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Brasil é um dos principais países com serviços offshore de TI, afirma Gartner

O Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, identificou as 30 principais localidades offshore para serviços de TI. Neste ranking, o Brasil está em segundo lugar na América Latina, tendo o México, em primeiro, e a Argentina, em terceiro lugar. Os fornecedores de serviços de TI estão investindo em localidades alternativas ao redor do mundo, com o objetivo de atenderem às necessidades de empresas multinacionais. Esta tendência será apresentada durante o Gartner Symposium ITxpo 2012, que acontece nos dias 29, 30 e 31 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Além destas 30 localidades, o Gartner aponta que mais 50 países já iniciaram atividades para estabelecerem um ambiente atrativo às empresas que querem investir em regiões com baixo custo ou se tornarem a “casa” dos fornecedores de serviços externos.
“Oportunidades de negócios estão crescendo em mercados emergentes e isto faz com que as empresas reavaliem suas escolhas de entrega global. Os fornecedores de serviços externos estão reconfigurando suas estratégias para ter maior alcance geográfico na medida em que novas localidades surgem”, afirma Cassio Dreyfuss, chairman do Gartner Symposium ITxpo 2012.

Atualmente, 63% das empresas usuárias de serviços de TI utilizam localidades na América Latina, 55% delas usam na Europa, Oriente Médio e África (EMEA) e 63% servem-se na Ásia e no Pacífico. A tabela abaixo apresenta as três principais localidades em cada região. Empresas da Europa Ocidental usam, predominantemente, a Índia (35%), Polônia (21%), Brasil (18%) e China (16%).
Novas localidades como Brasil, Polônia e Malásia melhoram a capacidade de entrega dos fornecedores, embora estes não pretendam substituir a Índia. As empresas, tradicionalmente situadas na Índia, estão estabelecendo modelos de entrega globais para altos volumes de recursos, com as habilidades, fuso horário e preços corretos para atender às necessidades dos clientes.

O Gartner afirma que estas localidades alternativas ganharão importância quando os clientes se atentarem às habilidades, como língua local e melhor compatibilidade cultural, e aos benefícios da proximidade, que devem gerar redução no tempo de viagens e fusos horários mais próximos para comunicação.

Os fornecedores estão começando a parar de investir na Índia e terão como objetivo criar uma “massa crítica” com estes centros. Isto permitirá a eles estabelecerem uma rede global, por meio da combinação de metodologias, ferramentas, processos e procedimentos em comum para ter consistência de entrega aos clientes, independente de onde estejam.

Ao mesmo tempo, a globalização dos negócios e suas oportunidades significam que os líderes operacionais e de fornecimento devem considerar, cuidadosamente, como os seus negócios precisam mudar para operar em diferentes localidades e como estas mudanças podem ser apoiadas.

Para determinar a efetividade do modelo de entrega de um fornecedor global de serviços, o Gartner aplica 10 critérios-chave:
• Gama de serviços
• Qualidade e profissionalismo
• Expertise de domínio
• Capacidade de resposta
• Inovação
• Preços
• Processo/metodologia de entrega
• Gestão do conhecimento
• Práticas contratuais
• Flexibilidade comercial e maturidade

Apesar do amplo uso de serviços offshore, muitas empresas se esforçarão para escolher fornecedores críticos e enfatizarão os custos como fator dominante em serviços entregues globalmente. Baseando-se nos 10 critérios-chave para avaliar e comparar a efetividade dos modelos, os analistas demonstrarão no Gartner Symposium ITxpo 2012, como as empresas podem aprimorar suas chances de encontrar um fornecedor que atenda às mais diversas necessidades de serviço.

As inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 3074-9724 / 3073-0625 ou pelo email brasil@gartner-la-events.com. Até o dia 25 de outubro, será concedido desconto especial de R$ 120,00.

As 30 principais localidades para serviços offshore, em ordem alfabética, são:
Américas: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México, Peru e Uruguai
Ásia/Pacífico: Bangladesh, China, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia e Vietnã
Europa, Oriente Médio e África: Belarus, Bulgária, República Tcheca, Hungria, Ilhas Maurício, Marrocos, Polônia, Romênia, Rússia, Eslováquia, África do Sul, Turquia e Ucrânia

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Gartner esclarece cinco mitos sobre a nuvem privada

