Tag Federico Vega

CargoX é primeira transportadora do Brasil a aceitar pagamento em bitcoins

A CargoX – empresa brasileira que oferece serviços de transporte de carga baseados em tecnologia e big data – anuncia sua nova forma de pagamento. A partir de agora, os clientes que contratarem os serviços da startup poderão fazer o pagamento em bitcoins.

Estas criptomoedas surgiram há nove anos, mas ganharam destaque especial nos últimos meses. Em 2017, a cotação das bitcoins valorizou cerca de 1.400% chamando a atenção da mídia e do grande público e levando mais pessoas a investirem nesse tipo de moeda. Com essa popularização, houve um aumento do número de produtos e serviços que podem ser pagos com a moeda virtual.

De olho nessa tendência, a CargoX está se estruturando para receber o pagamento dos seus serviços de transporte em bitcoins a partir do mês de abril. “Observamos o movimento do mercado em torno das criptomoedas e decidimos nos preparar para aceitar pagamentos nesse tipo de moeda”, conta Federico Vega, CEO da CargoX.

Conhecida pelo seu caráter inovador, a startup foi eleita pela CB Insights, empresa americana de inteligência de dados para investidores, como uma das 30 empresas mais disruptivas do mundo em 2018, sendo a única representante da América Latina. “Estamos em constante movimento de inovação, investindo em big data e no desenvolvimento constante de tecnologia, então faz todo sentido adotarmos também o pagamento em bitcoins”, explica o CEO.

Tags, , , , , ,

Soros, Goldman Sachs e Qualcomm investem R$ 66 milhões na startup brasileira CargoX

A CargoX, empresa de tecnologia que oferece serviços de carga para empresas, anunciou hoje uma rodada de investimento Série C para acelerar o seu desenvolvimento de tecnologia. Goldman Sachs é o investidor líder dessa rodada, que tem a participação de Soros Fund Management, Qualcomm Ventures, braço de investimento da Qualcomm Incorporated, e novos investimentos da Agility Logistics, Valor Capital Group e Oscar Salazar (co-fundador da Uber). Esse investimento Série C segue as rodadas de Série A e B onde a empresa levantou um valor total de R$ 46 milhões, levando o total de investimentos a R$ 112 milhões.

A CargoX (http://www.cargox.com.br) foi lançada em março de 2016, durante a principal crise econômica e política da história do Brasil. Em pouco mais de um ano, por meio de uma combinação de tecnologia de ponta e excelência em Data Science, a CargoX diminuiu a ociosidade dos caminhões para diminuir os custos de transporte e melhorar os fretes. A empresa se tornou um dos maiores prestadores de serviço de transporte rodoviário (em faturamento) em um mercado de mais de US$ 100 bilhões e está crescendo mais de 500% ao ano nesse segundo ano de operação.

“O frete é um dos maiores motores em qualquer economia e isso é especialmente evidente no Brasil, que conta com o terceiro maior mercado de transporte rodoviário do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A CargoX teve um crescimento expressivo e estamos animados em aumentar nosso investimento para acelerar ainda mais o seu desenvolvimento”, explica Hillel Moerman, co-Head do Goldman Sachs Private Capital.

“A CargoX alcançou um nível de tecnologia que nos permitiu operar como uma empresa de transporte sem precedentes. Nós desenvolvemos uma plataforma com uma rede de milhares de motoristas autônomos, o que nos permite coletar dados em tempo real, gerando mais eficiência, diminuindo a ociosidade dos caminhões e criando uma reputação positiva no mercado nacional”, conta Federico Vega, CEO da CargoX. “A nova rodada de investimentos vai nos permitir escalar o nosso negócio no Brasil e globalmente para revolucionar o transporte de cargas. Ela também mostra confiança no nosso modelo de inovação, que nos permite ser um agente de disrupção em um dos maiores e mais tradicionais setores da nossa economia”.

“Nós ficamos impressionados com o time da CargoX e a plataforma de logística que eles criaram e que está mudando a forma como as pessoas enxergam a indústria de transportes. A solução da empresa ajuda a melhorar a eficiência dos negócios e reduzir o custo de transportes para toda a economia”, diz Carlos Kokron, Vice Presidente da Qualcomm Ventures na América Latina.”Temos orgulho de investir na CargoX e esperamos ajudá-los a acelerar a transição para caminhões conectados, o que vai trazer ainda mais eficiência para a sua plataforma e seus parceiros”.

