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Os novos desafios de segurança digital do delivery brasileiro

Por Anderson França, CEO da Blockbit

Você já pensou em como o serviço de entrega de um restaurante pode impactar a sua privacidade? Saiba, então, que a segurança dos dados pessoais estará cada vez mais no centro das discussões de nossas vidas nos próximos anos, inclusive na hora de pedir o seu jantar. O tema é preocupante e se torna ainda mais importante agora, em tempos de isolamento social, já que estamos compartilhando informações para uma infinidade de empresas e de entregadores. Diante desse novo ambiente, até mesmo a compra daquela pizza de sexta à noite pode estar sendo alvo de um hacker. Já imaginou?           

Pode parecer exagero pensar assim, mas a segurança digital será um item prioritário para pessoas e empresas. A transformação imposta pela pandemia tem feito com que restaurantes e bares precisem se preparar para uma nova era no uso de informações, com registros específicos de clientes, armazenando dados e efetuando transações com segurança. Em outras palavras, à medida que os pedidos chegam pela web, eles precisam acompanhar o aumento de volume não apenas em suas cozinhas e fluxos de entregas, mas também na proteção de toda a estrutura digital.

Segundo pesquisas de consultorias nacionais, a área de entregas praticamente dobrou de tamanho no Brasil durante os primeiros meses da pandemia, impulsionada principalmente pelo setor de alimentação. Como resultado, temos presenciado uma explosão de novos aplicativos e serviços – que nem sempre entregam a segurança digital.

Motivos para vivermos essa ascensão do delivery, evidentemente, não faltam. O maior deles é que o uso dos aplicativos de entrega tem sido o caminho fundamental para a sobrevivência de vários restaurantes e bares que tiveram movimento reduzido por conta das medidas de restrição. Não por acaso, aliás, temos visto seguidamente o aumento no número de compras para entrega, até mesmo em ramos que, no passado, sequer planejavam esse formato de vendas.

Seja como for, empresários do mercado devem entender que ter atenção aos dados dos clientes é uma questão vital para a manutenção de suas operações em longo prazo. Estudos globais indicam, por exemplo, que mais da metade dos clientes que estão pedindo suas compras em casa deverão continuar com os pedidos on-line como uma forma de consumo mesmo após o fim da pandemia.

 Isso significa que bares e restaurantes já não podem mais se dar ao luxo de ficar off-line nem que seja por um minuto sequer. É preciso garantir alta disponibilidade das redes, com proteção sempre em dia. Empresários do setor deveriam entender, portanto, que a conexão de suas marcas e serviços com o público agora, definitivamente, inclui a segurança de dados e a experiência virtual de suas operações. Com o alto número de conexões e fluxos online em seus sistemas, garantir a disponibilidade das redes, além da segurança, é essencial.

Eles precisam se certificar, por exemplo, que as plataformas de delivery utilizadas realmente adotam as melhores práticas de cibersegurança e privacidade do mercado. Da mesma maneira, evidentemente, também é preciso que os restaurantes e bares adotem os sistemas mais adequados para suas operações internas, buscando sempre as soluções mais completas para garantir a segurança dos clientes diante das ameaças digitais.

Um caminho para isso é focar em pontos como o monitoramento ativo de todas as conexões com bloqueio de tráfego e conteúdo indesejado, segmentação das redes (separando o acesso para a parte administrativa da rede aberta para clientes) e, ainda, estabelecer configurações bem específicas para a gestão do ambiente como um todo. Nesse cenário, não há dúvidas de que as redes SD-WAN, definidas por software, são ótimas opções para conectar filiais com eficiência, reforçando a disponibilidade das redes e simplificando o gerenciamento centralizado de qualquer parâmetro de segurança relacionado à infraestrutura ou à rede.

 Investir em soluções mais modernas é, agora, o único jeito de acompanhar a transformação que temos vivido, com a era do delivery se tornando inquestionável. Isso porque a segurança cibernética está inserida como chave de sucesso nesse novo normal que estamos construindo. À medida que caminhamos para um mercado fígital (com a mescla do físico e digital em todos os nossos pontos de contato), é mandatório que as empresas compreendam a exigência trazida pela mobilidade e pela conectividade.

A crise do Covid-19 certamente pode ter forçado a expansão do e-commerce, mas o modelo de consumo das pessoas não voltará ao patamar anterior ao coronavírus. Isso implica dizer que o comércio eletrônico e o delivery continuarão a ser partes importantes da rentabilidade das operações. Do mesmo modo, cuidar da experiência dos consumidores e da segurança digital dos dados será uma das etapas do trabalho das empresas e estabelecimentos.

