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HPE adquire Cray e fica com 40 supercomputadores na lista dos top 100

De olho no futuro e em todo o potencial que os High Performance Computers (HPC, ou supercomputadores) representam, a HPE – Hewlett Packard Enterprises – finalizou a compra da Cray este ano, após o anúncio da aquisição há cerca de um ano.

HPC, apesar de não ser um conceito exatamente novo (está em desenvolvimento há 60 anos), é um mercado em constante atualização e representando o que há de mais moderno e potente em computação. Atendendo às constantes demandas do mercado, as máquinas precisam de cada vez mais poder de computação para oferecer resultados cada vez mais rápidos e precisos.

Enquanto antigamente as empresas precisavam fazer seus testes fisicamente – como aviação, cálculos financeiros, previsão do tempo, etc – hoje os supercomputadores são capazes de resolver em segundos problemas reais através de simulação, utilizando técnicas de inteligência artificial, ferramentas de modelagem, Analytics e algoritmos de cruzamento de dados, entre outros.

Como a computação de alto desempenho (HPC) é uma área que demanda muito poder computacional, interconexão de baixa latência, poder de armazenamento e serviços especializados para seus clientes, a compra e a incorporação da Cray ao portfólio HPE caiu como luva, fazendo da empresa um dos maiores players nesse concorrido mercado. Hoje, os computadores HPE Cray ocupam 40% das posições no ranking dos top 100 supercomputadores do mundo, de acordo com a TOP500 .

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Tech Data expande acordo com a Hewlett Packard Enterprise para o Brasil

A Tech Data Corporation (Nasdaq: TECD) anuncia hoje que sua área de Technology Solutions, antes uma divisão da Avnet e agora parte da Tech Data, passará a distribuir os produtos com tecnologias inovadoras para data center da Hewlett Packard Enterprise (NYSE: HPE) no Brasil. Na região das Américas, as empresas já atuam em parceria nos mercados do México, Caribe, Chile, Colômbia, Estados Unidos e Canadá. Premiada pela HPE, a Tech Data distribui os produtos da marca em mais de 20 países.

Pelo acordo, a Tech Data fornecerá aos canais parceiros uma ampla variedade de recursos para ajudá-los a aproveitar oportunidades de negócios nas áreas de análise de dados, big data, computação na nuvem e infraestrutura convergente.

O portfólio da HPE à disposição dos canais parceiros da Tech Data no Brasil inclui toda linha de servidores rack e blades, HPE Synergy, HPE Hyper Converged Operating Environment, soluções de armazenamento via de software StoreVirtual, armazenamento HPE 3PAR Flash, proteção de dados StoreOnce, bibliotecas de fitas StoreEver, soluções de networking para data centers e serviços especializados PointNext.

A combinação única dos serviços completos de suporte ao ciclo de vida da Tech Data e do portfólio de tecnologia empresarial da HPE permite que os parceiros acelerem o crescimento de seus negócios em um mercado em rápida transformação. Ao trabalharem em conjunto, a Tech Data e a HPE reduzem as barreiras dos parceiros à entrada em novas oportunidades, permitem que elas ganhem mais negócios maiores e reduzam seus custos.

“O compromisso da Tech Data com os seus canais parceiros e integradores é desenvolver e entregar soluções de negócios que combinem serviços de alto valor agregado e soluções de software e hardware de ponta. A extensão desse acordo de distribuição para o Brasil possibilitará aos nossos parceiros locais fornecerem soluções inovadoras e completas de infraestrutura convergente baseadas nas tecnologias da HPE e capazes de gerar um impacto positivo nos negócios dos seus clientes, otimizando seus investimentos em TI”, analisa Carlos Negri, vice-presidente e gerente-geral da Tech Data Technology Solutions Brasil.

“Nossa parceria com a Tech Data é muito importante em outros países e o início desta operação no Brasil será uma ótima oportunidade para nossos clientes, uma vez que desenvolvamos projetos integrados e completos de acordo com suas necessidades”, diz Fatima Morganti, diretora de vendas indiretas da HPE.

Como estratégia para dar suporte a essa parceria, a Tech Data criou um grupo dedicado às soluções HPE no Brasil, uma equipe de especialistas à disposição dos parceiros de negócios para ajudá-los a aumentar a comercialização de soluções para data centers utilizando as tecnologias corporativas da HPE. O objetivo é acelerar o sucesso desses canais.

