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Relatório TMF Group : três em cada cinco multinacionais estão falhando na proteção dos dados da folha de pagamento

A TMF Group, prestadora de serviços globais que opera em mais de 80 países, acaba de anunciar o resultado da Pesquisa Global de Gestão de Folhas de Pagamento 2016, que entrevistou 165 empresas multinacionais para descobrir como elas estão organizadas para gerenciar a folha de pagamentos global e quais protocolos são usados para facilitar a transação de dados confidenciais entre fronteiras. Compilado pela Bloomberg BNA, o relatório consultou tomadores de decisões experientes de organizações de diversos portes, desde empresas com operações em apenas dois mercados internacionais até outras com presença em mais de seis países.

Segurança de dados

Quase metade dos entrevistados (49%) revelou que ainda usa o conhecido, mas inseguro, e-mail para comunicações relativas à folha de pagamento, com este número aumentando para quase dois terços (61%) entre as organizações que operam em seis ou mais países.

Além disso, apesar dos progressos na implementação de meios de transferências de dados mais seguros, quase um quarto dos entrevistados (23%) disse que não modifica seus procedimentos de comunicação entre países por motivos de segurança.

Equilibrando necessidades locais e globais

O estudo ainda explorou o desafio de manter a consistência global nos relatórios e na gestão da folha de pagamento, ao mesmo tempo em que se mantém a segurança e a conformidade com os requisitos locais. Os entrevistados classificaram o grau de dificuldade de diversas atividades centrais relativas à folha de pagamento, usando uma escala que ia de fácil a difícil. Confira abaixo as cinco áreas classificadas como as mais desafiadoras (entre difícil/muito difícil):

1. Trabalhar com diversos fornecedores de folha de pagamento em diferentes localidades;

2. Assegurar que as operações de folha de pagamento estejam em conformidade com as regras e a legislação locais;

3. Criar relatórios gerenciais a partir de dados de folha de pagamento em formatos e de países diferentes;

4. Autorizar e controlar o processo da folha de pagamento;

5. Seguir diferentes processos de aprovação de folha de pagamento.

O diretor para as Américas da TMF Group, Raimundo Diaz, comenta os resultados da pesquisa: “fica claro que quanto maior o número de países em que uma organização opera, mais difícil é coordenar a atividade da folha de pagamento e manter uma abordagem global consistente. No entanto, o número de grandes empresas que ainda compartilha dados de folha de pagamento por e-mail – e o risco inerente que isso causa para um negócio – foi uma grande surpresa”. Diaz ainda revela que “equilibrar as necessidades globais de comunicação de uma organização enquanto se atende aos requisitos locais pode ser um desafio muito complexo para as empresas. Acrescente isso ao fator complicador de trabalhar com diversos fornecedores de folha de pagamento, em diferentes línguas e moedas, e fica fácil entender porque mais da metade (56%) das organizações pesquisadas está tentando adotar soluções baseadas em tecnologia para entregar holerites ou pagar a remuneração dos seus funcionários no futuro”.

A TMF Group presta uma ampla gama de serviços relacionados à folha de pagamento e foi reconhecida como melhor prestadora de serviços da América Latina para cálculo de folha de pagamento terceirizado na “Matriz PEAK de Avaliação Multipaís das Folhas de Pagamento” da Everest (2015).

Para ter acesso ao relatório completo ou saber mais sobre a TMF Group, visite http://www.tmf-group-global.com/pt-bloomberg

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Sage firma parceria global com a Apple e oferece solução em tempo real para PMEs

A Sage, multinacional líder de mercado para sistemas de pagamento, contabilidade e folha de pagamento, acaba de firmar parceria global com a Apple. A partir de agora, empreendedores poderão utilizar uma série de soluções de mobilidade da Sage diretamente em seus dispositivos móveis, como iPad, iPhone e Apple Watch, para aprimorarem a gestão dos negócios. O primeiro produto disponível no sistema iOS (para América do Norte e Reino Unido) é o Sage Live, que chega ao Brasil nos próximos meses.

A interface da Apple se destaca pela simplicidade, potência e design, enquanto a Sage tem sua marca reconhecida pela expertise em contabilidade e tecnologia inteligente para pequenas e médias empresas (PMEs). O recém-lançado Sage Live para iOS vai promover avanços na gestão dos negócios em tempo real e aprimorar a eficiência de toda a cadeia de abastecimento. Disponibilizado para venda na Apple Store, o Sage Live vai proporcionar aos empresários todos os benefícios da tecnologia móvel.