Vale destacar, ainda, que a necessidade de cuidar das informações é um parâmetro legal. É fundamental estar em acordo com as regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Marco Civil da Internet, que exigem novas práticas para proteger as informações sensíveis dos consumidores, sob risco de penalizações, como multas e bloqueios digitais.

Ao que parece, estamos cada vez mais dependentes dos serviços que levam as coisas do mundo para dentro de nossos lares. Imaginar o delivery do seu restaurante favorito como um dos envolvidos nessa jornada de transformação digital parecia algo desproporcional, mas não é – em um ambiente super conectado, todos temos responsabilidade em relação à segurança digital. É fundamental que os restaurantes e bares entendam isso rapidamente para não colocar em dúvida uma receita que tem tudo para fazer sucesso.

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A era dos restaurantes 4.0

Por Geison Correa

A necessidade do distanciamento social trazida pela pandemia de Covid-19 acelerou uma tendência que vinha se desenhando há anos em diferentes setores: a transformação digital, que vem utilizando soluções tecnológicas para facilitar a vida de empreendedores, administradores e do próprio consumidor. E no ramo alimentício não poderia ser diferente!

Infelizmente, os restaurantes foram os últimos da cadeia do foodservice a inserir a ferramentas tecnológicas no dia a dia na gestão e administração internas e, por isso, acabou sofrendo um impacto um pouco maior do que os demais. Mas, o cenário mudou: a nova geração que está comandando este segmento são pessoas com menos de 40 anos que já querem inserir QR Code de mesa, pagamento digital, entre outras possibilidades.

Isso tudo com um objetivo, trazer uma melhor experiência para o cliente. A tecnologia pode ser uma grande aliada na melhora da velocidade e qualidade dos pedidos no salão, quanto nos serviços de entrega, desde o autoatendimento, formas de pagamentos digitais, até na comunicação com o seu público por meio das redes sociais. Logo, os donos de restaurantes estão vendo a importância de oferecer essas praticidades para os seus consumidores, para não “ficar para trás”.

Nesse sentido, vale entender que os estabelecimentos alimentícios do futuro são aqueles que entendem a necessidade de adaptação e implementam essas novidades no dia a dia, derrubando barreiras físicas, seja figurando, por exemplo, em marketplaces – que respondem por 61% dos pedidos do foodservice, segundo a Food Consulting em parceria do Sebrae -; ou incluindo tecnologias para tornar o atendimento omnichannel .

Para auxiliar nessa questão, estão surgindo diversas startups que estão redesenhando suas soluções para atender a demanda. Mas não basta ter uma infinidade de ofertas tecnológicas se os estabelecimentos não estiverem preparados para implementar qualquer demanda inovadora que venha pela frente e repassar as vantagens para toda a cadeia.

Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes é a eficiência é que vai ditar a retomada dos negócios a partir de agora. A criatividade e investimentos em ferramentas que auxiliem no pós-pandemia com segurança é o que vão separar quem vai ter sucesso ou não nesse ramo. Afinal, hoje, mais do nunca, é preciso fazer de um limão, uma limonada.

Por isso, além de oferecer um produto gostoso, saudável, sustentável e confiável, é preciso entregar, mais do que nunca, serviços convenientes e práticos, além de uma boa experiência do início ao fim. E a tecnologia está aí para nos ajudar com isso! E você, já está pronto para incluir soluções tecnológicas na rotina do seu negócio?

Geison Correa , CEO e co-fundador da GrandChef, uma foodtech especializada na gestão completa de restaurantes, bares e similares

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Bossa Nova investe em startup que promove vendas omnichannel para restaurantes

De olho em um mercado que cresce rapidamente e exibe maturidade a Bossa Nova acaba de aportar R$ 350 mil na Delivery2me uma plataforma que chegou agitando o mercado de alimentação com uma inovadora proposta de entregar um serviço personalizado e econômico aos empreendedores do ramo gastronômico.

A comodidade que os aplicativos e sites de comida oferecem aos seus consumidores aumenta exponencialmente o consumo de produtos e serviços com entrega em domicílio, pensando nisso, os empresários Pedro Duarte, Tomaz Duarte e Alderi Jr. desenvolveram a Delivery2me.

Lançada em janeiro 2017, a marca permite que o empresário do ramo alimentício disponibilize seus produtos para vendas de delivery, retirada no balcão (to-go) e consumo na mesa em uma plataforma moderna, rápida, funcional e econômica.

“O objetivo é empoderar os donos de restaurantes com ferramentas e informações que permitam a melhor gestão do seu negócio e aumentar suas vendas sem comprometer sua margem de lucro”, afirma um dos sócios, Pedro Duarte.

“A grande sacada é que o sistema livra o restaurante da taxa do delivery Ifood, garantindo liberdade de gestão para os restaurantes que pagam apenas um pequeno valor fixo mensal e, desta forma conseguem redução em seus custos mensais”, explica João Kepler, partner da Bossa Nova.

