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Mercado de Telecom acredita que o 5G será fundamental para alavancar economia brasileira, diz pesquisa

Uma sondagem de opinião realizada pela Ericsson entre os dias 29 e 31 de outubro, em São Paulo, confirma que executivos do setor de telecom acompanham com ansiedade os próximos passos da implementação do 5G no Brasil. O estudo foi realizado durante o Futurecom 2019, maior evento do setor na América Latina, ouvindo 878 decisores do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), fornecedores, provedores e empresas referências no setor.

Com chegada ao Brasil do 5G prevista para 2020, a sondagem realizada com especialistas abordou, entre outros pontos, a importância do 5G para o País. Numa escala de 0 (muito baixa) a 10 (muito alta), a nota média ficou em 9,3.

Quando perguntados sobre o papel habilitador do 5G para a transformação da economia, 64% dos respondentes concordam plenamente que a tecnologia será fundamental para alavancar mudanças significativas em toda a sociedade. Outros 35% também entendem que haverá grande impacto, ainda que parcialmente,

Ao abordar um eventual atraso no leilão de frequências, 72% declararam que isso pode ter um forte impacto negativo para o Brasil. Apenas 7% posicionaram-se favoráveis ao referido atraso.

Para o diretor de Relações Institucionais da Ericsson, Tiago Machado, esses resultados merecem atenção: “Muitos estudos já realizados comprovam que o 5G será o principal fator de transformação econômica, competitividade e ganho de eficiência dos mais diferentes setores da economia na próxima década. E o Brasil não pode perder o timing para dar mais esse importante passo. É realmente importante que o Brasil tome uma série de medidas regulatórias como parte de uma política pública mais ampla que assegurem a introdução da tecnologia no Brasil ainda em 2020”. Ele alerta: “Entre essas medidas, estão o leilão de frequências 5G sem um viés arrecadatório e a aplicação da Lei Geral de Antenas em todos os municípios do País”.

Considerada a nova geração da conectividade móvel, o 5G já é uma realidade para a Ericsson, que foi pioneira na implementação e ativação da nova tecnologia em quatro continentes. Atualmente já somam 22 as operações comerciais em funcionamento na América do Norte, Europa, Oriente Médio, Oceania e Ásia utilizando tecnologia 5G da Ericsson.

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ABB e Ericsson unem forças para acelerar automação sem fio para fábricas flexíveis

A ABB e a Ericsson reforçaram seu compromisso de acelerar o ecossistema industrial para automação flexível sem fio, o que possibilitará melhores serviços conectados, IoT industrial e tecnologias de inteligência artificial no futuro.

Os parceiros assinaram um Memorando de Entendimento na Hannover Messe 2019, estabelecendo sua visão conjunta para futura produção flexível com automação e comunicação sem fio. A colaboração vem durante a era da Indústria 4.0 e a conectividade 5G, que permitem às empresas aumentar a produtividade, com a ajuda da automação e digitalização.

O MdE confirma o acordo dos parceiros para continuar sua forte colaboração em pesquisa, explorar melhorias nos processos de fabricação e automação e descobrir novas oportunidades de negócios para o ecossistema industrial.

“Estamos muito animados para ampliar nossa parceria com a Ericsson, à medida que o mundo se aproxima da era da tecnologia 5G”, disse o CEO da ABB, Ulrich Spiesshofer. “A liderança da ABB em indústrias digitais, combinada com o trabalho pioneiro da Ericsson em conectividade, abrirá novas oportunidades para os clientes aumentarem a produtividade e a competitividade digitalizando seus negócios”.

“A Ericsson e a ABB já têm uma forte colaboração na pesquisa de tecnologias 5G e Industrial IoT”, disse Börje Ekholm, presidente e CEO da Ericsson. “Com este MdE, fortalecemos nossa parceria para acelerar o ecossistema industrial e aproveitar todo o potencial da automação flexível, abrindo novas oportunidades de negócios, combinando o 5G e Indústria 4.0”, completa Ekholm.

Os dois parceiros já estão monitorando rapidamente a introdução de uma nova geração de tecnologias inteligentes de fábrica, com a Ericsson implantando um sistema de automação inteligente em suas fábricas em Tallinn, Estônia. A ABB forneceu uma solução de célula robótica flexível totalmente automatizada que monta rádios 5G para a Ericsson.

