade ao ciclo de implementação.

A computação em Nuvem reduz o escopo da segurança em geral e exige que os clientes gerenciem parte da estrutura de computação de acordo com o modelo de responsabilidade compartilhada. É uma boa oportunidade para novos tipos de abordagens e para a adoção de um novo método para proteger as informações. A Nuvem requer uma postura diferente em relação à segurança, e os hábitos e formatos para proteção dos dados dentro da empresa não vão funcionar bem para as informações armazenadas nessa nova plataforma.

Os líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem orientar e ensinar suas equipes e times de Infraestrutura e Operações (I&O) sobre os recursos de controle e de visibilidade nativa oferecidos pelos fabricantes de ambientes em Nuvem. É preciso procurar ferramentas habilitadas que melhorem a visibilidade para que a segurança diária fique a cargo das equipes de Segurança e de I&O, e não dos desenvolvedores.

Executivos de TI interessados no tema poderão obter mais informações na Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 que ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar onde Cloud se encaixa na estratégia de Data Center, implicações da agenda do CIO nas áreas de Infraestrutura e Operações, o cenário de armazenamento para os próximos cinco anos, desafios e oportunidades no mercado de TI no Brasil e como alavancar os serviços de Cloud e Data Center para transformar as empresas em um negócio digital.

Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017

Data: 25 e 26 de abril (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center

Tags, , ,

Embratel anuncia solução de Cloud Server para E-Open

A Embratel anuncia a conquista de novos clientes. A E-Open, empresa líder no desenvolvimento de aplicações, está utilizando a solução de Cloud Server da Embratel para armazenar seus dados e aplicações de seu negócio. Com um vasto portfólio de soluções integradas de Telecomunicações e TI, a Embratel oferece para a E-Open Infraestrutura como Serviço (IaaS) armazenada em Nuvem, com a vantagem de pagamento conforme o uso, dispensando eventuais custos com compra de equipamentos e de sistemas. A E-Open está hospedando no Cloud Server da Embratel uma série de aplicações que são acessadas diariamente por milhares de pessoas, como cursos de educação à distância de importantes universidades e hospitais do País.

Com foco no planejamento e execução de projetos consistentes e sustentáveis na área de software, a E-Open oferece serviços de programação de computadores e precisava de uma plataforma de alto desempenho e confiabilidade para desenvolver aplicações para seus clientes. Com a solução da Embratel, a E-Open passa a ter à disposição uma plataforma com recursos completos e customizáveis, atendendo perfeitamente suas necessidades.

“A solução da Embratel permite que a E-Open combine elasticidade, poder computacional aliados a maior capacidade de conexão de rede do País, sem a necessidade de franquias mínimas. A cobrança é realizada por hora, conforme os recursos utilizados”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções de Soluções Digitais da Embratel. O executivo destaca que a Embratel já está consolidada como provedora de serviços de Cloud Computing para o mercado corporativo e continua expandindo cada vez mais sua presença.

“Com a Embratel, conseguimos ter uma estrutura completa que nos permite liberdade para ampliar o uso de serviços de Cloud Server conforme nossa demanda. Estamos muito felizes com o serviço e com a agilidade que temos com o portal da Embratel, que permite ajustes em nosso plano, de forma automática e sem dificuldades. Esse benefício é muito difícil de encontrar no mercado”, diz André Escudero, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da E-Open.

Segundo Escudeiro, outra vantagem é o fato de o Data Center da Embratel estar localizado no Brasil, com suporte local em português (24×7) e fatura em reais. “A Embratel é a melhor opção de fornecimento de soluções de Cloud”.

A solução Cloud Server Embratel é indicada para empresas que precisam de uma infraestrutura de alta performance sob medida, com total autonomia para administrar e criar servidores em poucos minutos. A oferta não demanda franquias mínimas e é cobrada por hora de uso, de acordo com o consumo dos recursos computacionais. Com preços fixos em reais, elimina o risco financeiro proveniente de alterações na cotação do dólar. É ideal para empresas que trabalham com tecnologia como desenvolvedores de software, sites, sistemas web, e-commerce e aplicativos móveis, além de companhias com demandas sazonais de serviços de tecnologia em Nuvem.

Para saber mais sobre o serviço de Cloud Server da Embratel, acesse o site: www.embratel.com.br/cloudserver.