Como funciona

O empresário acessa o site, cria sua conta grátis por 14 dias e inicia o processo de personalização do seu aplicativo, PWA e site, inserindo sua logo, fotos e esquema de cores; em seguida, orientamos o cadastro do cardápio que, caso deseje utilizar logo seu app, pode iniciar com os produtos mais pedidos e suas ofertas; posteriormente o empresário informa sua área de entrega do delivery, cadastra as mesas pro consumo no local e, em 20 minutos, já está pronto pra vender online sem comiss&otild e;es e com sua própria marca.

A plataforma propõe uma grande revolução na forma com que os donos de restaurantes se relacionam com seus clientes, permitindo conhece-los pelo nome e registrando todo seu histórico de consumo, tanto no salão do restaurante quanto no delivery.

O acesso ao perfil dos clientes permite a criação de produtos e ofertas personalizados, além de dar ferramentas para que seus garçons foquem cada vez mais no atendimento ao invés de ficarem ocupados em tarefas operacionais como anotar e lançar pedidos.

Outra importante evolução é a utilização da tecnologia PWA, que permite aos clientes a utilização do aplicativo sem a necessidade do download para o dispositivo móvel, aumentando assim a facilidade e rapidez da plataforma pelo cliente final.

Neste primeiro ano de atuação no mercado, o Delivery2Me já atende a restaurantes em 09 estados brasileiros: SP, RJ, MG, BA, PA, PE, RN, MA, AC, fato que o coloca entre as maiores empresas do segmento no mundo. Para 2018, os sócios projetam chegar ao final do ano atendendo 1.000 clientes de todo o território nacional.

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iFood apresenta novo COO

Henrique Iwamoto chegou para integrar o time como novo COO do iFood. Com experiência em empresas de tecnologia e startups, assumeas áreas Comercial, Marketing e Operações. Seu objetivo é potencializar o crescimento da empresa e posicionar o iFood como um parceiro estratégico para os restaurantes.

“Um dos grandes desafios será manter o crescente sucesso que acompanha o iFood desde seu lançamento. Crescer 120% ao ano é um resultado incrível e ao mesmo tempo desafiador. Como COO, preciso analisar o que já foi feito para então olhar para frente e entender o que precisamos melhorar para manter esses resultados”, comenta Henrique.

O executivo é formado em Engenharia Mecânica pelo Mackenzie e fez MBA na Ibmec. Desde sua graduação atua em tecnologia, tendo desempenhado funções em Marketing, Business Development, Operações, Produto e na área de Investimentos, em empresas como Submarino, B2W, Oppa, Groupalia, W7 Ventures e Walmart.com.

“Apesar de já ter passado por outras empresas e startups, trabalhar no iFood é inspirador e desafiador. Estou muito confiante nos resultados. Temos um time muito motivado, todos demonstram paixão pelo o que fazem e têm o perfil empreendedor. A cultura de startup é muito presente. Isso faz a diferença no fim do dia e estou muito feliz em fazer parte dessa história de sucesso”, ressalta o executivo.

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iFood lança plataforma para restaurantes criarem sites próprios

Seguindo seu propósito de revolucionar o universo da alimentação por uma vida mais prática e prazerosa, o iFood anuncia o Meu Site, uma plataforma online criada para ajudar restaurantes a criarem sites e aplicativos próprios.

“Nosso foco agora é entregar as melhores soluções para os restaurantes e, para isso, estamos ampliando os serviços que oferecemos. O iFood tem como um de seus objetivos potencializar o faturamento do negócio do parceiro, oferecendo as melhores ferramentas de gestão e novos canais para gerar ainda mais pedidos, porque para nós nenhum restaurante é pequeno. O Meu Site é apenas mais uma iniciativa que desenvolvemos, assim como o iFood Shop e o iFood Delivery, que ajudam o restaurante a maximizar seu lucro e expandir seu negócio”, explica Gustavo Molina, Diretor de B2B do iFood.

O Meu Site (meusite.ifood.com.br/) é um serviço totalmente gratuito e oferecido para todos os restaurantes, sejam parceiros da plataforma ou não. Nele, o restaurante pode divulgar seu cardápio e informações num site personalizado com a cara do estabelecimento. O site é compatível com todos os formatos de tela, seja desktop, celular ou tablet, independente da marca e modelo. O iFood também oferece uma equipe disponível para atendimento aos restaurantes.

O delivery é uma das áreas de serviços alimentícios que mais cresce no Brasil e o iFood não apenas atua como um consultor na gestão dos restaurantes, como representa um incremento nos negócios de seus parceiros. Os restaurantes cadastrados no iFood crescem, em média, 50% já nos três primeiros meses.

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