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Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil

A F5, líder em soluções que garantem a segurança e a entrega de aplicações corporativas, anuncia que Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil. Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado de TIC, Becker passa a liderar a subsidiária da empresa global que faturou, no ano fiscal 2017 (terminado no dia 30 de setembro), US$ 2,1 bilhões. “Hilmar Becker é um executivo muito experiente, que faz a diferença. Seu conhecimento sobre a indústria, seu reconhecimento pelo mercado e seu networking irão levar a F5 Brasil a uma nova era”, afirma Roberto Ricossa, Vice-presidente de vendas da F5 América Latina & Caribe. Antes de atuar na F5 Brasil, Becker foi country manager da HPE Aruba. Becker trabalhou, também, na Cisco Systems, Extreme Networks, Aperto Networks e 3Com.

Desafios do mercado em 2018

Sob a liderança de Becker, a F5 Brasil seguirá atendendo as maiores empresas dos principais setores (finanças, Telecom, governo, indústrias, etc.). Becker acredita que, em 2018, os principais desafios vividos pelo mercado estarão ligados à migração para a nuvem híbrida. “A gestão da segurança em ambientes híbridos é complexa, pois o controle de acesso e as proteções oferecidas variam muito de provedor a provedor”, observa. “A falta de uma política de segurança unificada e a presença de usuários com múltiplos logins ameaça a integridade da informação e os processos de negócios das empresas”.

Dentro deste contexto, Becker aponta, ainda, que em 2018 haverá uma incidência de três tipos de ataques cibernéticos: ataques criptografados, ameaças combinadas, com mais de um tipo de vetor e, finalmente, ações criminosas baseadas em Botnets de dispositivos IoT (Internet das Coisas). “A F5 tem a resposta para esses desafios”, afirma Becker. “Para garantir a segurança das aplicações corporativas – o elemento mais crítico da transformação digital –, a F5 oferece soluções on premise, em forma de serviços e na nuvem que atuam desde o controle de acesso até a luta contra massivos ataques DDos”. Isso inclui soluções de WAF (Web Applicaton Firewall), visibilidade SSL e o serviço F5 Silverline de enfrentamento a ataques DDoS e DNS.

Becker ressalta, ainda, que 100% das vendas da F5 Brasil acontece por meio do canal. “Contamos com parceiros plenamente capacitados; são empresas que constroem soluções que extraem o máximo valor da tecnologia F5”. O ecossistema de canais da F5 Brasil contribui para que a empresa ganhe capilaridade no atendimento a seus clientes, contando com profissionais treinados e certificados nas cinco regiões do Brasil.

Hilmar Becker é graduado em Design Automotivo pela Escola Franz Obethuer em Wuesburg, Alemanha. Ele fala fluentemente Português, Inglês e Alemão. Em seu tempo livre, o executivo dedica-se ao mergulho em cavernas e a dirigir veículos 4×4 em trilhas off-road.

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Tecnologia impulsiona as vendas de Natal nas lojas físicas

Por Hilmar Becker*

Com a proximidade do Natal, as pessoas correm para não deixar algum familiar ou amigo próximo sem um bom presente. E como o lojista pode utilizar o comportamento do consumidor para estar melhor preparado para as vendas?

Mesmo que as compras online tenham se tornado fundamentais para a maioria de nós, as vendas físicas ainda têm um grande potencial. A Amazon, por exemplo, resolveu abrir uma livraria em Indiana, nos Estados Unidos. E a previsão é de que muitas outras sejam inauguradas pela companhia. Como grande parte dos consumidores ainda prefere concluir as compras em uma loja física (apesar de utilizarem seus smartphones para comparar preços online) o Facebook anunciou o lançamento de recursos para estimular as vendas nesses estabelecimentos. A ideia é conectar os usuários dessa rede social por meio de ferramentas de anúncios e de localização.

Se você está no negócio de varejo em qualquer lugar do mundo, está certamente prestando muita atenção a tendências e previsões. E se o seu trabalho é fazer com que a experiência na loja seja a melhor durante a temporada de compras de Natal (e ao longo do ano), cada peça de inteligência de mercado relativa ao cliente é fundamental para ficar com uma parte dos bilhões que estão sendo gastos este ano.

Chega de “achismo”

Para entender melhor os padrões de tráfego de consumidores, é importante compreender a análise de varejo por meio de serviços na nuvem em tempo real. Esses recursos são projetados para utilizar a tecnologia para fornecer uma visão histórica e atualizada dos clientes, analisando as estatísticas de wi-fi coletadas dos smartphones que todos carregam hoje. Com o rastreamento e análise do tempo gasto em determinadas áreas da loja, é possível determinar o melhor layout do estabelecimento e permitir que mais potenciais consumidores circulem pela área desejada.

