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CIOs brasileiros estão mais preocupados com a gestão de custos, traz pesquisa da Deloitte

Os CIOs brasileiros (Chief Information Officers), líderes de gestão tecnológica das empresas, estão mais preocupados com a gestão de custos. É o que mostra a Pesquisa CIO Global 2016-2017, realizada pela consultoria Deloitte em 48 países. Segundo o estudo, este foi o tema a ser priorizado mais mencionado por executivos no contexto local, com 60% das referências, seguido por crescimento (55%) e clientes (51%). Já em nível global, 57% dos entrevistados apontaram a clientela como principal elemento de atenção da gestão.

Na avaliação da Deloitte, o atual perfil do CIO brasileiro é reflexo de uma tradição local de cobrança diária para que os profissionais dediquem mais tempo à operação. Contudo, esse relacionamento não reflete o desejo dos líderes de tecnologia e quase 50% entendem a necessidade de adaptação de seu padrão à medida que a empresa se desenvolve em termos de tecnologia.

Para o vice-presidente da Assespro-SP (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional São Paulo), Eduardo Nistal, a preocupação com gestão de custos é resultado do cenário da economia local, que enfrentou queda significativa nos últimos dois anos. “Até por pressão interna das empresas, como um todo, acho que isso levou os CIOs a olharem para essa questão dos custos”, acredita.

Em nível global, os resultados do levantamento mostram que 78% dos CIOs afirmam que alinhar o seu setor à estratégia de negócios e às metas de desempenho é a principal capacidade de TI essencial para o sucesso desses profissionais no cumprimento de suas atividades.

A pesquisa revela ainda que os líderes brasileiros prezam tanto pela interação e comunicação, quanto pela compreensão das mudanças e inovações alinhadas à cultura de alta performance, deixando cada vez mais distante o modelo tradicional. Neste sentido, os dados da pesquisa apontam para a compreensão de que, cada vez mais, os CIOs estão evoluindo para uma posição mais estratégica na organização, e não mais apenas de entrega de serviços e soluções.

No que diz respeito às capacidades esperadas de TI, o grande foco dos líderes brasileiros se dá na inovação, com a adoção de novas tecnologias para o negócio e a melhoria de processos já existentes.

Assim como no resultado geral, o Brasil entende que o alinhamento estratégico entre as ações de TI e os negócios (79% dos respondentes brasileiros) é essencial para o sucesso da organização.

Outra observação diz respeito ao interesse crescente dos CIOs brasileiros por novas tecnologias, como digital, analytics e cloud computing, sendo estes três considerados os segmentos de maior impacto para o negócio nos próximos dois anos, bem como os que receberão mais investimentos no mesmo período.

Segundo o vice-presidente da Assespro-SP, este tipo de pesquisa é fundamental e supre uma carência de estudos locais, sendo de grande interesse da associação a divulgação e colaboração com estudos deste gênero.

“Acredito que no médio prazo, após os reflexos da crise econômica, os CIOS brasileiros começarão a focar em soluções para os clientes para tentar apoiar a empresa como um todo, trazendo, assim, inovações para o cliente final. Neste sentido, deve se igualar à preocupação dos CIOs em nível global, os quais se mostram mais preocupados com os clientes”, finaliza Eduardo Nistal.

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Gartner: gastos mundiais com TI devem crescer 2,7% em 2017

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que os gastos mundiais com TI devem totalizar US$ 3,5 trilhões em 2017, um aumento de 2,7% em comparação a 2016. Entretanto, essa taxa de crescimento é inferior às projeções anteriores, que eram de 3%.

“2017 estava prestes a ser um ano de recuperação em gastos com TI. Algumas tendências importantes convergiram, inclusive Cloud, blockchain, negócios digitais e inteligência artificial. Normalmente, isso teria impulsionado os gastos com TI muito além do crescimento de 2,7%. No entanto, parte da incerteza política nos mercados globais promoveu uma estratégia de esperar para ver o que acontece, fazendo com que muitas empresas evitassem investimentos em TI”, explica John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

A Previsão de Despesas Mundiais de TI do Gartner é o mais importante indicador das principais tendências tecnológicas nos mercados de hardware, software, serviços de TI e telecomunicações. Por mais de uma década, executivos globais de TI e de negócios têm usado esses relatórios trimestrais altamente antecipados para reconhecer oportunidades e desafios de mercado e basear suas decisões de negócios críticas em metodologias comprovadas.

