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Escola global de tecnologia chega ao Brasil para transformar qualquer profissional em programador e criador digital

A falta de profissionais de TI capacitados, no Brasil, é, sem dúvida, um dos maiores gargalos encontrados pelas empresas no momento de fazer uma contratação, déficit que pode chegar a 161 mil postos até 2019, segundo levantamento recente da IDC. Pensando nisso, a Ironhack, tech school com sedes em Madrid, Barcelona, Paris, Miami, Amsterdã, Cidade do México e Berlim, escolheu São Paulo para inaugurar o seu oitavo bootcamp.

Com um modelo de ensino intensivo e imersivo baseado no conceito de “aprender fazendo”, a empresa oferece cursos de treinamento para programadores e web designers (UX/UI) alinhados às necessidades do mercado, uma metodologia que tem garantido 85% de empregabilidade de seus alunos, em no máximo três meses. Em apenas cinco anos de operação, a Ironhack já formou mais de 1,5 mil estudantes de 70 nacionalidades diferentes, em programas com duração entre 9 e 24 semanas.

A companhia foi criada em 2013 por Ariel Quiñones e Gonzalo Manrique, que se conheceram em um programa de MBA na Wharton School. Depois de observarem as pessoas investirem grandes quantias em educação e, mesmo assim, terem dificuldade em conseguir ingressar ao mercado de trabalho, os empreendedores criaram, em Madrid, uma startup voltada para o ensino de tecnologia.

Depois de ampliar a sua atuação para EUA e França, a Ironhack recebeu o aporte de 3 milhões de dólares do fundo JME Venture Capital para viabilizar sua expansão para a América Latina e Europa, incluindo a abertura do bootcamp na capital paulista, o primeiro sul-americano, além de unidades na Cidade do México, Berlim e Amsterdã.

“Estamos seguros de que nosso conceito de educação personalizada, ágil e sintonizada com as últimas mudanças tecnológicas trará para São Paulo novas oportunidades para quem busca uma recolocação ou, ainda, ingressar para o mercado de trabalho de TI”, explica Mario Posadas, Gerente de Expansão da Ironhack no Brasil. Segundo ele, diferente dos modelos educativos tradicionais, a escola permite que os alunos aprendam com seus próprios objetivos, seja para se aperfeiçoar tecnicamente, impulsionar a carreira ou mudar de área profissional. “Esta metodologia do bootcamp é bastante adequada para quem busca uma rápida mudança profissional”, lembra Posadas.

Outro diferencial da escola de programação é o suporte dado à recolocação profissional. Após a conclusão do curso, a escola promove uma Feira de Contratação ao longo de quatro dias, momento em que as próprias empresas vão até o Campus para conhecer e entrevistar os alunos. Entre as companhias, destaca-se a parceria global com Google, Rocket Internet, Boston Consulting Group, Twitter, VISA, entre outras.

“Com a Ironhack, quem deseja mudar de carreira consegue sair apto a trabalhar como desenvolvedor júnior ou em outras funções da área de tecnologia, um dos segmentos que mais emprega atualmente, com remunerações proporcionalmente mais altas se comparadas a outros segmentos, no Brasil”, destaca o Cofundador Ariel Quiñones. De acordo com uma pesquisa da consultoria Robert Half, o salário de um desenvolvedor júnior gira em torno de R$ 5 mil em solo brasileiro, mas pode chegar à casa dos R$ 20 mil para profissionais mais experientes.

Por ser um mercado tradicionalmente dominado por homens, a escola de programação oferece bolsas de 10% para mulheres que desejam se matricular nos seus cursos. A Ironhack inicia seu primeiro programa no país em 15 de outubro, com duração prevista de nove semanas. As inscrições já estão abertas no site oficial da escola:www.ironhack.com. O programa, full time, com aulas em português, tem carga de 40 horas semanais e todos os conhecimentos técnicos ensinados por professores experientes são testados em projetos.

