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PageGroup: aumenta a confiança dos executivos brasileiros em promover novas contratações de funcionários

Os executivos brasileiros estão mais otimistas para fazer novas contratações de funcionários neste ano. É o que revela o Estudo de Perspectivas de Carreiras e Profissões LATAM 2017, desenvolvido pelo PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, que opera com as marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel e Page Interim na região. De acordo com a pesquisa, 22% apostavam na expansão do quadro de empregados em 2016. Neste ano, 29% acreditam nessa possibilidade.

De acordo com Patrick Hollard, diretor executivo do PageGroup para as LATAM, África e Oriente Médio, os resultados refletidos na pesquisa estão ligados à melhora do cenário econômico na região. “Os executivos estão mais confiantes com as perspectivas econômicas no Brasil e na América Latina. Com essa confiança em alta, aumentam as possibilidades de vermos novas contratações de empregados em alguns mercados e setores. Essa retomada da confiança é um ótimo indicador de que as empresas devem retomar seus investimentos e a expansão do quadro funcional é parte desse processo”, analisa.

Participaram do levantamento, realizado em dezembro do ano passado, 6.437 executivos que ocupam cargos de média e alta gestão no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México.

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Peru lidera a expectativa de contratações

O Peru é o país onde mais da metade dos respondentes (51%) afirmam que pretendem contratar mais funcionários em 2017. O percentual aumentou 10 pontos em relação à pesquisa anterior (41%). A busca por mais empregados também será mais intensa na Argentina (46% X 37%), Colômbia (45% X 42%) e Chile (30% X 26%). A exceção ficou por conta do México, onde diminuiu o interesse por novas contratações – caiu de 54% em 2016 para 47% neste ano.

“O México passa por um momento de desaceleração e isto está refletido no resultado. Nos demais países o clima de otimismo é maior”, explica Patrick Hollard.

Áreas com possibilidade de contratação no Brasil

– Vendas
– Operações
– Logística
– Tecnologia da Informação
– Finanças

Áreas com possibilidade de contratação na América Latina

– Operações
– Vendas
– Tecnologia da Informação
– Marketing
– Logística

Executivos do Brasil e Colômbia lideram investimento em qualificação técnica

Outra parte do levantamento procurou entender quais são as prioridades dos trabalhadores em seu plano de carreira. Executivos de Brasil e Colômbia aparecem na liderança para investir em qualificação técnica, com 13%. Logo na sequência aparecem Peru (12%), México (9%), Argentina (6%) e Chile (5%).

Quando o assunto é trocar de emprego, quem aparece na dianteira são os argentinos, com 47% de intenções de buscar novas oportunidades no mercado e no mesmo setor (23%) e buscar oportunidades em um setor diferente (24%). Em seguida aparecem os mexicanos, com 39% de intenção de mudança, e os colombianos, com 31%. Os brasileiros aparecem na quarta posição, com 31%, seguidos por chilenos (29%) e peruanos (26%).

A promoção na carreira é o item que desperta menos interesse para peruanos (5%) e brasileiros (6%). O interesse é maior por parte dos executivos consultados na Colômbia (7%), Chile e Argentina (8%) e México (11%).

Emprego

A crise também reflete no mercado de trabalho. Para 72% dos entrevistados pelo PageGroup, não haverá redução de postos de trabalho. Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Possibilidades de cortes nas áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças no Brasil superam a média na América Latina
A pesquisa mostra se haverá redução de equipe no primeiro semestre deste ano. Para 83% dos respondentes, não haverá.

Ao promover o recorte por área, foi possível identificar os setores mais prejudicados pelas demissões:

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No Brasil, o levantamento apontou que as áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças estão mais vulneráveis a reduções de quadro que a média verificada nos demais países da América Latina. Em Operações esse percentual chega a 75% e no setor de Contabilidade e Finanças, 43%.

