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Gartner convoca CIOs e Líderes Seniores de TI a assumirem o protagonismo da transformação digital

TI é a chave para a transformação digital nas organizações

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, convoca os CIOs (Chief Information Officers) e Líderes Seniores de TI a assumirem o protagonismo da transformação digital em suas empresas por meio de uma liderança 360°, com múltiplas direções e perspectivas e que detecta potenciais parcerias de negócios no ambiente interno e externo. Esse tema será apresentado no Gartner Symposium/ITxpo 2016, o maior e mais importante evento mundial do Gartner, que acontece entre 24 e 27 de outubro (Segunda a Quinta-Feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Assumir o protagonismo nesse sentido é pensar em múltiplas direções dentro e fora da empresa, refletindo, agindo e liderando de forma integral”, afirma Luis Claudio Mangi, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner e Chairman do Symposium/ITxpo 2016.

Durante o evento, o Gartner debaterá temas como otimização de custos em tempos voláteis, cloud, analytics, DevOps, segurança, TI Bimodal e os impactos da tecnologia na geração de resultados, uma vez que a transformação digital está acontecendo em todos os setores da empresa e influencia suas dinâmicas de modo geral. CEOs (Chief Executive Officers) e CIOs devem trabalhar em conjunto para mostrar aos outros setores o papel de TI e tornar seu trabalho mais eficiente.

“O mundo está em constante transformação e sendo construído à medida que cresce. Nossa missão no Gartner é acompanhar as tendências e o que está acontecendo no mundo para aconselhar e compartilhar conhecimento com nossos clientes”, explica Mangi.

Mais de 40 analistas do Gartner estarão no Symposium/ITxpo 2016, que terá sessões desenvolvidas de acordo com as prioridades dos CIOs e Líderes de Negócio e TI, encontros de CIOs e times; sessões de Signature Series com foco em tendências futuras; Jornadas do CIO, com uma agenda customizada com base em sua função e mandato atual; sessões exclusivas para os setores de Governo, Finanças e Varejo; Programa Mulheres em TI; histórias de sucesso reais contadas por seus pares e muito mais.

O Gartner Symposium/ITxpo 2016 oferece direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas em um momento de competição como o atual, em que a velocidade dos negócios digitais torna essencial a estratégia de enxergar o futuro em 360°. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP

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Gartner anuncia que algoritmos são essenciais para o crescimento da economia digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia que os algorítmicos são essenciais para o crescimento da economia digital, mas os líderes de TI, dados e negócios ainda têm dificuldade sobre o que fazer e como aplicar esse formato em seus negócios. O tema será debatido durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016, que acontece entre 24 e 27 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

De acordo com Alan Duncan, Diretor de Pesquisas do Gartner, as organizações serão valorizadas não apenas por seus Big Data, mas também pelos algoritmos que transformam os dados em ações e, consequentemente, melhoram a experiência do cliente.

“Negócios baseados algorítmicos são fundamentais para ter vantagem competitiva. Até 2018, mais de 50% das grandes organizações competirão globalmente utilizando Analytics avançado e algoritmos patenteados, causando grandes transformações em indústrias por completo”, afirma o analista.

O analista do Gartner destaca os cinco principais itens que CIOs (Chief Information Officers) e CDOs (Chief Data Officers) devem saber sobre os negócios baseados em algorítmicos:

O uso de algoritmos não é novidade – Algoritmos têm sido o foco dos sistemas de controle de manufatura, automação de marketing e gerenciamento de campanhas, além de terem desempenhado papel fundamental em serviços financeiros nos últimos anos. Há agora um aumento no uso de algoritmos conforme pesquisadores desenvolvem maneiras de torná-los mais inteligentes e eficientes na utilização de recursos de dados novos ou ainda inexplorados.

Negócios algorítmicos são diferentes de Business Intelligence – BI (Business Intelligence) tem como foco a análise de dados para descrever e entender eventos anteriores, preferencialmente com o objetivo de prever oportunidades e desafios futuros. Já os algoritmos geram impacto em tudo o que se faz, incluindo planejamento, controle, Internet, mídias sociais, e-commerce e automação de fábricas. Business Intelligence é apenas uma parte disso e certamente será afetada como todo o restante.

