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CIO Vendedor

Por Fernando Misato

O gestor de TIC ao longo do tempo vem se atualizando e atravessando com louvor os diversos ciclos vividos pela tecnologia do mundo corporativo. Isso significa que esses profissionais têm vendido bem sua importância para as companhias onde entregam seu suor.

Necessariamente, somos todos vendedores e estamos sempre vendendo algo. Essa afirmação poucos ousam contrariar. Quer seja em uma entrevista de emprego ou na hora de negociar uma simples lista de prioridades, o gestor de TI não foge da regra e precisa ser Vendedor.

A Tecnologia da Informação esteve sempre no centro do plano estratégico e da sobrevivência operacional do mundo dos negócios. A TI é essencial para todos os setores. Fundamental para manter as operações das empresas. Importantíssimo para as previsões e planejamento da sobrevivência. Muito requisitado para os projetos de inovação. E nesse momento, está integrado com as exigências para a Segurança da Informação. Além disso, é peça fundamental para a transformação do Marketing, que cada vez mais é Digital.

Quando os CPDs e o desenvolvimento interno imperavam, as principais soluções operacionais e gerenciais estavam sob a responsabilidade dos analistas e programadores. Lá estavam esses profissionais desenvolvendo e quebrando a cabeça para criar sistemas personalizados e sob medida para cada empresa.

Quando os ERPs iniciaram seu ciclo, os Gerentes de Informática também precisaram se reinventar. Deixam de ser os gestores dos sistemas, onde a tecnologia de desenvolvimento é praticamente a atividade fim, e passam a usar TI como ferramenta de gestão. Os ERPs revolucionaram o mundo corporativo da época. A inteligência de negócio dos profissionais de TI teve fundamental participação na transferência de conhecimento para que as ferramentas fossem configuradas adequadamente.

Não por acaso, muitos dos grandes fabricantes de softwares de gestão de hoje possuem em sua concepção empreendedora os profissionais que desenvolviam sistemas especialistas das empresas. Outra vez os Gestores de TI dando exemplo de capacidade de vender e principalmente de empreendedorismo.

Os ciclos passam. Os nomes da função também. Se antes Gerente de CPD ou de Informática, igualmente no passado ainda sentimos que esses bravos de TI deveriam ser melhor valorizados. Considerando o conhecimento que detém, precisam ser vistos por outros olhos. Conhecem a vida operacional como ninguém. Vivem intensamente as projeções junto com os principais executivos. Resolvem problemas urgentes da operação. Os CIOs ainda colaboram na análise de erros do passado para corrigi-los no futuro. Em cada novo ciclo, além de atualizar-se no seu conhecimento técnico e gerencial, também vem se atualizando na arte de vender sua própria importância.

Os CIOs seguem no centro das soluções, planejamento e decisões estratégias das companhias. Seguem com sua importância justamente por administrar um dos principais ativos. A informação é o maior patrimônio de todos os negócios. Essa constatação cresce, inegavelmente.

Por tudo isso, as associações de CIOs têm procurado incentivar para que seus membros venham vender seu conhecimento em palestras e reuniões com a comunidade de TIC. Compartilhar conhecimento é uma forma elegante de mostrar suas riquezas e conquistas. Esses grupos/associações estão alinhados nacionalmente por meio das redes sociais. Entendemos ser uma grande vitrine esse exercício de aparecer. Uns adoram essas oportunidades. Uns se consideram introvertidos e pouco afeitos a essas aparições. Insistimos. Mesmos essas sinceridades técnicas podem vender melhor do que grandes produções. Importante é mostrar que o trabalho trouxe resultado.

Os Head Hunters e os Diretores Financeiros adoram conhecer nas redes sociais profissionais que geram resultados para suas companhias. Quer seja para mostrar ao mundo ou para seu próprio time, o CIO segue precisando ser vendedor e atualizado. O tempo já provou que esse profissional sabe vender. O mercado esta em um novo ciclo. A vitrine esta aberta. “Olha um CIO madurinho ai, Gente!”. Vamos usá-la com entusiasmo.

