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53% dos consumidores brasileiros com acesso à internet se sentiriam confortáveis com drones realizando entregas

Uma pesquisa da Worldpay, conduzida pela Opinium, revela que mais da metade (53%) dos consumidores brasileiros com acesso à internet se sentiriam confortáveis caso drones fizessem a entrega de produtos. Esse entusiasmo também demonstra o potencial para novos negócios e, por isso, os pesquisadores da empresa estão analisando o uso da tecnologia de drones no combate ao crescimento de fraudes nas encomendas. A companhia de processamento de pagamentos acaba de apresentar o design de um protótipo que ajudaria a abrir caminho para entregas feitas por drones em todo o mundo.

O Drone Pay proof of concept, da Worldpay, usa a tecnologia de pagamentos com cartão, EMV contactless*, para verificar a identidade do destinatário da mercadoria, garantindo que foi entregue no endereço correto e para a pessoa certa. Essa tecnologia é incorporada a uma espécie de local de pouso para o drone, emitido na forma de um tapete. Quando o drone pousa para deixar o pacote, a tecnologia de cartão dentro do tapete lê automaticamente todos os detalhes sobre o consumidor no local de pouso. Se os dados do destinatário no cartão conferirem com aqueles do local de pouso, a encomenda é liberada.

A crescente popularidade de compras online no Brasil aumentou o número de entregas e a expectativa é atingir R$ 29.6 bilhões em 20221 e multinacionais como DHL Group, FedEx, Nippon Express, e UPS, e a estatal Correios, estão de olho nessa expansão. Em 2017, o mercado brasileiro de eCommerce teve incremento de 7,5% com faturamento de R$ 47,7 bilhões e deve continuar a avançar em 12% para R$ 53,5 bilhões este ano2. Porém, uma consequência natural deste crescimento tem sido o aumento de fraudes online.

O protótipo da Worldpay demonstra como a tecnologia de drones pode ajudar os varejistas a oferecer uma melhor experiência, proporcionando uma entrega mais confiável. Um levantamento recente feito pela empresa de processamentos de pagamentos apontou uma forte oportunidade para o uso de drones no Brasil com a entrega de produtos e coletas de outros para devolução, além disso, poderia criar mais empregos, levando-se em conta o gerenciamento e controle desses novos equipamentos. De acordo com o estudo, quase metade (49%) dos brasileiros acreditam que os robôs e drones poderão oferecer mais oportunidades de trabalho no futuro. O mercado também sugere que está pronto para o serviço de entregas com essa tecnologia, já que mais de 40.000 drones são legalmente usados no país3. Por meio do uso de drones para entregas, os varejistas poderão disponibilizar uma série de métodos de pagamentos. Isso reduziria exponencialmente a taxa de 63,4% de brasileiros que abandonam seu carrinho de compras online por conta da estimativa de tempo, muito alta, para entregar o produto3.

Pessoas mais velhas são mais abertas a novas tecnologias no Brasil. De acordo com a pesquisa da Worldpay, 62% dos entrevistados com mais de 55 anos de idade aceitariam ter um drone coletando itens para devolução; entre pessoas com 18 a 34 anos de idade essa taxa fica em 50%. O índice é maior que países como Reino Unido (37%) e os Estados Unidos (40%), para consumidores com mais de 55 anos de idade. O levantamento também revela que 34% dos consumidores brasileiros estão animados com o uso de drones no futuro. Isso indica que os varejistas têm grandes possibilidades ao oferecer serviços variados no eCommerce, ajudando a elevar a confiança dos brasileiros na tecnologia de drones.
Segundo Juan D’ Antiochia, gerente-geral da Worldpay para América Latina, os consumidores brasileiros estão abertos a novas tecnologias e o mercado precisa impulsionar tendências a fim de disponibilizar opções de entrega seguras e inovadoras, como o Drone Pay, no sentido de expandir os métodos de pagamento.

“Sem dúvidas há um enorme potencial para o mercado quando a entrega feita por drones se tornar uma realidade. Além dos benefícios com a redução de custos, os drones também podem ser a resposta para diminuir congestionamentos e poluição, além de agilizar o tempo de entregas. Nossos dados sugerem que os consumidores estão cada vez mais abertos à ideia das entregas feitas por drones, porém há ainda desafios logísticos que precisam ser endereçados antes que se torne um ponto importante do varejo. O peso dos pacotes e distância aérea são barreiras em potencial para a adoção, assim como, garantir que as encomendas sejam entregues corretamente ao consumidor”.