Uma vez que cada pessoa que passa pela loja é um cliente em potencial, o comportamento perante as prateleiras e vitrines é uma informação importante. Com a tecnologia, o comércio tem a capacidade de saber, por exemplo, quantas pessoas realmente entraram na loja, em qual período do dia e por quanto tempo ficaram. Também é possível compartilhar dados com o departamento de marketing e assim oferecer um gerenciamento superior do volume de informação, antes e durante as vendas de fim de ano.

Ao contrário do que muitos pensam, capturar esses dados valiosos não exige que o lojista instale e gerencie equipamentos sofisticados de hardware. Basta que o estabelecimento utilize com mais eficiência o mesmo Wi-Fi e as ferramentas de gerenciamento que você já conta no seu negócio. É uma excelente maneira de colocar sua rede sem fio para trabalhar e impulsionar os negócios.

Decisões mais inteligentes para atrair mais compradores

Depois de ter os dados essenciais de tráfego do cliente, você pode reconhecer padrões e encontrar oportunidades para melhorar sua loja. Ao acompanhar a movimentação das pessoas, é possível aumentar o tráfego do estabelecimento no dia, ao expor de forma diferente produtos nas vitrines, adotar novas formas de sinalização e ofertas de campanhas antecipadas. O departamento de marketing e vendas terá uma maneira melhor de avaliar o que proporciona a conversão mais eficiente de alguém que simplesmente passa pelo local em um visitante efetivo da loja.

Você também pode acompanhar quanto tempo os compradores ficam em determinadas áreas do seu estabelecimento. Isso pode ser usado para melhorar o engajamento de compradores, testando diferentes layouts para o estabelecimento e para divulgação. Os vendedores também podem ser municiados em tempo real com dados de comportamento e se adaptar para garantir que os compradores estejam recebendo a melhor experiência possível na loja.

Ao usar produtos com tecnologia wi-fi capazes de analisar em tempo real a atividade do consumidor você pode personalizar o espaço, conforme a quantidade de clientes de maneira centralizada (não importa o número de unidades da rede, tenha 10 ou 2000 lojas). E, o mais importante: obter uma ampla visão sobre o que cada loja está fazendo, comparando várias unidades. Isso permite ao administrador de redes de lojas determinar onde e como fazer seus investimentos. O Natal é uma ótima oportunidade de geração de receita para os lojistas. E a tecnologia pode tornar esses resultados ainda melhores.

Hilmar Becker, Country Manager da Aruba no Brasil.

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Inovação no varejo: como usar a tecnologia móvel para fidelizar consumidores e impulsionar as vendas

*Por Hilmar Becker, Country Manager da Aruba no Brasil

Para enfrentar o crescimento do e-commerce, que tem apresentado números positivos mesmo em cenários de crise, as lojas físicas contam com tecnologias de mobilidade (como aplicativos para smartphones) que permitem inovar no engajamento de clientes. Com elas é possível tornar a experiência de compra mais cativante e personalizada, aumentar o faturamento, impulsionar as vendas cruzadas e intensificar a fidelidade do cliente.

Porém, não basta adotar as tecnologias como rede sem fio, beacons (sensores que identificam na localização dos usuários) e aplicativos móveis para garantir o sucesso. Isso exige também uma estratégia desenvolvida e executada com muita atenção. Veja abaixo os principais passos para fornecer experiências personalizadas aos consumidores e mantê-los conectados, informados e fascinados.

Reunir as pessoas certas

Por ser um esforço unificado e presente em todos os canais, o engajamento móvel eficaz deve reunir pessoas de toda a sua organização para planejar, implementar e modernizar a sua plataforma. É importante envolver os tomadores de decisão das linhas de negócio e de experiência do cliente, além de representantes de marketing, TI, e-commerce e outros departamentos da organização.

Sem uma equipe de representantes de vários setores, pode acontecer um problema que é muito comum: o desenvolvimento de um aplicativo sem integração, não conectado aos estoques da loja, sistemas de fidelidade e negócios de e-commerce. Consequentemente, o aplicativo agrega pouco valor para o usuário final e acaba descartado pelo consumidor.