Devido à significante limitação de rotas e a reduzida oferta de transporte aéreo e marítimo, a economia brasileira é fortemente dependente de caminhões, fazendo com que 75% de todo o frete brasileiro seja transportado por caminhões que operam com ociosidade em 40% do tempo. Com a CargoX sendo capaz de reduzir os custos de transporte eliminando pontos como a ociosidade, o impacto total na economia será significante.

Tags, , , , , ,

CargoX contrata ex-CTO da Abril Digital para liderar mudança tecnológica no mercado de transportes

A CargoX (www.cargox.com.br) – primeira transportadora brasileira baseada integralmente em tecnologia e inovação – anuncia a contratação de Eduardo Nicola Ferraz Zagari para o cargo de CTO da companhia. A contratação tem como foco intensificar as mudanças tecnológicas promovidas pela empresa perante o mercado, aumentando as possibilidades para caminhoneiros e empresas dentro da plataforma, além de agregar novas funcionalidades aos sistemas da empresa.

O novo executivo tem como principais experiências ter liderado as áreas de produtos digitais e tecnologia de companhias como: Editora Abril e YouFind Solutions, além de unidades de negócio do Grupo Abril e Minuto Seguros, entre outras empresas do setor de tecnologia. Além disso, Nicola possui uma extensa história no mundo acadêmico, somente na PUC, de Campinas, lecionou por mais de 14 anos. Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora e Mestre em Automação pela Unicamp, ele também possui passagens pela FIA e Fundação Dom Cabral, onde realizou especializações com foco em gestão.

Para Eduardo, essa é uma oportunidade muito importante em sua longa carreira, pois é um mercado com grandes oportunidades para inovar em tecnologia. “A empresa fez com que me sentisse motivado, observei que o mercado de transportes é um mar a ser desbravado e isso é importante para um profissional” declara.

Essa nova contratação reforça a perspectiva de crescimento rápido da CargoX e de forte investimento em soluções tecnológicas. Federico Vega, CEO e fundador da companhia, acredita que a empresa está no caminho correto para revolucionar o mercado. “Quando falamos de tecnologia, temos que pensar em evolução constante e isso significa modificar e aprender sempre.” conclui.

Tags, , ,

Sua empresa possui pilares: destaque-os – Por Federico Vega

Você sonha, trabalha e se desenvolve para ver sua empresa em destaque, acima dos demais, passos à frente da concorrência e crescendo cada dia mais, certo? Mas será que internamente você está fazendo isso com seus colaboradores? Bom, deveria, eles são pilares que você deve destacar sempre, são exemplos a serem seguidos e pequenos motores que contagiam as equipes.

Que fique claro, antes que você pense, não estamos falando somente de bonificação salarial ou crescimento de cargo, isso ocorrerá com a manutenção dos resultados e com o surgimento da oportunidade. Você precisa reconhecê-los rapidamente, no curto prazo, assim, você passa a impressão de que está próximo ao que acontece na operação, tanto para o lado ruim, quanto para o bom.

Algumas ações simples podem te ajudar, por exemplo, colocar uma placa de destaque próxima daquele vendedor que bateu a meta, ou colocar cadeiras diferenciadas para os melhores atendentes e até parabenizar frente a equipe. São situações singelas que reconhecem, recompensam e chamam atenção de todos.

Lembre-se também de colocar esses funcionários em evidência quando alguém de fora da operação estiver presente. Convide-os para participar de alguma reunião, apresente-o para algum visitante e faça com que ele apresente a operação e afins. Isso irá mexer com o ego deles e vai desencadear uma onda de motivação e inspiração.

Você deve reconhecer que sua empresa só será destaque, se internamente ela possui isso. Os pilares precisam ser identificados e recompensá-los é de suma importância. Esse é o passo inicial para ver sua empresa a frente dos outros, faz com que você tenha uma operação saudável, estimulada e comprometida, desenvolvendo sempre o senso de propriedade.

Federico Vega, CEO e Fundador da CargoX

Tags, , ,

A burocracia brasileira é o paraíso dos empresários – Por Federico Vega

Quando a gigante multibilionária eBay chegou a China achou que iria se fixar rapidamente. Entretanto, Jack Ma, naquele momento fundador de uma pequena empresa chamada Alibaba, reuniu sua equipe e disse para eles: “O eBay está chegando e eles podem até ser um tubarão grande no oceano, mas nós somos um crocodilo no rio Yangtze, maior rio de toda Ásia. Quando o crocodilo luta contra o tubarão no oceano, ele vai perde facilmente, mas se lutarmos no rio, nós ganhamos”.