“É aqui que tecnologia de pagamentos tem um papel importante: ao verificar a identidade do destinatário antes da liberação da encomenda. Nossa prova de conceito é um exemplo de como a tecnologia pode responder a problemas comuns associados à entrega em domicílio. O número de encomendas em trânsito só tende a aumentar a medida que as compras online têm se tornado um canal de escolha dos consumidores brasileiros. Os varejistas precisam explorar novas formas de inovação em sua cadeia de ofertas no sentido de atender a essa demanda” conclui Juan D’ Antiochia.

Você pode assistir ao vídeo de demonstração do protótipo.

* EMV funciona no Europay, MasterCard e Visa, e também é um padrão global para cartões de crédito e débito que usam chips de computador para autenticar (e proteger) transações com chip-cards.

1 Delivery market reach

2 Ebit/Webshoppers Research

3 Estimations by Statista Latin America

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Drones: entregando o futuro na porta da sua casa

Por Kai Schoppen, fundador e CEO da Infracommerce

Inteligência artificial, carros autônomos e drones fazendo entregas. Poderia ser o cenário de mais uma ficção científica hollywoodiana, mas são tecnologias que já se encontram à nossa disposição em pleno 2017 e, no caso dos drones, mais acessíveis do que podia se esperar. Desenvolvidos na década de 1960, somente nos últimos anos os drones se popularizaram. Inicialmente usados para atividades de entretenimento, hoje são ferramentas essenciais em diversas atividades comerciais e ganham mais espaço a cada dia.

As possibilidades de uso dos drones foram ampliadas quando, em 2013, a Amazon deu início ao projeto Prime Air, que utiliza drones para entrega. Os testes realizados são tão promissores, que a empresa já patenteou parte desse sistema e também o de abastecimento, popularmente chamado de colmeias, e que consistem em uma torre cilíndrica onde os dispositivos voadores são abastecidos e saem para realizar o transporte dos pacotes. Para Jeff Bezos, CEO da gigante norte-americana, em um futuro próximo, será “tão comum ver drones do Prime Air no céu como ver caminhões dos correios nas ruas”.

Esse sucesso é seguido de perto por outras líderes do mercado de logística como UPS e DHL. O que se tem observado até o momento é que as entregas por drones são mais viáveis do que muitos possam imaginar.

Vantagens e limitações

No Brasil, umas das principais barreiras para o setor é a relação de população x área habitada, uma vez que temos um país de extensões continentais, mas cuja densidade demográfica ainda é muito concentrada. Se em São Paulo, por exemplo, é possível encher um caminhão com pedidos e entregar praticamente de porta em porta, no interior o mesmo caminhão dirige 25 km para fazer uma única entrega.

Os drones chegam para atender a demanda dessas regiões em menor tempo e com um custo mais baixo. Nos testes já realizados, os consumidores receberam seus pedidos em até 30 minutos. Além disso, cada drone é capaz de realizar 30 entregas por dia a um custo de US$ 1 a US$ 3 dólares, enquanto as entregas para regiões suburbanas, via FEDEX, por exemplo, variam de US$ 10 a US$ 15.

Para o e-commerce, isso abre a possibilidade de reduzir e até eliminar um de seus maiores fatores de desistência de compra: o valor do frete de regiões suburbanas.

Compras de ticket médio baixo, acabam tendo um frete quase igual – quando não superior – ao dos produtos, o que muitas vezes faz com que o cliente deixe de comprar. Com a possibilidade de atender as entregas nessas regiões a um custo mais baixo, as lojas ganham mais força para suas vendas. Outra novidade para o setor seria a entrega para pessoas, não apenas endereços. O DelivAir, desenvolvido pela Cambridge Consultants, utiliza a localização via GPS dos celulares para entregar onde o cliente estiver.