“Mobilidade e tecnologia em nuvem estão revolucionando a forma como os empreendedores trabalham, permitindo a tomada de decisões em tempo real, reduzindo custos e democratizando o acesso a ferramentas de gestão de negócios. O iOS é a plataforma móvel líder entre os empresários, por isso, o Sage Live passa a ser disponibilizado nesse sistema, como uma solução simplificada para serviços de contabilidade e pagamentos em PMEs”, afirma Alan Laing, vice-presidente global de Parcerias e Alianças Estratégicas da Sage.

“Vemos o futuro nas plataformas móveis, por isso estamos muito animados nesta parceria com a Apple, que vai ajudar a levar nossas soluções de contabilidade a um número cada vez maior de empreendedores, auxiliando no crescimento, sucesso e competitividade de seus negócios. Em um período marcado por rápidas mudanças e inovações digitais, nosso objetivo é fornecer tecnologias inteligentes para reinventar e simplificar a contabilidade das empresas”, finaliza Laing.

Milhares de PMEs utilizam atualmente dispositivos móveis na administração de seus negócios. Agora, por meio do Sage Live, os empresários poderão ter acesso em tempo real às suas informações contábeis nos sistemas da Sage, além de dados de clientes disponíveis no Salesforce.

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Qual o impacto da reoneração da folha para as empresas?

O Governo Federal alterou radicalmente as regras relacionadas a desoneração da folha, com a sanção presidencial da lei que revê esse benefício na folha de pagamento concedida a 56 setores da economia, aumentando as alíquotas incidentes sobre a receita bruta das empresas, a chamada reoneração da folha.

A medida, também tornou facultativa a adesão à desoneração. Entretanto, a lei entra em vigor em 1º de dezembro deste ano, sendo que a legislação estabelece um prazo de 90 dias para a mudança na tributação, porém a opção por aderir ou não só poderá ser feita em 2016. A expectativa do Governo é aumentar a arrecadação em cerca de R$ 10 bilhões, contudo, o impacto nas empresas promete ser devastador.

“Infelizmente, no meio de uma crise, isso representará em mais um aumento nos gastos, o que com certeza tornará as empresas menos competitiva. Além disso, o fato de ser facultativa a adesão faz com que seja necessária a realização de uma análise tributária”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Ainda segundo Domingos: “as regras da desoneração foram mudadas no meio de jogo, restando para os empresários e suas contabilidades correrem para ver qual o impacto que esse aumento de alíquota terá e qual será a melhor opção. Contudo, é certo que para grande porcentagem dos negócios não será mais vantajosa a opção pela desoneração”, explica.

Entenda melhor a desoneração

Para entender melhor, a desoneração da folha de pagamentos consiste na substituição (eliminação) da CPP (Contribuição Previdenciária Patronal) de 20% incidente sobre a folha de pagamentos dos funcionários e contribuintes individuais (sócios e autônomos) pela CPRB (Contribuição Previdenciária sobre Receita Bruta).

Contudo, antes da sanção da nova lei, a alíquota era de 1% ou 2% sobre o faturamento mensal, com a mudança, a partir de 1º de dezembro de 2015 (competência 06/2005) as alíquotas da CPRB serão aumentadas de 1% para 2,5% ou de 2% para 4,5%. Além disso, a desoneração da folha passará a ser “facultativa”. Portanto, se não for vantajoso, o contribuinte pode simplesmente deixar de optar pela desoneração da folha.

Contudo, existem algumas exceções da regra, como é o caso do setor de carnes, peixes, aves e derivados que estão isentos do aumento (continua 1% sobre a receita bruta). E setores com aumentos diferenciados como setores de call center e de transportes rodoviários, ferroviários e metroviários de passageiros, a taxa passou de 2% para 3% e empresas jornalísticas, de rádio e TV; o setor de transporte de cargas; o de transporte aéreo e marítimo de passageiros; os operadores de portos; o setor calçadista; e a produção de ônibus e de confecções, que passou de 1% para 1,5%.

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Aumento de 150% no imposto sobre faturamento é um retrocesso inaceitável, diz Skaf

Câmara aprova proposta do governo, que ainda vai à votação no Senado

Lamentavelmente, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) a proposta do governo que eleva em até 150% o imposto sobre a receita bruta das indústrias. “É um retrocesso inaceitável”, afirma Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

O governo não quer cortar suas despesas e apela, mais uma vez, ao aumento de imposto para cobrir o rombo nas suas contas. “E, mais uma vez, quem paga o pato é quem produz”, diz Skaf.

