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Brasil precisa alcançar novo patamar na competitividade global, afirmam líderes empresariais em Fórum em São Paulo

Lideranças empresariais dos setores público e privado participaram, na manhã desta quarta-feira (25/10), da primeira edição do FÓRUM NACIONAL DE COMPETITIVIDADE, novo projeto do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, em parceria com a Whirlpool, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid. Estiveram presentes na abertura do evento, realizado no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, Paulo Uebel, secretário Municipal de Planejamento e Gestão da Prefeitura de São Paulo; João Carlos Brega, presidente da Whirlpool América Latina; Roberto Giannetti da Fonseca, vice-chairman do LIDE; Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil; Nicola Calicchio, presidente da Mckinsey & Company; Gustavo Ene, CEO do LIDE; Decio da Silva, presidente do Conselho de Administração da WEG, e Luiz Fernando Figueiredo, CEO da Mauá Capital.

Para o vice-chairman do LIDE, Roberto Giannetti da Fonseca, o evento acontece em um momento extremamente oportuno para o Brasil. Ele destacou que “o crescimento do País dessa vez virá pela competitividade. O Brasil precisa se tornar um parceiro global”.

Paulo Uebel, secretário Municipal de Planejamento e Gestão da Prefeitura de São Paulo, enfatizou que “precisamos reduzir os gastos públicos, que são o principal gargalo para os investimentos no Brasil. Enquanto não fizermos isso, com uma reflexão madura, baseada em dados e evidências, infelizmente não vamos ter um País mais competitivo. Esse evento hoje é fundamental e um trabalho que permitirá uma discussão sólida, e tenho certeza que as conclusões serão muito importantes para nós”.

Em sua apresentação, Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, reforçou que a posição do Brasil em relação a competitividade global, por uma série de motivos, vem caindo, ficando à frente apenas da Venezuela e Mongólia. “O momento que vivemos também cria oportunidades e o uso da tecnologia é um caminho possível para reposicionar o País. Precisamos olhar para recursos tecnológicos, como a Inteligência Artificial, para que o Brasil alcance uma posição de competitividade. Ela parece futurista, mas já está presente e vai mudar a forma como pensamos em educação e o mercado de trabalho”.

O FÓRUM NACIONAL DE COMPETITIVIDADE tem patrocínio da BRAGA NASCIMENTO E ZÍLIO ADVOGADOS ASSOCIADOS, D’OR CONSULTORIA, MICROSOFT e SOUZA CRUZ. O apoio é da SORANA / AUDI, AWS INTEL. São fornecedores oficiais GRUPO CDI, PR NEWSWIRE e RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, SAÚDE A QUALQUER HORA e TRÊS CORAÇÕES. O jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, revista LIDE e TV LIDE e PR NEWSWIRE são mídia partners.

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Presidente da Telefônica Vivo critica alta carga tributária em telecomunicações

“No Brasil, a cobertura 4G é ainda muito tímida. Apesar de todo o investimento, isso precisa ser melhorado no País”, afirmou Amos Genish, presidente da Telefônica Vivo. Palestrante do Almoço-Debate, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, o executivo abordou também a carga tributária no Brasil, que chega a 44% em telecomunicações. “É difícil atuar neste mercado com esta taxa altíssima”, afirmou.

Genish falou sobre o investimento de R$ 600 milhões em tecnologia da informação da Telefônica Vivo vai nos próximos três anos e também comentou tendências do setor de telecomunicações e tecnologia, como a Internet das Coisas, o armazenamento em nuvem e Big Data.

Sobre o andamento do processo de impeachment, com o possível afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República e julgamento pelo Senado Federal, Genish esclareceu que, apesar de a Telefônica Vivo e tampouco ele não se posicionarem politicamente, “não consegue imaginar uma empresa que não queira estabilidade política e econômica”, que possa incluir incentivos para empresas investirem e também para estimular o mercado consumidor. Luiz Fernando Furlan, chairman of the Board do LIDE, afirmou que se deve “pensar no futuro e em como as empresas podem ajudar o Brasil, independente das intempéries das sazonalidades políticas”.

Quanto à cobrança por franquias excedentes de transferências de dados em pacotes de banda larga, Genish considerou “injusto para um consumidor que usa pouco pague o mesmo que aquele que utiliza muito da franquia”. O executivo também defende regras que não prejudiquem as companhias de um segmento em detrimento a outro, como no caso das empresas de telecomunicações versus o aplicativo WhatsApp.

Na manhã desta segunda-feira (18), a Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações publicou no Diário Oficial da União uma norma que impede as operadoras de serviços de banda larga fixa de reduzirem, cortarem ou cobrarem tarifas excedentes de consumidores que esgotarem franquias de transferências de dados sem antes informar os clientes. As operadoras – incluindo a Telefônica Brasil, que utiliza as marcas Vivo, Oi e Claro –, do grupo América Móvil, deverão oferecer ferramentas que ajudem os consumidores a acessarem os dados de seus planos. Segundo a Vivo, porém, o novo modelo valerá para contratos firmados a partir de 2017.

Esta edição do Almoço-Debate LIDE contou com o copatrocínio de EVERISM, GENESYS, GOCIL e MAPFRE. Como fornecedores oficiais, estão as empresas AMIL, CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE FILMS, ECCAPLAN e MISTRAL E VINCI. AMÉRICA ECONOMIA BRASIL, as rádios ANTENA 1 e JOVEM PAN, jornal DCI, revista e TV LIDE, PR NEWSWIRE e THE WINNERS são mídias partners do evento.

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