Despesas mundiais com dispositivos (PCs, tablets, ultraportáteis e celulares) devem permanecer estáveis em 2017, alcançando US$ 589 bilhões. Um ciclo de substituição no mercado de PCs, os preços altos e as funcionalidades dos ultraportáteis premium ajudarão a incentivar o crescimento em 2018. Os países emergentes irão impulsionar o ciclo de troca de telefones celulares, uma vez que os smartphones nesses mercados são usados como dispositivo principal de computação e substituídos com mais regularidade do que em regiões desenvolvidas.

O mercado mundial de serviços de TI crescerá 4,2% em 2017. Os investimentos dos compradores em negócios digitais, automação inteligente, e otimização e inovação de serviços continuam a impulsionar o crescimento no mercado, mas o cuidado na hora de comprar, alimentado por grandes desafios econômicos, continua a ser um contrapeso para um desenvolvimento mais rápido.

“A variação de crescimento das despesas será muito maior em 2017 do que nos últimos anos. Normalmente, o ambiente econômico provoca algum nível de divisão, no entanto, em 2017, isso é agravado pelo aumento dos níveis de incerteza”, afirma Lovelock. “O resultado dessa incerteza é uma divisão entre indivíduos e corporações que gastarão mais devido às oportunidades que surgem e aquelas que retrairão ou suspenderão os gastos com TI”.

Por exemplo, a criação agressiva de plataformas de computação em Nuvem por empresas como Microsoft, Google e Amazon é um item que está impulsionando a previsão feita para o mercado de servidores globais de atingir 5,6% de crescimento em 2017. Isso foi revisto em relação à previsão de crescimento de 3% no último trimestre, sendo um aumento suficiente para superar o esperado declínio de 3% em armazenamento externo controlado pela base e permitir que o segmento de sistemas de Data Center cresça 2,6% em 2017.

A metodologia de previsão de despesas de TI do Gartner depende fortemente da análise rigorosa das vendas de milhares de fornecedores em toda a gama de produtos e serviços de TI. O Gartner utiliza técnicas de pesquisa primária, complementadas por fontes de pesquisa secundárias, para construir uma base de dados abrangente de informações de tamanho de mercado para basear sua previsão.

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Gastos e investimentos em TI crescem menos em 2015 que nos anos anteriores, diz estudo da FGV/EAESP

As empresas estão investindo em Tecnologia da Informação nesse momento econômico pouco favorável para o País? Sim, estão, mas menos do que nos anos anteriores. Estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) mostra que as empresas aumentaram os gastos e investimentos em TI em 2015, mas num nível bem inferior aos dois anos anteriores. No ano passado, o crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O estudo aponta ainda que esses gastos e investimentos tiveram como foco a redução de custos e o aumento da produtividade.

Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2019, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade, em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016 – Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação: A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

Crise ou Recuperação em 2016 – Benefícios do uso de Tecnologia de Informação: A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o benefício buscado com uso de Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o foco do uso de Tecnologia de Informação vai se intensificar em redução de custo e aumento da produtividade. Se houver algum nível de recuperação, os benefícios de qualidade e inovação passam a ser buscados com o uso de Tecnologia de Informação.

Veja a íntegra do estudo.

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Gartner anuncia que gastos mundiais com TI devem diminuir 5,5% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que os gastos mundiais com TI devem atingir US$ 3,5 trilhões em 2015, um declínio de 5,5% em comparação com 2014. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontecerá nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Analistas atribuem a queda ao aumento do dólar americano. Em termos de moeda constante, o mercado deverá crescer 2,5%. Em abril, o Gartner havia previsto que os gastos com TI diminuiriam 1,3% em dólares americanos e cresceriam 3,1% na moeda constante. “Destacamos que este não é um colapso do mercado. São ilusões que grandes oscilações no valor do dólar americano em relação a outras moedas podem criar. No entanto, há efeitos secundários relacionados ao aumento do dólar. Os fornecedores têm que elevar os preços para proteger os custos e as margens dos produtos. Organizações e consumidores terão que tomar novas decisões de compra em função dos novos preços”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Garner.

A previsão de gastos mundiais com TI do Gartner é um dos indicadores das principais tendências tecnológicas, envolvendo hardware, software, serviços de TI e o mercado de telecomunicações. Por mais de uma década, os executivos globais e de negócios de TI têm usado esses relatórios trimestrais altamente qualificados para reconhecer oportunidades e desafios de mercado e basear suas decisões de negócios em metodologias comprovadas.