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Confiança em alta
A confiança dos executivos latino-americanos em uma recolocação se mantém em alta. Do total consultado, 12% estão desempregados e, deste universo, 72% estão confiantes ou muito confiantes para conseguir uma oportunidade de trabalho nos próximos seis meses. No Brasil os resultados capturados foram semelhantes a este.

Executivos elegeram os grandes desafios para 2016

– Desenvolver estratégia para melhorar os resultados (25%)
– Ganhar mercado em um ambiente altamente competitivo (15%)
– Enfrentar problemas econômicos/ manter a produtividade (11%)
– Reter e desenvolver talentos na empresa (9%)
– Manter os colaboradores motivados/ enfrentar dificuldades (9%)

Dos profissionais consultados na pesquisa, 51% são de empresas multinacionais e 49% de companhias locais e ocupam postos de observação privilegiados. Desse total, 22% atuam em companhias com faturamento superior a US$ 1 bilhão, 15% em empresas com faturamento até US$ 1 bilhão, 24% em empresas com faturamento de até US$ 500 milhões e, por fim, 39% estão alocados em empresas com faturamento de até US$ 100 milhões. Hierarquicamente estão divididos em CEO ou diretor geral (6%), vice presidentes (7%), diretores (17%), gerentes executivos (18%), gerentes (28%) e outros cargos (24%).

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2015, o ano em que acabou a inflação salarial

A partir de julho deste ano, após os seguidos escândalos e crises políticas, as empresas estacionaram seus planos de recursos humanos e muita coisa mudou nos quadros de executivos. “Elas pararam para observar o que estava acontecendo”, diz Áurea Imai, sócia da Boyden, empresa global referência em recrutamento e seleção de executivos em diversos segmentos no Brasil e do mundo.

Neste mês, quando acaba um dos anos mais difíceis para a economia do país, a especialista avalia o comportamento das empresas em relação aos salários e novas contratações. “Acho que nos anos em que a economia ia bem, as empresas estavam mais focadas em aumentar o headcountpara atender rapidamente a demanda, e hoje elas precisam analisar de que forma a equação quantidade x qualidade x produtividade está impactando o negócio”, afirma Áurea.

Até o meio deste ano, o mercado estava se comportando de forma normal. Então, as empresas começaram a adiar asdecisões de contratações previstas. Para as startups internacionais com planos de implantação no Brasil e, portanto, cheias de planos de contratações locais, 2015 também virou um compasso de espera. “Muitas startups para as quais faríamos rodadas de entrevistas de executivos, pararam os planos de vir ou estão em marcha lenta”, diz Aurea. “Elas não desistiram, mas esperam um cenário melhor para investir no país”.

Entenda a inflação salarial

Há alguns anos, o que se viu no mercado foi uma juniorização das estruturas, com salários cada vez mais altos. “Empresas inflaram suas estruturas, mas com a falta de profissionais mais prontos, contrataram profissionais não tão preparados por salários muito altos”, explica Áurea. Elas não estão reduzindo esses salários, mas estão buscando executivos altamente qualificados, estratégicos, com alta exigência de resultados para justificar o investimento salarial.

“O mercado está se reajustando, se readaptando para buscar profissionais mais seniores e qualificados, que fechem a conta da produtividade e competitividade”. Acabou a inflação dos salários. Sobraram cargos, claro, porém, muito bem preenchidos.

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Mesmo em meio à crise, empresas continuam disputando executivos qualificados e diferenciados

Áurea Imai, head hunter da global Boyden fala sobre os desafios na busca dos profissionais demandados pelas empresas

A Boyden, empresa líder em recrutamento e seleção de executivos, está atenta a cada movimento que acontece no mercado de trabalho para oferecer os melhores executivos, diretores e CEOs, às empresas que ainda buscam melhores resultados. Mesmo com a crise econômica e demissões em massa em vários setores, a empresa de head hunting enxerga o mercado executivo com otimismo para o próximo ano – justamente pela necessidade de fortes mudanças e inovações dentro das empresas.