As vantagens dos algoritmos são velocidade e escala – Os algoritmos funcionam em uma velocidade e escala que não podem ser facilmente combinadas simplesmente ao aumentar a mão de obra humana. Conforme os negócios digitais se fortalecem, o aumento do uso de algoritmos representa a forma mais eficiente e econômica de tratar os volumes de dados e de explorar os números crescentes dos momentos de negócios emergentes.

O índice acelerado de mudança tecnológica está levando à emergência de negócios algorítmicos – As rápidas mudanças tecnológicas, os níveis crescentes de conectividade entre indivíduos, negócios e dispositivos inteligentes e o aumento da volatilidade e do fluxo do mercado favorecem o uso elevado de sistemas não-humanos a fim de identificar e explorar oportunidades. As tendências secundárias, como computação em Nuvem, conectividade onipresente, aumento dos dispositivos inteligentes conectados e de dados e a aceitação social crescente de atividades lineares e das soluções baseadas em tecnologia, contribuem para a elevação da receptividade enquanto fornecem infraestrutura para oferecer suporte à coleta e análise de dados em uma escala até agora considerada impossível.

Negócios algorítmicos criam oportunidades e riscos para colaboradores – As oportunidades são a capacidade de automatizar e aplicar velocidade e escala para gerenciar novas transações de forma precisa, apropriada e personalizada, enquanto os riscos estão relacionados às considerações éticas, como questionar se é o certo a se fazer e quais são as consequências inesperadas. “Para muitas indústrias baseadas em conhecimento que têm como foco a prática, como direito e medicina, os algoritmos ameaçam o status e a permanência de consultores, líderes e outros profissionais por terem a capacidade de mudar a economia do trabalho de conhecimento de nível básico, como a busca por antecedentes legais”, diz Duncan.

Há preços diferenciados para incrições de profissionais do setor público e descontos para grupos para o Gartner Symposium/ITxpo 2016. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: gartner.com/br/symposium

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Gartner orienta empresas para atendimento a clientes ‘Não-Humanos’

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia nova tendência e orienta empresas sobre como responder a clientes “Não-Humanos”. Com o crescimento no uso de dispositivos e de Internet das Coisas (IoT), os analistas do Gartner indicam que líderes de TI devem aprender a oferecer suporte ao “serviço das coisas”. Detalhes sobre esse novo mundo digital serão apresentados durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016, que acontece entre 24 e 27 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“É fundamental identificar o nível de inteligência das ‘Coisas’ que provavelmente serão seus clientes”, alerta a analista Jenny Sussin, Diretora de Pesquisas do Gartner. Segundo a especialista, bilhões de Coisas — prédios, máquinas, dispositivos e outros materiais integrados com sensores — começarão a solicitar suporte em nome de clientes humanos já nos próximos dois anos. “Portanto, as empresas precisam começar a se preparar para esse novo cenário”, diz.

“As Coisas irão variar no nível de maturidade, bem como em termos de complexidade das solicitações de serviços e da necessidade de intervenção humana, uma vez que todos passarão a exigir diferentes demandas das empresas junto a suas áreas de atendimento a clientes”, afirma. O nível de inteligência das Coisas que se tornam clientes pode ser classificado usando três categorias: Fixa, Adaptável e Autônoma. As Coisas podem funcionar de forma substituível, dependendo de suas necessidades.

As Coisas Fixas como clientes já existem em ambientes B2B e B2C e continuarão a gerar impacto em todos os setores em um volume muito maior nos próximos três anos. Coisas solicitam apenas um tipo específico de serviço ao cliente, geralmente pré-definido pelos clientes humanos conforme suas necessidades. As pessoas definem as regras que são então utilizadas pelas Coisas para executar as solicitações de suporte. Coisas Fixas usam regras simples de raciocínio. Além disso, as Coisas podem identificar e fazer solicitações. Elas já sabem seu limiar de suprimento ou serviço e seu produto ou condição de serviço.

