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Especialista ensina a identificar os sinais de esgotamento mental e como eliminá-los

Cada vez mais comum em diversos aspectos da vida pessoal e no ambiente de trabalho, o esgotamento mental tem causado cada vez mais impactos emocionais e físicos. Infelizmente, muitas vezes ele é um conceito associado à frescura ou à uma fragilidade pessoal, no entanto, o esgotamento mental tem raízes concretas no funcionamento do organismo.

O fundador da Febracis, Paulo Vieira, explica que o esgotamento mental é fruto do excesso de demanda das atividades químicas que são realizadas no cérebro e da falta de substâncias neurotransmissoras capazes de sintetizar essas atividades, resultando em estafa mental, bloqueio, ansiedade e estresse, que nem sempre recebem a devida importância. “Muitas pessoas sequer sabem que estão passando por um processo de esgotamento mental. As situações de estresse e o cansaço são normalizados, e o ciclo do esgotamento continua sendo reproduzido. O perigo dessa continuidade é o aprofundamento dos sintomas, de maneira a causar situações graves para o indivíduo, impactando na vida pessoal e profissional”, explica Vieira.

De acordo com o especialista, o esgotamento pode ser desencadeado por fatores como autocobrança, desemprego, situação financeira e sobrecarga de responsabilidades. “No âmbito do trabalho é comum ele ser desencadeado por excesso de trabalho, o que, junto com a falta de eficiência e de recursos, gera um estresse enorme. Com isso, o colaborador se sente desmotivado e sobrecarregado, perdendo todo e qualquer prazer em trabalhar. Isso pode atingir qualquer membro da empresa, seja ele o colaborador ou o gestor”, avalia.

Vieira ainda acrescenta que é importante ficar atento aos sinais listados abaixo para evitar o esgotamento mental. Além disso, ele ressalta que recorrer a ferramentas de autoconhecimento e inteligência emocional, como o Método CIS, da Febracis, podem ser alternativas importantes para este processo. Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil.

Sensação constante de cansaço (cansaço crônico)

É normal se sentir cansado após alguma atividade que exija muito esforço (físico ou mental), ou depois de uma sequência intensa de trabalho ou afazeres. No entanto, quando o cansaço é constante, e você se sente sempre esgotado e no seu limite, esta é uma situação que deve receber a sua atenção.

Imunidade baixa

O nosso corpo físico está diretamente interligado com o nosso emocional. Quando estamos sobrecarregados e esgotados a nossa imunidade baixa e o nosso corpo físico fica debilitado. Estar constantemente com algum problema de saúde por baixa de imunidade pode ser um sintoma de esgotamento mental.

Perda de memória

O esgotamento mental dificulta as ações neurotransmissoras, que também são responsáveis pela nossa memória. Esquecer constantemente obrigações, compromissos ou até nomes das coisas e pessoas pode estar ligado à estafa mental e não a uma questão da idade.

Baixa qualidade do sono e insônia

O estresse e a ansiedade são efeitos típicos. Com isso, nosso cérebro não consegue se desligar, trabalha intensamente e incessantemente, gerando um ciclo vicioso de esgotamento. Esse processo, muitas vezes, atrapalha a nossa capacidade de dormir e relaxar para reestabelecer as nossas funções neurotransmissoras, o que agrava ainda mais a estafa mental.

Apatia constante e generalizada

A falta de motivação e de interesse é um sintoma típico dessa situação. O que antes era razão de entusiasmo e prazer, passa a não ter mais significado. Com isso, a pessoa se torna apática, não sente vontade de se dedicar às tarefas.

Perfeccionismo

O perfeccionismo costuma ser muito valorizado, principalmente no ambiente de trabalho. No entanto, não aceitar que errar é humano e ter medo constante de cometer erros podem ser um sintoma de esgotamento mental. O perfeccionismo e o produtivismo exagerados demandam muita energia, o que pode causar ou aprofundar a estafa mental.

Descontrole

O esgotamento mental torna toda e qualquer tarefa mais difícil do que o normal, e as reações ficam exacerbadas. É normal a pessoa que está passando por esse processo se tornar reativa e perder o controle das suas emoções.

Febracis participa do CONARH 2018

Maior instituição de coaching das Américas, a Febracis participa pela primeira vez do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. O congresso, que reúne importantes nomes do setor e promove mais de 100 horas de conteúdo sobre gestão de pessoas e desenvolvimento humano, contará com palestra magna do Master Coach e fundador da Febracis, Paulo Vieira, sobre como usar as emoções a seu favor. A Febracis é patrocinadora do evento e espera atingir um amplo público em busca de alcançar a alta performance na carreira. O CONARH acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, no São Paulo Expo.

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5 motivos que geram estresse nos profissionais e como gerenciar

Um ambiente de trabalho muito competitivo ou de muita pressão pode ocasionar situações que deixem os colaboradores estressados, prejudicando o rendimento e a motivação. “O nosso autoconhecimento é muito importante nesses casos, já que sabemos do nosso potencial, das habilidades e até que ponto podemos chegar e contribuir para a empresa”, afirma Elen Souza, assessora de carreira da Catho

Elen listou os cinco motivos mais comuns de estresse entre os profissionais e como gerenciá-lo.