Na Hannover Messe 2019, a ABB e a Ericsson exibem suas tecnologias mais recentes e inovadoras e mostram como estão capacitando a “fábrica do futuro” com a mais recente tecnologia de robótica flexível, tecnologias sem fio, 5G, IoT industrial e controle de movimento.

Saiba mais sobre a participação da ABB na Hannover Messe: http://new.abb.com/news/detail/18282/abb-showcases-pioneering-technologies-in-digital-industries-at-hannover-messe/

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Ericsson e Vivo testam tecnologia 5G em rede 4,5G/LTE-A comercial

A Ericsson (NASDAQ: ERIC) e a Vivo anunciam hoje a realização de testes de campo com a tecnologia Massive MIMO, uma das etapas mais relevantes na evolução rumo ao 5G, ativada na rede 4,5G/LTE-A atualmente implementada pela operadora em São Paulo.

O Massive MIMO permite que as operadoras expandam sua capacidade de rede para oferecer uma melhor experiência para os consumidores, bem como para conectar mais dispositivos por antena. Essa característica garante que, em horários de pico, mais consumidores possam utilizar a internet e assistir vídeos ao mesmo tempo, sem prejuízo à experiência de navegação.

O teste é realizado em dois cenários com a antena ativa Ericsson AIR 6468, com recursos 64T64R Massive MIMO, instalada em um bairro de alta densidade populacional. No primeiro momento, o sinal é apontado a um edifício comercial para avaliar a desempenho da cobertura vertical em ambiente indoor. Em seguida, a cobertura horizontal é testada por múltiplos usuários, que obtêm ganho de performance devido à individualização dos feixes emitidos (beamforming) pela antena.

Para o diretor de Planejamento e redes da Vivo, Atila Branco, o tráfego de dados está em ascensão e aumentará exponencialmente com o avanço dos serviços de vídeo 4K, Realidade Virtual e Realidade Aumentada. “Estamos preparando e testando novas tecnologias para garantir que nossas redes tenham a capacidade e velocidade que oferecerão aos nossos clientes a melhor experiência em dados móveis no Brasil”, explica

Rogério Loripe, vice-presidente comercial da Ericsson no Brasil, comenta que “o Massive MIMO é uma das etapas mais relevantes para o 5G, mas enquanto a quinta geração não chega, os usuários podem se beneficiar de um desempenho superior mesmo na rede 4,5G/LTE-A. Este teste é um passo importante na parceria estratégica que temos com a Vivo na evolução da rede atual rumo ao 5G”.

O Massive MIMO é uma das principais tecnologias utilizadas para expansão de capacidade de rede, tendo sido implantado pela operadora de telecomunicações MTS e pela Ericsson durante o torneio global de futebol sediado na Rússia. Bastante superior ao atual MIMO4x4 disponível na rede, as medições da rede realizadas durante a competição esportiva em estádios e zonas de concentração de torcedores, em sete cidades-sede, mostraram que a velocidade média de download de dados e a eficiência espectral dobraram enquanto a capacidade da rede aumentou mais de quatro vezes.

O aumento da capacidade de rede é necessário para suportar o rápido crescimento dos dados trafegados pelas redes de telecomunicações. De acordo com o mais recente Mobility Report da Ericsson, o tráfego de vídeo atualmente representa mais da metade do tráfego móvel e deve aumentar ainda mais com a adoção de aplicativos de vídeo como Realidade Aumentada, Realidade Virtual e vídeo em 360º.

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5G em desenvolvimento e aumento de implantações IoT celular são destaques da nova edição do Ericsson Mobility Report

A nova edição do Mobility Report da Ericsson (NASDAQ: ERIC) revela que o lançamento comercial da rede 5G está cada vez mais próximo e implantações de IoT celular foram maiores do que o previsto.

A previsão para conexões IoT celular quase dobrou desde novembro de 2017. Agora, espera-se que sejam alcançadas 3,5 bilhões em 2023, impulsionado por implementações da tecnologia em larga escala que está acontecendo atualmente na China. Novas tecnologias de IoT celular como NB-IoT e Cat-M1 estão oferecendo aos provedores de serviços oportunidades para melhorar a eficiência dos aparelhos.