No entanto, ainda existem limitações. A regulamentação do uso desses equipamentos somente foi registrada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em maio deste ano. Essa demora resulta, entre outras coisas, no atraso da definição de rotas de voos. Cidades como São Paulo, que contam com uma excelente infraestrutura para receber os drones devido ao grande número de helipontos, ainda não podem operar com esse sistema por não terem suas rotas oficializadas. Por outro lado, no interior não existe limitação. Os drones já possuem inúmeras tecnologias para evitar obstáculos e desenvolver suas rotas com autonomia.

Se pensarmos que o melhor lugar para operar com esse sistema de entrega é dessas regiões de subúrbio e cinturões próximos às cidades, ao instalar um galpão em uma área estratégica, com múltiplas cidades ao redor, é atender um raio de aproximadamente 12 km, que é a autonomia atual dos drones. Essa distância ainda pode ser estendida em breve, já que existem testes, com um híbrido de drone com dirigível que aumentaria a distância significativamente.

Outra preocupação é quanto ao peso das entregas, já que cada equipamento pode levar cerca de 2,5 kg apenas. Porém, vale lembrar que na Amazon, 8 em cada 10 pedidos da empresa são exatamente dentro desse peso. Esse sistema não atenderia somente pedidos maiores e de grande volume, como atacadistas, por exemplo.

Qual o impacto disso para o setor? Crescimento.

Assim como e-commerce nunca vai substituir a loja física, nem todos os pedidos serão entregues por drones. Eles serão mais uma opção, que as empresas precisarão adotar para complementar seus serviços e aproveitar essa nova fatia do mercado – especialmente no Brasil, onde o transporte tem alto custo.

Na prática

Não é apenas o setor de entregas e, consequentemente o de e-commerce, que se beneficiam com implementação do uso dos drones. Órgãos como o Unicef têm realizado a entrega de bolsas de sangue, amostras, medicamentos e até vacinas em áreas de difícil acesso na África, como Ruanda, por meio de drones.

Na Suíça, hospitais também já desenvolvem o mesmo sistema para transporte de materiais urgentes, como bolsas de sangue. E se você pensa que os drones são uma realidade apenas fora do Brasil, está enganado. Uma rede de padarias expressas já está realizando testes com a entrega de pães no estado de São Paulo.

Os drones chegaram para ficar e da próxima vez que você ouvir de uma tecnologia nova, fique atento, ela pode estar em suas mãos mais cedo do que você espera.

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Startup oferece mais de 30 vagas de emprego em SP e RJ

A Loggi, plataforma digital de entregas expressas, anuncia sua busca por mais de 30 novos talentos para seus times de São Paulo e Rio de Janeiro. Avaliada pelo Love Mondays como uma das empresas mais amadas por seus funcionários e eleita a melhor empresa de logística pelo prêmio da ABO2O em 2016, a startup conta com oportunidades para diversos níveis de conhecimento.

Na área ligada à experiência do cliente, há vagas para analista, monitor e coordenador, enquanto a área comercial conta com 6 vagas distribuídas entre executivos de conta, consultores de novos negócios e desenvolvedor de Sales Force. O setor de produtos, por sua vez, possui a maior oferta, contabilizando 18 vagas para desenvolvedores de diversos níveis. Há ainda vagas para gerente financeiro, secretária bilíngue etc.

Na sede da Loggi em Alphaville, Barueri (SP), mais de 200 funcionários ocupam dois amplos andares com ambiente descontraído e vista panorâmica. Além disso, o escritório possui café da manhã e frutas, área de descompressão com vídeo game, mesa de ping-pong e sofás, além de massagens semanais e outros benefícios.

No Brasil há mais de três anos, a Loggi registrou um crescimento de 600% em 2016. Hoje, são feitas 25 mil entregas diariamente em cinco capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

A startup atua em três frente principais de serviços: entregas para empresas, LoggiPro (para o comércio eletrônico) e o LoggiPresto (para restaurantes). Para saber mais sobre as vagas em aberto, acesse www.loggi.com na seção Trabalhe Conosco.

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Payleven passa a fornecer meio de pagamento para aplicativo Motoday

A payleven, empresa pioneira em soluções de pagamentos móveis, anuncia parceria com o Motoday, um aplicativo inteligente para chamar motoboys de forma simples e rápida, para ser a fornecedora do meio de pagamentos para o app. Com a tecnologia do payleven Connect, os usuários do Motoday podem contratar os serviços pagando com cartão de crédito, de forma simples e segura.