Esse grupo será liderado por Walter Martins, senior supplier manager, e por Marcos Santos, que atuará como brand executive da unidade de negócios da HPE na Tech Data TS no Brasil. Além de possuir experiência técnica e em venda de tecnologias de data centers, principalmente as relacionadas à infraestrutura convergente, Marcos Santos acumula 15 anos de conhecimento em soluções HPE.

Além de uma equipe dedicada, a Tech Data oferece aos seus canais especialistas em treinamento técnico e a possibilidade de realizar o POC (provas de conceito) com soluções HPE em seu Demo Center. Com a sua abordagem especializada em soluções, a Tech Data também fornece conhecimentos extensivos em segmentos complementares do mercado de tecnologia, incluindo computação cognitiva, análise de dados, datacenter, Internet de Coisas (IoT), mobilidade, redes corporativas, além de treinamentos e educação.

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ABES se une à HPE para melhorar a segurança do software brasileiro

Com o objetivo de apoiar o desenvolvimento do software nacional, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) fechou um acordo de cooperação técnica com a HPE (Hewlett Packard Enterprise) para oferecer, aos seus associados, o Certificado ABES Código Auditado. A certificação será emitida a partir de uma auditoria do código fonte das aplicações, realizada pela solução de segurança HPE Fortify on Demand.

De acordo com Francisco Camargo, presidente da ABES, um dos objetivos permanentes da ABES é auxiliar seus associados a melhorar a qualidade de seus produtos e a segurança de seus clientes. Atualmente, os ataques cibernéticos se concentram na camada de aplicação e garantir que esta não tenha vulnerabilidades críticas se tornou essencial para a segurança dos usuários dessas soluções.

“Como entidade setorial, um dos nossos principais esforços está no incentivo à produção nacional do software. Neste mercado, a segurança dos usuários é um dos fatores fundamentais para melhorar a penetração e venda dos programas desenvolvidos no Brasil. Essa proteção passa por vários eixos e o mais crítico é a introdução, não intencional, de vulnerabilidades no código, que pode ser explorada negativamente por hackers. A ideia é ajudar nossos associados a desenvolver, a custo baixo, produtos ainda mais seguros para seus clientes”, explica Camargo.

O Ciclo de Desenvolvimento Seguro de Aplicações exige tempo, treinamento, certificação e outros custos importantes, e pode atrasar o desenvolvimento de uma aplicação em meses. A solução HPE Fortify faz a análise inteligente do código fonte das aplicações para identificar e classificar as vulnerabilidades encontradas e sugerir as correções necessárias.

“Mais de 80% dos ciberataques são direcionados a aplicativos e a incidência é maior em aplicações web”, afirma Paulo Macedo, Diretor de Segurança da Hewlett Packard Enterprise para a América Latina. “Quando uma empresa desenvolve um aplicativo, seja internamente ou por meio de terceiros, é essencial garantir que pelo menos as vulnerabilidades críticas foram eliminadas, antes do produto ser colocado no mercado ou entregue ao cliente.”

Os associados da ABES interessados na solução poderão conseguir todas as informações necessárias no portal da entidade. O usuário receberá o Relatório de Vulnerabilidades, classificadas por criticidade e terá 30 dias para corrigi-las e submeter novamente o código fonte. Com o último relatório, a ABES fará a emissão do certificado, com validade de um ano, para a versão auditada.

Com este acordo de cooperação, as empresas de software associadas terão suporte técnico em Português, valores diferenciados e protegerão sua propriedade intelectual não mostrando seu código fonte aos clientes.

Mais informações sobre a solução HPE Fortify e o Certificado ABES, podem ser obtidas neste link: www.codigoseguro.org.br

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Gartner aponta queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta uma queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016 em comparação ao mesmo período de 2015. As remessas globais caíram 2,6% comparado ao ano anterior. Entre os cinco maiores fornecedores, apenas a Cisco obteve um aumento na receita, enquanto a Huawei e a Inspur Electronics registraram crescimento nas remessas. HPE, Dell e Lenovo sofreram declínios tanto na receita quanto nas remessas desses equipamentos.