As operadoras de telefonia móvel já lançaram mais de 60 redes IoT celulares ao redor do mundo utilizando estas novas tecnologias na mesma rede subjacente LTE para suportar uma gama diversificada de múltiplos usos. Na América do Norte, o IoT está focado em logística e gerenciamento de frota, enquanto na China a tecnologia é implementada para tornar as cidades e a agricultura mais “inteligentes”.

Primeiro lançamento comercial de 5G ainda este ano

É esperado que a América do Norte seja a pioneira na condução da adoção do 5G – com todas as operadoras dos EUA planejando disponibilizar a rede para seus clientes entre o final deste ano e meados de 2019. Até o final de 2023, cerca de 50% de todas as assinaturas móveis na América do Norte já devem ser de 5G, seguidas pelo nordeste da Ásia com 34% e a Europa Ocidental com 12%.

Globalmente, as implementações de 5G são esperadas a partir de 2020. A Ericsson prevê mais de 1 bilhão de assinaturas 5G para banda larga móvel até o final de 2023, representando cerca de 12% do número total de assinaturas móveis.

Estima-se que o tráfego de dados móveis aumente 8x durante o período – atingindo 107 exabytes (EB) por mês: número equivalente a todos os assinantes móveis do mundo transmitindo vídeos em full HD por 10 horas. Até 2023, espera-se que mais de 20% do tráfego mundial de dados móveis seja transportado por redes 5G. Isso é 1,5 vezes mais do que o tráfego total de 4G / 3G / 2G hoje.

É esperado que o 5G seja implantado primeiro em áreas urbanas de maior densidade e que apresentam uma banda larga móvel mais aprimorada. Outros casos de uso virão futuramente de setores como: automotivo, manufatura, serviços públicos e saúde.

Georgia Sbrana, vice-presidente de Marketing, Comunicação e Relações Institucionais da Ericsson Brasil, diz: “2018 é o ano em que as redes 5G vão começar a ser comercializadas e a implementação em grande escala de IoT celular vai começar. Essas tecnologias prometem novos recursos que afetarão a vida das pessoas e transformarão os setores. Essa mudança só acontecerá através dos esforços combinados de agentes do setor e reguladores que se alinham em espectro, padrões e tecnologia”.

Espera-se que a primeira geração de dispositivos de dados de 5G sejam lançados a partir do segundo semestre de 2018. Os primeiros smartphones comerciais que suportam 5G são esperados para o início do próximo ano, enquanto o suporte para bandas de muito alto espectro é esperado para até o meio do ano de 2019.

O Ericsson Mobility Report também apresenta artigos sobre o desempenho da rede através dos olhos dos clientes, inteligência das máquinas no gerenciamento de rede e a importância de garantir o espectro correto para 5G.

Leia aqui o Ericsson Mobility Report completo.

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Próxima geração da internet sem fio recebe apoio canadense

Imagine um mundo em que você começa o dia bem porque sua geladeira identificou a quantidade de comida que você tem e pediu itens de reposição para você. Seu trajeto é mais seguro e produtivo porque você está em um carro autônomo. Você pode navegar facilmente pelo tráfego em uma cidade inteligente, o pagamento dos pedágios é feito automaticamente e é mais fácil encontrar um bom local para estacionar.

À medida que aumenta a demanda por coisas conectadas, nossa infraestrutura de tecnologia sem fio precisa acompanhar o ritmo. É por isso que estamos prestes a ver uma mudança da tecnologia sem fio de quarta geração para a de quinta geração (5G) – um avanço que promoverá um enorme potencial de inovação.

O Governo do Canadá, juntamente com as províncias de Ontário e Quebec, anunciou a primeira parceria público-privada destinada a aumentar o crescimento econômico impulsionado pela tecnologia 5G. O ENCQOR (sigla em inglês para Evolução de Serviços em Rede através de um Corredor em Quebec e Ontário para Pesquisa e Inovação) prevê investir C$ 400 milhões nos próximos 5 anos para o desenvolvimento de novos padrões de telecomunicação, necessários para comportar o grande volume de dados que serão gerados a partir de agora – estima-se, por exemplo, que o tráfego de dados móveis deverá aumentar sete vezes entre 2016 e 2021.

