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Startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest no Japão

A startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest, competição global que incentiva a inovação empresarial, promovida pela everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, desenvolvimento e manutenção de aplicações tecnológicas e serviços de terceirização, e a NTT DATA. O anúncio da representante do Brasil aconteceu, no ISE Business School, em São Paulo.

A LegalBot disputou a semifinal da competição com outras cinco startups. Os projetos apresentados tinham foco em realidade virtual, aumentada e mista, Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial. Eles foram avaliados por um corpo de jurados de renomados profissionais do setor de tecnologia.

Dentro desse novo cenário disruptivo, a representante brasileira no Open Innovation Business Contest desenvolveu uma solução que visa democratizar o acesso à inteligência regulatória. Ela ganhou uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores, e concorrerá na final, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas cidades de São Francisco, Londres, Tel Aviv, Tóquio, Toronto, Madri, Barcelona, Cingapura e Pequim.

O vencedor da grande final receberá um prêmio de US$ 30.000 e terá a oportunidade de trabalhar, por três meses, com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

Projeto finalista

Baseada em inteligência artificial, a plataforma da LegalBot auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos.

Alexandre Bess, CEO da startup, explica que a regulação é hoje um problema global, que impacta diretamente a competitividade das empresas e dos países, inclusive, pode gerar enormes prejuízos. “Um dos principais problemas enfrentados pelos que atuam nessa área é o grande volume de normativas. No mercado financeiro, por exemplo, surgem mais de 300 regulações todos os meses”, comenta.

Para facilitar o contato e a experiência dos profissionais com as normativas de seus segmentos, a plataforma desenvolvida pela startup busca, analisa e interpreta as informações por meio de algoritmos. Dessa forma, cada usuário, conforme sua seleção, tem acesso aos dados pela web e aplicativo, ou seja, a tecnologia leva ao usuário o que ele realmente precisa saber sobre regulação.

“A sensação de ser o representante brasileiro na final do Open Innovation Business Contest é maravilhosa, pois sabemos o quanto a tecnologia é relevante para o mundo e teremos a oportunidade de apresentá-la para um público internacional”, comemora Bess.

Para Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, o projeto da LegalBot tem total sinergia com a companhia, uma vez que a tecnologia de inteligência artificial oferece aos clientes maior agilidade para entrarem em novos mercados, principalmente no setor financeiro e de seguros, que são altamente regulados. “O fato de podermos acelerar o entendimento da regulação e aportar novas tecnologias, novos serviços e soluções, é importantíssimo”, destaca.

A semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest, segundo Pereira, mostrou a força do ecossistema de inovação e o quanto é importante entender as novas tecnologias desde o início, para desenvolver capacidades, parceiros e identificar possíveis problemas durante a adaptação. “Por ser nosso modelo de negócios B2B2C, precisamos compreender o que nossos clientes pretendem ofertar aos clientes deles para que, juntos, possamos levar à sociedade soluções mais robustas”, observa.

Os outros cinco projetos semifinalistas

Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário.

Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – VR Monkey
Permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual.

IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes.

Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável, equipada com sensores. Funciona como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual.

Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos.

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Tendências que transformarão a gestão de riscos das Instituições Financeiras – Por Carlos Eduardo Vasques de Souza

Diante de um cenário de competitividade acirrada, turbulências econômicas e mudanças constantes, as instituições financeiras devem ficar atentas à sua capacidade de antecipação e resposta a eventos que possam interromper suas atividades. O objetivo é reduzir os prejuízos à organização e aos públicos com quem se relaciona (acionistas, clientes e colaboradores). Sendo assim, o ideal é sempre mapear as possíveis adversidades, que podem ser eventos externos, alterações regulatórias, problemas com a tecnologia, pessoal, desastres naturais, entre outros.

É importante ter em mente que, por mais imprevisível que pareça qualquer situação que ponha em risco a funcionalidade de um banco, há diversas formas de evitá-los. O primeiro passo é identificar esses possíveis eventos. A precaução auxilia a companhia a evitar perda de equipe, ativos, reputação, indisponibilidade de fornecedores, rompimento de infraestrutura, além de mitigar os riscos de pressões governamentais desnecessárias.

Para que uma organização sobreviva, conquiste valor no mercado e aumente seu marketshare, é necessário que os bancos invistam cada vez mais em transformação digital associada a um programa de gestão de riscos eficiente. Para isso, os bancos estão investimento cada vez mais em tecnologia. Foram 13% dos investimentos feitos em tecnologia da informação no ano passado, atrás apenas do governo, cuja participação foi de 14%, de um total de US$ 51 bilhões registrados em 2015, de acordo com levantamento da consultoria Gartner.

