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Como evoluir do multicanal para a multiexperiência

Por Herbert J. Preuss, Senior Solutions Architect na Equinix

Em muitos aspectos, a evolução do multicanal para a multiexperiência ocorre paralelamente à digitalização do mundo moderno. Antes da década de 1990, o multicanal, de uma perspectiva de varejo, significava vender produtos por meio de um número limitado de canais – na loja, por meio de um catálogo ou de vendedores porta a porta. Hoje há uma variedade vertiginosa de pontos de contato do varejista com o cliente, da loja a aplicativos móveis, redes sociais e muito mais. E não é só no varejo. A pandemia de Covid-19 obrigou todos os setores a reavaliar sua interação com os clientes. Garantir uma experiência perfeita e sem falhas requer infraestruturas de TI que possam suportar interações em tempo real entre pessoas, aplicações, dados e clouds na edge.

Definição da ascensão de diversos canais


Tecnologias digitais como cloud, mobilidade, redes sociais, inteligência artificial (IA) e a internet das coisas (IoT) abriram caminho para que as organizações alcancem seus clientes de várias maneiras. E, à medida que essas tecnologias evoluem, o foco está mudando do canal (de dentro para fora) para a experiência (de fora para dentro). Nas palavras do empresário e jornalista de tecnologia Taylor Davidson, “a melhor tecnologia fica em segundo plano, porque as pessoas não se importam com tecnologia, elas se preocupam com o que ela faz”. Ao mesmo tempo, elas esperam uma experiência rápida e sem dificuldades. Uma resposta lenta da aplicação pode levá-las a procurar em outro lugar porque “lentidão é a nova frustração”. De fato, de acordo com uma pesquisa da Microsoft, o tempo médio de atenção humana caiu de 12 segundos para cerca de oito segundos.

Com isso em mente, vamos dar uma olhada na progressão do multicanal para a multiexperiência:

Multicanal: concentra-se em vários canais para alcançar os clientes, como localização física, site, compra por catálogo, redes sociais etc., que são normalmente agrupados e gerenciados de forma independente. Por exemplo, as lojas têm seu próprio inventário separado do site e, ocasionalmente, itens comprados online não podem ser devolvidos na loja. Ou cliques nas redes sociais não são rastreados para vendas no site.

Omnicanal: concentra-se não apenas em ter vários canais, mas também em conectá-los para trabalhar juntos para uma melhor percepção e experiência do cliente. Isso significa que, se o cliente mudar de canal, suas informações vão com ele para proporcionar uma experiência mais personalizada. O omnicanal também amplia a ideia de canal além de destinos físicos e digitais para incluir formatos de experiência emergentes, como realidade aumentada e virtual (RA/RV). Para que o omnicanal funcione, as organizações devem integrar informações de clientes e inventários para trabalhar em todos os canais.

Multiexperiência: foi citada pelo Gartner no “Top 10 Strategic Technology Trends for 2020” e é definida como a substituição de pessoas instruídas pela tecnologia por tecnologia instruída por pessoas. Nessa tendência, a ideia tradicional de um computador evolui de um único ponto de interação para incluir interfaces multisensoriais e multitoque, como wearables e sensores de computador avançados.

Como projetar para um mundo multiexperiência


Passar do multicanal para a multiexperiência não é tarefa fácil. Vai além de integrar dados de diversos canais para garantir que a experiência do usuário seja excelente e consistente, independentemente de quando, onde e como a interação ocorre. O OutSystems descreve a multiexperiência como uma mudança de foco de canais (de dentro para fora) para a experiência do cliente (de fora para dentro) e observa três características que devem ser consideradas ao se projetar para um mundo multiexperiência:

Ser natural para o dispositivo e modalidade de interação – a experiência precisa atender a cada dispositivo e ponto de contato de uma forma que pareça natural.

Habilitar uma troca perfeita entre pontos de contato – por exemplo, você está assistindo a um filme da Netflix em sua Smart TV e interrompe o filme para ir a uma consulta médica. Você pode então continuar de onde parou no seu smartphone na sala de espera.