Para ajudar a identificar o real valor da nuvem privada para os líderes de TI, o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, explica cinco percepções incorretas sobre ela e apresenta o tema na vertente de infraestrutura de operações do Gartner Symposium ITxpo 2012, nos dias 29 a 31 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Segundo o Gartner, o “hype” em torno da computação em nuvem privada está criando percepções erradas sobre o Cloud. O crescimento da nuvem privada está sendo influenciado pelo aumento de sua oferta, pela rápida expansão da virtualização e pela pressão por implantações rápidas e baratas de TI. “As áreas de Tecnologia da Informação têm que tomar cuidado para evitar o “hype” e devem concentrar os esforços na computação em nuvem privada que agrega valor ao negócio”, diz Cassio Dreyfuss, chairman do Gartner Symposium ITxpo 2012.
A seguir, o Gartner apresenta cinco realidades sobre a nuvem privada:

1. Nuvem privada não é virtualização

A virtualização facilita a reunião e realocação de recursos de infraestrutura de maneira dinâmica (servidores, desktops, storage, redes, middleware etc.). Pode ser realizada de outras maneiras como, por exemplo, com máquinas virtuais, sistemas operacionais ou contêineres de middleware, softwares de abstração de storage, de computação em grid e ferramentas de escala horizontal e cluster. A computação em nuvem privada aproveita a virtualização para criar um serviço e é usada apenas por uma empresa. Também pode ser compartilhada com outras companhias, mas deve garantir o completo isolamento desta organização em relação às demais.

2. A nuvem privada não significa só redução de custos

As empresas podem reduzir custos com a nuvem privada quando eliminam tarefas repetitivas para serviços padrão. Este tipo de Cloud Computing pode realocar recursos de maneira mais eficiente para atender aos requisitos organizacionais, reduzindo custos de capital para hardware. Mas, a nuvem privada requer investimentos em software de automação e a economia não deve justificar o custo. Os benefícios da automação e medição ligadas à sua utilização são a agilidade, a rapidez de comercialização, as habilidades de dimensionamento de uma demanda dinâmica e de experimentação da unidade de negócios.

3. A nuvem privada não é, necessariamente, instalada localmente

Este tipo de computação em nuvem é definida por privacidade, não por locação, propriedade ou responsabilidade do gerenciamento. Enquanto a maioria das nuvens privadas é instalada localmente (baseadas na evolução dos investimentos existentes em virtualização), uma porcentagem crescente será terceirizada e/ou não instalada localmente. As nuvens privadas de terceiros terão uma definição mais flexível de “privacidade”. Deverão compartilhar as instalações de Data Center, os equipamentos ao longo do tempo (a partir de um conjunto de recursos disponíveis) e recursos, mas sempre isolados por redes privadas virtuais (VPNs).

4. A nuvem privada não é apenas Infraestrutura como Serviço (IaaS)

A virtualização de servidores é uma grande tendência e, portanto, um importante elemento para a computação em nuvem privada. Porém, ela não se limita a IaaS. Por exemplo, com ofertas de desenvolvimento e testes permitindo uma Plataforma como Serviço (PaaS) de alto nível, elas fazem mais sentido do que um simples serviço de máquinas virtuais. Hoje em dia, o IaaS é o segmento que mais cresce em Cloud Computing. Ele fornece o menor nível de recursos de Data Center em termos de facilidade de consumo e não muda a forma como a TI é feita. Os desenvolvedores usarão PaaS para criarem novas aplicações projetadas para a nuvem, que produzem novos serviços, diferenciando-se quando comparadas às antigas.

5. A nuvem privada não será sempre privada

Os analistas do Gartner afirmam que a nuvem privada é uma “medida provisória”. Ao longo do tempo, a nuvem pública irá amadurecer, aprimorar os níveis de serviço, de segurança e gerenciamento. Além disso, surgirão novos serviços voltados a requerimentos específicos. Algumas nuvens privadas se moverão completamente para a nuvem pública. Entretanto, a maioria de suas capacidades evoluirá para permitir o Cloud híbrido, expandindo a capacidade efetiva da nuvem privada de alavancar serviços da nuvem pública e recursos de terceiros. Por ter começado pela nuvem privada, a TI está se posicionando como uma “corretora” para todos os serviços oferecidos à empresa, sejam eles privados, públicos, híbridos ou tradicionais. Uma nuvem privada que evolui para a híbrida ou pública pode reter a propriedade do seu autosserviço e, consequentemente, retém o cliente e a interface. Esta é uma parte da visão para o futuro da “TI híbrida”.
Saiba mais sobre estes tópicos no Gartner Symposium ITxpo 2012. As inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 3074-9724 / 3073-0625 ou pelo email brasil@gartner-la-events.com. Até o dia 25 de outubro será concedido desconto especial de R$ 120,00.

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