Tag FOXBIT

Como a tecnologia do blockchain ajuda a barrar corrupção

Por Guto Schiavon

Operação Lava Jato, delações premiadas e investigações da Polícia Federal são algumas das frases mais repetidas pelo Brasil nos últimos meses. É de conhecimento de todos que a corrupção assola o país e, a cada dia, novos escândalos nos surpreendem, deixando a situação política e econômica cada vez mais instável.

Infelizmente, não é só o Brasil que sofre com esse problema. Segundo levantamento da ONG Transparency Internacional, mais de seis bilhões de pessoas vivem em países afetados por esse grave problema. Porém, países extremamente corruptos, como Malásia e Honduras, estão querendo recuperar suas economias por meio da ajuda de um novo tipo de tecnologia: o bitcoin.

Você deve estar se perguntando – “qual é a relação entre bitcoin e corrupção? As moedas virtuais são mais transparentes? ” Esse texto fala exatamente sobre isso e acho essencial esclarecer algumas dúvidas.

Primeiramente, o bitcoin é uma moeda digital protegida por uma criptografia especial, sendo chamada também de criptomoeda. É importante destacar que as transações de bitcoins são realizadas por meio da tecnologia do blockchain, que é uma base de dados com cópias idênticas que são distribuídas e controladas por computadores diversos, que são as partes envolvidas nas transações.

Assim, pode-se afirmar que o bitcoin é uma moeda cujo uso é independente de bancos ou outras instituições financeiras. Nesse caso, a tecnologia do blockchain é utilizada para gravar todas as operações realizadas, desde a primeira, garantindo que elas são rastreáveis, não duplicadas ou fraudulentas.

Para facilitar o entendimento, deve-se lembrar que uma transação financeira deve ter duas informações principais: a quantidade de dinheiro e quem deverá recebê-lo. No bitcoin essas informações são enviadas na transação, de forma pseudoanônima, e quando a transferência é realizada, esse registro vai para um banco de dados gigante, transparente e imutável. Ou seja, o blockchain nada mais é do que um histórico encadeado de todas as transações feitas com o bitcoin, desde a primeira, realizada em 2009. Por isso, afirma-se que as transações da moeda digital são extremamente seguras.

Hoje, quando você paga seus impostos, não há como garantir para qual área do governo ele vai. Além disso, existe um grande risco desse dinheiro ir para o bolso de algum parlamentar. Com uma economia baseada em bitcoin, seria possível rastrear todo o destino do dinheiro, desde quando ele sair do seu bolso, até o destino final. Com isso, conseguiríamos diminuir de forma gigantesca a corrupção, visto que qualquer bitcoin fora do endereço de destino seria facilmente identificado e denunciado pela população.

Para finalizar, é possível perceber que o bitcoin é uma moeda transparente e pode se tornar uma alternativa surpreendente para o combate à corrupção. Infelizmente essa situação nos leva a pensar na seguinte pergunta: o que falta para o Brasil adotar o bitcoin e utilizar a tecnologia blockchain? É o que todos nós queremos saber.

Guto Schiavon é COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins da América Latina.

Tags, , , ,

Bitcoin: de ouro digital à moeda do futuro – Por Guto Schiavon

Foi em 2009, no ápice da crise financeira mundial, que surgiu um pseudônimo em um fórum de cypher-punk apresentando “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System”, o que pode ser traduzido para Bitcoin: Um dinheiro eletrônico ponto a ponto.

Para entendermos o que é bitcoin é necessário entender que todo o dinheiro que usamos hoje precisa de um emissor centralizado, algo como um Banco Central ou Casa da Moeda. Além disso, é preciso saber que toda transação monetária também passa por uma entidade governamental ou privada, mas sempre centralizada, como o Paypal ou o banco do aplicativo que você tem instalado em seu smartphone.

O bitcoin veio para desconstruir todo esse conceito de terceira parte de confiança. Ele é o que chamamos de criptomoeda, ou seja, baseado em criptografia, digital, descentralizado e tem sua emissão prevista e controlada. Tem uma semelhança muito grande com o ouro, que é escasso, precificado por oferta e demanda e não é emitido por nenhum governo, simplesmente é minerado. Alguns especialistas até chamam o bitcoin de ouro digital ou ouro 2.0.

Circulando na internet, o bitcoin pode ser transferido ponto a ponto ou de pessoa para pessoa, sem que seja necessária uma terceira para garantir que aquela moeda não seja falsa ou esteja sendo gasta duas vezes. Afinal, como é algo digital, poderia muito bem ser copiada com um Ctrl+C e Ctrl+V.