O segmento de serviços de comunicação continuará sendo um dos que mais investe em TI, com gasto de aproximadamente US$ 1,5 trilhão em 2015. Porém, essa área também está passando por revisões. A erosão nos preços e as ameaças competitivas estão impedindo o crescimento da receita na proporção do aumento do uso na maioria dos mercados nacionais.

No mercado de dispositivos, os telefones móveis continuam a liderar o segmento, com o crescimento da Apple nos telefones, especialmente na China, mantendo consistência nos gastos com telefones. No entanto, o crescimento global de unidades de smartphones deve começar a diminuir. Os mercados de PCs e tablets continuam a se enfraquecer. O aumento esperado de 10% no preço médio dos PCs em países com moeda impactada está avançando, atrasando as compras mais do que o esperado. Os níveis excessivos de estoques de PCs, especialmente na Europa Ocidental, precisam ser apurados, o que irá atrasar o inventário do Windows 10 na segunda metade deste ano.

No segmento de sistemas de centro de dados, espera-se que os mercados de armazenamento e rede tenham um crescimento mais fraco como resultado do aumento do dólar americano. Os orçamentos das empresas para sistemas de Data Center em gastos locais deverão se manter estáveis durante o ano, esperando-se que usuários estendam as vidas úteis dos produtos e adiem substituições como forma de compensar os aumentos de preços. O enfraquecimento geral do centro de dados de curto prazo é ligeiramente compensado por uma perspectiva mais positiva para o mercado de servidores. O mercado de serviços está se beneficiando de um ciclo de atualização de mainframe mais forte do que o esperado, bem como o aumento das expectativas de gastos de grande escala.

Os gastos com software empresariais vão reduzir 1,2% em 2015, com receita total de US$ 654 milhões. Segundo os analistas do Gartner, muitos fornecedores de software tentarão não aumentar os preços, porque o que conta no software como serviço é a participação no mercado, e não a rentabilidade. O aumento dos preços poderia levar os fornecedores de softwares para fora de um ciclo de vendas, e esses vendedores não podem perder clientes.

Os gastos com serviços de TI em 2015 têm previsão de diminuir 4,3%. O Gartner espera um aumento modesto em gastos com consultoria de 2015 e 2016. Os fornecedores demonstraram sua capacidade de estimular nova demanda dos compradores procurando ajuda com negócios de navegação e complexidades de tecnologia, particularmente relacionados à construção de empresas digitais. Porém, a previsão para os serviços de implementação foi reduzida levemente. Cada vez mais, os compradores preferem soluções que minimizem o tempo e o custo de implementação, estimulando a procura por métodos de entrega, implantação inovadora e soluções com menos custos e mais eficientes.

“A atividade de TI está mais forte do que o crescimento em gastos indicado. A diminuição do preço nos mercados principais, como comunicações e serviços de TI, e a mudança para a entrega como um serviço mascaram o aumento na atividade”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Garner.

Essas e outras pesquisas inéditas serão apresentadas na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que está com desconto especial de R$ 475,00 até dia 10 de junho. Para fazer sua inscrição, basta contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: gartner.com/br/security. O evento oferece às empresas um direcionamento estratégico sobre os atuais conflitos entre as novas oportunidades geradas pelos negócios digitais e a necessidade de proteção de dados, propondo soluções por meio da análise de cases, tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/security.

Anote em sua agenda
Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos – http://www.gartner.com/br/security
Data: 10 e 11 de agosto de 2015 (segunda e terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo – SP

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Gartner: gastos mundiais com TI devem chegar a US$ 3,7 trilhões em 2013

Os gastos mundiais com TI deverão totalizar US$ 3,7 trilhões, em 2013, um crescimento de 4,2% em relação ao ano passado, de acordo com a mais recente previsão do Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia. O número referente a 2013 foi revisado para cima, em relação a 3,8% na previsão do terceiro trimestre de 2012.

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Gartner: gastos mundiais com TI devem superar US$ 3,6 trilhões em 2012

O Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, afirma que os gastos mundiais com TI devem atingir os US$ 3,6 trilhões em 2012, um crescimento de 3% em relação ao ano passado. A projeção do Gartner para 2012 foi revisada em relação à previsão feita no último trimestre, que era de 2,5% de crescimento.

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