Fernando Misato , Diretor Comercial da SUCESU Paraná, empresário e articulador para desenvolvimento de networking entre os profissionais de TIC.

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O Antivírus Grátis é seguro?

Por Fernando Misato*

Se existe antivírus grátis no mundo e há tanto tempo é porque eles estão atendendo objetivo. E ainda devem ser um bom negócio

Os maiores desenvolvedores de softwares de antivírus do mundo ofertam uma versão grátis de seus produtos. Isso é parte de uma estratégia comercial para popularizar seus produtos para uso doméstico. Se essas empresas fazem isso ha tanto tempo, é sinal que a estratégia funciona. Funciona bem.

Não existe almoço grátis. Essa é uma verdade muito utilizada no mundo dos negócios. Em se tratando de antivírus, essa afirmação também é válida. Muito válida. Qual empresa se atreveria a pagar equipes de profissionais de tecnologia para desenvolver sistemas e manter pesquisas de ameaças sem um objetivo comercial? Antivírus grátis não existe. Todas as empresas que desenvolvem antivírus possuem um objetivo comercial e em geral mantém uma modalidade de antivírus grátis para uso doméstico. Uma versão de antivírus grátis, em verdade é praticamente uma estratégia publicitária que oferta “degustação” de produto.

O antivírus grátis realiza proteção para um computador isolado e não está preparado para atender os dispositivos ligados em rede. Mesmo assim, ainda existem empresários que insistem em querer utiliza-los em seus negócios. O antivírus grátis não protege estações de trabalho, servidores de arquivo e dispositivos móveis.

O antivírus Grátis possui clausulas claras de proibição para uso comercial/empresarial. Ninguém lê. Empresas que utilizam antivírus grátis estão infringindo a lei. Além disso, as versões de antivírus corporativo possuem diversas funcionalidades e recursos para a proteção de usuários simultâneos e servidores de arquivos.

O antivírus corporativo (quase sempre são as versões pagas) protege servidores de e-mail, fluxo de dados dos gateways da Web e estações de trabalho. O mundo de hoje requer prevenção contra as vulnerabilidades já mapeadas e as ameaças desconhecidas. Ambas precisam ser cobertas. Atualizações de software automáticas mantém seu ambiente de TI atualizado e seguro contra vulnerabilidades conhecidas. Contras as ameaças desconhecidas existe as tecnologias de proteção proativas, baseadas em análise de comportamento. Elas defendem sua empresa contra malwares novos e até das ações que são suspeitas de ameaças.

As tecnologias de proteção corporativas possuem funcionalidades para criar e gerenciar procedimentos de segurança. Os recursos incluem inventários de computadores, verificação automática de vulnerabilidades e distribuição/atualização de novas versões e correções para toda rede. Muitas dessas atividades são automáticas e poupam trabalho dos usuários e evitam a concorrência de banda de comunicação.

Enfim. Continue utilizando um antivírus grátis. Eles são seguros. Mas os mantenha em casa. Foram feitos pra isso. Apenas lembre-se de mantê-los atualizados. Sem essa atitude simples, o antivírus não o protegerá.

*Fernando MIsato, Business Consultant na Consultcorp,

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Empresa indiana Cyberoam aponta Brasil como próspero para bons negócios em 2015

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Tapan Gohel, Vice Presidente da indiana Cyberoam, esteve em Curitiba para acompanhar de perto sua operação brasileira e principalmente reforçar o interesse pelo Brasil que é o principal mercado da América Latina. Muitas das melhores oportunidades de negócio surgem justamente nos momentos mais críticos da economia de um país. Somos unânimes em concordar com essa constatação. As perspectivas anunciadas para o mercado brasileiro reforçam a visão de Cyberoam e Consultcorp . Juntas as duas empresas seguem investindo na criação de uma rede de parceiros técnicos no Brasil. Há um processo de formação de especialistas certificados e homologados para realizar consultoria e processos de implantação de software e hardware de Firewalls de Nova Geração.

