Tag EZ Commerce

3 situações que mostram que a transformação digital está só começando

Termos como Big Data, Internet das Coisas e computação em nuvem fazem parte do conceito de transformação digital, adaptações realizadas pelas empresas para satisfazer exigências tecnológicas atuais.

“Alguns gestores interpretam a transformação digital como uma tendência ligada à tecnologia, quando, na verdade, diz respeito à forma como as pessoas interagem com a marca por meio da tecnologia. Qualquer companhia pode se considerar uma empresa de tecnologia, afinal, tem presença nas redes sociais e necessita de softwares para gerenciar os negócios”, explica Rafael Cichini, CEO da JUST, empresa que desenvolve produtos digitais.

Conheça o potencial da transformação digital com três exemplos:

Empresas na nuvem

Com soluções de computação nuvem, a tecnologia pode ser uma grande aliada para aumentar a competitividade e melhorar a eficiência operacional. Muitas empresas têm iniciado a jornada de transformação digital com a adoção de soluções como o G-Suite para trabalhar de forma colaborativa. “As empresas buscam serviços capazes de maximizar resultados e reduzir custos, com ganho de escala, eficiência operacional e disaster recovery. Para entrar neste universo, muitas corporações apostam nas soluções de Google Cloud”, afirma Cláudio Santos, CEO da Santo Digital, uma das principais revendedoras Google no Brasil.

Shopping centers virtuais

Tendência recente entre varejistas do e-commerce, os marketplaces possibilitam uma experiência de compra similar à ida a um Shopping Center. Lojas maiores reúnem vitrines dos comércios menores com o objetivo de aumentar a oferta de produtos. “Os principais players aderiram ao modelo porque impulsiona receitas com uma maior disponibilidade de itens a venda, sem se preocupar com estoque e logística. Já as menores lojas, anunciantes, ganham muito em visibilidade e credibilidade, e o consumidor encontra uma maneira mais fácil de comparar preços”, afirma Mauricio Correa, diretor comercial e de marketing da EZ Commerce.

Gestão de compras online

Em uma época de instabilidade econômica, qualquer economia representa crescimento no futuro. Pensando nisso, a Nimbi, empresa especializada em supply chain management, desenvolveu soluções que aumentam a produtividade e geram economia aos departamentos de compras. Sua plataforma é baseada em cloud computing, e inclui todo o processo de busca, homologação, negociação e transação entre empresas. “Com uma plataforma tecnológica, a equipe ganha mais eficiência, economia de tempo e redução de custos. A tecnologia mostra fornecedores com preços menores e ajuda na tomada de decisões”, comenta Carlos Henrique Campos, sócio-diretor da Nimbi.

Tags, , , , , , , , ,

Com crescimento de 45%, Digital Commerce Group supera mercados de e-commerce e tecnologia

O comércio eletrônico é um dos segmentos mais saudáveis da economia brasileira, movimentando R$ 53,4 bilhões em 2016, ano marcado pela crise, com um crescimento equivalente a 11% em relação ao ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Já os dados do IDC em 2016 estimam uma alta de 2,6% no mercado de Tecnologia da Informação no país.

Se o ano foi positivo para ambos os setores, quem colheu mais frutos foi o Digital Commerce Group (DCG), fornecedor de tecnologia para lojas virtuais, que obteve um crescimento de 45% no ano. O grupo foi criado em 2016, em Porto Alegre, a partir de um aporte do Criatec 2 – fundo de investimentos em empresas de base tecnológica e perfil inovador – na EZ Commerce, uma das principais plataformas para e-commerce, que figura entre as PMEs que mais crescem no país, de acordo com ranking realizado pela Deloitte.

Consolidada no mercado e mais voltada atualmente para lojas de pequeno e médio portes, a EZ Commerce corresponde a 70% da receita do grupo, que conta ainda com outros dois produtos: a plataforma CORE, para grandes operações, com 20%, e a Octopus, para integração com marketplaces, com 10%. Ao todo, o DCG conquistou 180 contas, totalizando mais de 700 lojas virtuais atendidas, entre elas, GoBOX, Piccadilly e Victorinox.

“O avanço do setor impulsionou o crescimento do grupo também fisicamente, com a duplicação da equipe, que hoje conta com 100 funcionários, e inauguração de um escritório em São Paulo, já responsável por metade das nossas operações”, celebra Henrique Mengue, CEO do DCG.

Para 2017, o grupo espera seguir crescendo na casa dos 40%, especialmente com uma participação maior da Octopus, devido ao mercado promissor de marketplaces. De acordo com o CEO, a ideia é ampliar a atuação da ferramenta, integrando lojas físicas e a Indústria aos shopping centers virtuais. “Nossa busca sempre será em criar um ecossistema unificado de produtos e serviços para venda digital, oferendo ao varejista uma operação completa em todas as pontas com apenas um fornecedor”, acrescenta Mengue.

Promessa Endeavor

Na visão dos executivos do DCG, o mercado de tecnologia para e-commerce deve demandar em 2017 por soluções mais maduras nos quesitos de mobilidade, interação em tempo real e B2B. Para enfrentar o desafio de entregar produtos competitivos para conquistar grandes resultados, o grupo apresentará nova identidade visual e colocará em prática os meses de mentorias recebidas de grandes empreendedores do país no programa “Promessas Endeavor 2016”, para o qual foi selecionada entre empresas do Rio Grande do Sul, e concluído em novembro último.

Tags, , , ,