Ser consistente, não importa o ponto de contato – os pontos de contato digitais da marca devem ser percebidos e se comportar de maneira consistente, independentemente do dispositivo ou método de interação.

Essa abordagem de design é como usar peças de LEGO independentes de ponto de contato ou “micro-tarefas” que podem ser reutilizadas e combinadas para compor uma jornada do cliente multiexperiência. Cada peça pode ser reutilizada em diferentes pontos de contato, em diferentes modalidades, carregando sua própria interface, comportamento, lógica e/ou dados do usuário. Uma “micro-tarefa” de pagar com um cartão de crédito em um site poderia então ser combinada em uma tarefa maior, como pedir o jantar e dividir a conta em uma aplicação móvel.

Visualizando um futuro multiexperiência


Embora algumas empresas tenham feito incursões em direção a uma estratégia de multiexperiência, as preocupações generalizadas sobre a privacidade dos dados retardaram o progresso. Mas a pandemia está começando a derrubar essas barreiras à medida que governos, empresas e organizações são cada vez mais obrigados a fornecer seus produtos e serviços por meio de experiências digitais socialmente distantes.

Por exemplo, já que estamos presos em casa hoje em dia, decidi realizar um projeto de reforma da casa que queria fazer há algum tempo. Como parte desse projeto, planejamos comprar alguns móveis novos de uma loja que tem experiências incríveis na loja física. Pensamos que pedir no site deles seria tão interessante quanto, mas não foi. Foi difícil encomendar pelo site, os produtos demoraram muito para chegar e estavam mal identificados quando os recebemos, o que diminuiu nossa percepção sobre essa empresa.

Em contraste com nossa experiência de compra de móveis, estamos vendo muitos restaurantes locais e outros varejistas terem grande sucesso em se adaptar rapidamente ao pedido móvel com retirada, entrega ou drive-thru, bem como a integração com aplicativos de entrega.

Por que a interconexão é um bloco de montar fundamental


Todas essas tendências ressaltam o fato de que os clientes esperam uma experiência de qualidade, conveniente e agradável, independentemente de como, onde ou quando precisam de um produto ou serviço. Eles não se importam com o canal. Fornecer esse tipo de experiência depende da troca rápida e segura de dados entre empresas, usuários, ecossistemas digitais e provedores de TI. Ao utilizar uma abordagem baseada em interconexão, as organizações podem integrar e trocar dados com parceiros com segurança e aproveitar percepções mais detalhadas para fornecer multiexperiências mais rápidas, confiáveis e personalizadas. A interconexão melhora a performance e o tempo de resposta, ajudando a criar o tipo de multiexperiência que manterá a atenção do usuário no mundo de déficit de atenção digital de hoje.

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Equinix destaca 4 premissas que os líderes precisam saber sobre IoT

Com o crescimento no número de dispositivos conectados e o avanço da Internet das Coisas (IoT), as implicações socioeconômicas desta mudança no cenário de tecnologia estão ganhando mais atenção também dos líderes de negócios, à medida que tentam encontrar o equilíbrio entre o aproveitamento e a proteção da explosão de dados de bilhões de dispositivos. Pensando nisso, a Equinix, empresa global de interconexão e data center, destaca quatro premissas que os líderes de negócios precisam saber para terem sucesso nos projetos de IoT (Internet das Coisas).

1 – Os ecossistemas são o cerne da Internet das Coisas

A IoT é alimentada por ecossistemas. Um único dispositivo de IoT fabricado por uma empresa depende de dados e informações externas para funcionar. Esses dados e informações, muitas vezes, vêm de um ecossistema de ponta a ponta, que requer a participação e a integração de tecnologias e/ou serviços de várias empresas. Um dispositivo de navegação pode, por exemplo, depender de dados provenientes de diferentes parceiros, como dados de tráfego, meteorológicos ou até possíveis acidentes. O dispositivo capaz de fornecer a inteligência necessária para processar esses dados terá vantagem competitiva sobre os demais.