Tags, , , , , ,

Gartner: CIOs devem entender os impactos da migração dos Data Centers para Infraestrutura como Serviço (IaaS) em Nuvem Pública

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, estima os principais desafios e recomendações para os CIOs quanto à migração de plataformas de Data Center para a Nuvem. Embora a Nuvem Pública possa ser usada para a maioria das atividades virtuais, as organizações podem ter condições comerciais ou técnicas que tornam desaconselhável a migração de dados de Data Center para ambientes Cloud, com arquivos salvos na Nuvem. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2016, que acontecerá nos dias 4 e 5 de abril, em São Paulo (Segunda e Terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Para o Gartner, CIOs e líderes empresariais podem cair na armadilha de acreditar que a Infraestrutura como Serviço (IaaS) em Nuvem Pública será sempre melhor e mais barata que a manutenção dos seus próprios Data Centers. Consequentemente, eles podem considerar migrar as cargas de trabalho existentes dos seus Data Centers para a IaaS em Nuvem, quando, na verdade, ganham pouco benefício ao fazer isso. Embora a IaaS em Nuvem entregue significativamente mais funcionalidade que uma estrutura interna de TI, especialmente quando combinada com uma Plataforma como um Serviço (PaaS) integrada, o investimento em soluções de alta qualidade pode não ser economicamente vantajoso para as empresas que preferem reduzir despesas de TI e que não se beneficiarão das soluções mais ricas em recursos.

O Gartner recomenda que CIOs que consideram a migração de cargas de trabalho existentes em modelos orientados para a eficiência e a segurança para a Nuvem Pública IaaS devem ser céticos quanto aos benefícios da migração para a Nuvem IaaS se o negócio for relativamente estático e com pouca necessidade de agilidade de TI. A infraestrutura e os aplicativos raramente mudam, novos aplicativos raramente são inseridos no Data Center ou o domínio existente de um modelo que funciona de forma eficiente e estável e a empresa de TI precisa se concentrar em um segundo modelo orientado para a agilidade e para outros projetos totalmente novos.

É preciso também avaliar cuidadosamente os desafios da implementação: se a empresa possui muitos usuários em localizações com conectividade de Rede de Longa Distância (Wide Area Network – WAN) fraca para provedores de Nuvem IaaS, se a empresa está em locais geográficos onde os requisitos não estão bem servidos pelos principais provedores de Nuvem IaaS, ou se um número significativo de aplicativos tem requisitos de localização que criariam complexidades de integração.

Além disso, é necessário discutir as prioridades de TI e da empresa no Conselho Administrativo, com o reconhecimento de que os projetos de migração do Data Center são disjuntivos, e que pode haver benefício limitado se não houver uma transformação significativa de TI. Além disso, outra recomendação do Gartner é colocar cargas de trabalho individuais conforme o uso em uma Nuvem Pública de IaaS, mesmo em pequena escala, quando há obrigação técnica ou é benéfico para a empresa.

Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center

Data: 4 e 5 de Abril de 2016 (Segunda e Terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

Tags, ,

Gartner: serviços mundiais de Nuvem Pública devem atingir US$ 204 bilhões em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que o mercado mundial de serviços de Nuvem Pública deve atingir US$ 204 bilhões em 2016, um crescimento de 16,5% em relação a 2015, quando registrou US$ 175 bilhões. O maior crescimento virá dos serviços de infraestrutura de sistemas em Nuvem (Infraestrutura como um Serviço (IaaS), que deve crescer 38,4% em 2016. A propaganda em Nuvem, o maior segmento do mercado mundial de serviços, deve registrar um crescimento de 13,6%, alcançando US$ 90,3 bilhões.

“Os serviços de Nuvem Pública continuam apresentando elevadas taxas de crescimento em todos os mercados e o Gartner espera que isso continue até 2017. Este forte crescimento continua se refletindo na mudança do legado dos serviços de TI para serviços baseados em Nuvem, devido à tendência de crescimento de empresas que buscam uma estratégia digital de negócios”, afirma Sid Nag, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O segmento de IaaS continuará com crescimento acelerado em 2016, prevendo alcançar US$ 22,4 bilhões de dólares. “O IaaS continuará sendo um segmento de forte crescimento enquanto as empresas deixarem os centros de dados pagos e migrarem suas necessidades de infraestrutura para a Nuvem pública. Alguns líderes de mercado têm obtido vantagens significativas neste segmento, então fornecedores devem criar mecanismos de diferenciação para terem sucesso”, diz o analista do Gartner.