Como exemplo, a analista cita a Preventice Solutions’ BodyGuardian Heart que é um monitor externo sem fio para permitir a equipes médicas monitorar pacientes enquanto eles estão em seus ambientes normais. O monitor envia informações sobre o ritmo cardíaco para o Centro de Monitoramento da Preventice Services e pode solicitar suporte ao cliente quando anormalidades são detectadas.

As Coisas Adaptáveis como clientes já estão presentes em alguns ambientes B2B, como nos setores de agricultura, automotivo, serviços financeiros, saúde, TI, transporte e serviços de infraestrutura nos próximos três anos. As Coisas podem escolher entre provedores de serviço ou canais concorrentes, decidindo com qual deles trabalhar com base em regras pré-definidas. As pessoas definem as regras e as Coisas recebem a função de tomar decisões. Além das capacidades das Coisas Fixas, Coisas Adaptáveis podem entender variações de opção, limiares de preço/orçamento e critérios de seleção de preferência.

A Sensores Ambyint, que monta bombas de poços de petróleo, é um exemplo que alerta os gerentes operacionais de problemas com o maquinário ou com o local e recomendam soluções automaticamente ou com intervenção humana.

As Coisas Autônomas têm, no mínimo, a probabilidade de ser uma preocupação imediata para organizações de serviços orientadas a clientes, apesar de também ter seu uso em ambientes de serviços financeiros para comercialização com base em algoritmo. As Coisas podem solicitar suporte ao identificar novas necessidades dos clientes com base em contexto e em preferências, aprendidas junto aos próprios consumidores. Coisas Autônomas recebem diretrizes básicas, mas possuem mecanismos previsíveis e normativos, já com recursos de aprendizado de máquina para que elas se tornem mais inteligentes conforme os interesses dos clientes. Além das capacidades de Coisas Adaptáveis e Coisas Fixas, as Coisas Autônomas recebem instruções específicas sobre o que podem e não podem fazer, legalmente e, inclusive, eticamente.

A analista indica que um exemplo possível seria um carro inteligente que sabe que precisará realizar a troca de óleo nos próximos 2.000 quilômetros. O carro saberia que seu proprietário normalmente dirige essa distância em um mês, portanto, ele tem esse período para identificar a melhor loja para realizar a troca de óleo. Sem impactar o proprietário, o agendamento seria automático diretamente com a equipe de serviço da loja, tratando de todos os detalhes relevantes e solicitações, bem como o pré-pagamento.

Esse cenário totalmente novo para a maioria das empresas brasileiras será apresentado durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016. Até 16 de setembro, as inscrições para o Gartner Symposium/ITxpo 2016 estão com desconto de R$ 675,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: gartner.com/br/symposium

Sobre o Gartner Symposium/ITxpo 2016

O Gartner Symposium/ITxpo é o mais importante encontro de CIOs e executivos estratégicos de TI. O evento traz conteúdo independente e objetivo com a autoridade do líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia e fornece acesso às mais recentes soluções dos principais fornecedores de tecnologia. O Symposium/ITxpo anual do Gartner é um componente essencial dos esforços de planejamento dos participantes. Eles contam com insights sobre como suas empresas podem utilizar a tecnologia para atender aos desafios dos negócios e aprimorar sua eficiência operacional. Para mais informações, acesse gartner.com/br/symposium.

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Gartner anuncia aumento de computação em Nuvem