Muitas implementações de Internet das Coisas de grande escala podem envolver interações entre mais de uma dúzia de agentes, com um ou vários ecossistemas. Quando estes ecossistemas parceiros são estabelecidos estrategicamente, uma organização pode implementar e gerenciar sistemas de IoT completos para gerar vantagem competitiva mais facilmente. E à medida que sistemas de IoT se tornam mais sofisticados e especializados, as interdependências entre os agentes de ecossistemas de IoT têm se tornando cada vez mais vitais e complexas. Participar de um ecossistema de IoT pode trazer muitos benefícios para as empresas, tais como velocidade de inovação, diferenciação competitiva, alcance de mercado, time-to-market e criação de valor.

2 – Há ouro em todos esses dados de IoT

Atualmente, a internet das coisas colabora com a criação de grandes volumes de dados todos os dias. Imagine a quantidade de informações gerada e usada por, digamos, um veículo autônomo. Ou considere quantos dados você gera em um dia, caso tenha habilitado o serviço de localização em seu dispositivo móvel.

À medida que o volume de dados de IoT cresce, outros aplicativos ou funções se beneficiam desses dados. Por exemplo, o equipamento de perfuração marítima em uma plataforma offshore analisa a profundidade, velocidade, ângulo, temperatura, pressão principal e outros dados operacionais. Isso é útil para gerenciar essa operação de perfuração em particular. No entanto, esses dados se tornam ainda mais valiosos quando combinados com dados de centenas de outras operações de perfuração. Por meio da análise de informações, operadores podem prever e otimizar o desempenho de perfurações em locais ou ambientes semelhantes.

Combinar dados de diferentes fontes fornece uma visão ainda maior, que pode beneficiar vários participantes no ecossistema – operadores, fabricantes, equipe de manutenção e outras empresas do setor. Quanto maior o volume de informações, mais valioso se torna o dado. Muito do valor da IoT provém da interconexão de dispositivos, processamento e armazenamento no nível físico, e das inúmeras aplicações e serviços que transformam os bits em informação. Estes dados adquirem ainda mais valor quando compartilhados com segurança com partes legitimamente interessadas.

Então, como o valor das informações vem crescendo, torna-se ainda mais importante capturar, gerenciar e compartilhá-las com segurança. As abordagens anteriores para gerenciamento de dados não são mais adequadas para lidar com o volume, a diversidade e a interconectividade que caracterizam a Internet das Coisas. Gerenciamento centralizado e infraestrutura escalável são necessários para implementar estratégias de gestão de dados eficazes, que podem lidar com desafios de escala, gravidade, integração e segurança de dados de IoT.

3 – Os dados de Internet das Coisas precisam de proteção especial

Com a importância do papel da IoT em nossas atividades diárias, preocupações com roubo de dados, interrupção de serviços e aquisição de equipamentos críticos se tornam mais consequentes. Os grandes volumes de dados gerados combinados com o crescente número de dispositivos conectados tornam a segurança da IoT um enorme desafio. Modems e roteadores são o alvo principal de ataques à IoT, sendo a falta de segurança, senhas fracas, negligência na correção de vulnerabilidades e apropriações de atualizações de software os meios mais comuns de entrada.

4 – Conscientização contextual melhora os resultados da IoT

A conscientização contextual é a capacidade de um determinado aplicativo acessar informações sobre um ambiente físico e automaticamente adaptar seu comportamento adequadamente em tempo real. Um sistema contextualmente consciente é capaz de detectar – e antecipar – circunstâncias novas no ambiente e reagir a elas em tempo real, com a resposta certa.

Quando aplicada de forma eficaz, a conscientização contextual define o intervalo de resultados ou comportamentos que a Inteligência artificial deve sugerir, estreitando o campo de resultados possíveis. Isto é particularmente importante em aplicações de Internet das Coisas, nas quais comportamentos específicos devem ser alcançados rapidamente, com o mínimo de processamento de dados e uso de energia. E com o crescimento exponencial de conjuntos de dados, essa também é uma maneira barata de criar soluções de Inteligência Artificial mais rápidas e precisas. Quanto maior o contexto, maior o valor dos dados.

