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Pesquisa aponta salários em alta e bônus congelados para executivos financeiros

Os executivos brasileiros da área financeira seguem em alta, ao menos no que diz respeito aos salários. Para 58% dos diretores financeiros do País, a tendência observada é de aumento nas remunerações dos profissionais de finanças e contabilidade em 2014. Outros 40% acreditam na estabilização dos salários e apenas 2% indicam queda. Os dados fazem parte da pesquisa global da Robert Half realizada com 2.535 CFOs de 16 nacionalidades.

Os resultados referentes às expectativas salariais colocam o Brasil como o quarto país em que mais se aposta em aumento, atrás apenas da China (70%), Hong Kong (69%) e Nova Zelândia (60%). Para Danylo Hayakawa, gerente da divisão de finanças e contabilidade da Robert Half, os números mostram que apesar de a economia nacional não estar tão aquecida como nos últimos anos, há otimismo por parte dos executivos. “O Brasil continua sendo visto como um bom lugar para direcionar os investimentos e há empresas aumentando o quadro de colaboradores, o que reflete também em aumento na remuneração dos profissionais”, conclui.

A China lidera os números relacionados à remuneração com 70% dos líderes de finanças apontando a tendência de aumentar a base salarial e 61% o crescimento dos bônus. Sob a perspectiva global, mais de quatro em 10 (44%) economias devem ampliar os salários e 28% estipulam bônus superiores neste ano.

2.535 CFOs responderam à seguinte questão: quais as tendências de remuneração o seu departamento financeiro está enfrentando atualmente?

Com relação a tendência dos bônus para os profissionais de finanças e contabilidade, 54% dos CFOs das organizações brasileiras apostam no congelamento, 37% acreditam no aumento, enquanto 5% afirmam ser de queda e 4% de que não haverá bônus.

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Para executivos de finanças, dólar continua em alta e PIB cresce até 2%

A comunidade financeira acredita que a tendência de alta do dólar – que vem demandando ampla atenção dos mercados – deve prosseguir e espera-se um crescimento menor da economia brasileira em 2013. É o que mostram os principais resultados apurados na nova pesquisa aplicada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF SP – junto aos líderes de 50 das maiores empresas do Brasil, que também fazem parte da diretoria vogal da entidade.

A consulta é relativa às projeções econômicas para o último quadrimestre do ano. Para 58,3% dos executivos de finanças ouvidos, o câmbio deve chegar ao final de 2013 com a cotação do dólar superior a R$ 2,30. Em abril deste mesmo ano, na pesquisa realizada pelo IBEF SP, a maioria dos respondentes – 54,3% – acreditava que a moeda americana encerraria o ano na casa dos R$ 2,01 a R$ 2,05.
Os executivos também reduziram sua expectativa quanto ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A comunidade financeira agora projeta uma evolução de 1% a 2% para a economia brasileira em 2013. Essa é a opinião de 75% dos participantes da pesquisa. Em abril, os líderes consultados pelo IBEF SP estimavam um PIB de 2% a 3% (60% do total de respostas, àquela ocasião).

Quanto à taxa básica de juros, 37,3% dos executivos de finanças acreditam que a Selic chegará a dezembro em 9,50%aa. Na última pesquisa realizada pelo Instituto, a projeção era de juros superiores a 7,75%aa (28,6% das respostas dadas em abril).

Os membros da diretoria vogal do IBEF SP também fazem estimativas acerca da inflação, que deve ficar entre 6,0% e 6,5% em 2013. Assim, apontam metade dos executivos de finanças que responderam à pesquisa. No levantamento do primeiro semestre, 42,9% dos participantes projetaram a inflação do ano entre 5,5% e 6%.

Mais indicadores

Os executivos de finanças também opinam sobre o desempenho de diversos indicadores para o último quadrimestre de 2013, comparados ao comportamento desses mesmos indicadores nos quatro meses anteriores.

De acordo com os diretores consultados, o cenário predominante deve ser de estabilidade. Assim devem-se manter: a Produção (65,2% do total de respostas), as Vendas Internas (47,6%) e Externas (44,4%), os Investimentos (47,8%), o Emprego (69,6%), os Estoques (65,2%) e a Inadimplência (68,7%).

O único indicador a registrar tendência de queda para os próximos quatro meses, de acordo com 43,5% dos respondentes, são as importações

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