O projeto será liderado por cinco grandes corporações de tecnologia digital global (Ericsson, Ciena Canada, Thales Canada, IBM Canada e CGI), que serão responsáveis por metade da verba prevista pelo projeto. Os governos, por sua vez, dividirão igualmente o restante do investimento, no valor de C$ 200 milhões, contando com o apoio do Fundo Estratégico de Inovação do Governo do Canadá, estimado em C$ 1,26 bilhão.

O setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) é uma parte importante da economia canadense, contribuindo com C$ 76 bilhões para seu PIB em 2017. E possui um potencial ainda maior, como afirma Reza Moridi, Ministro de Pesquisa, Inovação e Ciência de Ontário. “Esta iniciativa para apoiar o desenvolvimento do 5G vai ajudar a capitalizar nosso vasto potencial da tecnologia de comunicações de alta velocidade para expandir horizontes, acelerar a inovação e transformar a maneira como todos nós vivemos e fazemos negócios”, explica.

Os governos, as pequenas e médias empresas e os acadêmicos colaborarão no desenvolvimento de tecnologia 5G por meio de instalações e laboratórios de pesquisa conectados localizados nas duas principais províncias canadenses. Essa estrutura fornecerá acesso a tecnologias avançadas, como redes de banda larga programáveis, Internet das Coisas, fotônica em silício, análise de big data e computação em nuvem.

A tecnologia 5G tem velocidades de download até 100 vezes mais rápidas do que a 4G atual. O ENCQOR fornecerá aos canadenses a capacidade de inovar testando seus produtos e serviços em equipamentos 5G. Os recursos desenvolvidos por meio do ENCQOR permitirão que as empresas aumentem seu nível de competitividade – estima-se que 1.000 pequenas e médias empresas poderão se conectar à plataforma 5G para acessar a pesquisa e a tecnologia que as ajudarão a inovar e criar mais de 4.000 empregos.

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Claro, Ericsson e Qualcomm demonstram nova tecnologia para Internet das Coisas

A Claro, a Ericsson e a Qualcomm Technologies, uma subsidiaria da Qualcomm Incoporated, anunciam que completaram hoje uma demonstração pioneira fim-a-fim da tecnologia LTE IoT Cat-M1 (eMTC), desenvolvida para suportar aplicações no segmento de IoT – Internet das Coisas. Trata-se do primeiro teste público de Cat-M1 realizado em rede comercial na América do Sul.

A iniciativa ajudará na continuidade na liderança tecnológica em LTE IoT da Claro e da Embratel, preparando a operadora para desenvolver aplicações com uso da tecnologia Cat-M1 em sua rede.

No teste, foi utilizado o equipamento de telemedição de energia elétrica (RMT 5.0) da M2M Telemetria, que utiliza o módulo de conectividade Cat-M1 (ME910) da Telit, com o poder de conectividade do modem MDM9206 da Qualcomm Technologies e o produto da Ericsson Massive IoT Radio Access Network.

Outro teste foi realizado com uma solução de gerenciamento de frotas desenvolvida pela Ericsson, utilizando o módulo de conectividade Cat-M1 (BG-96) da Quectel, integrado com o mesmo modem de LTE IoT MDM9206 da Qualcomm Technologies. A Claro continuará testando outros dispositivos e aplicações para Cat-M1 em sua rede.

As três companhias pretendem trabalhar juntas em novos testes também no padrão LTE IoT Cat NB-1, que permite conexão de sensores com baixo consumo de banda, baixa latência e baixo consumo de energia. As novas tecnologias de IoT, como Cat-M1 e NB1, e a evolução das redes LTE até o 5G, definem uma base sólida para reduzir a complexidade e o consumo de energia na conexão massiva de dispositivos através de redes móveis, expandindo a cobertura e a diversidade de aplicações.