Os avanços nos dispositivos conectados à IA e à IoT estão ultrapassando os limites entre os mundos físico e digital e possibilitando que a tecnologia seja um importante propulsor da transformação. Desta forma, líderes de todo o mundo estão explorando as maneiras pelas quais a tecnologia, inteligente e interconectada, pode ajudar a resolver os desafios macroeconômicos, beneficiando a indústria e a sociedade.

Portanto, para que o ecossistema de IoT trabalhe de maneira eficiente, os líderes de negócio devem considerar uma base de interconexão direta e segura que possa fornecer o desempenho, a escalabilidade e a segurança necessárias para construir um mundo mais inteligente. As práticas recomendadas para uma IOA (Interconnection Oriented Architecture, a Arquitetura Orientada à Interconexão) permitem o tipo de interação segura e em tempo real entre pessoas, locais, nuvens, dados e coisas para conectar todos esses pontos na Edge digital.

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Equinix anuncia a segunda edição do Global Interconnection Index

As empresas de todos os setores vêm apresentando uma aceleração significativa por conta da transformação digital. Como parte desta transição, as pessoas, softwares e máquinas criam e consomem dados, cada vez mais rapidamente e nos mais variados locais, acarretando em um desequilíbrio que leva empresas a recorrerem à Interconexão privada e direta para resolver seus desafios de integração. De acordo com o Global Interconnection Index Volume 2 (GXI Vol. 2), estudo de mercado publicado anualmente pela Equinix, a Interconexão, ou troca de tráfego direto e privado entre os principais parceiros de negócios, está se tornando ferramenta ideal para as empresas operarem no mundo digital atual. O estudo de mercado analisa, com abrangência global, a troca de tráfego.

Segundo as projeções, em 2021, a Velocidade de Interconexão provisionada para esta finalidade deve chegar a mais de 8.200 terabits por segundo (Tbps) em capacidade, ou o equivalente a 33 zettabytes (ZB) de troca de dados por ano, um aumento radical em relação à projeção do ano anterior e 10 vezes a capacidade projetada de tráfego de internet1. Isso representa uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) significativa no período de cinco anos, alcançando 48%, quase o dobro da CAGR esperada de 26% do tráfego IP global.

“As tendências mais relevantes em nível macroeconômico, tecnológico e regulatório estão convergindo para formar uma Era sem precedentes em termos de complexidade e risco, forçando a integração dos mundos físico e digital”, declarou Sara Baack, Chief Marketing Officer da Equinix. “O GXI Vol. 2 revelou que as empresas estão resolvendo suas crescentes necessidades digitais, conectando-se diretamente aos principais parceiros de negócios por meio da Interconexão, já que as formas tradicionais de conectividade não atendem aos exigentes requisitos dos negócios atuais”.

Algumas das principais tendências macroeconômicas, tecnológicas e regulatórias que impulsionaram o crescimento da Interconexão no ano passado e que exercerão impacto sobre seu crescimento futuro incluem:

  • Transformação digital dos negócios, que estimula a necessidade de oferecer suporte a interações em tempo real entre pessoas, coisas, locais, clouds e dados para capturar valor. Pelo menos 50% do PIB global passará a ser digital até 2021, com o crescimento em todos os setores impulsionados por ofertas, operações e relacionamentos, com respaldo digital2.
  • Risco à segurança cibernética, que expande o consumo de Interconexão à medida que as empresas passam utilizar a troca de tráfego de dados privados para evitar a internet pública e reduzir as ameaças digitais, conforme os dados são distribuídos em um número crescente de pontos de vulnerabilidade. As violações de segurança cibernética em larga escala representam um dos riscos mais sérios atualmente enfrentados em todo o mundo, e a intensidade das ameaças está se expandindo drasticamente. Até 2021, o custo global das violações de segurança cibernética deve chegar a US$ 6 trilhões3.
  • Os ecossistemas de negócios, que estão vivendo um aumento no leque de clientes, parceiros e funcionários, exigem a expansão digital e de Interconexão. Até 2021, as organizações que usam uma variedade de intermediários devem crescer mais que o dobro e o envolvimento ativo com segmentos que não fazem parte dos setores originais da organização deve triplicar4.

Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil, alerta para que as empresas tenham um olhar atento sobre os resultados apresentados pelo GXI deste ano. “No Brasil, o crescimento nos próximos quatro anos deverá ser sete vezes superior ao que existe hoje. Ou seja, as empresas brasileiras precisam pensar sua arquitetura de TI com vistas às demandas futuras. Para fazer isso com segurança, integrando negócios e parceiros, a Interconexão via hubs em data center carrier-neutral ainda é o melhor caminho. Por isso investimos tanto em uma plataforma globalmente integrada, em que a rede privada e a segurança sejam os atributos principais”.

Para capturar o valor digital, as empresas precisarão proporcionar suporte a interações em tempo real, interconectando estrategicamente os fluxos de trabalho entre pessoas, coisas, locais, clouds e dados. O GXI Vol. 2 identifica quatro classes de casos de uso de Interconexão5 junto com um modelo de maturidade de TI. Adotados em conjunto, esses casos de uso criam uma infraestrutura pronta para a entrada no mundo digital que pode ser utilizada pelas empresas atuais:

  • Otimização de rede para encurtar a distância entre usuários e aplicativos de serviços
  • Multicloud híbrida para conectar e segmentar o tráfego entre múltiplas clouds e a infraestrutura privada.
  • Segurança distribuída para implantar e interconectar controles de segurança em pontos de engajamento digital.
  • Dados distribuídos para implantar e interconectar a análise de dados em estreita conexão com os usuários.

Para o analista-chefe da 451 Research, Eric Hanselman, “as empresas, estabelecem seus rumos para alcançar maior digitalização, e, em paralelo, procuram caminhos que evitem a turbulência gerada pela crescente complexidade da integração de vários serviços digitais. As novas arquiteturas fixadas pela Interconexão suavizam essa complexidade, e as empresas estão descobrindo que produzem melhorias em segurança, desempenho e capacidade. O Global Interconnection Index da Equinix fornece informações úteis sobre essas tendências digitais, incluindo por que as empresas estão se conectando diretamente com parceiros estratégicos para construir seus ecossistemas de negócios digitais”.

Destaques/fatos importantes

  • O GXI Vol. 2 proporciona insights significativos apontando também diferenças regionais sobre como o crescimento da Velocidade de Interconexão vem aumentando nas diferentes regiões do globo.
  • Estados Unidos: como um dos primeiros mercados a adotar os negócios digitais e sede do maior número de empresas multinacionais, a previsão é de que os Estados Unidos registrem um crescimento composto de 45% ao ano, contribuindo com mais de 40% da Velocidade de Interconexão em termos globais.
  • Europa: um número crescente de regulamentações que exigem conformidade de dados está servindo como catalisador de crescimento para a Europa, que deverá aumentar 48% ao ano, contribuindo para 23% da Velocidade de Interconexão em termos globais.
  • Ásia-Pacífico: beneficiando-se de um rápido processo de urbanização e, sendo o lar de muitos dos maiores provedores de conteúdo digital, a região Ásia-Pacífico deve crescer 51% ao ano, contribuindo com mais de 27% da Velocidade de Interconexão em termos globais.
  • América Latina:  com o dinamismo do mercado emergente e as crescentes posições de adoção de negócios digitais, a América Latina deve apresentar crescimento de 59% ao ano, contribuindo com mais de 9% da Velocidade de Interconexão em termos globais.

  • O GXI Vol. 2 também prevê o crescimento da Velocidade de Interconexão pelas categorias de contraparte, estimando o comportamento de Interconexão para cada uma delas. Ultrapassando todas as outras categorias, a Interconexão entre empresas e cloud e provedores de TI deve crescer 98% ao ano até 2021, oferecendo suporte a negócios que criam novos serviços digitais e migram cargas de trabalho existentes para plataformas de nuvem de terceiros.