Isso não acontece porque a criptomoeda tem o que chamamos de blockchain, que nada mais é do que um livro-caixa ou uma espécie de planilha do Excel que registra todas as transações que aconteceram na rede, de forma transparente e imutável. É importante frisar o conceito imutável, pois é isso que torna o blockchain uma tecnologia extremamente segura e que está sendo explorada por grandes empresas nos últimos tempos, para manter registros de operações financeiras, imóveis, entre outros.

O blockchain é muito seguro pois existem os mineradores. Diferente do que se imagina, não são pessoas com picaretas quebrando pedras, inclusive, se o termo fosse auditores, seria mais fácil de explicar. Esses auditores fazem o processo de verificar todas as transações que estão ocorrendo na rede bitcoin, ou seja, basicamente veem a origem da transação, verificam se ela não é falsa, se não está sendo gasta duas vezes e atualizam os saldos de quem está enviando e de quem está recebendo a moeda virtual. A cada dez minutos, encapsulam tudo isso em um bloco e informam a todos os pontos que aquelas transações são legítimas e descartam as ilegítimas. Esse processo é feito na internet, utilizando máquinas específicas, como se fosse o protocolo torrent, totalmente peer-to-peer.

Toda essa introdução ao que é bitcoin, blockchain e mineração serve para mostrar porque a moeda virtual já deu certo e, no futuro, a tendência é que sua aceitação melhore cada vez mais. Hoje, muitas instituições financeiras e empresas de tecnologia investem diretamente ou indiretamente no bitcoin, para utilizar a tecnologia do blockchain. Eles querem uma maneira segura e mais barata de realizar registros públicos e imutáveis, como uma espécie de cartório 2.0, ou também uma maneira mais rápida e segura de realizar transações financeiras entre países, abolindo o famoso Swift (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication), Sociedade de Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais.

Para se ter uma ideia, de acordo com a PwC, até o final de 2016, bancos e fundos de investimento já haviam investido mais de 1,4 bilhões de dólares em startups de bitcoin e blockchain pelo mundo. Além disso, hoje o bitcoin já possui um valor de mercado de 46 bilhões de dólares, algo ainda pequeno se comparado ao setor financeiro em geral, mas isso mostra a possibilidade de crescimento da criptomoeda.

Durante esses oito anos que o bitcoin tem sido testado pelo mundo, sua segurança e confiabilidade já foram provadas pelos usuários e empresas que a utilizam, mas agora o maior desafio da tecnologia é provar sua escalabilidade. Nos últimos meses, uma adesão em massa ao bitcoin, somada a ataques de SPAM na rede, fizeram com a rede ficasse congestionada de pequenas transações, encarecendo a taxa paga aos mineradores para realizar as auditorias. Hoje, essa taxa está por volta de 0,001 bitcoin ou R$10, valor baixo se você for transacionar milhões, mas uma taxa alta se você for fazer micro transações.

Felizmente, estão trabalhando em soluções de escalabilidade, programadores de todo o mundo sugerem novas especificações técnicas, métodos de aumentar a capacidade da rede e até novas camadas para fazer as transações do dia a dia e deixar o bitcoin somente para os fechamentos e conciliações.

Assim, acredito que o bitcoin é, sem dúvidas, o dinheiro do futuro. Esse novo agente monetário veio para revolucionar a maneira como guardamos, ganhamos e gastamos nossa renda. Por isso, é essencial ficarmos de olho nos movimentos do mercado e acompanhar esse crescente da criptomoeda no país.

Guto Schiavon é COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins do Brasil.

Tags, , ,

Quem controla as moedas digitais? – Por Guto Schiavon

Você quer investir em moedas digitais, como por exemplo os bitcoins, mas está inseguro ou tem dúvidas sobre a regulamentação? Vou te ajudar! Os bitcoins são reconhecidos por ser uma nova forma de se fazer negócios e as moedas digitais representam um grande desafio para as instituições que estão acostumadas com transações apenas com moedas tradicionais. E algo que muitas vezes é questionado é como funciona a regulamentação das moedas digitais.

Um dos maiores debates sobre criptomoedas é quanto à sua regulamentação. Apesar de serem autônomas ou livres no que tange aos interesses governamentais, para serem utilizadas em territórios específicos, devem seguir uma série de normativas. Apenas assim serão garantidos os direitos e deveres por lei, tanto para quem as utiliza quanto para as instituições financeiras.

Os bitcoins, por exemplo, são produzidos de maneira independente, ou seja, não há um órgão específico para essa finalidade. A produção da moeda é feita de forma controlada e previsível: o planejado é que sejam feitas cerca de 21 milhões de moedas, de forma decrescente até os próximos 30 anos.