Os Serviços de aplicativos em Nuvem (SaaS) devem registrar um crescimento de 20,3% em 2016, alcançando US$ 37,7 bilhões. Como fornecedores de software mudaram seus modelos de negócio de software locais licenciados para ofertas baseadas em Nuvem pública, esta tendência continuará. Além disso, a entrada de alguns dos maiores fornecedores de software para a Nuvem Pública em 2015 impulsionará o crescimento do mercado SaaS.

Tags, , ,

Gartner: despesa mundial com serviços de infraestrutura na Nuvem crescerá 32,8% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, informa que o mercado de infraestrutura de serviços na Nuvem (IaaS – Infrastructure as a Service) crescerá 32,8% em comparação com 2014 e que deverá haver concentração de players, uma vez que muitos prestadores de serviços estão mudando suas estratégias por não conseguirem ganhar força suficiente no mercado. Esse e outros dados serão apresentados durante a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Os gastos globais com IaaS devem chegar a US$ 16,5 bilhões em 2015, um aumento de 32,8% em comparação com 2014, de acordo com a última previsão do Gartner. Segundo Lydia Leong, Vice-Presidente do Gartner, o ecossistema de soluções de IaaS está se consolidando rapidamente em torno de um pequeno número de líderes de mercado. “Os clientes estão obtendo um grande valor fora do IaaS, mas o cenário competitivo está mudando. Poucos provedores possuem recursos financeiros para investir em ser amplamente competitivos no mercado de serviços Cloud (na Nuvem)”, afirma a analista do Gartner.

Dinâmica de competitividade acirrada

Segundo o Gartner, 2014 foi um ano de ajuste de contas para provedores de IaaS, e muitos acreditam que a estratégia atual está fracassando. Alguns pretendem lançar uma plataforma completamente nova de Nuvem como serviço, realizar alterações substanciais na plataforma atual ou mudanças para fornecer serviços gerenciados nas principais plataformas de IaaS. Muitos fornecedores indicam que pretendem interromper ou reduzir de forma significativa o investimento em suas ofertas de Nuvem como serviço, e outros pretendem eliminá-las ou substituí-las.

“Aconselhamos que os compradores sejam extremamente cautelosos ao selecionar provedores, que façam perguntas específicas e detalhadas sobre o serviço e busquem compromissos contratuais que não permitam que o provedor modifique substancialmente ou modifique a oferta sem aviso prévio de pelo menos 12 meses”, afirma a analista.

A fatia de mercado continua a diminuir, mesmo com o crescimento substancial. Apesar de 15 prestadores terem sido destacados no novo “Quadrante Mágico para Infraestrutura em Nuvem como um Serviço” mundial do Gartner, o setor é dominado por apenas alguns provedores globais, sobretudo a Amazon Web Services, a Microsoft Azure e o Google Compute Engine, cada vez mais presentes. Estes três fornecedores respondem pela maior parte do trabalho em execução em Nuvem pública IaaS em 2015.

Expansão das cargas de trabalho de IaaS

Em 2014, o crescimento absoluto das cargas de trabalho em Nuvem pública IaaS superou, pela primeira vez, o crescimento de cargas de trabalho no local (de qualquer tipo). A pesquisa “2015 CIO Survey”, do Gartner, indica que 83% dos CIOs consideram a Nuvem IaaS como uma opção de infraestrutura, e 10% estão utilizando a Nuvem pela primeira vez tendo IaaS como preferência de infraestrutura padrão.
As soluções de IaaS vem sendo usada em praticamente todos os casos em que podem ser hospedados servidores virtualizados baseados em x86. Os usos mais comuns são: ambientes de desenvolvimento e teste; computação de alto desempenho e processamento em lote; sites voltados para a Internet e aplicativos baseados na Web; e aplicativos de negócios internos sem missão crítica. Um número crescente de organizações também passou a executar aplicativos de negócios de missão crítica em IaaS.

“A Nuvem como serviço pode ser usada para executar a maioria das cargas de trabalho, embora nem todos os provedores possam executar bem todo tipo de carga de trabalho. IaaS não é uma mercadoria. Os fornecedores variam significativamente suas funcionalidades, desempenho, custo e termos de negócios. Embora na teoria a Nuvem como serviço tenha muito pouco lock-in, na realidade ela não é meramente uma questão de aluguel de hardware, mas todo um ecossistema de Data Center como serviço. Quanto mais você usa seus recursos de gerenciamento, maior valor receberá a partir da oferta – e maior será o vínculo que criará com essa oferta especial de serviço”, afirma a vice-presidente do Gartner.