Inovar não é nada fácil para grandes empresas, com processos de gestão bastante consolidados. “Porém, o Brasil vem de uma fase onde a demanda de contratações por aumento de quadro era elevada, e frequentemente o volume se sobrepunha à estratégia.”, explica Áurea. “Hoje, frente ao cenário político-econômico atual, as empresas precisam se reinventar e revisitar suas estratégias para se diferenciar da concorrência e ganhar mercado”.

Profissionais com visão mais abrangente, com capacidade de inovação, engajamento de times e habilidade de implementação são cada vez mais demandados pelas empresas. “A palavra do momento é inovar, e nesse sentido a atração de talentos que consigam promover tais mudanças nas empresas é fundamental”, afirma Áurea Imai, sócia da Boyden.

Por essa razão, a Boyden enxerga também uma mudança na forma de contratação de executivos. “Se antes as empresas se baseavam muito mais na experiência técnica do que profissional, atualmente, além do conhecimento, os profissionais precisam apresentar um ‘olhar fora’ da caixa, além de terem competências essenciais como liderança, integridade, resiliência, entre outras”.

Em meio a uma crise onde a demanda está extremamente seletiva, onde cada investimento precisa trazer retorno rápido e onde a economia flutua de forma incerta, as empresas devem valorizar profissionais que tragam resultados mais rápidos. “Esses executivos não são fáceis de encontrar, mas com um recrutamento minucioso conseguimos preencher posições altamente estratégicas em grandes empresas de vários segmentos.”

Ou seja, o que as empresas hoje procuram não é quantidade, mas profissionais mais qualificados, estratégicos, atentos aos movimentos do mercado, e que sobretudo tenham capacidade de engajar seus times e pares, provocando transformações positivas no ambiente organizacional.

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Pesquisa da Michael Page com 500 executivos avalia confiança no mercado de trabalho em 2015

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Apesar de um cenário macroeconômico mais restritivo, pesquisa da Michael Page com 500 executivos posicionados entre média e alta gerência e com remuneração fixa mensal entre R$10 mil e R$ 35 mil, demonstra que 51% destes profissionais estão confiantes quanto ao mercado de trabalho em 2015.
Para João Marco Frederico, diretor executivo da Michael Page, o indicador reflete o baixo índice de desemprego registrado no país. Em janeiro, o indicador ficou em 6,8%, segundo o IBGE, menor patamar da série histórica. “São profissionais bem qualificados, que se movimentam facilmente no mercado. Sabem que se por um lado não há ampliação de novas vagas, há espaço para substituições”, afirma o executivo.
Plano de carreira
A pesquisa da Michael Page detectou que 38% dos profissionais pretendem se arriscar a mudar de emprego ao longo de 2015. Deste universo, 21% almejam um salto ainda maior: mudar de setor. “São profissionais alocados em setores mais duramente atingidos pelo momento econômico, como setor automotivo, Oil&Gas e construção”, pondera Frederico.

Para 41% dos profissionais, porém, a prioridade para 2015 é acumular experiências no emprego atual. 12% dos profissionais entrevistados dizem ter como prioridade a busca de crescimento nas empresas onde já trabalham, enquanto outros 10% irão investir em aperfeiçoamento acadêmico.

Horizonte
O levantamento também procurou identificar os planos de contratações das empresas este ano e identificou que 37% das companhias pretendem expandir o quadro de funcionários em 2015.
Embora 63% das empresas declarem, no levantamento, que não pretendem ampliar os quadros, haverá demanda por pessoal para substituição e reposição de executivos. “Devemos ter um ano fortemente marcado por substituição de profissionais, afinal, com uma economia fraca, cresce as metas e os parâmetros de eficiência”, analisa Frederico.

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Hamilton Fonseca: headhunter fala sobre mercado de trabalho para executivos no Paraná

Em uma entrevista ao programa Valor Agregado, Hamilton Fonseca explica que o Paraná já deixa de importar executivos das principais cidades do país por contar com pessoal qualificado no próprio estado.

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