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Escola de tecnologia incentiva estudo de competências digitais para crianças e adolescentes

A Happy Code, escola de tecnologia e inovação com 23 unidades em operação, 30 em fase de implantação e uma unidade em Portugal, oferece cursos de programação, robótica, desenvolvimento de aplicativos e artes digitais para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. O propósito da empresa é formar pessoas capazes de mudar o mundo, e, nesse sentido, sua missão é a de desenvolver o potencial humano ensinando competências digitais.

Por meio do método STEAM, que integra Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática e do uso dos robôs Dash & Dot, que estimulam a curiosidade e a confiança para os aprendizes, além de colaboração e alfabetização digital, a Happy Code oferece uma variada grade de cursos regulares – com carga horária de 27 horas, que envolve o ensino de programação, desenvolvimento de games, aplicativos, robótica, modelagem e animação em 3D. Todos os cursos foram desenvolvidos com intuito de apresentar o mundo da criação de tecnologia de maneira simples e descomplicada.

O Code School oferece modalidades específicas, como Code com os robôs Dash& Dot (5 a 6 Anos), que ensina conceitos de lógica de programação de uma maneira muito divertida e intuitiva; o Games Kids (6 a 9 Anos) é formado por três módulos interdependentes onde os alunos aprendem a utilizar as melhores ferramentas da indústria de games desenvolvendo projetos de jogos em 2D, 3D e RPGs; o Games Teens (10 a 14 Anos) tem como foco criar projetos de jogos em 2D, 3D, Plataforma, Arcade e raciocínio lógico. Por fim, no Games Youth (15 a 17 Anos) os alunos aprendem a criar seus próprios jogos utilizando o Unity, um game engine profissional.

Voltado para o desenvolvimento e programação de aplicativos e jogos para smartphones e tablets, a Happy Code oferece duas modalidades de curso: Apps Kids, para crianças de 6 a 9 anos, e o Apps Teens e Youth, que ensina programação em JAVA para criação de aplicativos para Android. Em apenas dois módulos, os alunos aprendem a utilizar o Android Studio desde o básico até a publicação de aplicativos na Play Store.

Nas aulas de Modelagem e Animação, para alunos de 8 a 17 anos, aprende-se a utilizar o Blender, ferramenta Open Source profissional utilizada em estúdios de animação do mundo todo. Além disso, a empresa é pioneira na criação do curso de Robótica com Drones, em dois módulos, alunos de 8 a 17 anos desenvolvem projetos que possibilitam o aprendizado dos conceitos fundamentais da eletrônica, montagem e programação. Aplicando os conhecimentos adquiridos, os estudantes têm a capacidade de construir seus próprios drones.

Dentre os cursos de férias e cursos rápidos, o de Youtubers também é concepção pioneira da escola e ensina de forma rápida e divertida as melhores práticas para começar um canal no YouTube de sucesso. O Minecraft Modding proporciona o primeiro contato com a ciência da computação, com criação de mods (modificações). Além disso, é possível criar filmes animados em 3D com personagens do Minecraft®, iguais às introduções dos maiores Youtubers do Brasil, no curso de Animação Minecraft.

“Nosso método é capaz de ajudar a desenvolver competências digitais nas crianças e jovens e esse é um fato transformador na sociedade que vivemos. Temos uma base educacional e ética para que as crianças usem o computador de forma saudável com o propósito de formar pessoas capazes de mudar o mundo. Por isso, buscamos aproveitar o tempo que eles passam em frente aos computadores para incentivar cada vez mais a criação de jogos e aplicativos”, comenta Rodrigo Santos, fundador da Happy Code.

Todas as aulas são ministradas uma vez por semana, com duração de 1h30 e as turmas são formadas por no máximo 12 alunos. O material didático é disponibilizado em uma plataforma de fácil usabilidade e com validação pedagógica adequada por faixa etária. Essa é uma forma de garantir que cada aluno possa acompanhar as aulas de forma objetiva e condizente com seu nível de aprendizado.

“Nossa preocupação, além de ensinar competências digitais, é sermos facilitadores de uma geração que já está mudando os hábitos de comportamento e consumo da sociedade em que vivemos. Devemos estimular a utilização da tecnologia para melhorar o mundo e a Happy Code se orgulha de ser a maior rede de ensino de tecnologia e inovação do Brasil”, finaliza Rodrigo.

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