Destaco seis tendências estruturais que irão transformar a gestão de riscos no setor bancário nos próximos anos. São elas:

1- Requerimentos regulatórios cada vez mais exigentes

A tolerância dos governos para falências de bancos diminuiu desde a crise financeira global de 2008, e o apetite por intervenções que utilizam o dinheiro dos contribuintes para salvar bancos foi reduzido. Desta forma, as autoridades estão monitorando com maior vigor comportamentos suspeitos. Há, ainda, mais rigidez no cumprimento local e global de normas. Neste contexto, a busca é por “bons bancos” e não “boa prática bancária dentro de suas fronteiras”.

2-Alteração nas expectativas dos clientes

Mudanças nas expectativas dos clientes são esperadas e irão causar alterações radicais no perfil do setor bancário. O uso da tecnologia de maneira generalizada será a norma para os clientes na interação com seu banco. A atual geração de jovens da era digital será o maior contribuinte das receitas para os bancos aos 40 anos de idade. Os atuais clientes, mais conservadores de tecnologia, também irão migrar para os bancos digitais.

3-Tecnologia e gestão analítica aceleram a gestão do risco

A tecnologia irá permitir, ainda, novas técnicas de gestão de risco, muitas vezes associadas a análises avançadas. A proliferação de novas tecnologias fornece processamento e armazenamento mais rápido e econômico, o que permite melhor apoio na tomada de risco e na integração de processos. Atualmente, já experimentamos os efeitos de tecnologias cujas implicações são importantes para a gestão de risco, como o big data e a inteligência artificial.

4- Ataques cibernéticos

A prevenção contra ataques cibernéticos já é prioridade estratégica para a maioria dos bancos. Isso acontece porque a ameaça concentra-se, principalmente, nas operações e nos dados confidenciais de clientes. Na próxima década, a preocupação com cybersecurity irá aumentar ainda mais. Os bancos irão requerer maior mobilização de recursos, competência interna para gerir este tipo de risco, além de colaboração de governo e mercado de maneira unificada.

5- Melhores decisões de risco por meio da eliminação de preconceitos

Mesmo quando as pessoas tentam abordar um problema de forma racional, suas decisões são, muitas vezes, abaixo do ideal, devido a vários preconceitos conscientes e inconscientes. Calcular os impactos financeiros em processos de negócios em cenários de crises será um caminho vital para elaboração de estratégias de gestão de riscos mais eficientes.

6-Necessidade constante na redução de custos

O sistema bancário tem sofrido com lento, porém constante declínio da margem na maioria das categorias de produtos e geografias. Desta forma, os bancos têm adotado técnicas avançadas de eficiência operacional para compensar esses declínios. Futuramente, os bancos terão de repensar seus custos operacionais para viabilizar entrega de mais valor a um custo menor. A simplificação, padronização e digitalização deverão ser as únicas avenidas viáveis para economias substanciais de custos.

Carlos Eduardo Vasques de Souza é head de Risk&Compliance da Atos América do Sul.

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Brasil Mais TI oferece curso gratuito de Gestão de Riscos em TI

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Gestão de Riscos em TI é o mais novo curso oferecido gratuitamente pela plataforma de ensino a distância Brasil Mais TI, um dos maiores projetos mundiais de capacitação gratuita de programadores (MOOC), que tem gestão, execução e coordenação da Softex.

Com carga horária de 40 horas, o curso tem como público-alvo estudantes, profissionais da área de informática e interessados no tema e é todo ministrado em Língua Portuguesa, com aulas exemplificadas empregando uma metodologia de fácil assimilação, com explicação gradual e conteúdo organizado para otimização de tempo.

Dividido em dez capítulos, o conteúdo programático inclui, entre outros tópicos, uma introdução à gestão de riscos; identificação e avaliação das ameaças; além de vulnerabilidades e consequências, tratamento, comunicação e monitoramento dos riscos. Os interessados em participar necessitam ter um reprodutor de mídia digital instalado em um computador com Internet 6.0, Google Chrome ou Mozila Firefox i, Adobe Reader 7 ou superior, Flash Player 7 ou superior e banda mínima de 64 kbps.

“Decidimos incluir esse curso, desenvolvido e doado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) aos mais de 30 já oferecidos pela plataforma, por se tratar de um conteúdo extremamente rico e de forte interesse para o mercado”, explica Ana Beatriz Pires, gestora de projeto da Softex.