O Alibaba não só derrotou o eBay, mas se tornou maior, com um valor de mercado de US$ 220 bilhões, sete vezes que a empresa norte-americana, dominando não só a China, mas a maioria dos mercados onde o eBay costumava dominar.

A história de Alibaba é um exemplo a ser seguindo pelos empresários brasileiros. Jack Ma era um professor simples de uma escola chinesa e começou a companhia digital em um momento em que o país não tinha capital disponível para investimentos e nem uma cultura ligada à internet ou empreendedorismo. Ele muitas vezes cita “ninguém queria trabalhar para nós, as pessoas não conseguiam entender o que estávamos fazendo, por isso, vamos contratar quem entrar pela porta, não temos escolha e todos pensaram que estávamos loucos”.

Igual ao Brasil, a China possui números elevados em relação ao PIB, população e território, combinados com mercados extremamente burocráticos, complexos e altamente regulamentados, com uma falta generalizada de cultura de negócios em sua força de trabalho.

Em 2013, me lembro de ver os fundos de capital de risco no exterior saindo do país, tendo como base as premissas de que a burocracia e a complexidade do mercado matam o empreendedorismo. Escutei de muitos executivos brasileiros dizer que o Brasil é o pior lugar na terra para se iniciar um negócio, especialmente quando uma crise política e econômica estava iniciando. Ma pode ter pensado o mesmo sobre a China em 1999, provavelmente seria mais fácil comprar uma passagem para o Vale do Silício, onde milhares de empreendedores competiram para resolver problemas, só que em um ambiente de negócios favorável, onde milhares de investidores estavam dispostos a dar o apoia as ideias mais loucas.

Mas a filosofia de negócios de Ma era diferente, como qualquer outra pessoa bem-sucedida, ele focou em onde estavam as oportunidades e não perdia tempo reclamando sobre algo que ele não podia controlar. Ele idealizava uma forma em que pudesse conquistar os investimentos de capital para seu negócio, assim navegaria na complexidade do mercado como ninguém, não tendo nenhuma concorrência forte em um mercado de bilhões de dólares.

O Alibaba estaria incubado em um ambiente seguro, sem a necessidade de se preocupar com os competidores predatórios comer uma fatia de seu “território”. Os concorrentes domésticos com financiamento insuficiente morreriam rapidamente e os concorrentes estrangeiros teriam dificuldade em entender um ambiente tão complexo. Em outras palavras, o Alibaba era – naquele momento – um pequeno, mas fortíssimo crocodilo lutando no rio Yangtze, onde os tubarões não podiam lutar. Seu ambiente era grande o suficiente para alimentar esse único crocodilo e transformaria ele em um monstro, fazendo com que nenhum tubarão sonhasse em lutar.

Conheci Jack Ma em Davos, Suíça em 2015. Naquele dia, sua recomendação para começar uma empresa em um mercado emergente era perfeita. Ele dizia para não se queixar, e encontrar oportunidades onde todo mundo vê problemas, transformando esses problemas em sua vantagem. “A diferença que separa os empresários de sucesso dos demais é que eles nunca reclamam, sendo confiantes o suficiente para nunca desistir.”

Ou seja, se você estiver investindo em um mercado complexo, certifique-se de abordar um mercado massivamente grande e usar essas complexidades a seu favor, desta forma, você irá incubar um pequeno crocodilo que irá se tornar gigante, podendo assim ganhar dos outros tubarões no oceano aberto.

Federico Vega, CEO e Fundador da CargoX

Tags, , , , , , ,

Demita os “chefes” e valorize os líderes – Por Federico Vega

A maioria das empresas brasileiras operam com estruturas hierárquicas rígidas e tradicionais. Nelas os gestores se comportam mais como chefe – ou até mesmo “reis” – do que como líderes de equipe. Estes tipos de estruturas são comuns em modelos mais operacionais, mas são muito nocivas a inovação. Elas acabam aumentando o desperdício daquelas pessoas boas, com ideias e vontade de levar a empresa a frente. Em 99% das vezes, as melhores ideias e os talentos mais promissores são impulsionados entre os próprios funcionários e não pelos líderes/diretoria.