Definir metas

Depois de agrupar a equipe adequada, é hora de decidir o que é necessário na sua plataforma de engajamento móvel. É claro que isso depende do segmento de mercado da sua organização. Por exemplo, centros comerciais precisam de uma plataforma que colete dados sobre tráfego e os combine com análises sofisticadas para ajudar a elaborar de forma competitiva preços de aluguéis em áreas de alto padrão ou oferecer aluguéis atraentes a marcas que possam revitalizar uma região em baixa.

As lojas podem contar, nos aplicativos, com recursos como traçar rotas para guiar seus consumidores até determinados produtos, além de coletar dados sobre a localização deles para verificar padrões de tráfego. Outras capacidades incluem notificação de funcionários da loja sobre a presença de um cliente do programa de fidelidade ou alteração de banners digitais para atrair consumidores locais, como aumentar a frequência de um anúncio de comparação de preços quando um cliente começa a comparar preços online. De qualquer modo, é fundamental ir além das funções básicas (como o simples envio de notificações para o smartphone), e determinar os verdadeiros objetivos da sua iniciativa de engajamento móvel.

Análise dos sistemas a serem integrados

Para fornecer as capacidades desejadas, vários sistemas tecnológicos devem interagir em tempo real. Isso inclui: sistemas de estoque, do ponto de venda, análise de dados e inteligência de negócios, além de localização e indicação de proximidade. A integração dos sistemas apropriados de gestão da loja com capacidades de navegação conforme a localidade, por exemplo, é fundamental para agradar os consumidores. Com uma opção “clique e colete”, abordagens sofisticadas incluem recompensas do programa de fidelidade, como descontos em vendas cruzadas ou a oferta de um café.

Consultoria estratégica

Em todo tipo de projeto tecnológico, consultores bem informados ajudam a sua organização a analisar melhor os vários aspectos envolvidos e avaliar o que é necessário, quais soluções se encaixam melhor e o custo envolvido. Esses parceiros também podem ajudar a identificar as demandas futuras. Isso inclui garantir que a sua plataforma de engajamento móvel seja expansível e que possa ser modificada para incorporar inovações tecnológicas do setor.

Soluções e suporte

Recursos e funcionalidades robustas são fundamentais para qualquer solução tecnológica, mas, ao avaliar as opções de engajamento móvel, um aspecto muitas vezes esquecido é como ela será gerenciada depois de instalada. Embora seja fácil de instalar beacons em uma loja, o suporte posterior é muitas vezes a razão de as iniciativas de engajamento móvel não passarem do estágio de validação do conceito.

Os benefícios do gerenciamento centralizado ficam evidentes quando você tem centenas ou milhares de beacons instalados em áreas amplamente dispersas. No gerenciamento local, é necessário visitar fisicamente cada um desses sensores para realizar tarefas como identificação de falhas e verificação do nível de bateria, o que aumenta consideravelmente os custos gerais.

Evolução da plataforma

Por definição, o engajamento móvel é uma disciplina dinâmica, o que significa que as estratégias de sucesso incluem atribuir a evolução da plataforma a uma equipe multidisciplinar responsável pela pós-instalação. Com relação à TI, selecione pessoas que avaliam além dos atrativos de cada fornecedor, porque uma perspectiva holística reduz a adoção de componentes que criam gargalos ou obstáculos. E lembre-se: mais importante que as tecnologias utilizadas é criar uma estratégia abrangente, que ajude a garantir as inovações certas e os resultados esperados.

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Universidade digital: tendências para a infraestrutura conectada

Por Hilmar Becker

Com a popularização da educação a distância e o uso em larga escala da conectividade em locais públicos, a mobilidade tornou-se essencial também para as instituições de ensino superior, trazendo novos desafios para os departamentos de tecnologia da informação das universidades. Conheça tendências que vemos em instituições de todos os tamanhos, em vários países, e as estratégias de infraestrutura que elas estão adotando para atender às novas demandas.

Adoção acelerada do conhecimento digital

Os docentes, que haviam ficado com um pé atrás com as novas tecnologias, já notaram que esse é um processo sem volta e buscam proficiência nas ferramentas modernas de aprendizagem, desde streaming de vídeo até aplicativos de teste online, aumentando a demanda por banda larga. Frequentemente, as necessidades de desempenho e capacidade da rede do campus vão muito além daquilo que muitos departamentos de TI haviam antecipado poucos anos atrás.

Conferências e eventos

Agora, menos instalações educacionais ficam vazias durante períodos sem aulas, como férias acadêmicas, à medida que muitas instituições aproveitam suas salas para gerar receita. Naturalmente, o fornecimento de conectividade móvel é crucial para o sucesso dessas iniciativas, particularmente no atendimento de clientes corporativos.

