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Fhinck é uma das startups selecionadas para o programa de aceleração do Google no Brasil

O Google deu início a segunda turma do seu programa de aceleração Launchpad Accelerator São Paulo, focado em ajudar startups brasileiras a desenvolver seus produtos e superar desafios tecnológicos, principalmente, em Inteligência Artificial, Machine Learning, Cloud Platform e soluções web, a fim de torná-los atraentes, escaláveis e impactantes. A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, foi uma das oito selecionadas para o programa que terá duração de três meses.

O Launchpad Accelerator São Paulo oferece suporte técnico contínuo para ajudar no desenvolvimento de projetos, mentoria com especialistas do Google e do mercado, além de acesso antecipado a novas tecnologias da empresa. As startups também receberão créditos para produtos Google e suporte dedicado.

Fhinck – o software para aumentar produtividade operacional

Sem concorrentes diretos, Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez o software instalado nos computadores, Fhinck se transforma num exército de BOTs (robôs) que ficam traduzindo os tempos e movimentos de toda a navegação em sistemas, arquivos e internet em Big Data. Com esses dados, os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);

Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);

Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

O Launchpad Accelerator São Paulo é um desdobramento do Launchpad Accelerator, o programa global do Google que já acelerou mais de 27 startups brasileiras.

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Fhinck ministra palestra em evento sobre tecnologia e inovação na gestão do capital humano

A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, participa do evento “Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”, no próximo dia 28, no Cubo. O encontro, promovido por HR Techs – startups com soluções para RHs, visa discutir como a tecnologia está trazendo inovações para a gestão do capital humano no ambiente corporativo, seus desafios de implementação e os benefícios. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no link: http://bit.ly/2t46jHg

Direcionado aos profissionais seniores que atuam na gestão de pessoas, o evento contará com palestras, painel de discussões e boas práticas, além de espaço para conhecer as startups presentes. Na ocasião, Paulo Castello, CEO da Fhinck, ministrará a palestra “Repensando a jornada de trabalho e fatores que alavancam a Produtividade”.

A programação ainda conta com palestras de representantes das startups Nêmesis, mLearn, Vaipe e ViBe-VivaBem. Além do painel com os executivos Antonio Salvador, VP do Grupo Pão de Açúcar; Lilian Gordon, diretora do BNY Mellon; Marcelo Nobrega, diretor da Arcos Dourados; Rafael Lucchesi, diretor do Grupo DASA; e Rita Pellegrino, diretora da TOTVS.

“Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”

Onde: Cubo – Rua Casa do Ator, 919, Vila Olímpia – São Paulo, SP

Quando: 28 de junho, das 14h às 18h

Inscrições grátis: http://bit.ly/2t46jHg

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Fhinck é escolhida para programa de intercâmbio de startups do Google no Canadá

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A Fhinck, startup que usa inteligência artificial para elevar a produtividade das empresas, foi selecionada pelo Google para um programa de uma semana em Waterloo, próximo a Toronto, no Canadá. Por meio deste programa, que acontecerá de 19 a 23 de junho, o time da Fhinck terá acesso pleno ao ecossistema da região de Toronto e Waterloo.

Os benefícios incluem mentoria intensiva de líderes seniores dos times de marketing, vendas e engenharia do Google, e conexão a investidores, experts em machine learning, pesquisadores em inteligência artificial e grandes empresas por meio do programa de inovação corporativa do Communitech.

O programa Google For Entrepreneurs Exchange 2017 é oferecido em parceria com a Communitech, um centro de inovação que apoia e fomenta uma comunidade de mais de mil empresas a partir de Waterloo. O seu objetivo é conectar os fundadores de todo o mundo a uma rede de hackers, investidores, executivos e CEOs de empresas de tecnologia.

Por meio dele, a Fhinck poderá avaliar como as soluções de machine learning do Google podem ser incorporada ao Push to Optimization, software que identifica todas as oportunidades de otimização operacional em processos de back office. “Será muito bom rever nossos parceiros e novamente compartilhar boas práticas com quem mais entende de bigdata“, afirma Claudio Ferreira, cofundador da Fhinck.

Do Brasil, além da Fhinck, foram escolhidas as startups Nama e Gupy.