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Equinix anuncia serviço Google Cloud Interconnect no Brasil

Eduardo Carvalho, da Equinix no Brasil

A Equinix, empresa global de interconexão e data center, anuncia a expansão da sua parceria com o Google Cloud no Brasil, fornecendo acesso direto e privado ao Google Cloud Platform (GCP) por meio do Equinix Cloud Exchange™ Fabric (ECX Fabric). Com o auxílio do ECX Fabric, os clientes podem usar o Google Cloud Interconnection para conectar sua rede local, de forma segura e dinâmica, à nuvem do GCP.

A interconexão privada do Google, chamada Google Cloud Interconnect, permite transferir grandes quantidades de dados entre as redes, o que pode ser mais econômico, seguro e escalável do que o acesso pela Internet pública. O portfólio completo das opções de interconexão do Google Cloud evidencia a relevância do ECX Fabric para os clientes Equinix que estão construindo ambientes híbridos e multicloud, cujas aplicações e cargas de trabalho variadas exigem soluções de conectividade de alta performance entre redes e provedores diferentes.

“Ao fornecer acesso aos serviços de interconexão privada, estamos expandindo as ofertas e ajudando as empresas a aproveitarem melhor os serviços de cloud do Google, acelerando suas estratégias de nuvem híbrida”, afirma Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil. “Com mais opções de conectividade e maior acessibilidade ao Google Cloud, a Equinix está atendendo as necessidades de interconexão dos clientes e permitindo que eles gerenciem facilmente a nuvem de sua escolha”, complementa Eduardo.

“O Partner Interconnect oferece aos clientes do Google Cloud ainda mais opções de conectividade para ambientes híbridos”, disse John Veizades, gerente de produtos do Google Cloud. “Juntamente com a Equinix, estamos tornando mais fácil para os clientes estenderem sua infraestrutura local para o Google Cloud Platform”.

Expertise local em ambientes híbridos

A demanda das empresas por conexões de nível empresarial com o Google Cloud Platform também passa pela necessidade de parceiros com conhecimento de causa em migração e suporte a aplicações e infraestrutura. A Claranet, companhia global com mais de 20 anos de atuação, é um dos parceiros do ecossistema Equinix preparado para atender demandas de implementação e gerenciamento de ambientes híbridos, trabalhando como uma extensão do cliente à fim de otimizar continuamente seu desempenho e garantir vantagem competitiva.

“Sendo um parceiro Premier Google Cloud, estamos bem posicionados para projetar, construir e gerenciar o ambiente, fornecendo a confiabilidade e o desempenho que o cliente necessita”, afirma Daniel Galante, Managing Director da Claranet no Brasil. A empresa é parceira Equinix há 16 anos e atende a mais de 100 clientes em todo Brasil. “Se o cliente já está usando o Google Cloud Platform, está buscando migrar ou ainda, está construindo um ambiente totalmente novo, podemos ajudá-lo a se mover rapidamente de forma automatizada e segura”, completa Fábio Beato, Head de Operações.

Com a disponibilidade do Google Cloud Interconnect no Brasil, agora são 20 as localidades do mundo onde os clientes do Equinix Cloud Exchange™ Fabric contam com interconexão dedicada ao Google Cloud Platform, tornando mais fácil para as companhias consumirem os serviços do Google Cloud em qualquer lugar.

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Equinix fará a maior implantação de células de combustível para o setor de data center

A Equinix, Inc. (Nasdaq: EQIX), companhia global de interconexão e data center, anunciou a assinatura de um contrato de compra de energia (Power Purchase Agreement – PPA) de 15 anos de duração, junto a subsidiária Southern Company, no qual células de combustível da Bloom Energy serão instaladas em doze data centers International Business ExchangeTM (IBX®) nos Estados Unidos. O projeto fornecerá mais de 37 megawatts de energia, com uma instalação em fases que terá início no final de 2017 e seguirá até 2019.