Alunos online, o tempo todo

Para atrair e manter os alunos produtivos, várias instituições com alojamentos para estudantes já estão conscientes da crescente demanda por conectividade. Equipamentos de streaming de vídeo, como Apple TV e Chromecast, já são tão comuns quanto consoles de videogames, dispositivos para áudio via wi-fi, smartphones, tablets e laptops. Com os wearables (dispositivos “vestíveis”, como relógios e pulseiras inteligentes) também entrando no páreo, a média de equipamentos conectados por pessoa já chega a cinco ou mais em muitas universidades.

De olho na alta densidade

Na mesma velocidade que as instituições de ensino superior completaram projetos de cobertura de suas instalações com wi-fi, o paradigma tem se deslocado para uma sobrecarga na densidade de dispositivos. Por conta disso, a distribuição para atender à alta densidade de conexões à rede está migrando de projetos limitados a grandes auditórios para qualquer área onde múltiplos indivíduos se aglomeram para conviver e aprender, uma realidade mais comum.

Soluções de infraestrutura para atender à disparada das exigências

Em virtude das exigências crescentes de conectividade no campus, as instituições de ensino superior estão respondendo com investimentos em uma infraestrutura de rede mais robusta e gerenciável. Essas atividades incluem:

Padrão wi-fi em 802.11ac – Os sistemas que utilizam o padrão de rede sem fio IEEE 802.11ac já oferecem experiências de conexão similares às obtidas em instalações com fio, merecendo o rótulo de “Gigabit Wi-Fi”. A primeira geração de pontos de acesso 802.11ac, denominada Wave 1, melhora as velocidades sem fio em cerca de 3 vezes, em relação ao padrão 801.11n anterior – fornecendo taxas de dados de até 1,3 Gbps. As soluções apropriadas para o ensino superior incluem recursos que permitem aos instrutores controlar o acesso a dispositivos conectados, tais como projetores e monitores compartilhados.

Surfando na Wave 2 – Como estratégia para proteger o investimento, algumas universidades já estão de olho na próxima geração de pontos de acesso 802.11ac, conhecida como Wave 2. Ao inicialmente aumentar as velocidades do wi-fi para até 1,7 Gbps, 30% maiores do que as propiciadas pela Wave 1, essa segunda onda poderá oferecer índices de 3,4 Gbps para dados.

Switches multigigabit – Ter todos os benefícios da Gigabit Wi-Fi exige uma engenharia apropriada, dos pontos de acesso até o data center. Isso pode significar uma atualização para switches multigigabit, que podem automaticamente detectar e fornecer a conexão apropriada, como 1, 2.5, 5 ou até 10 GigE. O mais importante é que os switches multigigabit possibilitam a implantação de pontos de acesso Wave 2 por meio dos atuais cabos de rede Cat 5e/Cat 6 – o que é uma economia. Portanto, é apropriado considerar esses novos switches multigigabit durante a próxima atualização da infraestrutura.

Ferramentas modernas de otimização de wi-fi e gestão de acesso – A combinação de mais dispositivos dos clientes e mais pontos de acesso para servi-los exige ferramentas robustas para efetivamente otimizar a rede e administrar a gestão. As ferramentas modernas até oferecem suporte de multivendedores para possibilitar a administração unificada de redes com e sem fio.

Abordagens para a implantação de acordo com o orçamento – Embora alguns departamentos de TI de instituições de ensino já estejam familiarizados com implementações de tecnologias por fases, uma abordagem por camadas também pode ser uma boa opção. De forma resumida, o sistema por camadas combina o tipo de demanda com os pontos de acesso correspondentes. Por exemplo, os pontos de acesso tipo Wave 1 poderão ser apropriados para os escritórios administrativos, que têm densidade menor. Já os pontos de acesso Wave 2 são mais adequados para áreas de alta densidade, como auditórios.

Independentemente da situação específica da instituição de ensino, estamos num momento promissor para a questão da conectividade móvel. Com opções melhores de infraestrutura, as instituições de ensino superior devem oferecer a seus alunos e professores uma experiência de conectividade cada vez melhor. Não poder confiar no Wi-Fi é coisa do passado!

Hilmar Becker, Country Manager da Aruba no Brasil.