Assim, em algum momento do futuro, essa produção terminará e, por isso, é simples de entender que haverá uma quantia finita de moedas. O que pode aumentar seu valor, de acordo com a ideia da oferta e procura dos mercados. Um dos grandes desafios que o bitcoin representa às instituições tradicionais diz respeito à sua própria conceituação. Afinal, o que são essas moedas? Um protocolo, uma commodity, uma propriedade?

Com o passar dos anos, os governos dos mais variados países estão tentando disciplinar seu uso. E a principal questão é: como regularizar algo completamente diferente de tudo que conhecemos? Demarcar os bitcoins em um conceito específico implica várias consequências, as quais ainda são desconhecidas dos especialistas em finanças e dos governos federais.

Entre os ensaios recentes para regulamentar os bitcoins, o Governo dos Estados Unidos vêm sendo um dos pioneiros. Contudo, é importante saber que, em certos aspectos, o governo americano tem falhado na tarefa. Isso se deve ao fato seguir uma linha tradicional quanto à regulamentação de bitcoins, em comparação com outros países. A lógica de pensamento norte-americana visa, muito mais, à obediência da nova moeda ao estado, em detrimento da noção de que os bitcoins podem alterar de vez a economia mundial.

Nesse sentido, vários outros países já passaram à frente dos Estados Unidos. Hoje, por exemplo, o Reino Unido já apresenta uma unificação da moeda com seu governo muito mais satisfatória do que o que fora efetivado nos EUA.

A Grã-Bretanha e a Irlanda do Norte, já foram criados marcos regulamentares que dirigem tanto o lado do consumidor quanto a inovação proposta por startups e outras instituições envolvidas.

No Japão, o bitcoin já é um meio de pagamento legal, isento de imposto de movimentação financeira, e você paga qualquer coisa no país, inclusive impostos estatais. Hoje, no país asiático cerca de 4.500 locais já aceitam a criptomoeda e até meados de julho, esse número saltará para 260mil lojas. Não podemos esquecer de mencionar que já é possível comprar eletrônicos usando esse tipo de pagamento.

Mas ainda o que muitos podem questionar é: quais são as vantagens da regulamentação de bitcoins?

Apesar de um dos principais atrativos dos bitcoins ser a sua independência de governos, especialistas e usuários da moeda discutem a importância de uma regulamentação dizendo que ela poderá trazer uma série de benefícios para quem utiliza a moeda digital. E com a regulamentação, fundos de investimento e investidores qualificados poderiam investir na moeda digitas, fomentando e trazendo mais liquidez para o bitcoin.

Os bitcoins são moedas digitais novas e muito pouco entendidas por instituições financeiras tradicionais. No entanto, com o passar do tempo, essas entidades têm, cada vez mais, aderido à nova lógica proposta pela criptomoeda. A tendência é que a regulamentação de bitcoins seja feita por alguns países, incluindo o Brasil no longo prazo, o que poderá trazer benefícios ou malefícios ainda desconhecidos para quem as utiliza.

Guto Schiavon, COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins do Brasil.

Tags, , ,

FOXBIT realiza terceira edição do MeetUp Bitcoin

e9acde2d9400e711d26a6e9df9f69ef3
A FOXBIT, maior corretora de bitcoins do Brasil, realiza a 3ªedição do Meetup Bitcoin São Paulo. Na noite da próxima terça-feira (11), Marco Carnut (Tempest e Coinwise), Edilson Osorio (OriginalMy.com), Fausto Botelho (Enfoque e Com Stop), Rodrigo Mendes (LipperHub), Safiri Felix (Safiri Felix) e Guilherme Rebane (Trader) se reúnem aos sócios da FOXBIT para discutir sobre os aspectos tecnológicos e desafios de trading na área de bitcoin no Brasil.

O evento terá dois painéis, o primeiro com o tema Desafios tecnológicos do bitcoin e irá discutir sobre a tecnologia por trás do bitcoin e quais são os maiores desafios encontrados no setor. Já o segundo painel, Bitcoin como investimento e trading, discutirá sobre como a criptomoeda pode ser uma alternativa para investimentos. “O bitcoin ainda é pouco discutido no Brasil e as pessoas muitas vezes não entendem o leque de possibilidades que temos com a criptomoeda, ela já pode ser usada para pagamentos e também como uma forma de investimento, e é isso que queremos mostrar”, comenta João Paulo Oliveira, sócio cofundador da FOXBIT.

O evento acontecerá no Auditório da Telefônica – VIVO, R. Martiniano de Carvalho, 851 – Bela Vista, com um welcome coffee às 19h30 e início às 20h, e após as apresentações acontecerá um happy hour de networking. O Meetup será transmitido ao vivo pelo foxbit.com.br/aovivo. A 3ª edição do Meetup Bitcoin tem o custo de R$ 12,00 e a inscrição deve ser realizada pelo site foxbit.com.br/meetup.