Entre as aplicações de IoT típicas com Cat-M1 incluem relógios inteligentes (smart watches) ou pulseiras fitness com serviços de comunicação de voz integrados, dispositivos de rastreamento de animais (pets), terminais de ponto de vendas (POS), máquinas de vendas (vending machines) e rastreamento de veículos com suporte a chamadas de emergência (carros conectados).

“As tecnologias Cat-M1 e NB-IoT provêm vantagens importantes em relação a conectividade de dispositivos com baixo custo, além de outras vantagens como maior tempo útil de bateria, cobertura estendida e suporte a novos casos de uso. Os testes pioneiros em conjunto com a Ericsson e a Qualcomm Technologies mostram que ambas empresas tem a habilidade de suportar novos serviços e tecnologias de IoT para a Claro e que estamos trazendo para o Brasil tudo de mais moderno que é desenvolvido nessas tecnologias”, diz André Sarcinelli, diretor de engenharia da Claro.

“Vamos expandir nossas ofertas de IoT para o mercado corporativo, garantindo conectividade com alta performance e capilaridade, sempre à frente nas novas tecnologias e modelos de negócio relacionados com dispositivos e sensores conectados”, diz Ney Acyr Rodrigues, Diretor de Negócios IoT da Embratel.

“Hoje, a maior parte da receita de IoT das operadoras é proveniente da conectividade machine-to-machine (M2M), mas nos próximos cinco anos esta receita virá de outras plataformas, aplicações e serviços. Este teste garante que a Claro Brasil possa capturar novas fontes de receitas e continuar entregando a melhor experiência a seus clientes. É importante que o mercado esteja atento ao fato de que o IoT muda a forma como trabalhamos e baseado em nossos estudos, acreditamos que o potencial seja de mais de 200 bilhões de reais até 2025”, analisa Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson no Brasil.

Rafael Steinhauser, Latin America President, Qualcomm Technologies, disse: “LTE IoT e sua contínua evolução para o 5G dará suporte a massificação de IoT, que requer cobertura estendida e maior tempo útil de bateria, em comparação às soluções atuais baseadas em 2G/GSM e LTE. Nosso modem para IoT – MDM9206 multimodo LTE, desenhado para suportar LTE Cat-M1, NB-IoT (NB-1) e E-GPRS e bandas de RF globais, traz muitos avanços, melhorias e otimizações ao LTE como a redução da complexidade aos dispositivos de IoT, dispositivos de mais baixo custo e com suporte a anos de tempo útil de bateria, suportando assim as necessidades das operadoras e de seus clientes.

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Futurecom 2016: Claro e Ericsson apresentam testes inéditos com o 5G

A Claro e a Ericsson fazem o primeiro teste da tecnologia 5G no Brasil durante a Futurecom 2016. A demonstração permitirá que operadoras de telecomunicações e parceiros, como instituições acadêmicas, centros de saúde, setor de energia e agricultura, testem os recursos do 5G em uma rede ao vivo.

O 5G possibilitará às organizações entrarem em mercados pouco explorados e desenvolver novos modelos comerciais, incluindo aplicações voltadas para a internet das coisas. Os recursos disponíveis a partir do uso dessa tecnologia incluem maior capacidade de rede e ampliação do tráfego de dados, baixa necessidade de energia, mais segurança e confiabilidade, bem como latência reduzida.

“Esse é um importante passo para a evolução das redes de telefonia celular no Brasil. Estamos muito satisfeitos em viabilizar, pela primeira vez no país, testes com o 5G e participar ativamente do desenvolvimento dessa tecnologia. A quinta geração da telefonia móvel permitirá tráfego de dados centenas de vezes maior do que é oferecido hoje, podendo conectar 100 vezes mais dispositivos”, afirma André Sarcinelli, diretor de engenharia da Claro.

“Novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) podem dar suporte à transformação virtual de todos os setores da sociedade, bem como de todas as indústrias. Estamos convencidos de que a próxima geração de banda larga móvel e de internet das coisas, habilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em diferentes setores da indústria e em novas aplicações”, diz Eduardo Ricotta, vice-presidente da Ericsson responsável pela unidade de negócio no Brasil. “Tirar os testes dos laboratórios e trazê-los para as redes, como estamos fazendo na Futurecom, é parte importante do processo que permitirá estar com as redes comerciais prontas em 2020”, complementa.

