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No Fintech Day, cenário de crédito é debatido em painel

O debate sobre as tendências para o mercado de crédito das fintechs marcou a 2ª edição do Fintech Day, que aconteceu nesta quarta, 18, no Insper em São Paulo. No painel sobre crédito, Fábio Neufeld (primeiro à direita), CEO e fundador da Kavod Lending – fintech de empréstimos coletivos peer-to-peer – falou sobre a importância da regulação específica para as fintechs de crédito, prevista para o próximo dia 26. “Acreditamos que a postura do Banco Central é de tornar o sistema mais seguro e confiável, portanto a regulação vem para ajudar e não para restringir.

A regulação atual atende aos modelos de negócio da maioria das fintechs de crédito, mas não foi criada para esse fim específico, portanto a regra vem para esclarecer todos os pontos e trazer mais segurança ao mercado”, declarou. O painel foi aberto por Rodrigo Soeiro, diretor da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs). O evento, que fomenta discussões sobre o ecossistema das fintechs no Brasil, reuniu importantes players do mercado em resultado de parceira entre a ABFintechs e o Insper, instituição sem fins lucrativos de ensino superior e pesquisa.

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Fintech promove empréstimos coletivos mais vantajosos que bancos

Democratizar e tornar mais justas as taxas de investimento e financiamento no mercado brasileiro: esse é o propósito da Kavod Lending, fintech de empréstimos coletivos (peer-to-peer lending). Seu diferencial, especialmente frente aos financiamentos bancários tradicionais, é oferecer taxas mais justas, informações confiáveis e garantias reais aos investidores.

Pela Kavod, qualquer pessoa física ou jurídica pode financiar diretamente pequenas e médias empresas que buscam capital para expandir seus negócios, gerir capital de giro ou trocar uma dívida mais cara por outra mais barata, por exemplo. “Não trabalhamos com empresas que estejam com problemas financeiros”, esclarece Fábio Neufeld, CEO e cofundador da Kavod Lending. “Para viabilizar o negócio, fazemos uma análise técnica de crédito das empresas: olhamos balanço, faturamento, endividamento, principais clientes e fornecedores, etc.”.

Na campanha online são disponibilizadas informações imprescindíveis para os investidores, como de que forma a empresa usará os recursos, seu saldo em caixa e em aplicações financeiras, por exemplo. Além disso, é dado acesso a um Relatório de Risco do Serasa, considerado um dos mais imparciais no ramo e referência no mercado. O retorno do investimento é em taxas pré-fixadas a partir de 1,10% ao mês.

Outro diferencial é que a Kavod Lending inclui garantias reais em 100% em suas operações. Essas garantias são dadas pelas empresas, que podem ser recebíveis de cartão de crédito, veículos ou imóveis – conforme a disponibilidade e nível de risco da empresa que busca o aporte. “Por isso o risco é mitigado em relação a outras plataformas do mercado. A rentabilidade é mais do que o dobro do que a oferecida pelos bancos, mas o investimento não é duas vezes mais arriscado”, explica Renato Douek, CMO e fundador.

Caso a empresa não pague o empréstimo, a Kavod Lending faz a cobrança em nome dos investidores e não cobra taxas extras por esse serviço. “Esse é nosso compromisso, pois o negócio deve ser bom para todos: a empresa tem que pagar menos pelo empréstimo e o investidor, ganhar mais com o aporte, evitando o prejuízo”, afirma Fábio.

Para as empresas, o negócio é mais vantajoso com a Kavod do que com bancos e corretoras tradicionais. O custo do financiamento é a partir de 1,1% ao mês e o prazo para pagamento é de até 24 meses. Toda a operação é aprovada, conforme as regras de crédito vigentes, tanto pela Kavod, quanto pela instituição financeira que formaliza a operação.

A fintech foi fundada em outubro de 2016 e selecionada pelo programa Startup Farm Ahead Visa de aceleração. Recebeu aporte de um investidor-anjo (CEO de um banco médio) e lançou sua primeira operação em agosto de 2017. Atuando com grande foco em franquias, já transacionou mais de R$ 2,5 milhões até hoje.

“Considerarmos que, com franquias, o risco é mais baixo para o investidor, já que o negócio é validado e estruturado pela franqueadora, cabendo ao franqueado, entre outras responsabilidades, ser um bom operador. Já realizamos captação de empréstimos coletivos para unidades da Subway, KFC, Sterna Café, Bar do Alemão e também para a FAPPES – Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior”, relata Fábio.

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