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia que, até 2020, empresas que não utilizam computação em Nuvem serão tão raras quanto as que hoje não utilizam Internet. As estratégias de Cloud-first e Cloud-only vêm substituindo a postura defensiva de não adotar a computação em Nuvem que dominou muitos dos grandes provedores nos últimos anos. Hoje, a maioria das inovações tecnológicas para fornecedores é centrada em Cloud (Nuvem) com o propósito claro de retroalimentar a tecnologia das soluções locais. Esse tema será amplamente debatido no Symposium/ITxpo 2016, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, que acontece entre 24 e 27 de outubro (Segunda a Quinta-Feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“Muitas empresas sem computação em Nuvem acabam utilizando Cloud de forma despercebida ou inevitável, uma postura que se tornará cada vez mais insustentável. A Nuvem se tornará a opção padrão para a implantação de software e o mesmo acontecerá com os programas customizados, que vêm sendo cada vez mais desenvolvidos para algumas variações de Nuvens Públicas ou Privadas”, afirma Jeffrey Mann, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Isso não significa que tudo será baseado em Cloud. As preocupações permanecerão válidas em alguns casos. No entanto, a prática de não ter nada baseado em Nuvem irá desaparecer em grande parte. A Nuvem será comumente utilizada de forma híbrida, mas isso exige que a Nuvem Pública faça parte da estratégia geral. Os provedores de tecnologia poderão partir do princípio de que seus clientes serão capazes de utilizar recursos em Nuvem.

Segundo o Gartner, até 2019, mais de 30% dos novos investimentos em software pelos 100 maiores fornecedores terá mudado de Cloud-first para Cloud-only. A postura atualmente bem estabelecida do uso de Cloud-first no planejamento e design de software está sendo gradualmente substituída pela estratégia Cloud-only. Isso também se aplica aos cenários de Nuvem Híbrida e Privada.

“Os recursos mais modernos de TI estarão disponíveis apenas em Nuvem, fazendo com que as empresas mais relutantes se aproximem da adoção da tecnologia. Enquanto algumas aplicações e dados permanecerão presos nos formatos mais antigos, soluções novas serão baseadas em Nuvem, aumentando a demanda de integração de diferentes infraestruturas”, afirma Yefim V. Natis, Vice-Presidente e Fellow do Gartner.

“Empresas rígidas não são capazes de produzir soluções ágeis de TI. Conforme a entrega se torna mais em Nuvem, a maioria das empresas de TI precisa se reorganizar para refletir a realidade comercial de Cloud Computing: inovações e mudanças contínuas, integração abrangente, concorrer com provedores de Nuvem em algumas iniciativas e predomínio crucial da influência no lugar do controle na relação do TI com diversos ramos de negócios. Embora, historicamente, a maior concorrência dos provedores de serviços externos seja o TI interno, com mudanças de gastos, reorganizações estruturais e as realidades comerciais supracitadas, os provedores de Nuvem ganharão a posição de destaque”, completa Natis.

Até 2020, mais poder computacional terá sido vendido por provedores IaaS (Infrastructure as a Service) e PaaS (Platform as a Service) em Nuvem do que tecnologias vendidas e implementadas em Data Centers corporativos. O mercado de IaaS tem demonstrado um crescimento de 40% na receita por ano desde 2011 e a previsão é de que continue crescendo mais de 25% por ano até 2019. Até o mesmo ano, a maioria das máquinas virtuais serão entregues pelos provedores de IaaS. Até 2020, a receita de IaaS e PaaS irá ultrapassar US$ 55 bilhões, passando o faturamento dos servidores.

“Com o crescimento das ofertas de computação bimodal e provedores de Nuvem, os Data Centers corporativos definidos por software se tornaram menos importantes do que o desenvolvimento de uma capacidade sólida de gestão de multiprovedores. Embora em volume reduzido, a maioria das empresas continuará utilizando tecnologias locais (on-premises) ou hospedadas em seu Data Center. No entanto, conforme o poder computacional migra para os provedores de IaaS, as empresas e fornecedores precisam focar na gestão e alavancagem da combinação híbrida das arquiteturas on-premises, off-premises, Nuvem e não Nuvem, com foco na gestão da capacidade entregue em Nuvem de forma eficiente e eficaz”, completa Thomas J. Bittman, Vice-Presidente e Analista Emérito do Gartner.

O Gartner Symposium/ITxpo 2016 oferece aos CIOs e executivos seniores de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas em um momento de competição como o atual, em que a velocidade dos negócios digitais torna essencial a estratégia de enxergar o futuro com uma ampla visão.

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