O novo projeto instalará células de combustível em sete data centers IBX da Equinix no Vale do Silício (SV1, SV2, SV3, SV4, SV5, SV6, SV10), três na região de Nova York (NY2, NY4, NY5) e dois na região de Los Angeles (LA3, LA4). Ele se baseiam no programa piloto do data center IBX SV5 da Equinix no Vale do Silício, que iniciou em 2015. Esse investimento é um marco importante no programa de sustentabilidade corporativa da Equinix, que tem como objetivo causar um impacto positivo nos funcionários da empresa, nas comunidades nas quais opera e no meio ambiente.

“Na medida em que os data centers da Equinix, e a interconexão que eles facilitam, tornam-se cada vez mais críticos à infraestrutura do nosso mundo digital, essa expansão de células de combustível é um passo em direção a diminuir o impacto da economia digital no planeta. Este investimento permite que possamos servir nossos clientes com os mais altos níveis de desempenho, ao mesmo tempo em que auxiliamos seus esforços de manter sua cadeia de abastecimento limpa e eficiente”, comenta o presidente da Equinix para as Américas, Karl Strohmeyer.

Além do significativo impacto na sustentabilidade, o projeto fornece energia altamente confiável, 24h por dia, perfeitamente combinada com os requisitos operacionais do data center.

Produção de energia limpa

Com a célula de combustível existente no IBX SV5, e as instalações existentes de célula de combustível em dois IBXs obtidos da Verizon nesse ano (LA7 e NY13), o novo projeto irá trazer à Equinix um total de mais de 40 megawatts de energia fornecida a partir de 15 locais.

Uma vez instalado e em operação, o projeto de célula de combustível da Equinix irá operar com eficiência de líder mundial, fornecendo energia que é 20-45% mais limpa que o serviço equivalente fornecido de geração por gás natural. Durante o tempo de vida do projeto, 660.000 toneladas de emissões de carbono serão evitadas e 87 bilhões de galões de água serão economizados em comparação aos projetos gerados por gás natural ou carvão mineral.

As células de combustível da Bloom Energy utilizam tecnologia proprietária de óxido sólido para gerar eletricidade por meio de um processo eletroquímico limpo, utilizando ar como combustível e resultando apenas em água e uma pequena porção de dióxido de carbono como subprodutos. SOx (óxidos de enxofre), NOx (óxidos de nitrogênio) e emissões de outras partículas formadoras de poluição atmosférica nocivas são virtualmente eliminadas com o uso das células de combustível Bloom Energy.

“Não há maior reconhecimento e validação da nossa plataforma de energia que ter os nossos clientes atuais continuamente expandindo suas instalações de Servidores Bloom Energy. Hoje, a Equinix está fazendo isso de forma grandiosa”, celebra o fundador, presidente e CEO da Bloom Energy, KR Sridhar.

O projeto é financiado pela Southern Company e reflete uma parceria estratégica entre a Bloom Energy e a companhia para apoiar soluções de células de combustível on-site.

“A nossa parceria estratégica com a Bloom Energy foi estabelecida para entregar grande valor aos clientes ao fornecer soluções inovadoras de energia diretamente no estabelecimento do cliente. Esse projeto com a Equinix demonstra ainda que essa abordagem está atendendo às demandas de energia inteligente das principais companhias atuais”, diz o presidente e CEO da Southern Company, Tom Fanning.

Esse projeto irá aliviar o estresse do dia a dia dos provedores de serviços locais, ajudando novas gerações de serviços e fornecendo eletricidade diretamente onde é necessário.

Sustentabilidade

A Equinix recentemente liberou seu segundo Relatório de Sustentabilidade Corporativa anual, que inclui uma revisão do progresso em direção ao objetivo de longo prazo da Equinix de utilizar energia 100% limpa e renovável, assim como o progresso rumo ao outro objetivo da Equinix, de desenvolver uma empresa responsável e sustentável. Desde 2016, a Equinix atingiu 56% de cobertura mundial de energia renovável.

Além dessas iniciativas de células de combustível, a Equinix também está engajada em Acordos de Compra de Energia para energia eólica do Oklahoma e Texas, fornecendo um total de 225 megawatts de capacidade.

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