Acessado em mais de 90 países, o Brasil Mais TI é um projeto inovador desenvolvido pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), sob a coordenação técnica da Softex, e que atua em três pontos essenciais da formação profissional: conhecimento, capacitação e oportunidade. Além do ensino de Inglês, a plataforma disponibiliza mais de 30 cursos, totalizando cerca de 1.000 horas de aula. Seu público-alvo são jovens entre 16 a 23 anos que buscam uma oportunidade no mercado e também os que ainda não sabem que carreira seguir.

Segundo levantamento realizado pelo Observatório Softex, unidade de inteligência, estudos e pesquisas da entidade, o déficit de 408 mil profissionais de TI estimado para 2022 pode significar uma perda de receita de R$ 167 bilhões entre 2010 e 2020 para o setor.

“A proposta da plataforma Brasil Mais TI é contribuir para mudar esse quadro, despertando a vocação e assim estimulando a entrada de novos profissionais em um setor em franco processo de crescimento e considerado estratégico para o Brasil”, complementa Ana Beatriz Pires.

Para se inscrever no curso Gestão de Riscos em TI na plataforma Brasil Mais TI acesse http://goo.gl/6J2KAl

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Gartner: remessas mundiais de dispositivos devem crescer 1,5% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que as remessas mundiais de dispositivos (PCs, tablets, ultramóveis e celulares) devem atingir 2,5 bilhões de unidades em 2015, um aumento de 1,5% em relação a 2014. A expectativa fica abaixo da previsão do trimestre anterior, que apontava 2,8% de crescimento. Os gastos dos usuários finais com dispositivos totalizarão US$ 606 bilhões em 2015, demonstrando, pela primeira vez desde 2010, um declínio de 5,7% em dólares americanos. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Nossa previsão sobre o crescimento das remessas em unidades para todos os tipos de dispositivos em 2015 caiu 1,3% em relação à estimativa do último trimestre. Isso ocorreu em parte como consequência da contínua desaceleração nas compras de PCs, particularmente na Europa Ocidental, na Rússia e no Japão, principalmente devido aos aumentos de preços resultantes da desvalorização da moeda local em relação ao dólar”, diz Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O único mercado que continua a crescer é o de telefones celulares, no qual, em contraste, os preços continuam a cair. Os mercados emergentes estão impulsionando as vendas de smartphones para cima, com a China na liderança. O fim da migração do Windows XP afetou negativamente o mercado de PCs no âmbito global durante a primeira metade de 2015.
Espera-se que o mercado mundial de remessas de PCs totalize 300 milhões de unidades em 2015, um declínio de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado. “Não esperamos que ele se recupere antes de 2016. O lançamento do Windows 10 no dia 29 de julho contribuirá para desacelerar a demanda corporativa de PCs móveis e ultramóveis premiuns em 2015. Entretanto, conforme fornecedores e compradores se ajustam aos novos preços, o Windows 10 pode impulsionar as substituições durante 2016”, diz o Diretor de Pesquisas do Gartner.

O segmento ultramóvel (tablets e celulares clamshell) também deve diminuir. Estima-se que as remessas desses produtos totalizem 214 milhões de unidades em 2015, um declínio de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Tablets serão responsáveis por 207 milhões de unidades, uma redução de 5,9% em relação a 2014. “O mercado de tablets sofre por ter menos novos compradores, pelos ciclos de vida estendidos e pela pouca inovação para incentivar as compras. Ao mesmo tempo, o valor de um smartwatch para o usuário comum ainda não é atraente o suficiente, e o impacto dos wearables em compras de tablets permanece irrelevante”, afirma Roberta Cozza, Diretora de Pesquisas do Gartner. Como resultado, o Gartner acredita que a média de vida útil do tablet aumente para três anos até 2016. “Também esperamos que o mercado de tablets atinja uma penetração em cerca de 50% dos domicílios em mercados maduros até 2016, o que já está próximo”, acrescenta a Diretora de Pesquisas do Gartner.

A taxa de crescimento do mercado de telefonia móvel deve desacelerar 3,3% em 2015. “As vendas globais foram afetadas por um desempenho mais fraco da China. Temos assistido a cada vez menos compradores de primeira ocasião no país. Provedores chineses terão de ganhar os compradores de substituição e melhorar o apelo de suas ofertas de serviços especiais para atrair as atualizações, se quiserem manter ou aumentar sua parcela de mercado. Os fornecedores que procuram intensificar seu desempenho no mercado global de smartphones serão desafiados a melhorar rapidamente sua expansão em mercados emergentes fora da China, onde ainda se observa uma fatia considerável de celulares convencionais e uma oportunidade para o crescimento de dois dígitos em smartphones”, afirma Annette Zimmermann, Diretora de Pesquisas do Gartner.