“O mercado de servidores foi impactado durante o terceiro trimestre de 2016 por planejamentos de gastos mais conservadores mundialmente. Isso foi agravado pela capacidade dos usuários finais de alavancar máquinas virtuais adicionais em servidores x86 já existentes (sem novos hardwares) para atender às suas necessidades de aplicações de servidor. Os provedores de servidores precisarão revigorar e melhorar suas proposições de valor para ajudar os usuários finais a justificar as substituições e o crescimento de hardware do servidor caso queiram levar o mercado de volta a uma situação positiva”, afirma Jeffrey Hewitt, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.
Todas as regiões apresentaram declínio em remessas, exceto a Europa Oriental, que apresentou crescimento de 0,9%. Em receita, todas as regiões sofreram queda, com exceção do Japão, que cresceu 1,3%.

Os servidores x86 tiveram redução de 2,3% nas remessas e de 1,6% na receita no terceiro trimestre de 2016. Entre os cinco maiores fornecedores, somente a Cisco não apresentou declínio na receita. Já nas remessas, apenas a Huawei e a Inspur Electronics tiveram crescimento.

Apesar de uma diminuição de 11,8%, a HPE continua liderando o mercado mundial de servidores (com base na receita), com participação de mercado de 25,5% (veja Tabela 1). A Dell teve queda de 7,9%, mas manteve o segundo lugar no mercado com 17,5% de participação. A Lenovo ficou com o terceiro lugar, com 7,8%. Já a IBM caiu para a quinta posição e teve o maior declínio entre os cinco principais fornecedores.

A HPE liderou o ranking durante o terceiro trimestre de 2016, com 18,3% de participação no mercado (veja Tabela 2). Apesar de uma queda de 9,8%, a Dell obteve a segunda posição, com 16,8% do mercado. Já a Huawei e a Inspur foram as únicas entre as cinco maiores a aumentarem a remessa de servidores no período.

Na Europa, Oriente Médio e África (EMEA), as remessas de servidores totalizaram 481 mil unidades no terceiro trimestre de 2016, uma queda de 9,7% ano após ano (veja Tabela 4). A receita de servidores chegou a US$ 2,6 bilhões, um declínio de 12,1% comparado ao mesmo período de 2015 (veja Tabela 3).

“Esse é o terceiro trimestre consecutivo de diminuição de receita no mercado EMEA. Os padrões de gastos dos grandes provedores de Cloud dificultaram a repetição do desempenho do terceiro trimestre de 2015 em alguns países, porém, a realidade é que a demanda tem sido fraca em toda a região”, explica Adrian O’Connell, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Em relação à receita, quatro dos cinco maiores fornecedores sofreram uma queda no terceiro trimestre de 2016. A HPE continuou no primeiro lugar, mas teve uma diminuição da receita de 1,8% no período. A Dell também apresentou queda nesse segmento, embora sua parcela tenha permanecido estável, diminuindo a diferença entre as duas empresas. A receita da IBM caiu 20%, visto que a companhia ainda sente os efeitos da alienação de seu x86. Ela também não conseguiu manter seu desempenho do ano passado neste trimestre, quando se beneficiou de vendas de reposição relativamente fortes. Já a Lenovo ficou com o terceiro lugar em receita, mas continuou a observar uma queda de 16,4%.

A HPE apresentou um desempenho fraco de remessas, perdendo mais de três pontos percentuais na parcela do mercado. A Dell e a Lenovo, respectivamente na segunda e terceira posição, conseguiram manter sua parcela de mercado alinhando suas quedas de remessas às do mercado global. Considerando as condições globais de remessa, foi um resultado positivo. Somente os fornecedores de white box na categoria “Outros” conseguiram aumentar sua participação.

“Isso não configura uma desaceleração repentina após o resultado do referendo britânico, mas um sinal da demanda fraca contínua em todo o mercado EMEA, com poucos fabricantes com efeito positivo. Com servidores que não são x86 caindo para menos de 12% da receita global, o mercado está altamente exposto aos efeitos negativos que a virtualização e os serviços externos de Nuvem podem ter sobre plataformas x86 mais baratas. É provável que o EMEA continue sendo uma região muito difícil para os fornecedores de servidores,” completa O’Connell.

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