É um fato que uma das inovações de maior impacto na história corporativa do Brasil não está ligada com tecnologias disruptivas, mas sim a importância que se dá aos recursos humanos da empresa. Um exemplo que temos em nossas terras é a Ambev, que foi a primeira a aplicar uma cultura de trabalho de open spaces, ou espaços abertos, e meritocracia, até então comum somente em grandes bancos de investimento americanos, como a Goldman Sachs e J.P.Morgan. Esta mudança trouxe uma revolução que não só permitiu a cervejeira brasileira dominar o mercado mundial de cervejas, mas também virou um case de como liderar uma corporação.

O objetivo das culturas de meritocracia é justamente que cada área da corporação não precise do gestor para funcionar. Isto se consegue quando o principal objetivo de cada líder se torna a contratar e formar os novos profissionais, seguindo as diretrizes já existentes, neste caso, com “sangue nos olhos” e mais inteligente, não necessariamente mais experiente, do que o próprio gestor. Se ele for bom, cada pessoa de sua equipe deve conseguir fazer o trabalho melhor do que ele mesmo. Esse gestor não deve ser promovido se uma pessoa da sua equipe não consegue ocupar a posição que ele deixaria se fosse, na verdade, esse gestor deveria ser desligado por falhar ao atingir a sua principal meta.

Com espaços completamente abertos, onde ninguém tem uma sala privada, se aumenta a comunicação das equipes e todos funcionários. Todos são tratados do mesmo jeito, incluindo a diretoria, por exemplo. Essa cultura é focada no ideal de que as boas ideias podem surgir de qualquer funcionário e se existe um problema para resolver todos ficam focados nele e na solução, sem a necessidade de culpar quem ocasionou o problema. Esse é um modelo que estimula a colaboração e cooperação.

A missão dos gestores é muito clara, contratar gente boa, dar essas pessoas coisas grandes para fazer e sustentar uma cultura meritocracia aonde se recompensa aquelas pessoas boas e penaliza aquelas pessoas ruins. Um dos lemas a ser seguido é “grandes alpinistas necessitam de grandes montanhas para escalar”.

Federico Vega, fundador e CEO da CargoX

Tags, , ,

CargoX testa drones para monitoramento de cargas

A CargoX – primeira transportadora do Brasil impulsionada por tecnologia e inovação, que opera conectada a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos testa uma proposta pioneira para o mercado de logística. Chamado de SafetyTruck, o projeto propõe utilizar drones para o monitoramento de cargasque saem de São Paulo.

A iniciativa ainda está em fase de desenvolvimento, mas uma das principais funcionalidades de segurança é o botão de pânico, que aciona o drone em situações de emergência, como as tentativas de assalto. Nesses casos o equipamento acompanha o veículo por cerca de cinco horas e envia as imagens captadas direto para a transportadora iniciar à recuperação da carga e do caminhão. Além disso, o recurso conta com um item de reconhecimento de paradas não programadas para identificar rotas fora do itinerário.

Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas &Logística (NTC&Logística), os altos índices de roubo de cargas no Brasil geram um prejuízo anual de R$ 2 bilhões e, para inibir este tipo de incidente, a CargoX pretende estar na vanguarda do uso de drones para inibir furtos de carregamentos. “Queremos antecipar o futuro de segurança do setor rodoviário com o uso dessas tecnologias de última geração, que permitem monitorar e localizar o motorista em tempo real, para que tomemos providências se houver algum imprevisto no trajeto”, afirma Federico Vega, CEO da CargoX.

De acordo com o executivo, a companhia está focada 100% em tecnologia e empenhada em melhorar o transporte rodoviário no Brasil nos próximos anos com a iniciativa dos drones, dentreoutros projetos. “Com o SafetyTruck e outras ações que estamos criando, nosso intuito é projetar o futuro para a logística do país e melhorar as condições nas estradas”, explica Vega.

A CargoX, (http://www.cargox.com.br), é a primeira transportadora do Brasil sem frota própria, baseada em tecnologia e inovação, operando conectada em tempo real, por meio de um aplicativo próprio, a uma rede de mais de 100 mil motoristas autônomos. Lançada oficialmente em março deste ano e considerada como a “Uber dos caminhões”, a empresa é pautada pelas diretrizes agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço, além de responsabilidade pelas cargas transportadas. A CargoX começou a ser estruturada em meados de 2015 por Federico Vega, CEO da companhia. Atualmente, atende todas as regiões do país e com crescimento médio de 57% ao mês espera faturar no primeiro ano de atuação cerca de R$ 50 milhões.

Tags, , , , , , ,