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Gartner anuncia que gastos mundiais com TI devem diminuir 5,5% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que os gastos mundiais com TI devem atingir US$ 3,5 trilhões em 2015, um declínio de 5,5% em comparação com 2014. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontecerá nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Analistas atribuem a queda ao aumento do dólar americano. Em termos de moeda constante, o mercado deverá crescer 2,5%. Em abril, o Gartner havia previsto que os gastos com TI diminuiriam 1,3% em dólares americanos e cresceriam 3,1% na moeda constante. “Destacamos que este não é um colapso do mercado. São ilusões que grandes oscilações no valor do dólar americano em relação a outras moedas podem criar. No entanto, há efeitos secundários relacionados ao aumento do dólar. Os fornecedores têm que elevar os preços para proteger os custos e as margens dos produtos. Organizações e consumidores terão que tomar novas decisões de compra em função dos novos preços”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Garner.

A previsão de gastos mundiais com TI do Gartner é um dos indicadores das principais tendências tecnológicas, envolvendo hardware, software, serviços de TI e o mercado de telecomunicações. Por mais de uma década, os executivos globais e de negócios de TI têm usado esses relatórios trimestrais altamente qualificados para reconhecer oportunidades e desafios de mercado e basear suas decisões de negócios em metodologias comprovadas.

O segmento de serviços de comunicação continuará sendo um dos que mais investe em TI, com gasto de aproximadamente US$ 1,5 trilhão em 2015. Porém, essa área também está passando por revisões. A erosão nos preços e as ameaças competitivas estão impedindo o crescimento da receita na proporção do aumento do uso na maioria dos mercados nacionais.

No mercado de dispositivos, os telefones móveis continuam a liderar o segmento, com o crescimento da Apple nos telefones, especialmente na China, mantendo consistência nos gastos com telefones. No entanto, o crescimento global de unidades de smartphones deve começar a diminuir. Os mercados de PCs e tablets continuam a se enfraquecer. O aumento esperado de 10% no preço médio dos PCs em países com moeda impactada está avançando, atrasando as compras mais do que o esperado. Os níveis excessivos de estoques de PCs, especialmente na Europa Ocidental, precisam ser apurados, o que irá atrasar o inventário do Windows 10 na segunda metade deste ano.

No segmento de sistemas de centro de dados, espera-se que os mercados de armazenamento e rede tenham um crescimento mais fraco como resultado do aumento do dólar americano. Os orçamentos das empresas para sistemas de Data Center em gastos locais deverão se manter estáveis durante o ano, esperando-se que usuários estendam as vidas úteis dos produtos e adiem substituições como forma de compensar os aumentos de preços. O enfraquecimento geral do centro de dados de curto prazo é ligeiramente compensado por uma perspectiva mais positiva para o mercado de servidores. O mercado de serviços está se beneficiando de um ciclo de atualização de mainframe mais forte do que o esperado, bem como o aumento das expectativas de gastos de grande escala.

Os gastos com software empresariais vão reduzir 1,2% em 2015, com receita total de US$ 654 milhões. Segundo os analistas do Gartner, muitos fornecedores de software tentarão não aumentar os preços, porque o que conta no software como serviço é a participação no mercado, e não a rentabilidade. O aumento dos preços poderia levar os fornecedores de softwares para fora de um ciclo de vendas, e esses vendedores não podem perder clientes.

Os gastos com serviços de TI em 2015 têm previsão de diminuir 4,3%. O Gartner espera um aumento modesto em gastos com consultoria de 2015 e 2016. Os fornecedores demonstraram sua capacidade de estimular nova demanda dos compradores procurando ajuda com negócios de navegação e complexidades de tecnologia, particularmente relacionados à construção de empresas digitais. Porém, a previsão para os serviços de implementação foi reduzida levemente. Cada vez mais, os compradores preferem soluções que minimizem o tempo e o custo de implementação, estimulando a procura por métodos de entrega, implantação inovadora e soluções com menos custos e mais eficientes.

“A atividade de TI está mais forte do que o crescimento em gastos indicado. A diminuição do preço nos mercados principais, como comunicações e serviços de TI, e a mudança para a entrega como um serviço mascaram o aumento na atividade”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Garner.

Essas e outras pesquisas inéditas serão apresentadas na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que está com desconto especial de R$ 475,00 até dia 10 de junho. Para fazer sua inscrição, basta contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/security. O evento oferece às empresas um direcionamento estratégico sobre os atuais conflitos entre as novas oportunidades geradas pelos negócios digitais e a necessidade de proteção de dados, propondo soluções por meio da análise de cases, tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/security.

Anote em sua agenda
Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos – http://www.gartner.com/br/security
Data: 10 e 11 de agosto de 2015 (segunda e terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

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