O acordo entre a Ericsson e a América Móvil, maior grupo de telecomunicações da América Latina e controlador das marcas Claro, NET e Embratel no Brasil, para testar o 5G foi feito em 2015, durante um encontro com o governo brasileiro na sede da Ericsson, na Suécia, onde a empresa anunciou que também daria suporte ao país em sua agenda digital.

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Primeiro Crowdworking do Brasil já tem startups selecionadas

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Sessenta e três jovens empreendedores são os pioneiros do Crowdworking Vale da Eletrônica, programa de incentivo ao empreendedorismo e inovação da Telefónica Open Future, Ericsson e Inatel, que funciona no campus do Instituto em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais. O anúncio dos 20 projetos selecionados foi realizado nesta sexta-feira em uma “cerimônia surpresa”, que emocionou os classificados. “Ter o nosso projeto selecionado era o que faltava para dar andamento no nosso produto e desenvolver o empreendedorismo em nossas carreiras”, disse a estudante Isabela Coelho, do 3º período de Engenharia Biomédica do Inatel.

O Crowdworking Vale da Eletrônica foi criado no início do ano e começou com 90 projetos inscritos. Quarenta e dois foram pré-selecionados para apresentações de pitchs e tiveram a avaliação de representantes das duas multinacionais e do Núcleo de Empreendedorismo do Inatel. “São projetos muito interessantes, com iniciativas realmente inovadoras. Na avaliação, levamos em consideração a evolução das equipes, a capacidade de realização e a aderência da ideia com a realidade de mercado, disse Alexandre Moreira, consultor de Tecnologias da Ericsson, que participou da seleção, juntamente com Tales Waisberg, consultor de Negócios da Ericsson, Vanderson da Silva, especialista na divisão de Tecnologia da Telefónica, Pedro Rivieri, diretor da Telefónica, Carlos Cerqueira, coordenador da Pré-Incubadora do Inatel e Raphael Pereira, gestor de Tecnologia e Inovação do Inatel.

Os 20 projetos selecionados são de alunos e ex-alunos do Inatel e atendem segmentos considerados estratégicos na área da Tecnologia da Informação e Comunicação, como Internet of Things (IoT), além de soluções que podem ser aplicadas em pequenas ou grandes empresas. “Criamos o projeto para participar do programa. Sermos selecionados é uma excelente oportunidade para criar uma startup madura. Poderemos validar nossas ideias com profissionais com grande experiência e assim deixar nosso projeto pronto para atender as necessidades do mercado”, disse Caio Pereira, ex-aluno do Inatel, que atua no laboratório de hardware da área de serviços do Instituto, e que junto com outros três ex-alunos criou o BVIoT, soluções de infraestrutura de IoT para Smart Cities.

Nas próximas semanas, os empreendedores selecionados já iniciam os trabalhos no espaço compartilhado criado especialmente para eles, além de toda a estrutura da Incubadora e do Laboratório de Criatividade, Ideação e Inovação do Inatel. As equipes vão receber suporte técnico, capacitações e mentorias dos profissionais, executivos e parceiros envolvidos no programa, além da oportunidade de receber apoio de futuros investidores e aceleradoras, como a Academia Wayra, que também integra as iniciativas do Telefónica Open Future e vai acompanhar as startups. “São projetos muito sólidos, muito bem estruturados, com potencial de aceleração e que podem, em um momento posterior, ser um produto ou serviço de interesse da Telefónica/Vivo”, disse o diretor da Telefónica, Pedro Rivieri.

Durante o anúncio dos selecionados, o diretor do Inatel, professor Marcelo de Oliveira Marques, falou sobre a importância do programa não só para o desenvolvimento dos jovens selecionados. “Eles vão passar por um processo diferenciado voltado ao empreendedorismo, à inovação, à geração e distribuição de valor que vão transformá-los. E temos certeza que, ao final, teremos profissionais ainda mais diferenciados e novas empresas que contribuirão para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país”. Também foram exibidos depoimentos dos integrantes da banca avaliadora, da diretoria e presidência da Ericsson, incluindo os ex-alunos do Inatel, Eduardo Ricotta, vice-presidente da Ericsson América Latina, e Sergio Quiroga, presidente da Ericsson América Latina, que parabenizou os jovens. “Aproveitem essa oportunidade e tudo o que o programa entre Ericsson, Telefónica e Inatel oferece”.