Para o Diretor Comercial da Motoday, Charleston de Miranda, a solidez institucional do payleven Connect foi um diferencial para a escolha da empresa, pois “é um meio de pagamento fácil de usar em relação ao faturamento online e confere segurança aos nossos parceiros motofretistas, que acompanham a movimentação financeira no sistema”.

Lançado em 2015, o aplicativo permite o contato com o motoboy por meio do site ou celular. O sistema aciona o motoboy mais próximo por localização GPS e fornece, automaticamente, o valor da corrida para o cliente, que consegue acompanhar o serviço em tempo real com o check-in da entrega da encomenda.

Atuando na região metropolitana de Belo Horizonte, 300 motofretistas já estão cadastrados e mais 300 aguardam efetivação para começar a captar viagens no aplicativo. O Motoday tem perspectiva de operar em âmbito nacional até 2017 com mais de 20 mil profissionais.

Recentemente, a payleven também fechou parceria para fornecer a solução de pagamentos payleven Connect para o Blushe, marketplace de profissionais de beleza, além das empresas Vaniday, plataforma de agendamento de serviços de beleza e bem-estar, Docway, plataforma que conecta médicos a pacientes e Easy Taxi, maior aplicativo de chamada de taxi do mundo, e Na Praia, aplicativo que liga banhistas a vendedores ambulantes nas praias.

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iFood incorpora player norte-americano especializado em entregas rápidas

O iFood (www.ifood.com.br), principal plataforma de delivery do Brasil, anuncia a aquisição da tecnologia desenvolvida pela plataforma norte-americana de entregas rápidas SpoonRocket. A empresa sediada no Vale do Sílicio, na Califórnia, nos dois anos de existência, levantou US$ 15 milhões em investimentos, o que permitiu o desenvolvimento de sistemas de controle entre pedidos e entregadores de comida, visando minimizar o tempo de espera dos consumidores em até 50%.

Com a nova tecnologia disponível a partir do segundo semestre deste ano, os consumidores poderão acompanhar seu pedido de forma mais próxima, sabendo, por exemplo, a posição dele no trajeto e quando o mesmo chegará. Os novos benefícios estão de acordo com a visão da empresa brasileira em revolucionar o mercado de delivery no país. “O iFood simplificou como os consumidores buscam os estabelecimentos e pedem comida, migrando do telefone para o aplicativo. Com este novo investimento pretendemos garantir uma melhor experiência para o usuário, possibilitando uma entrega ainda mais rápida”, comenta Felipe Fioravante, fundador e CEO do iFood.

Ainda de acordo com o executivo, o iFood tem como principal objetivo evoluir a experiência do consumidor: “Nós estamos ampliando as possibilidades para o mercado de delivery no país e, agora, buscamos uma expansão agressiva para que os consumidores e restaurantes tenham acesso a melhor experiência em pedir comida que já tiveram”, complementa.

Para Fabricio Bloisi, CEO da Movile, esse movimento reforça o DNA inovador da Movile, assim como acontece em todas as suas investidas. “Estamos sempre atentos às tendências que podem mudar as indústrias e impulsionar a globalização dos nossos negócios”, afirma.

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Shippify, Uber da Logística, luta contra pedido de fechamento feito pelos Correios

Shippify, uma Startup em estágio inicial que ajuda empresas a entregar seus produtos utilizando tecnologia móvel e uma comunidade de entregadores, anunciou hoje que pretende não acatar o recente pedido dos Correios de fechamento. Como Uber fez com taxis, Shippify está revolucionando a logística de entregas. Os Correios do Brasil, que possuem monopólio concedido pelo estado, querem que o serviço seja cancelado. Shippify prometeu lutar contra a ordem.

“Prover melhores serviços e experiências ao usuário é a essência para a revolução no setor,” comentam Miguel Torres e Luis Loaiza, fundadores da Shippify. “O fato de que uma organização tão antiga e grande como os Correios do Brasil, uma companhia pública com monopólio, estar amedrontada por uma stratup com uma comunidade forte mostra o quão grande é o nosso potencial de romper paradigmas. Mas, é tarde para eles. Nós somos parte de uma economia colaborativa. Nós estamos criando modelos de serviços que beneficiam o consumidor. Os Correios que melhorem suas operações em vez de tentar nos fazer fechar. Porque, de qualquer forma, isso não vai funcionar.”