A reunião teve o objetivo de aproximar os empresários parceiros e revendas técnicas, vinculadas com a Consultcorp, com o fabricante Cyberoam. As explanações do Sr Tapan Gohel foram ótimas para a geração de brainstorming. Enriqueceu a percepção de oportunidade de mercado para o time técnico–comercial. A abordagem foi em torno da necessidade de converter recursos das tecnologias Cyberoam em diferencial competitivo para as revendas. “As tecnologias que desenvolvemos possibilitou maior competitividade em um curto espaço de tempo. Já temos diversos recursos que os nossos principais concorrentes globais ainda vão demorar a ofertar”, exaltou Gohel. Estiveram presentes nessa reunião empresários parceiros da Consultcorp, membros da diretoria da Assespro-Paraná (Associação das Empresas de TI do Paraná), revendedores técnicos e, evidentemente a diretoria do Grupo Consult. Tão importante quanto à atualização técnica, a vinda da diretoria da Cyberoam ao Brasil, demonstra o interesse da companhia pela proximidade com as revendas locais e com a abertura de um canal de comunicação direta com empresários da tecnologia da informação.

Firewall de Nova Geração é uma tendência na Segurança de Informação

A nova geração de firewalls (NGF – Next Generation Firewall), também conhecida como UTM (Unfied Threat Management), contempla em um único equipamento varias funcionalidades de segurança, como firewal, filtro de conteúdo, filtro de aplicação, antispam, balanceador de links, etc. Antes de ser uma tendência do seu uso no cenário corporativo, os UTMs são cada vez mais necessários por causa do aumento da diversidade de ameaças, que são decorrentes da grande variedade de dispositivos de acesso (tablets, computadores, smartphones) e da crescente demanda por acesso a internet. As empresas verdadeiramente precisam de um gerenciamento unificado para tratar as ameaças eletrônicas corporativas.

Especialização da Segurança

A necessidade de utilização de UTMs é proporcional a dependência da empresa por computadores. O mundo corporativo competitivo não tolera mais improvisação. Essa afirmação é valida para todos os processos de uma empresa, principalmente no tratamento das vulnerabilidades de uma estrutura de comunicação e servidores de dados. A adoção de soluções inteligentes, fáceis de usar, robustas e mundialmente experimentadas podem ser adquiridas já embarcadas em appliances (computadores desenvolvidos para funções especialistas).

Por isso romper a cultura da improvisação é o maior desafio. Uma empresa sobrevive sem um UTM. Mas até o dia em que sofre com a primeira ameaça. “Não queremos que o aprendizado venha pelo caminho da dor. Ofertamos soluções simples e acessíveis para as empresas que não possuem segurança ou acham que um simples firewall é suficiente”, comentou Fernando Misato, consultor de Negócios para a Consultcorp. “Entregamos soluções inteligente, até então somente disponíveis para grandes corporações, também para as médias e pequenas empresas”, complementou Misato.

Fusão da Cyberoam com americana Sophos

Sophos e Cyberoam criam uma combinação vencedora no momento certo, nos mercados dos produtos certos e competitivos para atuar no mundo inteiro. A Cyberoam construiu uma forte reputação como uma empresa inovadora e ágil no mercado de segurança de rede. A Sophos, tem um histórico de fornecedor de serviços de alto nível. A fusão das duas companhias expande e acelera um roteiro de segurança de rede para aumentar presença no mercado de UTMs e proteção avançada contra as crescentes ameaças. Isto também mantém o foco das duas empresas de proporcionar oportunidades interessantes de crescimento para parceiros e revendedores.

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Fonte: Curitiba IT

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Segurança da Informação: Consultcorp alerta sobre ameaças internas e externas

A empresa curitibana Consultcorp, especializada em segurança da informação, realizou eventos com revendas parceiras para tratar de oportunidades de negócios no Brasil com a crescente preocupação a respeito da segurança de informações estratégicas no ambiente empresarial. Veja reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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