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Primeiro crowdworking brasileiro criado pelo Inatel, Telefónica e Ericsson inicia atividades em abril

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O Inatel – centro de excelência em ensino, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, localizado no sul de Minas Gerais – foi escolhido para integrar o programa global que agrega todas as iniciativas relacionadas ao empreendedorismo e à inovação aberta do Grupo Telefónica, o Telefónica Open Future. Em parceria com o Grupo e com a Ericsson, o Instituto vai abrigar o primeiro crowdworking do Brasil, ambiente em que empreendedores poderão desenvolver seus projetos e contar com uma série de benefícios, sob o olhar de aceleradoras.

Os espaços físicos que compreendem a Incubadora e a Pré-Incubadora de Empresas e Projetos, e ainda, o Laboratório de Criatividade, Ideação e Inovação, que deve ser inaugurado em abril, vão compor o crowdworking. “Estamos neste momento adequando nossos processos para que possamos abrir, nos próximos dias, um edital de seleção que deverá se estender até abril, quando terão início as atividades”, revela o coordenador do Núcleo de Empreendedorismo do Inatel – NEmp, Rogério Abranches da Silva.

O programa é voltado a alunos e ex-alunos do Inatel e pessoas que estiverem associadas a estes. Poderão participar também empresas incubadas e projetos pré-incubados que já façam parte dos programas do NEmp. Serão aceitas ideias nas áreas de Internet of Things (IoT), Aplicativos B2B, Soluções de Digitalização “End to end” (E2E), Soluções para Pequenas e Médias Empresas (PMEs), Redes, Segurança, Big Data, Agrobusiness, entre outros segmentos estratégicos.

Dentre os benefícios, Rogério cita o suporte técnico e mentorias de forma gratuita, além da oportunidade de fazer parte de um ecossistema mundial e trocar experiência com empreendedores estrangeiros, executivos e parceiros do Open Future. Os participantes também poderão contar com o apoio da Ericsson para o desenvolvimento de seus projetos.

“Somos parceiros de longa data tanto da Telefónica como do Inatel e vamos contribuir com toda nossa experiência no desenvolvimento de projetos, aplicações e tecnologias. As inovações que certamente irão nascer neste espaço interessam muito para nós”, destaca Tales Silva, Consultor em Desenvolvimentos de Negócios da Ericsson.

Durante todo o processo, os empreendedores serão acompanhados pela Academia Wayra, aceleradora que também integra as iniciativas do Open Future. A intenção é selecionar projetos que estejam em fase mais madura para que, eventualmente, possam ter acesso a Wayra, e receberem financiamento, por meio dos fundos de investimento da empresa.

“Temos mais de 20 espaços como este no mundo. Fiquei muito impressionado com o incentivo ao empreendedorismo existente no Inatel e o Telefónica Open Future vem complementar esse fenomenal ecossistema de inovação”, disse Pablo Moro Casquete, Strategic Partnerships Manager do Telefónica Open Future.

Ambiente inovador

Um dos ambientes que vão compor o crowdworking, o Laboratório de Criatividade, Ideação e Inovação, está em fase final de construção e deve ser inaugurado também em abril. A criação deste Fab Lab bastante inovador, foi um dos grandes facilitadores da escolha do Inatel para ser parceiro do Open Future, de acordo com Rogério Abranches.

“O laboratório vai trabalhar as ideias com o objetivo de validar se a ideia tem viabilidade e potencial para se transformar em um negócio. Para isso, vamos fazer protótipos para apresentar para o mercado e pesquisa de mercado através de metodologias ágeis. Para participar, basta ter uma ideia e participar do processo de triagem do NEmp”, explica o coordenador do Núcleo.

Os grupos selecionados contarão com assessoria de especialistas internos e externos para evoluírem suas ideias, além de auxílio para viabilização dos protótipos. Mesmo sem a infraestrutura pronta, três equipes já integram o programa.

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