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Aruba lança no Brasil Mobile First Platform e apresenta novo programa de canais

A Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise, lança no Brasil a Aruba Mobile First Platform, plataforma baseada em software que utiliza interfaces de programação de aplicativos (APIs) para fornecer aos desenvolvedores e líderes de mercado mais informações sobre a rede, aprimorando a experiência de usuário e a segurança de aplicativos e serviços. A empresa também anuncia no País o programa Partner Ready for Networking, com novas ferramentas para geração de oportunidades de negócios para os parceiros.

“Para fazer uso do atual ambiente de IoT de rápido crescimento e com foco em mobilidade, as redes precisam fornecer mais do que conectividade e se adaptar facilmente aos novos requisitos de aplicativos sob demanda”, destaca Hilmar Becker, Country Manager da Aruba no Brasil.

A plataforma utiliza o novo sistema operacional ArubaOS 8.0, que permite aos desenvolvedores alavancar as informações contextuais oriundas da infraestrutura com camadas superiores por meio de API’s. Implementado em uma máquina virtual (VM) em um servidor, o ArubaOS 8.0 simplifica consideravelmente as mudanças na infraestrutura e permite ao cliente expandir sua rede.

Maior controle do acesso à rede e a aplicativos

As melhorias mais recentes no software Aruba ClearPass, que faz parte da Mobile First Platform, fornecem análises detalhadas sobre todos os dispositivos conectados e aprimoram a capacidade de integração com terceiros. O novo ClearPass Extensions facilita aos profissionais de segurança de TI e desenvolvedores a integração de serviços de tecnologia gerenciados na nuvem com o Aruba ClearPass.

Como exemplo do poder de integração desta plataforma, com o McAfee ePolicy Orchestrator (ePO), plataforma de gerenciamento unificado da Intel Security, os usuários podem verificar o status de um dispositivo. O McAfee ePO também fornece gerenciamento unificado da segurança de dispositivos, dados e rede, aumentando assim a segurança e reduzindo custos e a complexidade do gerenciamento de riscos e da segurança.

Para automatizar o acesso aos atributos do gerenciamento de mobilidade corporativa (EMM) da nuvem, a integração do Microsoft Intune por meio do ClearPass Extensions permite maior controle para as organizações que desejam fornecer aos funcionários acesso seguro a aplicativos, dados e recursos corporativos usando quase qualquer tipo de dispositivo.

O novo ClearPass OnConnect é a ferramenta ideal para clientes que não estão prontos para a adoção de 802.1X e RADIUS em suas redes, devido a sua infraestrutura de redes ter sido adquirida de diferentes fabricantes. O gerenciamento de políticas de acesso para esses ambientes pode ser habilitado com a aplicação de perfis para todos os dispositivos, sendo estes colocados em segmentos adequados da rede, sem grandes investimentos operacionais em TI e de maneira agnóstica à marca ou modelo de seus atuais equipamentos de infraestrutura de rede.

Otimização da experiência do usuário e análise dos negócios

A plataforma utiliza dispositivos Bluetooth Low Energy (BLE) para fornecer informações analíticas dos usuários da rede à plataforma Meridian Mobile App. O novo recurso Meridian Goals intensifica os dados coletados via BLE para informar às equipes de marketing e desenvolvimento de negócio sobre o sucesso ou fracasso de suas campanhas de vendas, eliminando a necessidade de classificar relatórios detalhados e variados para determinar os resultados de uma campanha.

Com a versão mais recente do Meridian, as empresas podem agora permitir o compartilhamento da localidade entre visitantes de um local público ou entre funcionários no trabalho. As pessoas com o mesmo app móvel em seu smartphone podem compartilhar sua localização física com colegas de trabalho e amigos e, ao mesmo tempo, manter controle total da sua privacidade.

Partner Ready for Networking e serviços na nuvem

Aproveitando-se das vantagens do Aruba Mobile First Platform e para tornar os parceiros altamente competitivos no mercado de redes móveis, a Aruba apresenta o novo programa Partner Ready for Networking. O programa oferece um portal dedicado aos parceiros, permite o registro de novas oportunidades com processo de aprovação simplificado, MDF (fundo de desenvolvimento de marketing, da sigla em inglês) planejado e ferramentas para geração de novas oportunidades de negócios.

A Aruba também fez avanços significativos em sua solução Aruba Central de serviços de rede gerenciados na nuvem, baseada em assinaturas. Com sua arquitetura de múltiplos clientes e o novo portal de serviços, ela permite que os revendedores rapidamente criem serviços gerenciados personalizados com a marca do cliente, entreguem serviços de valor agregado a clientes atuais e explorem novas oportunidades.

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