Não faz o menor sentido, neste momento de desemprego em alta e de consumo em baixa, aumentar os impostos sobre as empresas. O governo fala em fim de renúncia fiscal, como se tivesse dado alguma coisa quando permitiu a troca do imposto sobre a folha de pagamento pelo imposto sobre a receita bruta. Esta opção, conhecida como desoneração da folha, foi criada para aumentar a competitividade da indústria. Teve bom resultado, ajudou a evitar demissões e precisa ser mantida. A esperança é que o Senado reverta a decisão da Câmara de onerar as empresas. “Temos que mostrar aos senadores o dano que vai ser para o Brasil”, afirma.

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Substituição de Incidência da Contribuição Previdenciária é política estruturante para o setor de Serviços de TIC

ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software, Assespro, Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, e Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, adotam posição comum em relação às mudanças na incidência da contribuição previdenciária patronal introduzidas pela Medida Provisória no. 669/2015, defendendo a manutenção da atual alíquota de 2% e da obrigatoriedade da incidência sobre a receita bruta.

Diferentemente da natureza anticíclica com a qual tem sido considerada para vários outros setores, a substituição da incidência tributária da contribuição previdenciária patronal, vulgarmente conhecida como desoneração da folha de pagamentos, constitui-se, em política pública estruturante para os serviços de TI e TIC, na medida em que endereça fatores inibidores ao crescimento do setor, a saber, falta de competitividade em função da carga sobre custo laboral, remuneração acima da média, criatividade nas relações laborais, e aumento de salários em patamares superiores à inflação.

A política, que foi introduzida em 2011 no setor de serviços de TI e TIC, como setor piloto, vem contribuindo decisivamente para a competividade do Brasil, fomentando o crescimento com geração de empregos de qualidade e alta remuneração, desincentivando a criatividade nas relações de emprego e reduzindo a deslealdade concorrencial em face às empresas que observam fielmente as regras do direito do trabalho.

Ressalta-se, também, que a renúncia arrecadatória, incluindo contribuição previdenciária patronal, imposto de renda das pessoas físicas e FGTS, foi eliminada no segundo ano após a introdução da sistemática, contribuindo tanto para a equilíbrio fiscal quanto para o aumento da poupança nacional.

As associações entendem ser essencial a permanência da sistemática de tributação substitutiva, a saber: (i) a manutenção da atual alíquota de 2% sobre a receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, e (ii) a substituição mandatória de incidência tributária referente à contribuição previdenciária patronal, permanecendo vedado o retorno a incidência tributária sobre a folha de pagamentos.

Fonte: Assespro Nacional

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IOB Folhamatic promove curso online sobre Desoneração da Folha de Pagamento

Para esclarecer as principais dúvidas e os mais polêmicos entendimentos sobre a desoneração da folha de pagamento, a IOB FOLHAMATIC, uma empresa do Grupo SAGE, promoverá o curso “Avançado em Desoneração da Folha de Pagamento”, no dia 7 de março, via internet.

Os profissionais interessados poderão se atualizar sobre as últimas mudanças ocorridas na lei e os recentes pronunciamentos do Fisco por meio do formato “tira dúvidas”: Base de cálculo da desoneração: qual o entendimento do fisco?; Enquadramento: afinal, como enquadrar sua empresa?; A sempre polêmica atividade mista; Folha de pagamento e o 13º salário: seu sistema está parametrizado de modo correto?; Obrigações acessórias: GFIP/SEFIP, EFD-Contribuições e o famoso bloco “P”: qual departamento vai assumir a entrega?.

Os alunos poderão acompanhar o conteúdo do curso em tempo real, com os melhores especialistas do mercado. As aulas serão ministradas por meio de exposições dinâmicas e objetivas, aliadas a esta moderna ferramenta. Durante o curso, os alunos poderão fazer perguntas ao professor, via chat.
O instrutor será o advogado e consultor jurídico-empresarial Master nas áreas trabalhista e previdenciária, Rogério Andrade Henriques. Ele também é instrutor de cursos e treinamentos empresariais.

SERVIÇO

Curso: Avançado em Desoneração da Folha de Pagamento
Data: 7/3/2013, das 9h às 12h
Informações e inscrições: Entre em contato pelo telefone 0800 724 7774 ou envie um e-mail para educacao@iob.com.br

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