1 – Acúmulo de funções

Algumas empresas têm o quadro de colaboradores reduzido, devido a crise que assolou o Brasil nos últimos anos, ou por sua estrutura mais enxuta, e com isso algumas pessoas acumulam mais funções dentro da organização.

Como lidar: Para a pessoa que está se sentindo sobrecarregada, a dica é fazer uma lista do que precisa, por ordem de relevância e prioridade. Outra alternativa é conversar com o líder direto, para organizar o dia a dia e discutir o melhor formato de trabalho. Paralelo a isso, no período da manhã e à tarde, é importante reservar um tempo entre 10 ou 15 minutos para tomar um café e descansar um pouco a mente.

2 – Resultados imediatos

Cada vez mais, as empresas buscam talentos que possam entregar resultados imediatos, o que acaba deixando o colaborador pressionado e, consequentemente, estressado.

Como lidar: Apesar da pressão, o profissional precisa entender qual seu papel na entrega dos resultados e tentar equilibrar a vida profissional com a pessoal, não deixando que essas cobranças prejudiquem sua saúde. Não levar trabalho para casa também é importante – é necessário descansar a mente e corpo.

3 – Aprender a lidar com frustrações

As frustrações dentro de uma empresa podem ser diárias: a meta não conquistada, a promoção que não veio, entre outras. Isso pode ser estressante e desgastante para o profissional.

Como lidar: O autogerenciamento é importante para aprender a lidar com as frustrações na vida pessoal e profissional, além disso, é essencial utilizar cada momento como aprendizado e criar planos de ação para situações futuras. E caso isso esteja atrapalhando o rendimento ou até mesmo influenciando de forma negativa fora do trabalho, é aconselhável conversar com familiares e amigos, ou até mesmo, procurar ajuda profissional.

4 – Falta de comunicação

Um grande problema das organizações é a falta de comunicação entre os gestores e os colaboradores, isso pode gerar uma insegurança sobre qual o melhor formato de trabalho, dúvidas sobre o que é esperado do profissional e seu futuro dentro da empresa.

Como lidar: Para vencer esse problema é necessário estabelecer uma relação de confiança dentro da empresa, além de conversar de forma transparente com superiores, pares e colegas de trabalho. Pedir um feedback periódico para o gestor, caso isso não ocorra, também é extremamente positivo.

5 – Relacionamento interpessoal

No ambiente corporativo, e fora dele, temos de lidar com diferentes opiniões, pontos de vista, e ideais, mesmo que, muitas vezes a diferença seja tão grande que acaba provocando situações desagradáveis.

Como lidar: É importante trabalhar a empatia, aprender a escutar, entender que cada pessoa é diferente e aproveitar isso de forma positiva.

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Como lidar com o estresse e ser mais produtivo? – Por Christian Barbosa

O estresse é um problema muito comum nos dias atuais, além de ser um dos maiores inimigos da produtividade. Quando tratamos do assunto, a primeira coisa que precisamos entender é que é não existe uma maneira de eliminar o estresse; afinal, ele é uma reação natural do organismo a qualquer situação que causa tensão e esgotamento.

O acúmulo de estresse traz consequências ruins para a mente e para o corpo, e isso afeta diretamente os seus resultados. O que podemos fazer, diante disso, é criar algumas estratégias.

Para começar, precisamos nos empenhar para tirar da nossa rotina os elementos que desencadeiam essa sensação. Se você sabe que ver notícias ruins, por exemplo, te deixa estressado, elimine esse hábito.

Quando o problema relaciona-se a outra pessoa, a estratégia muda. Se o seu cônjuge está te deixando estressado, é claro que você não vai dispensá-lo por isso. Sente-se, converse, exponha o que está te incomodando e as consequências que esse incômodo vem trazendo para você. Conclua essa conversa com uma solução.

Aprender a gerenciar o seu tempo é outra prática importante e que não pode ser dissociada da busca por equilíbrio e bem-estar. Isso é um processo, não acontece do dia para a noite. A gente aprende a ter mais tempo, tomar melhores decisões e ter uma vida mais plena colocando o nosso tempo dentro da nossa agenda depois de definir prioridades e cortar hábitos improdutivos.

Muitos estudos associam a prática de meditação à melhora do humor e ganho de qualidade de vida. Por que não tentar? Você não precisa passar horas meditando, mas pode baixar um aplicativo que te guie sobre meditação e reservar algum momento para isso. Um simples exercício pode ajudar muito. Se você não se identificar com a prática, procure algo que te faça se sentir mais tranquilo. Pode ser um hobbie, um filme, uma música ou a prática de um esporte.

O estresse está intimamente ligado à ansiedade. Passamos muito tempo nos estressando com coisas que ainda vão acontcer, e com problemas que não cabe a nós resolver. Concentre sua atenção nas suas atividades mais importantes Essa é uma tarefa diária e complexa, mas com dedicação é totalmente possível. Vamos começar?

Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade e CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

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Booking.com revela as principais causas de angústia nas viagens de negócios

Um em cada quatro viajantes de negócios passam por estresse nas viagens

Embora existam muitas vantagens e oportunidades nas viagens a trabalho, pesquisa global divulgada hoje pela Booking.com revela que os viajantes de negócios também navegam por uma gama de cenários que os deixam preocupados e ansiosos, antes mesmo de começar as reuniões importantes e o trabalho de fato.

A pesquisa conduzida pela Booking.com, líder global em conectar viajantes de negócios à mais ampla escolha de acomodações, analizou mais de 4.500 viajantes de negócios em oito países. Embora um terço geralmente ache positivo viajar internacionalmente a negócios (38%), os resultados revelam que os maiores fatores de estresse para eles vêm da logística da viagem, com nove em cada 10 (93%) se sentindo estressado em algum momento da jornada. Atividades como planejamento pré-viagem, reserva de hospedagem, decisão sobre transporte e gestão de despesas combinadas com a falta de tempo para dormir deixam os viajantes de negócios cansados e tensos.

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Aborrecimentos no aeroporto

Embora muitos dos turistas se sintam animados com a perspectiva de passar tempo em um aeroporto e ir às lojas duty-free, os aeroportos são a maior causa de preocupação para aqueles que viajam internacionalmente a trabalho. Os atrasos e cancelamentos estão no topo da lista, com a metade (47%) dos viajantes de negócios reclamando sobre isso. Como seria de esperar, jet lag (35%) e as filas de segurança dos aeroportos (34%) também são detestados por esse tipo de viajante. Embora este seja um sentimento compartilhado mundialmente, os alemães são os que menos gostam das filas de segurança (42%), enquanto os chineses são mais compreensivos, com apenas um em cada cinco (20%) classificando tais filas como uma de suas coisas menos favoritas durante viagens de negócios internacionais.

Problemas no destino

A pesquisa mostra que as preocupações não terminam no aeroporto, com um em cada quatro (26%) se sentindo ansioso sobre barreiras linguísticas chegando no seu destino, um em cada cinco sentindo desconfortável sobre estar em ambientes desconhecidos (20%) e 17% preocupados com normas e diferenças culturais. Os viajantes japoneses são os mais preocupados com as barreiras linguísticas, com quase metade (45%) dizendo que este é um fator estressante. Enquanto os viajantes de negócios chineses são mais tolerantes quanto às filas do aeroporto, eles estão mais preocupados do que outros países sobre as normas e as diferenças culturais no país que estão visitando (37%).

Viajando sozinho

Embora as viagens de negócios possam ser emocionantes e cheias de oportunidades, às vezes elas podem ser solitárias, com muitos dos entrevistados dizendo que sentem falta da família, amigos e da vida doméstica no geral (34%). Na verdade, mais de um terço dos viajantes de negócios norte-americanos dizem que um dos principais pontos negativos das viagens de negócios internacionais é estar longe de seus familiares, amigos ou parceiros (38%).

Um em cada 10 viajantes (12%) de negócios passa menos de cinco horas sozinho em sua acomodação durante cada dia da viagem a trabalho. Em média, os viajantes de negócios passam 8,9 horas por dia sozinhos (incluindo as horas dormindo), quando viajam internacionalmente, e é talvez por isso que, contrário à sabedoria popular, muitos deles estão abertos a compartilhar a acomodação com um colega. Um em cada três (33%) dizem que compartilhariam a acomodação com um colega se eles também fossem amigos. Os viajantes de negócios chineses são mais abertos a compartilhar o quarto com um colega, enquanto apenas 8% disseram que isso é totalmente inaceitável. Já os viajantes de negócios japoneses são os que mais discordam disso, com mais da metade (57%) dizendo que é totalmente inaceitável.

Ripsy Bandourian, Diretor de Desenvolvimento de Produtos da Booking.com para Empresas, comenta: “Embora as viagens de negócios tenham tantos pontos positivos, tais como a oportunidade de conhecer novas culturas, ampliar horizontes e conhecer os colegas pessoalmente, a logística pode ser uma pedra no caminho. Filas de aeroportos e atrasos, a hospedagem no seu destino não ter o conforto de casa e a falta de tempo pessoal podem gerar um estresse desnecessário. A Booking.com para Empresas, que permite o acesso a reservas de hospedagem e informações essenciais – tais como instalações para reuniões de negócios, Wi-Fi e café da manhã de primeira classe – pode ajudar a aliviar algumas dessas tensões e pressões, fazendo da viagem um momento memorável, positivamente, para os executivos.”

*Pesquisa comissionada pela Booking.com com 4.555 homens e mulheres entre 18 e 65 anos de idade, que viajaram internacionalmente a negócios quatro vezes ou mais no ano passado pelos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Japão, China e Itália. A pesquisa foi realizada entre 29 de janeiro e 11 de fevereiro de 2016.

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Você é workaholic? Saiba os cuidados a serem tomados

Cenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema? Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados ao tema:

1 – Características do workaholic

Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 – Eu sou?

Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 – Problemas relacionados

Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 – É preciso saber viver!

Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 – Workaholic x Worklover

É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

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