Adote uma estratégia bimodal para a nuvem IaaS

De acordo com o Gartner, as organizações devem aprender a operar em dois modos essenciais, conhecidos como TI bimodal, pois elas não podem perder de vista a necessidade de manter as operações de TI, ao mesmo tempo em que buscam inovação digital.
Inicialmente, a maioria das empresas adota a nuvem IaaS para o Modo 2, projetos de TI ágeis que podem ser periféricos para as necessidades de TI da organização, mas que têm grande impacto comercial. Isso afeta o abastecimento: a adoção no Modo 2 é, muitas vezes, conduzida pela empresa, por gerentes de negócios que detêm o orçamento, necessitam de mais agilidade e têm prazos mais curtos do que as operações de TI são capazes de oferecer.

Com o tempo, conforme a empresa se torna mais adaptada ao uso de Nuvem IaaS, esta também será usada no Modo 1, assim como nos projetos de TI tradicionais, geralmente se espelhando na adoção do padrão de virtualização no Data Center da última década. Muitas empresas, especialmente no mercado de médio porte, acabarão migrando da execução de seus próprios Data Centers, a fim de contar principalmente com a infraestrutura em Nuvem.

A Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management oferece para as empresas um direcionamento estratégico associado com a implementação, a estruturação e o aperfeiçoamento de programas de BI – Business Intelligence e de Business Analytics, analisando tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/bi. Para se inscrever, contate o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: http://www.gartner.com/br/bi.

Anote em sua agenda

Evento: Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management
Data: 23 e 24 de junho de 2015 (terça e quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

Tags, , , ,

Por que investir numa infraestrutura de TI como serviço?

Por Adriano Filadoro

Há alguns anos, um dos maiores investimentos secundários das empresas – fossem elas do setor de indústria, comércio ou serviço – era o parque tecnológico para manter um departamento de TI minimamente estruturado. Hoje em dia, esse cenário está tão alterado que, além de o departamento de TI ser um órgão vital dentro de qualquer organismo, passou a ser gerido por empresas altamente especializadas.

TI é coisa séria. Tanto que de processos bem azeitados saem toda parte contábil e fiscal de uma empresa, todos os processos de RH, de projetos, vendas e marketing. Isso para mencionar apenas uma fração do quanto pessoas e sistemas dependem da tecnologia para existir em pé de igualdade e competitividade com o mercado.

Na linha das terceirizações, além do SaaS (software como serviço) ser umas das principais categorias da cloud computing, também temos a PaaS (plataforma como serviço) e a IaaS (infraestrutura como serviço). Esta última vem ganhando investimentos cada vez mais vultosos porque oferece a possibilidade de o cliente utilizar uma infraestrutura oferecida por um terceiro – no caso, um prestador de serviços – e contar com todo tipo de hardware, servidores, computadores, armazenamento de dados na nuvem, componentes de rede e sistemas operacionais sem precisar comprar tudo isso.

A ideia é pagar pelo que se usa, sempre com a certeza de jamais ser surpreendido por um aumento repentino de demandas – o que, antigamente, só apontaria dois caminhos a seguir: 1) assumir o novo desafio e rapidamente promover um upgrade na infraestrutura, ainda que isso exigisse investir uma soma que não se tinha no momento; 2) recuar diante da proposta e perder oportunidades. Hoje, como tudo de que se necessita é possível contratar por demanda, ‘sob encomenda’, integrar todas as unidades remotas de uma mesma empresa, capacitando os tomadores de decisões a se inter-relacionar em tempo real, estruturando ações coordenadas, resulta num modelo avançado de gestão.

Além de canalizar mais investimentos no operacional, ganhando flexibilidade, o foco da empresa tende a aumentar, haja vista que toda a responsabilidade de fazer o departamento de TI funcionar em tempo integral estará sob a gestão de uma empresa especializada. Quando o tema é armazenamento seguro de dados, a IaaS permite construir um Data Center virtual para ser acessado através da rede a qualquer momento. Com capacidade de armazenamento de acordo com a necessidade do cliente, conta também com backup, integração no domínio do cliente, firewall, conexões de internet e muito mais. Com tantas vantagens, ninguém questiona mais os benefícios de investir em infraestrutura como serviço. A questão principal é colocar no papel tudo o que se investe em manutenção e gestão, avaliando os ganhos da terceirização.

Adriano Filadoro é diretor de tecnologia da Online Data Center (www.onlinedc.com.br)

Tags, , , ,