Tags, ,

O bitcoin pode ser mais seguro que o banco? – Por Guto Schiavon

unnamed (15)

O bitcoin vem inovando cada vez mais a forma de se fazer negócios. Hoje em dia, a moeda digital pode ser usada para os mais diversos tipos de investimentos e, de quebra, é aceita por diversas instituições financeiras. Com a alta da popularidade conquistada atualmente, surge uma dúvida: um investimento feito com a criptomoeda pode ser mais seguro do que em bancos?

É exatamente sobre isso que vamos falar neste texto! Abaixo, pontuei algumas curiosidades importantes para ajudar a resolver a dúvida de muitas pessoas:

Os benefícios do uso de bitcoins: em uma época em que os grandes bancos internacionais entraram em crise, os bitcoins vieram realmente para ficar e, consequentemente, mudar o paradigma monetário. As moedas digitais estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, e a tendência é que seu valor aumente muito nos próximos anos;

Autonomia: entre seus benefícios, está o fato de ser autônoma, ou seja, não ter vínculo com bancos ou Estados. Assim, a moeda é um grande chamariz para aqueles que desejam fugir de crises econômicas que venham a causar turbulências nos mercados;

Produção limitada: a produção de bitcoins é registrada a cada dez minutos, e a ideia de seu criador é que essa produção de moedas caia a cada quatro anos, tornando-a deflácionária e impedindo que crie novos bitcoins após o limite. Esse é outro fato a ser considerado, afinal a produção da moeda é limitada e, por isso, a quantidade disponível no mercado, também.

Assim, a partir de um determinado momento, ela poderá ser comercializada somente por quem comprou os bitcoins ainda quando eram produzidos. Dessa maneira, a demanda pelo dinheiro digital crescerá, ao contrário da oferta, e seu valor de mercado aumentará consideravelmente;

O sistema blockchain: o bitcoin, que opera independentemente de qualquer agente financeiro, é autenticado pelo chamado blockchain. O sistema se tornou tão bem-sucedido que, nos dias atuais, até mesmo alguns bancos o utilizam como inspiração para otimizar suas operações.

O blockchain atua, basicamente, como um livro-caixa, realizando o registro das transações, e podem ser analisadas por qualquer pessoa com acesso à rede. Além de ser feitas de modo pseudoanônimo, a grande vantagem é que, depois de validadas, as ações não podem ser apagadas do sistema.

Assim, aqueles que se mostram receosos para compartilhar informações pessoais, acharão no blockchain uma boa maneira de completar operações financeiras de forma eficiente. Para que uma transação seja aceita, é preciso que todas as máquinas da rede façam a verificação das transações, evitando o gasto duplo de um mesmo bitcoin;

A segurança das moedas digitais: os bitcoins vêm provando ser investimentos cada vez mais rentáveis para o público e uma moeda de troca quase tão popular quanto as tradicionais. Apesar de muitas pessoas considerarem o investimento na criptomoeda o que chamamos de um “tiro às escuras”, a verdade é que o expediente se revela como altamente rentável. Há, dentro da lógica de uso dos bitcoins, várias medidas que visam aumentar a segurança na experiência de quem usam esse tipo de moeda.

No entanto, é claro que, algumas medidas de segurança devem ser tomadas: vale a pena fazer um adequado estudo do melhor momento para entrar no mercado e acompanhar de perto suas tendências. Investir em bitcoins é uma boa alternativa que vem sendo explorada cada vez mais pelos investidores. Agora que você sabe que a moeda virtual pode ser mais segura que os bancos, invista!

Guto Schiavon, COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins do Brasil.

Tags, , , , ,

FOXBIT participa de palestra sobre o que é Bitcoin na Campus Party Brasil

A FOXBIT, maior corretora de bitcoins do Brasil, participa do painel “Bitcoin e Blockchain – O que é Bitcoin?”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no espaço Campuseiro Curador II, nessa sexta-feira (03), às 11h.

A FOXBIT será representada por João Paulo Oliveira, CBO (Chief Blockchain Officer) da startup, que terá como objetivo falar sobre o que é a criptomoeda, que reproduz em pagamentos eletrônicos a eficiência e baixo custo dos pagamentos com cédulas. Além disso, abordará também como funciona e qual o futuro deste sistema de pagamento, que possibilita que as pessoas continuem a realizar transações financeiras e investimentos de forma segura.

Além da discussão, a FOXBIT também possui um stand interativo que funcionará nos dias 02 e 03 de fevereiro, das 10h às 20h, entregando brindes aos participantes. Durante todo o evento, o CEO da startup João Canhada, também estará presente para tirar dúvidas, explicar o que são os bitcoins e como funciona a empresa. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas aqui.

Tags, , , ,