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Algumas lições de uma startup ao negociar com uma gigante – Por Paulo Castello

O ecossistema brasileiro de startups cresce a todo vapor, apesar da crise. Segundo um estudo divulgado pela Associação Brasileira de Startups, o número de empresas em estágio inicial no país cresceu 18,5%. De acordo com o StartupBase, banco de dados da associação, o estado de São Paulo lidera, com folga, da lista de Estados com o maior número de empreendimentos com mais de 1,2 mil, seguido de Minas Gerais e Rio de Janeiro. E a grande maioria delas está senda criada no formato B2B.

Por essa razão, saber negociar com uma grande corporação, seja ela de qual nicho de atuação for é um grande passo e, cada vez, mais almejado por startups. Mas, como essa engrenagem funciona e como uma empresa, muitas vezes menor mas cheia de inovação por chegar até elas? Bom, o processo de compras das grandes empresas é estruturado para eliminar o risco na contratação de um produto ou serviço. Logo, uma startup naturalmente será eliminada assim que entrar no fluxo normal.

Isso porque uma startup possui fatores de alto risco para o processo de compra de uma grande empresa como baixo caixa e garantias financeiras de que pagarão em dia suas contas ao longo do tempo. Algumas empresas chegam a pedir às startups os balanços financeiros dos últimos 3 anos.

Uma startup normalmente não possui estrutura de atendimento e suporte que garantam SLAs que as grandes empresas estão acostumadas, certificação ISO, Disaster Recovery Plan, ou Business Continuity Plan. Também, geralmente, faltam reservas financeiras para o ressarcimento em caso de um acidente ou erro grave que afete as operações do cliente. Esses são apenas alguns exemplos de itens que estão contidos num contrato com grandes empresas e que tornam a venda de startup para B2B Big players um desafio à parte.

Por 20 anos fui executivos de grandes multinacionais como como Varig, Nokia, Odebrecht, Walmart, Marfrig atuando como especialista em reestruturação organizacional e inovação para processos de negócio. Essa bagagem me deu condições de alçar um vôo – e um sonho – próprios, de ter minha própria empresa. Com a Fhinck, resolvemos as dores do backoffice de grandes empresas – por isso me sinto tão à vontade para falar sobre o tema desse artigo.

Bom, unindo meus anos como executivo e há pouco mais de 2 anos como empreendedor, tenho já algumas lições aprendidas de como uma startup, assim como a minha, pode potencializar suas chances de sucesso em uma negociação com uma grande corporação.

Para mim, tudo começa com identificar as grandes empresas que são o foco daquela startup e pesquisar se elas possuem algum programa ou área interna focada em trabalhar com este tipo de empresa. Essa área, naturalmente, precisa ter grande autonomia e forca interna. Ou seja, é necessário que tenha o aval de altos executivos da empresa. Como conselho, aborde-os seja em eventos ou por outras vias que o networking pode proporcionar. Venda sua ideia a eles e peça apoio para auxiliá-lo internamente no oferecimento da sua solução para a área competente.

Uma startup deve se prepare para uma longa jornada pois o processo de avaliação e compra das grandes empresas é muito longo, entre 6 e 18 meses em média. Nesse tipo de negociação, diversas questões estruturais da corporação influenciam no resultado final. É preciso ser bastante resiliente e respeitar o processo hierárquico e processual de uma grande empresa, que abrange um número maior de colaboradores. Em grande parte das vezes, haverá muitas reuniões. Nós, com a Fhinck passamos por uma negociação que envolveu 6 áreas diferentes e quase um ano de conversas. Nesse momento ter paciência, uma equipe comprometida com o objetivo e se adaptar a mudanças no meio do percurso são as palavras de ordem.

Por isso, jamais deve-se deixar de prospectar outros clientes, pois é comum nessas corporações, devido a mudança de prioridades descontinuarem as conversas. Quanto mais demorar, maior a chance dessa situação acontecer. E, obviamente, não pode jamais contar com a receita de grandes contratos. Para que a empresa se mantenha forte e com condições de negociar de maneira razoável, ela deve encontrar outras fontes para subsidiar seus custos para manter sempre sua estrutura enxuta, não fugindo de sua essência startup.

Paulo Castello, CEO da Fhinck

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