Shippify oferece para lojas de ecommerce uma plataforma online com plugin (API) e aplicativo móvel que os ajuda a entregar suas mercadorias e pacotes, utilizando o conceito de “economia colaborativa”. Couriers independentes entregam pela Shippify usando bikes, carros, kombis, vans e até mesmo carros Uber, em menos de três horas. A companhia, que agora possui uma comunidade com mais de 2700 couriers, está crescendo rapidamente. Além de sua base no Brasil, Shippify está operando em cidades como Santiago no Chile e Guayaquil no Equador. A companhia planeja expandir para Colombia e México em breve. Entregadores da Shippify chegam a ganhar até R$800 por semana de trabalho. Isso representa 70% do que um motociclista courier consegue ganhar com um emprego formal por mês.

“Eles querem nos fazer desaparecer rapidamente.” diz Torres -CEO, ele acrescenta. “Isso simplesmente não irá acontecer. Toda essa situação me traz à mente uma maravilhosa, mas ridícula sofisma escrita por Frederic Bastiat em 1845: “Petição dos fabricantes de velas, lanternas, lâmpadas e basicamente tudo relacionado à iluminação – ordenando aos cidadãos que fechassem suas janelas e que o sol fosse desligado por ele gerar luz.” Acabar com a economia colaborativa será tão fácil quanto desligar o sol.”

Torres e seu sócio lançaram a Shippify originalmente por conta de uma necessidade de seus negócios. Eles tentaram enviar pacotes em pequenas distâncias, mas descobriram que precisariam esperar por dias e pagar valores que eles não acreditaram serem justos pelo serviço.

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Startup desenvolve app para empreendedores entregarem seus produtos sem precisar sair de casa

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Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos empreendedores digitais é fazer sua mercadoria chegar com segurança em todo o Brasil – ou até em outros países – sem que isso consuma horas e horas de trabalho. Foi justamente para facilitar e viabilizar empreitadas no e-commerce brasileiro que a Mandaê foi criada. Com ela, é possível entregar desde objetos delicados, como os feitos de vidro e de cerâmica, até grandes produtos, como peças para carros, por meio do site ou do app da startup.

Disponível para Android e iOS, o aplicativo é muito simples de ser usado: o cliente tira uma foto do que quiser transportar; informa o local de entrega e onde o produto está, e a Mandaê vai coletar, embalar e despachar tudo.

Além de otimizar o tempo dos empreendedores, a Mandaê oferece também empacotamento personalizado – feito com caixas e materiais desenvolvidos pela própria empresa. Isso significa que a Mandaê se responsabiliza por garantir que as mercadorias serão entregues com total segurança. Para se ter uma ideia, o índice de quebra de produtos da Mandaê fica em torno de 0,06%. Mas, caso algum imprevisto aconteça, a Mandaê cobre valores de até R$ 1 mil por produto.

Todo este serviço sai por uma taxa de coleta de R$ 10 mais a taxa de envio e, se houver mais de um item para ser transportado, o cliente só arca com as taxas do despacho. A Mandaê também possui parcerias com transportadoras que podem servir de opção para quem quer enviar seus produtos, oferecendo taxas diferentes.

Atualmente, a Mandaê opera em quase toda São Paulo e Osasco, atendendo a uma base de mais de 44 mil CEPs. Até junho deste ano, a startup enviou mais de 50 mil remessas e teve um crescimento de 12% por semana.

Outra vantagem do modelo da startup é que a Mandaê atende não apenas a lojas virtuais, mas a pessoas físicas também. Ou seja, quem precisar enviar um produto delicado para dentro do Brasil ou fora, pode contar com toda a conveniência da Mandaê.

Apenas neste ano, a Mandaê estima despachar 150.000 encomendas. Nos próximos anos, a startup quer ampliar seu atendimento para todas as regiões metropolitanas do Brasil e, também, para outros países.

“A Mandaê quer transformar o transporte de produtos em uma experiência simples e agradável, servindo de exemplo de atendimento ao cliente para o Brasil e o mundo”, diz Marcelo Fujimoto, cofundador da startup. “Conosco você pode enviar qualquer objeto que quiser sem precisar pagar pelo empacotamento e nem sair de casa”, resume.

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